os estrangeiros

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Right now in Brazil, in the state of Espírito Santo(ES), absolute chaos is taking place. Have you ever seen “The Purge”??? Its the same thing except not just for 12 hours anymore.

No one knows exactly how this came to be. There are claims that the military police from ES (which have the lowest pay out of any state) is on strike. However, that is impossible because the constitution prohibits that. So what really is going on??? Why arent the military police acting?? No one knows. Apparently  The governor is in another state undergoing surgery, and the vice-governor is doing absolutely nothing.(I dont live in ES so please feel free to add on to this post) But whats worse is that BRAZILIAN MEDIA IS NOT REPORTING ANY OF IT. ALL MAJOR TV NETWORKS AND MAINSTREAM MEDIA HAVE COMPLETELY IGNORED THIS SITUATION. 

The state is in absolute chaos: crime is happening non stop. In the last 2 days over 62 people have been murdered. Schools and establishments have all been closed. Sacking, looting, robberies are happening all over. Criminals are taking over the streets. 

What can you do to help? 

Spread this information. Reblog this post. Even if this isnt the kind of content you usually reblog, please do. See the following hashtags and retweet them, use them, bring attention to this issue. Its doesnt matter where you are, please help. Our media wont listen to our voices, unless those from outside bring it to attention. Read about this issue (ill put links of articles in english too). Please, pray for Espirito Santo and Brazil. 

Hashtags:

#ESPedeSocorro 

# PrayforEspiritoSanto

Articles about this:

http://www.dailymail.co.uk/news/article-4195318/Thugs-randomly-shooting-passes.html

http://www.bbc.com/news/world-latin-america-38879775

https://twitter.com/hashtag/ESpedesocorro?src=tren

Quem tiver mais informação ou links, por favor adicione ao post!

If you have any other articles or links, please add to the post!

UPDATE: The military force has been sent in!

UPDATE: The civil police is now on strike.

Eu quero que me prometa que mesmo que tudo que temos chegue ao ponto final, que você irá recomeçar comigo. Prometa que se dissermos coisas ruins um para o outro, saberá que foi só nossas diferenças se encontrando. Quero que prometa que mesmo que exista uma parte de você que não sabe se pode ao menos tentar comprir todas promessas de amor, mesmo assim irá tentar, não irá jogar nossos dias confusos ao vento, que tentará porque me ama e não imagina sua vida sem que eu seja a sua vida. Eu quero que prometa meu amor, pois você é tudo que sempre sonhei e eu não fazia idéia que sonhava com alguém tão importante e precioso até encontrar você, você é meu melhor amigo, meu cais e em todos os dicionários comuns ou estrangeiros não à uma palavra que expresse a minha felicidade em amar você.
—  Seu toque interno.

Quando comecei a escrever, por volta dos sete anos, histórias a lápis com ilustrações a lápis de cor que a minha pobre mãe era obrigada a ler, eu escrevia exactamente o tipo de histórias que eu lia. Todas as minhas personagens eram brancas e de olhos azuis. Brincavam na neve. Comiam maçãs. E falavam muito do tempo, como era maravilhoso o sol ter aparecido. Isto, apesar do facto de eu viver na Nigéria. Nunca tinha estado fora da Nigéria. Nós não tínhamos neve. Comíamos mangas. E nós nunca falávamos do tempo, porque não havia necessidade.

As minhas personagens também bebiam muita cerveja de gengibre porque as personagens dos livros britânicos que eu lia bebiam cerveja de gengibre. Não me importava de não fazer ideia do que era cerveja de gengibre. Durante anos, eu tive o desejo desesperado de provar cerveja de gengibre. Mas isso é outra história.

O que isto demonstra, penso eu, é como somos impressionáveis e vulneráveis a uma história, particularmente enquanto crianças. Como eu só lia livros em que as personagens eram estrangeiras, eu convenci-me que os livros, pela sua própria natureza, tinham de incluir estrangeiros, e tinham de ser sobre coisas com que eu não me identificava pessoalmente.

As coisas mudaram quando descobri livros africanos. Não havia muitos disponíveis e não eram tão fáceis de encontrar como os livros estrangeiros. Mas graças a escritores como Chinua Achebe e Camara Laye eu passei por uma mudança mental na minha percepção da literatura. Apercebi-me que pessoas como eu, raparigas com a pele cor de chocolate, cujo cabelo em carapinha não podia formar rabos-de-cavalo, também podiam existir na literatura. Comecei a escrever sobre coisas que reconhecia.

Chimamanda Ngozi Adichie