o-desesperado

Yo espero que cuando tú estés triste, enojado, estresado, desesperado o algo que te haga sentir mal, vengas a mí, que me busques y me digas que no te sientes bien. Yo no estoy segura en que logre ayudarte del todo, pero si puedo estar segura de que estaré ahí contigo, llevando juntos lo que te haga daño. No importa en qué condiciones me encuentre yo, en el momento que te sientas así, seré tu compañía. Incluso cuando nada malo te esté pasando.
Yo espero que cuando tú estés triste, enojado, estresado, desesperado o algo que te haga sentir mal, vengas a mi, que me busques y me digas que no te sientes bien. Yo no estoy segura en que logre ayudarte del todo, pero si puedo estar segura de que estaré ahí contigo, llevando juntos lo que te haga daño. No importa en que condiciones me encuentre yo , en el momento que te sientas así, seré tu compañía. Incluso cuando nada malo te este pasando.❤
4

“Oh que crime cruel comete o homem,
ao tesouro vital que lhe foi dado,
fonte de vida, que bem conservado
livra–lo-ia dos males que o consomem,
são florestas inteiras que se somem,
a moto serras e fogo consumidas,
cinzas provinda de milhões de vidas,
cruelmente da terra erradicadas.

Os troncos a queimar, zunem, assobiam,
como o desesperado grito de uma prece,
como se a seiva que em si houvesse,
fosse resto de vida que teriam
e que o som que então, ali enviam,
fossem alertas aos homens que perpetram
crime hediondo, e que assim encetam,
viagem ao próprio fim que enunciam”.


Trechos retirados do poema: “As Queimadas”, de Mestre Egidio.

Isto é o que sobrou de uma árvore que ficava na frente do prédio onde moro. O ex-síndico quem fez o estrago. E um estrago sem necessidade, pois bastava apenas fazer a poda da árvore quando preciso fora. 

E que não tenha mais vida!

Esta é a maneira ignorante de se resolver a questão… Ao invés de cuidar do vivo, ceife-o!

As pálpebras parecem esconder tanto mesmo na escassez do espaço. As cobertas esfriam, os olhos chovem. O arfar desesperado do peito como quem diz que não aguenta mais tanta vida dentro e tão pouco dela lá fora. Você se vê num filme de baixo orçamento cujo diretor se demitiu tamanha incompetência no roteiro. Saudade é ponto de interrogação no destino. Tenho medo de nunca mais saber o que é não sentir saudade. Tenho medo de nunca mais sentir falta de você.

Gabriela Santarosa - Ceciliando.

Hoje eu resolvi  escrever para Deus , estava num momento de euforia , emoção, mas quando peguei a caneta nada saiu. Talvez eu precisasse desabafar, contar os meus medos , sonhos e até mesmo meus maiores segredos , mais quando eu peguei a caneta nada saiu…

Sabe Deus, ultimamente tem sido tão difícil te servir, não é porque eu não queira, é por conta do desânimo que sempre insiste em bater na porta e eu faço questão de abrir. Tem dias que tudo está indo tão bem, que a adoração sai da forma mais bela, porém quando tudo vai mal é difícil te adorar, não é porque eu não queira , mais o desânimo sempre insiste em bater na porta e eu novamente faço questão de abrir.  Pai, eu só te peço perdão por querer desistir novamente. Hoje eu escrevo essa carta com o coração aflito e desesperado por não encontrar saída, por não ver solução em nada. Eu tenho muito medo e o Senhor sabe , pois já te contei . Só me ajuda a chegar até o fim da minha história , não me deixa parar , por aqui. Fica comigo , preciso do Senhor Papai ♥

One Shot Harry Styles 

  • Pedido - Bem, eu queria um shot onde o Harry e a SN se separam fisicamente por conta que o Harry mal ligava para a família e chegou a ouvir ele dizer que tinha se arrependido de casar e que tava de saco cheio das criancas e tal, aí a SN deixa um documento assinado pelo juiz permitindo que ela fosse embora sem a permissão dele p levar as criança (mostrou a gravação) e some, meses depois ele os acha (a SN estava no sofá se atracando com o atual) e discutem mostrando que sente falta dela. Final feliz 😍


Harry não podia acreditar no que seus olhos estavam vendo, ele os esfregou com as costas mãos para ter certeza de que não passava de uma alucinação, mas logo constatou que não, ele estava mesmo presenciando a cena. A mulher que ele conhecia era reservada e não fazia nada que julgava não ser bom, ela gostava de fazer bem as pessoas e era fiel aos que amava, mas agora ela estava ali no sofá de couro preto, se agarrando com um qualquer, ela ainda era sua mulher afinal e isso não estava certo. Para começar, ir embora com as crianças não estava certo.

Para entender todo o acontecimento, precisamos rebobinar um pouco a fita, mais precisamente até quando estiver no mês passado quando foi que tudo começou.

(Seu nome) não conseguia explicar em que ponto deixou com que sua vida de casada saísse dos trilhos, as coisas estavam estranhas e completamente desconfortáveis em alguns momentos. Ela não sabia explicar e nem resolver a situação, então apenas cruzou os braços e está deixando as coisas tomarem seu rumo por si só.

Ela estava casada há quase sete anos com o mesmo homem, mas ele parecia ter se transformado em outro ao longo do tempo. No lugar do marido bondoso, dedicado e carinhoso, o marido resmungão, irritado e cheio de descaso tomou a frente comandando incansavelmente o novo Harry. Não tinha o que fazer, a não ser deixar as coisas tomarem o próprio rumo.

Agora ela dormia no quarto que era deles e ele ocupava o de hóspedes, as crianças eram muito pequenas para perceberem algo e assim continuou e continua. Cada um em seu canto, como se fossem duas pessoas sem compromisso dividindo a mesma casa.

(Seu nome) havia acabado de preparar o jantar, as crianças estavam brincando na sala, então ela deveria apenas ir até o quarto de hóspedes comunicar a Harry que o jantar estava pronto. Seria ao isso se ela não tivesse percebido que Harry estava no telefone, ninguém pode a culpar por ter esperado um pouco e consequentemente ouvido um parte da conversa.

— Eu sei… Eu sei que são os meus filhos, mas isso não me impede de estar com o saco cheio. Elas só sabem correr e gritar por toda a casa, nem um dia é diferente, sempre a mesma bagunça.

(Seu nome) não podia acreditar que era aquilo que ele pensava sobre as crianças, uma bagunça constante. Para ela, ele estava muito enganado, as crianças eram sinônimo de alegria, elas são as únicas pessoas felizes que moram nessa casa e eles poderiam continuar a serem crianças para sempre que ela não se importaria, nem mesmo um pouco.

Notando que a conversa continuava, ela permaneceu de pé olhando pela greta da porta Harry sentado na cama segurando o celular no ouvido.

— Eu queria ter ouvido meus amigos que me disseram para não casar, estes estão aí, apenas curtindo enquanto eu tenho que todo o dia aprender como ser paciente. Como ainda não inventaram a droga da máquina de viajar no tempo? Eu queria poder voltar e dizer não na igreja, se arrependimento matasse eu estaria morto e enterrado.

Ok, (seu nome) tinha que admitir que ouvir isso doeu, mesmo que eles não estejam do mesmo jeito de quando se casaram, não foi ela que escolheu ficar assim, Harry que estava jogando tudo fora e ela ainda não entendeu o porquê.

Com os olhos já tomados pelas lágrimas, ela se afastou da porta e caminhou até o quarto que agora apenas a pertencia, foi até o banheiro e jogou água sobre o rosto se obrigando a permanecer forte para descer e alimentar as crianças. Olhando no espelho ela decidiu realizar o desejo do marido, claro que ela não poderia voltar ao passado, mas ela pode sumir com as crianças da vida dele.   

[…]

Estava feito, (seu nome) trabalhou duro durante a semana para conseguir uma liminar que a permitisse sair do país com as crianças, ela voltaria para a casa da mãe e já havia a avisado. Foi preciso recorrer na operadora do chip do celular de Harry para pegar as gravações das chamadas efetuadas e recebidas, já que ela não sabia se naquela noite Harry ligou ou recebeu a chamada a qual ela teve o desprazer de ouvir a conversa. Apresentando ao juiz a gravação, ela conseguiu que a permissão saísse e agora ela pode deixar o país com os filhos sem comunicar ao pai.

Deixar o país foi fácil, o difícil foi convencer as crianças a cada dia que passava que eles não voltariam para a casa que moravam, crianças de cinco e três anos costumam ser bem insistentes quando querem.

A vida continuou, (seu nome) matriculou as crianças na escolinha e saiu a procura de um emprego, ela só encontrou para ser servir mesas em um bar, mas isso não seria problema nenhum para ela que precisava trabalhar. Com o passar dos dias, ela foi se familiarizando com o lugar, recebia cantadas o tempo todo e ignorava todas até que um homem insistente apareceu em seu caminho e conseguiu que ela o desse um pouco mais de moral, então todos os dias ele ia até o bar para tentar a sorte, até que em fim conseguiu.

Depois de ter acabado o expediente, (seu nome) resolveu aceitar o convite insistente de Thomas para tomarem uma cerveja, ela se sentou num dos bancos ao lado dele e eles conversaram, ela não se importou quando ele a segurou firme iniciando um beijo apressado, talvez ela precisasse disso então apenas retribuiu com todo o fervor.

— Larga minha mulher, seu desgraçado! — Harry falou com irritação quando caiu em si e puxou (seu nome) dos braços daquele homem, ele não poderia permitir que esse tipo de coisas acontecesse bem debaixo de seu nariz.

— Harry? — (seu nome) se virou assustada para ter a visão de quem a havia puxado — O que está fazendo aqui? Como me encontrou?

— Como você tem a coragem de beijar outro homem? Por que você sumiu sem me dizer nada? — ele a soltou ficando de frente para ela.

— Eu estava te fazendo um favor, você não queria que ninguém te enchesse o saco e eu apenas realizei o seu desejo. — Harry a olhou como se fosse uma louca.

— De onde… Você ouviu minha conversa com o Louis? — essa recordação pipocou em sua mente — Eu havia tido um dia estressante e tudo aquilo saiu da minha boca, mas eu não quis dizer aquelas coisas.

— Como você não quis? Você vem agindo como um idiota há muito tempo, não ache que eu iria aguentar aquela forma de viver que estávamos tendo. — se estavam sendo sinceros, Harry teria que ouvi-la — Você começou a dormir em outro quarto, você mal se importava com as crianças, era como se não estivéssemos ao seu redor e isso era um pesadelo. Eu não me casei com você para agirmos como se nós dois fôssemos o incomodo um do outro, eu casei com você porque eu te amo, amava, não sei.

— Amava? Você não me ama mais? — Harry prendeu seus olhos no rosto da mulher quando ela demorou a responder.

— E você, Harry? Você ainda me ama? — (seu nome) perguntou de forma demorada, ela estava com medo da resposta, muito medo.

— Eu te amo. Você não sabe o quão desesperado eu estava atrás de vocês e quando sua mãe me disse que você não estava com ela, eu fiquei ainda mais… Quando eu não te achei em lugar algum, eu resolvi vir até esse país e vigiar a casa da sua mãe e então eu vi você. Não faça mais isso comigo…

— Você fez a mesma coisa comigo… Você sumiu com o Harry com quem me casei e se tornou esse ai que mal se importa com a família. — ela suspirou olhando para os próprios pés.

— Esse Harry está de volta, eu prometo. — Harry colocou suas mãos nos ombros de (seu nome) acariciando levemente.

— Não é tão fácil assim… Eu não posso apenas pegar as crianças e voltar para aquela casa que se tornou fria para mim.

— Podemos nos mudar, eu não me importo se tivermos que ir para outro lugar.

— O problema não é a casa, Harry… Não importa o número de vezes que vamos nos mudar e sim a forma que vamos viver. Não dá para ser como antes.

— Eu mudei, acredite em mim, por favor.

— Você vai continuar aqui? Pode me pegar amanhã às oito? — (seu nome) olhou nos olhos do marido.

— Vai ser como se estivéssemos nos conhecendo? — ele perguntou e ela assentiu — Ok. Eu vou continuar aqui, para reconquistar você. — ele sorriu e selou os lábios da mulher.

— Sem beijos até o terceiro encontro. — Harry apenas riu e roubou outro selinho rápido da mulher, antes que ela se afastasse.

— Mas eu vou poder ver as crianças antes disso, não é?!

— Claro, são seus filhos também.

(Seu nome) nem percebeu que Thomas não estava mais ali e seguiu com Harry para fora do local, ela não queria admitir, mas estava ansiosa para o encontro.



Espero que tenham gostado… ❤

O aniversário do blog está chegando, então não deixem de checa-lo de sábado em diante 😉

- Tay

BTS mafia reaction: Você sendo sequestrada

✳ Seokjin: Ele havia chegado em casa de madrugada - uma das partes ruins do “trabalho” dele era essa - e deixou o blazer no braço do sofá, subindo as escadas e esperando encontrar você no quarto ou talvez acordada vendo algo na TV já que às vezes gostava de espera-lo chegar, mesmo que fosse muito tarde.
Mas quando ele chegou na porta do quarto e viu a cama vazia, os cobertores desarrumados, o seu cheiro ainda no ar. Ele viu seu celular no chão, a tela trincada e suspirou, franzindo as sobrancelhas.
Algo estava fora do lugar.
Você nunca saia de casa sem avisa-lo, e/ou se o fizesse, sempre levava seguranças. Ele ligou para cada um para confirmar o que suspeitava: Você não estava com nenhum deles.
Ele chamou todos os seus homens, e os dividiu em dois grupos: O primeiro procuraria nos lados, norte e sul enquanto o segundo, no leste e oeste. E deixou um aviso:
- Só voltem quando encontra-la. Quero ela viva. E se voltarem sem ela, eu mato cada um de vocês. Entendido?

✳ Namjoon: Os integrantes da gangue rival te pegaram na saída da escola, por uma breve distração dos seguranças que Namjoon havia contratado. E agora, um deles contava a infeliz notícia ao chefe, que voou no pescoço dele.
- O que disse?
O homem engoliu em seco, sentindo as mãos do mais alto apertando-se cada vez mais em volta de seu pescoço, e a feição dele, era assustadora. Não negava ser o mafioso mais perigoso de Seoul.
- C-chefe. - Engoliu em seco. - Não foi intencional. Nos distraím-
- Eu estou pouco me fodendo! Eu contratei vocês, seus filhos da puta, pra proteger a S/N! Mas que porra! - Ele soltou a garganta do outro e se virou de costas, jogando tudo que estava em cima de sua mesa, no chão.
Seu peito arfava desesperado, o cabelo bagunçado, as mãos tremiam. Ele não podia pensar que alguém te machucaria, ele não permitiria que o fizessem. Ele te prometera isso.
- Estão demitidos. Todos.
Os homens saíram da sala, quietos.
Namjoon rosnou e sacou o telefone, ligando para os números que tinha decorado. - Hoseok, me ajuda. Eles pegaram ela, Hoseok.
- Merda. Estamos indo. - O telefone foi desligado e ele sabia que seus homens estavam a caminho.

✳ Yoongi: Ele contratou o que se poderia chamar de exército. Ele não se importava de torrar todo seu dinheiro em armas, contratando assassinos profissionais e homens para te procurar. Ele apenas queria você de volta.
E faria qualquer coisa por isso.
Moveria Seoul e iria até o inferno, mas ele te encontraria. Fez acordos com traficantes para que eles os cobrissem na missão, e assim ele e seus homens entrassem no galpão onde você fora localizada.
Não demorou muito para que eles conseguissem acesso, e Yoongi correu para checar o lugar todo, te procurando, enquanto deu a ordem para que seus homens matassem todos que encontrassem.
E quando ele a tivesse em seus braços, mesmo que fraca, chorando e tremendo, ele suspiraria aliviado e mesmo não sendo um fiel religioso, agradeceria a todos os Deuses por não ter te perdido.

✳ Jhope: Assim como Yoongi, não pouparia esforços para te achar. Contrataria os melhores hackers do mundo e entraria em contato no mesmo dia com seus sequestradores.
Enquanto ele fingia negociar com eles no telefone, seus homens já estavam chegando no local onde você estava escondida. Faltava pouco para acertarem o valor, Jhope estava nervoso, aflito e ansioso, mas sabia muito bem disfarçar com sua lábia incrível.
- Vou te passar o número da conta. - O sequestrador disse. E no mesmo instante um segurança sinalizou para Jhope que haviam te achado, ele suspirou e riu.
- Vai se fuder. E só um aviso: Eu vou te matar.

✳ Jimin: Ele não dormia bem, nem comia, talvez a única coisa que lembrasse vagamente de fazer era beber água, uma ou duas vezes ao dia. A casa nunca fora tão vazia.
Ele estava acostumado a sua presença alegre e radiante, a você dançando a uma musica qualquer descalço, desfilando com um dos milhares vestidos que ele havia te dado, de forma engraçada, fazendo caras e bocas.
Ele riu mórbido com a lembrança. E o copo de água deslizou entre seus dedos, indo ao chão. Ele apertou a testa e apoiou a outra mão no balcão. Sentia tanto a sua falta que chegava a doer.
Machucava acordar sem você ao lado, a casa silenciosa e escura. Sem vida. Não existia Jimin sem você. Há um mês você havia sido sequestrada por seus inimigos e ele se sentia extremamente culpado.
Até ouvir a porta bater e abriu os olhos, para encontrar sua figura instável e cheia de machucados a sua frente, mesmo assim você sorriu, porque estava feliz em ve-lo.
- J-jimin…. - Você sussurrou deixando as lágrimas caírem e ele correu até você. Abraçando seu mundo.

✳ Taehyung: O mais poderoso mafioso de toda Seoul. Todos temiam esse nome. Mas parecia que quem te sequestrou estava tentando testar a paciência de Kim Taehyung.
- Como assim, não acharam ? - Ele espalmou as mãos na mesa, lançando um olhar ao homem a sua frente.
- Procuramos, em todos lugares, senhor. Sinto muito. - Ele adicionou rapidamente, já temendo a reação do chefe.
Taehyung riu.
- Ouça, bem. - Ele fez uma pausa, olhando nos olhos do outro. - Vá do céu ao inferno, procure em cada canto dessa porra de cidade, porque eu quero a minha garota de volta. Eu preciso repetir ou vou ter que desenhar?
A voz dele apesar de baixa, era completamente assustadora. O tom rouco, era quase assassino. O homem assentiu repetidas vezes e saiu correndo do escritório dele.
Enquanto Taehyung desabou na cadeira, arrependido de ter te exposto ao perigo te envolvendo no mundo dele.

✳ Jungkook: Ele procurava com uma quantidade excessiva de homens, em cada canto, não fazia nada além disso. Não pensava em mais nada, ele apenas tinha que te encontrar.
Ele tinha olheiras fundas abaixo dos olhos, a boca seca, não sorria, nem falava, parecia quase um morto vivo. Havia acabado de voltar de mais uma missão de te achar, que havia falhado, de novo.
Ele adentrou a sala de casa, encontrando os meninos no sofá, que levantaram ansiosos para saber se você havia aparecido e ele negou, sentindo a visão turva.
Jungkook sentiu os joelhos cederem abaixo de si e caiu. Viu sapatos a sua frente, a visão borrada, instável, mal ouvia o que era dito.
- Jungkook. Fique aqui. Podemos procurar por ela. Descanse. Você tem feito isso há dois meses. - Não conseguiu identificar de quem era a voz, mas talvez fosse de Taehyung ou de Yoongi. Ele não sabia.
- Hyung. Eu n-não…. Eu preciso, p-preciso encontrar…. - Jungkook não conseguiu terminar a frase, apagou antes disso.
E sua surpresa foi, acordar três dias depois, com um soro ao lado, e você do outro lado da cama, sorrindo fraco, com um curativo no supercílio.
Ele não ligou se tinha uma agulha no braço, nem do quão fraco estava, apenas te abraçou e deixou-se chorar. - Jagiya….
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Desculpa a demora (mesmo), e espero que tenham gostado 💜
~mochi

Imagine Zayn Malik

É aquele ditado: “já que é pra tombar, tombei!” hahahaha

Essa é a última parte desse imagine, ok?! Juro! E ela está ‘caliente’! Está mais hot, mais do que eu tenho escrito ultimamente. E no final ele está mais melosinho… Espero que gostem. Beijos e boa leitura!

Continuação do imagine que ele é professor dele e eles namoram, ele transa com a amiga dela e ela descobre e termina com ele. Eles se reencontram depois de um tempo e acabam voltando.

(1° parte) (2° parte)

*****


(S/N) Point Of View.

**


Eu não sei onde estava com a cabeça. Nesse momento eu estava aos beijos com Zayn, na casa dele. Nós entramos as cegas, sem desgrudar nossos lábios por um segundo. O beijo era feroz, desesperado, urgente e com saudade. 

Ele prensou meu corpo na parede mais próxima, apertando meu corpo contra o dele. Eu arranhava sua nuca e puxava seus cabelos.

Nós dois aproveitávamos cada minuto, cada carícia, cada beijo, cada provocação. A saudade era grande a palpável.

Ele beijava meu pescoço com vontade, enquanto eu puxava seu cabelo e arfava de leve.

Ele deu impulso para que eu enrolasse minhas pernas em torno da sua cintura, e assim o fiz. Ele me encostou na parede e o puxei para mais perto de mim.

- Porra, eu senti tanto a sua falta, (S/N). – disse ainda beijando meu pescoço e eu me arrepiei por completo.

- Zayn… - gemi fraquinho quando ele plantou um chupão no meu pescoço. 

Ele me colocou no chão  e minhas mãos foram para a barra da sua camiseta e a tirei do seu corpo, analisando todo seu peitoral tatuado. Mordi meus lábios e o encarei. Avancei sobre seus lábios e iniciei um beijo calmo. Mas quando ele sugou meu lábio, o beijo se intensificou e se tornou feroz. Sorri quando ele direcionou os beijos para os meus seios.

- O que você quer, Zayn? – pergunto.

- Ah, (S/N), eu quero você inteira, só pra mim. – ele me respondeu.

- E o que você vai fazer comigo, Zayn? – pergunto e passo a língua pelo meu lábio inferior. Ele assiste a cena e aperta minha bunda.

- Eu quero relembrar cada centímetro do seu corpo; eu quero acariciar, beijar, chupar seu corpo inteiro, e deixar minha marca nele; eu quero me afundar em você como nunca; quero matar toda a saudade que eu estou de você por todo esse tempo que você ficou longe; eu quero ver se eu ainda sei exatamente como te levar ao céu e te fazer gozar como nunca antes. Eu quero te fazer gritar o meu nome, (S/N). – ele diz e eu solto um gemido sôfrego apenas ao ouvir essas palavras.

- Ah Zayn, você pode fazer isso… – joguei minha cabeça para trás e ele lambeu meu pescoço.

- E você, (S/N), o que você quer? – sua voz rouca no meu ouvido me fez ficar ainda mais molhada.

- Eu quero você! – digo com dificuldade e avanço contra seus lábios.

Suas mãos foram para a barra do meu vestido, que em segundos já estava fora do meu corpo. Ele encarou meus seios e passou a trabalhar com sua boca ali. Ele chupava com fervor um deles, e o outro era massageado por sua grande mão. Gemidos altos já escapavam pelos meus lábios.

Ele voltou com os beijos nos meus lábios e nos leva até seu quarto. Ele me deitou sobre sua cama encarou todo meu corpo com desejo. No segundo seguinte, ele estava me chupando como se eu fosse a fruta mais suculenta desse mundo.

Eu já sentia meu corpo dar sinais, e quando ele sugou meu clitóris com força eu tive meu primeiro orgasmo avassalador da noite.

Ele me encarou mordendo os lábios enquanto eu relaxava. Seus olhos pegavam fogo de tanta luxúria. 

- Você consegue me excitar apenas me olhando dessa forma!

Eu respirava pesado e o vi tirar sua calça e sua boxer ao mesmo tempo. Seu membro saltou completamente duro para fora e eu sorri ao ver o líquido pré-gozo saindo pela cabecinha do seu membro ereto. Ele começou a se acariciar e se deitou sobre mim.

Meu corpo inteiro foi beijado, acariciado, mordiscado por ele. Ele de fato deixou sua marca em mim.

Ele se posicionou no meio das minhas pernas e eu gemi quando ele circulou a parte mais sensível do meu corpo com a cabecinha do seu membro completamente duro. Sinto ele fazer pressão na minha intimidade e ele me invadiu com pressa.

Nós dois gememos alto.

- Ah (S/N), como eu senti falta disso, falta de você. – ele diz com os dentes cerrados e começou a se movimentar.

Era como se tivesse ido ao céu e voltado. Eu me sentia completa com ele. Eu me sentia bem, feliz e realizada. Se eu pudesse, eu ficaria naquele momento com ele para sempre.

Ele inverteu as posições e me encarou sorrindo.

- Rebola pra mim?! – ele segurou meu quadril me provocando a começar com os movimentos e assim eu fiz.

Eu me deliciava com as expressões de prazer que ele fazia, e me sentia feliz por dar prazer a ele.

Quando ele percebeu que estava atingindo meu máximo, voltou para a posição inicial e suas investidas passaram a ser mais rápidas e fundas. Zayn gemeu longamente e chamou meu nome. Meu corpo ondulou e senti minha intimidade apertar a de Zayn e eu gozei com vigor em volta dele. Ele trancou a respiração e soltou o ar com força, enquanto eu mordi meu lábio com força.

Ele afundou sua cabeça na curvatura do meu pescoço e ficamos ali por um tempo, até nos recuperarmos. Ele suspirou e se retirou de dentro de mim e eu me arrepiei por completo.

- Eu sei que eu fui um idiota com você. – ele suspirou. – Mas foi uma coisa completamente sem importância, ainda mais perto de tudo que eu já vivi com você. – o encarei e vi a sinceridade nos seus olhos. – Me perdoa, S/N, me deixa poder fazer certo dessa vez. – acariciou minha bochecha. – Eu quero ter você de novo pra mim, mas dessa vez pra todo mundo ver. Quero mostrar para o mundo que você é minha e que eu sou seu. Afinal, eu não sou o seu professor. – sorri. – Eu te amo, minha menina! Mais que a mim mesmo. – sorri ao escutar como ele sempre me chamou.

- Eu senti falta de escutar você me chamando assim! – ele sorriu.

- Me perdoa? – se aproximou do meu rosto. – Hum? – começou a distribuir selinhos por todo meu rosto. Eu sorri boba.

- Eu te amo demais. – ele me encarou com os olhos brilhando. – Eu te perdoo, Zayn. Mas, por favor, não desperdiça essa chance. – ele sorriu.

- Eu não vou. Eu não quero passar pela mesma experiência horrível de ficar sem você. Eu não vou sobreviver se isso acontecer! – ri fraco.

- Bobo!

- Você me deixa assim! – ele tomou meus lábios num beijo calmo, suave. Sem maldade e sem pressa de acabar. Ele abraçou minha cintura, me apertando contra ele e eu acariciei a lateral do seu rosto.

- Eu te amo! – ele sorriu, ainda de olhos fechados., quando eu disse isso.

- Eu te amo. – deixou um selinho demorado nos meu lábios. – Minha menina!


*

•Pedido

•Yasmim, Faz um que ela tá doente e eles tem um filho, mas ele tá traindo ela, aí ele pede o divórcio e ela aceita mas só em certo tempo, nesse tempo ela faz tudo pela família e um dia ela morre e ele descobre que ela tava doente. Bjs obrigada.


-Papai quando a mamãe vai voltar?- Lewis o filho mais novo de Louis perguntava.

-Lewis a mamãe não mora mais com a gente, agora ela mora lá no céu junto com os anjos.- Louis disse sentindo seu coração apertar.

-Mas papai eu quero ver a mamãe, estou com saudade dela papai, trás ela de volta!- o pequeno de quatro anos não se conformava com o fato de sua mãe agora não estava mais no meio deles.

-Filho não tem como trazer mais a mamãe, mas você sempre pode falar com ela, ela está de ouvindo lá do céu.- Louis tentou sorrir para o filho.

-Tudo bem papai, eu te amo!- os dois de abraçaram.

Louis sentia que a culpa da morte de sua ex mulher era unicamente dele, ele poderia ter deixado seus caprichos de lado e ter se dedicado a mulher e os filhos, mas agora já era tarde, (S/N) estava morta e nada poderia fazer com que isso mudasse.

-Vai sair amor?- a voz doce de (S/N) foi ouvida pelo marido.

-Tenho um compromisso agora não sei quando volto.- Louis disse indiferente.

-Mas hoje é sábado, pensei que fossemos levar as crianças ao parque.- sua voz ecoou triste.

-Eu não tenho tempo para programas bobos em família, tenho que colocar comida nessa casa, então por favor não me encha a paciência com futilidades.- e assim o mais velho saiu deixando sua esposa desconsolada.

(S/N) nos últimos dias não se sentia bem, ela estava fraca, com frequentes dores cabeça e febre alta, mas ela não se importava com isso, o que ela mais queria era ter sua família feliz novamente.

Louis por sua vez não estava no trabalho mas sim na casa de sua amante, onde ele estava sempre que saia do trabalho, para ele sua família não importava mais, claro que ele amava seus filhos, mas sua vida de casado já não era mais a mesma.

-Lou, já pediu o divórcio?- Josephine perguntava deitada no peito de Louis.

-Ainda não, mas te prometo que dessa semana não passa meu amor!

Deitado agora sozinho na enorme cama de casal Louis pode perceber o quanto (S/N) fazia falta, não ter mais a presença da mulher na cama chegava a ser desesperador, o cheiro da doce menina ainda permanecia no travesseiro que a pertencia.

-Se eu pudesse ter pelo menos mais uma noite com você meu amor, eu faria tudo diferente…

-Pai? Posso entrar?- Henry o filho de quinze anos perguntou ao pai.

-Claro que sim filho.- Louis enxugou as lágrimas que caiam.

-Ela faz muita falta né…- Henry se sentou na cama e abraçou o travesseiro da mãe.

-Muita meu filho, sua mãe vai fazer muita falta para todos nós.

-Antes dela partir ela me disse para não ficarmos triste, que só devíamos lembrar dos momentos bons que passamos com ela.- o menino sorriu ao lembrar de sua mãe.

-Sua mãe foi uma mulher maravilhosa, eu me arrependo de tudo que eu fiz com vocês.- agora Louis não escondia suas lágrimas.

-Está tudo bem pai, agora somos só nós três, vamos recomeçar…

O diagnóstico que (S/N) havia recebido não o esperado por ela, a jovem de trinta e dois anos não acreditava que agora teria que conviver com a leucemia, o problema é que seu estagio já era avançado e as chances de cura já não eram tantas.

Em casa Louis a esperava para enfim fazer o tão esperado -por ele- pedido de divórcio, assim que (S/N) chegou Louis a direcionou para seu escritório.

-O que eu tenho para falar com você é muito sério.- Louis disse a olhando.

-Pode dizer, você está me deixando preocupada!

-Eu quero divórcio!- (S/N) piscou os olhos várias vezes e dua boca se abria mas nada saia, ela só queria que aquilo fosse um pesadelo.

-Como assim Louis? Por que?- a menina perguntava ainda não acreditando.

-Eu não te amo mais (S/N), estou apaixonado por outra, e eu não quero mias continuar casado com você.- as palavras atingiram o coração da mulher como facadas.

-Se é assim que você quer, eu não posso fazer mais nada…- ela o olhou mais uma vez antes de se dirigir para fora do escritório.

Louis não conseguia tirar o último olhar que sua menina havia lhe dado pela última vez que a viu ainda em vida, um olhar de tristeza, aquele olhar que ele nunca mais veria.

Lembranças de todos os momentos que ele havia passado com (S/N) passavam em sua mente como um filme, o melhor de todos os filmes, que assim como muitos não tiveram um final feliz.

Desde que Louis saiu de casa as coisas não estavam fáceis para (S/N), cuidar dos dois filhos, de uma casa e ainda ter seu trabalho não estava nada fácil, com a sua falta de tempo (S/N) não havia retornado ao médico e isso poderia a prejudicar muito.

-Mãe, está tudo bem?- Henry havia acabado de chegar de em casa quando encontrou sua mãe encostada na estante da sala.

-Eu só estou meio fra…- antes que ela pudesse terminar a frase seu corpo caiu nos braços do filho.

Louis corria desesperado pelos corredores do enorme hospital a procura de alguma notícia de (S/N), Henry havia ligado desesperado para o pai dizendo o que havia acontecido com a mãe.

-Senhor Tomlinson?- um senhor vestido de branco chamou a tenção de Louis.

-Sou eu mesmo, como ela está?- Louis perguntava desesperado.

-Eu acho que o senhor não sabia, mas (S/N) está com leucemia, e o casa dela já estava avançado quando ela me procurou e como não recebeu o tratamento adequado a situação só piorou, ela não tem muita chances de sobreviver, sinto muito.- Louis se segurou na parede para que seu corpo não viesse ao chão.

-Eu… eu posso vê-la?- o moreno perguntou ao médico que apenas assentiu lhe mostrando o quarto.

Ver a mulher de sua vida totalmente ligada a aparelhos lhe quebrou o coração, a mulher forte que sempre lhe apoiou em tudo estava ali, entre a vida e a morte e ele não podia fazer nada.

-Meu amor… sou eu… Louis, eu nem sei o que ti dizer, me perdoa por tudo que fiz com você princesa, como eu queria que você estivesse aqui comigo comigo e não em um leito de hospital, eu sei que tudo que eu fiz com você não tem perdão, mas eu só te peço isso meu bem, me perdoa… me perdoa por não estar com você enquanto você passava por tudo isso, me perdoa por ter te abandonado, por ter te feito sofrer, eu te amo meu amor, por favor não me deixa… volta logo para casa, pra nossa família, nós precisamos de você!- soluços saiam sem permissão da boca de Louis.

-Eu vou estar sempre com vocês…- esses foram as últimas palavras ditas pela doce mulher antes que um barulho agudo tomasse conta do quarto.

Agora a vida seguiria, uma família ainda que incompleta unida novamente seguiria firme por aquela que sempre lutou para ver todos felizes e agora lá de cima olha para cada um dos seus eternos amores.

Yasmim;)

Me digam o que acharam! A opinião de vocês é muito importante, e não deixem de me seguirem nas redes sociais! Amo vcs!

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Tá aí a continuação tão esperada kskskssk. Vou pedir um favorzinho só. Leiam o que vou colocar no final, explicando algumas coisinhass.. 

Espero que gostem.. 

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S/N on: 

Acordei e Willian estava ao meu lado. O relógio digital marcava 14h. Fiquei longos minutos na cama, pensando em tudo o que havia acontecido. Eu simplesmente me entreguei ao meu “chefe” sendo que eu não o amo. Foi tão errado o que eu fiz. Sem contar que quase fui morta pela pessoa que eu mais amo. Minha vida estava uma bagunça. Me levantei rapidamente da cama, coloquei minha roupa e saí da casa de William, sem acorda-lo. No momento que entrei em meu carro, chorei baixinho. 

S/N: O que tá acontecendo? - disse apoiando minha cabeça no volante. Não poderia voltar pra casa por medo, estava sozinha e desamparada. Liguei meu carro e comecei a andar pelas ruas, sem rumo, apenas precisava de um tempo para entender o que estava passando comigo. Parei o carro em um lugar sem movimento e peguei meu celular. No visor do mesmo aparecia 17 ligação perdida de Zayn e 2 recados em minha caixa postal. Respirei fundo e coloquei o aparelho em minha orelha, escutando a voz dele. 

“S/N.. Eu acordei agora e li sua carta” - Zayn parou de falar e respirou. Ele soluçava sem parar e pude ver o quão desesperado ele estava - “ Eu sou um monstro! Estou sentindo nojo de mim mesmo! Eu quase te matei amor.. juro que não era eu aquele cara que fez aquilo com você!!”- Zayn chorava cada vez mais e eu, escutando tudo aquilo chorava também. As cenas vinham na minha cabeça e tudo piorava. Ele havia desligado e logo depois veio o outro recado, agora Zayn parecia estar um pouco mais calmo pelo o que eu percebi.

“Oi.. Voltei. Não conseguia parar de chorar.. Enfim, eu não quero seu perdão, até porque o que aconteceu foi demais! O que eu queria era nunca ter feito o que eu fiz!! Eu não vou conseguir me perdoar por ter machucada a mulher da minha vida.” - o silencio tomou conta novamente. Pensei que havia acabado, mas ouço ele suspirar- “Fiquei muito tempo pensando em tudo isso. Essa pistola na minha frente deve servir para alguma coisa né… Bem, decidi fazer uma coisa.. Er.. não vou conseguir conviver comigo mesmo sabendo da merda imensa que eu fiz.. então estou aqui, falando com o telefone, na esperança que você escute esses recados, que serão minhas últimas palavras porque eu vou ir embora.. Me desculpa amor.. Eu te amo tanto, mas tanto.. AHH EU ME ODEIO!!! ” - Isso foi a última coisa que ouvi. Os recados haviam acabado e meu coração batia rapidamente. 

S/N: Não! Isso não pode ter acontecido!! - disse nervosa enquanto chorava. Acelerei meu carro e corri até minha casa, vendo o que eu mais temia - NÃO!! NÃO PODE SER!! ZAYN!!! - saí do carro desesperada vendo aquela ambulância acelerando pra longe e os policiais dentro da minha casa. 

Policial: Senhora, você era parente do rapaz desta casa? 

S/N: Eu sou namorada dele!! Aonde ele está?? Por favor, me diz que ele está vivo! - disse apavorada, chorando sem parar. 

Policial: Por enquanto sim! Zayn saiu daqui com vida e foi levado para o hospital perto daqui, na … - não deixei o policial explicar, entrei no meu carro e dirigi rapidamente para o hospital perto de casa. Provavelmente seria onde Zayn está. 

S/N: Por favor!! O paciente Zayn Malik? Sabe onde ele está? - perguntei à moça que estava atrás do balcão. 

Atendente: Pode aguardar sentada, vou verificar! - assenti e me sentei. O nervosismo tomava conta de mim naquele momento. Ninguém dizia nada sobre Zayn e minha preocupação aumentava cada vez mais. Não parei de chorar um instante se quer. Minha vida virou um pesadelo, literalmente. 

Xxx: Você é parente de Zayn Malik? - ouço alguém falando comigo e olho para a doutora a minha frente. 

S/N: Sou namorada dele! - me levanto e limpo às lágrimas que caiam sem parar. Marcelly: Eu estou sendo responsável por ele. Sou a Marcelly! - me estendeu a mão e eu a cumprimentei. 

S/N: S/N! - sorri fraco - Zayn está bem? Marcelly: Não vou mentir pra você.. mas ele está em estado grave. Quando chegou aqui estava muito machucado e baleado. 

S/N: Baleado? Ai meu Deus! 

Marcelly: A bala passou de raspão em seu peito e foi parar em sua perna esquerda. Pelo o que eu entendi, ele estava pronto para atirar no peito mas à polícia chegou antes de acontecer. Zayn chegou com diversos cortes no corpo, sendo alguns de grande profundidade. Tivemos que levá-lo rapidamente para realizar as cirurgias necessárias e agora ele está na UTI. Ele perdeu muito sangue. Havia um corte extenso em sua barriga e de lá saiu muito sangue, sem contar os cortes em outras partes do corpo. Estamos tentando conter à hemorragia. - passei minha mãos sobre meu rosto e tentei não chorar, mas estava sendo quase impossível. 

S/N: Por favor, só faça com que ele sobreviva! Por favor! - pedi à ela em meio à soluços e doutora assentiu. 

Marcelly: Vou fazer o possível! - ela pegou minha mão, lançou um leve sorriso e saiu. 

Permaneci horas no hospital. Parentes do Zayn foram chegando e explicava a cada um deles o que havia acontecido, desde madrugada até agora. Eu mesma estava tão confusa com o que tudo havia se transformado. Tudo mudou tão rapidamente, ficando de cabeça para baixo. 

Trisha: S/A.. está tarde! Por que não vai pra casa descansar?- ela acaricia meu rosto inchado. Ela também estava tão abalada. Todos nós fomos afetados de alguma forma. 

S/N: Eu vou ficar pior indo até lá. - suspirei. 

Trisha: Olha, se você quiser ir até a delegacia.. Eu entenderia perfeitamente! Eu não imaginava que Zayn poderia fazer aquilo. Ainda mais com você! 

S/N: Nem eu Trish.. 

Flashback on: 

Zayn: Se você der mais um grito, juro que te mato! 

S/N: Zayn.. esse não é você! Olha o que está fazendo comigo! 

Zayn: AQUELE ZAYN MORREU S/N! 

Flashback off. 

Trisha: Eu te admiro muito querida! Mesmo ele feito tudo o que frz, você está aqui! Isso é de outro mundo! 

S/N: Eu amo Zayn. Mesmo que eu queira ir embora e tudo mais, eu não consigo! Não consigo explicar. Depois dos recados que ele me mandou, vi o quão desesperado ele tava. Isso tudo por causa de bebida e drogas! 

Trisha: Você vale ouro menina!

[…] 

Marcelly: S/N! Tenho notícias!! - vejo ela caminhando em minha direção. 

S/N: Como ele está? 

Trisha: Por favor doutora, diz que meu filho está bem! Marcelly: Estamos contendo à hemorragia e teve uma melhora significativa! - respirei aliviada e abracei Trisha - Porém ele ainda se encontra desacordado. Zayn está fraco e precisa repousar bastante. 

Trisha: Ele corre risco de morte ainda? Marcelly: Infelizmente sim.. mas não tão grande como antes! Aconselho vocês a irem pra casa e descansarem. Nós vamos fazer o possível tudo bem? - assentimos e eu lhe dei um abraço. 

Trisha: Yaser vai ficar aqui no hospital. Qualquer ele te liga! 

S/N: Tudo bem! - me despedi de todos, indo para minha casa. 

No momento que abri a porta, milhares de sentimentos e lembranças caíram sobre mim. Meu chão estava com pingos de sangue. Caminhei até à cozinha e havia um saco plástico em cima da bancada, contendo a arma e uma faca de cozinha suja de sangue. Provavelmente à polícia esqueceu aqui. A carta que tinha escrito estava na mesa do centro. A mesma estava molhada, possivelmente das lágrimas de Zayn. Virei à folha e lá havia outro texto, não sendo meu desta vez. 

“Oi amor, como você tá? Espero que esteja bem.. Pode ser que você nunca leia isso, mas não vou perder à esperança. Acordei faz algum tempo. Procurei você e não achei. Pensei que estivesse no banheiro, como sempre faz quando acorda, mas não estava. Cheguei na sala e vi um papel na mesinha de centro. Li o que me escreveu. No momento que eu lia, chorava descontroladamente. Não é a toa que o papel está todo molhado. Vi a arma que você mencionou. Queria tanto que tudo isso fosse um pesadelo e você me acordasse com aquele abraço gostoso e o beijo calmo que só você sabe dar. Ainda não acredito no que eu fiz! Eu te machuquei tanto. Nosso lençol está cheio de sangue. Imagino como você deve estar. Machucada, dolorida, triste, abalada com tudo. Cara eu sou um grande filho da puta! Eu estou com tanta raiva de mim mesmo, um sentimento que não consigo explicar! Só sei que me odeio. Te liguei muitas vezes, mas não para me explicar e nem para querer que me desculpe mas sim para ouvir sua voz. Quero saber se você não realizou nenhuma loucura, como a que eu vou realizar. Algumas lembranças vêm a minha mente e eu fico mais triste e preocupado com você! Estou chorando agora. Chorando muito. Meu coração tá doendo demais. Creio que o seu também. Assim como você, eu ainda te amo! Te amo de uma maneira inexplicável. Provavelmente deve estar pensando, se eu te amo tanto, por que fiz aquilo com voce? Não vou dizer que não era eu, porque sim, era eu, mas em espírito, não era! Eu me envolvi com drogas, estava viciado e estava virando alcoólatra. Quando ingiro essas besteiras, me transformo em um Zayn que eu NUNCA seria, e foi esse Zayn que causou todo esse sofrimento em você e em mim! Mas fica tranquila, ele vai embora e eu também! É tão horrível saber que te perdi. Tantos caras falaram o quanto eu tinha sorte em ter você ao meu lado, e eu sempre concordava! Você é meu porto seguro, meu tesouro, meu tudo. Sem você eu não consigo viver e é por esta razão que vou acabar com meu sofrimento e o seu. Eu te amo viu? Apesar de tudo,você foi a melhor coisa que me aconteceu! ” - a cada frase era uma lágrima. Estava em prantos. Meu coração apertado e dolorido. Eu não podia perde-lo. Saber que ele pode morrer me atormentava. Eu só queria ele vivo. 

Tomei força e limpei o sangue que estava por toda a casa. Tirei a roupa de cama e coloquei na máquina. Tomei um banho e voltei pro hospital. Nem que eu quisesse, não conseguia dormir. Chegando lá, pude ver Yaser dormindo na cadeira. Disse a ele para ir pra casa e assim ele foi. Me sentei na cadeira e lá fiquei. Fechei meus olhos e comecei a refletir. Por que eu estou aqui? Zayn quase me matou e eu estou sofrendo por ele! A resposta é simples, eu o amo! Pode ser que seja idiota, mas sabe, estou com ele há 5 anos. Vivemos tanta coisa. É difícil esquecer tudo. Perder ele iria ser tão terrível! Se Zayn acordar, e não nos vermos mais e nem manteremos contato, eu iria agradecer. Sabe porquê? Porque ele vai estar vivo! E é só isso que eu quero agora! 

HORAS DEPOIS…

Marcelly: A hemorragia foi contida!! Zayn não corre mais risco!! - ela me abraçou forte. Chorava, mas agora era de felicidade em saber que ele não vai embora! - Se quiserem vê-lo, mas ele ainda está desacordado. Provavelmente daqui há alguns minutos ele vai acordar! 

Yaser: Preciso ver meu filho! 

Trisha: Eu também!! Vamos S/A? 

S/N: Não, eu vou embora! 

Yaser: Por que? Ele vai ficar feliz em te ver! 

S/N: Ainda está sendo Difícil sabe.. - ele assentiu e me abraçou- Não comentem com ele que estive aqui, por favor! - eles assentiram e fui pra casa, aliviada por ele estar bem! 

Meses depois… 

S/N: JÁ VAI!! - grito ouvindo a campainha tocar. 

Zayn: Oi! - lá estava ele. Na minha frente. Vivo! 

S/N: Oi! Entra.. 

Zayn: Licença. 

S/N: Quer algo pra beber ou coisa do tipo? - perguntei fechando a porta. 

Zayn: Não, muito obrigado. Eu queria mesmo é conversar com você. Se não quiser, eu entenderia perfeitamente. 

S/N: A gente precisa conversar! - digo e nos sentamos no sofá. 

Zayn: Acho que sabe o que aconteceu comigo né? 

S/N: Ô se sei! 

Zayn: Sei que não foi lá, mas … 

S/N: Eu fui lá Zayn.. 

Zayn: Foi?? - assenti - Mas meus pais disseram que você não havia ido! 

S/N: Pedi isso a eles! Não queria que soubesse, coisa minha.. 

Zayn: Você esteve lá por quanto tempo? 

S/N: Fiquei até você acordar! Chorei tanto - ri fraco - Estava desesperada! 

Zayn: Incrível como você é! Tem noção do que fiz com você? - assenti - E você ainda ficou preocupada comigo! Fez isso pelo o que ? 

S/N: Por amor… Não poderia te abandonar! Eu não conseguia! 

Zayn: Meu Deus! Você é de outro mundo S/N! Eu não te mereço!- ele sorriu - E.. Eu sai do hospital anti ontem.. 

S/N: Sua mãe me disse.. - ele riu - O que? 

Zayn: Então você sabe de tudo? 

S/N: Praticamente.. - rimos. 

Zayn: Mas não sabe como me sinto.. 

S/N: É.. isso não! 

Zayn: Eu estou mal ainda. Eu não consigo me expressar direito mas eu me odeio por ter feito aquilo! 

S/N: Eu sei que não foi você Zayn! No momento que tudo aconteceu, eu não queria fica perto de você! Foi difícil, porque eu ainda te amava e esquecer um amor de cinco anos é complicadissímo, até hoje eu não esqueci! Se um dia nós voltarmos, me promete que vai contar tudo pra mim, e que nunca mais vai entrar naquele caminho onde você estava! - ele assentiu.

Zayn: Mas eu me culpo todo dia por ter machucado a mulher que mais me fez feliz! - ele começou a chorar e eu o abracei - Eu amo você S/A! Queria estar com você ainda! Eu não consigo conviver comigo mesmo!

S/N: Vamos esquecer o que aconteceu! 

Zayn: Vai ser difícil! 

S/N: Eu sei que vai, mas não podemos ficar assim! Eu sei o que você! Eu também sei que o que você foi errado, mas já passou! O que me disse naquela carta sei que é verdadeiro! Você quase morreu! Eu te entendo! Mas se começarmos tudo de novo? 

Zayn: Tudo? 

S/N: Tudo! - ele sorriu- Vamos fazer como se tivéssemos nos conhecido agora. 

Zayn: Então, quer sair comigo? - ri e assenti. 

S/N: Me pega às 20h? 

Zayn: Claro! 

S/N: Ok!- sorri e nos levantamos. 

Zayn: Até depois! - ele sorriu e se encaminhou até a porta. Antes de sair ele se virou pra mim. Ficamos muito perto um do outro - Posso? - assenti e nos beijamos. E por incrível que pareça, nosso primeiro beijo foi assim. Deste jeitinho, mas desta vez nossa história vai ser diferente.


Bom, vamos lá kkkk. Talvez tenha desapontado algumas pessoas pelo fato deles terem ficado juntos, até porque foi pesado demaiss o anterior né. Mas assim, quis deixar claro que foi por amor sabe! Claro que cada tem sua opnião e respeito muito, mas quis deixar eles juntos pelo fato de que sempre tem aquela esperancinha que tudo vai dar certo,dependendo da situação. Posso estar errada mas eu penso assim. Não consigo me expressar muito bem então tá meio confuso kakakaka, mas enfim, espero que algumas pessoas tenham gostado e me digam o que acharam! Obrigada pelo apoio de sempre, vcs são demais!! 

The trainee - J-Hope
  • Categoria: Smut
  • 2296 palavras
  • Pedido feito em anonimo

Esse imagine é um pouco grande, eu não quis dividir em dois post’s por que sei que fica chato ter que ficar procurando a 2° parte e tal… Então espero que gostem desse imagine com o nosso querido e amado meme ambulante <3 Amo vocês! Kissus~~  (~˘▾˘)~


Acordei com uma dor de cabeça horrível e meu corpo estava dolorido.
Parecia que tinham me batido com um taco de baseball.

Abri meus olhos devagar tentando evitar a luz que entrava pela janela e tanto irritava meu olhos. Me sentei na cama e só depois de alguns minutos percebi que não estava em meu quarto.

- Ah meu Deus… - sussurrei observando o quarto - Mas que merda é…

Olhei para o lado e vi um garoto de cabelos negros, pele clara, um sorriso despreocupado no rosto e um corpo maravilhoso.

- Mas que porra eu fiz ontem à noite?? - tampei minha boca tentando me lembrar de tudo. Flashes passavam em minha mente fazendo-a latejar mais ainda.

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Imagine Louis Tomlinson

Pedido: “Quero um cm o Louis, que ela vai tá no elevador do trabalho e ele tá esperando por ela e aí o elevador para e da defeito e ele fica desesperado, depois o elevador ameaça cair e tal. Bem pânico mesmo. Mas cm final feliz.”. - Anônimo.

*Gente, eu já fiquei presa em um elevador e sei o quando isso é horrível e assustador, REAL OFICIAL! Cara, é muito ruim hahaha evitem! A parte do draminha e desespero básico ficou para o Louis! Hahaha espero que gostem! 😘❤”


*****


Louis batia freneticamente o pé no chão. Ele sabia que era exatamente esse horário que ela saía para almoçar. E ele precisa falar com ela. Ele estava na portaria, esperando ela atravessar a porta do elevador para que pudessem conversar.

- Louis! – Caren, secretária de (S/N), o cumprimentou sorrindo.

- Oi, Caren! – sorriu. – Cadê a (S/A)?

- Ah! Ela está lá em cima ainda. Estava terminando uma videoconferência. Não deve demorar! – ele sorriu.

- Tá… Será que eu posso subir, e esperar na sala dela?

- Claro! Décimo oitavo andar! – sorriu e saiu de perto dele.

Ele chamou o elevador e ficou esperando. Cinco minutos depois e nada. Ele já estava mais que impaciente.

- Com licença. – o rapaz da portaria o olhou. – Sabe se tem alguma coisa de errado com o elevador? Nenhum deles chega.

- Um minuto, vou verificar.

Nesse momento a sirene de emergência começou a tocar. O barulho  era alto, e os seguranças começaram a se agitar. Eles começaram a entrar em contato com a central de segurança e todos ali começaram a se desesperar.

- O que está acontecendo?

- Teve um problema com o elevador. Ocorreu um erro mecânico, e ele travou. Mas nós já estamos resolvendo isso, senhor.

O elevador parou bruscamente, fazendo com que ela derrubasse suas coisas no chão e quase caísse. A luz de emergência no elevador ascendeu, e ela se intrigou. Pegou seu celular para tentar contato com alguém, mas estava sem área. O jeito seria esperar…

Do lado de fora, tudo estava uma correria para resolver logo o problema com o elevador. Antes que alguém se machucasse…

Louis observada toda a correria, os seguranças corriam pra lá e pra cá, já com os técnicos do elevador. Uma coisa que o segurança disse chamou sua atenção: “temos que ser rápidos, antes que ela se machuque.”.

- Tem alguém dentro do elevador? – a recepcionista engoliu em seco. Ela sabia quem ele era e a espera de quem ele estava.

- Nós já estamos trabalhando para resolver isso, senhor.

- Quem está ai dentro?

- Senhor…

- Quem?

- É… É a senhora (S/N). Mas nós já estamos resolvendo isso.

- O quê? A (S/N) está dentro desse elevador? – se desesperou.

- O que está acontecendo aqui? – Caren pergunta.

- A (S/N) está presa dentro desse elevador, ameaçando cair.

- O elevador não vai cair, nós já vamos resolver o problema e ele vai voltar a funcionar normalmente.

Um estalo alto se fez presente e Louis se desesperou.

O elevador balançou e a luz de dentro apagou. Ela apertou o botão de emergência, para tentar conseguir falar com alguém.

- Mas que merda! – (S/N) falou quando não conseguiu contato com ninguém. – Que saco! – bufou.

O ar condicionado estava desligado, a luz apagada. Parecia mais um forno ali dentro. Ela sentou no chão, já impaciente. Fazia mais de meia hora que ela estava ali dentro.

- Pelo amor de Deus, andem logo com isso. Já faz 1 hora que ela está presa ai. – ele dizia impaciente. – E se acontecer alguma coisa? E se ela se machucar? E se essa merda cair? – ele dizia desesperado.

- Louis, para de pensar no pior. Não vai acontecer nada com ela! Eles vão resolver isso logo logo, você vai ver! – Caren tentava acalmar ele. Totalmente em vão.

- Caren, já faz algum tempo que eles estão tentando resolver isso, e até agora nada. Eu tô desesperado.

- Eu sei, eu também estou preocupada. Mas não adianta se desesperar, e muito menos pensar no que de pior pode acontecer. Vai ficar tudo bem! – Caren tentava passar tranquilidade para ele.

(S/N) já sentia o ar começar a faltar. Ela suava, sua cabeça doía, estava com sede, cansada, com medo. Sempre odiou lugares fechados demais, sem ventilação alguma. Seu corpo já estava mole, sua visão já estava começando a ficar turva. Sua pressão estava caindo; e sempre que isso acontece ela desmaia.

- Vamos ter que esperar mais quanto tempo pra tirarem ela dai? – as horas passavam e nada de conseguirem resolver o problema com o ventilador. Já fazia mais de 2 horas. Ele estava desesperado, e não era pra menos.

Passado mais alguns minutos, finalmente conseguiram destravar a porta.

- Graças a Deus! – Caren disse aliviada.

- (S/A)! – Louis correu até ela. – Meu amor, você tá bem?

- Tô! Agora tô! – ele sorriu e a ajudou a se levanta e a sair dali.

- Você tá bem mesmo? Não quer ir na enfermaria, ou alguma coisa assim?

- Não! Eu tô bem, já passou. – ela se sentou no sofá da portaria e Caren lhe entregou um copo de água bem gelada.

- Eu fiquei apavorado! – ele selou os lábios dela e se ajoelhou na sua frente. Ela sorriu, passando a mãe na lateral no rosto do marido.

- Eu também! Mas já passou, eu tô bem agora. – ele sorriu.

- Vamos pra casa? Você não vai mais trabalhar hoje! – ela riu e assentiu.

- Me lembre de nunca mais pegar um elevador e usar mais as escadas!


*

O Espírito Santo de Deus tem um abraço reconfortador. Quando o medo, o desespero e a solidão invadem todos os cantos da alma, o abraço dEle consegue dar alívio. Um toque delicado, O refrigério para os cansados. O alento para os desesperados… O Homem mais poderoso de todos os tempos, capaz de criar o mundo, acalmar mares tormentosos, cessar o pranto, decretar bençãos, dar paz aos aflitos e descanso ao aflito, é o mesmo que toca com leveza o coração contrito e o refaz. Basta um toque de Suas mãos, basta ouvir o ressoar de Sua doce voz para o coração ser preenchido de Seu imenso amor; Toda dor e choro irão se dissipar, pois no lugar onde Deus chega tudo fica imerso de Sua Paz.
—  Abraça-me, Olívia Pilgrim.
Priscilla Alcântara 💁🏼

Espírito Santo, é incrível como me sinto quando invade o meu ser 🎶🙏💞 


Não dá pra explicar a vontade que tenho de chorar quando o meu coração arde com tua presença 🎶🙏💞 

 Quando entro na casa do Pai, me esvazio de tudo, pra que Você me encha 🎶🙏🙆
 

Sou ser humano mas escolho hoje, viver pelo espírito, escolho estar na casa do Pai 🎶🙏❤️ 


Eu prefiro Te ouvir e cumprir o meu chamado. Espírito de Deus, vem inundar o meu ser 🎶🙏☝️💞 

 Espírito Santo é incrível como me sinto quando invade o meu ser 🎶☝️💞 


Me esvazio de tudo, pra que Você me encha com apenas o que é Seu 🎶❤️🙏 

É você o primeiro que vejo ao amanhecer, é você que me inspira, me alegra e me faz viver 🎶❤️☝️ 


Sou o seu lar, você é onde pra sempre irei morar. Meu primeiro amor, me faz falta um dia se quer sem te ouvir 🎶🙏💞 


Eu preciso de joelhos te sentir, ouvir teu nome já me faz tão bem 🎶💞🙏☝️ 


Tua graça me abriga e me da paz, você ontem e hoje e sempre 🎶☝️💞 

 Pai, tenho tantos sonhos, mas o que me interessa são os Teus 🎶☝️ 

Pai, são tantas opções que o mundo vem oferecer, mas só o que me interessa 🎶💞 


São os sonhos Teus. Pai, não quero mais ficar assim preso nesse mundo que não tem olhos para Você 🎶💞😑 


Não há nada que eu queira mais pra mim, tudo é Teu 🎶🙆💞☝️ 


Dê-me os Teus sonhos, Pai 🎶💞🙌 

 Eu te peço, me faça escolher o que Tu queres, o que queres eu te entregarei 🎶💞🙌 

 Acordar e te ver e não pensar como o meu dia será, te entregar toda a minha vida, pois sei que podes cuidar 🎶❤️🙏 

Tudo o que irei fazer, tudo o que irei viver, decida por mim, que a todo momento eu posso errar 🎶🙏 


Tua voz obedecer, é o que devo fazer 🎶🙏💕  


Sou escolhido, e te ouvirei quando chamar. Viverei pra te servir enquanto eu respirar 🎶❤️☝ 


Mesmo quando eu errei, você me provou que ama quem eu sou 🎶❤️ 

Não se mede o teu amor, devo a Ti quem eu sou 🎶☝️ 


Não há nada que eu queira mais
Do que contigo estar, meus pés seguem Jesus 🎶💞 


Digo hoje a Ti, Jesus, eu te buscarei até sermos um 🎶💞☝️🙏 


Meus pés seguem Jesus, procurando a sua luz, digo hoje a Ti, Jesus 🎶💞 

Correndo contra o vento pra encontrar você, sei que está distante, não posso me conter 🎶🙇 

Ficou gravado na memória apenas o que nos restou, palavras que o tempo não pôde apagar 🎶😥 

Lágrimas que jorraram do meu olhar, preciso ouvir a Tua voz 🎶🙇☝💕 

Como a chuva que molhou meu deserto, como a ponte sobre o rio que me leva além do véu, é a Tua voz pulsando em meu coração 🎶🙏💕 

Tudo o que tenho e tudo o que sou a minha inspiração é o Teu Amor 🎶☝️😍 

O meu coração desesperado anseia a Tua volta 🎶😍💞🙏 

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