oniricamente

Olhos azuis-cobalto (horas verde-primavera), coração de menina doce, alma de deusa grega. Minhas fantasias em relação a você correm desde linhas inocentes até o mais forte fervor de meus desejos. Seu nome não parará de ecoar, suas curvas jamais serão esquecidas, e minha vontade de te consumir em amor nunca cessará.
—  Sobre aquela que flamejou meu coração
Gli equilibristi

Se esiste una relazione continuamente appesa ad un filo, quella è proprio la mia. Equilibrio precario, amore e odio che si mescolano in una pozione magica che ci beviamo da quasi 8 anni. Purtroppo non credo e non crederò mai nell'amore eterno perché la vità è troppo instabile per qualcosa che sia sempre stabile. È vero che l'amore é eterno finché dura. E la durata è l'unica dimensione di eternità in cui si può inscrivere qualsiasi rapporto d'amore terreno. Il mio è oniricamente un circo dove due equilibristi tentanto di stare in equilibrio ma spesso vacillano e poi ritornano stabili. Capita anche che cascano e si facciano molto male, pian piano si rialzano ritornano sul filo e cercano di trovare un nuovo equilibrio. In una tensione senza fine. Forse è questo che giova? O forse no? Non lo so, so solo che a fare gli equilibristi ci si potrebbe stancare e si potrebbe decidere anche di scendere dal filo teso della vita insieme. Ma poi non so perché si ritorna sempre in questi panni.

Às vezes seria bom dizer tudo. Mesmo que isso signifique expor os mais frágeis sentimentos, do tipo daqueles que não ter o menor sentido, que me fazem parecer uma ridícula, tola, idiota e qualquer palavra que englobe tudo isso. Simplesmente dizer pra esvaziar esse acúmulo, que é, de certo modo, até nocivo. Tem sido algo que não vem com caráter controlável e sem pitada de racionalidade alguma, mas a questão é: será que sempre negar dores que queimam meu coração é a melhor opção? Escrever isso só me satisfaz o direito de esvair profundezas da minha alma. Contudo, escrever e deixar salvo, para ler e reler sozinha, não apazígua essa carga que é mantida no meu coração. Por isso mandar pra você seria o mais apropriado, ou o menos drástico. Por todos esses motivos, não precisa entender, aliás, não quero que entenda.
There’s a moment in life you just wanna do nothing. Every single second, you try so hard to keep your vibes high, and one day a person, a situation, a word, an action, destroys you so deeply, makes you see everything you’ve done doesnt matter now. That’s why today i just wanna sleep. I just wanna lie down and stay. Tomorrow i can try again. Try to feel better, try to stand up. But… only tomorrow.
—  a tired soul
Às vezes seria bom dizer tudo. Mesmo que isso signifique expor os mais frágeis sentimentos, do tipo daqueles que não ter o menor sentido, que me fazem parecer uma ridícula, tola, idiota e qualquer palavra que englobe tudo isso. Simplesmente dizer pra esvaziar esse acúmulo, que é, de certo modo, até nocivo. Tem sido algo que não vem com caráter controlável e sem pitada de racionalidade alguma, mas a questão é: será que sempre negar dores que queimam meu coração é a melhor opção? Escrever isso só me satisfaz o direito de esvair profundezas da minha alma. Contudo, escrever e deixar salvo, para ler e reler sozinha, não apazígua essa carga que é mantida no meu coração. Por isso mandar pra você seria o mais apropriado, ou o menos drástico. Por todos esses motivos, não precisa entender, aliás, não quero que entenda, só me deixa falar.
—  Crise
Sabe a dor de amar alguém e saber que de modo algum isso será correspondido? A dor de saber que não há a mínima possibilidade de tê-la, pelo simples fato dela não gostar da mesma fruta, e mais ainda, pelo simples fato dela ser muita, mas muita areia pro seu caminhãozinho. Meu coração bate forte, grita e eventualmente chora por você. Te quero de um jeito louco e desesperado. Me afundar nos seus olhos sempre que os vejo, mas na verdade não poder desfrutá-los é complicado demais. Te quero aqui, te quero agora, pra sempre. Será que um dia eu ao menos vou poder dizer que há 4 anos sou apaixonada por você?
—  Para aquela que flamejou meu coração