o que foi isso

Referência a essa reaction do GOT7: http://all2kpop.tumblr.com/post/165552815364/reação-do-got7-ao-a-namorada-ter-os-dentes-tipo
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Jin: “Eu não vejo problema algum. É apenas algo que diferencia, e eu adoro tudo em você, jagi.” *sopa um beijo*
Namjoon: “Isso te deixa insegura? Não precisa ficar assim. Você é linda. E eu te amo, ouviu?”
Suga: “Ok. O que foi? Olha, isso não muda nada na nossa relação. Mas se te fizer tão insegura assim, podemos apenas ficar em casa ao invés de ir ao Shopping, tudo bem? Você gosta de qual chocolate, ao leite ou meio amargo?”
Jhope: “FEIA??! ONDE VOCÊ É FEIA??! VOCÊ É UM MULHERÃO DA PORRA ISSO SIM!!”
Jimin: “É claro que eu não ligo. Eu acho muito fofo, na verdade.” *aperta suas bochechas*
Taehyung: “Ah…. É por isso que você tem vergonha de comer em público? Aigoo, amor. Se te incomoda assim, podemos marcar um dentista, não sei. Mas não fique triste, okay?”
Jungkook: “Todos temos falhas. E isso apenas nos torna quem somos. Eu e Tae-Hyung temos várias pintas, ISSO! Espera um pouco eu vou chamar ele, você vai gostar de ver o elefantinho que se forma quando ele aperta o espaço entre elas!”
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Que fofura
Quero o jungkook pra presente
Alguemmesalva
~mochi

De alguma forma eu sabia que seria amor. Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.
—  Caio Fernando Abreu.

lembra quando eu te falava sobre o universo
ou quando te contava das minhas dores e sumia por dias
e em uma dessa vezes você me falou que o universo inteiro existe só pra ter a sorte de ser contemplado por mim?
isso foi o mais perto de amor que alguém já me transmitiu.
lembra também quando eu te disse que quando eu era pequena minha mãe dizia que se eu pedisse com muita força algo pro universo
esse algo ocorreria e você riu porque a sua dizia o mesmo mas você nunca ganhou um pote infinito de sorvete de flocos?
eu queria ter te dito que eu pediria infinitamente você
mas hoje eu fechei os olhos e pedi somente pra que você seja feliz
e isso foi o mais perto de adeus que eu te dei.

E como foi que aconteceu mesmo? Porque se eu me lembro bem, você me chamou pra conversar e me vi com os olhos em você e eu não conseguia fazer outra coisa, foi aí que eu vi esse sorriso tão lindo, mas quem me dera se fosse só isso, porque você era lindo, mas em todos os sentidos. E, da mesma maneira que chegou você já me teve, simples assim. Sem contestações, sem dificuldades e sem barreiras. Você realmente me fez acreditar que eramos só eu e você e que nada iria atrapalhar isso, e sou tão grato por ter você comigo. O mais estranho de tudo isso, foi que eu estava tão cego procurando alguém que me completasse, que do nada, sem pedir e sem esperar, chegou a pessoa certa, eu então senti como se toda aquela espera e aquela dor valesse a pena, depois de ver que ele esta ali, pronto pra ser amado e eu aqui louco pra poder amá-lo. Uma vez eu tinha lido que “você sabe que alguém é certo pra você, quando invés de lágrimas ela te trás sorrisos” e eu queria lhe dizer que desde que eu te conheci eu nunca mais deixei de ser feliz.
—  O Pequeno Bob.
“Não desiste de mim não.” - foi isso o que pensei em falar. Aqueles seus olhos escuros e cativantes me deixavam sem palavras, sem saber o que fazer ou muito menos falar. Depois de várias doses de bebida, eu já não estava mais sabendo como medir minhas palavras. “Não desiste de mim não.” - era tudo o que eu pensava em falar naquele momento em que seus lábios estavam de encontro aos meus. Mas não falei, não tive coragem, não tive forças o suficiente. Agir como quem já não sentia mais nada por você, foi o que tentei fazer, porém não sei se tive sucesso com isso. Dançamos juntos, trocamos olhares, te provoquei. É, minha tática de agir com indiferença falhou. Me pergunta se me sinto uma idiota agora, pois irei te responder que sim, apesar disso, não me arrependo. É loucura, não é? Eu sei o que está pensando agora: “essa garota é uma trouxa!”. Mas me diga, quem é que nunca teve a sua armadura quebrada com apenas um olhar da pessoa amada? Quem é que nunca disse “nunca mais” e logo em seguida se derreteu com um simples sorriso daquela pessoinha? Não me julgue, por favor. Infelizmente, não mandamos no coração. Quando ele fala que quer alguém, nem mesmo a razão é capaz de fazê-lo mudar de ideia. É um confronto que parece não ter fim. Peço que não se preocupe, Moraes. Não estou criando expectativas, sei que não passaremos mais disso. Não, dessa vez não. Não por falta de vontade minha, mas sim por falta de vontade sua. Pareço ridícula falando assim, mas tenho que desabafar de alguma forma. Escrever é minha única alternativa, já que eu sei que não fará diferença se eu te falasse diretamente e já que eu também sei que nenhuma outra pessoa me entenderia. “Não desiste de mim não.” - era o que eu gostaria de ter sussurrado em seu ouvido. Esse momento será mais um registrado para a nossa história, que mesmo depois de chegar ao fim, permanece nas reticências da vida.
—  Orquestrando um sentimento oculto.
Sabe qual foi o nosso problema? Foi eu. Eu me doei demais por quem não merecia nem a metade, demonstrei amor em excesso pra uma pessoa que eu duvido muito que entenda o significado dessa palavra, imagine que sinta isso. O problema de tudo foi o meu excesso, eu transbordei sentimentos bons, eu fui ao mais fundo que eu pude pra poder te fazer feliz, e você me afogou.
—  vulgarizei
Julie, onde tu está? O que foi que eu fiz? Ah, que droga, eu a machuquei, foi isso? Eu quebrei algumas promessas e isso te feriu. Eu sei, as pessoas não gostam de promessas quebradas porque elas doem e isso te faz desacreditar das outras. Eu sei que nada justifica mas, prometeram que iriam me fazer feliz e veja bem, eu estou triste.
—  Carta de Noah para Julie.
Tenho ouvido muito Legião novamente, eu tinha parado, porque às vezes penso que a falta que o Renato faz, quase cobre a sua saudade. Quase chega à ser o mesmo tamanho, mas você ganha. Ontem eu sentei na beira da janela do meu quarto enquanto eu fumava um baseado, e tive uma vontade de chorar, assim do nada, e não meu bem, não é paranóia ou alucinação, era lágrima mesmo, eu chorei. É estranho eu dizer isso, pois eu não chorava havia tipo uns 6 anos, nem quando meu peixe morreu ou quando caí andando de patins eu chorei, nem mesmo quando você me deixou naquela festa da escola para ficar com a filha-da-puta-da-minha-prima, não chorei quando te deixei e não chorei quando me deixei. Mas ontem eu chorei “Então me abraça forte e me diz mais uma vez que já estamos distante de tudo” definitivamente foi isso. Eu não lembro o que é um abraço forte. Vovó dizia que Legião é pior que um copo de cachaça ou um tapa na cara, ela dizia"Sempre em frente, não temos tempo a perder" puta merda, eu tento não pensar nisso, mas é verdade. Estou engolindo todo choro, que tenho aqui, entalado. Você sabe, eu sei, até o Renato que descanse em paz já deve saber que eu nunca vou te esquecer. Mas eu paro e penso que depois que você tomou um chute na bunda de mim, já nem deve lembrar que eu odeio usar calcinha e que não passo um dia sequer sem cheirar a barriga do meu gato. Será que você lembra que odeio saia e gente mentirosa? Ah, meu bem, fui cruel e sou cruel, mas “Somos tão jovens, tão jovens…” Caberia à você lembrar nem que seja por um pequeno segundo de tudo que fizemos, das noites que dançamos e brincamos como crianças virgens? O choro secou, vida voltou ao normal, aquela noite vazia acabou e a saudade está aqui ainda, meu bem. Ontem foi só e só, acabou, “Sou forte, sou forte” repito docemente para mim mesma, tento me enganar duas vezes no mesmo minuto, achando que sou forte e doce, ah que tola. Esqueça tudo e apenas sinta minha bela e escura alma amando você mais “Veja o sol dessa manha tão cinza…” (estou com saudades)
—  O erro da saudade. Ana Lua. 
E a gente cansa

das mesmas pessoas, dos mesmos assuntos bobos e sem importância. A gente sabe que o nosso lugar não é ali, não onde a gente não se sente bem. Nos afastamos e vemos o quanto nos fez bem. Foi isso que fiz e até agora ninguém sentiu falta, ninguém me procurou. Talvez eles quisessem se afastar também, talvez não tenha nada de bom em mim que os façam me querer de volta. Talvez no fundo há algo bom em mim e espero encontrar alguém que tenha paciência para encontrar. 

Hoje li sobre a história de uma grande roqueira dos anos 70, chamada Janis Joplin e o que mais me chamou a atenção não foi sua bela e curta carreira musical, mas sua história amorosa e, de uma forma resumida, contarei aqui para vocês e finalizar com uma conclusão de raciocínio. Não leve isso tudo como um texto comum, leve como um conselho que vale para toda a vida. Janis Joplin era uma jovem americana bonita, escrevia suas próprias canções, produzia as melodias e suas performances nos palcos impressionava até os mais renomados críticos musicais. Sua grande fama lhe rendeu diversas turnês mundiais e dezenas de shows por mês e nessa correria artística e cansaço físico, Janis resolveu vir até o Brasil, presenteou a si mesma com algumas semanas de férias no Rio de Janeiro. Após alguns puxões de orelha de familiares, amigos e da produção artística da cantora, ela decidiu deixar um pouco de lado o seu vício em heroína e para substituir a insaciável vontade de se drogar, ela distraía sua mente indo á praia todos os dias. Em uma manhã, na praia, sozinha, Janis percebeu que estava sendo observada por alguém, era um rapaz bonito, ela não se conteve e foi até ele conversar. Essa atitude foi o início de uma mudança brusca na sua vida, porque a garota que nunca havia amado, soube o que esse sentimento significava pela primeira vez. Eles permaneceram juntos por toda a sua estadia no Brasil, e em todos os estados que ela ia, ele a acompanhava, era a história de amor perfeita. Em todos, repito, todos os flashes que fizeram dela desde então, ele sempre estava ao seu lado e os dois sempre esbanjavam um sorriso lindo. Não sei se contei, mas ele era americano, sim, o mundo é mesmo pequeno e isso foi o suficiente para que os dois combinassem ainda aqui no Brasil, que quando voltassem aos Estados Unidos, eles morariam juntos e assim foi. Permaneceram juntos por mais dois meses e o relacionamento foi interrompido por ele, porque Janis se rendeu ao vício em heroína e já não era mais a garota sorridente que havia conhecido, a droga a transformou. Ele se foi, continuou a viajar o mundo. Janis caiu e caiu, cada vez mais, até que decidiu transformar seu fundo do poço numa canção chamada “cry baby”, que em um dos trechos, diz o seguinte: “… A estrada poderá até terminar em Kathmandu". O sucesso do single foi inexplicável, foi uma das mais tocadas em diversos países, e claro que chegou até os ouvidos dele. Ele largou tudo o que fazia e comprou passagens e hospedagem para Kathmandu (por causa da música), e enviou um telegrama a convidando para a viagem, que ficou na recepção de seu apartamento. E Janis? Bom… Ela nunca recebeu o telegrama, assim como nunca foi à viagem. Janis Joplin foi encontrada morta no mesmo dia em seu apartamento, por overdose. O que eu quero dizer para vocês com essa história, é que… Nunca dêem tempo ao tempo, não deixem as coisas saírem do controle, não deixem o tempo voar, não soprem ele. Todos estamos aqui apenas de passagem, chegamos sem lembrar e saímos sem saber. Se você ama alguém, se você é amado, não espere até o último instante para dizer que ama, não olhe para cima e pense: “ah, você tem tudo fácil demais, serei a sua dificuldade”, esse é um pensamento burro. Pessoas têm um prazo de validade silencioso, hora ela está aqui e em alguns instantes, não está mais. Não deixe para depois, o que você pode fazer agora. Um “eu te amo” ou até mesmo um “eu sinto a sua falta” não te arrancarão um pedaço, bem pelo contrário, vão te trazer o pedaço que falta. Não seja ingênuo, porque a vida não é para os orgulhosos.
—  A história de Janis Joplin e um pouco mais. Extinta.
Conto de um corno manso da Mãe e Filha

Sou casado há 18 anos , me chamo Gustavo e tenho 39 anos, Minha esposa Fernanda, ou apenas Nanda, tem 34 anos. Gostaria de contar um pouco da minha vida de marido corno e pai manso. Na época eu tinha 21 anos e namorava uma menina de 16 com total aprovação dos pais dela. Como ela era nova e do interior eu respeitava a família dela e namorava em casa, mas teve algumas vezes, com muito tesão em baixo das cobertas, nós conseguíamos despistar os  pais dela e fazíamos um sexo gostinho. Porém como toda travessura tem suas consequências, a engravidei e pedi ela para casar antes que seus pais soubessem. Fizemos tudo as pressas e ninguém entendia porque casar tão rápido, contei para minha mãe e ela me deu maior apoio. Enfim, minha esposa como era muito nova quando deu a luz para nossa filha ela recuperou o corpo e ficou ainda mais gostosa e ninguém dizia que ela já era mãe.

Como ela tinha sido minha primeira mulher e eu queria compensar na cama já que não tinha sido o único homem dela. Apesar da pouca idade, da minha esposa, na época ela era a putinha da cidade, confesso que foi por isso que a quis namora-la, e eu sou do tipo de pessoas que tem muitas fantasias e queria realizar tudo que via nos filmes pornôs, mas com nossa pequena, que aqui vou chamar de Melissa, ou Mel, era muito difícil. Então, quando a Nanda fez 18 anos eu a levei em uma casa de swing e ela adorou.

Deixamos a Mel com minha mãe e fomos para a tal casa de Swing, e nesta casa encontramos dois caras que estudaram com ela na escola e eu sabia que ela chupava eles nas aulas de educação física. Eles vieram conversar com a gente e a Nanda quis fazer um “remember”. No fim daquela noite a Nanda chupou os dois e acabou dando enquanto eu fui dar um passeio, mas não consegui catar nenhuma mulher e fui espiar por umas frestas que tinham na parede do quarto da Nanda e os rapazes. Ela ficou com eles por mais de 1 horas e quando fomos para a casa perguntei como é que foi. Ela disse: “Ai amor, foi legal e para você, quem você comeu? – Eu respondi com ciúmes: “Amor, tenho que te confessar que não comi ninguém, mas fiquei lá te espiando e me pareceu que foi mais que só legal!” – ela respondeu: “Ah não Gustavo! Foi ideia sua ir para essa maldita casa e não vem querer ficar brigando agora. Quer saber, foi bom sim. Gozei muito no pau deles. – fiquei , quieto dentro do carro no caminho de volta e fui tomar banho logo após ela sair do chuveiro. Mas meu pau não para de ficar duro pensando naquela cena e eu queria chorar de raiva, mas estava com tanto tesão que quase gozei.  Quando saí do banho e fui para o quarto pronto para falar do que aconteceu me deparo com ela deitada com a bunda virada para porta e com uma lingerie que comprei para ela. Meu pau já estava duro antes e agora estava explodindo, mas queria parecer brabo e perguntei: “ O que é isso? Não foi o suf… – Ela me interrompeu: “Seguinte, você pode brigar ou aproveitar a tua putinha que ainda esta muito afim hoje”. Eu não aguentei e comecei a montar nela. Ela me impediu e fez que eu deveria chupa-la. Eu desci para aquela bucetinha toda vermelhinha e arrombadinha. Ela tinha lavado a bucetinha mas ainda conseguia sentir o cheiro da camisinha dos comedores dela. Morri de tesão e não durei dois minutos com ela falando putaria no meu ouvido. No dia seguinte ela me acordou com um boquete e a tarde com nossa filha ainda na minha mãe a Nanda continuava a putinha da noite anterior e foi assim durante a semana toda. Não consegui brigar com ela e bati várias punheta pensando nos dois cara comendo ela. O tempo passou e ela tocou no assunto  sobre o que eu ainda sentia em relação aquele episódio na casa de Swing e eu respondi que estava tudo bem e que foi uma experiência bacana. Então ela me confidenciou que aqueles dois amigos queriam encontrar com ela novamente e que haviam mandado  uma mensagem para ela perguntando se eu me importava dela sair sozinha. Eu percebi que a Nanda voltará a ser a putinha que havia sumido depois dela dar a luz para a Mel e eu obviamente adorei. Fiquei de pau duro e a Nanda percebeu que o pedido dela me deixava excitado.. então ela pegou e me chupou gostoso e me chamou de corninho pela primeira vez… Fui ao delírio e aceitei que ela fosse sozinha encontrar os amigos da escola. Depois desse dia, não paramos mais e me tornei o maior corno da cidade. Todo mundo da putaria sabia que a Nanda era liberadinha e eu não. A Nanda começou a ser autoritária e dizia que eu só poderia comer outra mulher se fosse junto com ela, mas em compensação ela toda a semana arrumava um comedor das cidades vizinhas ou alguns amigos mais fixos. Uns até iam na minha casa, bebiam minha cerveja e comiam a Nanda na nossa cama enquanto eu cuidava da Mel.

A Mel quando ficou mais mocinha perguntava quem era os “tios” e eu respondia que eram colegas de trabalho da mamãe e que as vezes para ela não “viajar a trabalho” nos finais de semana, os “tios” vinham aqui em casa ajudar ela e por isso não podíamos interromper a mamãe quando ela estava trabalhando. Uma vez a Nanda se descuidou e deixou algumas fotos na câmera digital e a Mel muito curiosa foi mexer e perguntou o que a mamãe dela tinha na boca e que os “tios” estavam fazendo com ela pelada. Bom, a Mel era muito novinha, tinha uns 5 para 6 anos e então inventamos uma desculpa de que aquela era uma amiga da mamãe muito parecida com ela, que era atriz e estava fazendo poses para foto.

A Mel engoliu aquilo e esqueceu… Logo em seguida mudamos para Florianópolis-RS e era a chance de recomeçarmos com novos amigos e novas fantasias, então nossa filha teria uma infância mais normal, pelo menos achamos que sim. A nossa segunda filha veio logo em seguida, mas o filho era de outro, porém eu sempre soube que pai é quem cria. Assumi com muito orgulho.

Quando a mel fez 14 anos ela já demonstrava ser igual à mãe, safada e já tinha perdido a virgindade com um cara bem mais velho. A Nanda morando perto da praia sempre usava biquínis curtíssimos mostrando tudo que podia. Levava nossa filha para comprar roupas íntimas e elas voltavam com fio dental e outras peças provocantes. Elas estavam sempre juntas e eram muito amigas e de repente tudo ficou estranho na relação das duas. Então a professora da Mel na escola pediu um trabalho de genética no qual os alunos tinham que fazer a comparação do tipo sanguíneo dos familiares… a Mel descobriu que a nossa casula não era minha filha biológica e em uma briga entre ela e a Nanda tudo veio a tona. A Mel aos prantos disse que a Nanda era uma traidora e que tinha visto ela no carro com outro cara. Perguntou se eu não ia fazer Nanda com minha mulher infiel?! A Nanda e eu não tivemos escolha e contamos nosso tipo de relação… que éramos um casal liberal e que eu gostava disso. A Mel ficou muito revoltada e foi morar com a vó dela, mas as coisas esfriaram e a Mel voltou para nossas vidas depois de três meses e conversamos  melhor. Ela pareceu entender que existem coisas íntimas de casal e a relação com a mãe dela restabeleceu-se novamente depois de um tempo.

Nós próximos anos a Nanda não escondia mais o jogo para a Mel, as vezes me chamava de corninho na frente da nossa filha e dizia que ia sair com os “amigos”. A Mel perdeu todo o respeito por mim, só me achava para pedir dinheiro ou para avisar que ia sair com algum cara. Eu não podia opinar, até tentei mas a Nanda falava que estava orientando a Mel escolher os caras certos e a se cuidar. Eu confiei, porque se tem alguém que sabe escolher macho é a Nanda, pois ela que sempre escolheu para quem ela ia dar, muitos eu nem sabia quem eram e ela me alertava que meu único papel era cuidar da nossa casula, pagar as contas dela com os amigos, cuidar das contas da nossa filha e ficar com o pau preso na gaiolinha. Algumas contas eram de motel e outras de lingeries que eu nunca via. A Nanda não usava camisinha com os machos fixo dela e as vezes ela chegava em casa toda usada e com a buceta cheia de porra para mim limpar com a língua. Me humilhava mostrando fotos dos paus dos macho dela e falando que aquele meu pintinho preso não poderia satisfaze-la. No final das contas eu nunca podia comer outra mulher, a Nanda foi minha única mulher, mas ela fodia muito com caras mais dotados que eu. Ela sempre foi gostosa, mesmo depois da nossa segunda filha. Mas sempre fui recompensado com fotos, vídeos e às vezes eu podia participar olhando ou ajudando o macho alfa come-la, o costume era eu ajudar preparando a bucetinha ou o cuzinho da Nanda chupando bem antes dela ser metida e para finalizar eu tinha que limpar tudo.

Nunca comi o cu da Nanda, mas este cuzinho já estava bem arrombadinho. A Nanda sempre pede para mim pagar a conta do motel quando eu participo como ajudante de comedor. Em troca eu posso comer minha mulher uma vez por mês e ganho uma punhetinha por semana, mas gozo muito rápido porque a Nanda fica falando em como eu sou corninho manso e como nossa filha esta aprendendo arrumar um corninho manso para ela. 

Eu amo ser corninho manso da Nanda! Não me julguem, mas é assim mesmo que gosto. Fora da nossa vida sexual a minha mulher é muito carinhosa, amiga, parceira e uma ótima mãe. A Nanda trabalha e ajuda nas contas da casa ou das meninas, mas o fogo dela sempre foi insaciável e eu acabei sempre incentivando. O pai biológico da nossa casula era um fixo de a 4 anos que sempre foi muito meu amigo também e uma vez o convidamos para passar uma semana na nossa casa em Floripa e aconteceu que a Nanda engravidou, mas no fim ele nunca ficou sabendo que era pai porque ele se mudou para o exterior e por ele ser muito chegado na nossa família, achamos melhor não contar para não estragar os planos de vida dele.

A Mel só da para cara mais velhos que vinham buscar ela de vez em quando na frente de casa. Eu estava desconfiado que a Mel era garota de programa, mas descobri algo ainda mais humilhante para um corno. Bom se gostou do conto deixa um comentário e rebloga que continuo a minha história.