outremers

Jesus virava a mesa do templo, chicoteava os comerciantes e ainda dizia: “…Sou manso e humilde de coração”. João Batista batizava o povo chamando-o de “raça de víboras”, Paulo entregou Alexandre a Satanás… Hoje temos uma mordaça “ética” e social advinda do pós-modernismo que adoeceu a Igreja e tornou os ditos “crentes” verdadeiros covardes, sofredores por toda e qualquer repreensão. Tudo dói, tudo magoa, tudo é motivo para se desviar do Caminho de Cristo. Quer se desviar? Pois faça, mas não imponha sobre outrem uma culpa exclusivamente sua! Evangelho é tapa na cara, tomada de consciência, reconhecer que não temos o direito sequer de ficarmos ressentidos, porque nosso pecado fede. Quer seguir a Cristo? Quer a salvação eterna? Acha que ficar sentado ouvindo alguém falar qualquer coisa por 2 horas vai “comprar” sua salvação? Pela recompensa que está proposta, é óbvio que vai ser difícil. Evangelho não é repartição pública, é REGENERAÇÃO, NOVO NASCIMENTO. Hoje os “crentes” não aceitam um “NÃO!”, não suportam ser repreendidos, não suportam sermões pesados e também não suportam - como já está escrito - a sã doutrina… pois não durariam 5 minutos ao lado de Jesus. O Evangelho não é para a multidão que foi embora, mas para os 12 que permaneceram.
—  John MacArthur | Jesus Nunca Foi Simpático Com Os Heréticos

É fácil trocar as palavras,
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!

Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.

Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo.

—  Fernando pessoa
Você tem de aprender a sair da mesa quando o amor já não está sendo servido. Você tem que aprender com as experiências difíceis e levar algumas para conselhos.
—  Nina Simone.
Não, você não é insubstituível. Mas também, o que você queria? Uma espécie de hipoteca amorosa? Um estepe sentimental? Não é assim. Ela é bacana, vai encontrar outrem um dia, vai conquistá-lo com o mesmo mel que grudou você, ninguém perde a manha.
—  Gabito Nunes
Resiliência

Chega um momento em que é necessário adaptar-se para sobreviver e não falo apenas do lado físico e exterior, mas adaptar-se interiomente, consigo mesmo. Aquilo que doía ainda dói, mas não tanto quanto antes. Eu não quero mutilar meu próprio peito, suicidar meu coração e me torturar por outrem. Eu não sou tão ruim a ponto de me privar da felicidade e me condenar a prisão perpétua por sentir demais. Talvez eu nunca esqueça o que me doeu, mas já ouvi que a dor é algo a acostumar-se e perdoar não é esquecer. E o vazio? Resolvi preenche-lo comigo mesmo. Eu não imaginava que coisas tão simples poderiam ser tão prazerosas em minha própria companhia. Essa semana, retirei do armário metade das minhas roupas que não me serviam mais e tudo aquilo que só ocupava espaço desnecessário. Agora tenho tentado fazer o mesmo com a mente e o coração, retirar os excessos que “causam tanto o vazio” que há em mim.

3:21 am, crónica sobre vazio III

A insónia me pegou de surpresa, e mais uma vez eu me deixei levar por ela. Há pensamentos levantando voo, fazendo meu corpo dolorido estremecer. Por dentro, eu sou feita de hematomas. E, no silêncio da noite eu me torno em barulho, em tempestade, em explosão. Mas, eu sou alguém que passa entre os chuviscos da chuva, em que ninguém dá por mim. Nem mesmo quando minha alma grita por paz. 

O mundo cobra tanto uns dos outros, mas não enxergam quando alguém está sofrendo, está gritando de desespero. Não vêm a dor do outro, além das suas próprias necessidades. Eu tento cuidar de mim, não acolher muito as dores de outrem, porque apesar da minha bondade e gentilidade, sempre me ferro. Porque sempre tenho algo que as pessoas querem no momento, mas não chegam sequer a ponderar que talvez, mas só talvez, estão ferindo alguém no processo de serem egoístas. Eu sou útil como saco-pancada ou band-aid, não para pertencer à vida de alguém. E, isso me dói. Me mata. 

Acho que fui feita detalhadamente para ser assim. E, no final do dia, recorrer ao silêncio da noite para desmanchar minha alma, e costurá-la de novo. 

Não procure alguém perfeito, porque isso se chama perda de tempo; não procure alguém que não te machucará já que todos nós somos humanos e mesmo sem querer alguém nos machucará e do mesmo modo o machucaremos outrem e não faça das pessoas seu mundo, não deixe que sua felicidade dependa de algo que você possa vim a perder – porque muitas pessoas irão te abandonar e sendo assim seu mundo cairá e a sua felicidade, não será nada mais que um riso fingindo pela dor.
—  Jô Costa.
Como é por dentro outra pessoa? Quem é que o saberá sonhar? A alma de outrem é outro universo, com que não há comunicação possível, com que não há verdadeiro entendimento. Nada sabemos da alma, senão da nossa; As dos outros são olhares, são gestos, são palavras, com a suposição de qualquer semelhança no fundo.
—  Fernando Pessoa.

Ih 
Nasceu
Parabéns, é uma menina 
Vai dar trabalho, hein 
Enche de rosa, florzinha
Põe brinquinho
Entucha uma boneca
Ah, que lindo o instinto materno
De aniversário dá uma mini tábua de passar roupa
Um mini fogão com várias panelinhas 
Que é pra aprender desde cedo
É do-lar
Do-marido
De outrem
Nunca sua

Cresce
Senta como mocinha! 
Tenha modos 
Menstrua esse sangue sujo 
Vaza
Denuncia
Esconde esse absorvente

Absorva
Não é gente
Tem que estar bonita, arrumada
De peitos de fora na propaganda de cerveja
De mãos decepadas pelo “companheiro”
De sonhos castrados logo na maternidade

Põe mais maquiagem 
Tem que ser mais feminina
Vai sair sem batom?
Esconde essas espinhas 
Arranca esses pelos que saem de você 
São sujos
Imundos
Sua porca!

Gostosa
Meus olhos te devoram
Te constrangem
Te fazem trocar caminhos
Por que anda sozinha na rua? 
Não te ensinaram 
Que é do-lar?

É minha também 
Como uma carne exposta no açougue
Ou uma roupa na vitrine
Te avalio
Acho que tenho direito
Posso te tocar? 
Te comprar?
Te comer?
Vadia

Estuprada
Mas com que roupa tava?
Andando a noite na rua?
Também…
Tava pedindo
Provocou com o decote
A saia devia ser curta demais

Morta pelo ex namorado
Ah, crime passional 
Ciúmes
Em menos de um mês tava com outro
Merecia
Coitado do homem,
Amava tanto a moça!

Mortas 
Todos os dias 
Mas renascemos
Nossas raízes são mais profundas
Não vão calar nossa voz, nosso grito
Somos gente!
Existimos!
Resistimos!

—  Via Beatriz Gon Perez Nardoque
Livre. Que palavra gostosa de se ouvir, mas é ainda melhor de se viver. Ser livre. O dicionário já diz: “Senhor de si e de suas ações, que não está sob o jugo, que não é escravo de outrem”. Depender de si mesmo é a melhor coisa que pode existir. Eu quero, eu vou, eu preciso, eu faço. Eu. A principal palavra do meu vocabulário, depois de tantas experiências ruins. Eu quis me livrar, deixei quem me atrasa, liberei os pensamentos que me travavam. E cá estou eu, pela primeira vez, sendo totalmente minha. Expulsando tudo que tira a minha independência, porque, depois que experimentamos este sentimento uma vez, queremos ser livres para sempre e qualquer coisa que ouse nos prender, é colocada para escanteio, pois não há nada mais gratificante do que sentir o vento da liberdade na face, e constatar: fiz por mim, sou por mim, e por mais ninguém. Nada melhor do que acordar todos os dias, se olhar no espelho e ter a certeza por quem se deve abrir os olhos, por quem vale a pena acreditar, por quem vale a pena lutar. Abrir mão da liberdade, seria estar em uma jaula amarrado, onde nada seria da maneira que quisesse, e não tem nada como sermos donas do seu próprio nariz, dona das suas próprias decisões e, mesmo se forem erradas, as lágrimas serão suas e a certeza de que vale a pena tentar outra vez, também será sua. Dona das suas escolhas e loucuras, confiante de que ser livre não tem preço, o valor da liberdade não se paga, se vive. E se vive da melhor maneira que podemos encontrar, da forma que todos deveriam conhecer. Ter a liberdade para ser o que quiser ser, ser livre por inteiro. Porque vamos combinar, ser livre em um mundo de seres aprisionados, é uma dádiva.
—  Escrito por Isadora M., Fran, Giovana e Danielle em Julietário.
Aqui estamos nós, começando a questionar se vivemos o momento ou filmamos pra guardar. Aqui estamos nós, tentando não chorar. Muito novos pra crescer, muito velhos pra mudar.
—  Manu Gavassi.

nota 1:
aprendi que não é possível crescer sem se ferir um pouco. “ostra feliz não faz pérola”
aprendi que tudo passa, é meio clichê barato, mas é a mais pura verdade. t-u-d-o passa, tudo mesmo.
aprendi que não posso controlar o que me afeta, mas posso controlar a forma como isso irá fazer de mim. “eu sou um rio autônomo e grande que corre pelas veias da vida. eu sou inteira”
aprendi que mesmo cansada, é preciso tentar, tentar, tentar. sair descalço, ferir os pés, isso dizem que faz parte. estou tentando.
aprendi que errar não é de todo uma coisa ruim: que aprendamos com nossos erros. a culpa pesa. errar não significa ser ruim, errar significa ser humano, e disso tirarei algum fruto bom.
a minha sensibilidade parece ter aumentado: eu queria salvar o mundo. mas como salvar o mundo se travo todos dias uma luta comigo mesma? eu não sei. pensar que posso “curar” a dor do outro me faz querer tentar levantar da cama. veja bem, eu levanto e tento acalentar a dor de outrem. isso é bonito, eu acho.
as coisas não são fáceis, e dizem que os loucos não tem descanso, mas continuarei tentando. “eu sou o capitão da minha alma, eu sou o senhor do meu destino.”
espero que isso faça sentido. essas palavras docemente saindo das minhas vísceras.



And.

Imagine your niece practicing her makeup skills on Chris.

A/N: I’m not on hiatus, per se. I’m just tired, so I haven’t been writing.

You could hear your niece giggling from your home office, where you sat reviewing a list from your agent of all the different roles you’d been offered. Movies, television shows, even a documentary. A few were requests from casting directors, asking if you’d like to come in and audition for the part. But a large number were confirmed roles- leading roles, from the directors themselves; no audition  required. It was interesting how a little time, a whole lot of experience, and a few awards changed your situation. You were considered a veteran of the Hollywood industry now, privy to all the leads and connections needed to succeed. The fact you could get a role without auditioning would’ve seemed absurd to your sixteen year old self, yet here you were- twenty-eight years old- with more than one leading role where you didn’t have to. It was a stark difference. You remembered having to beg for five minutes of their time, and now it was the opposite.

As empowered and elated as that made you feel, you were still as grounded as when you started out. Your best friend turned husband, Chris Evans, never allowed you to stray too far off the ground. In return, you offered him the same service. Together, you alleviated the disadvantages and troubles that came with your levels of fame. There had to be a constant reminder that fame wasn’t everything to keep the both of you unaffected, to prepare the both of you for the eventual step down from the pedestal Hollywood had placed the power couple: Chris Evans and Y/N Y/L/N. It was an inevitable move, an idea that had been perpetual since the two of you met. It may not have been time to call “checkmate” and win the game by retiring so you could focus on starting and raising a family, but the end game was in sight. And it would increase in its clarity whenever you had to babysit, be it your brother’s child or Chris’ sister’s children.

It was more often than not your brother’s five year old, Skye, seeing as you were living in Los Angeles and Carly lived in Boston. But it was also because both your brother and sister-in-law’s schedules were more hectic than yours and Chris’, which was saying a lot. One was a physicist, and the other an engineer; they’d been working on something confidential for the last four months that practically had them living in their laboratory. They were fortunate you were both on a break and half an hour away, otherwise they were either going to have to leave Skye at a daycare- which she hated, or have your parents babysit- which was difficult as that meant they were going to have to drive two and a half hours, back and forth, and back and forth. That was a total of ten hours that they couldn’t afford to lose, especially when the weekends were the only time they didn’t have to share the equipment with other staff members in their facility.

“Aunt Y/N.” You spun your office chair towards the door when you heard Skye’s voice; she stood in the doorway with Dodger by her side. You narrowed your eyes at her with a curious smile when you saw an eyeshadow brush in her hand. She had no makeup on her face and Dodger was as clean as you’d seen him after Chris gave him his shower yesterday, which meant only one thing. “Do you have any blue eyeshadow? ‘Cause Mommy doesn’t, I searched her whole bag.”

“Yeah,” you tried not to laugh as you got to your feet, holding out your hand for her to take. She looked up at you, grinning happily. “Where’s Uncle Chris?” You asked her as you took her down the hall to the master bedroom with Dodger following behind the two of you.

“In the living room,” she giggled. “But you can’t see him yet,” she quickly added. “I’m not finished, I need the blue eyeshadow first.” You nodded, pressing your lips together to suppress laughter. You loved it when Erica entrusted her makeup bag with Skye; Chris not so much. But he loved Skye so he allowed her to do whatever she wanted with his face.

“How’s this?” You passed her your single NARS eyeshadow in ‘Outremer’; the brightest, truest blue you had in your makeup collection. You hardly ever wore it, the only time being at the ‘Captain America: Civil War’ premiere to show your solidarity to your husband. It seemed fitting then for Skye to use it on Captain America himself.

“It’s perfect!” She jumped excitedly then took it from you and sprinted out of the room. “Uncle Chris, I found it!” You chuckled softly, giving Dodger’s head a quick scratch before he followed Skye back into the living room.

You went back to your office to turn off your laptop and put your papers away so you could give Skye some time to finish doing Chris’ makeup. You’d been pushed out of the room before because she wasn’t done, so you decided to wait until she came for you. Five minutes probably past before she came running back to find you, grabbing your hand and pulling you behind her. You snorted, choked on your own spit, then burst out laughing when you saw Chris’ face.

It was obviously a Captain America inspired look, and for a five year old- she was very good, but that didn’t mean it wasn’t hilarious. Bright blue and flaming red eyeshadow blended perfectly on his lids; cherry red lipstick accentuating his acutely shaped lips; a nice, thick coat of mascara further lengthening his already long lashes. She even used bronzer and highlight, which was pretty amazing for a five year old. At five, you didn’t even recognize the existence of makeup let alone be able to apply it. If Skye attention span lasted long enough, perhaps she had a future as a makeup artist. But you were confident it wouldn’t because three days ago, she was an aspiring Olympic gymnast who Chris had to help flip on the trampoline.

“Oh, just beautiful, baby,” you teased.

“I don’t wike it,” he quoted his nephew, pouting.

“What do you think, Aunt Y/N?” Skye asked, giggling herself. You could tell from her tone that this wasn’t a serious effort, that she only did all that to make fun of Chris because that was basically their relationship. “Doesn’t Uncle Chris look pretty? I think he- Ahhh!” She shrieked with laughter when he jumped to his feet, grabbing her from behind. “Uncle Chris, noooo!” She laughed when he threw her over her shoulder, walking her towards the backyard. “Help, Aunt Y/N!” She cried out, choking on her laughter. “He’s going to throw me in the pool!”

“No he’s not,” you chuckled.

“Yes I am,” Chris nodded, poking Skye’s side. “I told her I would if you laughed because that means she did a terrible job and deserves to be punished. Didn’t I say that, Skye?” She shook her head vigorously as she continued to giggle. “I did and we shook on it, so into the pool you’ll go.”

“Oh no, no no no,” you ran ahead, stopping him with a hand on his chest. You tried not to laugh when you got a closer look of his face, but you couldn’t help yourself. “She doesn’t have a change of clothes, you’re not going to throw her into the pool. Put her down,” you instructed him and he squinted evilly at you before doing what you’d asked of him.

“Ha ha,” Skye stuck her tongue out at Chris. “I don’t have a change of clothes.”

“Alright,” you chuckled. “Don’t provoke him,” you covered Skye’s face with your hands then gently pushed her in the direction of the couch. “Go watch some TV while I help Uncle Chris remove this masterpiece from his face.” Chris let you take his hand. “We’re going to have pizza for lunch, so don’t sneak a snack while we’re gone.”

“Pizza!” Skye cheered, making the two of you smile.

“Hey kid,” Chris called out to her as you led him towards the hall so you could take him to the master bedroom; she turned to him with raised brows. “Don’t think this is over ‘cause I’m going to get you back. Aunt Y/N can’t be here to protect you twenty-four-seven.”

“Nope, but she’ll be here to protect me until Mommy and Daddy come pick me up.” She was so adorably smug that Chris couldn’t help but lose his intimidating composure. He shook his head, chuckling as the two of you disappeared around the corner and down the hallway.

“Are you still hoping for a girl when we eventually try for a baby?”

“Are you kidding me? Of course I am,” he smiled and pulled his hand from yours, wrapping an arm around you when you laughed. “How else am I meant to look pretty if I don’t have a daughter to do my makeup for me?”

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anonymous asked:

Hi I was wondering if you knew about certain shades of certain products? Specifically foundation/base products and lip products? This might be dumb but sometimes I really like how their entire colour scheme works and would love to know specifics. Also for colour matching in certain brands. If you don't know then that's fine but if you know what shades they wear that'd be great. Thanks!!! I love your blog!!!

Hi ^^ this is a quite hard question because i rarely do the decorative part of makeup myself, thus im afraid i cant explain how specific color scheme ‘works’. but lets see what can i do… 

Most of products mentioned here can also be found under the makeup tag.


Base

Basically, skin tone and undertone are important to determine which colors that can look flattering on your skin (if that makes sense). 

Bangtan themselves used MAC foundations in the past (Pro Longwear and Studio Fix Fluid). But i have no idea about their skin tone because most of their pics are whitewashed since i never see them in person.

I’ve spotted a concealer palette from MAC (as seen on Kayonenka dvd). The palette has 4 shades: NC 30, NC 35, NW 25, and NW 35. One of those shades has to be Taehyung’s skin tone since the MUA applied the concealer on him. It was probably used on Hoseok and Namjoon as well since both of them also have medium skin tone (i could be very wrong though so please take this info with consideration).

I also want to point out that their MUA mixed 2 shades of foundation to match Jimin’s skin tone (this was back in 2015). 

I think you might want to consult @sunnyoongi regarding this matter (Bangtan’s skin tone and undertone) as they’re running a restoration blog and have met Bangtan irl. 

And you can use this website if you want to know the equivalents of MAC foundation shades from other brands.

(eye, cheek, and lip products are under the cut. image heavy)

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