os filhos dos dias

Postagem do livro Os Filhos dos Dias, de Eduardo Galeano, um calendário histórico poético

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— Não é como se eles fossem deixar a gente em Jeju e sem câmeras pra sempre, não é? Não sei porque você tá reclamando, se eu tive que voltar antes que vocês porque estava mal. Deu pra aproveitar, de qualquer forma. Eu gostei da viagem, só fiquei meio lazarento da cara porque tinha areia até dentro da minha mala quando fui desfazer ela pra colocar as roupas pra lavar. Não sei como isso aconteceu.

Irmãos, quanto aos tempos e épocas, não precisamos escrever pois vocês mesmos sabem perfeitamente que o dia do Senhor virá como ladrão à noite. Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vocês, irmãos, não estão nas trevas, para que esse dia os surpreenda como ladrão. Vocês todos são filhos da luz, filhos do dia. Não somos da noite nem das trevas.
—  1 Tessalonicenses 5:1-5.

Anônimo: Faz um do Louis de época que ele é príncipe e ela filha da cozinheira e os irmãos dele tentam aproveitar dela e o pai deles concordam mas ele dá um jeito de salvá-la

Narrador p.o.v

Os olhos azuis do moreno estavam vidrados na pequena moça que ajudava a mãe. Pela janela do enorme palácio em que vivia, ele observava cada movimento dela imaginando uma vida ao lado da menina que aparentava ser tão doce. 

Enquanto ele era um príncipe, ela era apenas a filha da cozinheira com quem ele jamais poderia se envolver. 

— Hoje a noite ela será nossa — seu irmão apareceu ao lado dele comentando com o terceiro irmão

— Nossa ? — ele perguntou sem entender tirando seu olhar da garota  

— Exato, Louis! Papai permitiu que tirássemos a inocência dela — o homem dizia confiante 

— Vocês não podem fazer isso, é errado — Louis repreendeu — Ela é só uma garota 

— Qual foi, irmãozinho ? Virou protetor dos plebeus ? 

— Não mas somos príncipes, é esse o exemplo que vamos dar para o reino ? 

— Ninguém saberá. Papai disse que se ela não aguentar, podemos matá-la — os dois irmãos riam sarcástico o que fez o sangue do príncipe Louis ferver 

— Vocês me enojam! 

Louis saiu daquele quarto se dirigindo até a sala do palácio. A mão do rapaz soava só de imaginar aqueles dois monstros que ele chamava de irmãos, tocando na garota que ele tanto admirava. 

A única coisa que ele sabia dela era seu nome, S/n. Ela se mudou cedo para o reino junto com a mãe que tinha a dura rotina de cozinhar para todos

A noite caiu, eram ouvidos apenas barulhos de insetos e da respiração ofegando do moreno de olhos claros imaginando o que poderia fazer para livrar S/n da tortura sexual que sofreria. Ele sabia o qual covarde os irmãos eram e imaginava o estrago que causariam no pobre corpo da moça.

Ele não pregou os olhos a noite toda e na madrugada ouviu o que tanto temia: os gritos desesperados da menina. 

S/n p.o.v 

Finalmente eu entendi a sensação de angústia que senti durante todo o dia. Os dois filhos do rei, que eu nem sequer sabia o nome, estavam me arrastando sabe-se lá para onde. 

Minha pequena camisola de malha simples que eu usava, era arrastada por aquele chão abrindo enormes rasgos na mesma. 

— O que estão fazendo comigo ? — eu perguntava desesperada sem obter respostas 

Os dois usavam roupas leves de dormir e imaginei que aquilo que estavam fazendo comigo, era castigo por algo de errado que minha mãe fez mas não era. Eu sentia a maldade nos olhos deles, eles queriam me ferir.

— Sua pele é tão cheirosa — um deles alisava meus braços de uma forma nojenta — Esse corpinho nunca deve ter sentindo o prazer de uma transa

Me jogaram no chão de um quarto escuro com certa brutalidade, e o olhar deles para mim eram de lobos famintos olhando para sua presa, no caso, eu. 

— Me soltem, por favor — eu implorava 

— Só depois de você deixar de ser pura — eles tiravam sarro do meu sofrimento 

O trapo que sobrou da minha camisola foi arrancada por eles, me deixando seminua. Tentei cobrir meu corpo com minhas mãos mas era impossível. 

— Tão gostosa — um deles desabotoava o botão da calça 

Naquele momento eu imaginava que o pior iria acontecer comigo. Estava um silêncio total naquele reino e ninguém poderia me ouvir, eu sentia que iria perder minha inocência da pior forma possível.

— Parem agora — o outro irmão dos dois entrou gritando naquele quarto 

— Maninho — um deles disse irônico — Veio participar da festa ? Acho que ela aguenta três 

— Eu não vim participar de nada, vim impedir vocês de fazerem essa burrada 

— Burrada ? Ah, por favor, burrada é deixar essa garotinha continuar virgem — eles dizia sedentos pelo meu corpo

— Tirem as mãos dela — eu via o olho azul dele arder de raiva

— Venha me fazer tirar 

Louis acertou um murro no olho de um dos irmãos que eu não tinha ideia do nome, o outro tentou acertar Louis mas também foi socado por ele, que tinha muita fúria na voz. 

Os dois irmãos do moreno estavam jogados ao chão com a mão no maxilar devido à dor. 

— Vem — ele me estendeu a mão e eu o olhei assustada — Eu não vou machucar você

Minhas mãos estavam trêmulas e meu coração acelerado. As lágrimas desciam devido ao medo que eu senti de ser tocado por aqueles homens.

— Veste — ele me deu o casaco que usava — Está frio lá fora. 

Me envolvi naquele casaco quente dele que tinha seu cheiro amadeirado. Eu não sabia porque ele estava me ajudando mas eu confiava nele. 

Ele me levou para perto do lago que tinha naquele reinado e ficou me olhando tremer. 

— Ei — ele se aproximou — Já passou, se acalma 

— Eu pensei que iria morrer — minha voz saiu quase inaudível — Obrigada! 

— Não precisa agradecer, meus irmãos é que precisam parar de serem machistas dessa forma… 

— Por que me ajudou ? — perguntei olhando a fisionomia seria dele 

— Mulher nenhuma merece passar por isso… Muito menos você — ele colocou uma mecha do meu cabelo atras da orelha 

— Seu pai ficará furioso ao saber do seu contato com a filha da cozinheira — ri fraco 

— Que tal fugir disso tudo ? 

— Quem dera…

— Não estou brincando… Nos podemos fugir disso tudo, desse reino tão rígido que vivemos — ele dizia sério 

— Você tem certeza que quer perder a chance de ganhar a coroa de rei para fugir com uma plebeia como eu ? 

— Eu não ligo para o que você é, e muito menos para essa droga de coroa do rei. Esse reino me enlouquece. 

— Quando o dia amanhecer, todos vão descobrir…

— Garantia que já estaremos bem longe daqui

Pensei muito naquela pergunta e pensei principalmente na minha mãe, mas ela sempre me disse que se eu tivesse a chance de conseguir fugir daquilo, eu não deveria hesitar em aceitar.

— Eu aceito! — disse com firmeza 

Ele pegou seu cavalo branco que eu tanto amava e abriu o enorme portão do palácio. 

— Está certa disso ? — ele perguntou quando montei no cavalo passando minhas mãos pela cintura dele

— Eu nunca estive tão certo de uma coisa como estou disso

— Ótimo! — ele sorriu satisfeito 

Atravessamos aquela ponte que dava acesso à floresta, e partimos para bem longe de tudo aquilo. Minha vida depois daquela fuga nunca mais foi a mesma.

Somos uma geração pressionada pelo tempo. Temos urgência para dar o primeiro beijo, encontrar o verdadeiro amor, escolher uma profissão, passar no vestibular, fazer aquela viagem para o exterior, terminar a faculdade, conseguir o primeiro emprego… vivemos nessa urgência do aqui e o agora.
A cada passo percorrido com pressa, distraímos com o que está ao nosso redor e deixamos escapar oportunidades únicas. A cada tic tac do relógio, um aviso de que o tempo passou, enquanto, por cobranças e expectativas impostas pela sociedade, fazemos aquilo que acreditam ser o melhor para nós ao invés daquilo que queremos.
Abandonamos sonhos e desejos por medo de tentar e fracassar, sem lembrar que os erros também nos ensinam a viver. Criamos expectativas sobre o outro, para que ele realize os nossos sonhos, mas eles só dependem exclusivamente de nós para se tornarem reais. Enquanto isso, o tempo vai passando veloz.
Todos os dias nos cobramos por aos dezoito anos ainda estarmos morando com os pais ou não ter conseguindo passar naquela faculdade. Somos egoístas e invejamos aquele amigo da infância, que você nem conversa mais, e conseguiu tudo aquilo que sempre sonhou, enquanto você passa noites em claro estudando a matéria de física para o ENEM.
Todos os dias, nos cobramos para sermos o melhor filho e fazer as vontades dos nossos pais. Todos os dias, nos exigimos demais por não sermos o melhor aluno da sala ou um amigo tão presente e com isso, vivemos em favor dos outros do que de nós mesmos.
Mas quer um conselho? Não se cobra assim, não. As suas escolhas só dizem a respeito de si mesmo e mais ninguém. Esqueça o quê os outros irão dizer ou pensar, você não deve satisfação para ninguém. Siga aquele velho clichê, ouça aquela música da Pitty e seja você independente de qualquer coisa. Tenha calma, esqueça o relógio, faça tudo no seu próprio tempo. Se não aconteceu ainda é porque não era o momento certo.
—  Thalia Gonçalves 
vimeo

Ser pai é uma missão divina, que coloca o ser humano próximo de seu criador, pois assim como o Ser Supremo que nos guia, o pai deve ser o farol dentro da vida de seus filhos, encaminhando-os no difícil trilhar dessa existência.

28dejaneirode2016  asked:

Faz um texto de 1 ano de namoro???? Data linda e especial, incrível, cheia de felicidade e amor.

É meu amor, é hoje! Bom, eu nunca soube começar um texto, então você já vê como que vai ficar kkkkkk.
Eu não imaginava um amor que durasse tanto assim na minha vida, eu realmente, não conseguia me imaginar ao lado de uma pessoa tão especial assim! Você faz um papel imenso na minha vida, e que você não tem idéia! Você sempre me compreende, na verdade, na maioria das vezes 😂, você me faz feliz como ninguém nunca fez, e se Deus quiser, e ele quer 😂, isso vai ser daqui pra eternidade! 💕
Eu quero te ver me esperando num altar, comigo segurando um buquê de flores e um vestido lindo de grinaldas. Eu quero te ver sendo os pais dos meus filhos. Eu quero ver você todo os dias, eu quero te ver sendo a minha felicidade. Eu só quero você, TODOS OS DIAS, sendo meu! (talvez isso pareceu um pouquinho egoísta, mas fazer o que 😂)
Eu quero que os teus sonhos sejam realizados junto aos meus.
Eu sempre quis alguém que me completasse desta maneira, e aí chegou você. De fininho, e eu nem fazia ideia do papel que você ia exercer na minha vida, e aqui estamos nós hoje, se amando, como nunca amamos um outro alguém. Eu te amo meu amor, e espero que isso nunca acabe. Não esqueça do meu amor por você, e quando for esquecer, lembra de tudo que a gente já passou. Eu só quero te fazer feliz. ❤

A Dor do Amor

Introdução:

- A história se inicia na simpática cidade de Charlotte no estado da Carolina do Norte – Estados Unidos, Richard e Anne ainda não se conheciam mas a história dos dois estava prestes a mudar. 

- Richard Emblemend, um jovem rapaz de 25 anos, tinha acabado de terminar o curso de Engenharia Industrial pela Faculdade da Carolina do Norte, mas não seguia a profissão pois seus pais tinham um pequeno comercio nos arredores da cidade e por já estarem adiantados na idade Richard os ajudava com os afazeres do pequeno estabelecimento. 

- Anne Caroline Frankbiern, uma linda moça de 28 anos, tinha perdido o marido a pouco tempo, trazendo na bagagem dois filhos Victoria e Phelipe, Victoria com 7 anos e Phelipe ás vésperas de completar 9 anos. Anne sonhadora, sonhava em conhecer o mundo, com dois filhos pequenos via seu sonho cada vez mais longe, Anne não tinha se formado no curso de Administração e estava desesperada, sozinha, William Frankbiern, havia falecido a poucos meses deixando uma pilha de contas para trás. Os pais de Anne eram falecidos e ela não podia contar com a família de William que sempre a desprezou. 


CAPÍTULO 03 – Nunca Desista

- Nesse ano o clima estava atípico, nunca antes na Carolina do Norte fizera tanto frio, metade dos Estados Unidos estava tomado pelo gelo, e os meteorologistas alertando que o tempo só iria piorar.

- Anne acabara de chegar em casa, já era meio dia e o estômago roncava de fome.

Anne – Vou comer alguma coisa e ir ao Brit`s, com a ajuda de Deus vou conseguir.

- Enquanto preparava a comida se lembrava de William e como seu pequeno apartamento parecia grande e vazio sem ele.

- William e Anne estudaram juntos desde o primário. E já na infância tiveram uma ligação muito forte. Ela sabia que era impossível ficarem juntos, pois era de uma família pobre e ele de uma família muito rica. O que Anne não sabia é que ele fora adotado quando bebê, um tipo de adoção ilegal, em outras palavras foi roubado de sua verdadeira família. Foi um baque muito forte descobrir isso, houve uma briga feia e William jurou nunca mais precisar dos pais e jurou nunca desistir de encontrar sua verdadeira família.  

- Até em seu último dia procurou pela mãe perdida, e esta foi uma das decisões pela qual aceitou o trabalho de entregador de jornais, porque assim andaria pela cidade e seria mais fácil localizar sua verdadeira família.

- Anne perdeu os pais muito nova, em um acidente de carro e daí em diante viveu em um lar para meninas, até o dia em que foi viver ao lado de William e viveram felizes até o dia que o tiraram a vida.

- William era simples, muito honesto e amava os filhos, todos dias quando chegava em casa do trabalho no fim da tarde pegava Phelipe e o levava para um parque para jogar basebol. Phelipe passava o dia todo esperando para chegar a tarde e poder passar um tempo com o pai. Após perder o pai ele se fechou. Anne fazia de tudo para tentar trazer de volta a alegria do filho, mas a grande tristeza de perder o pai não era fácil assim de se esquecer.

- Toc, toc, toc! Era Beatriz vizinha de Anne. As duas conversavam muito e quando perdeu o marido ela era a única a quem Anne podia confiar.

Beatriz – Anne sou eu, bia.

Anne – Entra bia a porta está aberta.

- Gritou Anne da cozinha

Beatriz – Nossa que carinha ótima, conseguiu trabalho?

Anne – Ainda não, mas estou muito confiante.

Beatriz – É assim que se fala.

Anne – Preciso de um favor seu.

Beatriz – Pode falar, sabe que nunca te neguei um favor.

Anne – Vou no Brit`s conversar com o dono, vi no jornal que estão contratando, devem querer fazer um teste hoje, preciso que pegue as crianças na escola.

Beatriz – Conheço o dono de lá, vou pedir pra ele te dar uma chance, vou pegar Phelipe e Victoria na escola não precisa se preocupar, vou preparar algo para eles tentar alegrar eles.  

Anne – Obrigado bia nem sei o que faria sem você.

- Desde que se mudou para o subúrbio de Charlotte, Anne encontrou em Beatriz uma amizade verdadeira em quem ela podia confiar.

- Anne terminou seu almoço, se arrumou despediu-se da amiga e saiu, durante todo trajeto até a lanchonete, de cabeça baixa e pedindo a Deus para dar tudo certo.

- Enquanto isso na loja dos Emblemends.  

Richard – Hoje está muito parado.

Sebastian – Segunda sempre é parado.

Richard – Hoje vamos no Robert.

Sebastian – Já devo imaginar que a Srta. Jonnes tem algo com isso.

Richard – Não só acho que devemos sair um pouco.

Sebastian – Vamos fechar pro almoço sua mãe deve estar preocupada.

Mary – Por onde vocês andaram, a comida já está esfriando.

Sebastian – Fui no centro encomendar cereais pro inverno e fui pra loja.

Richard – Atrasamos um pouco na limpeza da loja para receber a encomenda.

Mary – Chega de papo vamos comer.

Richard – Ah mãe hoje a noite não prepara nada vamos sair.

Mary – Já sei vamos no Robert.

- Falou ela dando gargalhadas.

Mary – Vamos deixar pra lá, vamos almoçar e a noite comemos besteira.

- Passava pouco mais das 14:00h, Anne chega ao Brit`s.

Anne – Boa tarde, vi um anuncio de emprego no jornal, moro aqui perto, e estou precisando muito de um emprego.

Jennifer – Boa tarde, o Sr. Robert está chegando, sente-se.

- Jennifer notou o quanto ela estava nervosa.

Jennifer – Toma esse copo com agua, pode ficar tranquila.

Anne – É que preciso muito desse emprego, tenho dois filhos pequenos, perdi meu marido a pouco tempo e estou desesperada.

- Jennifer sentou-se ao lado dela a segurou pelas mãos.

Jennifer – Calma vai dar tudo certo, estou precisando muito de uma ajuda aqui.

Anne – Muito obrigada. Que burrice a minha nem perguntei seu nome, me perdoe.

Jennifer – Prazer sou Jennifer Jonnes, olha preciso organizar algumas coisas pode esperar aqui até ele chegar.

- Robert Brit, 40 anos, casado, três filhos, inaugurou a lanchonete Brit`s há alguns anos, Anne já havia estado com sua família algumas vezes.

- Passou algumas horas e ele ainda não havia chegado, Anne estava ficando cada vez mais nervosa. Precisava mais que nunca deste trabalho e a negativa dele lhe custaria a ultima esperança.

Robert – Boa tarde Jennifer, desculpe a demora, tive que resolver algumas coisas no banco.

Jennifer – Boa tarde, já está quase tudo pronto para abrirmos e tem um moça te esperando sobre a vaga de emprego.

Robert – Certo, peça ela para vir para o meu escritório.

Jennifer – Venha ele vai conversar contigo.

- Anne se levantou e a seguiu, ela tinha se acalmado e novamente confiante que iria conseguir.

- Toc, toc, toc, pode entrar disse Robert

Anne – Boa tarde senhor Brit

Robert – Boa tarde, desculpe a fazer esperar, queira sentar-se.

Anne – Obrigado.

Robert – Me fale um pouco de você, já trabalhou com lanchonete antes?

Anne – Sou Anne Frankbiern, viúva, dois filhos pequenos e precisando muito de um trabalho.

- Disse ela dando um sorriso.

Anne – Não tenho experiência em lanchonete, mas estou disposta a aprender tudo. Sou determinada e quando quero e preciso de algo vou lutar até o fim, e tenha certeza que se me contratar darei o meu melhor  e não vai se arrepender.

Robert – Certo, tem disponibilidade de fazer um teste hoje?

Anne – Sim, mas antes posso dar um telefonema?

Robert – Pode sim. Espero que se saia bem hoje, pode ir e peça a Jennifer para entrar.

Anne – Obrigado Sr. Brit, não vai se arrepender.

Robert – Me chame de Robert acho melhor.

- Durante toda entrevista Jennifer estava escutando atrás da porta.

Jennifer – E aí deu certo?

Anne – Sim ele me deu uma chance e pediu pra você entrar.

Jennifer – Certo, pode me esperar no balcão.

- Anne se dirigiu ao balcão de atendimento, deixando os dois conversando sozinhos.

Robert – Quero que ensine a ela o que precisa ser feito, Eduard está atrasado e preciso ir adiantando o serviço dele.

Jennifer – Pode deixar vou ensinar a ela.

- Eduard é o montador de hambúrgueres.

Jennifer – Venha Anne vou te mostrar as dependências.

- Após ter mostrado toda lanchonete Jennifer explicou o que ela iria fazer.

Jennifer – Você vai atender as mesas, coletar pedidos, entregar pedidos e limpar as mesas. Antes de abrirmos vamos organizar as mesas.

- Anne estava meio perdida, passara muitos anos sem trabalhar.

Anne – Jennifer irei fazer uma ligação antes de abrir, quero saber se meus filhos estão bem.

- Beatriz havia buscado Phelipe e Victoria na escola, nesse momento eles estavam na sala de seu apartamento assistindo tv, ela estava na cozinha preparando um jantar para eles, seria uma lasanha.

Victoria – Está sentindo o cheirinho?

Phelipe – Sim Vic.

- Phelipe sempre triste e isso deixava sua irmã muito chateada.

Victoria – Fica triste não, vamos ficar juntos, precisamos de você.

- O telefone toca.

Beatriz – Alô

Anne – Alô bia, como está ás coisas aí? Estão se comportando

Beatriz – Sim está tudo bem, eles estão assistindo tv e eu estou preparando uma lasanha para eles.

Anne – Não queria te incomodar amiga.

Beatriz – Não me incomoda, eu gosto de ficar com eles.

Anne – Está bem amiga devo chegar tarde.

Beatriz – Pode ficar tranquila, boa sorte aí.

- O marido de Beatriz é policial, Charles estava empenhado em prender o assassino do amigo.

Richard – Hoje não vai dar mais nada, podemos ir embora.

Sebastian – Você está ansioso para ver a Jennifer, vamos para casa. 

- O tempo estava dando um ar de melhora e não indicava tempestade para aquela noite.

CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO

No meio da noite, eu escalo a poesia. Eu me teletransporto pro teu abraço. Faço moradia em teu olhar. Aprecio teus detalhes. Acaricio sua pele. Sinto o calor do teu corpo. Fico delirada com o teu beijo. Caso com você todos os dias. Cuido dos nossos filhos. Faço amor contigo até me cansar. O que seria de mim, se não pudesse pensar? De mim, nada seria.
—  Afetarei.
Muitas mulheres geram filhos, mais poucas são escolhidas para gerar anjos! Eu sou uma Mãe Especial. Fui escolhida por Deus para gerar um anjo que hoje está me iluminando. É uma dádiva ser Mãe de um Anjo, é para poucas! Deus me escolheu a dedo pelo meu amor, pelo meu coração e porque ele sabe que eu sou forte e ia superar. Ser "UMA ESCOLHIDA" significa ser especial para Deus. Foi um presente do céu, poder levar em meu ventre um Anjo, mesmo que isso tenha me custado uma dor sem fim. Ele foi uma oferta de amor para Deus, foi um sacrifício, pois era um bebê muito amado, muito desejado e Deus sabe o quanto foi difícil entregá-lo, senti lágrimas e mais lágrimas caírem pelo meu rosto, pensei que não ia suportar. Compreendi que na vida, a gente não escolhe quem vai amar, e que o amor acontece da forma mais inesperada possível. E que nada é por acaso. Eu faria tudo de novo. Eu passaria por tudo de novo. Hoje é o meu Dia, pois eu sou MÃE e sempre vou ser. Meu bebê veio com a missão de transformar meu coração, me ensinando o que é o amor verdadeiro. O amor sincero, o amor eterno que nem a morte pode separar. O amor que eu não sentia a muito tempo. Ele transformo a minha vida! Parabéns pra mim pelo meu dia, pois eu sou MÃE e sempre vou ser. Eu morro de orgulho de ser mãe de um anjo, e principalmente de saber que ele ta bem, que ele não sofreu e que essa era a missão dele e que eu fui escolhida, eu ajudei ele a seguir. Estando perto ou não, presente ou não, nada ira mudar o que eu sinto. Hoje eu posso dizer que sim, que eu tenho um anjo só meu. Os outros que me desculpem, mas eu tenho o melhor filho do mundo ♡

“Mi Mexicanita Michelle,

Te amo com todas as palavras, letras e
pronúncias. Em todas as línguas e
sotaques. Em todos os sentidos e jeitos.

Com todas as circunstâncias e motivos.

Eduardo Galeano para ti amor!

Felipe Siminhuk, 14/07/2014”



>Os Filhos dos Dias . Eduardo Galeano 

>Enviado por Felipe Siminhuk (presente)

>Ele conta: Dedico ele a minha namorada que se chama Michelle, ela é Mexicana e nós dois somos apaixonados por Eduardo Galeano, ela já me presenteou com um livro maravilhoso dele que se chama “El libro de los Abrazos”, que me ajudou muito a melhorar minha compreensão do espanhol :D Como ela agora esta estudando nosso português decidi dar a ela esse livro.

Eu acreditava que seria pra sempre. Eu realmente achava que seria. Eu fiz planos com ele. Eu nunca tinha feito planos com alguém antes, sabe? Eu já sonhava com o tamanho do apartamento que moraríamos, com a comidinha que faria todos os dias, com o nome dos filhos e até imaginava o rostinho deles. Eu planejava as nossas viagens de férias, de fim de ano, de aniversário, enfim. Eu fiz os mais diversos planos. Eu calculei tudo, eu imaginei tudo. Eu sonhei com tudo. Com cada detalhe. E hoje acabou, e hoje ele disse que quer ficar sozinho, que vai ser melhor assim, que só quer o meu bem. Soa até estranho isso, né? Como alguém diz querer o meu bem, e vai embora? E desiste? Como alguém planeja tanto uma vida com você e sem mais nem menos vai embora? Uma parcela de culpa é minha, eu sei. Se há culpados, ambos são. Mas eu me redimi, sabe? Eu fui atrás, eu pedi perdão. Eu só não imaginava nunca ouvir da boca dele que queria isso. Eu achava que quando ele dizia que queria estar sempre comigo, era verdade. Eu acreditava quando ele dizia que jamais iria embora, assim, pra sempre. Eu acreditava nele. Eu acreditava que seria pra sempre.
—  Chorosa.

Oitava postagem do livro  Os Filhos dos Dias, de Eduardo Galeano, um calendário histórico poético

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