o-desesperado

Yo espero que cuando tú estés triste, enojado, estresado, desesperado o algo que te haga sentir mal, vengas a mí, que me busques y me digas que no te sientes bien. Yo no estoy segura en que logre ayudarte del todo, pero si puedo estar segura de que estaré ahí contigo, llevando juntos lo que te haga daño. No importa en qué condiciones me encuentre yo, en el momento que te sientas así, seré tu compañía. Incluso cuando nada malo te esté pasando.
E ando me perguntando se ainda me encontro nos teus devaneios. Me pergunto se ainda pensa em mim e o que sente ao me ver. Foi difícil demais deixar você ir e confesso que me senti um fracasso por não ter lutado com unhas e dentes pela tua presença. Eu deixei você ir e você foi mesmo, levando consigo o meu desesperado coração.
—  Alícia Gither 
As pessoas não estão acostumadas em lidar com o turbilhão de sensações que se encontram dentro de mim. Desejo tanta coisa em tão pouco tempo que não consigo controlar. Sou capaz de falar tudo o que sinto por uma vida inteira sem repetir o discurso. Meus carinhos são expostos sem receio. Meu amor pode se idealizar apenas por um golpe de vista. Na primeira conversa posso me declarar; quando o sentir é surreal minhas ações deixam claro isso. Adoro o inesperado, a conversa longa no meio da noite, mas que ainda não foi o bastante, no abraço em vez de dizer até logo; surpreender com qualquer atitude que o outro não esperava. Minhas intenções não dão ouvidos para razão, os sentimentos exercem uma força sobre mim que quando percebi, já fiz, e quando as pessoas veem, pensam que sou louco ou desesperado, mas o que elas não entendem é que só são sensações que se afloraram em mim.
—  Minha intensidade assusta (escrevinhar)
Cap. 78

**Ana**

 - Ah gente o Guilherme não volta acho melhor eu ver o que houve. - Disse.

 - Eu vou com você. - Disse Peter.

 Ouvimos um pessoal gritando e eu tive certeza que aqueles dois estavam brigando, corri até lá fora pois os pais do Ricardo foram bem diretos quanto a ter brigas na frente ou dentro da casa deles, minha perna ficou mole quando eu vi que o Ricardo tava no chão sentado olhando pra alguém e já que o Guilherme estava ao seu lado eu sabia bem quem era.

 Marcos quase me atropelou e pediu para os saírem de perto.

 - Cara me desculpa eu não tive culpa ela entrou na frente do carro. - Dizia o motorista desesperado.

 - Ai não. - Disse enquanto Peter me abraçava.  

 Não demorou para ambulância chegar e tivemos que limpar todo vestígio de bebida alcoólica daquela casa fazendo todo mundo ir embora levando alguma bebida o mais rápido possível, eu queria ir pro hospital, mas prometi para o Ricardo que daria um jeito de tirar todo mundo de lá junto com o pessoal e obriguei o Guilherme a ficar só foram para o hospital os irmãos da Marci e o Ricardo.

 - Gui o que aconteceu lá fora? - Perguntei em meio as lagrimas que escorriam no meu rosto.

 - O Bento me provocou e ai a Marci apareceu e ele aproveitou pra me dar um soco e nisso ela entrou no meio e ele jogou ela na rua com tudo mas a gente nem viu o carro vindo sabe o cara virou a esquina com tudo e … - Disse ele me olhando.

 Eu o abracei com força, Felipe e Peter colocaram a maioria das bebidas no carro do Lorenzo e não tinha mais nenhuma quase. Gabriela acabou ficando pra ajudar já que todos os convidados foram embora.

 - Nossa mas a festa já acabou? - Perguntou Alessandra chegando.

 - Eu achei que teria que chegar para acabar que pena. - Disse Fernando.

- Olha gente aconteceu uma coisa e a Marci ta no hospital. - Disse Gabriela com os olhos vermelhos

 - Que hospital? - Perguntou Fernando.

 Levei uma meia hora pra contar como tudo aconteceu eu não senti raiva da Gabriela por ela falar logo de uma vez, era melhor assim, troquei de roupa e fui com eles até o hospital Guilherme foi o os meninos para a casa do Felipe para guardar as bebidas e Gabriela foi comigo e com os pais do Ricardo até o hospital.

  …

 - Eu sabia que isso não ia dar certo. - Disse Fernando olhando pro Ricardo que estava todo tenso sentado na sala de espera.

  - Marcos como ela ta? - Perguntei.

  - Não sabemos. - Disse Marcos me abraçando.

  - Cadê o Michel e a Marcela? - Perguntou Gabi.

  - Estão lá dentro foram os únicos que deixaram entrar no quarto. - Explicou Marcos.

  - Mas porque você também é irmão dela. - Disse Gabi.

  Marcos até pensou em responder mas Michel e Marcela voltaram junto do médico.

  - Vocês já avisaram seus pais? - Perguntou o doutor.

  - Já sim. - Respondeu Marcos.

  - Só vou falar na presença deles. - Disse o médico se retirando.

  - Ma como ela ta? - Perguntei.

  - Cheia de tubos. - Respondeu Marcela sendo abraçada pelos irmãos. 

  Ficamos esperando sentados na sala de espera os pais do Ricardo levaram ele embora pois tinham que buscar os irmãos, Peter chegou com o Guilherme e resolvemos que era melhor só ficar a família o Marcos já estava querendo matar o Guilherme.

  - Ana você sabe como ela ta? - Perguntou Guilherme quando entrei no carro.

  - Gui não pergunte dela por favor você tem um pouco de culpa. - Disse baixinho.

  Não o encarei encostei a cabeça no vidro da janela e fui para casa eu queria ter visto a minha amiga. 

  …

  **Marcela**

  Fomos autorizados a ver a Marci, mas só podiam entrar dois então Marcos deixou o Michel entrar, não entendi já que ele era tão grudado com ela mas eu queria sair correndo e ver ela mas tive que manter a calma e acompanhar o médico até o quarto onde ela estava, assim que entrei o desespero tomou conta de mim, ela estava com um caninho no nariz, outro na boca, e alguns fio na mão esquerda. 

  - Mas doutor o que houve, é grave? - Perguntei.

  - Vocês tem dez minutos. - Disse ele saindo.

  Eu olhei pro Michel e fui para o lado da Marci.

  - Você é a pessoa que mais atrai desastre e acidentes pelo amor de Deus eu não posso te perder. - Disse beijando sua testa.

  - Calma Marcela ela saiu de tantas outras. Lembra quando ela foi picada por aquele bicho na fazenda e ela ficou internada porque tem alergia? - Perguntou Michel.

  - Lembro, por que essas coisas não acontecem comigo? Por que só com ela, por que ela tinha que demorar pra nascer, ficar mais tempo na uti, por que ela sempre foi a mais fraca em questão de saúde, por que ela sempre foi desastrada e se machucava com tudo por que ela e não eu?- Perguntei apertando a mão dela.

  - Calma Marcela as coisas não são assim a gente precisa pensar positivo lembra. - Disse ele se aproximando e me abraçando.

  - Eu só quero minha irmã inteira e de volta pra mim. - Disse.

  - Tenho certeza que a gente vai ter ela de volta. - Disse ele.

  Os minutos passaram voando e tivemos que voltar, Ana e Ricardo foram embora e depois de uma meia hora nossos pais chegaram, minha mãe era obvio que tinha vindo chorando o tempo todo, ela me abraçou e perguntou o que aconteceu e infelizmente eu não sabia o que falar somente o Ricardo e o Guilherme sabiam o que tinha acontecido pra ela ser atropelada, mandei mensagem para os dois me contarem o que tinha acontecido mas nenhum dos dois me respondeu. 

  Mais tarde o médico apareceu e disse que ela estava estável e poderíamos entrar, ele explicou que provavelmente no dia seguinte ela já estaria bem, quando entramos no quarto ela estava dormindo e pra minha felicidade não tinha mais nenhum tubo nela, somente o braço enfaixado, minha mãe mandou o Marcos levar todo mundo embora que ela dormiria ali. 

  …

Quizás esto te suene inesperado, violento, desesperado o improvisado. Estoy enamorada de ti, sé que el amor es un grito al vació, que el olvido es inevitable, que todos nuestros esfuerzos se volverán polvo y que el tiempo nos quitará todo lo que tenemos, pero estoy enamorada de ti y no me privaré del sencillo placer de decir la verdad. Es que tú estás vivo y yo no estoy muerta y la muerte es lo único irremediable, tal vez no podemos elegir si nos hacen daño o no, pero sí puedo escoger quién me lo hace y… Me encantan mis elecciones y aunque el dolor demande a ser sentido, espero mitigarlo con tu abrazo, con tu amor.
—  Carta de una chica a su ex novio.

Tal vez necesitamos más de todo, o de nosotros mismos. Quizás la clave para salir del desastre está en aceptarlo desde el principio, y abrazarlo, aceptar que es nuestro y que siempre lo ha sido, y que, por muy fuerte que suene, también nos ha acompañado después de todo el camino. Hemos tenido vistas, porque las hemos tenido, así no nos gustasen; hemos tenido risas sin saber que estamos riendo, porque muchas veces nos la pasamos buscando el golpe en la piedra, y eso, muchos, aún no lo saben. A lo mejor es que hemos pasado toda nuestra vida hablando bajito, para pasar desapercibidos, para que nadie nos escuchase cuán desesperados estamos, o tan ansiosos nos vemos desde nuestros ojos. Para ser invisibles, como el sueño de un niño o de un criminal. O quizás lo hemos hecho, para negar cuando alguien nos pregunta si nos han hecho daño.

Un abrazo también representa un atentado terrorista, porque he sentido cómo cada vértebra, cada hueso, cada palmada en mi espalda, me ha hecho temblar y desaparecer en una milésima de segundo. Y desmoronarme pensando en el futuro, en el de dos almas soñadoras y emprendedoras que buscan cosas diferentes, que miran hacia horizontes diferentes, pero que bailan su canción favorita como un fanático loco por su ídolo.

A veces me pregunto, ¿cómo fuimos tan tontos al dejarnos ir en otros? Y he llegado a la conclusión de que, quizás, lo hemos hecho, porque simple y sencillamente, no nos quedó de otra que acompañar a otro en su soledad, aunque eso implicase quedarnos aún más solos.

Y lo resumo en unas cuantas palabras:

No se trata de encajar, sino de encontrar una postura cómoda en la vida. Tal y como lo hacemos cuando miramos televisión desde el sofá, o cuando intentamos dormir.

—  Benjamín Griss
Nostalgia.

Não tenho um demônio em mim, sou um. Insaciável, sedento e faminto. Minha boca espera novos gostos e fico salivante só de imaginar uma pele nova entre os meus dentes. Queria voltar àquele dia do nosso último abraço. Ele com certeza seria diferente. Passaria pelos poros todo o desejo visivelmente desesperado para agir. E com meu hálito quente eu seria o mais explícito possível ao encontrar teu ouvido. E as minhas mãos as mais devassas possíveis ao encontrar suas costas. Passaria para tua pele todo o meu calor e tenho certeza que suaria comigo. E quando eu te apertasse contra o meu corpo, valorizaria cada suspiro entrecortado. Distribuiria pelo seu pescoço mordidas e você perderia a noção do tempo e provavelmente eu perderia a viagem para você me levar em outra.

Espero que ela te dê tudo o que você me deu: os sorrisos, a felicidade com uma mensagem, os bom dias ao meio dia, o eu te amo desesperado, o abraço apertado e o beijo exasperado. Mas é claro, meu amor, que te desejo o pacote completo, incluindo a sensação de não ser o suficiente, as mágoas, o ciúmes, as noites sem sono, as lágrimas rolando pelo rosto morno e é claro, a sensação de se viver num forno. Não é que te desejo a infelicidade, muito pelo contrário, te desejo todo o bem do mundo, entretanto quero que você saiba, pelo menos por um instante, como é a sensação de ser o único envolvido no relacionamento, de parecer que tudo é coisa do momento.
—  D. Vasconcelos.

eu não quero ter que escrever
sobre a sua ausência
embora seja ela o motivo deste poema

eu quero falar sobre a chuva
sobre o som leve e desesperado das gotas no meu telhado
clamando apenas para não se machucarem
durante o impacto

essa melodia que, por muito, ainda está igual
hoje e sempre
perpetuando a calmaria
que paira neste meu canto
antes do próximo trovão

e que me faz, nu, sentar na escada
despido, imóvel, tão fraco
descalço e a procura de qualquer vestígio de felicidade

nu

deixando cada gota tomar conta
de cada poro
de cada célula
e assim ser livre
se isso for sinônimo de estar em paz

sentir a brisa do norte
tomar conhecimento da minha presença
ainda que madrugada
ainda que silenciosa

e ver o arrepio se espalhar
a boca entreabrir
e a mente se agarrar a mansidão
com um quase sorriso no rosto - por anos sem vida

deixar que o vento dance
com as gotas espalhadas
nesse inteiro salão que sou
embora com teias
embora sem luz

hoje, há de se celebrar

até que os óculos embacem
e a música torne a parar
me trazendo de volta quem sou
me trazendo de volta pra mim

me forçando a fechar os olhos
e não mais sentir as gotas frescas,
mas as gélidas, as duras
que sem esforço aparente
me deixam pequenas marcas
e me fazem lembrar da dor

o vento que a pouco dançava
agora empurra, pressiona
me põe contra a parede
congela o que foi feliz

e então volto a ser nem sei

contudo tomar coragem e olhar pra cima
não ter mais a chuva
não sentir mais o vento
não ver uma mísera estrela
que é o que me salva da completa loucura
depois do sol se por

e nunca antes houve
num só segundo
tanta paz e agonia

mas já não há mais tempo
já não há mais chuva
já não há mais festa
o salão mais uma vez está de portas fechadas

e ao me dar conta disso
lembro do quão vazio ele é
desde o dia em que você se foi.

s.

Uma burrice chamada carência.

Com o tempo, você descobre que a tal “desilusão amorosa” é totalmente culpa sua. A partir do momento em que se permite apaixonar e aceita tal sentimento resolvendo arriscar e acreditar em alguém, está automaticamente correndo risco de ser feliz, ou magoado. O problema é que as pessoas se deixam ser tomadas pela carência e o desejo desesperado de estar acompanhado acaba levando você a se entregar á alguém que tem plena consciência de tudo o que quer ouvir. Quando ele finalmente conseguir tudo o que deseja, simplesmente vai embora, como uma águia quando finalmente consegue capturar seu peixe indefeso e deixá-lo morto após devorar todo o seu interior. A questão é que é muito mais fácil colocar a culpa toda em  naquele que só te queria por um minuto, do ter a maturidade de assumir seus erros e admitir que a idiotice de se desesperar parar se suprir com alguém, foi basilar para o sofrimento patético que futuramente será considerado metanoia ou  na visão do vulgo “trauma”. 

Michelle de Siqueira

As lagrimas que percorriam minha face eram de total alivio e ao mesmo tempo de medo. Eu o abracei num gesto desesperado e comecei a chorar. Ele via desespero no pranto, não sabia o que dizer. Seu abraço, como seu abraço me conforta, me conforta como nenhum outro. Eu só queria que durasse para sempre aquele momento. Eu queria que ele entendesse o porquê disso, desse desespero todo e desse medo. Mas de certa forma acho que sabe, acho que entende, eu não queria perde-lo, não queria viver longe dele, eu nunca tinha sentido isso por ninguém, e ele sabia disso. Ele me preencheu de uma forma que ninguém tinha conseguido, ele conseguiu preencher o vazio que havia em mim, chegou de maneira calma e tomou tudo que havia aqui, tomou tudo que havia em mim. Mas ele, com aquele abraço, com aquele olhar, com aquele jeito calmo, me conforta, diz que nada nem ninguém vai me tirar dele, que nenhum obstáculo conseguiu nos separar (e olha que passamos por muitos) e não vai ser agora que vai, e mesmo com toda minha insegurança, eu confio nele, ele me traz essa certeza, essa certeza de ser amada, certeza de um amor recíproco, certeza de que Deus me colocou neste mundo para ele e o colocou neste mundo para mim.
—  Dissimulava.
Existe o tempo certo para cada coisa no mundo, e é inquestionável dizer que nós nos precipitamos quanto a isso, pois agimos quando deveríamos apenas aguardar, gerando assim feridas, que apesar de serem curadas no decorrer da vida, nunca são esquecidas completamente. Mas há o outro lado da moeda que deve também ser discutido, e é o seguinte: na maioria das vezes nós não sabemos quando será o tal tempo certo, apenas sabemos que ele existe. E por essa razão que muitos arregaçam as mangas e vão fazer com suas próprias mãos o seu destino.Por isso não devemos nos esquecer jamais de algo muito importante, que nós não sabemos quando o tempo certo vai chegar porque nós nos afastamos tanto de Deus, que nem sequer conseguimos lembrar do tom da sua voz, então quando Ele fala que devemos agir para não deixar a benção escapar, nós simplesmente não o ouvimos, e ficamos desesperados no meio da tempestade nos perguntando onde será que Ele está. E nessa tempestade, já que nós achamos que Ele nos deixou, nós iremos fazer tudo o que podemos para alcançar algo que só pode ser conquistado com a ajuda Dele. Aí as coisas não acontecem como imaginamos, molhamos o travesseiro, perdemos a fé. Não podemos adiantar nosso relógio por falta de paciência, nem tão pouco atrasa-lo por falta de coragem, mas devemos todo dia buscar ter mais comunhão com Deus, porque quanto mais o conhecemos, mais nós saberemos aquilo que Ele quer que façamos. E desse modo, iremos errar bem menos e acertar muito mais.Vamos orar pedindo a direção do Pai em nossas escolhas, mas vamos também calar nossa agonia para conseguirmos ouvir seus conselhos. Vamos esperar o momento oportuno, mas vamos também mover o céu com nosso louvor sincero para acalmar nossos corações durante a passagem pelo deserto. Somos feitos de sonhos celestiais, nossa alma respira projetos, queremos tanto botar em pratica nossas ideais, e Deus nos disse que estará conosco em qualquer lugar aonde formos, e onde está nosso desejo, ali está nossos pensamentos. Mas não se esqueça de: “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor.” ( Provérbios 16.1).
—  A passagem pelo deserto