pagamism

Like this if you post:

☀️ paganism (all types)
☀️ particularly Wicca and asatru
☀️ nature
☀️ the earth
☀️ crystals, the moon, candles, lovely lovely

I need some more blogs to follow. I mostly follow all blogs that post these things!!

ps if there are any teenage pagans on here who come from pagan families id love to know because I feel like the only one x

Pessoas que se amam têm prazer em cuidar uma da outra, e muitas coisas não se pagam com contra-cheque ou horas na cozinha: se retribuem com cuidado, apoio emocional, cafuné, chá de manhã, piadas internas compartilhadas, zelo, risadas, respeito, companhia, carinho e amor. Relacionamentos que não são nada mais do que comparação, competição e cobranças: lamento, sinto pena e torço para que encontrem um caminho melhor.
—  Nattan Duran.
Yay, Paganphobia.

A seller on Etsy has been distributing hand-made pins of JonBenet Ramsey with a Baphomet placed over her forehead.  Whether or not the creator made these pins with the intent to promote paganphobia, it really doesn’t matter.

There is an conspiracy theory/urban legend that there is a worldwide Satanic cult whose members are comprised of the most powerful people in the world.  According to the myth, these people engage in child pornography and human sacrifices on a regular basis.  Now, I’m not denying the possibility that people in power do engage in heinous acts such as child pornography and prostitution, or that some politicians may be closet Satanists (actually admitting to such a thing would be political suicide), but the worldwide Satanic cult mythos is an urban myth related to blood libel and the stab-in-the-back political legend.

Images like this promote the idea of this nonexistent worldwide cult, which in turn sets the stage for yet another witch hunt.  (Witch hunts are not a thing of the distant past: they happened in the US and UK in the 80’s and 90’s, and are happening in Africa right now.)  Although the person who created them did not do so out of the intent to create paganphobia, it was still an irresponsible act.  Pagans of all stripes have to fight the belief that they are baby murderers and child molesters, and things like this don’t help one iota.  It doesn’t help if you’re not actually a Satanist, because part of the myth is that all non-Christian religions (and some Christian sects) are secretly and deliberately designed to lead the average person down a slippery slope to “hard-core Satanism,” which includes child prostitution and sacrifice.  As far as they’re concerned, a Wiccan is a Satanist is a child murderer.

Huaraz e suas paisagens de tirar o fôlego

Chegamos de manhãzinha na cidade que prometia um tantão de paisagens acompanhadas de trilhas radical roots. Nosso host do couchsurfing foi nos pegar no terminal e depois de darmos um (longo) cochilo nos mostrou a cidade.
Huaraz é uma cidade que aparenta ser bem pobre, com casas inacabadas (vimos na net que se a casa está assim eles pagam menos impostos… Explicado né) e toda envolta por montanhas. Tem um clima quente durante o dia, com o sol muito forte e bem frio à noite. Como viemos no verão andino não teve chuvas, ufa! - Mas é tão seco que os lábios ficam cortados se não cuidar! 

Mirante da cidade


Outra coisa importante é que a cidade está a 3000m de altitude, o que é muito pra quem está acostumado ao nível do mar, podendo refletir em dores de cabeça, náusea e até mesmo o soroche (o mal de altitude) com sintomas mais graves, então é SUPER aconselhável atividades leves (levíssimas) nos primeiros dias, pra aclimatar! Com a altitude a gente andava até a esquina de casa e parecia que tinha participado de uma corrida nas olimpíadas, ofegantes mil.

Monte Pastoruri


Na nossa estadia fizemos uma trilha para o mirante da cidade, de onde pudemos vê-la inteira, com uma hora de subida! Conhecemos o monte nevado Pastoruri, que fica a 5000m de altitude (haja fôlego!) com direito a neve e tudo ❄💙 e a Laguna 69, com uma trilha super longa (umas 7h ida e volta) que super valeu a pena! Uma água azul sem igual!
Nas trilhas a gente se entupia (literalmente) de chá e folhinhas de coca, chocolate e muita água, pra ajudar com os sintomas da altitude. Sarinha ainda passou um pouco mal na primeira trilha, mas nada que diminuir a altitude e repousar não melhorasse, ainda bem :)
Até agora Huaraz nos trouxe as cenas mais lindas de nossas vidas. Muito amor por esse lugar! 

Laguna 69


Próxima parada: Chiclayo ✨

Para os jornais daqui e de fora, o Brasil seria incapaz de realizar a Olimpíada

porJANIO DE FREITAS

Ainda que as palavras não levem a consequências práticas entre os filiados à Associação Nacional de Jornais, seu novo presidente justificou a posse com alguns conceitos apropriados a vários aspectos das transtornadas circunstâncias atuais. Marcelo Rech tratava das relações entre imprensa e internet, e para isso falou dos jornais:

“Devemos ser, os jornais, muito mais que transmissores de notícias. Devemos ser os certificadores profissionais da realidade. Em meio ao caos da abundância desinformativa (da internet), temos o desafio de sermos (…) aqueles que, graças a conceitos éticos e técnicas profissionais, oferecem os atestados de veracidade para a história”.

Pois não façam cerimônia. É isso mesmo que esperam receber os que pagam por um jornal. A prova de que não recebem, ou mais uma, está no que o novo mandatário achou necessário dizer. E em termos ainda de um “desafio”, de uma resposta em suspenso.

Despido do cuidado político conveniente à plateia, o que Rech formulou fica simples e direto: jornais precisam fazer jornalismo. Se não fosse essa a sua natureza, precisam fazê-lo porque jornalismo é algo essencial que os internautas só podem receber em parte. Por sinal, pequena em comparação com as redes de amadorismo pouco ou nada confiável, mais conduzido por interesses que por seriedade.

A Olimpíada deixa um bom exemplo da situação do jornalismo nos jornais, dispensando discutir o tão notório facciosismo político que deu substância e propagação à crise política, em especial à derrubada de Dilma Rousseff. Por todo o período de organização dos Jogos e da cidade para recebê-los, a campanha de desmoralização não deu trégua. Nenhuma obra ficaria pronta a tempo. O resultado dos trabalhos de organização seria o caos. Os projetos de mobilidade estavam errados e haveria problemas graves de transporte. O Brasil era incapaz de realizar a Olimpíada, e o Rio, muito mais.

Na ocasião da candidatura a sediar os jogos, porém, os jornalistas e os jornais com restrições à iniciativa foram pouquíssimos. Àquela altura, os críticos posteriores apoiavam ou estavam no muro: o governo Lula colhia êxitos e não era esperto ser do contra. O mesmo na fase ainda saudável do governo Dilma.

O sensacionalismo, degradação retomada, que leva as empresas editoras mais sérias a cometerem edições com cara dos “Diários da Noite” de Assis Chateaubriand, projetou-se para o exterior. Os jornais europeus e dos EUA sem interesses, hoje em dia, no Brasil, desancaram o país. As águas da Guanabara, segundo “pesquisa” sem precedente da Associated Press, intoxicariam os velejadores. O lixo quebraria barcos. As águas da lagoa Rodrigo de Freitas eram inutilizáveis, de tão fétidas. E os estrangeiros, coitados, não teriam como viver na cidade em que ninguém fala língua de civilizado.

Os de casa passaram as duas últimas semanas ciscando uma coisinha aqui, o pontinho ruim ali, em um provincianismo ciumento ou na tentativa inútil de se confirmar. Os de fora se esbaldaram em escrachar o país do assalto aos americanos. Até provar-se que são nadadores por esforço e desordeiros por vocação –e o jornalismo de lá dedicou-se, quase por unanimidade, a disfarçar a correção, atribuindo-a só a declarações policiais.

Nenhum evento civil no mundo tem a complexidade e a dimensão de uma Olimpíada. As obras e as disputas que se mostram são uma insignificância em comparação com o que as faz acontecerem.

É uma quantidade assoberbante de planejamento e de execução dos milhões de pormenores que se conjugam, em escolha e treinamento de milhares de pessoas, coordenação de tempos e ações para que tudo seja feito no seu momento, nas competições simultâneas e em lugares diferentes. O abastecimento alimentar dá uma ideia do gigantismo geral: o COB (Comitê Olímpico do Brasil) informa que em um só dia foram servidas quase 70 mil refeições no Parque Olímpico. Foi, este, um desafio com resposta.

Escrevo a 48 horas do encerramento, logo mais. Já se pode ter certeza de que, por sua beleza e organização, a Olimpíada brasileira recompôs muito do que o Brasil perdeu no mundo, nestes tempos de crise. Os jornais correram atrás.