obedecer a deus

A fé é o fundamento do evangelho. Sem fé é impossível agradar a Deus. Mas daí vem a obediência. A junção de Fé e obediência, gera resultado extraordinário. A fé, é crer naquilo que não podemos ver, é crer no que é impossível aos olhos dos homem, mas aos olhos de Deus é possível. Obediência, é aceitar os mandamentos da palavra e obedecer a voz de Deus, ainda que nossa carne diga não, mas renunciando, e obedecendo a voz de Deus, há resultados inacreditável.
—  Falando sobre Deus, Alef Santos.
8 virtudes de Maria – e como viver cada uma delas.

O caminho concreto para estar cada vez mais perto de Nossa Senhora.

1. Paciência: Nossa Senhora passou por muitos momentos estressantes de provação, de incômodo e de dor, durante toda sua vida, mas suportou tudo com paciência. Sua tolerância era admirável! Nunca se revoltou contra os acontecimentos, nem mesmo quando viu o próprio filho na Cruz! Sabia que tudo era vontade de Deus e meditava tudo isso em seu coração. Maria, nossa mãe, teve sempre paciência, sabendo aguardar em paz aquilo, que ainda não se tenha obtido, acreditando que iria conseguir, pela espera em Deus.

Imitando essa virtude: Ter paciência é não perder a calma, manter a serenidade e o controlo emocional. Além disso é saber suportar, como Maria, os desabores e contrariedades do dia a dia, saber suportar com paciências nossas próprias cruzes. Devemos saber ouvir as pessoas com calma e atenção, sem pressa, exercitando assim a virtude da caridade. Fazer um esforço para nos calarmos frente aquelas situações mais irritantes e estressantes. Quando houver um momento de impaciência pode-se rezar uma oração, como por exemplo, um Pai-nosso, buscando se acalmar para depois tentar resolver o conflito. Devemos nos propor, firmemente não nos queixarmos da saúde, do calor ou do frio, do abafamento no autocarro lotado, do tempo que levamos sem comer nada… Temos que renunciar, frases típicas, que são ditas pelos impacientes: “Você sempre faz isso!”, “De novo, mulher, já é a terceira vez que você…!”, “Outra vez!”, “Já estou cansado”, “Estou farto disso!”. Fugir da ira, se calando ou rezando nesses momentos. A paciência se opõe à ira! “Não só isso, mas nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança.”(Rom. 5,3-4) “Eu, porém, vos digo que todo aquele que (sem motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, esta­rá sujeito ao inferno de fogo.”(Mat 5,22).

2. Oração contínua: Nossa Senhora era silenciosa, estava sempre num espírito perfeito de oração. Tinha a vida mergulhada em Deus, tudo fazia em Sua presença. Mulher de oração e contemplação, sempre centrada em Deus. Buscava a solidão e o retiro pois é na solidão que Deus fala aos corações. “Eu a levarei à solidão e falarei a seu coração (Os 2, 14)” Em sua vida a oração era contínua e perseverante, meditando a Palavra de Deus em seu coração, louvando a Deus no Magnificat, pedindo em Caná, oferecendo as dores tremendas que sentiu na crucificação de Jesus, etc.

Imitando essa virtude: Buscar uma vida interior na presença de Deus, um “espírito” contínuo de oração. Não se limitar somente as orações ao levar, ao se deitar e nas refeições, estender a oração para a vida, no trabalho, nos caminhos, em fim, em todas as situações, buscando a vontade de Deus em sua vidas. “Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. (Cl 3,17). e “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a acção de graças. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.”(Fil 6,6-7).

3. Obediência: Maria disse seu “sim” a Deus e ao projeto da salvação, livremente, por obediência a vontade suprema de Deus. Um “sim” amoroso, numa obediência perfeita, sem negar nada, sem reservas, sem impor condições. Durante toda a vida Nossa Mãezinha foi sempre fiel ao amor de Deus e em tudo o obedeceu. Ela também respeitava e obedecia as autoridades, pois sabia que toda a autoridade vem de Deus.

Imitando essa virtude: O Catecismo da Igreja Católica indica que a obediência é a livre submissão à palavra escutada, cuja verdade está garantida por Deus, que é a Verdade em si mesma. Esforcemo-nos para obedecer a requisitos ou a proibições. A subordinação da vontade a uma autoridade, o acatamento de uma instrução, o cumprimento de um pedido ou a abstenção de algo que é proibido, nos faz crescer. Rezar pelos superiores. Obedecer sempre a Deus em primeiro lugar e depois aos superiores. Obedecer a Deus é obedecer seus Mandamentos, ser dócil a Sua vontade. Também é ouvir a palavra e a colocar em prática. “Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Luc 1, 38).

4. Mãe do Supremo Amor: Nossa Mãe cheia de graça ama toda a humanidade com a totalidade do seu coração. Cheia de amor, puro e incondicional de mãe, nos ama com todo o seu coração imaculado, com toda energia de sua alma. Nada recusa, nada reclama, em tudo é a humilde serva do Pai. Viveu o amor a Deus, cumprindo perfeitamente o primeiro mandamento. Fez sempre a Vontade Divina e por amor a Deus aceitou também amar incondicionalmente os filhos que recebeu na cruz. Era cheia da virtude da caridade, amou sempre seu próximo, como quando visitou Isabel, sua prima, para a ajudar, ou nas bodas de Caná, preocupada porque não tinham mais vinho.

Imitando essa virtude: Todos os homens são chamados a crescer no amor até à perfeição e inteira doação de si mesmo, conforme o plano de Deus para sua vida. Devemos buscar o verdadeiro amor em Deus, o amor ágape, que nos une a todos como irmãos. Praticar o amor ao próximo, a bondade, benevolência e compaixão. O amor é doação, assim como Maria doou sua vida e como Jesus se doou no cruz para nos salvar, também devemos nos doar ao próximo, por essa razão o amor é a essência do cristianismo e a marca de todo católico. “Por ora subsistem a fé, a esperança e o amor – estes três. Porém, o maior deles é o amor.” (I Cor. 13,13).

5. Mortificação: Maria, mulher forte que assume a dor e o sofrimento unida a Jesus e ao seu plano de salvação. Sabe sofrer por amor, sabe amar sofrendo e oferecendo dores e sacrifícios. Sabe unir-se ao plano redentor, oferecendo a Vítima e oferecendo-se com Ela. Maria empreendeu, e abraçou uma vida cheia de enormes sofrimentos, e os suportou, não só com paciência, mas com alegria sobrenatural. Nada de revolta, nada de queixas, nada de repreensões ou mau humor. Pelo contrário, dedicou-se à meditação para buscar entender o motivo que leva um Deus perfeito a permitir aqueles acontecimentos. Pela meditação, pela submissão, pela humildade, Ela encontrou a verdade.

Imitando essa virtude: Muitas vezes Deus nos envia provações que não compreendemos, portanto devemos seguir o exemplo de Nossa Senhora e meditar os motivos que levam um Deus perfeito a permitir essas provações, aceitá-las e saber oferecer todas as nossas dores a Jesus em expiação dos nossos pecados, pelos pecados de todos e pelas almas, unindo nossos sofrimentos aos sofrimentos de Jesus na Cruz. Não devemos oferecer somente os grandes sofrimentos, devemos oferecer também o jejum, fugir do excesso de conforto e prazeres e, na medida do possível, oferecer alguns sacrifícios a Deus, seja no comer (renunciar de algum alimento que se tenha preferência ou simplesmente esperar alguns instantes para beber água quando se tem sede), nas diversões (televisão principalmente), nos desconfortos que a vida oferece (calor, trabalho, etc.), sabendo suportar os outros, tendo paciência em tudo. É indispensável sorrir quando se está cansado, terminar uma tarefa no horário previsto, ter presente na cabeça problemas ou necessidades daquelas pessoas que nos são caras e não só os próprios. Oferecer os sofrimentos, desconfortos da vida, jejuns e sacrifícios a Deus pela salvação das almas. “Ó vós todos, que passais pelo caminho: olhai e julgai se existe dor igual à dor que me atormenta.” (Lamentações 1,12).

6. Doçura: Nossa Senhora, é a Augusta Rainha dos Anjos, portanto senhora de uma doçura angelical inigualável. Ela é a cheia de graça, pura e imaculada. Ela pode clamar as Legiões Celestes, que estão às ordens, para perseguirem e combaterem os demônios por toda a parte, precipitando-os no abismo. A Mãe de Deus é para todos os homens a doçura. Com Ela e por Ela, não temos temor.

Imitando essa virtude: A doçura é uma coragem sem violência, uma força sem dureza, um amor sem cólera. A doçura é antes de tudo uma paz, a manifestação da paz que vem do Senhor. É o contrário da guerra, da crueldade, da brutalidade, da agressividade, da violência… Mesmo havendo angústia e sofrimento, pode haver doçura. “Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência.” (Col. 3,12).

7. Fé viva: Feliz porque acreditou, aderiu com seu “sim” incondicional aos planos de Deus, sem ver, sem entender, sem perceber. Nossa Senhora gerou para o mundo a salvação porque acreditou nas palavras do anjo, sua fé salvou Adão e toda a sua descendência. Por causa desta fé, proclamou-a Isabel bem-aventurada: “E bem-aventurada tu, que creste, porque se cumprirão as coisas que da parte do Senhor te foram ditas” (Lc 1,45). A inabalável fé de Nossa Senhora sofreu imensas provas: – A prova do invisível: Viu Jesus no estábulo de Belém e acreditou que era o Filho de Deus; – A prova do incompreensível: Viu-O nascer no tempo e acreditou que Ele é eterno; – A prova das aparências contrárias: Viu-O finalmente maltratado e crucificado e creu que Ele realmente tinha todo poder. Senhora da fé, viveu intensamente sua adesão aos planos de Deus com humildade e obediência.

Imitando essa virtude: A fé é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, uma virtude, devemos pedir a Jesus como fizeram os apóstolos para aumentar a nossa fé. Porém ter fé não é o bastante, é preciso ser coerente e viver de acordo com o que se crê. “Porque assim como sem o espírito o corpo está morto, morta é a fé, sem as obras” Tg (2,26). Ter fé é acreditar que se recebe uma graça muito antes de a possuir e é, acima de tudo, ter uma confiança inabalável em Deus! “Disse o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar, e ela vos obedecerá.” (Luc 17,6).

8. Pureza Divina: Senhora da castidade, sempre virgem, mãe puríssima, sem apego algum as coisas do mundo, Deus era o primeiro em seu coração, sempre teve o corpo, a alma, os sentidos, o coração, centrados no Senhor. O esplendor da Virgindade da Mãe de Deus, fez dela a criatura mais radiosa que se possa imaginar. O dogma de fé na Virgindade Perpétua na alma e no corpo de Maria Santíssima, envolve a concepção Virginal de Jesus por obra do Espírito Santo, assim como sua maternidade virginal. Para resgatar o mundo, Cristo tomou o corpo isento do pecado original, portanto imaculado, de Maria de Nazaré.

Imitando essa virtude: Esta preciosa virtude leva o homem até o céu, pela semelhança que ela dá com os anjos, e com o próprio Jesus Cristo. Nossa Senhora disse, na aparição de Fátima, que os pecados que mais mandam almas para o inferno, são os pecados contra a pureza. Não que estes sejam os mais graves, e sim os mais frequentes. Praticar a virtude da castidade, buscando a pureza nos pensamentos, palavras e ações! Os olhos são os espelhos da alma. Quem usa seus olhos para explorar o corpo do outro com malícia perde a pureza. Portanto, coloque seus olhos em contemplação, por exemplo na Adoração, e receba a luz que santifica. Quem luta pela castidade deve buscá-la por três meios: o jejum, a fugida das ocasiões de pecado e a oração. “Celebremos, pois, a festa, não com o fermento velho nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os pães não fermentados de pureza e de verdade” (I Cor.5,8).

-  Veritatis

A minha carne jamais vai obedecer a Deus. A minha mente, sim. É nos meus pensamentos que eu escolho obedecer a Deus. Essa é a fé racional, a fé viva no Deus Vivo. E se tenho minha mente controlada pela natureza humana, não posso obedecê-Lo nem agrada-Lo. Devo inclinar meus pensamentos (meu coração) para as coisas do céu, para a Palavra, O Pão da Vida. Os meus pensamentos devem estar cheios dos pensamentos de Deus, para que assim eu possa agrada-Lo e obedecê-Lo.

“Por isso as pessoas que têm a mente controlada pela natureza humana se tornam inimigas de Deus, pois não obedecem à lei de Deus e, de fato, não podem obedecer a ela.”
Romanos 8:7

—  A Mente de Cristo
Um dos argumentos mais usados contra o cristianismo, é o fato de que a Bíblia foi escrita por homens.
No meu ponto de vista, permitir que seu livro fosse escrito por homens, foi um dos atos mais nobres de Deus. Porque aqui Ele demonstrou que não estava interessado em fazer tudo sozinho, e sim que desejava se relacionar com a humanidade ao ponto de permitir que nós também escrevêssemos e fizéssemos história, desejava nossa cooperação do inicio ao fim.
Não sei você, mas só de pensar que eu posso de alguma forma ajudar naquilo que Deus está fazendo, me deixa muito animado a viver, conhecer e a obedecer esse Deus.
—  Lucas Martini
Onde quer que o homem esteja, seja o que for que faça, ou no que aplique a sua mão, na agricultura, no comercio, na indústria, ou sua mente, no mundo da arte, e ciência, ele está, seja onde for, constantemente diante da face de Deus, está empregado no serviço de Deus, deve obedecer estritamente a seu Deus e acima de tudo deve ter como alvo a glória de Deus.
—  Abraham Kuyper.

Maturidade espiritual não é sobre tempo ou idade, mas sobre o quanto você obedece a Deus, principalmente em tempos difíceis.

John Bevere

“Que geração é essa que posta sobre a vinda de Jesus e não se prepara pra ela? Que geração é essa onde seus próprios valores e interesses, sempre valem mais do que os do próximo? Que geração é essa que se preocupa com o que vai comer e vestir, enquanto tem gente sendo torturada até a morte por se preocupar em obedecer a palavra de Deus? Que geração é essa? Onde está o amor no coração? Onde está o amor por Deus? Geração de egoístas! O mundo está gemendo pela atenção de Deus. Mas nós, sim, nós, cristãos, estamos de olhos fechados. Agindo como se a volta de Jesus fosse um grande evento. Será sim, para aqueles que estarão preparados! Para aqueles que dedicaram suas vidas à Cristo! E aos que, viveram indiferentes, só resta o fogo eterno. Servir a Deus é mais do que sentar num banco de madeira e dizer “amém”. Servir a Deus exige renúncia, sacrifício, esforço. Exige coragem. É preciso ser valente.”

“Disse o Senhor a Moisés: ‘Diga o seguinte aos israelitas: Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Não procedam como se procede no Egito, onde vocês moraram, nem como se procede na terra de Canaã, para onde os estou levando. Não sigam as suas práticas. Pratiquem as minhas ordenanças, obedeçam aos meus decretos e sigam-nos. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês’.”
Levítico 18:1-4.

O Senhor, ao orientar o povo de Israel, que estava prestes a entrar na terra prometida, ordenou que eles não se contaminassem com os costumes das nações ao redor. Enquanto Israel era preparado e aperfeiçoado para ser o povo escolhido e exclusivo de Deus, o reflexo de sua glória, os povos das outras nações entregavam-se ao pecado e praticavam coisas detestáveis aos olhos do Senhor. Por isso, Ele ordenou que Israel obedecesse aos seus santos e perfeitos mandamentos, e não seguisse os costumes daqueles que não temiam a Deus.

O mesmo panorama pode ser verificado nos dias de hoje. O cristão, como indivíduo que pertence exclusivamente a Deus (1 Pedro 2:9), está cercado pelas coisas do mundo e pelas pessoas que nele habitam: homens e mulheres descrentes, que se entregam aos prazeres da carne, rendem-se ao pecado e desprezam a vontade do Senhor. Toda a terra está contaminada; o cristão, porém, é chamado para não viver como tais pessoas vivem (Levítico 18:24,25). Como está escrito e ordenado em Romanos 12:2, não podemos nos amoldar ao padrão (aos hábitos) deste mundo, mas devemos ser transformados pela renovação de nossa mente, a fim de experimentarmos a vontade de Deus. Isso significa que, se verdadeiramente seguimos a Cristo, é incoerente e incompatível que sejamos e pensemos como as pessoas do mundo. Nossa conduta - modo de falar, agir e raciocinar - deve ser completamente diferente da conduta mundana. Jesus disse que somos a luz do mundo, e, portanto, devemos brilhar (nos destacar, diferenciar) diante dos homens, para que eles glorifiquem a Deus (Mateus 5:14,16).

Mais do que deixar de imitar o mundo, nossa missão é imitar a Deus (ser santos porque Ele é santo), viver como Cristo viveu, isto é, em amor, verdade, justiça, santidade e sabedoria, de maneira agradável ao Senhor (Efésios 5:1,2). Fomos criados e chamados para uma vida que reflete a imagem do próprio Cristo (Romanos 8:29)! Vale lembrar o que o apóstolo Paulo escreveu quanto a este assunto, em Filipenses 4:8,9: “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas. Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim. E o Deus da paz estará com vocês.”

Nosso chamado é este, afinal: buscar as coisas que procedem de Deus, obedecer a Ele e fugir dos esquemas e da contaminação do mundo e de seus habitantes (Levítico 18:29,30). Pareça-se com Cristo, pense como Ele, fale como Ele, aja como Ele, tenha desejos como os dEle… Não se pareça com o mundo!

“Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo - a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens - não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.”
1 João 2:15-17.

Deus decidiu abençoar Rute porque ela tinha ficado com Noemi. Quando Rute foi às plantações para pegar as espigas que ficavam caídas pelo caminho, como era costume dos pobres, Deus providenciou Boaz, o dono das plantações, para deixar pelo caminho comida extra para Rute e sua sogra. Boaz sabia que Rute era boa para Noemi, por isso, ele queria ser bondoso com ela também.
Quando escolhemos obedecer a Deus e ajudar os outros, estamos compartilhando o amor de Deus com o mundo. Isso muda as pessoas e as ajuda a querer amar a Deus e os outros também. Você consegue pensar numa forma de ajudar alguém hoje?
—  Devocional de Rute 2 (Bíblia Sagrada, Entre Mulheres e Deus)
Obedeça. Por mais doloroso e sacrificante que seja, escolha obedecer a Deus. É muito melhor sofrer na obediência do que ser ‘feliz’ na desobediência.
—  Dói mas vale a pena