perguntavam

Eu o amava sem ao menos o ter visto, não pessoalmente é claro, o que era estranho. Muitas pessoas me perguntavam “como você consegue amar sem ao menos beijá-lo? ” Só que isso é fácil de responder, você por exemplo, ama as estrelas sem ao menos poder tocas nelas, é tipo isso, existem algumas coisas que a gente simplesmente não consegue explicar, o amor é uma delas.
—  O Pequeno Bob.
É aqui que me despeço de tudo que senti por você. Cheguei a achar que duraria tanto, e o tanto durou tão pouco. Reli pela última vez suas mensagens de textos nas quais dizia ‘eu te amo’, e repeti baixinho também o quanto te amava, exclui todas, e por incrível que pareça, nenhuma lágrima insistiu a cair. A tua ausência foi tanta que muitas vezes cheguei a esquecer o que sentia por você. Lembrei das vezes que me perguntavam sobre você, e eu com meu pensamento totalmente atordoado ficava perguntando a si mesma o por que. Com tantos amigos, primos, cachorros, papagaios nesse mundo, porque diabos sempre vinham perguntar sobre você? Não sei se um dia meus textos tiveram sentido pra você, mas eles eram escritos pra ti. As palavras mais belas que eu já disse a alguém, foi dita ali pra você. O meu amor era teu, ah como era. E o que era tão belo e que estava totalmente florescido, murchou. Estragou. Acabou.
—  Laura Mello.
A dor emocional que eu sentia naquele dia era maior que qualquer dor física, depois de muitas brigas com ele, horas sem conversar, eu tomei uma decisão. Era hora de terminar o que não dava mais certo. Escrevi um daqueles famosos textos clichês e na hora, tomei a decisão, deixei de lado, todos os meus sonhos ao lado dele, todas as lembranças que fizeram parte, deixei o orgulho de lado, e enviei. Meu mundo caiu, eu não sabia se era o certo, no momento, parecia ser. Ok, era definitivamente o fim. Em meio às coisas boas, à também as coisas ruins. Finalmente, consegui me colocar a cima de toda essa confusão que ele me causava, consegui olhar para tudo isso e não sentir a necessidade e ver como eu e minha felicidade somos mais importante que toda a dor que eu sentia. Claro, eu sei que não sou de ferro, eu iria ter recaídas em pensar nele, só o fato de ouvir sua voz e ver o seu sorriso se dirigindo a mim já me faziam querer ama-lo mais do que nunca, mas, naquele momento, eu podia dizer que aprendi não necessitar da sua presença, aprendi a não desejar ser a dona do seu sorriso a cada segundo do meu dia, aprendi que a vida continua. Como eu estou? Não posso dizer que fiquei completamente triste, por que não fiquei, e a felicidade também não me descreveria no momento, então apenas digo que eu estava normal, juntei minhas forças pra suportar tudo, pronta pra seguir em frente, mas eu sabia que, eu frágil do jeito que eu sou e frágil do jeito que eu. estava, minhas recaídas não iriam parar, mas eu realmente não me importava, a gente só aprende a levantar de cabeça erguida após várias vezes termos nos encontrado no chão, sem rumo e sem alguém para nos levantar, mas acredite, cada vez que estive no chão me tornaram mais disposta para levantar e seguir minha vida, recomeçar meus caminhos e reescrever minha história e dessa vez, sem ele. Se passaram semanas, fui lutando contra as recaídas que surgiam hás 2 ou 3 horas da madrugada. O cérebro insistia em lembrar coisas que o coração insistia em esquecer, eu me lembrava de todos os momentos agradáveis que me faziam querer voltar no tempo, e lembrava de todo os momentos ruins que me faziam querer esquecer tudo isso de uma vez. Eu sorria quando a vontade era chorar, e dizia para todos que perguntavam “Eu superei.” Mas de verdade? Aquilo partia meu coração, era como se eu estivesse levando uma surra no peito, só me trazia mais vontade de te querer de volta, mas eu pensava: “Porque insistir em algo que não dava mais certo? Porque insistir em algo que só me machucava e me fazia querer sumir?” Eu olhava casais felizes, sorrindo um para o outro e me fazia lembrar ele, o famoso “ele”. Me fazia lembrar que em meio à turbilhões de coisas ruins, em meio as vezes que nós acabavamos se machucando só pra ver se toda aquela dor cessava, nós também éramos felizes. Eu escutei por muito tempo: “Vocês eram tão lindos juntos”; E eu dizia baixinho: “ Eu concordo.” E é quem é que eu estava tentando enganar com toda aquela história de que eu havia superado? Meu coração se partia ainda ao lembrar dele. 2 meses e meio depois. Lembrar dele já não era algo mais constante, já não me dava saudades e eu não tinha recaídas, não mais. Eu conheci outras pessoas, senti outros sentimentos e entendi que quando duas pessoas nascem para ficar juntas, elas ficarão juntas. É o destino. Não adianta contrariar ou insistir em algo que não vai dar certo. Não é homem nenhum que irá te fazer feliz, é você mesma. Cansada de borrar o rímel, porque afinal, não é barato para ficar gastando com qualquer idiota que machuque seu coração. Os dias de sofrimento viraram apenas lembranças que já não venham a tona igual antes e aprendi que, o tempo resolve tudo, nada é eterno, o sofrimento é inevitável, mas não é para sempre.
—  Naiara, colaboração de Drinkerofstars.
Sinto falta de quando minha única preocupação era se meu desenho favorito iria passar na tv ou se minha mãe faria minha comida favorita naquele dia. Lembro que ficava usando suas coisas apenas para tentar se parecer mais com ela. Fazia da sala de estar um desfile de moda e nem estava ligando se a roupa estava larga ou o sapato grande demais e muito menos se eles estavam combinando, apenas me sentia linda, pois ao meu ver estava parecida com ela e era isso que importava. Sempre que me perguntavam falava que queria crescer logo para poder fazer tudo que queria. Pensava que era só crescer que tudo se transformava e sim se transformou mesmo. Minhas bonecas sumiram dando lugar a pilha de cadernos e livros, as brincadeiras de crianças foram sumindo até dar totalmente seu lugar para as festas, e cá pra nós, gostava muito mais das brincadeiras, pois sabia que estavam ali por serem realmente meus amigos e não por estar interessado em algo. As balinhas foram dando lugar aos antidepressivos dentre outros remédios. O medo também mudou, mas nunca deixou de existir. Agora em vez de ter medo do escuro, tenho medo de não conseguir ser bem-sucedida, de não conseguir agradar quem está a minha volta. E é esse medo que me domina por completo me deixando ansiosa e me paralisando totalmente e consequentemente me impossibilitando de correr atrás dos meus sonhos, e me deixando insegura, dentre outras coisas que se fosse lista-las, esse texto dava uma volta e meia na Terra. Tenho por mim que está na hora de uma nova transformação, pois só assim irei conseguir deixar tudo de ruim para trás. As festas como pessoas desconhecida dar lugar para mais encontros de famílias e amigos, mudar os pensamentos para imobilizar e controlar todo esse medo me tornando uma pessoa menos insegura e consequentemente mais feliz, pois ficarei feliz comigo mesma e não pelos outros. Preciso fazer as coisas que eu gosto sem medo de ser julgada, afinal quem quiser me ter por perto terá que gostar do jeito que sou, com todos os defeitos e qualidades. Quem realmente quiser ser além de uma pessoa passageira terá que me cativar.
—  Querido Diário
Eu sempre tive dificuldade de escolher entre alguma coisa. Quando me perguntavam “sim ou não” eu respondia não sei. É meio que automático, talvez eu não saiba a resposta mesmo ou tenho medo da consequência da minha resposta.
—  Bia Maria, adesejar.
REAÇÃO DO BTS caso as ARMYs desejassem a sua morte e do filho de vocês.

O resultado não me agradou tanto, mas como escrevi bastante fiquei com dó de apagar. I’m sorry!

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Rap Monster (Kim NamJoon): As fãs adoravam quando Jonnie postava uma nova foto com o herdeiro das covinhas, as poses eram sempre lindas e as roupas de ambos numa perfeita combinação “pai e filho”. Entretanto, naquele dia, ao acordar e ter a bela visão do pequeno menininho de quatro anos dormindo agarrado a mãe, ele decidiu ser o fotografo. A foto havia ficado linda, as pessoas que mais amava dormindo indefesas e tranquilamente, entretanto, não havia agradado a todos.

“Essa garota não passa de uma interesseira”, “Aposto que só engravidou para tirar dinheiro dele”, “Eu queria que ela morresse”. Namjoon ficaria raivoso com todos aqueles comentários e quando se desse conta já estaria escrevendo e postando um imenso texto sobre amor, respeito e pessoas sem noção.

“Talvez nem todos consigam ver o quanto eles são importantes para mim, e talvez algumas pessoas não tenham noção das coisas ridículas que falam.”

Suga (Min Yoongi): Suga estava deitado com você no sofá do estúdio acariciando sua barriga, tinham acabado de voltar do hospital onde descobriram que o bebê que esperavam era um menininho. O homem se encontrava feliz e inquieto, não era segredo que ele desejava um menino e que faria dele um mini swag.

Ligando o foda-se para tudo, Yoongi abriu o twitter e postou apenas dois emojis (um bebê e um coração azul), estes que causaram todo aquele rebuliço. “Eu realmente espero que a vadia e a criança morram no parto” - apenas esse comentário foi o suficiente para fazer Suga explodir. Ele levantaria do sofá irado, te deixando confusa, principalmente quando o mais velho começasse a digitar raivosamente no celular.

S/N: Oppa, o que aconteceu?

SG: Nada (S/N)!

Você estranharia a grosseria do homem que a alguns minutos estava tão feliz e se aproximaria, conseguindo pegar o celular e ler o comentário e a resposta que ele digitava. Você suspiraria desapontada - mas não surpresa - e tentaria acalmar a fera.

S/N: Não desça ao nível de responder isso, Yoon-oppa. - você pega o rosto do homem entre as mãos - Ignore esse comentário idiota e vamos voltar ao que fazíamos antes.

Jungkook (Jeon Jungkook): O maknae estava desembarcando na Coreia e estava ansioso para poder ver as mulheres que ele mais amava. Dois meses longe de casa nunca pareceram tão longos.

O garoto pegou o celular e discou o seu número, não podia esperar até chegar em casa para ouvir sua voz.

“Oi, meu amor. Eu acabei de chegar… Não, ainda estou no aeroporto… Eu prometo… Sim… Eu não vou demorar, prometo, já estou a caminho… Eu também estou com saudades. Diga a minha princesinha para esperar pelo papai acordada, eu quero muito abraçar vocês duas…” - em meio a chamada Jungkook pode ouvir uma das garotas que andava atrás dele dizer que desejava que morressem.

Antes que Jungkook pudesse processar suas ações já havia virado em direção a garota e afastado o celular do ouvido, pronto para defender você e a pequena Jeon. Quando deu por si a “fã” já gritava para todo o aeroporto o quanto odiava sua filha e você e Jeon era arrastado completamente exaltado pelo líder e o manager para que não voasse em cima da garota.

Jin (Kim Seokjin): Decepção. Está era a palavra que descrevia tudo o que Seokjin estava sentindo naquele momento.

Tudo começou quando o homem deu início a mais um Eat Jin, ele e Taehyung estavam conversando e respondendo perguntas enquanto esperavam a comida, quando, no meio da live, a pequena menina de três anos entrou animada na sala e dizendo: “Tio TaeTae!”.

A pequena correu para abraçar o mais velho e a pedido do pai sentou na cadeira ao lado para participar da live. Você não demorou a notar que sua filha tinha sumido e saiu as presas para buscar ela, com medo de que atrapalhasse o trabalho do pai. Entretanto, sua atitude de chamar a menina discretamente para fora da sala não foi bem vista e muitos fãs começaram a achar que você queria esconde-la.

Os ataques começaram nos próprios comentários, fãs dizendo o quanto você parecia chata e nojenta e dizendo que não merecia estar ali, muito menos com Jin. Ao ler o comentário de uma fã dizendo coisas absurdas, Jin ficou imóvel e só se deu conta da situação quando ouviu Taehyung dizer que achava melhor desligar a live.

“Acho que algumas pessoas precisam rever seus comentários antes de vir atacar minha família. (S/N) nunca agiria estupidamente com vocês, mas muitas vezes não parece reciproco.”

Jimin (Park Jimin): O grupo estava em um evento e resolveram fazer uma pausa para falar com os fãs. Desta vez Jimin não brincava como de costume, estava apenas no canto com a expressão cansada. Quando as fãs questionaram sobre seu comportamento o homem sorriu e pegou o microfone para falar.

JM: Quando se tem um bebê em casa, dormir uma noite inteira é um luxo.

RM: Nosso pequeno Jiminnie está conhecendo todos os lados de ser pai.

JM: Eu amo todos eles, mas por favor, filha, durma mais de três horas seguidas. - disse em tom de brincadeira, fazendo algumas fãs rirem, entretanto, no meio disso tudo, Jimin pode ouvir claramente uma garota entre as outras fazer um comentário desnecessário.

XX: Sua esposa é uma estúpida, como pode deixar que o oppa acorde de madrugada pra fazer criança parar de chorar? Elas nem mereciam estar vivas por isso.

Jimin, assim como os outros meninos, parou estático procurando pela autora do comentário no meio da multidão. Quando percebeu que não a encontraria apenas voltou a falar no microfone.

JM: Eu não sou apenas um ídolo agora, eu sou pai e quero ser bom nisso. Eu jamais deixaria minha (S/N) cuidar sozinha de nossa princesa sendo que ela também é responsabilidade minha. Pare de desejar mal a quem amo e guarde seus comentários desnecessários para você, por favor.

V (Kim Taehyung): Naquela tarde, Taehyung resolveu levar o casal de gêmeos para passear, ele amava passar um tempo com os filhos, porém, tantos compromissos o tirava muitos momentos.

Ele se encontrava no banco de um shopping, esperando você retornar com os quatro ingressos do cinema para que pudessem assistir a mais recente animação lançada. As crianças brincavam com o pai que as fazia rir e as abraçava constantemente.

Não demorou muito para você retornar e no mesmo instante algumas fãs se aproximavam, as crianças correram para te abraçar e você se afastou um pouco com elas, para que as garotas pudessem falar com seu marido.

As garotas falavam animada e tiraram algumas fotos, mas, em um momento aleatório, uma das garotas insinuou o quanto você e seus filhos eram desnecessários e um fardo para Tae, algo que o fez fechar a cara no mesmo instante. Ela não precisava falar mais nada para que o homem entendesse onde ela queria chegar.

“Você não escuta o que fala? Como pode se dizer minha fã se ataca dessa forma as pessoas que amo?” - você o encararia, sem saber o que estava acontecendo e porque ele estava falando naquele tom alto - “Eu vim me divertir com minha família e não ouvir essas coisas ridículas! Se me der licença eu tenho algo mais importante para fazer.”

J-Hope (Jung Hoseok): Era mais um fansing e Hoseok estava animado por poder falar com as fãs, muitas perguntavam se ele estava bem aquele dia, ou se ele pretendia levar seu filho em algum show futuro, mas como sempre, os momentos bons são quebrados por coisas inoportunas.

Enquanto autografava o álbum de uma das fãs ouvia ela falar consigo, a garota dizia que ele era seu bias e isso não era nada de mais, mas em um momento inesperado, ela disse: “Fiquei muito triste quando começou a namorar, achei que passaria mas logo depois aquela interesseira engravidou. Eles deviam morrer para você poder ficar comigo, oppa”.

Hoseok largou a caneta na mesa no mesmo instante e encarou a garota a sua frente, exaltado com o comentário começou a repreende-la, sem notar que falava alto ao ponto de fazer com que todos prestassem atenção. Ele só pensava em defender e proteger vocês e logo depois que terminasse de falar levantaria e sairia do palco e só retornaria depois de longos minutos de conversa com Yoongi e Namjoon e claro, com a “fã” fora do fansing.

“Como você pode me falar uma coisa dessas? Desejar a morte para meu filho, uma criança de colo e minha noiva não é algo que uma fã de verdade faria! Nunca mais fale das minhas esperanças dessa forma.”

eu não fazia ideia do que estava acontecendo
era uma confusão naquele mês
eu estava me perdendo
só me perguntavam: o que você fez?

olhava de lado,
meus olhos dilatados,
meu coração quebrado,
e a gente separado.

não foi o que eu fiz,
não tive culpa se teu amor criou raiz.
mas ainda assim, eu ainda
não fazia ideia do que nós tinha.

fui eu? eu tinha feito algo?
o que te afetou tanto?
o que nos afetou tanto?
e essa confusão custou quanto?

eu não fazia ideia do que estava acontecendo,
minha alma foi roubada,
você se foi, e antecedendo…
por que em mim não fez morada?

Você é minha única opção sabia? E se tornou minha única opção desde que te conheci. Desde que eu te ouvia falar horas sobre qualquer coisa que você achasse importante me contar. Desde que não suportava ouvir você falando de outras ou quando outras perguntavam de você pra mim.  Desde quando todos os meus pensamentos se voltam a você e eu sorrio feito boba. Desde que você, ainda não sei como, disse que era “bonitinho” eu sorrir enquanto falava com você. E isso é o que faço todos os dias desde que você entrou na minha vida.
Lindo, eu queria que você acreditasse nisso. Acreditasse no meu sentimento por você. Porque semana passada eu estava tentando entender como alguém como você gostaria de alguém como eu, que só tem a distância a oferecer. E meu bem, eu ainda não sei como você gosta de mim, só sei que eu aceitei que você gosta de mim e que eu sou apaixonada por você. Desculpe a insegurança.
 Apesar de sempre querermos o bem, sei que muitas vezes eu te machuco e acabo me machucando também. Sei também que um dia tudo isso pode acabar, mas lindo, tudo que eu quero é viver o agora com você. É saber que no fim do dia eu vou ter sua voz para escutar e sua respiração para dormirmos. Saber que às vezes você vai me surpreender e cantar pra mim me fazendo chorar (ah! Como eu amo quando você canta). Saber que tudo que conversamos, passamos e vivemos serviu para nos aproximar mais.
Alguém/Algo te trouxe pra mim e meu amor, eu não tou nem um pouco afim de te perder. Quero-te muito. E por muito tempo. Então fica e vai ficando comigo. “A gente se conheceu há pouco tempo mas a gente já está falando em casamento, tô correndo um risco sério de viver pra sempre com você… Não sou anjo da guarda mas eu vou te proteger, esse seu sorriso é o combustível pra eu viver… Se você me pedir pra ficar pra sempre com você nem vou pensar duas vezes pra te responder, cê sabe que eu vou.”
—  (Para você)
Imagine com Zayn Malik

Parte 1 (xxx) Parte 2 (xxx)

S/c - Seu nome completo. 

Desculpe qualquer erro, escrevi pelo celular :/

~~~~~~~~~~~~~~~~~

Zayn’s point of view. 

Mensagem on. 

“Pelo amor de Deus, me responde, porra” - Zayn

“S/n já é a quadragésima mensagem que eu deixo para você.” - Zayn 

“Me responde caralho ou eu juro que vou na sua casa.” - Zayn

“Puta que pariu S/n. Eu vou te matar, não estou brincando” - Zayn

Entregue. 

Visualizada. 

Escrevendo…

“Hahaha, gostou da fotinha, amor?” - S/n

“QUE PORRA DE FOTO É AQUELA CARALHO, FALA QUE É BRINCADEIRA E QUE VOCÊ TEM UMA DESCULPA MUITO BOA POR TER ME DEIXADO ESPERANDO NO RESTAURANTE.” - Zayn

“Surpreso, amor? Eu também fiquei surpresa quando fiquei sabendo que você transou com a Luana e depois com a minha melhor amiga, minha MELHOR AMIGA ZAYN! Nada melhor que pagar na mesma moeda, certo?” - S/n

“O que? Olha, vamos conversar direito okay? Eu posso passar ai na sua casa? Saímos para conversar ou sei lá.” - S/n

“Zayn, acabou! Chega, pra mim já deu. Desde o começo do nosso namoro eu te avisei que jamais aceitaria traição e porra Zayn, você me traiu com a minha melhor amiga.” - S/n

“Eu estou implorando, vamos conversar. Eu prometo te explicar tudo, por favor. Foi um erro.” - S/n

Traição não é um erro, é uma escolha. Você escolheu isso, então agora sofra com as consequências e me deixa em paz! É tudo o que eu te peço, adeus.” - S/n    

“POR FAVOR, VAMOS CONVERSAR CARALHO. Eu estou arrependido, eu te amo tanto S/n” - Zayn

Entregue.

Visualizada. 

Mensagem off. 


Não, não, não, não, não! Mil vezes não. O que eu fiz? Eu.. eu perdi a mulher da minha vida, eu perdi a pessoa que eu mais amo por diversão. Eu vou atrás dela, ela vai voltar pra mim, ela sempre volta.  

Peguei a chave do carro e fui em direção á casa dela. Eu vou ter minha garota de volta, passo por cima de tudo e de todos, nada mais importa agora, eu só quero consertar o meu erro e seu feliz com ela.  

Virei a esquina da casa dela e lá estava ela, descendo do táxi e entrando em sua casa. Aumentei a velocidade e logo já estava estacionando o carro de qualquer jeito. Com o barulho que o pneu fez minha garota olhou para trás com cara de assustada e logo sua cara fechou quando me viu descendo do carro. 

– Hei, calma, vamos conversar. - corri em direção a ela que já estava pronta para abrir a porta. - Por favor. - agarrei seus braços a trazendo para perto de mim. 

– Ah Zayn, por favor. Eu te disse que acabou, me deixa em paz, porra. - disse tentando se soltar. - Me solta caralho. - disse um pouco mais alto e então eu a soltei. 

– Vamos conversar, por favor?. Você quer que eu me ajoelhe? Pois bem, eu faço isso. - disse ficando apoiado em meus joelho. 

– Não… Levanta agora. - suas pequenas mãos agarraram meus braços fazendo esforço para me levantar. - Zayn, meus pais estão em casa, facilita. Eles podem te pegar aqui a qualquer hora, porra. - sorri, eu adorava quando ela falava palavrão. Qualquer coisa ficava excitante saindo da boca dela. 

– Eu não ligo, eu faço de tudo para ter você de volta. -  S/n gargalhou. - Eu te amo demais e não quero te perder. 

– Pensasse isso antes de me chifrar. Agora levanta e sai fora daqui. - ela seu olhar transbordava ódio. 

– Caralho eu já disse que foi um erro, foi coisa do momento. Por favor. - meus olhos lacrimejavam, eu iria chorar. 

– Zayn… Por… por favor, vai embora. - ela continuava tentando me levantar.

– Só se você prometer conversar comigo hoje e agora. E depois disso eu vou embora. 

– Okay, Zayn. - sorri levantando rapidamente. - Vamos conversar lá no quintal do fundo. 


Ela saiu andando depressa pelas laterais da casa, onde dava o quintal do fundo, fui logo em seguida dela e em segundo já estávamos lá. 

– Comece. - ela me olhou cruzando os braços. - Mas vou logo avisando, suas tentativas não serão validas. Eu estou ciente do que quero. 

– Eu te amo. - S/n deu uma risada falsa. - Eu te amo mais que tudo. Nunca pensei que podia amar alguém com essa intensidade. Pensei que nunca mais voltaria a amar depois de tudo o que aconteceu comigo no passado. Mas ai você apareceu na minha vida e eu guardei minha armadura e me apaixonei completamente por você. E esse tempo que passamos juntos você me mostrou o que era amar e ser amado, verdadeiramente. Eu juro por tudo o que é mais sagrado que eu não estou mentido. - respirei fundo. - Eu.. eu, eu enfrentaria tudo por você, você sabe disso. Te disse milhares de vezes, seus pais, a escola. Eu iria preso por ti, mas no final eu sabia que você estaria aqui, esperando por mim. Eu nunca te magoaria, mas eu magoei. Eu sinto tanto. -peguei suas mãos e olhei em seus olhos. - Eu sei, o que eu fiz não tem perdão, mas eu estou aqui. Implorando para você. - colei nossas testas. - Estou implorando para você voltar para mim. Eu não tenho palavras pra expressar o quanto eu estou tão arrependido. - dei um selinho leve em seus lábios. 

S/n deixou escapar as lagrimas que tanto segurava, segurei em seus ombros a trazendo para mim e abraçando fortemente, colocando sua cabeça em meu peito. Minha garota.

Ficamos mais de minutos naquela posição, S/n chorava alto molhando minha camiseta branca. 

– Zayn. - ela disse se soltando e limpando seu rosto molhado por lagrimas. - Me diz, por que? Por que você fez isso comigo? 

– Eu fui moleque. Não tenho uma explicação para isso, eu fui um lixo. Eu não sei por que eu fiz isso. 

– Porra caralho, até com a Luana. - ela falou mais alto. 

– O que? Não, eu te juro. Eu nunca fiz nada com a Luana, ela nunca veio com segundas intensões comigo e eu muito menos com ela. 

– Mas você fez isso com a minha melhor amiga amiga. - fungou. - Minha melhor amiga. - repetiu olhando em meus olhos, eu senti a dor em seu olhar. Eu sou um lixo. 

– Me perdoa… Por favor, eu faço tudo por ti.

Zayn, eu amei você mais do que nunca. Mais do que minha própria vida. - ela soluçou.-  A melhor parte de mim eu te dei. Eu sei que ela era atraente, mas eu estava aqui primeiro. - sorriu sem humor. - Por que merecia ser tratada desse jeito por você?

– O que eu posso fazer pra você me perdoar? Eu faço tudo. Eu caso com você e nós vamos viver…. - fui interrompido.

– Não Zayn, não tem como passar a borracha e fingir que nada aconteceu. 

– Eu sei que não meu amor, mas podemos recomeçar. - segurei seu rosto. - Vai ser tudo diferente, eu prometo. Confia em mim? 

– Zayn, eu te amo demais. Você sabe disso. - sorri. - Mas eu preciso de um tempo. Eu… vou te dar um tempo para provar que posso confiar em você de novo. - sorri e selei seus lábios calmamente. 

– Eu te amo e espero o tempo que for pelo seu amor. - a abracei pela ultima vez e sai daquele quintal.

Mas eu sei que voltarei. 


~~~~~~~~~~~~~~~~

S/n’s point of view


6 meses depois. 


Depois de seis longos meses sem o Zayn, confesso que foi um inferno. Nos primeiros meses que via Zayn na escola dava uma vontade enorme de voltar correndo para os braços dele. Dizer o quanto o amava e o quanto eu sentia falta dele. 

Zayn estava muito mais magro e já não brincava com todos como antes, varias pessoas perguntavam o que estava acontecendo e ele apenas sorria e dizia “Vai ficar tudo bem.” Me doía muito ver ele assim, mas eu preciso de um tempo, eu sei que ele está arrependido. Zayn me mandava rosas todos os dias em minha casa, meus pais sempre me perguntavam quem era o tal ‘’admirador secreto’’ mas eu sempre desviava o assunto. Ainda não está na hora.

No quinto mês eu sai com dois carinhas, mas nada muito sério. e depois, no começo do sexto mês eu acabei me envolvendo com um novato para tentar esquecer ele, novamente e infelizmente ou felizmente isso chegou até o Zayn. Dois dias depois chegou um buquê enorme de flores Fúcsia - a minha preferida.- E com um bilhetinho dizendo:   

“Eu te amo e espero o tempo que for pelo seu amor.“

E aqui estou eu, me preparando para abrir o jogo para meus pais.

– Mãe. Pai. - disse me sentando em uma cadeira em frente a eles. - Vocês se lembram de todas as flores que eu recebi nesses últimos meses né?.

– Sim princesinha. - revirei os olhos ouvindo o apelido que meu pai usou.

– Você finalmente vai contar quem é seu admirador secreto? - mamãe disse animada. 

– Am… Sim! Bom, então. - respirei fundo. - Quem mandou todas essas flores foi o Zayn. 

Meu pai fechou a cara levantando-se do sofá rapidamente acompanhado pela minha mãe. 

– SEU PROFESSOR DE HISTORIA? VOCÊ ESTÁ SAINDO COM SEU PROFESSOR DE HISTORIA S/N? - ele gritou fechando a mão em punho. 

– Papai por favor!. - levantei-me tentando acalma-lo. 

– ELE É BEM MAIS VELHO QUE VOCÊ E O PIOR ELE É SEU PROFESSOR CARAMBA. SEU P-R-O-F-E-S-S-O-R. - disse pausadamente.

– Eu sei, mas eu me apaixonei por ele. Eu amo ele e ele me ama, pai.

– Amor, ela ama ele, ele ama ela e talvez podemos dar uma chance para eles. É amor, lembra quando começamos namorar? Você tinha 20 anos e eu 17.  - mamãe disse tentando acalmar meu pai. 

– Eu sei mas… mas é diferente. Ela é nossa princesinha. - meu pai disse se sentando no sofá. - Eu confio em você, se você ama ele e tem certeza que ele te ama. Vai fundo. Nós te apoiamos. 

– Obrigada. - sorri abraçando os dois. - Vocês não sabem o quanto isso é importante pra mim. Eu amo vocês. 

– Nós te amamos também, princesinha. - papai disse me dando um beijo na testa.  - Mas… Vocês podem deixar esse namoro em segredo? Por um tempo. Zayn pode se prejudicar por isso. 

– Pai faz 16 meses que começamos a namorar, demos um tempo mas agora está tudo bem. - sorri e meus pais me olharam surpresos.

– Uau! Então, eu desejo toda a sorte do mundo para vocês. Ah… quero conhecer meu genro. - meu pai piscou sorrindo pra mim. 

Agradeci mais uma vez e sai no quintal. Peguei o celular no meu bolso e disquei o número tão conhecido por mim. Depois de dois toques ele atendeu o celular. 

“ – Oi, meu amor. - ouvi a voz rouca de Zayn e sorri. - Como você está?”

“ – Eu estou bem, Zayn. Eu tenho uma coisa pra te contar. - falei com a voz triste, tentando fazer drama.” 

“  – Está tudo bem mesmo? Por favor S/n, você desistiu de mim? - ri com o tom de desespero em sua voz. - Não ri, eu estou desesperado.”

“  – Calma, Zayn. Você pode vir aqui em casa? Meu pai que conhecer o genro dele!.”

“ –  O que? Meu Deus, você está brincando? Por favor diz que não.”

“ – Estamos te esperando.” 

Disse e finalizei a ligação.

– Mãe? Pai? Zayn está vindo aqui. 

– Oh! Por que você não disse antes princesinha? - papai se levantou e foi em direção a cozinha.  - Vou fazer aquela picanha ao molho com batata frita.

– Só você mesmo. - mamãe resmungou dando um beijo em sua bochecha esquerda.

Ouvi a campainha tocar e fui correndo atender. 

– Boa noite meu amor. - a imagem de Zayn apareceu me fazendo sorrir. 

– Você foi rápido. - Zayn sorriu e selou meus lábios delicadamente. - Bem vindo a família, meu amor. 


(…)


5 anos depois.


– Eu, Zayn Javadd Malik, prometo amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza,na saúde e na doença, e que nem a morte nos separe. - Zayn colocou a aliança de ouro em meu dedo anular da mão esquerda.

Eu estava com um sorriso enorme, mal cabia em meu rosto, mas não estava diferente de Zayn. 

– Eu, S/c, prometo amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza,na saúde e na doença, e que nem a morte nos separe. - repeti o ato feito por Zayn. 

– Em nome da Lei. Eu os declaro marido e mulher. - Pode beijar a noiva.

Zayn me deu um beijo lento e carinhoso, logo depois se agachou beijando minha barriga. 

– Eu amo vocês. - Zayn disse me pegando no colo.  


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ficou curtinho mas tudo bem…. Não ficou do jeitinho que eu queria ://.. enfim, a ultima parte do imagine está ai!! 

Pedi demissão duas vezes em minha vida, e quando me perguntavam qual era o motivo a resposta era sempre a mesma: eu não acredito mais nisso. Lembro que a primeira vez que fiz isso uma gestora ficou me olhando por uns dez minutos sem entender, esperando que eu completasse a frase ou que explicasse aquela justificativa. Ela ergueu as sobrancelhas e repetiu: “Pode dizer, aqui entre nós, ninguém vai ficar sabendo, o que houve?”. Talvez quando se está absorto no mundo corporativo repleto de expectativas para o futuro e com algumas promessas de crescimento, não seja possível entender que para continuar em algum lugar precisamos acreditar nele. Quer dizer, isso funciona comigo. Sei o momento exato que preciso sair quando deixo de acreditar, não só na missão, visão e todo blábláblá, mas no meu próprio fazer naquele lugar. No que eu estou agregando e em como outras pessoas poderiam fazer mais se tivessem ali.

É claro que, morando em uma comunidade e tendo que pagar contas e sobreviver, não pude usar esse lema por toda minha vida. Em muitos momentos entrei no ônibus tentando fazer o jogo do contente que a minha mãe tinha me ensinado na infância. Mas pelo menos eu tenho isso. Mas pelo menos eu. Mas pelo menos. Até não sobrar mais nada e eu chegar ao ponto de chorar para uma senhorinha que me deu alguns minutos de atenção. Eu odeio a sensação de que não estou fazendo nada por ninguém – nem por eu mesma – em algum lugar. Odeio a sensação de ter a minha criatividade roubada por algo em que eu não tenho fé. Que eu tenha que dar sorrisos corporativos e desculpas corporativas, quando você quer concordar com o cliente que tudo isso é um saco. Não existe um “mute” para os nossos pensamentos. Chega uma hora que até o barulinho do micro-ondas apitando que a marmita está quente te enlouquece. E nem o feriado. E nem o final de semana. E nem o aviso que o salário foi depositado te levanta. Talvez um pouco. Mas depois de um tempo até o único motivo <dinheiro> te faz sentir que tudo aquilo é sujo e usual. Eles aproveitam o melhor em você e em troca te dão alguns “luxos” no final do mês.

Enfim, toda vez que eu sentia que não aguentaria mais viver para isso ou continuar por tão pouco eu saia. Ouvi de muitos gestores, supervisores e líderes que eu ainda sofreria muito na minha saga corporativa, que a vida não era assim e que temos que sofrer e engolir sapos no trabalho, que fazemos o que não gostamos e pronto. Ainda bem que eu nunca tomei para mim nenhum discurso. Eu sei que muitas vezes temos que continuar em empregos indesejáveis para levar a mistura do dia e dormir no mínimo de paz, mas não devemos naturalizar e nem ALMEJAR empregos assim. Não é normal sofrer para conseguir um bom cargo ou se humilhar para virar amiga do chefe. Não é normal carregar pesos em segredo para sofrer depois sozinha. É importante sim acreditar, nem que um pouco, naquilo que você faz.

Meu signo nasceu para amar momentos e não eternidades. Eu sou o primeiro signo do zodíaco, vindo de seu primeiro dia e hora, a prova de que experiências com amor por signos do elemento fogo são tão quentes à ponto de gerar dor e não prazer como muitos pensam. Quando o primeiro signo ama ele leva muito afeto e depois deixa muito a desejar, no começo do amor ir embora é uma especialidade, ser de alguém é uma prisão, não que sejamos vadias sem coração ou cafajestes, claro que queremos um amor para a vida toda, mas é difícil para nós amar alguém completamente, a ponto de ficar e aturar rotinas com essa pessoa. Eu vou lhes dar alguns exemplos, meu primeiro amor tinha 17 anos e eu 5, a coisa mais difícil de acontecer que não aconteceu, ele subia na metade do caminho do meu ônibus e eu lembro de observá-lo da minha cadeira sorrindo enquanto ele percebia e sorria de volta, mas é claro que não levaria a sério a inocência de uma criança, afinal era apenas uma admiração, uma fantasia, ele era meu príncipe das histórias que costumava lembrar à noite. Anos depois no inferno chamado “ensino fundamental” ainda acreditava no amor, ô signo idiota, na quarta série dos meus pesadelos, a professora nos pediu para fazer arte com material reciclável e um dos alunos mais bonitos, porém problemáticos fez uma flor e me pediu para que eu adivinhassem para quem era, e mesmo com 10 anos de idade eu sabia que aquela flor foi feita por ele para mim, mas eu não a queria, sei que sonhava muito com a magia do amor como todas as outras garotas, mas desde cedo eu sabia que era preciso ter muita coragem para enfrentá-lo e aceitá-lo e eu não tinha coragem. Decidi falar o nome de todas as garotas metidas da classe uma por uma e para todas ele insistia em dizer não e eu também insistia em não aceitar seu afeto, enfim ele se virou e deu a flor para outra garota e eu juro que não me arrependi. Mais um ano se passou e eu fui para um inferno maior chamado “fundamental 2”, eu confesso que foi um ano bem estranho, algumas pessoas da série seguinte à minha fizeram uma brincadeira como aquela de “vai dar namoro”, foi um evento autorizado pelo colégio, o que fez todas as turmas presentes. Eu lembro de estar observando do lado de fora da quadra pelas suas grades um garoto sentado ao lado de duas garotas e uma mulher o perguntando de quem ele gostava e quem ele queria beijar, a primeira garota tinha cabelos longos e parecia  ser uma patricinha, enquanto a outra parecia ser mais liberal e engraçada, e ele era loiro, alto, bonito e confuso entre as duas. Minhas amigas na época começaram uma aposta interna de com quem ele ficaria e eu participei em minha mente, era óbvio que ele ficaria com a patricinha, meninas assim eles podem controlar não é mesmo? Ou não? Bem na época eu pensava assim, e foi isso que aconteceu, e a mocinha de cabelo curto deu a entender que estava satisfeita, mas eu sabia que não, naquele momento eu soltei “o amor é mesmo uma merda” e fui embora. Em casa comecei a pensar naquele garoto e secretamente escondi uma paixão por ele, descobri que ele era amigo do meu primo, descobri que ele acabou não ficando com aquela garota e até descobri o nome dele, mas eu não me recordo mais. Ah e também me lembro que que deixei o ano inteiro passar por mim sem tentar uma aproximação dele. No ano seguinte havia um peso no ar, ele não estava mais no colégio, mas eu parecia satisfeita, para mim era melhor não alimentar mais essas coisas, por que o amor é um morto de fome, quanto mais você alimenta, mais ele fica insatisfeito. No caminho para o colégio havia um garoto bem parecido com ele de costas andando na minha frente, eu fiquei feliz e com uma ponta de esperança, esquecendo de tudo que eu havia pensado sobre isso na semana anterior e o segui até que ele entrou no meu colégio, ele subiu as 7 rampas na minha frente, mas algo me fez perdê-lo de vista, então eu lamentei e segui em frente, ao chegar na porta da sala de aula alguém me cutucou e quando virei lá estava ele, tímido e risonho e não se parecia mais com o garoto que acabava de sair da minha mente, “essa é a sala do 7° ano?” ele falou restirando sua timidez “sim” eu respondi e entramos juntos na sala onde todos nos olhavam, a garota tímida e anti-social junto com o novato bonito? Ninguém aceitaria esse fato. Alguns dias se passaram e nós nos aproximamos muito, mas não deu para sermos os “melhores amigos contra o mundo”, aquele garoto virou um encosto na minha vida, ele me perturbava a cabeça e o coração, estando presente ou não. Lembro que ele ficou com uma garota mais velha e todos pareciam radiantes com o novo “pegador”, mas eu tinha a impressão de que ele não estava tão feliz. Nos dias seguintes ele veio brigar comigo e teria ficado por isso se eu não tivesse a belíssima ideia de dar um tapa em suas costas, o que o fez voltar e ficar na minha frente, eu levantei e ficamos alguns segundos encarando um ao outro, mas fomos empurrados por uma antiga amiga e eu tive o reflexo mais rápido do mundo que me fez perder de beijá-lo, mas ele continuava na mesma posição, a garota o repreendeu dizendo para ele que todos sabiam que ele gostava de mim e ele ficou bem envergonhado, mas eu deixei passar, mais uma vez eu não queria contato. Todos os dias depois desse ele me pedia uma bala e dizia “eu te amo” e é claro que eu levava na brincadeira, na verdade ninguém nunca sabia quando ele estava falando sério. Depois disseram que eu era estranha e ele desmentiu falando que eu era bonita, me puxou no meio da sala para pedir uma opinião sobre a cor de um objeto e eu sem saber de nada disse que era branco, e ele sorriu para seu amigo e disse “está vendo? é branco”, depois ele perguntou por mim no meio da sala e todos viraram caçadores me procurando, quando me acharam não exitaram em falar “Olha ela lá, está com saudades?” e ele permaneceu calado, tímido. Logo depois ele me puxou novamente e me disse que queria falar comigo, mas isso nunca aconteceu, ele nunca me chamou e isso me fez perceber o quanto eu odiava seu silêncio, mas adorava o meu quanto a isso. Depois nos afastamos e eu nem sei o por que direito, acho que a vida tomou novos rumos e fomos por caminhos tortos e diferentes. Alunos novos entraram e eu vou resumir para vocês que alguns gostaram do meu cinismo e rótulo “anti-pessoas”, não me perguntem como. Todos perguntavam de quem eu gostava e isso me irritava, então acabei inventando que gostava de um dos amigos dele, e esse amigo falou que não me queria, por que óbvio se você conta algo para amigas falsas elas contam para todo mundo. Enfim eu o ignorei completamente e depois disso ele começou a me perseguir, até esbarramos na porta, o coitado achava mesmo que eu me sentia afetada por ele, mas na verdade eu escondia o quanto gostava de outro. No último dia de aula, no meu último ano naquele colégio apenas um que dizia gostar de mim me abraçou, eu lembro que seu abraço foi forte e ele não queria me soltar, pedi para que ele me largasse, mas depois aceitei abraçá-lo por mais um tempo, foi o abraço mais simples e verdadeiro que já recebi, mas eu o soltei e o ouvi dizer que sentiria muitas saudades, e eu como “rainha do gelo mirim” não respondi, apenas sorri. Depois fui para outros colégios, conheci outros garotos, decidi tirar o “bv”, mas acabei me enjoando do garoto antes disso e o ignorei por uma semana, o que o fez ficar bastante chateado, ignorei todos que passaram pela minha vida, até os que tentavam uma aproximação amigável e só agora pude perceber que tantos garotos passaram por mim gostando de mim por algum motivo que eu desconheço, que adoraria saber, mas que não os dei a oportunidade de falar. Eu não os dei voz, apenas silêncio e eu odiava silêncio. De uns tempos para cá ainda encontrei o garoto de quem consegui gostar por mais tempo no ônibus, mas eu fiz questão de ignorá-lo, por que no fundo não sabia como olhar para ele, como falar com ele sem desabar pelo tempo perdido, pelas conversas enterradas, pelas voz que ele tinha, mas que não usou e pela coragem que eu não tive, na verdade não tivemos, quando o encontro ele parece triste, parece afetado, põe seu fone e escuta alguma música, mas eu o observo mesmo com ele pensando que eu o ignoro, o observo com a certeza de que ele será feliz com alguém, mas que esse alguém não será eu. Esse meu signo não deixa, me prende na solidão e na frieza, no desamor fácil, mas eu sei que nunca deixei de amá-lo e nunca deixei de sentir medo disso, mas eu e meu signo nascemos para não amar o amor, nascemos para gelá-lo e deixá-lo quieto e para que se um dia amarmos alguém, alguém do elemento “ar” como ele, sempre amar momento (como os que carrego dentro da cabeça), e nunca eternidades (como as que levo em meu coração).
—  Poesografa.
Meia noite e vinte e nove. Havia começado a chover. Ótimo!  Sentei na beira da calçada e comecei a chorar. As gotas de chuva se misturando ao meu choro. Já estava ali durante uns 20 minutos. Algumas pessoas passavam por mim e perguntavam se eu estava bem ou me ofereciam seus guarda-chuvas. Eu não ligava para  chuva, muito menos, se eu estaria todo encharcado. Tirei o cigarro do bolso, peguei o isqueiro e tentei acender o cigarro, porém, não consegui. Olhei para o relógio e já marcava 01:05, a rua estava deserta, só escutava o barulho da chuva caindo e algumas trovoadas bem longe.
—  K. Shibahara.

Eu sei que nem vai ver esse post (mesmo que me siga), você mal entra no Tumblr, e provavelmente deve estar dormindo agora. Você tinha costume de dormir muito quando estava falando comigo, dizia que a minha voz acalmava. Era mais ou menos assim ‘’quero te ligar, capeta’’ ‘’liga, demônio’’ e então a sua primeira palavra quando eu atendia era me ofendendo, mas cinco segundos depois dizia que sentiu muito a minha falta. E você sabia exatamente que eu senti a sua o dia inteiro. Só senti vontade mesmo de dizer todas as essas coisas porque a madrugada é uma merda. As manhãs e tardes também. Lembro de tanta coisa que só nós dois sabemos. E queria que você não se esquecesse que ainda me preocupo com as suas crises no meio da madrugada, e se pelo menos tem alguém pra quem você pode ligar quando ela te ataca. Eu me pergunto se essa pessoa pra quem você deve ligar consegue te acalmar como eu fazia todas as vezes, ou se ela se preocupa tanto contigo a ponto  de sentir o peito queimar e os olhos derreterem. Porque eu me sentia assim todas as vezes em que te via chorando do outro lado da ligação. Eu sei, você sempre disse que ia embora, e eu também sempre disse que sou o tipo de pessoa que não costumava ficar. Mas eu achei que por você valia a pena quebrar alguma das regras que a vida colocou. Você dizia as mesmas palavras que eu, e eu sentia que elas não eram vazias. Sentia o peso. A intensidade. Você sabe, sempre foi um ótimo escritor. As pessoas aqui te amam, e fora daqui também. Eu ainda lembro do texto que fez pra mim. Você disse que tinha a impressão de ter me visto dentro daquele ônibus e então sentiu vontade de chorar porque sabia que não era eu, aí escreveu um texto tão emocionado que até eu quis atravessar essa tela do computador e te abraçar. Eu me sentia muito feliz sabendo que podia te contar tudo, e eu me sentia muito feliz quando você me contava certas coisas, porque sabia que você não era do tipo de contar aquilo com facilidade pra mais alguém. Eu quero que você saiba que me ajudou numa época difícil, e que fiquei imensamente grata por estar contigo numa época tão difícil pra ti também. Eu só tinha coisas bonitas pra falar sobre você. E eu enchia a boca pra falar o seu nome quando me perguntavam sobre as melhores pessoas que eu conheci não só no Tumblr, mas na vida toda. Eu falava tanto, tanto, tanto, que acho que elas sabiam mais de você que você mesmo. Mas agora eu sinto um vazio tão grande quando me fazem essa mesma pergunta. E que foi insuportável demais ver você indo embora como se não tivéssemos nenhuma história juntos. E que agora mesmo vi uma foto que você fez aqui na minha Dash, e me deu tanta saudade que acabei chorando. E eu não vou te procurar, assim como você não vai me procurar. E você vai continuar com a sua vida, assim como eu vou continuar com a minha. Vamos continuar a conhecer pessoas que nunca saberão o que tivemos. Mas eu espero que todas as vezes que você ver algo relacionado as vantagens de ser invisível ou 500 dias com ela lembre de mim (nem que só pense em meu nome como um relampeio que vem e vai embora). E eu vou me lembrar de você por várias e várias coisas. Acho que eu precisava colocar isso pra fora, não estava mais conseguindo suportar tudo isso sozinha. Esse texto está cheio de erros, mas quem não erra quando se está escrevendo sobre alguma coisa que te marcou pra sempre. Sempre terá um espaço muito importante aqui dentro do meu peito, para me lembrar que não vim com total defeito, que sou capaz de me apaixonar por alguém. E também para me lembrar de que não devo confiar em quem tem um sorriso tão bonito. Espero que esteja bem, e que em todo esse tempo tenha pensado em mim pelo menos duas vezes. Você é um cara sensacional, e sempre vai ser. E não te culpo por ir embora, eu entendo que as pessoas partem o tempo todo. Só achei que poderia escapar dessa estatística, mas não. Tudo bem. Dorme bem. Eu te amo. 

"Você está bem?"

Essa simples frase composta por três básicas palavras e uma única interrogação. Essa frase mundialmente famosa, a qual é dita a todo o tempo em qualquer lugar do mundo, por diferentes línguas e em qualquer circunstância.

Eu já a escutei muito, inúmeras vezes, e posso lhe dizer, caro leitor(a), que na maioria delas eu perguntei a mim mesma se alguém, no instante em que emitia estas palavras, realmente se importava com a minha resposta. Naquele mísero minuto em que estas palavras atravessavam os meus ouvidos, eu podia refletir no quanto elas se tornaram monótonas e repetitivas na vida dos seres humanos, e sem que eles percebecem.

Mas não é sobre a estupidez humana que eu gostaria de tratar nesse texto, quis falar sobre mim, e me desculpe lhe fazer ler até este determinado ponto sem lhe avisar isso a princípio. Então, caso queira parar por aqui , eu irei entender perfeitamente.. Caso continue, obrigada por me escutar.

Isso tá meio que pra um desabafo, eu não tenho escrevido muito, e careço de criatividade, mas, conversei com pessoas as quais me deram meios os quais poderiam ajudar nesse talvez “processo” de “renascimento” das minhas autorias.
Um destes meios se chama “desabafo”. Então, cá estou eu, deve estar se perguntando o que “você está bem?” tem a ver com isso..
Bom, serei breve, em muitas vezes essa pergunta foi feita para mim e eu mesma já a fiz para diversas pessoas… O seguinte é que, muitas das vezes em que as pessoas me perguntavam isso eu dizia “sim, estou bem”.
E é claro que eu não estava. Na maioria das vezes eu não estava, mas eu não queria precisar explicar o porquê. Com toda a certeza você entende isso, com toda a certeza você já fez isso. Mentiu pra evitar explicações. E não, não adianta mentir.

Eu sempre fui uma pessoa extremamente reflexiva e em muitas destas reflexões eu me peguei pensando em como eu era imatura no passado, em como eu era inocente, em como eu era “estacionada na própria vida”..
Em como eu me lamentava por não conseguir amigos leais e verdadeiros, em como eu me culpava por não ser linda o suficiente para que os garotos se interessassem por mim, em como eu me culpava por ter uma vida , um corpo, um cabelo extremamente feio, era o que eu dizia. O problema é que eu não fazia nada pra mudar isso, eu não tomava nenhuma atitude pra mudar a minha vida. Eu não tinha absolutamente nenhuma certeza, a única certeza que eu tinha era que, o futuro estava ali. Ou o que pelo menos eu achava que era uma certeza.

Em todas as minhas fantasias infantis eu me imaginava tendo uma bela vida, um belo emprego, uma bela aparência e um belo homem ao meu lado. Um belo carro, com várias belas amizades. Eu estava absolutamente perdida nas minhas próprias idealizações. E quando as pessoas me perguntavam se eu estava bem, eu só queria acreditar que eu estava. As minhas forças eram isso, acreditar que o futuro poderia ser melhor. Eu apostava nisso, apostei sempre nisso.
Em que, como nos filmes, a minha vida mudaria da noite para o dia.

Então é o seguinte, leitor(a)…
Vamos esquecer o passado e falar mais sobre hoje, tudo bem?
Você deve estar imaginando que eu me tornei alguém absolutamente feliz, e bem sucedida e completa. Deve estar imaginando que este texto se trata de uma história a qual eu devo motiva-los a ter esperança na vida e que ela irá mudar, mas não é. Não que esperanças não sejam importantes, sempre serão, mas não é isso, não é somente isso que mudará a sua vida completamente.

E lá vai a verdadeira e dolorosa realidade : A VIDA NÃO TEM CONTROLE REMOTO, VOCÊ TEM QUE LEVANTAR E MUDAR!

Eu sou uma garota de 17 anos, eu ainda estou paralisada no primeiro ano do ensino médio, eu moro com a minha mãe e tenho um pai morto. Eu não tenho amigos ,apenas virtuais. E eu sou uma fracassada. E então dito isso você tem todos os motivos pra desconfiar de mim e pensar “o que diabos essa garota está dizendo? Será que ela não se enxerga?” e sim! Eu me enxergo, mas demorei muito pra me enxergar..

E enxergar que a única pessoa que era responsável de ter uma vida insignificante como a minha era eu. E ainda sou eu.
Existem pessoas por aí , as quais eu troquei palavras algumas vezes e eu pudi me ver nelas , pudi ver o quanto elas eram extremamente antipáticas e indesejáveis simplesmente pelo fato de que elas só sabiam reclamar da própria vida.
E durante o meu amadurecimento eu pudi olhar pra elas e ver o espelho na minha frente.
Era eu. Eu vivia 24h por dia reclamando de tudo e de todos, mas não fazia absolutamente nada pra mudar as coisas, e não enxergava nada de bom nelas.
Eu não cresci muito, mas durante este pouco período de tempo eu pudi perceber que o fato de eu estar onde eu estou hoje, foi culpa do que eu fiz ontem: nada.
Eu tinha tudo nas minhas mãos, tinha tudo o que eu precisava pra me sentir feliz , bem, bonita, e capacitada a correr atrás dos meus sonhos com toda a força que eu sempre tive, e que eu achava que não.

Esclarecendo tudo por aqui, eu nunca fui uma garota de dizer tudo o que eu sentia a partir de um “você está bem?” , mas eu não precisava disso pra passar 24h por dia explicando o porquê eu não estava.
Eu não estou dizendo que me arrependo absolutamente de não ter tomado certas atitudes no meu passado, acredito que os erros precisam acontecer para que no futuro haja acertos. Mas leitor(a) , o que estou tentando dizer é que eu já sofri muito nessa vida mesmo com tanta pouca idade, e acredito que muito desse sofrimento era por que eu infelizmente, me diminuía demais, e achava que as pessoas tinham controle de uma vida que eu sabia que era minha.
Hoje, eu posso dizer que os meus olhos estão abertos para tudo o que realmente é real! Não adianta ficar sentado se lamentando para o seu colega ou amigo o quanto a sua vida é desprezível, se você não faz nada para muda-la! Não adianta esperar que tudo mude sem que você dê o primeiro passo , e o segundo, e que continue caminhando pra que as coisas continuem dando certo.
A vida é essa constante confusão, é esses erros e acertos que nos fazem abrir os olhos pra o que realmente somos e pra o quanto nós somos capazes. Nascemos capazes.
Não ache que enquanto você esta chorando irá aparecer uma fada madrinha e mudar as coisas, não irá!
Não existe um livro sobre a sua vida, quem escreve a sua história é você!
E quando entender isso, como eu entendi, talvez já tenha tomado algumas rasteiras da vida como eu tomei.
Eu espero que não acorde mais tarde do que eu, e que quando acordar de manhã, não que a sua vida tenha mudado, mas que a sua visão sobre tudo sim, e que a sua forma de pensar também, pra que você possa enxergar o quanto você é sortudo por ter a oportunidade, todos os dias de passar a borracha no que não vale mais a pena, e reescrever uma nova história.

vou lhe mandar mais umas verdades: você é capacitado! Você é capacitada! Você tem duas pernas, sabia? Use-as! Você tem dois braços e mãos, sabia? Use-os! Você fala, você houve, você enxerga, você respira, existe um coração aí dentro que ainda pulsa por você!

Então…

Espero que um dia quando te perguntarem se você está bem, você tenha segurança em dizer que está , e se caso não estiver, fará com que tudo fique bem.
Porque você saberá no seu coração, que o personagem principal da sua história é você.
E saberá dirigi-la rumo a um maravilhoso final feliz.

“Voe. Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje. Apenas siga em frente de qualquer jeito.”

Acredito em você.

(Maísa Silva)

Não importa quão grande seja seu defeito, ele não assusta Jesus.⠀

Jacó era mentiroso. Moisés tinha a língua pesada. Sansão era promíscuo. Davi adulterou e cometeu assassinato. Jeremias era depressivo. Os discípulos caíram no sono. Pedro negou Jesus.⠀

Todos nós temos rachaduras, mas isso nunca será um problema para Deus, porque é através das nossas rachaduras que a luz d'Ele pode começar a entrar. As suas trevas nunca serão escuras demais para Ele desistir de você.⠀

“Os fariseus perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Não vim chamar os justos, e sim pecadores ao arrependimento.” - Mateus 9:11,13⠀
—  DunamisPockets
Era uma vez uma garota que conversava com a lua. Na casa ao lado, vivia um garoto. E o garoto observava a garota se tornar cada vez mais perfeita, cada vez mais bonita a cada ano que se passava. Ele a observava enquanto ela observava a lua. E ele começou a se perguntar se a lua poderia ajudá-lo a desvendar o mistério da linda garota. Foi aí então que o garoto olhou para o céu. Mas ele não conseguiu se concentrar na lua. Ficava distraído demais com as estrelas.
E não importava quantas canções ou poemas já tivessem sido escritos sobre elas, pois toda vez que ele pensava na garota, as estrelas cintilavam mais radiantes. Como se fosse ela que as conservasse iluminadas. Certo dia o garoto teve que se mudar. Ele não conseguiu levar a garota com ele, por isso levou as estrelas. Quando ele olhava pela janela à noite, começava com uma. Uma estrela. E o garoto pedia um desejo à estrela, e o desejo era o nome da garota. Ao som do nome uma segunda estrela aparecia. E daí ele desejava novamente o nome dela e as estrelas dobravam para quatro. E quatro se tornavam oito, e oito se tornariam dezesseis, e assim por diante, na maior equação matemática que o universo já viu. E, depois de uma hora, o céu estava tão repleto de estrelas que vazia seus vizinhos acordarem. As pessoas se perguntavam quem havia ligado os holofotes. Foi o garoto. Ao pensar na garota.
—  Lola e o Garoto da Casa ao Lado.