paraqueda

ele fez com que o eu segurasse a sua mão, e com a ajuda do seu amor, eu voasse.
eu voei.
eu subi além das nuvens, e nada conseguiria me derrubar. só ele.
então minha mão escorregou da dele, e eu me vi caindo sem paraquedas ou um colchão embaixo,
e logo eu que achei que não sairia machucada,
sai quebrada.

twice bios

se eu amei???? like no post e creditos no exodrugs

se vc nao gosta de twice prazer em te conhecer mas eu nao quero ser sua amiga

crying in shy shy shy language

look on my eyes and say shy shy shy

tira as twice nao tem condição de ficar com elas aq

senhor misericordia das fã de twice mata elas tudo

ser once eh tipo pular de paraquedas vc pode amar mas pode morrer

bom dia vc tem um tempo p ouvir a palavra de twice

A vida possui muitos obstáculos, e em todos eu tropecei. Cai, mas logo me levantei. Uma, duas, três, quatro vezes, ou mais, eu chorei e em todas essas vezes as minhas lágrimas eu enxuguei. Fui fonte de amor, onde todos os pássaros desfrutavam do sabor doce que minha água possuía, mas, quando o verão chegou eu sequei e o calor do Sol batia na minha pele e só eu sabia como ardia. E para sarar as minhas feridas, fiz de mim neve que cai do céu nos dias mais frios, e deixei de ser então fonte de amor, para ser gelo e solidão. Senti o peso que era estar nas nuvens, e cair sem paraquedas no chão. Cansada, fiz de mim um furacão que por qualquer lugar que passava deixava sua marca de destruição. Rodopiando com o vento, fui de encontro ao mar, onde pude perceber que a minha dor, aquelas ondas podiam levar. As águas que me banhavam, tiravam de mim todo aquele sofrimento que por muito tempo tive que suportar. Renovada, deixei de ser furacão, resolvi então ser flor. De todas as espécies, escolhi ser a rosa mais vermelha de todo o jardim, mostrando minha beleza à toda natureza, portando em mim a cor do que tinha me causado tanta dor: o amor. E quando chegava a primavera, eu dançava feliz, mexendo minhas pétalas, folhas e raiz. Todos os dias me regavam, eu só não sabia quem. Até que um dia então, o seu rosto eu vi, compreendi agora a cor vermelha que carregava em minhas pétalas, era da cor de seus cabelos ruivos, era da cor do amor. Do amor que naquele momento não simbolizava mais dor, e sim felicidade. Deixei então de ser flor, passei a ser tua, e fui feliz. E de todas as coisas que eu me tornei, nada havia sido tão bonito do que ter me tornado NÓS.
—  Amanda Martins