o velho e o moço

          ❝ — Você poderia me fazer um favor? ❞ O pedido não parecia muito, e realmente não era. O galês manteve a mão estendida com um par de folhas de sulfite na direção do individuo ao qual se dirigia. ❝ — Poderia, por favor, ler minha nova matéria? É para minha coluna no jornal da escola. Você já deve ter lido, se chama “Acredito em Varginha”. Se não leu, é muito boa, você não sabe o que está perdendo. ❞  Diante de uma possível hesitação por parte da pessoa, considerando que os trabalhos do jovem duque nunca tinham uma boa impressão entre os outros discentes, estralou os dedos. Uma chama negra apareceu na ponta do indicador. ❝ — Até acendo a lareira para você enquanto isso, e te garanto: as chamas que eu posso fazer, ninguém mais pode. Nem preciso de lenha. ❞

Astrid foi atender a porta esperando ser x pretendente de sua mãe, e assim que viu a pessoa claramente perto da sua faixa etária, ela bufou. - Pelo amor de deus, não me diga que você é a pessoa que vai sair com a minha mãe.

Sério, ela está passando dos limites, daqui a pouco vai roubar meus namorados… E minha amigas de beijo.