ooc: ficou um lixo

Não dá pra entender. Uma hora me amando como se eu fosse seu tudo. Outra hora me deixando escapar por entre os dedos, escorrendo pelo ralo. Eu não quero ser nada! Uma hora você me come, na outra me cospe. Uma hora me abraça forte. Duas horas me abraça forte. Outra hora me guarda no fundo da tua gaveta, “pronto, não quero mais”. Triste! Com meu pau na tua boca, uma hora me deseja. Com minha dignidade em sua boca, uma hora me acaba. Uma hora me exclui, me deleta, me rejeita. Meia hora me ama; e me deseja; e me mata de amor - nas outras horas também. Merda! Numa hora é como se o nosso mundo fosse pequeno de mais pra nós dois. Outra hora é como se o “nós” nem existisse. E como se o “nosso mundo” não existisse também. É difícil entender! Me fazendo amar os lugares que eu fui com você. E me obrigando a odiá-los por voltar sempre, quando você não está. Saudade sua! Você flerta, me abusa, me prova e me provoca, me atiça, me arranha, me faz querer e pula fora. E faz isso com os outros também. Vadia louca! Tô aqui, na frente do espelho, decorando as falas, os gestos, o que fazer pra não chamar a tua atenção. Porque assim você me dá atenção. Mas não era pra ser amigos daqui pra frente? Recaída! Todas idas, as vindas, as queda, os pulos - penhascos a baixo. Essas vontade bipolares de mais! Não te culpo, não te julgo, não te odeio. Mas também não volto. Não mais. Vá se foder! Você só brinca, só finge, só foge de qualquer toque ou carinho que soe como amor. Complicado aceitar! Hoje eu sou alguém que sente tua falta, que te quer por perto, que não cansa de tentar e dormir feliz a qualquer sinal de fumaça. E que sabe esconder tudo isso como ninguém. Até parece! Amanhã também pode ser tudo isso, de novo, um pouco mais, um pouco menos, quem sabe, talvez, me torne o seu maior arrependimento. Tomara! Que olhe pra trás, que olhe pra você, e olhe pro relógio, as horas não passam. Eu passo, passeio, você abaixa a cabeça e finge mexer na merda do celular. Boa sorte! Com tua vida vazia, relacionamentos pela metade, coração socado até virar pó. Boa sorte com teus amores que não duram mais que uma trepada na cama. Com meus textos que não têm mais você em nenhuma linha. Com a cena passando em sua cabeça em que dizia que se eu te conhecesse de verdade não iria gostar mais de ti. Não é que você tava certo? Boa sorte com as minhas músicas que sempre achou tão depressivas, lhe servindo como companhia. E com as tardes mórbidas dentro do ônibus, pensando onde não acertou. Boa sorte ao discar meu número, pra saber se eu ainda estou por aqui. Talvez eu atenda. Bem talvez, não! Porque você precisa perder pra aprender onde errou. Boa sorte, porque é só com sorte mesmo, pra alguém te mostrar como é amar e ser amado. Porque esse teu escudo de pessoa fria, tá matando o que você tenta tanto proteger. E não vai sobrar mais nada. Se é que ainda resta alguma coisa. Viu só o que você fez, você me quebrou cara. Você tem tanto medo do fim, que por isso nem começa. E eu não ia desistir de você. Juro! Mas você me deu todos os motivos pra ir embora. Você desprezou uma das melhores chances que você teve de ser feliz. Só que não existem tantas chances de amor, assim por aí. Boa sorte!
—  Michael Letto
Eu te mandei embora, e eu acho que essa foi a coisa mais difícil que eu já fiz em toda a minha vida, e foi pior quando você aceitou ir. Não pensa que foi fácil dizer “foi a última vez”, porque não foi, ah, como não foi. Eu fui a pessoa mais durona e firme naquela ligação, mas só bastou você desligar para eu desabar Eu já comecei a sentir saudades 5 minutos antes do tchau, mas isso já era de costume. Como eu queria que aquele adeus tivesse sido um “até mais” como foi todos os outros. Eu queria que tivesse sido diferente ou que pelo menos você tivesse partido sabendo que eu queria que você ficasse, mas você sabe que ser durona é meu ponto forte, e ao mesmo tempo, meu ponto fraco. Meu adeus foi tão fraco que eu não fui capaz de pronuncia-lo. Eu nunca fui capaz de me despedir de você, e ver você indo, foi capaz de me destruir. Foi pior do que todos os “acabou” porque nosso adeus valeu por todos. Eu não corri atrás, eu não disse o que tinha que dizer, mas porque doeu. Doeu tanto que eu tentei até me afastar de mim porque tudo em mim, é você. Eu parei de procurar você porque eu precisava esquecer. Eu mudei as roupas, o corte de cabelo, até mesmo o jeito como eu o prendia para dormir. Eu parei de fumar, até mesmo de beber. E adivinha? Eu não consegui esquecer. Talvez eu te leve para sempre ou te esqueça amanhã, mas hoje eu amo você. Amei ontem, e amei muito mais hoje. Eu sem você faz com que eu ame até os motivos que me fazem te odiar. Talvez eu e você sejamos certo assim, longe um do outro. Mas que droga! Eu nunca fiz questão de ser certo e muito menos com você porque a nossa “magia” era exatamente essa, sermos errados. Tivemos bons momentos, boas risadas, muitos aprendizados, e ótimas brigas também. Mas acho que teve que acabar sabe? Não somos mais aqueles que conversavam 24 horas por dia e ainda era pouco. Eu não sou mais aquela que te mandava mil sms pra te acordar e isso era o meu motivo de acordar de manhã. Você não é mais aquele que escrevia sms enormes de surpresa. Eu não sou mais aquela que acordava com vontade de escrever aquelas pequenas declaração pra você aonde era privilégio dizer “eu te amo, você é tão bonitinho bravinho”. Você não é mais aquele que me acordava com uma ligação só pra dizer que ia dormir ou iria sair. Não somos mais aqueles que ficavam juntos de manhã, de tarde, de noite e de madrugada e ainda sim, era pouco. Pra mim sempre foi pouco, porque eu passaria minha vida inteira com você. Nos perdemos, não foi? Perdemos o que éramos, tudo aquilo foi embora, e achei que você devia ir junto. Sinto saudade e queria tudo de novo, não nego, mas só eu sinto saudades, só eu queria de novo e de novo e amor não se constrói com um só. Eu não posso obrigar a você a sentir o mesmo por isso te deixo livre. Você foi e eu sinto mais o frio da tua falta, do que os 10 graus da madrugada, aonde eu acordei porque eu sonhei com você, mais uma vez. Eu sonhei com você todos os dias essa semana, mas você será apenas um sonho bom. Eu amo você e sempre vou amar. Mesmo que o tempo passa, que eu te esqueça, eu vou continuar te amando. Nós podemos acabar, mas meu amor por você vai ser para sempre.”
—  última carta, 12 de junho 2014.

One Shot Harry

Nossa segunda filha. Louise. Acabou de nascer, e me lembro como se fosse ontem o nascimento da Maddie, que hoje tem 4 anos. Deixo as lágrimas escorrerem por meu rosto, ao olhar para o lado e não vê a minha pequena Louise num berço hospitalar, não ainda, as enfermeiras disseram que tinham que dar um banho nela antes, não vejo a hora de poder mima-la.

- (S/N)? - Harry aparece na porta. Olho para o lado, e um sorriso bobo aparece em meu rosto.

- Harry! - digo, e Maddie vem correndo até minha maca. - Maddie! - ela pula na maca e a abraço.

- Mamãe. - ela me abraça forte. - Você ta bem? - ela parecia preocupada, ah, minha anjinha está preocupada comigo.

- Estou ótima querida. - respondi dando-lhe um beijo na testa.

- Como você está baby? - Harry pergunta.

- Ótima, e ansiosa.

- Ela é linda. Como você. - ele diz, e Maddie desce da maca, ela vai direto abraçar as pernas do pai.

- Sra. Styles? - uma enfermeira pergunta, a espreita da porta. - Acho que devo lhe apresentar alguém especial.

Minha filha.

Abro um sorriso enorme ao ver a enfermeira carregar Louise até a mim. Passando por Harry, que se estica para ver nossa filha. Ela é linda. Dorme como um anjinho, só de pensar que saiu de meu ventre.

- Ela é tão perfeita. - digo, a segurando em meus braços.

Harry se aproxima. E a enfermeira nos deixa no quarto. Acaricio seu pequeno rostinho, tão frágil. Harry me abraça.

- Acho que já esta bom de filhas. - digo olhando para ele com um sorriso.

- Se toda vez que for nascer mais um, e eu ter toda essa felicidade, aposte, nunca iremos parar, não vou me cansar de - Harry chega ao pé de meu ouvido. - Fazer amor com você.

- Harry. - o repreendo, e logo deixo um sorriso escapar. - Maddie, vem ver sua irmãzinha. - a chamo.

Ela vem de cabeça baixa em minha direção, com passos curtos. Vejo algumas lágrimas tomarem conta de suas bochechas rosadas.

- Maddie? - digo. - Olhe para mim. - peço.

- Por que você está chorando filha? - Harry pergunta a pegando no colo.

- A Louise. - ela diz em um soluço.

- O que tem sua irmã? - pergunto sem entender.

- Papai, você vai continuar me amando? - ela pergunta olhando parra Harry. O vejo abrir a boca e o olhar confuso, é meio estranho, a pergunta.

- Mas que pergunta. - Harry diz jogando a cabeça para trás. - É claro que vou te amar, do mesmo jeito que sempre te amei, e que vou amar sua irmã. Vocês são a melhor coisa que sua mãe pôde me dar em toda nossa vida juntos. - vejo o abraçar mais forte.

- Mamãe? - ela me olha com a mesma carinha, agora eu devo responder.

- Minha filha, eu nunca vou deixar de amor você, em hipótese alguma, você, seu pai e sua irmã, são o que me faz feliz, o motivo que eu sempre quero acordar e poder ver esses rostinhos. Não sei se quando você crescer vou conseguir ficar sem você, porque claro, você sempre vai querer sair com suas amiguinhas, e namorado. - faço uma careta ao imaginar algum garoto pedindo-a em namoro. Minha filha. - Vou te amar eternamente meu amor.

- Mesmo se ela foi mais legal que eu? - ela olha pro chão.

- Vamos amá-la de qualquer jeito. - digo e Harry confirma. - Vem cá. - a chamo.

Ela se joga do colo de Harry até o espaço que deixei para ela se sentar ao meu lado.

- Ela é linda mamãe. - Maddie sorri.

- Como você meu amor. Eu tenho as filhas mais perfeitas do mundo. - beijo sua bochecha rosada.

Hey, a onde quer que você esteja, eu to precisando de ti, eu to precisando desabafar, to precisando do teu carinho de amiga, to precisando de você. Hey, cade você? Estou escrevendo isso aos prantos, me afundando em minhas próprias lágrimas em meu quarto escuro. Hey, me da um sinal? Me faz acreditar que você esta bem e que tudo vai se ajeitar. Hey, se por algum acaso você estiver lendo isso, me desculpa, eu sei que não era pra ser assim, você não quis assim, foi uma fatalidade e a vida está cheia delas por ai. Hey, preciso ouvir tua voz, preciso te ver, preciso dizer que eu te amo. Hey?
—  Em memória dela.
E precisava desabafar, precisava de um ombro pra desabar, não sabia o que fazer. As pessoas nunca me davam atenção, nunca me entenderam muito bem, e foi aí nessa solidão permanente que comecei a fantasiar como seria se as pessoas me ouvissem, se o mundo me entendesse, e foi nessas fantasias que eu me encontrei e percebi que nem eu me entendia.
—  Bia

One Shot Niall

- Você promete que vai voltar? - perguntei aflita.

- Não se preocupe, tudo vai dar certo. - Niall beijo minha testa.

- Quando você volta?

- Espero que o quanto antes.

- Estou com medo.

- Essa frase devia ser minha. - ele me abraçou firme.

- Niall, por favor, não vá.

- Mas esse é o meu dever. - ele suspirou.

- Volta. - selei nossos lábios.

- Eu vou voltar. - ele sorriu e saiu pela porta já deixando saudade e preocupação.

Andei de um lado a outro pela casa por horas e mais horas. Liguei a TV, e já tinha notícias: - Soldados saem a luta por um país livre. - o repórter falou mostrando imagens dos soldados andando em direção a um mutirão de outros soldados.

Aquilo fez meu coração se partir em pedaços. Notícias não paravam de passar, falando que aquela era a pior guerra já vista no mundo, me deixando cada vez mais preocupada, e o medo percorria meu corpo, ainda não disse a Niall que ele será papai. Mas ele vai voltar vivo dessa guerra para eu contar essa novidade.

Deitei na cama para vê se conseguiria dormir, mas eu rolava de lado a outro da cama. Olhava para o teto e tudo que eu conseguia pensar era Niall naquela guerra com grande risco de morte, mas eu vou acreditar que tudo vai ficar bem.

Olhei para o relógio que marcava 04h37min. A preocupação não deixava o sono me dominar. Ouvi um barulho vindo do andar inferior, peguei o taco de golfe do Niall e fiquei segurando firmemente enquanto minhas mãos suavam. Ouvia os passos se aproximarem a porta do quarto, ergui o taco e fiquei atrás da porta.

A maçaneta se mexeu e aos poucos a porta foi se abrindo, vi uma cabeça aparecer e logo dei uma tacada, claro, se eu não tivesse errado a mira.

- Ei, calma. - Niall gritou.

- NIALL. - soltei o taco e pulei em seus braços.

- Eu voltei.

- Eu sei, mas, achei que iria demorar mais. O que houve?

- Eles desistiram, então meio que podemos dizer que ganhamos a guerra.

- Nosso filho vai ficar orgulhoso em saber que o pai ganhou uma guerra. - passei a mão na barriga.

- Pera, filho? Como assim? - ele me olhou com brilho nos olhos.

- Estou grávida Niall.

- EU VOU SER PAI. - ele me ergueu no ar, e me beijou.

Sorrisos sinceros

Emma acordou sobressaltada no meio da noite por causa de um sonho. Sua camisola estava empapada de suor e seu coração batia tão forte que parecia que ia explodir.

Para seu total constrangimento, sonhara com Rupert pela quinta noite seguida. Sonhara que ambos estavam sob uma ponte antiga e uma leve brisa soprava seus cabelos quando, e, no momento em que se beijariam, Rupert perde o ar, desmaia na sua frente e em seguida vira fumaça. O que, raios, aquilo significava?

Foi até a janela e abriu-a. Alguns pingos de chuva atingiram seu rosto e ela jogou a cabeça para trás para aproveitar a sensação com um sorriso.

Assim, lembrou-se de um outro sorriso, um verdadeiramente sincero, na gravação do beijo Rony-Hermione. Seu coração congelou ao lembrar da sensação dos lábios umidos de Rupert nos seus.

Afastou-se da janela tentando assim afastar aquela lembrança de si, mas ela sabia que jamais esqueceria aquele beijo, assim como jamais negaria o quanto amava aquele rapaz.

(George)

— Tu já parou para pensar no futuro?

— Como assim? — ele me olhou com aquela cara de sempre, aquela que me faz sentir como a criatura mais estranha do mundo.

— É sabe, com o que você vai fazer, com quem pode estar…

— Alice, nós temos 17 anos, pelo amor de Deus!

— Mesmo assim, eu penso sabe? Já pensei em como seria entrar em uma igreja ou quem sabe me formar em alguma coisa que não desse para tirar uma profissão só para cometer o erro… Ou talvez daqui a, quem sabe, trinta anos encontrar um velho amor e me apaixonar de novo.

— Bom, eu não. Eu quero ter quantas mulheres for possível, e quem sabe nunca me apaixonar. É seria uma boa. Quem sabe ter bastante dinheiro e um carro legal…

— Sério mesmo Lucas? Sério?

— Por que essa cara de reprovação?

— Porque tudo o que tu disse não poderia ser mais fútil, sabia?

— Desculpa se eu não quero uma vidinha clichê.

— Clichê? Alguém andou lendo o dicionário novamente?

— Tu fala como se fosse muito mais esperta que eu!

— E sou mesmo, oras.

—  Não é não.

— Não vou discutir, sério, não hoje.

— Eu não tô discutindo, estou afirmando que estou certo, apenas isso.

— Tudo bem. Tudo bem. Mas nunca pensou em mudar algo, a vida de alguém simplesmente por estar presente?

— Já mudo a tua, não?

— Não.

— Pára com isso, tu sabe muito bem que eu te entendo direitinho, e te tenho na palma da mão. Na verdade se eu quisesse te beijar agora, tu não negaria.

— A gente é amigo, cala a boca.

— Mentirosa.

— Não minto, não pra ti.

Mas eu menti, não sei, naquele dia eu menti. Eu menti quando poderia ter dito o quanto gosto de ouvir a voz dele, e aquelas bobagens. Ou os olhos dele, e a risada gostosa que ele dá toda vez que eu digo alguma bobagem ou troco alguma palavra. Mas ele não precisava saber, mesmo.

— Tudo bem.

— Tudo bem?

— Sim.

— Lucas?

— Meu nome, não gasta.

— Idiota.

— Por que mulher só sabe me chamar disto? — ele riu, com aqueles dentinhos brancos e levemente para o lado. A barba mal feita se mexeu junto com as bochechas grandes e macias, e eu me obriguei a sorrir.

— Vejamos… Tu só quer dinheiro e sexo. Claro, mulher adora isso em um homem.

— O que as mulheres querem então?

— Vejamos… — eu quero algo tipo tu, mesmo idiota. É, seria perfeito. —Alguém generoso e carinhoso, mas que também fosse engraçado. Ser engraçado é muito importante sabe?

— Eu sou engraçado.

— É… não. — mas ele era, muito. Não havia uma vez que ele não tinha conseguido arrancar um sorriso de mim, mesmo quando eu tava em meus piores momentos.

— Tu fala como se fosse muito engraçada, e meiga também né?

— Eu sou uma pérola, que isso! Todo mundo sempre ri, oras.

— Eles riem da tua tentativa, e pra não perder a amiga também né, Alice?

— Ah então por favor, parem de fazer esse favor!

Fiquei emburrada. Não gostava muito quando ele me criticava ou qualquer coisa do tipo. Ele conseguia — e era o único — me diminuir tanto ao ponto de eu me sentir invisível ou quem sabe… um monte de nada.

— Não fica assim, que saco.

— Assim como?

— Assim com essa cara de brava. Fica parecendo uma porquinha.

— Já pareço uma.

— Deixa de ser idiota, velho. Tu é linda.

— E porcos voam, e o Papai Noel existe e o Coelhinho da Páscoa tá sentado ali na outra mesa, tá vendo?

— Sabe o que te falta?

— Paz? Sossego? Férias de ti?

— Não, tu precisa de um espelho.

— E tu precisa sair da frente deles.

— Não precisa me insultar, porquinha.

— Cala a boca, gordo.

— Isso é excesso de gostosura… Agora vem aqui.

— Quê?

— Quero te dar um beijo, oras.

— E eu quero te dar um tapa, mas a gente não pode fazer tudo o que quer né?

— Se eu te beijar, eu vou apanhar?

— A chance é bem grande sabe?

— Então eu me arrisco. […] Camila Reis

Dizem que o coração é apenas um órgão que bombeia o sangue. Mas quem explica o aperto que ele dá quando você vê alguém que ama em perigo ou indo embora? Quem explica o batimento acelerado quando te beijam ou apenas te olham? Quem explica o que acontece com ele quando a gente está em prantos? Ele bate devagarinho, meio choroso… Quem explica? Ninguém consegue explicar, pois não tem explicação. O nosso coração não é apenas um órgão bombeador de sangue, ele é muito mais que isso: é a residencia dos nossos amores.
—  Quem explica o coração? - Amanda Martinez.
Eu esperava suas mensagens de madrugada e você nunca sequer uma ligada deu. Eu esperava cartas de amor feitas em um dia de tédio, pelo menos inesperada, e você nem se importar, importava. Eu pedia carinho, e você nem retrucava. Eu me humilhava por você, e hoje em dia quem implora pelo meu amor não sou eu. Eu lembro que, esses últimos dias eu estava mirando você de longe, e tu me olhava com um tipo de “Eu te amo, volta.” Mas… criei a pura coragem de virar o rosto e prosseguir. Você ria da minha cara quando eu dizia que te amava, você me esnobava quando eu esperava um “oi” no msn. Você não me perguntava se eu estava bem quando me via chorar na tua frente. Você me respondia como quem não queria nada com nada. Eu acreditava nas tuas palavras no começo, eu acreditava que a gente estaria hoje firme pra continuar e prosseguir no momento, mas não… Sofri? sofri. Noites em claro sem ter uma solução pra me ver feliz, dias sem nem levantar da cama pensando no que fazer pra recuperar tudo. Não foi facil, porém, hoje eu estou aqui, forte e pronta pra seguir a vida. E você? Será que é o mesmo molequinho de sempre? Há quem falam: “Existem meninos que tem mais mentalidade que um homem.” Só que você é um babaca, desculpe-me o palavreado. É que eu não quero me rebaixar ao teu nível. Filho, tua coroa já caiu faz tempo. Enquanto eu implorava pra ser o seu desejo, você me fazia de chão. Mas hoje, quem não muito escolhe sou eu. Finge que eu morri pra você, beleza? Finge que eu sou águas passadas, que eu não volto mais. Por que… meu amor, tua pose de bam-bam-bam já caiu faz tempo. Tua mascara foi revelada e tu realmente é um merda. É um merda mesmo. Corre atrás da tua dama agora, por que a tua rainha já tá em outra. E pode ter certeza, hoje ela olha pra tua cara e ri, ri ironicamente por tanto desgosto que tem de você. E você chora por ela, né? Ela pensava em ti, você não pensava em nada. É, a fila anda. Não deu valor, tu me perdeu. Nem corre atrás. Agora eu mando e desmando na minha própria vida. Pois quero escolher, cansei de ser escolhida.
—  Acorda amigo. Hoje tu esnoba, amanhã você chora pelo motivo.

Ei , meu pequeno …. onde você está agora ? Espero que esteja bem , e melhor do que aqui . Tenho que parar com essa idéia egoísta de querer você aqui , mesmo que esteja sofrendo . Eu sei , foi o melhor. Deus acabou com a sua dor, não é mesmo ? Foi melhor ( … ) Mais dói , é horrível saber que você não vai mais estar aqui .… oh , meu pequeno …. está doendo tanto , mais tanto . Queria poder trocar a minha vida pela sua , mais a triste realidade , eu não posso . Eu tenho que superar e aceitar isso . Estou pensando … como vai ser sem você ? Não me vejo seguindo em frente sem você …. mais eu vou ser forte, sei que você não iria gostar de me ver nesse estado . Ei , meu pequeno , onde você está ( …) é melhor do que aqui , não é mesmo ? Tenho certeza que é . Eu não pude fazer nada para evitar , e me sinto um lixo por isso . Desculpa não estar ao seu lado . Desculpa , desculpa ( … ) Fiz tudo o que estava a meu alcance …. . Ei , você não sabe o quanto está doendo tendo que aceitar o fato de não ter mais você . E quando eu estiver mal , quem vai me fazer rir que nem uma boa ? E quando eu estiver preste a largar tudo pro alto , quem mais me dar forças pra seguir em frente ? E quando eu quiser um abraço , quem vai dizer que está ao meu lado e que tu vai ficar bem ? Pois bem , você não está mais aqui , sempre que isso acontecer , vou usar as lembranças … Ei , espero que você esteja melhor . Estou tentando acreditar nisso tudo , ainda tenho esperanças de ouvir você falar : “eu sua chata, eu estou aqui sua besta , eu te amo ” . Parou . Eu tenho que aceitar a realidade , você não está aqui . Queria poder trocar de lugar com você ( …. ) Eu não tenho esse poder. Desculpa ( … ) Ei , meu pequeno , desculpa nunca ter dito o quanto eu te amava e o quanto precisava de você , desculpa se não agradeci tudo o que você fez por mim . Obrigado por me mostrar o verdadeiro valor da amizade . Obrigado por ter entrando na minha vida , obrigado por ter feito parte da minha história . Eu te amo meu pequeno , onde quer que você esteja , nunca esqueça disso . Eu te amo , pra sempre , Pietro , meu grande e fiel amigo .

Chega de viver nessa nostalgia, preciso me libertar de tudo que me prende a você, já estou cansada de viver trancada nesse quarto lamentando a sua partida. Você superou tudo tão rápido, como fizeste isso? Cansei de me acabar em lágrimas enquanto você esbanja sorrisos por ai. Finalmente decidi sair desse buraco, e pretendo sair sem nenhum arranhão, vou me reerguer e vou voltar a viver, vou voltar a ter a vida que você tirou de mim. Estou dando delete em tudo que ficou pra trás, inclusive em você, irei começar do zero. Me sinto pronta pra seguir em frente, assim como você fez. Quero conhecer pessoas novas, e quem sabe até um novo amor me apareça, só que dessa vez eu não serei mais aquela menina tola, agora eu já aprendi a lição, já sei me virar sozinha, não sou mais dependente de ninguém. A vida já me ensinou o bastante, já tive quedas demais e agora sou eu quem vai ensinar. Talvez eu  esbarre em você por ai, Talvez você não me reconheça, não serei mais a menina bobinha que você e a vida cansou de pisar em cima, cansei de ser boa o tempo todo. Pessoas boas só se fodem, para falar o português bem claro. Afinal, um pouco de maldade não me fara mal algum, não é mesmo?! […] (esquecendo-me)

Sim, eu sinto falta e não é pouco, mas do que adianta ficar repetindo isso a todo momento? Será que isso irá te trazer para perto de mim? Acho que não, mas não vou mais correr atrás, se quiser que venha, mas se vier que seja pra ficar, cansei de idas e vindas, não quero mais essa coisa de voltar e fazer promessas que serão quebradas, a escolha é sua se vier fique, se não for pra ficar não venha, não venha me fazer sofrer, não venha me fazer chorar, não venha me iludir com palavras, é isso não venha. Eu sei que se vier irá me fazer sofrer e se não for me fazer sofrer agora poderá ser em breve.
—  Bia (just-silly-dreams)

Rabisquei teu nome numa folha de caderno avulsa hoje. Só pra quando olhar pra lá lembrar de ti. Lembrar do teu jeito, do teu sorriso cativante. Tô te amando, perdidamente. É estranho isso, logo eu que sempre estive numa espécie de cárcere amoroso. Mas parece que as coisas estão mudando agora, espero estar seguindo o caminho certo, fazendo a coisa correta, diferente de muitas escolhas anteriores, acho que agora estou tomando o rumo certo. Tô tentando ser feliz, tô tentando passar por cima dos obstáculos. O que me fazia mal, deixei numa espécie de lixo ambulante. Tô tentando ver só o lado bom, tentando enxergar só você. O tanto que tem me feito bem nenhuma outra pessoa conseguira antes. Ando pedindo à Deus para que não haja mais nenhuma despedida, não entre nós […] (Gabriel H | re-sentimentos)