o-desesperado

Yo espero que cuando tú estés triste, enojado, estresado, desesperado o algo que te haga sentir mal, vengas a mí, que me busques y me digas que no te sientes bien. Yo no estoy segura en que logre ayudarte del todo, pero si puedo estar segura de que estaré ahí contigo, llevando juntos lo que te haga daño. No importa en qué condiciones me encuentre yo, en el momento que te sientas así, seré tu compañía. Incluso cuando nada malo te esté pasando.
4

“Oh que crime cruel comete o homem,
ao tesouro vital que lhe foi dado,
fonte de vida, que bem conservado
livra–lo-ia dos males que o consomem,
são florestas inteiras que se somem,
a moto serras e fogo consumidas,
cinzas provinda de milhões de vidas,
cruelmente da terra erradicadas.

Os troncos a queimar, zunem, assobiam,
como o desesperado grito de uma prece,
como se a seiva que em si houvesse,
fosse resto de vida que teriam
e que o som que então, ali enviam,
fossem alertas aos homens que perpetram
crime hediondo, e que assim encetam,
viagem ao próprio fim que enunciam”.


Trechos retirados do poema: “As Queimadas”, de Mestre Egidio.

Isto é o que sobrou de uma árvore que ficava na frente do prédio onde moro. O ex-síndico quem fez o estrago. E um estrago sem necessidade, pois bastava apenas fazer a poda da árvore quando preciso fora. 

E que não tenha mais vida!

Esta é a maneira ignorante de se resolver a questão… Ao invés de cuidar do vivo, ceife-o!

Imagine Zayn Malik

É aquele ditado: “já que é pra tombar, tombei!” hahahaha

Essa é a última parte desse imagine, ok?! Juro! E ela está ‘caliente’! Está mais hot, mais do que eu tenho escrito ultimamente. E no final ele está mais melosinho… Espero que gostem. Beijos e boa leitura!

Continuação do imagine que ele é professor dele e eles namoram, ele transa com a amiga dela e ela descobre e termina com ele. Eles se reencontram depois de um tempo e acabam voltando.

(1° parte) (2° parte)

*****


(S/N) Point Of View.

**


Eu não sei onde estava com a cabeça. Nesse momento eu estava aos beijos com Zayn, na casa dele. Nós entramos as cegas, sem desgrudar nossos lábios por um segundo. O beijo era feroz, desesperado, urgente e com saudade. 

Ele prensou meu corpo na parede mais próxima, apertando meu corpo contra o dele. Eu arranhava sua nuca e puxava seus cabelos.

Nós dois aproveitávamos cada minuto, cada carícia, cada beijo, cada provocação. A saudade era grande a palpável.

Ele beijava meu pescoço com vontade, enquanto eu puxava seu cabelo e arfava de leve.

Ele deu impulso para que eu enrolasse minhas pernas em torno da sua cintura, e assim o fiz. Ele me encostou na parede e o puxei para mais perto de mim.

- Porra, eu senti tanto a sua falta, (S/N). – disse ainda beijando meu pescoço e eu me arrepiei por completo.

- Zayn… - gemi fraquinho quando ele plantou um chupão no meu pescoço. 

Ele me colocou no chão  e minhas mãos foram para a barra da sua camiseta e a tirei do seu corpo, analisando todo seu peitoral tatuado. Mordi meus lábios e o encarei. Avancei sobre seus lábios e iniciei um beijo calmo. Mas quando ele sugou meu lábio, o beijo se intensificou e se tornou feroz. Sorri quando ele direcionou os beijos para os meus seios.

- O que você quer, Zayn? – pergunto.

- Ah, (S/N), eu quero você inteira, só pra mim. – ele me respondeu.

- E o que você vai fazer comigo, Zayn? – pergunto e passo a língua pelo meu lábio inferior. Ele assiste a cena e aperta minha bunda.

- Eu quero relembrar cada centímetro do seu corpo; eu quero acariciar, beijar, chupar seu corpo inteiro, e deixar minha marca nele; eu quero me afundar em você como nunca; quero matar toda a saudade que eu estou de você por todo esse tempo que você ficou longe; eu quero ver se eu ainda sei exatamente como te levar ao céu e te fazer gozar como nunca antes. Eu quero te fazer gritar o meu nome, (S/N). – ele diz e eu solto um gemido sôfrego apenas ao ouvir essas palavras.

- Ah Zayn, você pode fazer isso… – joguei minha cabeça para trás e ele lambeu meu pescoço.

- E você, (S/N), o que você quer? – sua voz rouca no meu ouvido me fez ficar ainda mais molhada.

- Eu quero você! – digo com dificuldade e avanço contra seus lábios.

Suas mãos foram para a barra do meu vestido, que em segundos já estava fora do meu corpo. Ele encarou meus seios e passou a trabalhar com sua boca ali. Ele chupava com fervor um deles, e o outro era massageado por sua grande mão. Gemidos altos já escapavam pelos meus lábios.

Ele voltou com os beijos nos meus lábios e nos leva até seu quarto. Ele me deitou sobre sua cama encarou todo meu corpo com desejo. No segundo seguinte, ele estava me chupando como se eu fosse a fruta mais suculenta desse mundo.

Eu já sentia meu corpo dar sinais, e quando ele sugou meu clitóris com força eu tive meu primeiro orgasmo avassalador da noite.

Ele me encarou mordendo os lábios enquanto eu relaxava. Seus olhos pegavam fogo de tanta luxúria. 

- Você consegue me excitar apenas me olhando dessa forma!

Eu respirava pesado e o vi tirar sua calça e sua boxer ao mesmo tempo. Seu membro saltou completamente duro para fora e eu sorri ao ver o líquido pré-gozo saindo pela cabecinha do seu membro ereto. Ele começou a se acariciar e se deitou sobre mim.

Meu corpo inteiro foi beijado, acariciado, mordiscado por ele. Ele de fato deixou sua marca em mim.

Ele se posicionou no meio das minhas pernas e eu gemi quando ele circulou a parte mais sensível do meu corpo com a cabecinha do seu membro completamente duro. Sinto ele fazer pressão na minha intimidade e ele me invadiu com pressa.

Nós dois gememos alto.

- Ah (S/N), como eu senti falta disso, falta de você. – ele diz com os dentes cerrados e começou a se movimentar.

Era como se tivesse ido ao céu e voltado. Eu me sentia completa com ele. Eu me sentia bem, feliz e realizada. Se eu pudesse, eu ficaria naquele momento com ele para sempre.

Ele inverteu as posições e me encarou sorrindo.

- Rebola pra mim?! – ele segurou meu quadril me provocando a começar com os movimentos e assim eu fiz.

Eu me deliciava com as expressões de prazer que ele fazia, e me sentia feliz por dar prazer a ele.

Quando ele percebeu que estava atingindo meu máximo, voltou para a posição inicial e suas investidas passaram a ser mais rápidas e fundas. Zayn gemeu longamente e chamou meu nome. Meu corpo ondulou e senti minha intimidade apertar a de Zayn e eu gozei com vigor em volta dele. Ele trancou a respiração e soltou o ar com força, enquanto eu mordi meu lábio com força.

Ele afundou sua cabeça na curvatura do meu pescoço e ficamos ali por um tempo, até nos recuperarmos. Ele suspirou e se retirou de dentro de mim e eu me arrepiei por completo.

- Eu sei que eu fui um idiota com você. – ele suspirou. – Mas foi uma coisa completamente sem importância, ainda mais perto de tudo que eu já vivi com você. – o encarei e vi a sinceridade nos seus olhos. – Me perdoa, S/N, me deixa poder fazer certo dessa vez. – acariciou minha bochecha. – Eu quero ter você de novo pra mim, mas dessa vez pra todo mundo ver. Quero mostrar para o mundo que você é minha e que eu sou seu. Afinal, eu não sou o seu professor. – sorri. – Eu te amo, minha menina! Mais que a mim mesmo. – sorri ao escutar como ele sempre me chamou.

- Eu senti falta de escutar você me chamando assim! – ele sorriu.

- Me perdoa? – se aproximou do meu rosto. – Hum? – começou a distribuir selinhos por todo meu rosto. Eu sorri boba.

- Eu te amo demais. – ele me encarou com os olhos brilhando. – Eu te perdoo, Zayn. Mas, por favor, não desperdiça essa chance. – ele sorriu.

- Eu não vou. Eu não quero passar pela mesma experiência horrível de ficar sem você. Eu não vou sobreviver se isso acontecer! – ri fraco.

- Bobo!

- Você me deixa assim! – ele tomou meus lábios num beijo calmo, suave. Sem maldade e sem pressa de acabar. Ele abraçou minha cintura, me apertando contra ele e eu acariciei a lateral do seu rosto.

- Eu te amo! – ele sorriu, ainda de olhos fechados., quando eu disse isso.

- Eu te amo. – deixou um selinho demorado nos meu lábios. – Minha menina!


*

One Shot Harry Styles 

  • Pedido - Bem, eu queria um shot onde o Harry e a SN se separam fisicamente por conta que o Harry mal ligava para a família e chegou a ouvir ele dizer que tinha se arrependido de casar e que tava de saco cheio das criancas e tal, aí a SN deixa um documento assinado pelo juiz permitindo que ela fosse embora sem a permissão dele p levar as criança (mostrou a gravação) e some, meses depois ele os acha (a SN estava no sofá se atracando com o atual) e discutem mostrando que sente falta dela. Final feliz 😍


Harry não podia acreditar no que seus olhos estavam vendo, ele os esfregou com as costas mãos para ter certeza de que não passava de uma alucinação, mas logo constatou que não, ele estava mesmo presenciando a cena. A mulher que ele conhecia era reservada e não fazia nada que julgava não ser bom, ela gostava de fazer bem as pessoas e era fiel aos que amava, mas agora ela estava ali no sofá de couro preto, se agarrando com um qualquer, ela ainda era sua mulher afinal e isso não estava certo. Para começar, ir embora com as crianças não estava certo.

Para entender todo o acontecimento, precisamos rebobinar um pouco a fita, mais precisamente até quando estiver no mês passado quando foi que tudo começou.

(Seu nome) não conseguia explicar em que ponto deixou com que sua vida de casada saísse dos trilhos, as coisas estavam estranhas e completamente desconfortáveis em alguns momentos. Ela não sabia explicar e nem resolver a situação, então apenas cruzou os braços e está deixando as coisas tomarem seu rumo por si só.

Ela estava casada há quase sete anos com o mesmo homem, mas ele parecia ter se transformado em outro ao longo do tempo. No lugar do marido bondoso, dedicado e carinhoso, o marido resmungão, irritado e cheio de descaso tomou a frente comandando incansavelmente o novo Harry. Não tinha o que fazer, a não ser deixar as coisas tomarem o próprio rumo.

Agora ela dormia no quarto que era deles e ele ocupava o de hóspedes, as crianças eram muito pequenas para perceberem algo e assim continuou e continua. Cada um em seu canto, como se fossem duas pessoas sem compromisso dividindo a mesma casa.

(Seu nome) havia acabado de preparar o jantar, as crianças estavam brincando na sala, então ela deveria apenas ir até o quarto de hóspedes comunicar a Harry que o jantar estava pronto. Seria ao isso se ela não tivesse percebido que Harry estava no telefone, ninguém pode a culpar por ter esperado um pouco e consequentemente ouvido um parte da conversa.

— Eu sei… Eu sei que são os meus filhos, mas isso não me impede de estar com o saco cheio. Elas só sabem correr e gritar por toda a casa, nem um dia é diferente, sempre a mesma bagunça.

(Seu nome) não podia acreditar que era aquilo que ele pensava sobre as crianças, uma bagunça constante. Para ela, ele estava muito enganado, as crianças eram sinônimo de alegria, elas são as únicas pessoas felizes que moram nessa casa e eles poderiam continuar a serem crianças para sempre que ela não se importaria, nem mesmo um pouco.

Notando que a conversa continuava, ela permaneceu de pé olhando pela greta da porta Harry sentado na cama segurando o celular no ouvido.

— Eu queria ter ouvido meus amigos que me disseram para não casar, estes estão aí, apenas curtindo enquanto eu tenho que todo o dia aprender como ser paciente. Como ainda não inventaram a droga da máquina de viajar no tempo? Eu queria poder voltar e dizer não na igreja, se arrependimento matasse eu estaria morto e enterrado.

Ok, (seu nome) tinha que admitir que ouvir isso doeu, mesmo que eles não estejam do mesmo jeito de quando se casaram, não foi ela que escolheu ficar assim, Harry que estava jogando tudo fora e ela ainda não entendeu o porquê.

Com os olhos já tomados pelas lágrimas, ela se afastou da porta e caminhou até o quarto que agora apenas a pertencia, foi até o banheiro e jogou água sobre o rosto se obrigando a permanecer forte para descer e alimentar as crianças. Olhando no espelho ela decidiu realizar o desejo do marido, claro que ela não poderia voltar ao passado, mas ela pode sumir com as crianças da vida dele.   

[…]

Estava feito, (seu nome) trabalhou duro durante a semana para conseguir uma liminar que a permitisse sair do país com as crianças, ela voltaria para a casa da mãe e já havia a avisado. Foi preciso recorrer na operadora do chip do celular de Harry para pegar as gravações das chamadas efetuadas e recebidas, já que ela não sabia se naquela noite Harry ligou ou recebeu a chamada a qual ela teve o desprazer de ouvir a conversa. Apresentando ao juiz a gravação, ela conseguiu que a permissão saísse e agora ela pode deixar o país com os filhos sem comunicar ao pai.

Deixar o país foi fácil, o difícil foi convencer as crianças a cada dia que passava que eles não voltariam para a casa que moravam, crianças de cinco e três anos costumam ser bem insistentes quando querem.

A vida continuou, (seu nome) matriculou as crianças na escolinha e saiu a procura de um emprego, ela só encontrou para ser servir mesas em um bar, mas isso não seria problema nenhum para ela que precisava trabalhar. Com o passar dos dias, ela foi se familiarizando com o lugar, recebia cantadas o tempo todo e ignorava todas até que um homem insistente apareceu em seu caminho e conseguiu que ela o desse um pouco mais de moral, então todos os dias ele ia até o bar para tentar a sorte, até que em fim conseguiu.

Depois de ter acabado o expediente, (seu nome) resolveu aceitar o convite insistente de Thomas para tomarem uma cerveja, ela se sentou num dos bancos ao lado dele e eles conversaram, ela não se importou quando ele a segurou firme iniciando um beijo apressado, talvez ela precisasse disso então apenas retribuiu com todo o fervor.

— Larga minha mulher, seu desgraçado! — Harry falou com irritação quando caiu em si e puxou (seu nome) dos braços daquele homem, ele não poderia permitir que esse tipo de coisas acontecesse bem debaixo de seu nariz.

— Harry? — (seu nome) se virou assustada para ter a visão de quem a havia puxado — O que está fazendo aqui? Como me encontrou?

— Como você tem a coragem de beijar outro homem? Por que você sumiu sem me dizer nada? — ele a soltou ficando de frente para ela.

— Eu estava te fazendo um favor, você não queria que ninguém te enchesse o saco e eu apenas realizei o seu desejo. — Harry a olhou como se fosse uma louca.

— De onde… Você ouviu minha conversa com o Louis? — essa recordação pipocou em sua mente — Eu havia tido um dia estressante e tudo aquilo saiu da minha boca, mas eu não quis dizer aquelas coisas.

— Como você não quis? Você vem agindo como um idiota há muito tempo, não ache que eu iria aguentar aquela forma de viver que estávamos tendo. — se estavam sendo sinceros, Harry teria que ouvi-la — Você começou a dormir em outro quarto, você mal se importava com as crianças, era como se não estivéssemos ao seu redor e isso era um pesadelo. Eu não me casei com você para agirmos como se nós dois fôssemos o incomodo um do outro, eu casei com você porque eu te amo, amava, não sei.

— Amava? Você não me ama mais? — Harry prendeu seus olhos no rosto da mulher quando ela demorou a responder.

— E você, Harry? Você ainda me ama? — (seu nome) perguntou de forma demorada, ela estava com medo da resposta, muito medo.

— Eu te amo. Você não sabe o quão desesperado eu estava atrás de vocês e quando sua mãe me disse que você não estava com ela, eu fiquei ainda mais… Quando eu não te achei em lugar algum, eu resolvi vir até esse país e vigiar a casa da sua mãe e então eu vi você. Não faça mais isso comigo…

— Você fez a mesma coisa comigo… Você sumiu com o Harry com quem me casei e se tornou esse ai que mal se importa com a família. — ela suspirou olhando para os próprios pés.

— Esse Harry está de volta, eu prometo. — Harry colocou suas mãos nos ombros de (seu nome) acariciando levemente.

— Não é tão fácil assim… Eu não posso apenas pegar as crianças e voltar para aquela casa que se tornou fria para mim.

— Podemos nos mudar, eu não me importo se tivermos que ir para outro lugar.

— O problema não é a casa, Harry… Não importa o número de vezes que vamos nos mudar e sim a forma que vamos viver. Não dá para ser como antes.

— Eu mudei, acredite em mim, por favor.

— Você vai continuar aqui? Pode me pegar amanhã às oito? — (seu nome) olhou nos olhos do marido.

— Vai ser como se estivéssemos nos conhecendo? — ele perguntou e ela assentiu — Ok. Eu vou continuar aqui, para reconquistar você. — ele sorriu e selou os lábios da mulher.

— Sem beijos até o terceiro encontro. — Harry apenas riu e roubou outro selinho rápido da mulher, antes que ela se afastasse.

— Mas eu vou poder ver as crianças antes disso, não é?!

— Claro, são seus filhos também.

(Seu nome) nem percebeu que Thomas não estava mais ali e seguiu com Harry para fora do local, ela não queria admitir, mas estava ansiosa para o encontro.



Espero que tenham gostado… ❤

O aniversário do blog está chegando, então não deixem de checa-lo de sábado em diante 😉

- Tay

•Pedido

•Yasmim, Faz um que ela tá doente e eles tem um filho, mas ele tá traindo ela, aí ele pede o divórcio e ela aceita mas só em certo tempo, nesse tempo ela faz tudo pela família e um dia ela morre e ele descobre que ela tava doente. Bjs obrigada.


-Papai quando a mamãe vai voltar?- Lewis o filho mais novo de Louis perguntava.

-Lewis a mamãe não mora mais com a gente, agora ela mora lá no céu junto com os anjos.- Louis disse sentindo seu coração apertar.

-Mas papai eu quero ver a mamãe, estou com saudade dela papai, trás ela de volta!- o pequeno de quatro anos não se conformava com o fato de sua mãe agora não estava mais no meio deles.

-Filho não tem como trazer mais a mamãe, mas você sempre pode falar com ela, ela está de ouvindo lá do céu.- Louis tentou sorrir para o filho.

-Tudo bem papai, eu te amo!- os dois de abraçaram.

Louis sentia que a culpa da morte de sua ex mulher era unicamente dele, ele poderia ter deixado seus caprichos de lado e ter se dedicado a mulher e os filhos, mas agora já era tarde, (S/N) estava morta e nada poderia fazer com que isso mudasse.

-Vai sair amor?- a voz doce de (S/N) foi ouvida pelo marido.

-Tenho um compromisso agora não sei quando volto.- Louis disse indiferente.

-Mas hoje é sábado, pensei que fossemos levar as crianças ao parque.- sua voz ecoou triste.

-Eu não tenho tempo para programas bobos em família, tenho que colocar comida nessa casa, então por favor não me encha a paciência com futilidades.- e assim o mais velho saiu deixando sua esposa desconsolada.

(S/N) nos últimos dias não se sentia bem, ela estava fraca, com frequentes dores cabeça e febre alta, mas ela não se importava com isso, o que ela mais queria era ter sua família feliz novamente.

Louis por sua vez não estava no trabalho mas sim na casa de sua amante, onde ele estava sempre que saia do trabalho, para ele sua família não importava mais, claro que ele amava seus filhos, mas sua vida de casado já não era mais a mesma.

-Lou, já pediu o divórcio?- Josephine perguntava deitada no peito de Louis.

-Ainda não, mas te prometo que dessa semana não passa meu amor!

Deitado agora sozinho na enorme cama de casal Louis pode perceber o quanto (S/N) fazia falta, não ter mais a presença da mulher na cama chegava a ser desesperador, o cheiro da doce menina ainda permanecia no travesseiro que a pertencia.

-Se eu pudesse ter pelo menos mais uma noite com você meu amor, eu faria tudo diferente…

-Pai? Posso entrar?- Henry o filho de quinze anos perguntou ao pai.

-Claro que sim filho.- Louis enxugou as lágrimas que caiam.

-Ela faz muita falta né…- Henry se sentou na cama e abraçou o travesseiro da mãe.

-Muita meu filho, sua mãe vai fazer muita falta para todos nós.

-Antes dela partir ela me disse para não ficarmos triste, que só devíamos lembrar dos momentos bons que passamos com ela.- o menino sorriu ao lembrar de sua mãe.

-Sua mãe foi uma mulher maravilhosa, eu me arrependo de tudo que eu fiz com vocês.- agora Louis não escondia suas lágrimas.

-Está tudo bem pai, agora somos só nós três, vamos recomeçar…

O diagnóstico que (S/N) havia recebido não o esperado por ela, a jovem de trinta e dois anos não acreditava que agora teria que conviver com a leucemia, o problema é que seu estagio já era avançado e as chances de cura já não eram tantas.

Em casa Louis a esperava para enfim fazer o tão esperado -por ele- pedido de divórcio, assim que (S/N) chegou Louis a direcionou para seu escritório.

-O que eu tenho para falar com você é muito sério.- Louis disse a olhando.

-Pode dizer, você está me deixando preocupada!

-Eu quero divórcio!- (S/N) piscou os olhos várias vezes e dua boca se abria mas nada saia, ela só queria que aquilo fosse um pesadelo.

-Como assim Louis? Por que?- a menina perguntava ainda não acreditando.

-Eu não te amo mais (S/N), estou apaixonado por outra, e eu não quero mias continuar casado com você.- as palavras atingiram o coração da mulher como facadas.

-Se é assim que você quer, eu não posso fazer mais nada…- ela o olhou mais uma vez antes de se dirigir para fora do escritório.

Louis não conseguia tirar o último olhar que sua menina havia lhe dado pela última vez que a viu ainda em vida, um olhar de tristeza, aquele olhar que ele nunca mais veria.

Lembranças de todos os momentos que ele havia passado com (S/N) passavam em sua mente como um filme, o melhor de todos os filmes, que assim como muitos não tiveram um final feliz.

Desde que Louis saiu de casa as coisas não estavam fáceis para (S/N), cuidar dos dois filhos, de uma casa e ainda ter seu trabalho não estava nada fácil, com a sua falta de tempo (S/N) não havia retornado ao médico e isso poderia a prejudicar muito.

-Mãe, está tudo bem?- Henry havia acabado de chegar de em casa quando encontrou sua mãe encostada na estante da sala.

-Eu só estou meio fra…- antes que ela pudesse terminar a frase seu corpo caiu nos braços do filho.

Louis corria desesperado pelos corredores do enorme hospital a procura de alguma notícia de (S/N), Henry havia ligado desesperado para o pai dizendo o que havia acontecido com a mãe.

-Senhor Tomlinson?- um senhor vestido de branco chamou a tenção de Louis.

-Sou eu mesmo, como ela está?- Louis perguntava desesperado.

-Eu acho que o senhor não sabia, mas (S/N) está com leucemia, e o casa dela já estava avançado quando ela me procurou e como não recebeu o tratamento adequado a situação só piorou, ela não tem muita chances de sobreviver, sinto muito.- Louis se segurou na parede para que seu corpo não viesse ao chão.

-Eu… eu posso vê-la?- o moreno perguntou ao médico que apenas assentiu lhe mostrando o quarto.

Ver a mulher de sua vida totalmente ligada a aparelhos lhe quebrou o coração, a mulher forte que sempre lhe apoiou em tudo estava ali, entre a vida e a morte e ele não podia fazer nada.

-Meu amor… sou eu… Louis, eu nem sei o que ti dizer, me perdoa por tudo que fiz com você princesa, como eu queria que você estivesse aqui comigo comigo e não em um leito de hospital, eu sei que tudo que eu fiz com você não tem perdão, mas eu só te peço isso meu bem, me perdoa… me perdoa por não estar com você enquanto você passava por tudo isso, me perdoa por ter te abandonado, por ter te feito sofrer, eu te amo meu amor, por favor não me deixa… volta logo para casa, pra nossa família, nós precisamos de você!- soluços saiam sem permissão da boca de Louis.

-Eu vou estar sempre com vocês…- esses foram as últimas palavras ditas pela doce mulher antes que um barulho agudo tomasse conta do quarto.

Agora a vida seguiria, uma família ainda que incompleta unida novamente seguiria firme por aquela que sempre lutou para ver todos felizes e agora lá de cima olha para cada um dos seus eternos amores.

Yasmim;)

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O Espírito Santo de Deus tem um abraço reconfortador. Quando o medo, o desespero e a solidão invadem todos os cantos da alma, o abraço dEle consegue dar alívio. Um toque delicado, O refrigério para os cansados. O alento para os desesperados… O Homem mais poderoso de todos os tempos, capaz de criar o mundo, acalmar mares tormentosos, cessar o pranto, decretar bençãos, dar paz aos aflitos e descanso ao aflito, é o mesmo que toca com leveza o coração contrito e o refaz. Basta um toque de Suas mãos, basta ouvir o ressoar de Sua doce voz para o coração ser preenchido de Seu imenso amor; Toda dor e choro irão se dissipar, pois no lugar onde Deus chega tudo fica imerso de Sua Paz.
—  Abraça-me, Olívia Pilgrim.

Pedido: Hey faz um imagine que a (S/N)é babá da filha do Harry e a garotinha amo a (S/N) até que um dia ela tem um pesadelo e começa a chorar muito e o harry fica desesperado e chama a (S/N),aí a garotinha chama a (S/N) de mamãe. bem fofo. Obrigada

           Harry Vision

A cinco anos atrás a mulher da minha vida deu a luz a pessoa mais importante da minha vida, e assim que ela nasceu ela se foi. A algum tempo atrás eu estava tão ansioso pela a chegada da minha primeira filha, tudo estava perfeito e eu estava feliz e minha esposa, mas tudo mudou no dia do parto, ouve algumas complicações e ela quis que a menina nascesse mesmo sabendo que não iria resistir ao parto, desde de então e apenas Darcy e eu posso dizer que ela é realmente a única coisa que importa na minha vida.

Eu andava ocupado com o meu trabalho, ser famoso e ainda administrar uma casa e cuidar de uma criança de cinco anos não é uma tarefa fácil, então resolvi contratar uma baba, para facilitar e deixar minha mãe descansar um pouco, não sabia como a Darcy iria reagir a nova baba, mas ela sempre se deu muito bem com as pessoas principalmente as desconhecidas. Faltava apenas meia hora para mim ir de casa e resolver os novos contratos da banda, tudo estava caminhando perfeitamente bem, os meninos estavam animados para a nova Turner, depois que nós voltamos da pausa tudo ficou ainda mais acelerado, as fãs estão ainda mais dedicadas e animadas.

Assim que a porta se abriu, percebi que a baba tinha chegado, ela é muito mais nova do que eu imaginava não passava dos vinte anos e isso me assustou um pouco, deixar a minha filha com uma mulher tão nova me deixa um pouco inseguro. Ela parecia nervosa e agitada, procurava alguma coisa na sua bolsa.

- Olá, senhor Styles… é me desculpa pelo o atraso é que você sabe esses ônibus nunca chega no horário. – A garota estendeu a mão para mim. – Eu sou a nova baba. – Disse ela abrindo um largo sorriso.

- Tudo bem eu entendo sim. – Sorri para ela e apertei sua mão.

           Depois de longos minutos explicando como tudo funciona e os horários da Darcy despedi-me da minha filha e da sua mais nova baba que parecia ser muito alegre, Darcy logo simpatizou com ela.

 

           S/N Vision

Ótimo! No meu primeiro dia de emprego chego atrasada, eu acabei de mudar para Londres e tudo parece ser tão agitado não conseguir decorar os nomes das ruas e nem os horários dos ônibus ainda estou meia perdida. Assim que recebi essa proposta de emprego fiquei muito animada é minha chance de começar uma nova vida e pagar minha faculdade só que eu não contava que o meu chefe é um cara famoso, a alguns anos vi a historia dele em um jornal sua mulher morreu dado a luz a sua primeira filha, isso parece um desafio, mas eu tenho certeza que vou conseguir mesmo parecendo tão difícil.

Durante o dia, fiquei brincando com a Darcy e segui todo o horário que o Senhor Styles me passou, foi bem fácil a Darcy é uma criança adorável.

(…)

Hoje Darcy completa seu sétimo aniversario e ela convidou alguns dos seus amigos para uma festinha a ajudei a organizar tudo, até mesmo a descorar seu bolo de aniversario ela mesma queria fazer tudo as vezes é difícil acompanhar seu ritmo, nunca vi uma criança tão alegre e cheia de vida dessa maneira.

Faz dois anos que estou na casa do Harry ( ele me pediu para o chamar assim), as vezes sinto-me como um membro da família, e isso me deixa feliz já que meus pais morreram muito cedo e nunca tive contato com ninguém além deles, e como se eu tivesse uma nova oportunidade de ter uma nova família. Harry vive em Turner então eu que cuido e faço tudo pela a Darcy, e como se eu fosse uma segunda mãe para ela.

           Harry Vision

As vezes não sinto que sou o pai que a minha filha merece, nunca consigo fica em casa já perdi as contas de quantas vezes perdi apresentações na escola dela, e isso deixa-me triste queria que fosse diferente, mas tenho que trabalhar quero da uma vida boa a minha filha. Hoje ela completou exatamente sete anos,  e me fez pensar quanto tempo se passou, eu praticamente perdi todo o crescimento dela. A s/n me pediu para ficar com a Darcy e cancelar todos os meus compromissos ela precisava de uma tempo só comigo, com o pai dela.

A noite, logo após o termino da sua festa, eu e Darcy ficamos brincado e comendo besteiras, meu dia foi ótimo, nunca me senti tão próximo a minha filha, S/n estava cansada e ela foi dormir, ela merecia essa noite de descanso imagino como é difícil cuidar de uma criança ainda mais quando ela nem ao menos é a sua filha.

(…)

 

Coloquei Darcy para dormir e fui para meu quarto, por algum motivo não estava conseguindo dormir, o costume de dormir de madrugada todos os dias não deixava eu pregar meus olhos, então fiquei mexendo no celular e assisti alguns filmes. Quando finalmente conseguir dormir escutei um grito vindo o quarto da Darcy, corri o mais rápido que pude. Assim que eu abri a porta ela estava deitada na sua cama, seu travesseiro estava todo molhado de suor e ela chorava muito. Cheguei perto dela, e a abracei com toda minha força.

- Papai, eu estou com medo. – Ela dizia em meio ao choro.

Assim que abri a boca para dizer algo, s/n estou no quarto assustada e sentou ao lado da Darcy, Darcy logo a abraçou. – Estou com tanto medo.

- Foi só um pesadelo, eu e seu pai estamos aqui, nada vai machucar você.

- Você é a melhor mamãe do mundo. – Dacy abraçou a s/n e deitou no seu colo.

Assim que escutei a palavra mamãe meu coração acelerou, olhei para a s/n que não tinha nenhuma expressão no rosto. Será que ela não tinha gostado? Ou estava com medo? Sai do quarto e deixei as duas.

Assim que s/n saiu do quarto da Darcy, ela caminhou em minha direção. – Eu peço desculpas Harry, eu fico tanto tempo com  Darcy e ela se acostumou com a minha presença que acabou me chamando assim, espero que você não se importe.

- É claro que não, talvez ela esteja precisando de uma nova mãe, mas uma de verdade como você.

- Eu…

- Você foi a única mulher que conseguir olhar desde da morte da mãe da Darcy e eu sinto que é hora de começar novamente.

S/n sorriu para mim e passou os braços em volta do meu pescoço. – Vamos tentar isso pode dar certo não é mesmo?

Toquei seus cabelos com a ponta do meu dedo e a beijei com toda a vontade que eu senti nesses últimos anos e depois de tanto tempo eu só quero começar novamente, deixar o passado para trás e viver o hoje.

Imagine com Niall Horan

“oii eu quero um do niall q ele é traficante e ela patricinha e aí eles ficam numa festa e se apaixonam e ela meio q muda elee eles são mt fofos juntos. -mari13xx” 

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– Não acredito que você vai me levar para essa festa. - Digo irritada cruzando os braços.

– Porra, larga de ser chata. É uma festa normal, com pessoas normais. - Lara bufa.

– Não Lara, tem pessoas perigosas lá, você sabe disso.

– Blá, blá, blá. Amiga, não tem nada disso lá. Não é como esses eventos que você vai com seus pais, mas é uma festa normal, de adolescentes normais.

– Tudo bem. - Lara deu um sorriso vitorioso. - Mas não vamos ficar muito lá e eu não vou beber.

(…)

Entrei naquele lugar -que era minúsculo e estava lotado de pessoas - com a Lara me puxado pela mão.

Chegamos até o bar, o barman - que era totalmente desconhecido pela minha pessoa. - Sorriu para Lara, gritando o nome dela.

– Douglas! - Lara deu um beijo em sua bochecha. - Quero qualquer coisa que me deixe bêbada! 

– Você não toma jeito. - Douglas disse rindo. - E você moça? Vai beber o que - disse apontando para mim.

– Am.… uma água, por favor. - o homem me olhou gargalhando, seguido por Lara. - O que foi hein?

– Nada, moça. - continuou rindo. - Vou dar para você a melhor bebida da casa.

– Eu não bebo. - respondi 

– Não se preocupe, docinho. - piscou para mim. 

Douglas me deu um copo pequeno com cores estranhas e misturadas.

– Eu não vou beber isso.

– Pode beber amiga, é muito bom. - Lara disse pegando o copo e levanto até minha boca. - Por favor, só um.

‘Kay, só um. - digo pegando o copo da mão dela.

– Vira de uma vez. - ouvi a voz do barman.

Virei o copo de uma vez, uau, era doce, nem parecia bebida alcoólica.

– O que é isso? Eu quero mais. - Lara e o barman sorriram.

(…)

Eu não sei quantos copos daquela bebida estranha eu bebi, sei que parei de contar no décimo, sei também que eu estou complemente bêbada, no meio da pista de dança com a Lara.

Often do The Weeknd começou a tocar, eu amo essa música demais.

Quando já vi, estava rebolando até o chão, mexendo meu quadril do jeito mais sensual que podia.

Sinto duas mãos sobre meu quadril, me puxando para trás, colando minhas costas em seu peito.

Baby I can make that pussy rain. - uma voz rouca sussurrou em meu ouvido e distribuiu beijos pelo meu pescoço, me fazendo estremecer. - Eu estou de olho em você desde quando te vi entrar nessa festa.

Me virei e homem loiro de olhos claro, usando uma blusa branca com uma jaqueta de couro preta. Incrivelmente sexy.

O loiro me olhou de cima a baixo e me deu um olhar surpreso.

– O que a princesinha faz em uma festa como essa? Essa festa não é para garotas como você. - o homem disse apertando minha cintura me puxando mais para si. - Seu papai não vai gostar de saber que você está em festas assim.

– Não me importo com meu pai. - digo olhando para seus lábios, eu estou com uma puta vontade de beija-los.

O loiro levanta minha cabeça, me fazendo olhar em seus olhos.

– E você, se importa de estar aqui com Niall Horan? Eu sou perigoso, moça. 

– Eu não faço a menor ideia de quem você é ou o que você faz. - o loiro riu, segurou em minhas bochechas e foi se aproximando dos meus lábios. - Então eu não ligo. 

O loiro atacou meus lábios com certa força. Levei uma de minhas mãos até sua nuca, o trazendo mais para mim.

Niall começou a apertar minha bunda com força me fazendo gemer entre o beijo.


Eu estava ficando excitada.

Muito excitada.

– Vamos sair daqui. - Niall disse afobado depois que paramos o beijo.

(…)

Acordei com uma puta dor de cabeça, sozinha, deitada em uma cama, em um quarto que não é meu. Que merda eu fiz?

Levantei da cama zonza, e notei que estava nua.

Eu estou nua, porra.

Ouvi a porta do quarto sendo aberta, peguei os lençóis brancos e cobri meu corpo.

Vi uma figura loira entrando pela porta, ele estava sem camisa e com uma bandeja nas mãos. 

– Bom dia, princesinha. - O homem diz com a voz rouca.

Que porra é essa?

– Desculpa? Eu conheço você. - O loiro riu, fazendo sinal negativo com a cabeça, depositou a bandeja em uma mesinha que tinha perto da janela.

– Bebeu tanto assim? - ele caminhou até mim, pegou minha mão esquerda e beijou a mesma em seguida. - Niall Horan, prazer.

– Prazer. - digo tímida, tentando me cobrir mais com os lençóis


– Não se lembra de nada, não é? - afirmei com a cabeça. - Eu encontrei você em uma festa de um amigo. Nós beijamos, depois eu te trouxe nesse motel e transamos a noite toda. 


– Uau, acho que bebi muito. Eu nunca fiz isso. - provavelmente eu estava muito vermelha. - Me desculpe. Eu… eu estou tão envergonhada. - digo escondendo meu rosto nos lençóis.

Ouvi uma gargalhada.

 – Relaxa, eu adorei passar a noite contigo. - O loiro diz tentando descobrir meu rosto. - Se você quiser, eu posso te levar para casa. Só toma café da manhã comigo? - Assenti. - Ótimo.

– Cadê minhas roupas?

– Espera aí. - ele resmungou indo em direção ao banheiro, voltou com algumas coisas na mão. - Se troca aí. - ele jogou uma pilha de roupas em cima da cama.

– Eu vou me trocar no banheiro, obrigada. - me levantei, ainda com os lençóis no corpo, andando em direção ao banheiro.

– Não tem nada aí que eu já não tenha visto, querida. - Niall sorriu safado, me fazendo ficar mais envergonhada.

Fui para o banheiro, colocando o vestido que usava a noite passada, avistei minha calcinha no lixo do banheiro, maldito.

– Você rasgou a minha calcinha? - perguntei para o loiro que já estava sentado na cadeira, colocando suco em dois copos.

Ele me olhou e sorriu malicioso.

– Parece que sim. - sorriu novamente. - Venha baby, sente-se comigo.

– Você tem cara de ser aqueles caras que transa com a mulher depois vai embora a deixando sozinha em um quarto de motel. - fui direta o fazendo rir.

– Apenas coma.

(…)

– Obrigada, Horan. - digo descendo do seu carro.

– Hei, calma aí. Eu não ganho o número do seu telefone? - perguntou com um sorriso no rosto tirando seu óculos escuro.

– Você merece? 

– Com certeza, amor. 

– Me dá seu celular. - ele me entregou seu celular, digitei meu número e salvei. - Tchau, Horan. - joguei seu celular pela janela. 

Não esperei ele responder e caminhei pelo jardim da minha casa.

 

(…)

6 meses se passaram e minha relação com Niall está maravilhosa, bom, nós estamos namorando, depois de quase dois meses nos encontrando, ficando e as vezes, transando. E em uma noite, ele me levou para passear com ele em seu iate e me pediu em namoro, com direito a alianças de compromisso, rosas e tudo mais. 

Ele é maravilhoso, me apaixonei completamente por ele. Ele sempre faz de tudo para me agradar, confesso que adoro receber seus mimos. Niall me faz uma pessoa completamente feliz e realizada.

– Oi amor. - meu loiro disse assim que abriu a porta de sua casa. - Entra.

Entrei e Niall fechou a porta, logo sentando no sofá.

– Então o que vamos fazer? - perguntei sentando ao seu lado.

– Eu não sei, quero fazer uma coisa, tipo, mais casal, sabe?

– Acho que sim. - repondo pensativa. - O que sugere?

– Cineminha caseiro? -  perguntou. 

– Sim! - respondi animada.

– Vai escolhendo o filme que eu vou fazendo a pipoca.

(…)

Estava deitada nos braços de Niall assistindo um filme de desenho animado, confesso que sou apaixonada por filmes de desenho animado.

NIALL CARALHO LEVANTA A MERDA DA SUA BUNDA E CORRE. - um homem entrou gritando, assustando nós dois.

– O que aconteceu? - Niall perguntou calmo.

– A gangue do Jason descobriu que foi você que matou ele e está vindo se vingar, são muitos Niall, garanto que se a gente não sair daqui, morremos todos. - Niall levantou desesperado me levando com ele.

– Niall o que está acontecendo? - perguntei com medo da resposta.

– Só fica calma, okay? Eu explico tudo depois, só vamos sair daqui. - ele diz correndo para dentro de um quarto e saindo de lá com uma mala na mão.

– Niall, o que tem aí? - fui ignorada. - O que tem ai, Niall. - repeti.

– Porra, é armas, caralho.

Ouvimos um barulho de carro freando e logo homens gritando.

PUTA QUE PARIU, ESTAMOS MORTOS.  - o homem gritou desesperado, puxando os cabelos - ISSO TUDO É CULPA SUA, HORAN. - gritou.

VAI TOMAR NO CU PAYNE, NA HORA DE FAZER VOCÊ FEZ NÉ, AGORA QUE A MERDA FEDEU, JOGA A CULPA TODA PARA CIMA DE MIM. - Niall estava ficando vermelho, ele está muito nervoso.

– Niall, pelo amor de Deus, o que está acontecendo? - perguntei tentando não chorar, eu estou com medo.

CALA BOCA, PORRA, NÃO SE METE. - Niall pegou meus braços com brutalidade me levando para o quintal do fundo.

NIALL PARA CARALHO, ESTÁ ME MACHUCANDO. - Niall parou e me olhou, vi em seu olhar que ele estava com medo.

– Me desculpe, amor. Eu prometo explicar tudo quando isso acabar. - disse e deu um beijo em minha testa. - Eu te amo. – olhei para ele surpresa, era a primeira vez que ele disse isso. - Você confia em mim? – perguntou e eu assenti.

Niall nos guiou até um carro, me enfiou lá dentro, fazendo questão de colocar o sinto em mim.

– Vamos ficar bem, amor. - sorriu e me deu um selinho longo.

Niall logo sentou do outro lado, pegando o volante e saindo de lá cantando pneu.

Niall entrou em uma pista e logo notei três carros atrás de nós.

– Amor, estamos sendo seguido. - avisei e Niall olhou pelo retrovisor e resmungou palavrões desconhecidos por mim, acelerando cada vez mais o carro.  

– Segura o volante. - Niall disse tirando o cinto, colocando o seu corpo pela janela.

– NIALL CARALHO. - segurei o volante, colocando o carro de novo em linha reta.

Niall sacou a arma da sua cintura e começou a atirar nos carros.

– Um já foi. - Niall disse se sentando novamente e assumindo o volante. - Agora minha equipe está cuidando disso.

Olhei para trás e vi os dois carros explodindo.

(…)

– Niall? Podemos conversar? Agora?   - estávamos em um quarto de hotel, com mais três homens, que segundo Niall, faziam parte da equipe dele.

– Tudo bem. Podem sair rapazes. - os três logo trataram de obedecer Niall, nos deixando sozinhos.

– Que negócio é esse que equipe? Você matou quem? Por que eles queriam se vingar? - disparei com as perguntas.

– Eu sou traficante. E calma, não surta, não agora. - ele segurou minhas mãos. - Eu comecei quando tinha 15 anos, meu pai me obrigou. Ele sempre trabalhou com isso, mas nunca envolveu a família, até que ele foi preso, e eu como o mais velho, fui obrigado a fazer tudo isso. - respirou fundo e continuou. - Lá da cadeia meu pai dava as ordens e eu tinha que as cumprir, para o bem de todo, como dizia meu pai. - vi os olhos dele marejarem, ele iria chorar. - Minha mãe foi assassinada dois meses depois que ele foi preso, por um descuido meu.

– Hei, amor. Calma, podemos continuar depois. - digo o abraçando.

– Eu quero continuar agora, amor. - fungou. - Você nunca me viu chorar hein. – brincou e eu sorri em resposta. - E deu no que deu, e agora depois de anos, finalmente descobri quem matou ela e matei, os capangas dele estavam atrás de mim, por isso estamos aqui.

– E por que você nunca me contou isso?

– Porque eu estou tentando sair dessa vida. Não é isso que eu quero para você, para mim e para os nossos futuros filhos. - suspirei apaixonada, ela já faz planos para nós. - Eu me apaixonei por você, completamente. Eu nunca senti com nenhuma garota o que eu sinto por você. Eu te amo demais para te fazer sofrer, por isso eu escolhi parar. Eu conheço a sua família e seria muito difícil manter o nosso relacionamento, é tudo muito perigoso, isso não é para você. - repetiu. - isso não é para nós. - abaixou a cabeça. - Já paguei todas as minhas dividas, falta pouco para finalmente acabar. - suas mãos quentes seguraram minha cintura, me trazendo para perto dele. - Eu te amo, meu amor.

– Eu também te amo, Niall. Você sabe que eu vou estar com você para o que der e vier, eu quero estar contigo para sempre. - disse e por fim o beijei.


~~~~~~~~~


Heiii! Desculpem a demora, estava sem criatividade :/ ficou pequeno mas tudo bem! Pedidos abertos!! 

Imagine Harry Styles

Parte I | Parte II | Parte III | Parte IV | Parte V

(Parte VI/Final)


— Pare de chorar, meu amor… Vai ficar tudo bem.

Harry falou baixo e calmo encarando os olhos assustados da mulher limpando em seguida as lágrimas em seu rosto com o polegar enquanto a outra mão manteve o cano do revólver apertado contra a testa da mulher, agora ele está sentado sobre os quadris dela, a mantendo imobilizada sobre a cama.

— Por favor… — engasgando com o choro desesperado, (seu nome) suplicou vendo nos olhos do garoto que ele está completamente insano.

— Está tudo bem, confie em mim. — ele sorriu — Eu te amo e nunca mentiria para você. — o polegar que antes limpava os rastros das lágrimas, agora acaricia a pele úmida do rosto da professora que se manteve em silêncio para não aborrecê-lo — Cala a boca, não me apresse! — completamente confusa (seu nome) arregalou os olhos não sabendo do que o garoto estava falando, ela não ouviu ou disse absolutamente nada para que ele respondesse daquela forma — Eu quero fazer as coisas devagar, quero conversar antes de ter a eternidade ao lado dela.

— Harry? — (seu nome) arriscou chamá-lo, ela estava com medo e completamente confusa sobre o que ele falava.

— Sim, meu amor. — os olhos verdes ainda estavam pregados na mulher, ele não ousa desviá-los.

— Po-por que está fazendo isso? — o corpo de (seu nome) dava leves pulos por causa do soluço causado pelo choro — Se me ama, por que está fazendo isso?

— As pessoas querem te tirar de mim e você deixa que elas façam isso. — ele disse entre os dentes apertando ainda mais o cano da arma contra a testa da professora, mas logo suaviza novamente, assim como sua voz — Eu estou fazendo isso por nós dois, eu vou nos levar para um lugar onde vamos ficar juntos para sempre. Para sempre e sempre. Elas me disseram. — ele sorriu grande com o que disse.

— Elas, Harry? Elas quem? — (seu nome) não podia deixar de perguntar, em sua cabeça, quanto mais enrola mais chances de alguém chegar e impedi-lo. Mas quem iria a sua casa naquele horário? Ela estava completamente perdida.

— As vozes, elas torcem por nós dois. Vamos ficar juntos, elas me garantiram. — o polegar de Harry deslizou até os lábios da mulher os acariciando — Vamos nos amar para sempre.

O coração de (seu nome) bateu ainda mais acelerado - se é que possível - ela sabia que estava prestes a morrer, Harry deixou isso bem claro em todas as suas palavras, ele mataria os dois por causa de sua loucura e ninguém sabia o que estava acontecendo para talvez pensar em intervir. Maldita hora que escondeu toda a verdade, tudo que ela desejava no momento era ter contado para todos o que vinha passando com a perseguição do garoto, quem sabe assim ele teria ajuda médica evitando um fim trágico nessa história. Arrependeu-se também de ter saído de casa, de sua verdadeira casa, preferia ficar sem emprego e morar na rua do que passar por tudo que passou ao chegar à Inglaterra.

A imagem de seus pais passou em sua mente a fazendo chorar ainda mais, nunca mais os veria e podia imaginar como ficariam quando recebessem a notícia de sua morte. Pensou nos amigos e nos alunos, pensou em tudo que fez de errado na vida, mas não conseguiu encontrar nada que pudesse a resultar uma morte tão trágica e prematura, ela sempre buscou ser boa com as pessoas.

— Apenas pare de chorar, meu amor. — a voz de Harry ainda era calma e isso era o mais assustador.

— Eu estou chorando de alegria, ficar com você para sempre é o que eu mais quero. — ela fingiu um sorriso tentando seguir uma ideia repentina que passou por sua mente. Ela não tinha nada a perder — Eu fui uma tola todo esse tempo, mas eu sempre te amei… Só não sabia como te dizer. — uma das mãos trêmulas de (seu nome) foi de encontro ao rosto de Harry.

— Elas nunca me deixaram esquecer… Sempre sussurram que você me ama. — mais uma vez Harry sorriu ao mencionar as vozes.

— Elas sempre estiveram certas, eu estou pronta para ir com você. — Harry deslizou o dedo para o gatilho quando a ouviu — NÃO! Não ainda! — (seu nome) se apavorou, seu peito subindo e descendo por causa da respiração descompassada — Podemos nos curtir antes de ir, não fizemos sexo ainda.

— Você sempre tem as melhores ideias. — Harry sorriu de lado — Eu vou adorar te ver montada em mim enquanto aponto essa arma na sua cara.

— Eu estava pensando em uma coisa mais lenta, não só sexo… Eu quero fazer amor com você, Harry. Quero ter seu corpo suado sobre o meu enquanto você aperta minha cintura e puxa de leve o meu cabelo. — (seu nome) sussurrou com a boca próxima a do garoto.

— Porra, eu te amo tanto! — Harry deixou a pistola sobre a mesinha ao lado da cama e segurou a barra da camisa para arrancá-la de seu próprio corpo.

Nesse momento o coração de (seu nome) parecia estar pulsando em seus ouvidos, a adrenalina queimou em suas veias e sem demora ela agarrou a arma a lançando no canto do quarto e jogou o corpo de Harry para fora da cama. Com uma pressa que nem ela sabia que tinha, levantou-se rapidamente e correu para fora do quarto ouvindo Harry gritar um xingamento.

A porta da sala estava trancada e a chave não estava em lugar nenhum da sala, os passos de Harry no quarto eram altos como se ele estivesse correndo e o desespero estava de novo presente, não é como se em algum momento ele tivesse ido embora.

— SOCORRO! PELO AMOR DE DEUS, SOCORRO! — esmurrando a porta (seu nome) rezava em pensamento para que alguém conseguisse escutá-la.

— EU VOU PEGAR VOCÊ, VADIA! — Harry gritou no andar de cima e em seguida (seu nome) pôde ouvir um “achei" não muito alto.

Os passos de Harry se fizeram presentes no corredor e (seu nome) sabia que logo ele estaria na sala. Olhando de um lado para o outro ela correu para trás do sofá e se encolheu abraçando as próprias pernas tentando controlar o choro para não chamar atenção.

— Onde está você, meu amor? Temos que sair daqui… Bem-vinda ao show final. — Harry dizia enquanto estava procurando algum sinal da mulher na sala — Não é hora de brincar de esconde-esconde. Eu te amo e você tem que vir comigo. — a frase final saiu de forma mais raivosa.

(Seu nome) cobria a boca com a mão tentando evitar que algum soluço escapasse e denunciasse sua localização, sua respiração estava descompassada e seus olhos arregalados olhando para os lados com medo de Harry aparecer a qualquer momento.

— Meu amor, eu esto-

A voz de Harry foi cortada por um barulho não muito alto e logo depois um baque surdo no chão, o medo era muito, talvez Harry estivesse tentando atraí-la, mas ela tinha que olhar o que havia acontecido. Respirando fundo e implorando a Deus que não a deixasse morrer, (seu nome) se colocou de quatro ainda atrás do sofá e espiou pela lateral vendo agora Harry deitado no chão e Niall com a arma apontada para a cabeça dele.

— Niall? — ela não pôde deixar de ficar surpresa, um taco de basebol estava aos pés de Niall e ele encarava Harry com os olhos marejados e furiosos — Não faça isso… — (seu nome) disse baixo, mas não nem ao menos recebeu o olhar do garoto loiro.

— Ele estragou nossas vidas… ELE SÓ NOS FEZ MAL! — (seu nome) se assustou com o grito do garoto, surpresa por ele se lembrar do que aconteceu.

— Você será igual a ele se fizer isso… Harry está doente, precisa de ajuda. — (seu nome) não pode evitar odiar Harry, mas Niall só se causaria mal matando ele.

— Eu não me importo! Eu quero que ele morra!

Na tentativa de impedir Niall antes que ele puxasse o gatilho da pistola, (seu nome) se levantou do chão e correu em sua direção, mas antes de que fizesse algo o dedo de Niall deslizou e o barulho que ouviram a seguir surpreenderam os dois. A arma não produziu barulho de disparo, ela produziu o barulho que indicava que não havia balas no revólver.

Com a mão no rosto (seu nome) deixou seu corpo cair no chão se encolhendo e chorando alto enquanto Niall deixava a arma cair ao lado do corpo de Harry.

★✧★

(Seu nome) respirou fundo de costas para o avião, ela estava prestes a entrar e fazer o caminho de volta ao lugar que nunca deveria ter saído e isso deixa seu coração leve. Haviam se passado duas semanas desde que Harry fora internado em um clínica diagnosticado com esquizofrenia, os gritos dele ao ser arrastado por policiais de dentro de sua casa ainda a assustava, ele chamava por seu nome com tanto desespero que parecia que estavam o partindo ao meio.

O diretor Grimshaw não a demitiu como pensava, ele entendeu que o acontecido foi fora das dependências da escola e deu o assunto como encerrado, mas depois de tudo (seu nome) não continuaria ali, faria as sessões de terapia com algum psicólogo do Canadá onde estaria novamente na aba de seus pais longe de qualquer perigo. Niall também precisará passar por terapia, todo o acontecimento o causou variações de humor e agressividade, no fim, todos estavam danificado de alguma forma.

A loucura de Harry quase enlouqueceu todos os envolvidos, mas agora as coisas estavam caminhando para o rumo certo. Talvez todos fiquem bem com o tempo.




Enfim fim.

Espero que vocês saibam que eu não sou boa com finais, espero que não tenham se decepcionado por não ter acabado com um final feliz e sim com um ‘começar de novo’ dos personagens.

Estou feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por não ter esse imagine mais como uma divida, está completo e entregue. Triste porque não terei mais meu Harry loucão para escrever. 

Bem, é isso…

- Tay

O estagiário - J-Hope

Categoria: Hot

  2296 palavras

OBS: Esse imagine é um pouco grande, eu não quis dividir em dois post’s por que sei que fica chato ter que ficar procurando a 2° parte e tal… Então espero que gostem desse imagine com o nosso querido e amado meme ambulante <3

Amo vocês! Kissus~~  (~˘▾˘)~

Acordei com uma dor de cabeça horrível e meu corpo estava dolorido.
Parecia que tinham me batido com um taco de baseball.

Abri meus olhos devagar tentando evitar a luz que entrava pela janela e tanto irritava meu olhos. Me sentei na cama e só depois de alguns minutos percebi que não estava em meu quarto.

- Ah meu Deus… - sussurrei observando o quarto - Mas que merda é…

Olhei para o lado e vi um garoto de cabelos negros, pele clara, um sorriso despreocupado no rosto e um corpo maravilhoso.

- Mas que porra eu fiz ontem à noite?? - tampei minha boca tentando me lembrar de tudo. Flashes passavam em minha mente fazendo-a latejar mais ainda.

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E ando me perguntando se ainda me encontro nos teus devaneios. Me pergunto se ainda pensa em mim e o que sente ao me ver. Foi difícil demais deixar você ir e confesso que me senti um fracasso por não ter lutado com unhas e dentes pela tua presença. Eu deixei você ir e você foi mesmo, levando consigo o meu desesperado coração.
—  Alícia Gither 
Priscilla Alcântara 💁🏼

Espírito Santo, é incrível como me sinto quando invade o meu ser 🎶🙏💞 


Não dá pra explicar a vontade que tenho de chorar quando o meu coração arde com tua presença 🎶🙏💞 

 Quando entro na casa do Pai, me esvazio de tudo, pra que Você me encha 🎶🙏🙆
 

Sou ser humano mas escolho hoje, viver pelo espírito, escolho estar na casa do Pai 🎶🙏❤️ 


Eu prefiro Te ouvir e cumprir o meu chamado. Espírito de Deus, vem inundar o meu ser 🎶🙏☝️💞 

 Espírito Santo é incrível como me sinto quando invade o meu ser 🎶☝️💞 


Me esvazio de tudo, pra que Você me encha com apenas o que é Seu 🎶❤️🙏 

É você o primeiro que vejo ao amanhecer, é você que me inspira, me alegra e me faz viver 🎶❤️☝️ 


Sou o seu lar, você é onde pra sempre irei morar. Meu primeiro amor, me faz falta um dia se quer sem te ouvir 🎶🙏💞 


Eu preciso de joelhos te sentir, ouvir teu nome já me faz tão bem 🎶💞🙏☝️ 


Tua graça me abriga e me da paz, você ontem e hoje e sempre 🎶☝️💞 

 Pai, tenho tantos sonhos, mas o que me interessa são os Teus 🎶☝️ 

Pai, são tantas opções que o mundo vem oferecer, mas só o que me interessa 🎶💞 


São os sonhos Teus. Pai, não quero mais ficar assim preso nesse mundo que não tem olhos para Você 🎶💞😑 


Não há nada que eu queira mais pra mim, tudo é Teu 🎶🙆💞☝️ 


Dê-me os Teus sonhos, Pai 🎶💞🙌 

 Eu te peço, me faça escolher o que Tu queres, o que queres eu te entregarei 🎶💞🙌 

 Acordar e te ver e não pensar como o meu dia será, te entregar toda a minha vida, pois sei que podes cuidar 🎶❤️🙏 

Tudo o que irei fazer, tudo o que irei viver, decida por mim, que a todo momento eu posso errar 🎶🙏 


Tua voz obedecer, é o que devo fazer 🎶🙏💕  


Sou escolhido, e te ouvirei quando chamar. Viverei pra te servir enquanto eu respirar 🎶❤️☝ 


Mesmo quando eu errei, você me provou que ama quem eu sou 🎶❤️ 

Não se mede o teu amor, devo a Ti quem eu sou 🎶☝️ 


Não há nada que eu queira mais
Do que contigo estar, meus pés seguem Jesus 🎶💞 


Digo hoje a Ti, Jesus, eu te buscarei até sermos um 🎶💞☝️🙏 


Meus pés seguem Jesus, procurando a sua luz, digo hoje a Ti, Jesus 🎶💞 

Correndo contra o vento pra encontrar você, sei que está distante, não posso me conter 🎶🙇 

Ficou gravado na memória apenas o que nos restou, palavras que o tempo não pôde apagar 🎶😥 

Lágrimas que jorraram do meu olhar, preciso ouvir a Tua voz 🎶🙇☝💕 

Como a chuva que molhou meu deserto, como a ponte sobre o rio que me leva além do véu, é a Tua voz pulsando em meu coração 🎶🙏💕 

Tudo o que tenho e tudo o que sou a minha inspiração é o Teu Amor 🎶☝️😍 

O meu coração desesperado anseia a Tua volta 🎶😍💞🙏 

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