para gabriela

Se for pra ser, pode confiar que dá certo. Ele pode ir estudar fora, sair com outras mulheres e esquecer do seu sorriso. Talvez você queira viajar pelo mundo, pense em se casar com outro cara e até se esqueça de que ele era o amor da sua vida. Mas ai o mundo dá umas voltas, vocês se esbarram algumas vezes e antes de darem conta já vão estar juntos de novo.
—  Gabriela Freitas
Gabriela Rocha

Pai, eu quero Te amar, tocar o Teu coração 🎶🙏🏻💕

Mais perto quero estar, Senhor, e Te adorar com tudo o que eu sou 🎶🙏🏻❤

Quando lutas vierem me derrubar, firmado em Ti eu estarei 🎶☝🙆🏼❤

Tu és o meu refúgio, ó Deus 🎶❤

No vale ou no monte, adorarei 🎶❤🙏🏻

Me escutas quando clamo e acalma o meu pensar 🎶❤☝

Confio em Ti 🎶☝

Creio que És tudo para mim 🎶🙏❤☝

Jesus, eu preciso de Ti 🎶💕😓

Nada é impossível para Ti 🎶☝💕

Tens o meu mundo em Tuas mãos 🎶🌎🙏❤

Nós estamos aqui, tão sedentos de Ti 🎶🙏💕

Vem, ó Deus 🎶❤

Meu desejo é sentir Teu poder 🎶🙏💕

Meu coração é o Teu altar 🎶❤🙏

Quero ouvir o som do Céu, Tua glória contemplar 🎶🙏☝

Te damos honra! Te damos glória 🎶☝💕

Teu é o poder, pra sempre, amém 🎶🙏❤

Ó, Deus! Te damos honra! Te damos glória 🎶❤🙏

Todo ser que vive louve o nome do Senhor 🎶❤🙏

Toda criatura se derrame aos Seus pés 🎶❤☝

Ao som da Sua voz o universo se desfaz 🎶❤🙏

Teu nome é eterno 🎶🙏💕

Todo joelho dobrará ao ouvir Teu nome, Teu Santo nome 🎶❤🙏🙆🏼

Louvado seja o Teu nome, Teu Santo nome 🎶🙏💕


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Puta que sou!

Olá, meu nome é Gabriela, para quem não me conhece, tenho 29 anos, 1,68 m, 55 kg, sou branca com os olhos castanhos claros, cabelos loiros, seios bem grandes, um bumbum empinado e gostoso e adoro sexo em qualquer circunstância, local ou necessidade. 

Vou relatar algo de pele, que me aconteceu nesse mês de Outubro, numa noite em que estava sozinha e subindo pelas paredes. 

Era uma noite de quinta feira e estava chovendo bastante, aquele cheiro de terra molhada delicioso. Havia aberto uma garrafa de Merlot, feito um talharim à carbonara delicioso mas comer sozinha me deixada revoltada. Liguei para meu namorado, pois estava me sentindo só em casa, ele havia viajado à trabalho e só voltaria no Domingo. 

Após o 4o toque, sem resposta, já meio altinha pelas 3 taças ingeridas, ele atende em meio a um grande burburinho, na certa em alguma festa, coquetel ou algum bar. Conversamos um pouco, ele perguntando se estava tudo bem, mas querendo cortar logo o papo. Como me emputeceu aquela atitude, detesto quando conversam comigo às pressas. Senti uma intuição forte de que ele estava flertando com alguma mulher, mas relevei. Afinal, longe dos olhos, cada cabeça uma sentença. E fiquei ali, sentada no sofá, até tocar o celular e me tirar do devaneio.

Karen, minha amiga, querendo saber de mim, como eu estava, pois sabia da viagem do Marcelo. Conversamos, desabafamos, rimos bastante e ficava ouvindo ela com o namorado: 

- Para, seu tarado, to falando com a Gabi!! 

Eu ria daquilo, mas por dentro me excitava demais, lembrava das brincadeiras com Marcelo à noite em casa. 

- Ataca ele, Ka…não quero empatar a foda de vocês. 

E rimos mais ainda. Ela ficava provocando cada vez mais aquele homem, que por sinal é muito bonito, e muito bom de cama, segundo ela me dizia. E sentia um calor descomunal ouvindo as palavras de safadeza dele ao fundo. Às vezes eu falava tanto com ela e só ouvia o silêncio do outro lado…parava de falar, dizia Alô! e Karen, respondendo meio que em monossílabos, dizia para eu continuar. 

A filha da puta ta aproveitando a foda com o namorado e falando no celular comigo, pensei. Somos amigas de longa data e confidentes, e sabemos como ninguém quão safadas e putas com nossos homens podemos ser. E comecei a ouvir gemidos. Parei de falar do Marcelo pra curtir a transa dos dois, pois mesmo podendo apenas ouvir, eu já estava com a calcinha toda ensopada. Se era para ouvir aquilo, que instigasse aquela cachorra que eu tanto adorava, e fiquei provocando ela, deste lado de cá do telefone, perguntando e recebendo um sonoro e excitante “uhum, uhum” como resposta. 

- Ele tá chupando você né, vadia!! eu disse. 

- Uhum! Ai amor, mete um dedo no meu cu e morde meu grelo!! 

Ela disse em alto e bom som. 

Não tinha jeito, como eu estava, de shortinho folgado e calcinha pequena, coloquei de lado e fui dedilhando meu grelinho junto com ela, ouvindo a trepada deliciosa do outro lado. Karen começou a gemer forte com as dedadas dele, e gemia muito, devia estar muito bom aquilo, e eu tendo que me contentar com o desempenho solo. 

Ouço seu macho pedir pra Karen chupar a rola dele e percebo as vozes mais robóticas, era o viva-voz. Que tortura era aquilo pra mim, queria sentir o mesmo, e subindo pelas paredes não conseguia parar de ouvir. O som denunciava o que tanto eu quanto Karen sabíamos como ninguém fazer, engolir um caralho grosso até a cabeça encostar na garganta, e ainda por cima (ou por baixo, rs) lamber as bolas e tirar qualquer homem do sério. E realmente ela fazia isso, pq ouvia a tosse dela, seguida de uma cusparada que certamente era na rola, e voltava a engolir aquilo. 

Ele não estava mais aguentando (e nem eu por sinal, já havia gozado uma vez) e disse pra ela que se continuasse iria gozar, e passei a curtir e me masturbar mais forte, imaginando a cena comigo. Ouvi os xingamentos dele, de puta, piranha, cachorra e toda fauna afrodisíaca até ele gemer grosso, quase um grunhido…sinal típico de uma bela e farta golfada do mais puro esperma denso, fluindo pelo esôfago. Gozei junto, novamente. Estava quase desligando, já conformada com a derrota frente a um homem gostoso provocando sua amiga, quando ouço aquela puta safada pegar o telefone e dizer: 

- Gostou loirinha? Que delícia esse homem, to com a boca suja de porra e falando com você!!! 

E ria depois de falar aquilo e eu a xingava demais, rindo também. 

- Gabi, desculpe mas vou desligar, tenho que me dedicar aqui, bjs!!.

Desligamos e estava esparramada e melada no sofá, ainda cheia de tesão. Pensei…que injustiça. O namorado fodendo gostoso minha amiga, e eu longe do meu, e me veio a lembrança do burburinho de pouco antes. Precisava de sexo, urgente.

Não queria sair, mas acabei indo só pra ver pessoas e aplacar um pouco a solidão. O meu namorado mandou duas mensagens e eu respondi que iria dormir e as mensagens cessaram. Coloquei um vestidinho curto amarelinho, e um decote generoso, com uma calcinha pequena e socadinha. Calcei a sandália de salto e fui, com a cara e a coragem. Aquilo funcionou como um ímã, pois estava realmente gostosa. 

Entrei num barzinho com música ao vivo, onde o clima era de azaração total e sentei no balcão, servindo-me de um Dry Martini. Bebericava e fazia meu jogo de sedução. Mas não esperava o outro lado, contrário ao que eu observava. Sentou-se então ao meu lado um homem, e me cumprimentou se apresentando como Paulo. Ao me virar, observei que era um belo homem, moreno, de olhos claros, muito charmoso e iniciamos um bom papo. Aqueles olhos, maliciosos, quase me desejando devorar ali mesmo, me atiçou e lembrei de toda excitação de pouco antes. Trocamos piadinhas o tempo todo, sobre as roupas, a trilha sonora, as citações descabidas e do clima que é um lugar daqueles e como as pessoas se abordam. 

Em um dado momento ele pegou na minha perna, que eu deixara exposta de propósito e comentou qualquer coisa que não lembro, dada a minha surpresa e o tesão quase descontrolado que aquilo me deu. Pedi licença e fui ao banheiro, que ele assentiu e disse que me aguardava. Fiz o que tinha que fazer, estava corada no espelho. Arrumei meu cabelo, levantei mais meus seios no decote, e os bicos estavam eriçados, e puxei um pouco minha calcinha, entrando mais no reguinho e saí. 

Estava distraída, e fiquei procurando aquele moreno de olhos claros, eis que ele surge ao meu alcance panorâmico, me olhava com uma cara muito safada. Eu estava com muita fome de sexo, estava impossível, um comichão entre as pernas denunciava, desejava-o e sabia que era recíproco e na mesma intensidade. Nos esbarramos na porta do banheiro e ele me pegou com muita força pela cintura. Teria doído, se aquilo não tivesse me tirado o chão de tanto tesão que eu senti. Dei um beijo nele ali mesmo. Nos lambemos e nos cheiramos como animais. Não durou muito, então resolvemos disfarçar e ir embora. 

Paulo pediu que eu fosse em sua moto e concordei, loucos de tesão seguimos até o motel mais próximo. Ele deslizava suas mãos macias pelas minhas coxas, eu o agarrava mais forte, com as mãos sobre a calça intumescida, demonstrando ser um caralho enorme e cheirava o seu pescoço, sussurrava que ia me foder até que não aguentássemos mais. 

Chegamos então ao motel. Nem sei quem de nós entrou primeiro no quarto, estávamos grudados um no outro aos beijos. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e chupou tão gostoso minha buceta que eu tive que me segurar pra não gozar ali mesmo. Arranquei suas calças e chupei seu enorme pau duro, realmente grande e grosso…uma delícia! Ele sussurrava: 

- Ah, que vadia da boca quente no meu pau! Engole ele todo, gostosa! 

Eu queria mais, então deitamos num 69 e tremíamos de tanto tesão. Eu trepei naquela rola dura, sentada, enquanto ele me chupava os enormes seios. Cavalguei sem pudor, eu não queria parar, gritava de tesão. Ele meteu o pau entre meus peitos, que apertava com as mãos. 

Enlouqueci vendo aquela pica tão perto da minha boca e não me contive e abria a boca, lambendo a ponta e sugando aquele melzinho de tesão dele, a gotinha de pré-gozo. Paulo então me botou de quatro e foi metendo, bem devagarinho sua rola grossa no meu cuzinho. Adorei aquele cuidado, mas puta e excitada que sou, deu uma bundada pra trás, com força, para enterrar de vez aquele mastro no meu rabo sedento. Ele se assustou e eu disse, olhando pra trás com toda doçura: 

- Gato, não se assuste, eu adoro uma rola grossa no cu, mete sem dó que tenho fome! 

Senti uma dorzinha no início, mas estava amando e isso parecia deixá-lo mais excitado. O vai e vem e com os dedos dele no meu grelo, eu fui ao êxtase. Ele dizia: 

- Que bunda deliciosa, hein gostosa?! Ahh, eu vou gozar nela toda!. 

Só que eu gozei antes, não aguentei de prazer, aquele pau, aqueles dedos…ah! Desencaixei e queria muito leite, me virei e engoli o pau gostoso dele, sugando com toda força ao qual ele logo gozou na minha boca, sedenta de prazer. 

Fiz questão de engolir cada gota daquele leite grosso, quente, e foi descendo pela minha garganta, e boa parte ainda grudada nos dentes, queria tudo pra mim! Nos beijamos, nos dissemos promessas, nos confidenciamos tesões antigos, momentos. Mal podia esperar pra ter aquele homem de novo! 

Que seja logo, sempre que estiver sozinha, desejarei transar com ele, nem que seja rápido, na porta de um banheiro de balada…hummmm, homem tesudo, animal voraz.

*Enviado ao Te Contos por Gabriela

Gritava ao vento que queria desistir, sentia-me impotente, insuficiente, vazia. Quando as coisas começam a desmoronar de fato, a gente corre, a gente não fica ali segurando paredes, a gente recolhe o importante, às vezes nem isso, e sai. A poeira vai nos alcançando, e por impulso besta olhamos para trás, daí tropeçamos, a poeira nos cobre; tudo desaba enfim, incluindo nós mesmos. Incontáveis vezes eu fiz isso, fiquei nos escombros, morrendo, sufocando… Me reergui e estou vendo tudo cair novamente. Mas agora corro, o mais rápido que eu conseguir, sem olhar para trás, sem me resgatar, sem ter aquela preocupação de me reerguer primeiro e depois começar a levantar paredes. Porque esse era o mais difícil, reerguer-se de dentro para fora.
—  Gabriela Giacomini.
De repente eu pensei uma coisa bonita: a gente não fica aqui pra sempre. E deu uma vontade de correr. Correr pros braços da minha mãe e dizer o quanto a amo, correr pros braços de amigos… Quanta vontade eu senti de estar perto da pessoa por quem me apaixonei, me desculpar pelas besteiras feitas de todo o coração, chorar de tanto rir. Esse tempo é tão curto e eu não fico aqui pra sempre, mas se puder passar um tantinho de tempo nos braços de cada alguém que eu amo, que tempo bom para se ter passado.
—  Gabriela Nunes
Gabriela é lésbica.

Gabriela é uma menina que ajuda muitas pessoas quando precisam. Gabriela estudou em uma escola muito boa da cidade. Gabriela fez amizades incríveis e verdadeiras. Gabriela fez trabalhos voluntários. Gabriela ama e conquista muitas coisas para agradar seu pais. Gabriela é honesta e uma cidadã do bem. Gabriela nunca matou ngm nem pisou em ngm pra chegar em um nível mais alto. Gabriela nunca usou drogas. Mas Gabriela é lésbica. E todas essas qualidades da Gabriela são esquecidas pela sociedade só pq ela é lésbica. Preconceito? Ahh, dizem que isso não existe..

Notas de bolso

Nos dias nublados empenhe-se em não desistir: De sair da cama, de sair do banho, de sair de casa, de sair de dentro de si. Exponha, sem vergonha,
sua carinha linda por aí. Por que eu tenho certeza que alguém vai sorrir
quando olhar diretamente para ti.

Gabriela Giacomini.

Uma hora a gente acaba entendendo que o problema não é e nem nunca foi a gente. Não é o nosso dedo que é pobre ou a posição que a lua estava quando nascemos que nos fez ter azar no amor. Não se trata de falta de sorte, nem de destino ou karma. Só não é pra ser ainda, só não foi a pessoa certa. E tudo bem, sabe? Porque o mundo é gigante e ele não para nunca, numa hora qualquer você vai estar andando na rua e vai esbarrar com ele e então, naquele milésimo de segundo, tudo o que você viveu de errado vai parecer que era certo só pra te levar para aquele momento.

- Gabriela Freitas

girassol

Tá, girassol. Eu gosto, sabe? Ele, além de ser amarelo (que é uma ótima cor), também segue o sol. Quer exemplo de amor maior que esse? Tudo bem que é coisa dele mesmo, não tem nada de amor, mas se tivesse seria uma história muito linda. Todo dia, quando o sol nasce, ele se volta para vê-lo, e quando ele se põe o girassol se volta para baixo; em angústia. Imagine ser um girassol, como planta que fica onde te colocam ou onde tem a sorte de crescer, vai que um dia calha de o sol não nascer, como fica? É basicamente igual a nós quando perdemos alguém importante, perdemos um pouquinho da gente; ficamos cabisbaixos. Mas, por outro lado, se a pessoa volta, assim como o girassol quando o sol nasce, ficamos mais viçosos e esbanjamos felicidade. Acho que somos girassóis mesmo.

- Para Gabriela, que cultiva um amor louco por girassóis.