olhar de cachorrinho


— Você tem mesmo que viajar? — perguntei para o garoto à minha frente. Ele assentiu, hesitante, e passou as mãos pelos cabelos loiros. — Danny, não vá, por favor. Eu não gosto de ficar sozinha, não tenho com quem brincar.

— Não se preocupe, eu nunca vou te deixar sozinha — ele me puxou para um abraço. — Meus pais não vão demorar muito na China. 

— Sério? 

— Sim — Danny sorriu. — E você tem o Ward e a Joy enquanto eu não estiver.

Me afastei, cruzando os braços.

— Não gosto da Joy, ela é muito metida!

Danny Rand riu, assentindo. 

Era verdade, a garota era muito mimada e adorava humilhar quem não estava no mesmo nível social dela. Ward, seu irmão, não era diferente, mas se salvava em alguns aspectos. Danny, Ward e eu adorávamos brincar no grande salão luxuoso, com skates e às vezes espadas de brinquedo enquanto Joy ficava de longe observando.

Na maioria das vezes eu gostava de estar na Rand Enterprises. Isso por que meu pai é sócio de Wendell Rand e Harold Meachum, mas muitas vezes minha família era excluída dos negócios. Tio Wendell fazia de tudo para que o meu pai estivesse ciente de tudo que acontecia entre a empresa e os clientes.

— Tive uma ideia! — Danny exclamou, e correu até o quarto dos pais, voltando com uma pequena caixa preta nas mãos. Sentando-se na minha frente, ele abriu, revelando duas alianças brilhantes. — Vamos nos casar.

Alternei o olhar entre o meu amigo e as alianças, que sem dúvidas nos trariam problemas assim que tio Wendell e tia Heather descobrissem que pegamos.

— Pode repetir? É que eu não entendi muito bem.

— Estou dizendo que quero que você se case comigo, mas não de verdade — ele disse pausadamente. — É uma garantia de que vou voltar da China. Quem viaja para longe e deixa sua esposa esperando?

Tentei controlar a risada, mas era impossível.

— Mas essas coisas não são dos seus pais? 

— Sim, mas eu não ligo se eles brigarem — ele sorriu. — Se isso te deixar mais calma, não tem problema.

Em uma situação normal eu não estaria preocupada. Porém algo me dizia que essa viagem daria errado. E as alianças, apesar de serem lindas e o Danny ser um fofo, não me deixavam mais calma.

Mas ver na minha frente o garoto de dez anos, segurando um par de alianças e com um olhar de cachorrinho sem dono era demais pra mim. Eu decidi aceitar e fingir que aquilo bastava.

Saltei da cama e percebi que estava no quarto da minha casa. Não passava da meia noite. Eu provavelmente não conseguiria dormir novamente.

Lembrar do Danny era sempre a pior parte dos pesadelos. A promessa que ele fez de que voltaria e que nunca me deixaria sozinha doía em meu coração ao imaginar o avião caindo, e todo o desespero do menino. Se eu o conhecia bem, ele iria até a mãe, tentaria salvá-la a todo custo. E então, quando Heather estivesse à salvo, correria até o pai e o abraçaria.

Ele deve ter feito isso, eu nunca ia saber.

Peguei no criado-mudo o jarro com água e coloquei um pouco em um copo, bebendo em um gole. Tentei pensar em qualquer coisa que não me lembrasse a infância, e acabei indo direto para a Rand Enterprises. Tinha muito trabalho acumulado, e estava começando a pensar que Direito não era o meu emprego dos sonhos. No final, tudo lembrava a minha infância.

Então um barulho me fez pular de susto. Algo na sala devia ter caído e quebrado, mas não fazia o menor sentido. Todas as janelas estavam fechadas então não poderia ser o vento.

Alcancei no canto do quarto o bastão de treino, empunhando-o e caminhando lentamente até a porta do quarto. Eu poderia pegar o celular e ligar para a polícia? Poderia, mas então de que teria valido o treinamento de anos em ninjutsu?

Abri a porta, ouvi passos se afastando e resolvi seguir. Desci as escadas sorrateiramente, apertando o bastão com força, esperando qualquer ataque.

Avistei na cozinha um homem de costas. Era alto e tinha cabelos cacheado e loiros. Suas roupas não eram das melhores e aparentavam não ver água e sabão há quinze anos.

O homem não percebeu que eu estava ali. Pegou um retrato que estava sobre a mesa, olhando-o com atenção. Murmurando algo, ele pareceu triste. Abaixou-se, aparentemente chorando, e secou as lágrimas na manga da camisa velha.

Aquele era o retrato da minha família. E eu não poderia estar mais confusa. 

Nisso, o homem loiro se levantou, e percebi que estava descalço. Era um hippie? Eu não sabia, mas tinha que pôr um fim naquela invasão à domicílio.

— Quem é você? — indaguei, apontando o bastão em sua direção de forma ameaçadora. — E por que entrou na minha casa?

Ele ergueu os braços em rendição.

— S/N? Você está… linda — ele se virou para mim, revelando um par de olhos azuis avermelhados por conta do choro, e ao mesmo tempo surpresos. — Ah, Deus, ainda bem que você…

Ele vinha em minha direção, mas eu o parei, batendo o bastão em sua perna, o que o fez parar no mesmo lugar.

— Como sabe o meu nome? 

— Eu sei tudo sobre você — ele sorriu desajeitado, ainda tomado pela dor que lhe causei. — Bem… quase tudo, sei que você ama gatos, me disse que sua casa seria cheia deles quando você crescesse.

— Não tenho nenhum gato — estreitei os olhos, sem abaixar a guarda. — E sugiro que vá embora, ou eu chamo a polícia.

Ele engoliu em seco, levantando novamente as mãos.

— Eu sou o Danny. Daniel Thomas Rand — ele parecia desesperado para que eu o reconhecesse. — Por favor, S/A, você tem que se lembrar de mim. Ninguém acredita que sou eu.

Eu senti como se tivesse levado um tiro. Meu coração começou a palpitar e senti o ar escapar dos meus pulmões. 

Ele lembrava muito do garotinho de dez anos que eu conhecia. O cabelo, os olhos e até o jeito de falar. Ele até me lembrou de algo que lhe disse uma vez, sobre ter muitos gatos. Era um sonho de criança, apenas bobagem. Mas eu não podia acreditar em qualquer um, ele poderia ser só alguém interessado na fortuna da família Rand.

— Danny Rand está morto — rosnei, mas era difícil para mim dizer aquilo. — Vou avisar pela ultima vez, vai embora daqui ou eu chamo a polícia.

Ele pareceu arrasado.

— Eu sei que você acredita em mim — ele juntou as mãos, implorando. — Você lembra daquele dia quando quebramos sem querer o vaso de flores preferido da sua mãe?

Ele se aproximou rapidamente, e eu o acertei novamente com o bastão.

— Não chega perto!

— S/N…

Ele ignorou o meu aviso e se aproximou mais, e daí não tive escolha senão atacá-lo. Desferi um soco contra seu tórax, que o fez cambalear para trás, surpreso. Nisso ele bloqueou um chute lateral, me fazendo quase perder o equilíbrio. Tentei mais um chute, e para desviar de suas mãos, saltei para trás. Ele se abaixou, me dando uma rasteira da qual desviei e fingi cair no chão.

Permaneci imóvel no chão. Ao vê-lo avançar hesitante, acertei um chute contra seu abdômen, que o fez cair de costas no chão, rolando com a dor do impacto.

Fui para cima dele com toda a raiva que um ser humano pode carregar, olhando no fundo dos seus olhos. Ele invadiu a minha casa, fingiu ser o meu amigo de infância e agora ele… ele estava rindo?

— Você luta bem — ele disse entre o riso. — Onde aprendeu?

— Fui treinada desde a infância — falei, achando sua alegria repentina muito estranha. — Mais precisamente desde os dez anos, quando você morreu, não é, Danny?

— Eu não morri — ele disse, sem qualquer aviso girando o corpo e me fazendo cair no chão, ficando sobre mim. — E eu sou o Danny Rand legítimo.

Grunhi de frustração.

— Eu não acredito em você — era mentira. Eu queria acreditar.

Nisso ele, ainda sobre mim, mostrou a mão esquerda e um anel brilhou em minha frente. Era mesmo o Danny, ninguém sabia sobre a brincadeira que fizemos quando éramos crianças. Ele deu um risinho cínico.

— Somos casados, lembra?

O empurrei com toda a força que consegui, fazendo-o cair para trás. Dessa vez eu estava com tanta raiva que poderia socá-lo.

— E por quê não me mostrou logo? — gritei.

— Você não deixou! — ele se defendeu, serenamente. Sua calma excessiva estava me irritando.

— V-Você é o Danny Rand… Droga, eu tô sonhando de novo — senti meu corpo tremer descontroladamente. Ele veio até mim, segurando levemente os meus ombros, me fazendo olhá-lo nos olhos.

— Ei, calma — ele sorriu, inocente. — Eu estou aqui na sua frente, você não está sonhando.

— Mas o avião caiu na China — falei, tentando me situar. — Como é possível que você esteja vivo?

Danny suspirou, segurando minhas mãos, e nos sentamos no chão.

— É uma longa história — disse. — Basicamente fui salvo por monges e criado em K'un-Lun, é um lugar onde…

— Eu sei o que é K’un-Lun, sei o que fazem e sei onde fica — o interrompi, mais uma vez deixando-o surpreso.

— Então sabe sobre o Punho de Ferro? — vi seus olhos brilharem de ansiedade. Provavelmente isso era algo que ele queria contar a alguém há muito tempo.

— Sei, mas o quê…

— Quer ver uma coisa legal? — desta vez ele me interrompeu, levantando-se num pulo. Ele cerrou o punho e fechou os olhos, concentrando-se. 

Lentamente sua mão começou a brilhar. 

— Eu sou o Punho de Ferro.

Meu queixo caiu e eu não podia estar mais surpresa. Eram tantas informações em uma noite só que eu não conseguia acompanhar.

— Isso é incrível — sorri.

— É sim, eu sei. Então, S/N, posso passar a noite aqui? — ele mudou de assunto. — Sabe, dormir sob uma árvore no parque não é muito confortável.

Me perguntei se Joy e Ward acreditaram que ele era o Danny de verdade. Provavelmente não, eles são tão egoístas que devem ter o expulsado da empresa e colocado seguranças para mantê-lo longe.

— Claro, Danny — me levantei. — Mas quando amanhecer você vai me contar tudo direito, como chegou aqui e como me achou. E vou te levar pra comprar umas roupas e cortar o cabelo.

Ele assentiu.

— Sim senhora — sorriu, rodeando o braço por meu pescoço num abraço. — E, aliás, o que você tem feito? Conseguiu realizar o seu sonho de ser uma super-heroína?

Quisera eu.

— Na verdade sou uma advogada agora — falei, lembrando do meu sonho de infância. — Mas cuido de boa parte das ações da Rand Enterprises.

— E os seus pais estão bem?

— Sim — sorri. — Meu Deus, eles vão pirar quado virem você!

Danny riu.

— E o seu sensei? Como ele é?

Subimos as escadas, em direção aos quartos.

— O Stick? Ele é… único. Não posso dizer que o amo, mas ele me ensinou tudo o que sei. — comentei. — Ah, você tem que conhecer um amigo que foi treinado comigo. Trabalhamos juntos em alguns casos, o nome dele é Matt. E uma amiga minha que é enfermeira conhece uns caras super poderosos chamados Luke e Jessica, tenho certeza de que você vai se enturmar rapidinho.

Danny riu, deitando-se na cama no quarto de hóspedes.

— Estou ansioso.

Assenti, apagando a luz.

— Boa noite, Danny — gritei do outro quarto, e o ouvi rir.

— Boa noite, S/N — ele respondeu.

Me deitei, fechando os olhos e esperando o sono chegar. Pedi a mim mesma que aquilo não fosse mais um sonho.

+Monsta X sendo carentes e pedindo atenção+

Shownu

É do tipo de cara que vai pedir sua atenção sem realmente pedir. Vocês dois estariam no sofá, assistindo um filme, depois de uma semana particularmente agitada. Ele vai se inclinar para deitar a cabeça no seu colo, ou puxar você para um abraço, e ser carinhoso e fofo com você até que retribua a devida atenção.

*pedindo atenção*

*ganha atenção*

“siiiiim”

Originally posted by madtwn


Wonho

Ele é tão dramático, vai se utilizar da técnica de seguir você por todos os lugares da casa enquanto você tenta colocar as coisas em ordem depois que os meninos foram embora.

Sério, ele não vai te deixar em paz até ganhar o carinho que quer.

“Jagiya, eu nunca te pedi nada. Fica aqui comigo”

Originally posted by monsta-x-cuties


Kihyun

Mais provável de simplesmente pedir para você ficar com ele, sem fazer drama, apenas sendo fofo para convencer você. Você vai estar lendo um livro quando ele voltar para casa, mais cansado que o habitual, e vai apenas puxar o livro de você e deitar a cabeça no seu colo.

“Jagi, faz carinho?”

Originally posted by gifsmonstax


Minhyuk

Se utilizaria da técnica mais eficaz para conseguir carinho: aegyo. Você vai estar terminando um trabalho para a faculdade, e ele vai ficar fazendo caretas fofas e cantarolando por trás do notebook, até você deixar o que está fazendo para ir ficar com ele.

*cantando*

“Me dê amor… jagi, me dê amor”

Originally posted by chiqkihyun


Jooheon

Sabe aquele beicinho que ele faz e aquele olhar de cachorrinho? Pois é. Você vai chegar tarde em casa e vai encontrar ele sentado no tapete da sala, abraçado com uma almofada enquanto assiste um canal aleatório e faz essa carinha. Ele ficou acordado até tarde porque queria passar um tempo com você.

“Jooheonie?”

“Eu queria abraçar você, jagi. Pode vir ficar comigo agora?”

Originally posted by kihn


Changkyun

Uma das coisas que ele mais gosta é quando você é carinhosa com ele, mas ele tem uma imagem a manter. Enquanto vocês assistem um filme antes de dormir, tarde da noite, ele vai ficar suspirando e resmungando até você perceber o que ele quer.

*você estende os braços para ele deitar em seu peito*

“finalmente, jagi”

Originally posted by livelovelunch

Vamoooos fazer pedidos pra unnie?

~~Bitch Kisses

ENTREVISTA - FAKE CAMREN INTERVIEW

Desde o último show das meninas em São Paulo que o fandom ficou enlouquecido com 2 fãs que foram ao show homenageando a Camila e a Lauren… Sem falar que elas são superrrrr parecidas com as meninas. Depois que eu implorei, fiz chantagem emocional com vcs, algum anjo divino me conseguiu o contato delas e eu tive a ideia de fazer uma “entrevista” com elas pra que a gente pudesse conhecê-las melhor. Aqui vai:

Isa (Fake Camz)

(calor nesse momento ^^)

Teve até m&g com elas na fila iahiauhuaihai


Nome e idade:
• Isabela, 15 anos!


Namora? Se puder falar com quem :)
• Eu não namoro!


São fãs de 5H desde quando?
• Eu sou desde o txf, comecei a assistir pela Demi e acabei me apaixonando por mais 5 garotas haha

Vcs já se conheciam antes,são amigas, ou se conheceram no dia do show?
• Eu conheci a debs (lauren) no dia do show, não combinamos nada ou coisa do tipo!

Vc shippa camren? Se sim, cite seu momento camren favorito:
• (emotion do macaquinho tapando a boca)


Música favorita do grupo?
• Reflection

Oq vc acha que aconteceu no elevador?
• (emotion do macaquinho tapando a boca)

Vc participou do m&g? Como foi conhecer as meninas? Se puder contar detalhadamente…
• sim, eu participei! A experiência foi incrível, a melhor coisa que já aconteceu na minha vida! Quando eu estava na escada esperando minha vez, a Dinah olhou pra cima e gritou pra mim “OMG, I SEE YOU ON TWITTER” e eu já fui em prantos!! Logo em seguida tive a oportunidade de conhecer o papa jerry e depois era a minha vez no meet! Quando eu entrei a Dinah, Normani, Ally e a Lauren ficaram me olhando de boca aberta, eu entrei em choque, o segurança me apressava e a dinah pedia pra ele me deixar quieta, e a Camila estava virada de costas para mim, até que a Lauren gritou pra ela e ela se virou, quando me viu teve um surto “OMG OMG I CAN’T BELIEVE ITS ME ITS ME” e foi em minha direção dando pulinhos e com aqueles lindos olhos brilhando, ela me agarrou e eu comecei a contar muita coisa a ela, coisas que aconteceram comigo e o quanto ela e as meninas significavam para mim, ela me respondia e perguntava porque eu tinha tido trabalho com a roupa e que ninguém nunca havia feito algo tão lindo para ela, me dizia que me amava a toda hora, depois perguntou meu nome e pegou o laço que eu dei de presente a ela (o laço que ela usou no show), em seguida fui abraçar a Lauren, eu disse que a amava, ela me disse que me amava também e não parava de passar a mão no meu cabelo. Depois fui abraçar a Ally e ela me disse que eu era linda, eu disse o mesmo a ela e disse que a amava. E por ultimo abracei a Normani e a Dinah, e em seguida a Camila já me puxou pelo braço para a foto, agarrou meu pescoço e deu um beijo na minha bochecha (ela molha os lábios antes de beijar) depois encostou a cabeça no meu ombro e me disse “bye, eu te amo muito” eu a disse que amava novamente e fui indo embora o mais devagar possível. Ela não parava de me olhar com aquela cara de cachorrinho sem dono e quando a próxima fã estava prestes a entrar, ela gritou meu nome “ISABELAA”, e eu fui correndo em direção a ela, então ela disse que precisava de uma foto individual comigo e eu fui aos prantos, ela queria o meu celular, então eu expliquei que aquilo não era permitido, e aí ela disse “ok, no problem, I will take my cell phone” e logo depois veio um homem com o celular dela, e ela pediu para que eu me virasse para ela e fizesse uma pose igual a dela, então eu fiz e ele tirou a foto! Agradeci a ela quase morta e ela me disse “I will post, I promise” eu respondi “please… And don’t forget about me” e por fim ela me disse “I will never forget about you, eu te amo!”

Os fãs confundiram vcs com as meninas?
• algumas sim! Mas a maioria me tratou com muitooooo carinho, nunca fui tão amada em toda minha vida! Conversei com todas elas, tirei milhares de fotos, levei presentes que pediram para eu entregar as meninas, foi incrível, aliás, obrigada ao carinho de todos, desejo de coração que vocês alcancem todos os seus objetivos em relação as meninas, assim como eu, e que nunca desistam!


Como tá sendo o contato com os outros fãs das meninas? Imagino que o twitter de vcs deve estar uma loucura…
• sim, está uma loucura!! Estou amando poder tem contato com tantos fãs e olha, não são só do Brasil não eim haha está sendo inacreditável, tento ao máximo dar atenção e responder a todas as perguntas! E espero poder ajudar alguns fãs na próxima vinda das meninas!

O namorado ou namorada, ficou com ciumes desse assédio no twitter?
• eu não tenho namorado!

Déborah (Fake Lauren)

uow :x

Nome e idade:

Hey, meu nome é Déborah e eu tenho 15 anos


Namora? Se puder falar com quem :)

Sim, namoro com uma garota chamada Catherine Garcia


São fãs de 5H desde quando?

Sou fã das meninas desde o The X Factor

Vcs já se conheciam antes,são amigas, ou se conheceram no dia do show?

NÃO!! Nos conhecemos na fila do show, e foi demais!


Vc shippa camren? Se sim, cite seu momento camren favorito:

Sim, shippo muito, acho que os olhares da Lauren para a Camila nas Twittcams

Música favorita do grupo?

Minha música favorita delas é Miss Movin On porque me lembra realmente do começo e fico com lagrimas nos olhos


Oq vc acha que aconteceu no elevador?

(Não respondeu :/)


Vc participou do m&g? Como foi conhecer as meninas? Se puder contar detalhadamente…

Não participei, mas a interação delas comigo no palco foi incrível!!

Os fãs confundiram vcs com as meninas?

Sim, na hora que as meninas estavam no estacionamento, eu estava lá também, só que mais longe, e quando reparei, havia varias garotas correndo na minha direção pensando que eu era a lauren

Como tá sendo o contato com os outros fãs das meninas? Imagino que o twitter de vcs deve estar uma loucura…

É insano!! Eles são demais, carinhosos, fofos, e muito safados haha mas todos eles são extremamente carinhosos!

O namorado ou namorada, ficou com ciumes desse assédio no twitter?

Sim!! Nossa, por um momento achei que iriamos terminar mas então conversamos e ela entendeu.

Pra quem quiser seguir as meninas:

@please5h   (debs)

@Believe_Lovatic   (Isa)

The end :)

Agradecimentos: Isa e Debs, muito obrigada pela atenção e carinho de vcs, em ter aceitado essa proposta, eu amei saber mais sobre vcs!!

Capítulo 24 - Você não sabe mas nossa história começou aqui

~~Clara~~

Eu estava amando aquele clima de família perfeita que eu confesso, nunca tinha vivido. Max amava ficar com Vanessa, ele não fazia isso nem com seu pai, e ela retribuía todo esse amor. Tudo estava tão perfeito que eu tinha até medo do que iria acontecer. Depois de muito brincar, Max acabou ficando chatinho pois nenhuma criança agitada aguenta ficar dentro de apartamento o dia todo, pelo menos eu não precisaria olhar Procurando Nemo mais uma vez. Vanessa sugeriu que saíssemos com ele e eu vi nisso uma oportunidade para por em prática algo que eu vinha planejando há muito tempo.

Preparei tudo enquanto eles tomavam banho, e fiz questão de manter o mistério.

“Clara, você pode me falar onde está nos levando?” Vanessa repetia isso de 5 em 5 minutos dentro do carro e eu fazia questão de esconder. “Você não pode dar nenhuma dica?”

“Ai Van, fica calma. É um lugar que você vai adorar, na verdade, você adora e é muito especial na nossa história. O detalhe é que nós ainda não nos conhecíamos.”

“Como assim Clara, eu não estou entendendo mais nada.”

“Ai Vanessa, fica quieta, confia em mim que vai ser melhor, você é muito tonta pra adivinhar.”

Passados alguns minutos, percebi que Vanessa poderia reconhecer o caminho e estragar a surpresa. “Van, pega um paninho que deixei ali no banco?” Ela fez o que pedi. “Agora coloca nos olhos?”

“O que?” Obviamente ela ficou muito assustada com o pedido.

“Van, faz por favor? É para a surpresa ter mais graça.” Encarei-a com um olhar de cachorrinho abandonado.

“Droga, por que você sempre consegue o que quer de mim?” Aham, eu sabia, esse olhar era poderoso.

“Tá demorando muito, estamos chegando?” Ela estava muito ansiosa e eu só sabia rir.

“Clara, vai demorar?”

“Calma, ó chegamos.” Disse enquanto estacionava o carro.

“Tá posso tirar o pano?” Meu Deus, ela estava mais curiosa do que imaginei, mas eu queria falar umas coisinhas, explicar o porquê de ter escolhido aquele lugar. Pedi que ela segurasse a cesta, peguei Max no colo e com a outra mão a guiei até a frente do parque.

“Sabe Van, esse lugar é muito especial para mim, por que ao contrário do que você pensa, eu não te conheci no programa. Nossa história começou a ser escrita aqui.”

“Como assim? Do que você tá falando?” Ela estava visivelmente assustada.

“Você disse que me conhecia através de amigos em comum, e que o programa serviu para você me conhecer melhor. Pois bem, nossa história começou muito antes, e você nem percebeu, e ela começou exatamente aqui. O programa serviu para que eu pudesse descobrir o nome da mulher que há anos habitava meus sonhos.” Ela tentou me interromper mas eu não permiti. “ Tinha tudo para ser um dia comum, mas mudou radicalmente minha vida assim que vi uma mulher de corpo escultural andando de patins, ali eu sabia que minha vida nunca mais seria a mesma, aquela imagem jamais saiu do meu pensamento e no fundo eu sabia que aquela mulher, um dia, seria uma das pessoas mais importantes para mim. Eu fui embora para Vegas achando que nunca mais a encontraria, eu fiquei brava comigo mesma por não ir atrás dela mas o destino a colocou novamente em meu caminho. Cerca de 1 ano depois eu estava aqui passeando com o Max, foi aí que surgiu a ligação dessa mulher com meu filho. Ele estava choramingando no carrinho e quando viu aquela mulher passar quis, imediatamente ir atrás e seu pai não permitiu. A imagem dela permaneceu guardada em meu coração, Deus, certamente se encarregaria de coloca-la na minha vida.”

Assim que coloquei as mãos em seu rosto para tirar o pano percebi que o mesmo estava úmido, pois Vanessa já tinha deixado algumas lágrimas escaparem.

“Por acaso, você andava de patins aqui, com um short curto e uma meia comprida?” Falei assim que permiti que ela enxergasse onde estávamos.

“Sim” Ela usou o que restava de sua voz para me responder.

“Pois bem Vanessa, essa mulher é você, e é por isso que eu te trouxe aqui, para que possamos fazer, no lugar onde tudo começou, algo que já era pra ter acontecido a muito tempo. Agora estamos os 3 juntos no mesmo lugar, mas dessa vez sabemos da nossa ligação. E aí topa um piquenique em família?”

Ela nem conseguiu responder, apenas me abraçou e esmagou Max que estava em meu colo quietinho, pois, provavelmente percebeu o quão emocionadas estávamos. Em seguida, ela selou nossos lábios e depois depositou um carinhoso beijo na testa de nosso pequeno.

Saímos, eu de mão com Max que por sua vez estava de mão com Vanessa, as mães com o filho no meio, uma típica cena de família. O parque Villa Lobos era grande, e fizemos questão de escolher uma excelente sombra para ficar.

Estiquei a toalha xadrez e arrumei o lanche em cima dela enquanto Vanessa brincava de pega-pega com Max. Na hora de comer, adivinhem, Max optou por sentar entre as pernas de Van e comer o que supostamente seria dela (todos os lanches eram iguais, eu não entendia a cisma dele). De vez em quando, eu pegava um morango, mordia e colocava na boca de Vanessa, depois depositava um selinho e ela fazia o mesmo comigo, Max analisava tudo soltando suas gargalhadas.

Depois ficamos os 3, um correndo atrás do outro até que o pequeno se aproximou de mim, encostou-se em minha perna e permaneceu ali. Resolvemos sentar novamente e ficamos ali por aproximadamente uma hora.

“Clara…”

“Por que você está cochichando?”  Respondi, sem entender o tom de voz.

“Acho que o Max dormiu no nosso colo.”

“Ai, não acredito… Agora vamos ter que ir embora. Ele não podia aguentar mais um pouquinho? Nosso dia em família não precisava terminar tão cedo.”

“Clara, já está ficando escuro, ele pode ficar doente com o sereno.” Vanessa como sempre, era a mais racional. Carregou Max até o carro e o colocou na cadeirinha.

“Van, temos que levar o Max na minha mãe.” Aquilo doía, mas tinha que ser feito. Seu semblante mostrava que ela não estava entendendo o motivo daquilo e eu tratei de explicar. “O bercinho dele não está montado esqueceu? Ele pode cair da cama.”

“Ele podia cair da cama se ficasse na ponta né Clara… E se eu dormir em uma ponta, deixando ele no meio? Mas, assim, só pra você poder dormir com ele.”

Eu seria louca se recusasse a proposta. 

Vocês já sabem né? Aguardo sugestões e opiniões no twitter @FicClanessa . Isso é extremamente importante para que a fic seja do gosto de vocês!