papagaio pequeno

Segunda Temporada – Capitulo 4

Fomos todo o caminho rindo e brincando nas tentativas de Max falar algumas palavras que ate então era desconhecida para ele, ou das tentativas dele cantar as musicas que ouvíamos no radio. Chegamos ao Bob’s e os olhos de Van e Max até brilharam assim que pegaram seus devidos milk-shake e ainda inventaram de comprar batata e lanche.

Clara: Podemos ir agora crianças? – Perguntei divertida olhando a felicidade deles de comerem.

Max: Comi mama. – Falou me olhando com um risinho sapeca e não esperou nenhuma resposta minha e foi enfiando três batatas de uma vez na minha boca fazendo Van cair na gargalhada. – Tá totoso né? – Perguntou rindo sapeca e eu apertei as bochechas gordinhas dele dando um beijo estalado.

Clara: Tá realmente muito gostoso mesmo meu amor, mas agora vem aqui seu pestinha. – Falei rindo pegando Max no colo e mordendo ele devagarzinho enquanto ele ria alto.

Max: Juda mama. – Pediu rindo olhando pra Vanessa e eu a olhei com o olhar sapeca.

Clara: Vem ajuda seu filho mama. – Falei rindo.

Van: Eu vou meu amor, deixa só eu ver onde tem um segurança mais próximo. – Falou rindo, dando alguns passos para trás enquanto eu caminhava na sua direção. – Sai fora Clara que eu vou gritar. – Disse rindo me fazendo rir mais ainda.

Max: Corri mama. – Falou rindo tampando meus olhos com suas mãozinhas para que Van pudesse “fugir”.

Clara: Pra onde ela foi seu pestinha? – Perguntei rindo fazendo cosquinhas em sua barriga e ele negava com a cabeça enquanto ria. – Ali ela. – Falei rindo e coloquei Max de cavalinho nas minhas costas indo atrás da outra criança que corri na direção do estacionamento.

Van: Eu me rendo estou exausta. – Falou se se encostando ao carro enquanto eu me aproximava sorrindo igualmente cansada.

Clara: Não sei qual dos três é mais criança. – Disse destravando o carro, colocando Max na cadeirinha. – O shopping inteiro ficou nos olhando.

Van: Deviam esta pensando coitada pobre moça custando correr pelo shopping enquanto uma peituda louca vem atrás dela com uma criança nas costas. – Disse séria mais caiu na gargalhada ao ver minha cara de tedio.

Clara: Olha Vanessa só não mando você tomar naquele lugar porque nosso pequeno papagaio ali atrás esta querendo falar mais que nos duas juntas e não o quero aprendendo essas coisas. – Falei rindo e ela me deu um selinho. – As crianças querem mais alguma coisa ou podemos ir? – Perguntei sorrindo dividindo meu olhar para minha linda mulher e meu pequeno príncipe.

Max: Au-au! – Disse animadinho batendo palminhas.

Clara: Então vamos ver os au-aus. – Falei dando partida no carro indo finalmente para a ONG e assim como no caminho de ida ao shopping a ida para a ONG foi aos risos e brincadeiras de Van e Max que estavam completamente animados. – Chegamos crianças. – Disse rindo e Van faltou pular do carro para pegar Max assim que estacionei o carro. – Vanessa a ONG não vai sair do lugar.

Van: Vai cagar Clara. – Falou rindo e eu a repreendi pelo olhar. – Não pode repetir isso viu filho? – Disse rindo e eu neguei com a cabeça indo ate eles.

May: Achei que não vinham mais. – Falou atrás da gente assim que passamos pela porta.

Clara: As crianças se empolgaram no Bob’s depois ainda me fizeram correr pelo shopping. – Falei rindo me lembrando do mico que tínhamos passado.

Van: Amor me ame menos. – Falou me dando um selinho e pegando Max no colo. – Vamos filho, larga a velha da sua mãe ai.

Clara: Vanessa para de correr! – Disse em tom bravo e ela parou na hora sorrindo pra mim. – Ela é uma criança. – Falei boba para May e logo Thais se juntou a nós.

Thais: Isso daqui é tudo pra ela. – Disse enquanto a observávamos com nosso pequeno se divertindo com os bichinhos.

Clara: Eu sei que sim, por isso resolvi que iriamos passar a tarde aqui.

May: Quero ate ver na hora que você chama-la para ir embora, ela vai ate chorar. – Disse rindo e eu concordei sorrindo.

Van: AMOR! – Ouvi seu grito e olhei na direção assustada e quis mata-la quando vi que ela estava rindo. – Amor em vez de a gente almoçar na casa da minha mãe o que acha de jantar? – Perguntou com um sorriso sapeca assim que me aproximei. – Fala pra sua mãe filho pra gente ficar aqui.

Max: Que fica ati mama. – Falou todo sujinho assim como Van de tanto que eles rolavam e brincavam.

Clara: Tudo bem meus amores, vou ligar para tia Sol. – Falei negando com a cabeça e ela me deu um selinho.

Van: Eu amo você. – Disse toda fofinha.

Clara: Eu sei que sim. – Disse e ela revirou os olhos voltando a brincar.

May: O que seus filhos queriam? – Perguntou divertida assim que voltei ate onde ela estava com Thatha e Junior.

Clara: Não quer embora para almoçar, deve estar com medo da ONG fugir ou algo do tipo. – Falei rolando os olhos e eles caíram na gargalhada.

Junior: Deixa eles se divertirem sua velha. – Falou divertido e eu sorri pegando o celular para ligar para tia Sol.

Liguei para tia Sol e expliquei pra ela o motivo que não iriamos almoçar e ela acabou rindo do quão criança Vanessa estava hoje mais disse que não tinha problema algum, após a ligação me rendi ao meus dois sujinhos e me juntei a eles que ficaram completamente felizes e logo após May e Junior também se renderam as brincadeiras e passamos a tarde inteira rindo e brincando com todos os bichinhos.

Thais: Oh crianças a tia vai ter que fechar o parque de diversão. – Falou assim que parou na nossa frente. – Meu Deus ate os bichinhos estão mais limpos que vocês cinco. – Disse rindo e mostramos língua pra ela.

Van: Não esta na hora de fechar ainda tem sol. – Falou igual à perfeita criança que tinha dominado ela.

Thais: Deixa a tia te explicar uma coisinha, isso se chama horário de verão porque já são sete e quinze Vanessa é obvio que ainda tem sol.

Clara: Vamos amor, estamos todos imundos depois a gente volta.

Van: Promete? – Perguntou e eu não consegui segurar o riso.

Clara: Prometo amor. – Falei rindo pegando nosso pequeno no colo e dando a mão para ajudar Van levantar. – Vocês vão lá pra tia Sol né? – Perguntei e todos assentiram sorrindo. – Então ate daqui a pouco. – Falei entrando no carro e dando partida no carro ate a casa de tia Sol.

Tia Sol: Que isso? Rolaram na terra? – Falou rindo assim que nos viu.

Max: Vovó. – Disse feliz assim que a viu e saiu correndo indo ate ela.

Clara: Max você esta todo sujo filho. – Falei e ele parou no meio do caminho me olhando.

Tia Sol: Falou a limpa né? Pode vim aqui na vovó meu amor. – Falou sorrindo pegando o pequeno sujinho no colo.

Van: Eu preciso de um banho. – Disse fazendo cara de nojo.

Clara: Amor você cresceu de novo. – Falei sorrindo a abraçando e ela revirou os olhos.

Van: Larga de ser chata Clara. – Disse andando na minha frente. – Me larga Clara chata você esta suada. – Falou rindo me empurrando no sofá.

Clara: Vanessa você tem a obrigação de amar ate meu suor. – Falei sorrindo e ela vez cara de nojo. – Tá vendo tia Sol, isso que se chama amor. – Disse rindo e ela negou com a cabeça indo ate a cozinha com certeza para fazer as vontades de Max.

Van: Clara vem aqui lavar esse pé preto. – Gritou lá de cima.

Tia Sol: Se fosse só o pé estava fácil. – Gritou da cozinha me fazendo rir.

Clara: Vai me dar banho? – Perguntei assim que entrei no banheiro que ficava no seu quarto e a vi só de toalha.

Van: Não mesmo. – Disse com um sorriso malicioso no rosto.