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Fresno - “Manifesto” - ONErpm Sky Sessions

Watch on onerpmbrasil.tumblr.com

Após dez anos longe dos holofotes, a banda Bush volta à ativa com The Sea Of Memories. Ouça na ONErpm. A produção do novo álbum ficou a cargo de Bob Rock (Bon Jovi, Metallica, Aerosmith).

Com belos riffs de Chris Traynor, bateria potente de Robin Goodridge, baixo pulsante de Corey Britz, e excelentes registros vocais do frontman Gavin Rossdale, The Sea of Memories vem carregado de energia em 12 faixas inéditas compostas por Rossdale, experiente na arte de criar melodias.

O marido de Gwen Stefani tem seus momentos, com destaque para as balada “All Night Doctors” e “Be Still My Love”, e para o primeiro single do álbum a ganhar videoclipe, “The Sound of Winter”.

Bush já vendeu quase 20 milhões de álbuns no mundo inteiro, 10 milhões só nos EUA.

How Does Spotify Pay Artists? An Answer That Makes Sense!

How much does Spotify pay artists? It’s the biggest mystery in music. One independent artist claims to have received a measly $0.004 per stream. There was a rumor that Lady Gaga only earned $162 from a million streams. Even indie band Grizzly Bear chimed in to express their displeasure with the alleged slave wages of Spotify declaring that they only received $0.001 per stream. Some have even taken to restricting their music from the service altogether. Is it really that bad? are the payments that low?

In an interview with Hypebot D.A. Wallach, lead vocalist & songwriter in Chester French who works with Spotify as their “Artist in Residence.”, had this to say:

…We make money in two ways. We make money through advertising to free users, who have access to Spotify only on computer. The service is interrupted by ads, and the functionality is a lot like YouTube. There is no mobile option for free ad-supported users, either. Second, we generate revenue from selling subscriptions. In the U.S., a subscription is $120 a year. In the U.K. it is ₤120 a year, and in the E.U, it is €120 a year.

We aggregate all of this revenue from these two streams, and distribute back 70% in royalties based on a pro rata share in accordance with the popularity of a piece of music. For example, if one of your songs has been streamed 1% of the total number of streams in a month, you will get 1% of the 70% of royalties we pay out to rights holders.

According to D.A Wallach in order for anyone to calculate what artists earn from Spotify, in say a month, a few numbers are needed.

  1. Spotify’s revenue for the month

  2. Amount of dollars Spotify pays out to rights holders

  3. Combined number of streams

  4. Their number of streams

  5. Percentage of overall streams a song accounts for

Being that Spotify is a private company, we don’t have access to their revenue figures so here’s my hypothetical scenario based on real numbers that Spotify has released to the public. According to PrivCo, in 2011 Spotify generated 244 million dollars in revenue. In 2011 Spotify released U.S figures that showed there were over 13 billion songs streamed on Spotify in that year. 13 billion songs streamed doesn’t tell us how many times those 13 billion songs were streamed respectively but we’ll use that number being that that’s all we have.

$244, 000, 000/ 12 = $20,333,333 per month (Revenue for the month)

70% of 20,333,333 = $14,233,333.1 (Amount of dollars Spotify pays out to rights holders) 

13,000,000,000/ 12 = 1,083,333,333.333333 per month (combined number of monthly streams)

20 streams X 100/ 1,083,333,333.333333 = 0.00000184615%  (artist’s percentage of monthly streams)

0.00000184615%  X 14,233,333.1 = 0.26276867902 (artist’s royalties)

0.26276867902/ 20 = $0.01313843395 (artist’s per stream royalties)

So, if an artist on Spotify received 20 streams out of 13 billion and Spotify grossed 244 million dollars, that artist would have earned a little over a penny per stream. It’s pretty safe to assume that the 13 billion songs streamed were listened to more than once and the higher the amount of total streams, the lower the amount of per stream payout for each artist. At the same time, the higher the amount of revenue generated by Spotify, the higher the amount of per stream payout per artist. In addition, Spotify doesn’t accept music submissions directly from artists. As a result artists must submit through digital distribution companies like ONErpm, CdBaby and Tunecore.

Some of these distributors charge up to 15% of sales, from what I’ve seen, and have arranged their own rates with Spotify so what an artist can earn through them varies. For instance, from music I’ve released through CDBaby on average I see $0.004 per stream after their 15% deduction. With music I’ve released through a relatively new company called ONErpm, I receive $0.007 per stream after their 15% deduction. Artists signed to a label may have arrangements that are far less favorable. Aside from the digital distribution and label fees that are deducted from your per stream payout, a 10.2% publishing fee is deducted as well. What happens to that money? Well, I’ll save that for another post.

Source: Music Think Tank (by SF) 

Órbita, de Fortaleza, comemora rádio digital com show do Guillemots

DA ESQ. PRA DIR.: GREG, MAGRÃO, FYFE e ARISTAZABAL

O Órbita Bar, principal reduto da cena indie de Fortaleza, anunciou nesse sábado (1/10) a inauguração de sua rádio digital. Para comemorar, a banda britânica Guillemots dá o som da festa de lançamento no dia 15.

“Temos aqui uma casa de shows que é referência na cidade e no país.” disse o produtor Decco Fernandes ao blog da ONErpm. “Como somos muito fortes na internet também, resolvemos apostar em tendência, já que nossa credibilidade musical é top”, afirmou.

A rádio deve ter na programação artistas que tocaram no palco do Órbita, como também outros que os produtores pretendem levar para Fortaleza. “Apostando que temos um palco e uma rádio, posso linkar um ao outro. Logo, o que toca na rádio, eventualmente tocará em Fortaleza, a exemplo do Guillemots.”, conclui.

O quarteto tem entre seus integrantes o multiinstrumentista brasileiro MC Lord Magrão, Fyfe Dangerfield (voz, teclado e guitarra), Aristazabal Hawkes (percussão) e Greig Stewart (bateria e percussão). Indicada ao Prêmio Mercury de melhor álbum por Through the Windowpane, o grupo apresenta as canções de Walk the River, novo álbum lançado em abril.

O Guillemots é atração também do festival No Ar! Coquetel Molotov 2011, que rola em Recife no dia 14. No dia 13, a banda toca no Sesc Pompeia, em São Paulo, cidade natal de Magrão.

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Fresno - ONErpm Sky Sessions - Entrevista

Uma das bandas de rock mais bem sucedidas do Brasil, o Fresno assumiu o rock independente em todas as suas esferas. Nesta entrevista, os integrantes falam sobre a trajetória, a relação com os fãs e a internet e os desafios de ser uma banda completamente independente. A gravação em clima descontraído e intimista foi feita no topo do edifício Eiffel, prédio concebido por Oscar Niemeyer e Carlos Lemos, na Praça da República.

Pra noiz, todo santo dia é dia de virar a mesa, e a #OneRPM (@onerpmbr) tem sido uma grande parceira na missão de espalhar nossa música pro mundo inteiro! Lado a lado nessa corrida!

Made with Instagram
P&R: Entrevista com o produtor Bruno Montalvão

BRUNO MONTALVÃO, AGORA À FRENTE DA BRAIN PRODUCTIONS

Por Márcio Cruz

Conheci o produtor sergipano Carlo Bruno Rocha Montalvão, da Brain Productions, em 2007, cobrindo o Rec Beat, em Recife. Na época, ele era o produtor do Vanguart, a nova sensação dos festivais independentes. Eu era um repórter da então recém-lançada edição brasileira da Rolling Stone. Desencanado, otimista e carinhoso com seus pares, Bruno Montalvão respondeu a questões enviadas por e-mail há cerca de duas semanas, logo depois que polêmicas sobre a a qualidade da cena independente e da cobertura e isonomia do jornalismo musical eclodiram na coluna de um jornalista veterano na mídia impressa. 

Como você conheceu o Vanguart? Como chegou a ser produtor da banda?

A forma como conheci o Vanguart foi um tanto engraçada, mas também enigmática e surpreendente em todos os sentidos. Estava num momento de plena produção e definição dos artistas que iriam participar do projeto MTV Banda Antes na Estrada, uma especie de mini-festival itinerante que iria percorrer diversas capitais do Nordeste, com 06 artistas novíssimos - para a  época, 2006 - do rock nacional, entre eles: Daniel Belleza & Os Corações em FúriaEcos FalsosZefirina BombaRock Rocket e Faichecleres. Por enquanto a idéia era levar apenas cinco bandas, eu já tinha ouvido falar da Vanguart por um novo amigo que havia feito na época (2005), o Pablo Capilé, que movimentava e movimenta até hoje a cena cultural em Cuiabá, e agora em todo o Brasil. Mas não havia me decidido, esperava por um show talvez, mas eles sendo de Cuiabá, seria improvável eu ver há tempo do projeto decolar. Eis que um dia, de passagem na Augusta com meu amigo Ricardo Spencer, estávamos indo para a casa de Duda Machado, batera da Pitty. E cruzamos com um cartaz na rua, com o nome da Vanguart. Era uma festa do Finatti, e eles iriam tocar. Ali do lado, pensei: - Vamos lá!! Ficamos na casa do Duda tomando umas, e dai fomos para o show, lembro que na quarta música já estávamos os três nos entreolhando sem acreditar no que víamos, aqueles garotos, tão cheios de atitude e sonoridade diferenciada, um folk meio beatles, meio Neil Young, meio Radiohead, meio Travis… sei lá, era estranho e muito familiar, e muito bom, e muito tocante. As músicas eram do ep “Before Vallegrand”, eram apenas 5 temas e mais algumas antigas, o resto do show preencheram com covers de Velvet UndergroundThe BeatlesNeil Young etc. Lembro que após o show fomos ao camarim, falar com eles e a confraternização foi natural e muito forte, o convite para o projeto com a MTV já veio ali. Daí em diante, muita água passou debaixo desse rio, vivemos muitas coisas boas e lindas e também passamos por alguns contratempos, sempre buscando aprender muito com isso. Acredito que o trabalho que o Vanguart faz, é muito nobre, tem muito sentimento investido ali, e muito carinho, muito respeito entre todos. Eles acabaram de lançar um disco novo, feito com muito suor e que demorou a sair porque foi bem maturado, acredito, é um trabalho que diz muito sobre o que a banda é e sente, gosto muito do trabalho final desse novo álbum deles Boa Parte de Mim Vai Embora (Deck/Vigilante - 2011).

Qual o seu papel na produção do Vanguart hoje em dia? 

Atualmente cuido da venda de shows e produção executiva em total parceria com a banda, da forma mais direta possível: dialogamos sobre cada data, as condições do shows e contratação, os detalhes todos que envolvem a produção. É um processo novo, estamos aprendendo juntos como fazer, acredito que vai dar muito certo porque é honesto e feito com coração.

Quem mais gerencia os negócios deles?

A banda está num momento de auto-gestão com alguns parceiros e eu sou um desses parceiros. Gosto quando o artista participa do processo todo, acredito que ele fica mais envolvido com o que está fazendo e não só com a parte artística. É importante hoje em dia você estar cada vez mais próximo do que está produzindo, e da sua própria realidade, isso sem falar do seu público, no caso de bandas e artistas ligados à música.

O que mais anda fazendo?

Brain Productions é uma pequena produtora independente aqui em São Paulo. Cuidamos da agenda de alguns artistas independentes como Pública (de Porto Alegre, RS), Quarto Negro e Visitantes (de São Paulo), Los Porongas (do Acre),Patrícia Polayne e The Baggios (de Sergipe), além do Vanguart - com quem já temos uma parceria de quase cinco anos. No caso, hoje cuidamos mais da venda de shows e da possível divulgação desses artistas, além de estar sempre atento ao que está acontecendo no mercado musical de agora, para sempre se co-relacionar com as novas linaguagens e possibilidades de divulgação do artista e do seu trabalho. Plataformas novas como a ONErpm servem para isso, são novas formas de se vender e divulgar o trabalho artístico, principalmente para artistas novos, de trabalhos autorais e independentes. Ainda sobre a Brain, estamos estudando uma possível mudança de nome para Brain Produções, já existe até um trabalho de identidade visual todo novo sendo feito por um amigo e parceiro de Aracaju, Raphael “Mingau” Borges. Também estamos estudando novas parcerias e projetos para o ano que vem, e artistas novos podem surgir em breve no nosso casting.

O Álvaro Pereira Júnior, jornalista da Folha de São Paulo, criticou o sistema de financiamento privado-público dos Sescs e os festivais independentes da Abrafin como sendo o reflexo do Lulismo na cena independente… (leia texto aqui).

É eu li sobre isso, em parte concordo com o Álvaro porque realmente muitos de nós ficamos reféns do sistema Sesc para poder pagar as contas e manter o trabalho artístico vivo e crescente. Os festivais no Brasil são muito bons, são essenciais, em termos de movimentação do artista no cenário e no mercado independente, mas eles sozinhos não pagam os custos de um artista médio que seja, o papo de “olha estamos divulgando o seu trabalho” ou “o artista tem que circular para ser visto e valorizado” é importante, mas não paga as nossas contas. Todos tem contas, o cara do festival, o produtor da banda, a banda, os técnicos envolvidos, os divulgadores, tudo tem seu valor embutido. Tudo tem que ser medido. Já a arte, essa tem uma mesuração completamente diferenciada, pois não se pode medir o valor artístico de uma obra. Enfim, é um longo papo, ficaríamos horas aqui discutindo sistemas, possibilidades de shows, projetos culturais, artísticos, festivais, etc. O mais importante é saber que no Brasil estamos conseguindo construir um diálogo aberto entre todas as frentes: donos de casas de shows, produtores, artistas e bandas, coletivos, Fora do Eixo, produtores de festivais, Abrafim; e em muitas vezes os Sescs, Sesi, Itaú Cultural e todas as entidades privadas que apóiam as artes neste país; todos estão envolvidos num processo muito maior que é o da distribuição plena da nova música brasileira. Para isso é preciso abrir frentes novas, e explorar de maneira inteligente as fontes antigas, com projetos que atraíam não só a atenção dos Sescs, como do público e da mídia especializada. O papel do Sesc e dos festivais hoje no Brasil é de suma importância, pois são eles que movimentam a cena, seja fazendo o artista circular por todo o Brasil (via coletivos, rede Fora do Eixo e festivais da Abrafim), seja fazendo o artista ter segurança para montar seu shows da maneira como idealizou e também poder pagar todas as contas envolvidas numa produção (via Sescs, Centro Culturais públicos e privados etc). Estamos sempre atentos ao que está acontecendo no mercado e procuramos manter um diálogo sempre aberto com os parceiros da Rede Fora do Eixo, e também com as demais entidades que ditam a cultura nesse país (aqui o Sesc tem papel de suma importância), buscando sempre atender e oferecer as melhores oportunidades para nossos artistas. Agora, voltando ao Álvaro Pereira Jr, acho que ele está um tanto tempo fora da realidade do Brasil, precisa circular mais pelos festivais para ver in loco o que está acontecendo e como está acontecendo, assim poderia criticar com mais profundidade, a atual cena musical brasileira.

Acha que o Vanguart está na mesma posição que estava há cinco anos?

Não. acredito que a banda cresceu muito nesse tempo, e em todo o tempo que estão juntos. Como disse antes, muita coisa passou debaixo dessa ponte. Isso serviu para todos, acredito, como um belo e proveitoso aprendizando. Muito disso empreenderam nesse último trabalho Boa Parte de Mim Vai Embora, que mostra bem o amadurecimento deles nesse tempo. Acho que São Paulo ajuda também a mudar as coisas, aqui as oportunidades surgem mais e quase sempre.

Na sua opinião, quais outras bandas e produtores atuam no mesmo espectro que o Vanguart, em termos de popularidade e público?

O Brasil está cheio de bandas muitos boas, e produtores idem. Poderia citar várias, mas vou dar exemplo de algumas mais próximas como Garotas Suecas (que já fez diversas turnês pelos EUA, lançaram disco por lá, estão se consolidando cada vez mais no mercado indie americano, mesmo cantando em português e tendo uma sonoridade muito difernet para os padrões americanos, acredito), eles são pró-ativos, gostam de participar de todo o processo de produção e fazem disso a diferença; outra banda que trabalha muito bem com seu público e produção é o pessoal da Móveis Coloniais de Acaju, que além de gravar discos e clipes belíssimos, mantém um projeto sensacional em Brasília, o Móveis Covida onde fazem shows com diversos artistas novos de todo o Brasil; mais recente observo a organização dos caras do Apanhador Só (de Porto Alegre), do menino-prodígio Nevilton (de Umuarama, PR), dos sensacionais Macaco Bong (de Cuiabá) e do pessoal da Quarto Negro (de São Paulo), banda que mais me surpreendeu nos últimos tempos, em termos de música e cuidado com produção, dos clipes, do vinil que está por vir. Merecem o espaço que terão em breve, são caras muitos talentosos e fizeram um disco muito bonito “Desconocidos”, que será lançado agora em novembro pelo selo espanhol Daruma Records.

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¡Sesión Acústica de Los Makenzy!

Escuchen Aura en formato acústico para ONErpm/DUCK Studios Sessions. 

Bandas brasileiras se apresentam no CMJ, em Nova York

 

Loop B, uma das atrações do Brasil Music Exchange Showcase, amanhã, em Manhattan

O CMJ é um encontro entre selos, gravadoras, produtoras e, por que não, artistas. Realizado em Nova York, e em sua 31ª edição, é um espaço ideal para bandas em começo de carreira ou que estão espera daquele empurrãozinho para chegar ao estrelato, seja na constelação indie ou na mainstream.

Não é a toa que, o CMJ é mais um dos palcos escolhidos pela Brasil Music Exchange para a promoção de artistas brasileiros. A iniciativa da BM&A, associação privada fundada em 2001 que visa a promoção da música brasileira, já realizou edições do Brasil Music Exchange Showcase no SXSW, em Houston, e já esteve presente na Bafim, na Argentina, entre outros festivais.

Amanhã (dia 20, qua.), apresentam-se em show do Brasil Music Showcase, no Dominion, a banda paulistana Holger, o percussivo Loop B (ouça na playlist abaixo), a cantora neotropicalista Beatriz Azevedo e Dende & Band.

Dominion NY 428 Lafayette St, New York, NY, 10003
11PM Doors 21+
TIX ADV $10/DOS $12/FREE w/ CMJ BADGE

Onerpm Connnects You To A Global Audience

The Company: Onerpm

Who They Are: Onerpm stands for “One Revolution People’s Music” and is a digital distribution company focused on maintaining the artist’s control over their outreach. Born out of the struggling survival of record labels, the company was launched in 2010 as a way to forge more direct links between a songwriter and the delivery of their music to various digital streams. The company initially worked with mostly Latin American artists, with their top artist garnering 200,000 plays a day, and distributing music for bands such as Canada’s Metric to the Latin American market. As one of the fastest growing global music networks, Onerpm is beginning to focus on building relationships with North American artists.

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iTunes inaugura escritórios e loja brasileira em São Paulo, em dezembro

Por ONErpm

Depois de anos de rumores, parece que finalmente o iTunes abrirá escritórios no país. A notícia foi divulgada em blog da revista Época.  

Serão dois escritórios: um voltada para a venda de músicas e outro para administrar operações para a América Latina. 

O blog erra, no entanto, ao dizer que artistas brasileiros estavam de fora do mercado mundial proporcionado pelo iTunes ignorando o trabalho da ONErpm, pioneira na intermediação de artistas para lojas digitais como a loja mundial da Apple, além de Spotify, e-music, Grooveshark, e das brasileiras Sonora, Uol Música, entre outras. 

ONErpm Launches Cutting-Edge Analytics Suite Correlating Music Sales, Streams, and Socials For Artists and Labels

Free to ONErpm Customers, the Global Digital Music Distribution Company’s Tool Provides Valuable Daily Insights for Audience Growth

November 5, 2015, Nashville, TN… ONErpm (ONE Revolution People’s Music), has launched a robust analytics suite that pulls data daily from the major digital music and social media platforms like Spotify, YouTube, Apple Music, Facebook, Twitter, and Instagram to help measure the impact of social marketing on music sales, streams, and audience growth. This powerful tool is provided at no additional cost to ONErpm’s 27,000 artists, labels, and YouTube creators globally.

Within the analytics dashboard, artists and labels can track activity by album, YouTube channel, and country over specified time periods and chart Facebook, Twitter, and Instagram new page followers (and unfollows) for the same periods. The daily reports integrate a greater level of intelligence into ONErpm’s system. By equipping artists and creators with these insights, they can see how their social media strategy correlates to their success on digital music platforms in real time. If there isn’t a direct correlation, they can adjust their strategy. Additional features rolling out soon include more expansive social tracking to capture other types of engagement such as comments and shares.

ONErpm provides an open platform that enables any artist in the world to deliver their music to the major music streaming platforms at no initial charge. Consequently, the company has seen a 30% growth in streaming revenue during each month of 2015. As the shift to streaming as the primary form of music and video consumption continues to accelerate, supplying an analytics tool to help creators make sense of their audience growth strategies on both social media and monetized content platforms was the next logical step for the marketing focused distribution company.

Emmanuel Zunz, CEO and Founder of ONErpm commented, “Having an integrated and multi-platform strategy that revolves around audience growth is key to a creator’s success in the era of streaming. These analytics help us and our clients make better sense of their audience across multiple platforms so that together, we can better tailor our marketing to drive revenue growth.”

About ONErpm

ONErpm is a full-service, leading digital music distributor and YouTube MCN with 1,500 YouTube creators in its network. The company works with over 27,000 artists and labels worldwide, ranging from up-and-coming artists to established talent across all genres.  ONErpm is dedicated to creating new tools and solutions to enable artists and YouTube creators to better navigate the constantly evolving digital landscape. For additional information, check out www.onerpm.com or email support@onerpm.com.

Zunz is available for interviews and demos of the ONErpm platform.

Contact:
Katharine Richardson
kate@richlynmarketing.com
(615) 970-7474
 

5Q Humberto Gessinger

Humberto Gessinger, líder da banda Engenheiros do Hawaii, acaba de lançar seu álbum solo “Insular” em parceria com a ONErpm e a gente conseguiu fazer 5 perguntas para o músico.

ONErpm: Em sua carreira - desde o Engenheiros do Hawaii até seu trabalho solo - tivemos muitas mudanças na forma como as pessoas ouvem e consomem música e, consequentemente, no mercado. Em sua opinião, quais os pontos (positivos e negativos) mais significativos dessa mudança?

Humberto: Maior agilidade é um ponto positivo. Poder falar mais diretamente com quem se interessa pelo teu som sempre é bom. Por outro lado, o excesso de informação pode deixar o pessoal mais desatento e insensível. Pesando prós e contras, acho muito melhor estar na estrada hoje do que nas priscas eras pré www. 

ONErpm: Conte pra gente quando você percebeu a importância dos meios digitais para seu trabalho e como você passou a lidar com essa nova forma de produzir, distribuir e divulgar música.

Humberto: Foi um lance natural, as ferramentas foram pintando e se incorporaram no cotidiano, sem grandes rupturas. O fato de eu pertencer a uma grande gravadora talvez tenha atrasado um pouco, eles foram lentos para reagir ao que estava acontecendo. Mas mesmo assim lembro de ter conseguido liberação para lançar demos no site dos EngHaw antes do lançamento de discos e de outras ações que hoje parecem pouca coisa, mas na época eram conquistas.

ONErpm: Profissionais do mercado, jornalistas e até mesmo o público apontam uma fragmentação cada vez maior no modo como as pessoas ouvem e consomem música, passando por vídeos compartilhados por amigos, downloads (legais e ilegais), streaming em diferentes sites, aplicativos, além dos meios tradicionais como rádio e TV. Como isso impacta sua carreira e como você lida com essa fragmentação?

Humberto: Parece que o lance se acumulou nos extremos: numa ponta fragmentos cada vez menores, mais segmentados. No outro lado, os blockbusters da grande indústria, mega-produções. Eu tento tirar proveito das oportunidades sem deixar que nada contamine minha música. Ela já circulou em LP, K7, MD, CD, online… talvez no futuro eu emita por telepatia (hehehehehe). Mas por mais que os suportes e os meios de divulgar mudem, há algo que permanece (talvez desde reuniões em colta da fogueira na pré-história), a expressão artística.

ONErpm: Como você elabora a estratégia de lançamento de um novo trabalho? Quais os pontos mais importantes na hora de se planejar?

Humberto: Cercar-se de pessoas talentosas que entendam tua arte.

ONErpm: Se você estivesse começando sua carreira hoje, quais seriam seus focos de trabalho para atingir, conquistar e expandir sua base de fãs?

Humberto: Acho que um sinal de respeito do artista em relação ao fã é não pensar nele. Se o cara pensar em “conquistar e aumentar base de fã ” já começou errado. Tem é que buscar o acorde certo e a palavra exata. E correr o risco de que sua música não agrade a ninguém.

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Ouça o álbum “Insular”: iTunes | Rdio | Deezer