o nome dela eu n sei

ONE SHOT COM HARRY STYLES

PEDIDO : Meuzamô teu tumblr é maravilhoso ❤️. Tu pode fazer um imagine do Harry que eles terminaram e ela está super mal e alguns dos amigos deles percebem e depois de deixar o orgulho de lado o Hazz vai falar com ela, por favor. (final feliz)


PS: Eu espero todas gostem, eu não achei que ficou bom. EU TIVE UM BLOQUEIO DE IDEIAS POR TRÊS DIAS. TRÊS DIAS, GENTE! JÁ ERA PARA TER POSTADO. Enfim, aproveitem! Espero que gostem. BJOX.


A aglomeração de gente no corredor da faculdade chegava a ser sufocante, pessoas trombando umas nas outras com um só objetivo: Sair pelas grandes portas do campus. Caminhei com certa dificuldade até chegar em meu armário. Abri o mesmo e peguei os livros que seriam necessários para a tarde de revisão. Tranquei o armário e fui em direção à saída do campus. 

Minha cabeça vagava nas explicações dadas mais cedo pelo professor de álgebra. Despertei dos meus pensamentos quando ouvi a risada mútua de vários meninos. Levantei minha cabeça e pude ver os amigos de Harry conversando animadamente. Ow não. Segurei firmemente da alça da bolsa e abaixei minha cabeça na tentativa de não ser descoberta. 

- Olha a (S/n)! - A voz de Niall ecoou, fazendo-me xinga-lo involuntariamente em minha mente. 

- Levantei a cabeça e continuei caminhando até eles. Os meninos vinham animadamente até mim fazendo-me lembrar dos dias em que passávamos rindo. 

- (S/n), quanto tempo! - Liam falou dando tapinhas em minhas costas. 

- Pois é! - Falei sorrindo. 

- Como você está? - Louis perguntou sorrindo. Olhei para ele e sorri também

- Estou bem! 

- Para onde está indo? - Niall perguntou. 

- Para casa. Preciso estudar para algumas provas que irá ter! - Falei na intensão de que eles entendessem que eu precisava ir para casa logo, pois estava começando a lembrar de Harry. 

- Estamos indo para a casa do Harry, não quer ir?! - Liam perguntou fazendo com que Louis desse uma cutucada em sua costela. Liam ficou com a bochecha vermelha ao perceber que eu fiquei sem graça com aquele convite. 

- Não, obrigada! - Sorri fraco. - Bom, eu preciso ir. Se divirtam! - Falei e sai caminhando deixando os meninos para trás. 

HARRY ON

A gargalhada de Niall adentrou meus ouvidos fazendo-me levantar do sofá e abrir a porta. 

- Finalmente! - Falei com as mãos arqueadas para cima. Cumprimentei cada um dos meninos e os mesmos entraram em casa. 

- O que tem de bom aqui para os seus amigos? - Liam perguntou se jogando no sofá. 

- Tem eu! - Falei rindo fazendo-os revirar os olhos. Fui até a cozinha, peguei os potes de pipocas que minha mãe havia feito antes de ir na casa da amiga dela. Caminhei até a sala e sentei no sofa junto com Liam e Louis. 

- Que filme iremos assistir? - Niall falou colocando algumas pipocas na boca. - Filme de terror não, por favor! - Falou de boca cheia. 

- Pensei em um filme de ação! - Louis se manifestou. 

- Acho melhor um de romance! - Falei colocando meus pés sobre a mesa de centro. Coloquei o pote de pipoca sobre minha barriga e comecei a comer a mesma. 

- Meu Deus, Harry. Você consegue ser mais feminino do que uma mulher às vezes! - Liam falou brincando fazendo os outros rirem. - Falando em mulher, advinha quem nós vimos hoje.

- Louis e Niall pararam de comer e me encararam esperando a minha resposta. Comecei a pensar nas opções a serem citadas e não encontrei nenhuma. 

- Minha mãe? - Falei. 

- Também! - Niall falou colocando a pipoca na boca. A (S/n) talvez. Pensei em falar o nome dela, mas preferi dizer outra coisa. - Não sei, quem?

- A (S/n)! - Louis falou me encarando. Meu corpo estremeceu ao ouvir seu nome e em questão de segundos minha mente trazia à tona nossos momentos juntos. As borboleta em meu estômago surgiram ao lembrar de suas mãos acariciando meus cabelos. 

- Harry?! - A voz uníssona dos meninos me fizeram acordar de meus pensamentos.

- O que foi? - Perguntei. 

- Você ouviu o que eu disse? - Louis indagou. Fiz um aceno negativo com a cabeça. - Ela parecia triste! - Terminou. 

- Parecia que ela não queria falar com a gente! – Niall falou.

Um silêncio constrangedor pairou sobre a sala. Meu término com (S/n) tem sido um assunto que venho evitando comentar nos últimos dois meses. Confesso que tem sido difícil, pois ela era a única que conseguia me entender, e quando não entendia fingia que entendeu só para me deixar feliz. Sempre perguntava para a minha mãe como ela estava, já que nossas mães sempre conversavam. Minha mãe disse que ela está tentando seguir em frente assim como eu.

- Você ainda gosta dela? – Louis indagou trazendo a atenção dos meninos para o meu rosto. Permaneci calado. Na maioria das vezes o silêncio é a melhor resposta. – Sabemos que sim, Harry. Vocês passaram dois anos juntos e a relação de vocês ia além de um namoro, havia amizade, companheirismo, vocês dois juntos pareciam unha e carne. Sou seu melhor amigo e sei que ela foi a única pessoa por quem você se apaixonou de verdade! – Louis começou a falar. Um nó começou a se formar em minha garganta fazendo-me segurar o choro.

- Acho melhor colocarmos o filme logo! – Niall tentou cortar o clima pesado.

Colocamos um filme de ação e cessamos as conversas, já que o assunto final foi meu término. Dos quinze minutos em diante passei a não prestar atenção no filme. Minha mente trazia lembranças de (S/n) a todo momento. O que Louis disse sobre ser a primeira menina por quem me apaixonei era verdade. Após o término do filme os meninos foram embora e eu subi para o meu quarto, pois já passava da meia-noite. Recostei minha cabeça no travesseiro e fechei meus olhos. Passaram-se alguns segundos e meu celular vibrou, o ecrã do celular acendeu deixando visível uma mensagem que Louis acabara de enviar. Peguei o celular e abri o aplicativo de mensagem.

[…]

- Bom dia, filho! – Minha mãe falou antes que eu saísse de casa. Depois da mensagem de texto do Louis parei para refletir e cheguei a conclusão de que deveria procurar a (S/n) e conversar com ela. Peguei o carro de minha mãe e fui até o centro procurar uma floricultura. Depois de dar quatro voltas no centro finalmente encontrei uma floricultura. Estacionei o mesmo e entrei no local. O ambiente possuía uma mistura de aromas fazendo-me puxar o ar diversas vezes. Fiquei olhando as flores e logo me deparei com uma Rosa Azul que me chamou atenção. Pedi para que a atendente fizesse um buquê das flores que escolhi. Depois de pronto, paguei e fui para o carro. Um grande sorriso tomava conta de meu rosto só de saber que iria vê-la de novo. A casa de (S/n) não era tão longe do centro, mas o caminho parecia ter se estendido.

Estacionei meu carro na frente de sua casa e peguei as flores que estavam no banco do passageiro. Olhei para o pequeno retrovisor e arrumar os fios de me cabelo.

- Você consegue, Harry! – Falei alto para que eu mesmo me convencesse de que tudo daria certo. Abri a porta do carro e sai do mesmo logo após ativando o alarme. Caminhei pelo lindo gramado verde da casa dos (Seu sobrenome) e subi os degraus da grande varanda. Puxei o ar até encher os meus pulmões e o soltei lentamente tentando me acalmar. O plástico do buquê grudava em minhas mãos suadas e minha respiração estava pesada. Inclinei minha mão até o pequeno botão ao lado da porta e apertei o mesmo. Instantes depois o barulho dos passos se aproximando da porta ficaram mais notórios e ai eu percebi que não havia mais saída. Pude ouvir (S/n) resmungar algo.

- Quantas vezes vou ter que falar para pegar a chave antes de sa… – Abriu a porta. Meu corpo oscilou e naquele momento eu só queria abraça-la e dizer que estava com saudade dela. O rosto de (s/n) estava branco. Seus cabelos caiam sobre seus ombros e por cima daquele lindo corpo havia um pijama de ursinho. – Harry… – Ela se manifestou.

- (S/n), oi! – Sorri fraco.

- O que você está fazendo aqui? – Perguntou segurando a maçaneta da porta com força.

- Vim ver como você está!

- Eu estou bem, obrigada! – Falou rapidamente. O arrependimento de ter apertado aquela campainha estava chegando de mansinho. Não imaginei que a recepção seria daquele jeito.

- Eu preciso conversar com você.

- Conversar comigo? – A ironia estava presente em sua voz. Uma de suas sobrancelhas estavam arqueadas. – Não temos nada para conversar!

- Sim, nós temos! – Falei firme.

- Não, nós não temos! – Falou fechando a porta. Coloquei meu pé impedindo com que ela fechasse a porta na minha cara. (S/n) olhou-me indignada e fez mais força para que a porta fechasse. – Vai embora, Harry. Eu não quero falar com você!! – Falou com a voz embargada.

- (S/n), por favor! – Implorei ainda tentando abrir a porta. (S/n) apenas fez mais força. Eu cedi, deixando com que ela fechasse a porta pois sabia que ela não iria olhar na minha cara. A porta fechou e pude ouvir a mesma sendo trancada. – Eu sei que você não quer falar comigo, e eu não tiro sua razão porque eu sei que fui um idiota e sei que te machuquei. Mas eu só queria pedir desculpas, pelas coisas que eu falei. Eu estava frustrado. Depois que o Robin morreu as coisas ficaram difíceis, eu tive que criar mais responsabilidade e isso é horrível. Sei que fui egoísta em terminar com você mas eu pensei que você me entenderia. Não tiro a sua razão de estar magoada, tudo bem eu te entendo, mas eu só queria que você soubesse que ainda gosto de você, porque você foi a primeira pessoa que me ensinou o que é amor de verdade. – Minha testa estava recostada na porta. Talvez eu estivesse falando sozinho com a mesma, mas estava me sentindo aliviado por colocar tudo para fora. Continuei ali, parado na frente da porta na esperança de que (S/n) abrisse e dissesse que ainda me ama. Mas não aconteceu.

- Harry! – A voz grossa do Sr. (Nome do seu pai // N/P) ecoou em meus ouvidos fazendo-me virar rapidamente. Arrumei o buquê na minha frente e o encarei.

- Sr. (N/P)! Como vai? – Indaguei apreensivo.

- Muito bem. O que está fazendo aqui? – Perguntou procurando as chaves dentro de sua pasta preta. O Sr. (N/P) era um advogado bastante conhecido pela eficácia no ambiente de trabalho. Era um pai muito amoroso e muito ciumento quando o assunto era as duas filhas dele Abigail e (S/n).

- Vim ver como a (S/n) está, mas acho que ela não está em casa! – Menti para evitar o constrangimento. O Sr. (N/P) sorriu fraco e concordou com a cabeça. – O senhor pode entregar isso para ela?! – Estiquei o buquê de Rosas Azuis para ele.


- Azuis? – Sorriu – Minha mãe sempre dizia que as rosas azuis significam o alcance de algo impossível. – Falou enquanto pegava o buquê da minha mão – Irei entregar a ela! – Sorriu fraco e eu retribui o mesmo.

- Muito obrigado Sr. (N/P) – Acenei com a cabeça e coloquei a mão no bolso do meu moletom. Me despedi com um breve aceno e caminhei até o carro. Eu achei que as coisas seriam completamente diferente. Achei que ela iria conversar comigo e que tudo ficaria bem, e que não teria que passar pelo constrangimento de encontrar o pai dela.

(S/N) ON

 

As lágrimas escorriam em meu rosto ao ouvir as coisas que Harry falava atrás da porta.

- Não tiro a sua razão de estar magoada, tudo bem eu te entendo, mas eu só queria que você soubesse que ainda gosto de você, porque você foi a primeira pessoa que me ensinou o que é amor de verdade. – Meu coração apertou. Coloquei a mão sobre a boca para segurar os soluços do choro. Minha vontade era de abrir a porta e abraça-lo e dizer que sentia falta dele, mas eu estava magoada com tudo que aconteceu. O silêncio pairou por alguns segundos e eu estava prestes a abrir a porta para ver ser Harry ainda estava lá. Foi então que ouvi a voz do meu pai. Ao ouvir a mesma minha primeira reação foi correr para o meu quarto. Encostei a porta e deitei na minha cama para fingir que estava dormindo.

- (S/n)?! – A voz de meu pai preencheu o quarto. Permaneci quieta. O passos de meu pai foram se aproximando e sua mão tocou meus cabelos. O barulho de plástico adentrou meus ouvidos e logo algo foi colocado sobre minha cama. Permaneci quieta até ele sair do quarto.

Instantes depois abri meu olho devagar para ver o que tinha sido posto sobre a minha cama. Sentei e me deparei com o grande buquê de rosas azuis que Harry estava segurando alguns minutos atrás. Peguei o mesmo e coloquei sobre as minhas pernas, havia um pequeno pedaço de papel entre as folhas. Abri o mesmo e pude ver a grafia de Harry.

“Encontrei essas flores e lembrei de você. Sei que as azuis são as suas preferidas. Espero que goste! Harry S.”

 

Dobrei o pequeno papel e recostei minha cabeça na cabeceira da cama puxando uma grande quantidade de ar e liberando o mesmo segundos depois. Passei alguns minutos ali, com os olhos fechados, pensando nas coisas que tinha escutado Harry dizer. Pude sentir minha cama afundar e permaneci com os olhos fechados ao sentir o cheiro enjoativo do perfume de Abigail adentrar minhas narinas.

- O que você quer? – Indaguei.

- Vim ver como você está! – Ela respondeu. Abri meus olhos e a encarei. Abigail estava com seu cabelo solto e a ponta de seu nariz estava vermelho por conta do ar gelado de Holmes Chapel. Permaneci encarando-a em silêncio. – Na verdade o papai me falou que Harry esteve aqui, então imaginei que você iria estar chorando horrores, comendo um pote de sorvete e ouvindo Ed Sheeran. – Ela falou sorrindo mas depois ficou séria ao perceber que eu não achei graça do que ela havia dito.

- Me poupe, Abigail! – Falei levantando. Caminhei com o buquê até o banheiro e deixei o mesmo sobre a pia. Voltei para o quarto e minha irmã permanecia me encarando. – Eu estou bem! – Falei levantando as duas mãos. Caminhei até a cama e sentei na mesma. Abigail permanecia me encarando.

- Você não está bem, (S/n)! – Abigail se manifestou repentinamente.

- Você pode me deixar sozinha? Eu não estou afim de conversar com você, não hoje. – Falei sem paciência. Abigail levantou e caminhou até a porta. Ela parou e virou-se em minha direção.

- Engraçado que você dizia tanto amar ele, mas hoje, quando ele veio conversar com você, nem a porta você abriu. – Falou gesticulando as mãos. – Às vezes você consegue ser tão criança que é inacreditável aceitar a idade que consta em seu documento. – Levantei minha cabeça e olhei furiosa para ela – Não adianta me olhar torto, aprende a aceitar. Você foi uma babaca sim! Foi egoísta sim! O padrasto do garoto faleceu e ele quase entrou em depressão porque os dois eram apegados. Ele teve que adquirir responsabilidades. Já parou para pensar que ele é o homem da casa agora? Que ele passou a trabalhar o dobro para poder sustentar a casa dele? Ao invés disso, você foi discutir com ele porque ele não estava tão presente e só pediu um tempo. Um tempo, (S/n)! E você, do jeito que é, levou como um término de relacionamento e achou que você foi a única que saiu machucada na história.

Abigail parou de falar e ficou me olhando. Permaneci calada. Minha vontade era de voar nela e encher aquela cara de socos, mas continuei ali processando tudo aquilo que ela havia dito. Minha irmã mais velha saiu do meu quarto e fechou a porta atrás dela. Peguei um travesseiro e coloquei sobre o meu rosto e comecei a gritar. Os gritos eram abafados pelo travesseiro impedindo meu pai e Abigail escutarem o que eu dizia.

[…]

O sol já estava se pondo em Holmes Chapel e o vento gelado tomava conta da cidade. Caminhei até o meu guarda-roupa e peguei uma jaqueta preta. Passei a tarde toda refletindo e decidi que deveria me desculpar com Harry por ter fechado a porta na cara dele. Sai do meu quarto e desci as escadas que levavam até o andar de baixo da casa. Abigail e meu pai estavam sentados no sofá assistindo um programa de TV qualquer.

- Você não vai jantar? – Meu pai disse assim que me viu. Olhei para ele e acenei que “não” com a cabeça. – Para onde você vai, (S/n)? – Indagou fazendo Abigail esticar a cabeça para me encarar.

- Irei na casa de uma amiga pegar meu material de estudo! – Menti! – Andei até a porta e abri o mesmo. O vento gelado tocou meu rosto fazendo-me puxar o cachecol para cobrir meu nariz e boca. Peguei minhas chaves e fechei a porta.


Coloquei minhas mãos no bolso da jaqueta e caminhei calmamente pelas ruas de meu bairro. Harry trabalhava no centro de Holmes Chapel em uma pequena padaria. Não ficava tão longe de minha casa mas era uma boa caminhada até lá. O centro estava movimentado e colorido por conta da chegada do natal. Caminhei lentamente até a padaria e parei na frente da mesma. Dez minutos depois Harry sai tentando colocar algo em sua mochila.

- Harry! – Chamei. Ao ouvir a pronuncia de seu nome Harry levantou o olhar e parou de fazer o que estava fazendo. Suas grandes esmeraldas brilhavam fazendo minhas pernas oscilarem por alguns segundos.

- (S/n)?!

- Oi. É… Eu preciso falar com você! – Falei apertando minhas mãos que estavam suadas. Eu estava nervosa.

- Eu preciso ir para casa! – Falou caminhando devagar deixando-me para trás. Segui seus passos.

- Eu sei. Mas juro que será rápido! – Toquei seu braço fazendo-o parar e me encarar. Harry olhava-me atentamente. Seu rosto carregava um semblante de cansaço e tristeza me fazendo sentir mais culpada. – Quero pedir desculpa por ter fechado a porta na sua cara. – Olhei em seus olhos. O choro estava preso em minha garganta.

- Tudo bem!

- Não está tudo bem, Harry. – As lagrimas começaram a correr em meu rosto fazendo-me rapidamente limpa-las. – Eu fui egoísta com você. Eu não entendi o seu lado. Me desculpa! – Comecei a soluçar. Harry chegou mais perto e me abraçou. Recostei minha cabeça em seu peito e ele colocou sua mão sobre meus cabelos. – Eu sinto muito por tudo que aconteceu. Eu não pensei em você ou em como você estava se sentindo. – Falei ainda chorando. Harry apertou-me mais sobre seu corpo.

- Shh! – Falou. – Esses dois meses longe de você foram os mais tortuosos de todos. – Harry falou suspirando. As lagrimas ainda corriam pelo meu rosto molhando o moletom de Harry que cheirava a sonho. A respiração de Harry era pesada e seu nariz parecia estar escorrendo.

- Me desculpa! – Voltei a desculpar-me. Harry apenas apertou-me mais.

- Gostou das flores? – Indagou

- Gostei. Muito! – Desfiz o abraço e sorri largo. O dedão de Harry correu sobre minha bochecha e eu fiz menção de morder o mesmo.

- Que bom. Seu pai me disse o significado dela e pelo jeito deu certo! – Piscou e começamos a caminhar lentamente. Olhei indignada para ele ao lembrar o que minha avó sempre dizia.

- Cala boca, Harry! – Dei um tapinha em seu braço e ele sorriu.

Continuamos a conversar e naquele momento eu percebi o quão importante Harry era para mim e como eu ficava quando estava ao seu lado. Conversávamos como se não tivéssemos dado um tempo no nosso relacionamento há dois meses atrás. Harry contava animadamente sobre uma gafe que cometeu na padaria. Meus olhos captavam cada movimento de seu corpo sem eu ele percebesse. Em uma ação involuntária segurei em seu braço e puxei o mesmo fazendo-o parar e me encarar. Cheguei mais perto e estiquei-me um pouco para que alcançasse sua boca. Minha mão passou por trás de seu pescoço acariciando os cabelos. Os olhos de Harry fitavam minha boca e em um ato rápido o mesmo selou nossos lábios causando arrepios em meu corpo. As mãos de Harry seguraram minha cintura e meus dedos engancharam em seus cabelos. O beijo era calmo. Aquele beijo era diferente e todos os outros que já havíamos dado, havia paixão, saudade, uma mistura de sentimentos.

- Ow. Que beijo! – Harry falou assim que paramos o beijo para tomar um pouco de ar. Suas mãos ainda estavam pousadas em minha cintura e meus braços envolta de seu pescoço. – Senti saudade disso! – Sorriu.

- Eu também! – Sorri.


CAT 

quedrigas: Você pode fazer um com o Zayn? Em que ela descobre que está grávida e quando vai contar ele termina com ela antes,pq acha que não faz ela feliz. Então eles se encontram meses depois na rua e ela entra em trabalho de parto, ai ele ajuda ela e tudo mais, só que ele fica triste por pensar que ela já seguiu em frente, só que ele vê a criança nascer e percebe que o bebê tem a mesma marca de nascença dele, então ele vai tirar satisfações com ela, então eles conversam e esclarecem tudo e se acertam.

Positivo. Era isso que o exame que eu segurava em mãos dizia. Eu estava grávida de Zayn, meu noivo e não via a hora de contar a novidade a ele.

Fiquei sentada no sofá ansiosa pela chegada dele para contar que nosso amor rendeu frutos. 

— Oi amor — eu disse animada quando vi ele passar pela porta — Tenho uma coisa para te contar 

— Oi S/n — sorriu fraco 

Sempre que Zayn me chamava pelo nome e não por amor ou qualquer outro apelido meloso que ele havia me dado, algo estava errado. 

— Aconteceu alguma coisa ? — fui até ele que estava pegando água na geladeira 

— Aconteceu — respirou fundo — Eu pensei muito essa noite e percebi que eu não sou o cara certo para você. 

— O que ? — me desesperei ao ouvir aquela frase — Não ouse dizer isso, nunca mais. 

— É a verdade S/n. Sempre estou deixando você sozinha em casa por causa desse trabalho que tenho. Ainda tenho essas crises de ansiedade. Você não tem que passar por isso 

— Você não tem noção do que está falando — senti um peso sobre meus olhos — Eu sabia de tudo isso quando aceitei namorar com você e encaro isso numa boa. Para com essas ideias loucas

— Vou pegar minhas coisas e hoje mesmo vou embora

— O que ? — gritei — Zayn você não pode me deixar sozinha aqui, você não pode desistir da gente assim. Pelo amor de Deus, o que você está fazendo ? — coloquei as mãos sobre minha cabeça

— Eu sinto muito mas sei que você vai encontrar alguém melhor, alguém que te faça feliz da forma que eu não consegui fazer — ele dizia sério, sem expressar outra reação 

— Nunca pensei que você faria isso comigo um dia — as lágrimas já escorriam pelo meu rosto — Quer saber, quer ir, vá. Não vou te impedir. 

Ele passou por mim indo até nosso quarto. Me sentei na banqueta da cozinha e comecei a acariciar minha barriga que ainda nem aparecia. 

— É filho — disse baixo — Acho que seremos só nós dois… ou duas — sorri pensando na hipótese de ter uma menininha 

— Estou indo — ele apareceu na sala com uma mochila em mãos — Seja feliz, S/n! Eu te amo! 

— Não quero me despedir. Não vou ser feliz sem você — cuspi aquelas palavras 

— Eu sei que vai. Se cuida…  — ele saiu pela porta… para sempre…

(…) 

Nove meses se passaram desde que Sophie vem crescendo dentro de mim, nove meses também desde que Zayn endoidou e resolveu me deixar. 

Nunca mais vi aquela fisionomia magra dele e nem senti aquele perfume adocicado que ele exalava. Zayn saiu por completo da minha vida. 

Não estava sendo nada fácil, os enjoos estavam sendo frequentes, a bebê chutava muito e a qualquer momento eu poderia entrar em trabalho de parto.

Estava indo até uma loja de roupinhas infantis, aliás, era isso que eu mais amava fazer: comprar roupas para a minha menininha, quando avistei ele. 

Meu coração acelerou e minha mão ficou gelada, era como se eu estivesse vendo ele pela primeira vez. 

Zayn estava mais magro, tinha feito mais tatuagens mas ainda assim continuava lindo. Nosso encontro naquela rua foi inevitável. 

— S/n — ele arregalou os olhos e sua voz saiu rouca — Quanto tempo. 

— Pois é, Zayn — respondi seco 

— Você está… grávida — ele disse baixo tornando seu olhar triste — E linda, meus parabéns. Vejo que sua vida andou! 

— Obrigada. Tenho certeza que minha filha será muito amada. 

— E quando nasce ? 

No mesmo momento que ele perguntou aquilo, senti uma contração forte, algo que nunca havia sentido até então. 

— Ai meu Deus — gritei — Acho que agora 

— O que ? — ele perguntou assustado 

— Vai nascer agora — curvei meu corpo para diminuir as dores — Me ajuda 

— Eu não sei fazer um parto — ele levou as mãos à cabeça se desesperando 

— Não é para fazer meu parto, liga para uma ambulância. Rápido. 

Ele fez a ligação e em menos de dez minutos a ambulância estava ali. Fui colocada numa maca e encaminhada até o hospital mais próximo e Zayn foi ao meu lado. 

Depois de muito força, muita dor e muito suor, ouvi o chorinho que tanto esperei. Sophie chegou ao mundo. 

Seus poucos cabelos negros e seus pequenos lábios carnudos não negavam que ela tinha sangue dos Maliks correndo pelo corpo. 

Dei um sorriso de satisfação ao vê-la mesmo de longe e foi aí que imaginei como seria difícil ser mãe solteira.

Levaram ela até um outro quarto e Zayn foi atras todo emocionado com a pequena criaturinha. Mal sabia ele que era sua filha. 

Fizeram a cirurgia em mim e finalmente pude ir para o quarto de hospital, logo eu iria amamentar pela primeira vez. 

— S/n — Zayn entrou no quarto com cara fechada — Quem é o pai dela ? 

— Isso não interessa para você, Zayn. — arrepiei ao ouvir aquela pergunta 

— Ela é minha filha, não é ? — ele disse convicto daquilo 

— De onde tirou isso ? — franzi as sobrancelhas

— Ela tem a mesma marca que eu… 

— Zayn as únicas marcas que você tem são tatuagens e o meu bebê não nasceu tatuado — revirei os olhos 

— Você não está entendendo. O coração que eu tenho no abdômen foi feito para cobrir uma marca de nascença que eu tinha, e ela tem essa mesma marca… no mesmo lugar… 

Olhei para ele e suspirei, agora ele sabia de toda verdade. 

— Por que não me contou ? 

— Porque você me largou exatamente no dia que eu ia contar a você. 

— Quer dizer que ?…

— Sim, Zayn — o interrompi — No dia que eu ia contar sobre minha gravidez, você resolveu dar uma de louco e me largar. Você me largou grávida. 

Ele serrou os olhos e fechou os punhos, a ira que ele sentia dentro dele estava clara. 

— Como eu pude ser tão idiota assim ? O que foi que eu fiz — ele dizia para si mesmo, arrependido do que fez 

— Agora já foi — fiz pouco caso

— Eu não posso deixar você sozinha…  

— Deveria ter pensado nisso a nove meses atras, quando terminou comigo sem nenhum motivo claro 

— Não foi sem motivo, eu só achei que você estava infeliz comigo — ele justificava 

— E por que ? De onde tirou essa ideia ? Você sabe que eu sempre te amei e Zayn e sempre te aceitei independente do seu trabalho e das suas crises, mas num belo dia você acordou revoltado e resolveu me deixar… e grávida — disse tudo que estava engasgado a nove meses

— Não precisa repetir isso, já sei que errei… — ele dizia baixo — S/n, eu quero voltar para casa 

— O que ? — arregalei os olhos

— Eu quero voltar. Quero voltar para você, para nossa casa… Eu quero ser um pai maravilhoso para ela. 

— Sophie é o nome dela. 

— Eu quero ser um pai maravilhoso para Sophie — deu ênfase no nome dela — Hoje eu reconheço o quanto fui idiota e quero me redimir. Você tem total liberdade para não aceitar mas por favor, me deixa tentar.

— Eu ainda amo você, Zayn — suspirei — As portas estão abertas para você! 

— Eu te amo — ele sorriu emocionado — E amo a família que conseguimos formar. 

Zayn selou nossos lábios como forma de comemoração. Depois de nove meses finalmente a casa em que morávamos estava completa de novo, e agora com uma herdeira.

Pedido: Pedidos abertos? Se sim eu gostaria de fazer um. É do Liam no dia do casamento ele desiste e ela fica arrasada pq ela ja tava ate cm o vestido quando o amor da sua vida disse q nao queria se casar,o tempo passa e ele percebe q a ama mas ela entrou em uma depressao tao grande q teve ate q ser internada por ter tendencia suicida,ele volta pra cidade onde eles nasceram e cresceram juntos(ele é famoso) e vai atras dela e quando descobre fica triste mas cuida dela e no fim eles se casam,fofo e triste

           Olhei para a janela do pequeno quarto cinza e novamente desmanchei-me em lágrimas, ainda não conseguia acreditar que o amor da minha vida tinha me deixado no dia do nosso casamento, o que era para ser o dia mais feliz da minha vida se tornou o pior. Deslizei minha mão no meu pulso que e senti a grossa camada da cicatriz que ali tinha e novamente meu olhar foi ao encontro daquela janela pequena e com grades, e como um raio aquela memória que eu luto todos os dias para esquecer atingiu-me em cheio.

FLASHBACK

 

           Assim que minha melhor amiga colocou o véu sob a minha cabeça ela puxou-me pelo o braço me fazendo ficar de pé e assim iniciamos uma dança, Catherine cantava uma musica famosa do Ed Sheeran (por sinal ela cantava muito mal), enquanto eu ria sem parar, minha mãe no canto da sala apenas ria e chorava ao lembrar que a sua única filha iria se casar e sair de casa. Soltei-me dos braços de Catherine e comecei a dançar alegremente no meio da sala, nada poderia estragar o meu dia, não sentia toda essa alegria há tanto tempo que é difícil segurar.

- O Liam, ele precisa falar com você. – Meu pai entrou na sala com uma cara nada boa. – Agora! – Disse ele com um tom de raiva na sua voz.

           Senti o meu coração parado e todo o meu corpo gelando. Sentei-me no sofá e olhei seriamente para a minha mãe e o seu sorriso sumiu imediatamente do seu rosto. Catherine por outro lado caminhou até o meu pai.

- Não, não se pode vê a noiva antes do casamento. – Eu sabia que ela estava fazendo isso para diminuir toda a tensão que se espalhou por todo o local, mas infelizmente não estava adiantado de nada. – Liam pode espera.

           Meu pai caminhou até mim e pegou em minhas mãos. – Me desculpe. – Assim que ele disse essas palavras senti como se o meu coração estivesse se quebrando em pedaços. Ele jamais era tão serio dessa forma, então eu sabia de alguma forma que algo muito ruim estava para acontecer comigo.

- Eu vou ficar bem. – Essas foram as minhas ultimas palavras antes de todos que estavam presentes no local sair.

           Tirei o meu véu e o pus encima da mesa de centro e esperei por Liam. Assim que a porta se abriu meus olhos foram de encontro com o dele, ele não tinha uma cara boa assim como eu que estava quase chorando, mas conseguir segurar até ele se sentar ao meu lado. Liam passou as mãos por toda a extensão dos meus braços e beijou minha mão delicadamente.

- O que é tão importante assim? – Disse seria.

           Liam olhou nos fundos dos meus olhos e se arrumou no sofá. – Eu não posso fazer isso. – Liam ainda estava segurando minhas mãos.

- O que? – Levantei-me do sofá imediatamente. – Você está desistindo do nosso casamento, no dia do casamento? – Minha voz saiu mais como um sussurro, eu não conseguia gritar mesmo que tentasse então continuei calma.

           Ele apenas caminhou até mim e beijou a minha testa. – Desculpe.

- Não, Liam, por favor, não faça isso comigo. – Minhas lagrimas começaram a escorrer. – Você não pode fazer isso, eu amo você.

           Liam saiu pela a mesma porta que entrou deixando-me aos prantos na sala. A minha única reação foi sentar-me no chão e começar a chorar e gritar, tudo estava acabado, um relacionamento de anos acabando assim no dia do meu casamento. Minha mãe e Catherine entraram na sala e abraçaram-me forte, mas a única coisa que conseguia fazer era chorar e lamentar por tudo o que estava acontecendo.

FLASHBACK OFF

Liam Vision

           Eu tinha feito uma besteira grande há seis meses e ate hoje estou arrependido por isso, mas não consigo fazer nada para resolver isso, afinal não posso concertar de um dia para o outro uma besteira dessas do dia para noite.

           Assim que o meu celular vibrou, olhei rapidamente para a tela e vi o nome do Zayn na tela.

                                                          Hey, Liam. Espero que você não esteja ocupado, mas a s/n está internada em uma clinica para pessoas com tendências suicidas.

           Eu não tinha nenhuma informação dela há seis meses, apenas algumas noticias que saiam nas revistas sobre o que aconteceu, mas de uma hora para outra todos os veículos de informações pararam de falar sobre ela, até cheguei a imaginar que isso se devia ao final do nosso relacionamento, mas agora entendo o por que. Mandei uma mensagem para Zayn, para ele me informar o local da clinica, após alguns minutos Zayn me mandou endereço com todos os detalhes.

           Sinceramente estava com medo do que iria me esperar naquele hospital, eu estava com medo de qual seria a reação da s/n ao me vê depois de tanto tempo, mas eu precisava a vê e pedir desculpa por tudo que a fiz a passar, e dizer o quanto eu a amo, de alguma forma eu sei que não vai ser fácil fazer tudo isso, mas preciso tentar.

           Após da o meu nome da recepção entrei no local uma enfermeira me acompanhava e me passava todas as informações sobre o que devo fazer e o que não devo.  – Sr Payne peço a você que não pressione a nossa paciente, pois recentemente ela tentou se matar então tudo está muito difícil ainda para ela.

           Assim que ela falou-me isso, não conseguir dizer mais nada, apenas continuei andando em direção ao quarto. Assim que paramos em frente ao quarto a porta foi aberta e vi S/n deitada na cama de costas para a porta, podia vê os ossos da sua coluna e podia contar cada osso aparente, isso fez meus olhos se encherem de lagrimas, como eu conseguir fazer isso com ela?

           A enfermeira saiu do quarto e deixou-me sozinho com ela. Aproximei-me a sua cama e passei minhas mãos em seus cabelos, s/n se virou em minha direção confusa ainda por me vê ali.

- O que você está fazendo aqui? – Ela se levantou da cama bruscamente.

- Eu, apenas…

           S/N empurrou-me da cama e se levantou. – Você achou ótimo depois de seis meses vir aqui e pedir desculpas por tudo que me fez passar? – S/N gritava sem parar. – Você é um babaca, eu odeio você Liam… – Antes que ela pudesse terminar de falar, s/n caiu em lagrimas.

- Sim, eu sou tudo isso e muito mais. – Aproximei-me dela e o abracei com todas as minhas forças. – Mas eu estou aqui para pedir mais uma chance de mostrar para você que posso ser melhor do que eu já fui eu amo você.

CINCO ANOS DEPOIS…

        Sorri ao vê S/N correr sem parar atrás do nosso pequeno filho Adam. Depois de tudo aquilo que passamos principalmente ela, demos a volta por cima de tudo e a pedi em casamento e construímos a nossa familia longe de tudo e de todos, apenas nós três.

- Pai, eu não quero tomar banho. – Adam subiu no meu colo.

           Peguei-o no colo e subi para o banheiro onde s/n preparava o banho dele. – Você conseguiu pegar ele? – Ela sorriu aliviada.

Imagine Harry Styles

Anônimo disse:

amor, faz um com o Harry que ela sai pra tomar um café sozinha e encontra ele com a mãe dele conversando, aí a Anne vai falar com ela e mostra pros dois que foram feitos um para o outro

Obrigada pelo pedido meu amor, me conta o que achou na ask. Boa leitura.

S/N P.O.V

Havia acabado de sair do ensaio fotográfico para vogue, estava morrendo de fome então resolvi passar para tomar um café no Monnet´s, a parede toda de vidro me fez enxergar Anne e Harry Styles do lado de dentro, outro restaurante estaria muito longe então eu resolvi entrar assim mesmo.

Entro na cafeteria e os olhares queimam sobre mim, pego uma mesa na parede longe de Harry, a mesa onde sentei foi a última mesa em que eu e Harry tomamos nossos cafés e demos algumas risadas. O garçom se aproxima e pergunta o que eu comeria, peço um chocolate quente e um muffin. Mexo no celular por alguns segundos, na verdade eu queria mesmo que Harry estivesse ali comigo, me dando uma bronca sobre o quanto eu mexo no celular.

- Obrigada. – Agradeço assim que meu pedido chega.

- Por nada. Bom apetite Senhorita. – O mesmo se retira.

Eu estava me sentindo sozinha, mas mesmo assim continuei comendo meu muffin, mexia no celular tentando disfarçar minha solidão. Alguns fãs me viram e pediram fotos ou até mesmo um autografo, eles faziam com que eu me sentisse única.

Depois de atender todos eles minha mesa ficou vazia novamente, observo Anne se levantar e deixar Harry sozinho na mesa em que eles sentavam.

- S/N, querida! Como você está? – Ela se senta na cadeira a minha frente.

- Anne! Que surpresa. – Limpo a boca com o guardanapo, eu estava nervosa. – Estou bem e você?

- Estou bem, está trabalhando muito? – Ela pergunta.

- Acabei de sair do estúdio.

- Vogue? – Ela fala animada

- Sim, eu fiquei realmente feliz quando me convidaram.

- Posso te pedir um favor?

- Depende.

- Harry está muito mal desde o termino de vocês, ele emagreceu 4kg desde então, quando ele viu você entrando ele ficou sem reação, por ver quão bonita você está.

- Tudo bem, eu posso ouvir o que ele tem a dizer.

- Obrigada minha linda, vou chama-lo.

Ela se levanta da mesa e retorna a mesa que o filho está sentado e diz algo a ele que se levanta e vem até a mesa onde estou sentada. Na mesma hora vejo paparazzi nos fotografar. E fica um silêncio eterno, até que eu digo algo.

- Às vezes sinto falta deles. – Digo me referindo aos paparazzi.

- Eu não, eles estão por toda a parte. – Ele mexe no anel, estava nervoso. – Você continua linda.

- Harry Styles nervoso? Uau, essa é nova. Bem-Vindo ao universo das pessoas normais. – Ele ri e eu também. – Você está lindo também, mas precisa seguir em frente Harry. Talvez, nós não fossemos para dar certo.

- Você não me entende. Eu quase fiquei doente, pensei em desistir de tudo e quando vejo você em algum anúncio ou revista meu coração acelera, minha mão soa e eu fico nervoso. Deu pra entender? – Uma lágrima cai de teus olhos e eu limpo rapidamente.

- Ei, não chora ok? Eu também sinto sua falta.

Anne se aproxima e senta conosco.

- Já chega. Só vocês que não percebem. Harry, toda noite você fala o nome dela durante a noite e as vezes até chora. S/N, eu sei que você sente falta do Harry, porque você disse a Gemma por serem melhores amigas e eu acho que vocês deveriam ficar juntos. Não tem o que conversar, é só sentir e provar que se amam.

- Mas eu não tenho certeza. - Digo e ela me olha no fundo dos olhos.

- Se você não tivesse certeza jamais teria aceitado conversar com Harry, não se importaria se ele chora, você só iria embora.

- Mãe, por favor. – Harry diz chorando.

- S/N, vai me falar que ele chorando não te comove? Eu sei que está se segurando para não se sentar no colo dele e o abraçar como sempre fazia a ver ele chorar.

Na mesma hora eu me levantei e abracei Harry, ela realmente sabia disso e então depois que ele parou de chorar, olhou no fundo dos meus olhos e disse:

- Por favor, volta pra mim? – O selei.

- Eu nunca te deixaria.

- Se não sou eu na vida de vocês. – Minha sogra diz e nós rimos.

Capítulo 11

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“Saí da sua casa e estava andando até o carro do Smith quando notei que ele não estava dentro. Estava preparada para voltar até a casa de Santiago quando vários homens de capuz saíram tanto do carro de Smith quanto de outros carros que estavam estacionados. Todos estavam armados. E Smith estava algemado e amordaçado sendo segurado por dois dos vários homens.

- Pensou que eu ia deixar isso barato, senhora Malik? – ao ouvir essa frase eu só pensava em uma coisa: eu estava completamente fodida e com um pé dentro do caixão.”

                                                                                     - x -

Virei-me lentamente para encarar quem tinha acabado de falar e a confusão não poderia ter sido maior. Quem era ele? Não tive tempo de correr, até porque minhas pernas estavam fincadas no chão. Eu estava muito assustada. Smith tentava a todo custo se soltar das grandes mãos dos homens, mas era em vão. Fui segurava por um homem que surgiu do nada atrás de mim, tente me soltar também em vão.

- O seu marido vai ter uma grande surpresa hoje. – riu diabolicamente.

- Quem é você?

- Uh! – pareceu surpreso. – Não me conhece? Como assim, senhora Malik?

- Não, não faço ideia de quem você seja. E se você tem algum problema com o Zayn eu sugiro que vá resolver com o próprio porque não estou mais com ele. – o desgraçado riu.

- Eu sabia disso. E confesso que eu fico muito triste por vocês dois porque eu sei que aquele filho da puta ama você.  – debochou. – Mas sabe… – aproximou-se e segurou forte em meu queixo. – É justamente por isso que tudo o que eu planejei vai ficar melhor ainda. Eu não faria alguma coisa com você se isso não surtisse algum efeito, não é mesmo?

- Desgraçado.

- Adoro mulheres bravas. – deu duas tapas fracas em minha bochecha direita. – Os coloquem no carro. – aproximou-se do meu ouvido. – Tem uma surpresinha pra você lá dentro.

- Solte o Smith! – gritei quando ele se distanciou. – Ele não tem ligação nenhuma com o Zayn.

- O franguinho aí veio de brinde. Mas ele vai servir de alguma coisa. – tirou a mordaça de Smith que assim que teve sua boca livre tratou de cuspir no homem. – Talvez você sirva pra ter a orelha retirada e mostrar ao Zayn que eu não estou brincando. – puxou o cabelo de Smith e chutou suas partes íntimas.

- Você não…

- Você não está no direito de exigir nada, (s/n)! – gritou. – Entre logo nessa porra antes que eu cale você do jeito mais doloroso possível.

Fui arrastada pra dentro do carro enquanto ouvia os protestos de Smith. Eu tentava pensar que tudo ficaria bem, mas estava um pouco difícil. Talvez ele não mandasse ninguém me matar porque se conhece o Zayn tão bem como parece ele sabe que meu marido acabaria com todos da sua família e sua descendência.

- Mamãe? – uma voz chorosa ecoou desesperada. Gelei ao ouvir.

- Joe? – gritei fazendo força pra soltar-me do sósia do Jason Momoa e poder acalmar meu filho que estava encolhido no canto do carro.

- Solta ela. - o desgraçado disse e eu rapidamente fiquei livre das grandes mãos. Abracei Joe com todas as minhas forças.

- O que está acontecendo, mãe?

- Vai ficar tudo bem. – disse com a voz trêmula enquanto acariciava os seus cabelos. Smith foi colocado atrás da gente. Ele parecia sonolento, com certeza foi dopado. – Estamos juntos, eu não vou deixar que nada aconteça com você, meu amor.

- Eu te disse que ia trazer sua mamãe, Joe. – ele riu debochado. – Vamos para casa. – olhou para nós dois e sorriu. – Minha linda família feliz. Uma pena eu não ter conseguido pegar o pequeninho.

- Filho da puta! – tentei pular para o banco da frente, mas fui impedido pelo seu capanga.

- Não faça mais isso, (s/n)! – repreendeu-me em tom de brincadeira. – Você não quer se machucar, não é? – levantou uma faca. Joe se encolheu em meus braços quando me sentei novamente. – Muito bem, minha linda.

- Meu pai vai pegar você. – Joe disse raivoso. Olhei-o assustada. – Você não vai fazer nada com a mamãe. Eu não vou deixar. – o homem riu.

- Vejo que Zayn educou bem essa criança. Pelo menos isso. – olhou o celular. – Oh! Falando nele… – apertou alguma coisa no celular que fez a voz esganiçada de Zayn ecoar pelo local.

“Se você fizer alguma coisa com a minha mulher e o meu filho eu vou acabar com você, com a sua família e com todos os Kavanagh que surgirem nesse mundo!”

- Devia ter pensando antes, Malik. – dizia olhando pra mim pelo retrovisor. – Aprenda que não se deve olhar ou mexer com a mulher dos outros. Estou só retribuindo a gentileza.

Agora tudo fazia sentido. Eu sabia que a Zoe ou Audrey era casada. Então esse é o marido dela. Ela era casada com um dos maiores empresários do ramo imobiliário. Ele queria vingança pela morte da esposa. E ele disse que vai retribuir a gentileza…

- Sabe quem eu sou agora, senhora Malilk? – perguntou. Seu olhar transmitia toda a raiva.

- E-eu… Eu não tenho nada a ver com o Zayn faz.

- Eu sei, minha querida. – o carro parou. – Mas tem que sobrar pra alguém, não é? – Joe me abraçou apertado pela cintura.

- Vai ficar tudo bem. – sussurrei pra ele enquanto beijava sua testa.

- Retirem esse encosto daí e o deixem no porão. (s/n) e Joe vão ficar no quarto de hospedes. – deu as ordens e olhou pra mim. – Coloque a roupa que está em cima da cama. Tem um quarto dentro do quarto de hospedes e você pode usar pra deixar o Joe.

- Qual é o seu plano?

- Se eu contar não tem graça, docinho. – tocou em meu queixo, mas eu me desvencilhei. – Levem eles.

[…]

Eu me olhava naquele espelho e não me via ali. Aquilo era tão surreal, eu nunca imaginei que aconteceria. Claro que eu corria o risco de servir de isca para o Zayn ou de morrer pra vingar alguma coisa que ele fez como está acontecendo agora, mas só pelo fato de ser tão protegida por ele eu nunca pensei que viesse ocorrer de verdade. Sempre achei que estava num castelo e os demais eram os plebeus que não tinham forças contra os reis do lugar. E agora eu estou aqui envolta por um vestido branco com um decote humilhante, saltos altos, batom vermelho sangue… Estava tudo tão pesado que chegava a ser vulgar.

- Mamãe… – Joe chamou receoso. – Nós vamos morrer?

- Não! – disse imediatamente e fui até ele. – Seu pai e eu não vamos deixar.

- Mas ele vai fazer alguma coisa pra você?

- Não, não vai.

- E por que você vai vestida assim falar com ele? – fez careta.

- Porque eu tenho que agradar o psicopata, não tenho? – perguntei fazendo menção aos filmes que Joe assistia. Ele riu.

- Tem. – remexeu seu bolso. – Toma isso. – entregou-me uma faquinha.

- Joe! Aonde você pegou isso?

- Eu sempre ando com isso, mãe.

- E por quê?

- Porque primeiro que eu sou um escoteiro. Segundo porque o papai pediu. – deu de ombros. – Agora está servindo, não está? – fechei os olhos e respirei fundo. Pior que está.

- Você tem que se proteger. Fique com ela.

- Eu tenho outra aqui.

- Meu Deus do céu, Joe. O que mais você tem nos bolsos? – falei baixo fazendo-o rir.

- Só isso, infelizmente.

- Você é um anjinho, filho. – beijei sua testa. – Volto já. – quando eu ia levantar ele segurou minha mão.

- Se ele tentar alguma coisa você acerta ele, mamãe.

- Não se preocupe.

Desci a escada nervosa tentando não errar um degrau e cair dali. Eu estava muito mal, podia desmaiar de nervosismo a qualquer momento. Os seguranças me seguiam a cada passo dado.

- Acho que você precisa saber meu nome. – ele estava de costas.

- Milton Kavanagh. – ele riu satisfeito.

- Eu não sou um homem ruim, (s/a).

- Não? – ri debochada e nervosa sentando-me de frente para a cadeira que ele estava. Milton virou-se.

- Não. Seu marido que causou tudo isso. – deu de ombros. – Acho que você percebeu o bosta que ele é e por isso pediu o divórcio.

- Também. Pedi o divórcio porque ele me traiu com sua esposa.

- Ele não precisava ter matado ela.

- Eu sei. – concordei. Era verdade. Eu até tinha desejado a morte dela, mas isso não é saída para ninguém. – Sinto muito.

- Sabe (s/n)… Você não é ruim. – ele levantou-se e me deu vinho. Fiquei receosa em tomar, mas não tinha outro jeito. – A principio eu estava pensando em te matar. – suspirou. – Mas eu pesquisei sobre você, meus detetives te seguiram, eu acompanhei sua vida por um tempo e mudei de ideia. Eu não vou fazer nada com você e nem com seus filhos.

- E o…

- O Smith também não. Sei que ele é seu amigo. Você é tão vítima quanto eu nessa história. Zoe não era santa, me traiu muito, me roubou muito, mas eu a amava. – sentou-se com seu copo de whisky em mãos. – Meu problema é com o Zayn.

- E porque você fez isso? Meu filho está apavorado.

- Desculpe. Minha intenção é apenas assustá-lo.

- Como posso confiar em você?

- Não precisa confiar em mim. Só… Fique tranquila. Se eu quisesse já tinha feito alguma coisa com você. Ou não? – inclinou a cabeça e riu.

- Sim.

- Pois é.

- E por que dessas roupas?

- Você vai tirar umas fotos comigo.

- Que fotos?

- Escuta (s/n), é apenas isso que eu irei te pedir. – falou mais sério. – Quero umas fotos demonstrando intimidade para que o Zayn veja. Eu quero uma noite de tortura para o seu ex-marido. – engoli em seco. Tomei mais vinho. Pensei que ele fosse pedir um outro tipo de noite. Não estava disposta.

- T-tudo bem. – concordei com as mãos trêmulas.

- Soube que está em um novo negócio. – cortou o assunto.

- Antes de qualquer coisa… E o Smith?

- Ele está no porão, mas acredite, meu porão é mais confortável que muita casa por aí. – apontou com a cabeça para o lado e eu pude ver numa televisão o monitoramento dos cômodos da casa. Smith estava deitado vendo TV com as mãos amarradas e na companhia de dois seguranças. – Não precisava da faquinha, mas achei muito legal aquela cena. – riu. – Seu filho será um grande homem, só espero que não faça as merdas que o seu marido faz.

Conversamos sobre muitas coisas. Por um momento eu esqueci que aquilo era um sequestro e que minha mãe, Bryan e Zayn deveriam estar loucos por isso. Tiramos as fotos e aquilo foi super constrangedor. O teor delas eram eu e ele nos olhando na mesa de jantar, eu sorrindo pra ele e ele erguendo a taça pra mim. As fotos foram enviadas e logo uma mensagem raivosa de Zayn chegou dizendo que iria caçá-lo no inferno.

Joe me esperava ansioso no fim da noite. Perguntou tudo e eu o tranquilizei dizendo que amanhã voltaríamos pra casa. Milton sabia que eu estava grávida e aquilo deixou o homem sensibilizado. Ele parecia um demônio no primeiro momento, mas ao conhecê-lo vi que ele era uma vítima da Zoe e que estava fazendo tudo errado. Mas se ele não iria machucar meus filhos, o Smith e eu, estava tudo certo.

[…]

- Sem ressentimentos? – Milton perguntou enquanto íamos para o lugar combinado com Zayn.

- Sem ressentimentos. – sorri sem mostrar os dentes. Era tudo muito estranho e com certeza  aquilo traumatizaria o Joe.

Ficamos em silêncio. Olhei pra Smith, agora acordado com seus machucados mais evidentes, toquei seu rosto e sussurrei um “está tudo bem”. Ele assentiu. Ainda estava amarrado, mesmo eu pedindo a todo o momento para que Milton o soltasse.

- Espero que me desculpe por isso um dia, (s/n). – sussurrou de maneira estranha. – Não posso deixar o Zayn sentir um pouco de felicidade. Eu preciso que ele sofra uma perda.

- Do que está falando? – perguntei com a voz entregando meu medo. Agarrei Joe contra mim.

A porta do carro foi aberta.

- Você não pode ter esse bebê.

O carro estava em alta velocidade.

Não.

- Não faça isso, Milton. Você não é isso!

- Desculpe.

Fui arremessada para fora do carro e só percebi quando senti meu corpo colidir com o asfalto quente. Aquela dor era surreal. Eu sentia minha pele rasgando, meu corpo rolando pela estrada, minha mente vagava em imagens de Zayn, Joe, Bryan, minha mãe e meu bebê. Eu iria perde-lo. Não podia deixar que aquilo acontecesse.

Mas meu corpo não respondia. Continuava rolando. E rolando. Minha pele ardia cada vez mais, era como se eu estivesse em chamas. A última coisa que eu ouvi foi o motor se aproximando. Tudo ficou preto. Eu não tinha mais noção de nada. Era meu fim?

[…]

- Moça… – senti uns empurrões. – Ela está acordando, Paul.

- Continue chamando.

- Moça! – chacoalhou-me. – Estamos te levando ao hospital. Você está sangrando muito por baixo. Moça! – gritou.

- Meu filho… Meu filho. – balbuciei.

- Você… Oh meu Deus, Paul. – a voz parecia assustada. – Ela está grávida.

- Puta merda, Claire!  

- Acelera isso.

- Ele não pode… – tentei falar. Por que era tão difícil? Eu estava ouvindo tudo.

- Ele não vai morrer moça.

- Droga! A polícia está ali na frente.

- Ótimo! Pedimos ajuda a eles.

- Não podemos.

- Por quê?

- Eu não estou com os documentos.

- Que porra, Paul! – esbravejou.

- Vou tentar desviar.

- N-nã… – continuei tentando me comunicar. – Ele queria ma…

- Fique calada, moça… Vai ser pior. – senti mãos acariciando meu cabelo. – Por favor. A senhora está muito machucada.

- Estão vindo atrás da gente, Claire.

- Para esse carro agora, Paul! – gritou.

- Meu filho… – sussurrei melhor dessa vez. – Me ajuda…

- Vamos ajudar, calma. – a mulher disse. O carro parou.

- Policial, estamos com essa mulher. Encontramos ela caída no meio da estrada, estava sangrando muito. Na verdade ainda está, ela acordou um pouco e disse que tem um filho na barriga dela, acho que ele pode morrer se não for para o hospital logo. – a menina falou afobada e se eu não estivesse naquele estado até teria rido.

- E nós corremos de vocês por isso, pra leva-la. – o rapaz disse.

- Senhor Malik, encontramos sua esposa. – uma terceira voz surgiu.

Malik.

Zayn.

Meu marido finalmente me achou! Eu estava salva. E meu filho também.

- A ambulância está a caminho. Mantenham ela paralisada. – a terceira voz disse.

- S-sim senhor. – A menina ainda estava nervosa. Eu precisava agradecer a esse anjo depois.

[…]

Dor. Era tudo o que eu sentia. Até para abrir os olhos foi difícil. Assim que o fiz encontrei de cara um Zayn de cabeça baixa no colchão onde eu repousava. Olhei em volta e reconheci nosso quarto. Eu estava em casa. Uma mulher que eu nunca vi na vida entrou no quarto.

- Ela acordou, senhor Malik. – sorriu pra mim. Olhei confusa para Zayn. Seu rosto estava inchado, deve ter chorado muito. Eu tinha medo do motivo. Torci para que aquilo fosse por causa do sequestro.

- Amor. – sussurrou e me abraçou com força. Senti dor, mas não atrapalharia aquele momento. Meu coração acelerou assim que nossos corpos se encontraram. – A culpa foi minha.

- Culpa de quê, Zayn?

- Me perdoa.

- O que houve?

- A senhora… – a mulher parecia hesitante. – Perdeu o bebê.

- O quê?

Não imaginei que fosse ficar tão pequeno assim… Me desculpem!

Jess

Pedido: Faz um do Liam que ele deixa ela e a filha pra viver com a Cheryl e por isso a menina fica doente e a SN tem que ir atrás dele para fazer o tratamento da menina pq é muito caro e ela n tem como pagar, final a sua escolha


Liam: Filha, olha pro papai! - a pequena se acalmava do choro e me olhou com os olhinhos cheios de lágrimas. 

Kate: Por que vocês tem que se separar? - ela perguntou soluçando. 

Liam: Meu benzinho.. É complicado amor! O papai não sente mais aquele amor pela mamãe! 

Kate: Eu não acredito! - ela gritou e jogou a almofada em mim. Kate saiu da sala e foi até seu quarto chorando. 

S/N: Vai ser difícil fazer com que ela entenda - S/N disse saindo da cozinha e se encostou na parede. 

Liam: Conversa com ela.. Eu já tentei de tudo! - ela assentiu - Bom.. eu vou indo! 

S/N: Liam, você sabe que eu te amo ainda! Por que vai embora? 

Liam: S/A, eu não quero fazer você sofrer! Eu não sinto mais aquele grande amor que sentia há 10 anos atrás! 

S/N: Nós passamos por tanta coisa Liam.. - pude ver sua feição triste. 

Liam: Eu sei, mas … - ela me interrompeu. 

S/N: Tudo bem! Sei que você não me ama mais e ultimamente nós estávamos brigando muito! Isso é ruim para a Kate e para nós também! - eu assenti. - Você me traiu Liam? - ela perguntou com voz de choro. 

Liam: Não!! Eu nunca faria isso! Você sabe que não suporto traição e estou longe de fazer isto! Eu apenas estou sentido uma atração pela Cheryl, mas eu nunca fiquei com ela! Juro pra você! - sorri fraco e ela respirou fundo. 

S/N: Acho melhor você ir embora então! - S/N disse limpando algumas lágrimas que caíram. Pude perceber que ela estava brava, mas não tinha muito o que fazer. Me encaminhei até a porta e antes de sair disse a ela. 

Liam: Não é porque nos divorciamos que eu vou esquecer minha filha! Você sabe que ela é o amor da minha vida, então esterei sempre ao lado dela, e qualquer coisa que acontessa me avise! - ela assentiu - Se cuide! 

S/N: Você também! - saí da casa onde passei 8 anos e fui em direção ao apartamento que havia comprado há algumas semanas. Quando cheguei lá, Cheryl havia chego no mesmo instante. 

Cheryl: Oi! - ela sorriu quando me viu - Posso te beijar agora? - assenti e ela me beijou. - Estava ansiosa por este momento! 

Liam: Eu também!! 

S/N On: 

A tristeza em meu coração era grande. Liam foi o primeiro amor da minha vida e sim, continua sendo. Senti que o amor dele por mim havia acabado mas foi tão de repente que me pegou de surpresa. Agora é bola pra frente! 

Fui até o quarto da Kate e vi às luzes apagadas, entrei devagar e a vi dormindo, porém com o rostinho molhado. Minha pequena havia dormido chorando, era de partir o coração. Dei um leve beijo em sua cabeça, a cobri com o lençol e acendi e fui para a sala. Sentei no sofá e fiquei lá por um bom tempo, pensando em como iria fazer daqui pra frente. Minha filha já estava abalada o bastante com toda esta situação, então eu deveria see forte e esquecer tudo isso. Com toda aquelas informações rolando na minha cabeça, acabei adormecendo. 

SEMANAS DEPOIS.. 

Doutor: Senhorita S/N? - vejo o médico me chamando e vou até ele - Pode entrar! - entro em sua sala e me sento na cadeira, em frente à mesa. 

S/N: Como ela está? - pergunto sobre minha filha. 

Kate estava doente. Nos últimos dias ela não comia direito, estava fraca, pálida, era outra criança. Pensei que fosse algo relacionado ao Liam, mas quando ela desmaio na cozinha me desesperei e a levei direto ao pronto-socorro. 

Doutor: Infelizmente Kate adquiriu uma doença rara, chamada Síndrome de Aase. Ela é genética e a principal característica é à anemia e má formação óssea. As células do sangue da Kate têm seu desenvolvimento retartado por causa da alteração na medula óssea - perdi o chão naquele momento. Me seguarava para não chorar - Mas não se preocupe que tem tratamento. Vamos realizar exames nela e fazer o possível, no entando esses exames não são feitos pelo plano de saúde, deve pagar a parte, além dos medicamentos que ela precisa tomar diariamente que têm uma preço elevado. 

S/N: Quanto? - perguntei assustada. 

Doutor: Com os exames semanais e os medicamentos, você gastaria em média 2.500 por semana. 

S/N: Por semana?? 

Doutor: Os exames utilizam alta tecnologia e os remédios são realmente muito caros! - suspirei e passei as mãos em meu rosto - Posso tentar conversar com meus superiores para dar a você alguns medicamentos que temos aqui por algumas semanas, até Kate receber uma melhora! - sorri em agradecimento. 

S/N: Seria ótimo! Meu salário é 2.500 reais, e eu me divorciei do meu marido há poucos dias. Estamos passando por um situação complicada.. - disse com um ar cansado. 

Doutor: Ele não pode ajudar com isso? Ele é pai da Kate? 

S/N: É sim! Mas eu nem falei com ele sobre ela. Na verdade pensei que era apenas uma virose ou relacionado à alimentação, agora uma doença rara, nem passou pela minha cabeça… 

Doutor: Vou conversar com o pessoal e ver o que consigo fazer! - ele se levantou de sua cadeira e saiu da sala. Eu também me retirei, indo para um lugar mais reservado Peguei meu celular e disquei o número de Liam. 

Ligação:

Liam: Alô 

S/N: Liam- disse já chorando baixinho 

Liam: S/A, o que aconteceu?? 

S/N: Kate está no hospital com uma doença rara 

Liam: O QUE?? COMO ASSIM? ELA ESTÁ COM VOCÊ? QUE HOSPITAL VOCÊS ESTÃO?? - fez diversas perguntas em um tom completamente de desespero. 

S/N: Estou naquele hospital perto de casa, estou tão nervosa que não me lembro o nome! 

Liam: Sei onde é! Estou indo pra aí agora! - Liam desligou e eu fui até o bebedouro. Bebi um pouco de água e voltei para a sala de espera. Minutos depois Liam chega. 

Liam: S/A, oi! - me levantei e lhe deu um abraço forte - Vai ficar tudo bem com nossa princesa tá bom? - ele fez carinho em minha cabeça e assenti - Teve alguma noticia dela? 

S/N: O doutor disse que ela tem uma doença chamada Síndrome de Aase, é uma deficiência nas células do sangue. Ela está com anemia, que é uma característica da doença. Nos últimos dias Kate estava fraca, não comia, estava pálida, pensei que fosse porque você não estava em casa, mas aí ela desmaiou e vim correndo pra cá. 

Liam: Meu Deus! - Liam disse perplexo - E essa doença é maligna? Tem tratamento?? 

S/N: Graças a Deus tem, mas é muito caro.. Ela terá que fazer exames semanais que são caríssimos e os remédios têm um preço muito alto também. Em média, gastaria 2.500 por semana! - Liam arregalou os olhos - Bom, queria ver se você pode me ajudar com isso. Eu ganho 2.500, então fica difícil pra mim. Mas se você pagasse até eu receber, agradeceria. E pode deixar que eu deposito o dinheiro pra você depois que tudo se acalmar e .. - ele me interrompeu.

Liam: Não se preocupe, eu pago o tratamento e não precisa me pagar depois! Ela é minha filha, é meu dever fazer isso! Se o problema for dinheiro, fica tranquila! - sorri fraco. 

S/N: Muito obrigada Liam! 

Liam: De nada! - ele sorriu e logo o doutor nos chamou. 

Doutor: Consegui falar com meu chefe e ele topou em oferecer os remédios para Kate! - o doutor disse sorrindo e respirei aliviada. 

S/N: Muito obrigada Doutor! 

Doutor: Imagina! 

Liam: Será que podemos vê-la? 

Doutor: Acho que agora podem vê-la. Me acompanhem por favor! - seguimos ele que nos levou até a ala onde Kate estava - Ela está na última porta à esquerda, qualquer é só me chamar! 

S/N: Muito obrigada! 

Liam: Obrigado! - Eu e Liam caminhamos até o quarto da Kate e ele abriu a porta devagar - Ela está dormindo - falou baixinho. Entramos no quarto e eu fechei a porta. Caminhei até a menininha deitada em uma maca, tomando soro e com a roupa do hospital. 

S/N: Meu Deus, ela precisa melhorar! - disse já chorando e acaricie sua mãozinha. 

Liam: Kate vai ficar bem S/A! - Liam acariciou meu ombro e beijou minha cabeça- Vai dar tudo certo! - ele olhou pra mim e sorriu e eu o abracei. O abraço dele era o único que me acalma e me sinto mais segura. Com ele, parece que tudo fica mais fácil e melhor! 

Nós nos sentamos nas poltronas que estavam no quarto e por lá ficamos até nossa filha acordar. 

S/N: Você não quer ir pra casa? Está tarde!

Liam: Não! Não vou sair daqui até que ela saia! - sorri fraco - Por que não me contou antes sobre o comportamento dela? A gente poderia evitar isso! 

S/N: Pensei que ela estivesse sentindo sua falta e que logo passaria! 

Liam: Mas e quando ela desmaio? Por que não me ligou logo que chegaram aqui? 

S/N: Eu não quis incomodar você e a Cheryl! 

Liam: Eu te disse que pode me ligar quando o assunto for ela! 

S/N: Eu sei, me desculpa! Eu estava tão nervosa! Depois que você saiu lá de casa, deu tudo errado! 

Liam: Como assim? 

S/N: Kate virou outra criança, só ficava trancada no quarto, eu quase fui despedida, minha autoestima ficou tão baixa, eu estava tão triste! Foi e está sendo complicado! - disse fechando os olhos e passando a mão em meu rosto- Você não tem ideia do quanto faz falta! - ri fraco.

Liam: Também sinto falta de vocês! 

Kate: Papai? - ouvi Kate resmungar e levantamos para vê-la. 

Liam: Oi meu amor!! - no momento em que Kate viu Liam, abriu um sorriso em seu rosto e ele a abraçou e a encheu de beijos - Como você está? O que está sentindo? 

Kate: Estou um pouco tonta e com fome. Cadê a mamãe? 

S/N: Oi meu anjinho! - a abracei - Já já a enfermeira vem aqui trazer a comida tudo bem? - ela assentiu. 

Kate: Vocês estão juntos de novo??? - Kate perguntou animada e estava ansiosa pela resposta. 

Liam: Estamos! - Liam sorriu pra Kate e eu o encarei confusa. 

Kate: EBA! É o melhor dia da minha vida!!! - ela nós abraçou e distribuía beijos em nossas bochechas - Eu amo tanto a minha família! 

S/N: Eu também meu amor! 

Liam: Bom, vou comprar alguma coisa para eu e mamãe comermos, o que acha amor?

S/N: Ótima ideia! - sorri.

Liam: Ok, já volto meu amores! - Liam saiu e eu expliquei para Kate o que ela tinha. No começo ela ficou assustada mas foi entendendo aos poucos. Logo a enfermeira entrou e trouxe uma sopinha e um copo de suco de laranja. Juntamente na bancada, havia dois remédios que Kate deveria tomar. Assim que ela tomou os remédios e comeu, ela dormiu novamente. Me sentei na poltrona de volta e me lembrei do Liam dizendo para nossa filha que voltamos. Ele até me chamou de amor. Aquilo ficou na minha cabeça. Ele provavelmente disse isso para Kate não ficar triste, mas mentir pra ela só vai piorar as coisas. 

Liam: Volteii! - sou tirada de meus pensamentos quando ouço ele chegando - Passei no Mc Donalds mesmo! - ele riu fraco - Nossa princesa dormiu? 

S/N: Uhum! Ela jantou e tomou alguns remédios e dormiu! 

Liam: Mas está melhor? 

S/N: Sim! Disse que não sente nada! - Liam suspirou aliviado - Liam.. - me levantei e cheguei mais perto dele. 

Liam: Diga 

S/N: Sabe que mentir pra ela só vai deixar Kate mais triste. 

Liam: Mentir sobre o que? 

S/N: Sobre nós dois! Não estamos juntos! 

Liam: Você não quer? 

S/N: Oi?

Liam: Quando disse que eu faço falta, eu abri os olhos e caí na real! Essa aqui é minha família! Eu me casei com você, e assim como o padre disse, somente à morte vai nos separar! Eu prometi te amar todos os dias das nossas vidas e vai ser isso que eu vou fazer! Além de tudo, nós tivemos essa jóia! Ela reafirma mais uma vez nossa união! No momento que te dei aquele abraço na entrada do hospital, me vi apaixonado novamente por você! Te juro, quando me ligou, Cheryl me consolou e me abraçou mas quando você me abraçou foi diferente! Eu me senti protegido e muito mais calmo! Eu te amo S/N! - a felicidade tomou conta de mim naquele momento e o beijei. Era disso que eu estava precisando, do meu marido de novo! - Prometo não te deixar de novo meu amor!


Ju 

*.

Pedido: Faz um do Harry que a S/n pega ele na cama com a MÃE DELA e perde o bebê por causa do choque (gravidez de risco). Depois de uns anos, a S/n termina bem com OUTRO homem e o HARRY e a mãe da S/n ficam sem ela e eles terminam solitários. – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*
***

Imagine do Harry: a (S/n) pega o Harry na cama com a mãe dela .

Eu estava finalmente grávida, eu pensei que fosse infértil, pois o medico disse que eu tinha grandes possibilidades de ser, mas aconteceu um milagre e eu estou grávida, Harry é o pai do meu filho e eu não poderia estar mais feliz. Mas tem um porem, minha gravidez é de risco o que me deixa preocupada, mas irei tomar todos os cuidados para eu tornar meu sonho de ser mãe em realidade .

Eu estava voltando do meu trabalho quando resolvo passar na casa da minha mãe, para poder ver como ela estava .

Minha mãe pode ter uns 48 anos, mas é uma mulher bonita, ela está sempre arrumando uns namorados novos por causa de seu rosto.

Chegando na casa dela eu abro a porta com a chave que até hoje eu tenho e vou adentrando na sala e vejo que a casa está muito silenciosa .

Será que ela saiu?

Mas o carro dela está estacionado na garagem então ela deve estar no quarto .

Fecho a porta e caminho até as escadas e as subo devagar . Entro no corredor dos quartos e vou me aproximando do quarto dela. Escuto gemidos e suspiros .

Reviro os olhos .

Ela está transando com um dos seus ficantes .

Me para viro para ir embora quando eu escuto algo á mais .

- Harry, mais rápido… – Minha mãe grita com prazer e eu sinto meu corpo todo paralisar no meio do corredor .

- Não é possível- Digo baixinho e escuto um gemido rouco de homem . Eu já ouvi esse gemido antes .

Sinto meu sangue borbulhar e uma sensação horrível dominar o meu corpo.

Me aproximo da porta coloco a mão em cima da maçaneta e respiro fundo e abro  a porta com tudo e vejo a pior cena que já vi em minha vida, a cena que acabou comigo e deixou meu coração em pedaços minúsculos .

Harry, meu noivo, estava nu em cima da minha mãe, ela estava com as pernas presas na cintura dele e ela o arranhava nas costas e ele apertava os seios dela . Os dois gemiam enquanto ele penetrava ela com força .

MEU NOIVO ESTÁ TRANSANDO COM A MINHA MÃE .

O MEU HARRY ESTÁ TRANSANDO COM A MINHA MÃE.

Fecho a porta com força fazendo o maior barulho e cruzo os braços encarando as pessoas que acabaram com a minha vida.

Minha mãe é a primeira a me notar e arregala os olhos .

- (S/N) – Ela grita o meu nome e Harry sai rapidamente de cima dela e de dentro dela também. Sinto meu estomago revirar furiosamente na minha barriga . Encaro Harry e vejo os olhos verdes deles cheios de surpresa e arrependimento .

- Eu não acredito, eu não consigo acreditar – Falo baixo mas eu sei que os dois escutaram – As duas pessoas que eu mais AMAVA na minha vida me traíram da maneira mais baixa e suja, eu nem consigo expressar o que eu sinto, eu quero matar os dois com as minhas mãos, mas vocês são tão nojentos que eu não quero me sujar – Falo e sinto as lágrimas descerem pelo meu rosto com força e rapidez .

Harry se levanta da cama .

- NÃO, VOCÊ… SENTA – Gritei apontando para ele, que se assustou com minha reação, não vou mais deixar ele fazer minha cabeça como fazia antes comigo .

- (S/n) … – Harry tenta falar .

- Não pronuncia meu nome, ele não merece sair pela sua boca imunda – Digo limpando minhas lágrimas .

Sinto fortes dores no meu ventre, mas eu não ligo, apenas encaro os dois traidores na minha frente .

- Como a senhora pôde fazer isso comigo, mãe? – Pergunto chorando e ela deixa algumas lágrimas caírem – A mulher que eu sempre admirei, mas eu estou te odiando tanto, mas tanto, eu nem consigo mais te ver como sendo minha mãe – Falo e sinto algo molhado descer por minhas pernas e encaro as feições de Harry e da minha mãe .

Eles encaram assustados as minhas pernas e encaro o que eles estão olhando .

É sangue, minhas pernas estão cobertas de sangue e eu começo a chorar mais forte e sinto minha visão ficar turva .

- O meu filho, salvem o meu filho – Falo sussurrando e percebo Harry correr em minha direção com tudo – MEU FILHO – Grito e cai desmaiada nos braços de Harry . A ultima coisa que eu vejo é a preocupação e o arrependimento estampados em seus olhos verdes .

***
Acordo em um quarto todo branco e vejo que estou deitada em uma cama muito desconfortável . Sinto uma agulha em minha veia do braço e já começo a me sentir pior que já estou .

As imagens que passam em minha cabeça sobre o momento antes de eu desmaiar me deixam completamente enjoada .

Me mexo na cama e a única coisa que eu quero saber é como está o meu filho, eu quero ele mesmo ele sendo filho do Harry, o meu bebê não tem culpa do pai que tem .

Escuto a porta abrir e Harry entra, suas roupas estão amassadas e sua expressão é de cansaço .

- O que você está fazendo aqui? Não quero ver você nunca mais na minha frente – Digo soltando minha fúria nas palavras que eu lanço contra ele .

- (S/n) podemos conversar? – Harry pergunta e eu dou uma risada cínica .

- Conversar? Conversar sobre o que? Sobre como minha mãe é melhor na cama do que eu? Harry, pelo amor de Deus, não tem o que conversar, só de olhar no seu rosto eu sinto nojo e se você me tocar é capaz de eu vomitar – Digo sentindo meu estomago revirar.

Harry engole em seco .

- Me desculpa . – Ele pede de cabeça baixa e eu suspiro .

- Mesmo que eu perdoe você, nunca conseguiria superar o fato de que te peguei na cama com a minha mãe, COM A MINHA MÃE, PORRA – Falo me descontrolando e me sinto tonta .

Escuto mais uma vez a porta se abrir e vejo um médico extremamente atraente passar pela porta .

- Bom dia, bom eu tenho más noticias, para você – Ele diz lendo o papel em suas mãos, eu sinto meu coração afundar . – Sua gravidez era de risco e com as fortes emoções que você passou, a senhorita perdeu o bebê, eu sinto muito – O medico me encara como se quisesse passar a suas forças para mim .

Começo a deixar minhas lágrimas a caírem pelo meu rosto e soluço sem querer, a tristeza me domina mais a casa minuto .

- (S/n) o nosso filho … – Harry tenta dizer e me toca no braço . Me solto dele rapidamente.

- Não toque em mim, isso tudo é culpa sua e da minha mãe, eu tenho nojo de vocês dois – Falo chorando mais.

- Esse homem está incomodando a senhorita? – O médico pergunta me encarando com seus olhos lindos.

- Sim, está – Respondo parando de soluçar.

O médico abre a porta e deixa aberta .

- Sugiro que se retire, não quero que incomode a minha paciente . – Ele diz e vejo Harry ficar vermelho de raiva .

- Eu sou o NOIVO dela – Harry diz e eu dou uma risada triste.

- EX noivo – O corrijo e retiro meu anel de noivado e jogo na cara dele – Agora saia do meu quarto e nunca mais apareça na minha frente – Digo segurando minhas lágrimas e vejo Harry me encarar e sair bufando do local .

O medico fecha a porta e me encara.

- Não sei pelo o que está passando mas posso garantir que um dia vai passar, essa sua dor vai passar, mas isso leva tempo, você tem que seguir em frente de qualquer jeito a vida não para só porque estamos sofrendo – Ele diz e passa sua mão forte pela minhas costas, eu o encaro e tento sorrir .

- Não sei se vai passar, eu amava aquele homem, mas depois do que eu vi… não sei se vou conseguir seguir em frente, e tem também o meu bebê, eu tenho problemas para engravidar e agora que eu perdi um filho, vai ser mais difícil ainda – Explico e o médico senta ao meu lado e segura minha mão.

- Você pode ter dificuldades para engravidar, mas você ainda pode ter um bebê, a perda de um não afeta o seu futuro como mãe, e sobre aquele homem, ele é um idiota por ter feito uma mulher tão linda como você sofrer – Ele diz e sorri e eu sinto meu rosto corar . – A propósito eu me chamo Louis .

***
Três anos depois

Eu estava tão feliz, eu finalmente tenho uma pessoa em quem confiar e amar, sim, o meu médico, Louis Tomlinson, virou meu marido. Nem eu consigo acreditar .

Depois que eu recebi alta do hospital, Louis me chamou para sair e acabou que viramos amigos, eu contei tudo o que aconteceu para ele e Louis simplesmente queria ir até a casa de Harry e dar uns murros nele, sorte que eu consegui aquietar a fera .

Louis é o meu porto seguro, durante os primeiros meses que eu fiquei bastante ruim ele estava lá e me mantinha feliz o tempo todo com suas piadas e suas historias de medico, acabou que essa nossa amizade virou outra coisa quando ele me beijou com desejo na frente da casa dele quando eu estava de saída .

Depois desse beijo nós começamos uma amizade colorida, eu confesso que foi uma ótima decisão.

Depois de um ano eu me senti segura o bastante para me entregar a ele de maneira carnal, fizemos sexo no apartamento dele e no final ele me contou o que sentia por mim e me pediu em namoro bem ali mesmo e eu aceitei e logo depois fizemos amor.

No ano seguinte foi o melhor ano da minha vida, o nosso namoro era maravilhoso, mas claro que tinha as nossas brigas de sempre, as vezes tinha o ciúmes dele comigo e tinha o meu ciúmes que eu sentia dele, mas sempre acabava em sexo no sofá, na cozinha e teve um dia que foi em cima da maquina de lavar . Louis nunca me fez ficar insegura e passei a confiar bastante nele .

No nosso terceiro ano juntos, ele me pediu em casamento, e eu aceitei e nos casamos com tudo que um casamento tem direito .

Já fazia três anos que eu não via Harry e nem minha mãe, não sinto mais tristeza pelo o que aconteceu, porque por causa deles eu conheci Louis.

Já estávamos quase fazendo quatro anos juntos quando descobri que estava grávida, eu fiquei tão feliz e quando eu contei para Louis ele fez uma festa, ele sabe o quanto isso era importante para mim . Ele estava extremamente atencioso e cuidadoso comigo, vivia acariciando minha barriga de maneira instintiva sem nem notar .

Quando eu estava com cinco meses e minha barriga já estava maior, fomos dar um passeio no parque de Londres, esse parque ficava lindo durante o inverno .

Louis segurava minha mão com firmeza e eu sorria das coisas que ele me contava .

Quando viramos em uma curva vejo Harry, reconheci seus cachos mais longos de cara . Ele me encarou surpreso e eu engoli em seco e apertei a mão de Louis, ele já encarava Harry com um aviso no rosto dele que dizia “Fique longe da minha família, se não irei espancar você”, mas Harry parece que não percebeu a expressão mortal de Louis e se aproximou .

- (S/n) como vai ? – Ele pergunta e me encara e para seus olhos na minha barriga maior .

- Estou muito bem – Respondo e Louis dá um sorriso cínico para ele .

- Ela está muito bem casada e esperando um filho nosso, acho que nunca fui tão feliz, (S/n) é a mulher que eu pedi a Deus – Louis diz e eu dou um sorriso e ele beija minha testa . Encaro Harry e vejo que ele está bastante mal, está magro, usa roupas amassadas – Mas agora temos que ir, daqui a pouco vamos saber o sexo do nosso filho, eu estou bastante animado, vamos amor? – Ele pergunta para mim e eu assinto .

- Tchau, Harry – Digo e ele assente e eu me afasto . E caminho junto com meu marido, eu estou definitivamente feliz com ele .

(POV Harry)

Eu não queria ter transando com a mãe da (S/n) mas o meu desejo e libido falou mais alto e quando fui ver eu já estava dentro daquela mulher do demônio .

Quando vi (S/n) parada na porta nos encarando, meu mundo caiu, eu fiquei louco, eu estraguei tudo por causa do desejo que eu sentia pela mãe dela .

Depois que vi o sangue escorrendo pelas pernas dela, aquilo me matou mil vezes porque eu entendi o que estava acontecendo, e ela pedindo para eu salvar o filho dela, o nosso filho, me matou mais umas milhões de vezes .

Eu nunca mais tinha voltado a falar com a mãe dela depois do que aconteceu, mas fiquei sabendo que a mulher entrou em uma profunda depressão e que estava sendo tratada em uma clinica, mas eu não ligo, eu só queria a (S/n) aqui comigo. Eu fui um babaca completo.

(S/n) cumpriu o que ela falou, eu não vi ela por longos três anos, quase 4 anos.

Mas quando eu vi ela andando toda sorridente de mãos dadas com aquele médico, eu percebi o que eu tinha perdido realmente. Eu perdi a oportunidade de ter uma família, uma mulher maravilhosa do meu lado . Eu percebi a barriga dela e isso me matou, porque poderia ter sido eu no lugar daquele idiota do médico . Ela estava linda grávida, ela é linda de qualquer jeito.

Agora eu estou aqui, virei um alcoólatra, desempregado, quase depressivo e completamente solitário.

Espero que tenham gostado, se sim, mandem uma ask me contando

cgoliveira2003  asked:

Oie eu n sei se já te perguntaram mas sobre oq é sua fanfic? Pf me dá o link ou o nome dela... É pq tem mts fanfics q eu leio e n gosto pq foge do personagem ou é realmente mt ruim e tals, mas vc parece ser boa nisso🙂(sla tenho uma boa impressão dos seus desenhos) Aé, feliz 2018😋

Olea, o pessoal gosta, e até agora nenhuma flopou, então acho que dá pro gasto haauhaau aqui o perfil https://www.spiritfanfiction.com/perfil/bekagonda feliz ano novo!

Imagine Niall Horan

Originally posted by tummyrolls

lovemrssmalik disse: 

Xuxu faz um com o Nini que ele e policial, e tem um caso com a parceira de viatura dele, ate que ela vê os dois na viatura perto da casa deles, e fica acabada vai embora, e ele no começo nao da muita importância mas depois fica louco querendo saber onde ela está. *eles ficam juntos no final* 


S/N P.O.V

Ser professora de alunos do ensino médio não é nada fácil, eu confesso. Mas, a minha vida tem sido maravilhosa, ou pelo menos eu achava isso até a manhã de hoje. 

Arrumei minhas coisas dentro de uma mala, eu não levei muitas coisas, tudo ali me traria lembranças. Pedi demissão do colégio onde lecionava e vou morar na casa de meus pais, parece precipitado, eu sei. Mas é o que tenho por enquanto.

Mas se você está se perguntando o que aconteceu, deixe-me contar:

FlashBack ON

Estava voltando do colégio a pé como fazia todas as manhãs, já eram por volta do meio dia e Niall me disse que almoçaria em casa hoje, decidi fazer uma macarronada como toda família faz ao domingo, mas hoje nem é domingo, mal se passa de uma quarta-feira. 

Vi uma viatura encostada em um beco, duas quadras antes da nossa casa, olhei bem e era ele. Niall Horan com sua parceira de trabalho, que máximo. É isso que toda esposa espera ao voltar para casa depois do trabalho. 

Peguei o celular na bolsa e tirei uma foto, continuei andando como se nada tivesse acontecido, ele nem se importaria, então porquê eu teria que me importar. 

Entrei em casa e minha ideia de macarrão foi por água a baixo. Depois de alguns minutos Niall entra em casa e se senta ao meu lado no sofá. 

- Oi. - Ele sorri sem mostrar os dentes. 

- Como estavam os beijos com sua parceira de viatura? - Perguntei. 

- Você viu, estávamos em um momento passageiro, acontece. 

- Acontece para você Niall, pra mim isso é totalmente desumano, mas tudo bem. Você mal se importa. 

- É, você tem razão. O almoço está pronto? - Perguntou. 

- Peça para Bradley fazer seu almoço, é esse o nome dela né? - Levantei do sofá. 

- Tchau, S/N. Vou almoçar por aí. 

- Bom apetite, querido. - Subi para o quarto. 

FlashBack OFF

Segui o caminho para casa de meus pais, eles com certeza me receberiam. O rádio tocava uma música a qual eu não conheço e nem faço questão nesse momento. Eu só queria chorar e chorar, talvez eu pudesse continuar vivendo, mas sem o Niall eu nunca seria completa.

Cheguei na casa onde meus pais moram e fui para meu antigo quarto, que se tornou meu novamente. Me deitei na cama e desabei, sei que todos poderiam me ver, mas eu não me importo com isso, não mais. 

[…]

NIALL P.O.V

Já se faz um mês desde que S/N se foi, desde então eu não tenho trabalhado, vivo das economias que tinha e um pouco de grana que não havia gastado. Já tentei ligar, tentei mandar um mensagem e tudo mais. Mas ela nunca fala comigo, eu já não saio mais de casa, passo o dia bebendo, eu percebi o que perdi no momento que ela se foi e eu fiquei mal por isso, muito mal. 

Me lembrei que ela poderia estar na casa de sua mãe, fui até a casa e toquei a campainha, eu estava tão nervoso como da primeira vez que fui a buscar. Uma S/N bem mia magra, deprimida e sei lá mais o que me atendeu, ela não estava nada bem. Um suspirei fundo ao ver como ela estava, sem reação eu a abracei e ela começou a chorar. 

- Me perdoa, por favor. - Eu disse. 

- Eu te perdoei no momento em que sai de casa. - Eu me separei e olhei no fundo dos teu olhos. 

- Volta pra mim? - Ela me beijou. - Isso foi um sim?

- Você tem alguma dúvida? 

* Eu não sei se ficou como pedido, mas fiz o meu máximo.
* Desculpa a demora


Imagine Harry Styles - Meu primeiro amor.

Entrei na sala do oitavo ano e confesso que estava nervoso, seria a primeira vez que daria aula para alunos que nunca tiveram física na vida. Era uma grande responsabilidade, agora eles iriam amar ou odiar a minha matéria para o resto da vida.

- Bom dia, turma - sorri quando todos se sentaram e algumas meninas ficaram se olhando de uma forma engraçada.

- Professor, hoje é só apresentação! - um menino falou fazendo os outros concordarem.

- Certo… - me virei e escrevi meu nome - me chamo Harry Styles, podem me chamar de professor Harry, nada demais.

- Senhor Styles - uma das aulas levantou a mão me chamando.

- Harry - corrigi rindo.

- Senhor Styles, - falou novamente fazendo a sala rir - seu nome é mesmo Styles?

- Sim - respondi enquanto os outros riam - é realmente o meu nome, sei que o faço valer, né - apontei para a minha roupa e eles riram de novo, até que são legais.

- Você é professor de que? Moda? - a turma novamente caiu na gargalhada e eu fiz uma careta.

- Não, sou professor de física - o rosto da maioria mudou - gente, fala sério, física é muito bom… Não precisam ter medo!

Comecei a falar um pouco sobre a matéria, como era a minha forma de dar a aula e corrigir as tarefas, tudo que envolvia o meu jeito de trabalhar. Botei algumas das fórmulas e eles me lotaram de perguntas engraçadas.

- Certo, mas e ai, quem é o mais inteligente aqui? - sentei no canto da mesa, observei todos virando para um menino que estava um pouco atrás.

- Com certeza o Nathan - um dos garotos falou fazendo o menino ficar vermelho - ele nunca tirou uma nota abaixo de oito, professor!

- É sério? - perguntei surpreso e ele deu de ombros - Então sabe me dizer quais são as três leis de Newton? 

 - Inércia, fundamental da dinâmica e ação e reação - falou sem nem pensar.

 - Você já viu física? - ele negou - Como sabe? 

 - Minha mãe diz que meu pai gostava, eu não sei, simplesmente amo física - seus olhos brilharam e eu fiquei sem saber o que falar por um tempo, algo nele me fazia parar. 

 - Tudo bem, eu…

- Senhor Styles - a menina chamou de novo - você já se apaixonou?

- Que tipo de pergunta é essa? - ri me ajeitando na mesa.

- Hoje é só apresentação e temos mais uma aula inteira - ela comentou e os outros começaram a me perguntar coisas pessoais, o menino de trás só ficava me olhando parado e calado em seu canto.

- Sim… Eu já, todo mundo já se apaixonou - respondi para a menina. 

- Awnnn - as meninas sorriam - como foi? 

- Sério? - concordaram e ficaram me olhando com os olhos atentos, suspirei pesado e fui me lembrando daquilo tudo, não fazia mal falar para eles, são só meus novos alunos - Bem, eu tinha meus dezesseis anos quando comecei a gostar de uma menina, ela tinha quinze anos, eu acho, quando a vi pela primeira vez foi como se tudo não importasse mais, sei lá, a sala dela era na frente da minha e eu todo dia ficava a olhando… 

- Vocês ficaram? - um menino perguntou animado. 

- Espera cara! - ri baixo - Então tive coragem de falar com ela, os meninos diziam que ela nunca tinha beijado e que era “CDF”, mas mesmo assim eu tentei e muito! Até que um dia depois de três meses…

- Três meses? - outro garoto falou fazendo os outros rirem. 

- Pois é, já era questão de honra! Nós finalmente ficamos, depois de algumas semanas eu a pedi em namoro e isso foi passando até meus dezoito - sorri lembrando - até que teve uma festa de quinze anos de uma das amigas dela e ela não pode ir, eu fui só… 

- Você traiu sua namorada? Professor!

- Não trai! Eu… Eu só pensei em trair, tinha uma loira muito bonita na festa e eu fiquei completamente louco por ela e percebi que eu não era o cara que minha namorada merecia, pois a loira tava me dando mole e eu já estava por um fio de trair - as meninas me olhavam pasmas - e então, eu terminei com minha namorada, depois de dois anos. 

- Por causa da loira? - concordei. 

- Como assim? Mas o senhor não amava a sua namorada? - concordei novamente. 

- Você perdeu a virgindade com a namorada? - concordei sem nem perceber e logo depois percebi o estrago. 

- Não, quer dizer… - Professor, eu oficialmente odeio você e a sua matéria! - uma das meninas disse, sorrindo. 

- Me deixem terminar - todos voltaram a atenção - se passou um mês e eu percebi que a loira só era uma menina bonita, ela não era legal e nem inteligente, sem falar que minha namorada era engraçada e eu tinha sido o primeiro dela para tudo - suspirei - então, eu fui atrás dela, mas ela não quis falar comigo, depois de uns dois meses ela se mudou, seu número não era o mesmo, e eu nunca mais tive a oportunidade de pedir desculpa. 

- Meu Deus, você ainda a ama? - pensei na resposta. 

- Amar como amava antes não, mas sei que ela foi quem mais amei e meu grande arrependimento foi um dia ter a deixado. 

- Como é o nome dela? - Eu não vou dizer, nem se preocupem que ela não tem facebook ou instagram - ri. 

- Se ela não tem, fala! - insistiram. 

- Pra que? - eles começaram a falar juntos vários motivos - Certo! O nome dela é (S/n), (S/n) (S/s). 

O menino de trás finalmente fez algo, levantou a mão com pressa e eu jurei que algo tinha acontecido. 

- Nathan? 

- Professor Harry, ela é a minha mãe - tudo ficou um silêncio até o sinal tocou e todos correram para sair logo, eu fiquei parado por vários segundos olhando para o menino que estava sentado, parado e me olhando.

- Sua mãe… Sua mãe se chama (S/n)? - perguntei baixo.

- Sim, (S/c) - falou o nome completo e não me restou dúvidas, que merda, eu sabia que não podia falar essas coisas em sala! 

- Eu.. Eu… - Ela me disse que meu pai adorava física - meus olhos se encheram de lágrimas sem perceber. 

- Você tem quantos anos? - me aproximei dele. 

- Doze - meu coração parou e voltou a bater mais rápido, mal consegui tirar os meus olhos dele, só até escutar uma voz, aquela voz. 

- Filho, já tocou faz uns 10 minutos! O que você… - sua voz se perdeu quando eu me virei, parecia aquelas cenas de filmes e eu não sabia o que fazer. 

- Mãe o meu professor de física já foi seu namorado! - Nathan falou sorrindo, mal sabia o que estava acontecendo ali. 

Ficamos nos olhando alguns segundos antes dela sorrir fraco e eu me senti melhor, me senti perdoado. 

- Oi, Harry - falou baixo e eu sorri junto. 

- Oi, (S/n). 

Naquele momento eu sabia, minha história com ela estava apenas começando. 

 Gabi 

IMAGINE COM ZAYN MALIK PARTE 1 Espero que gostem ficou curtinho mais fiz de coração amo vcs falem oque acharam por favor.

Sentia seus lábios tocando minha pele aquele sensação era tão boa, saber que depois de hoje eu não seria mais dela, e ela nao seria minha me assustava.
Queria que aquele beijo nao acabasse, queria acreditar que ela iria me perdoar e ficaríamos juntos.
Sei que sou egoista por pensar assim, so que ela e minha esposa eu amo ela.

(S/N) ‘On’
Parei aquele beijo sabendo que ja estava na hora.
Olhava seus olhos tristes, dei um beijo em sua bochecha, andava em direção a porta do quarto.
“Nao por favor tenta me perdoar, será que você nao pode tentar por favor eu nao quero te perder”. - toda vez que olhava para seu rosto lembrava dele gemendo o nome dela.

(Flash back On)

- Ok querido eu não vou pra casa agora, ok eu aviso você quando estiver indo, beijo querido amo você. - falei terminando a ligação zayn andava estranho, mais não queria tocar no assunto.
***
Tinha legumes e verduras para zayn e besteiras, cheguei em casa exausta, colocando as sacolas de compra em cima da mesa, peguei um copo de agua.
Subia as escadas ainda bebendo a água que ela gelada demais, abri a porta parando no batente é tirando o copo da boca para pular em seu colo, olhei aquilo como se não estivesse acontecendo, o copo que em estava em minha mão estava no chão, lágrimas saim dos meus olhos tão facilmente.
Com o barulho do copo a atenção dos dois foram pra mim, ele estava com os olhos arregalados coloquei a mão na boca e deu um gritinho de decepção.
- Zayn, conta pra ela, ela tem que saber. - zayn abria a boca e fechava como se não conseguisse falar, Jane rolava os olhos enquanto encarava ele.
- Sei que somos amigas desde de sempre, sei que oque está acontecendo aqui e imperdoável pra você, só que eu amo o Zayn. - ela falava como se isso fosse a coisa mais normal do mundo.
As lágrimas não paravam de cair, me perguntava se ele me amava, se ele amava ela.
Se ele me amasse ou nao, não ficaria ali para descobrir, sai descendo as escadas com a visão embaçada por causa das lágrimas que não paravam de cair.
- Amor não, por favor não vai.- Não via nada, não queria suas mãos em mim não queria ele perto de mim. Sento seus braços me puxarem não consegui olhar em seu olhos, só senti minha mão ardendo depois de dar um tapa em seu rosto. Sentia suas mãos em minha sentiram enquanto eu tentava me distanciar e o tirar de perto de mim. Vi Jane no final da escada com o batom borrado, já vestida e com um sorriso nos lábios, olhei zayn que tinha a boca vermelha com um pouco de batom em seus lábios. Queria sair dali e me jogar de um prédio

Imagine Liam Payne – colaboração

Colaboração enviada por Bellah (x)

Parte IParte II – Parte III

**

Eu estou acompanhando o Liam até a terapia, talvez isso também fizesse bem a mim e eu poderia dizer a minha versão da história. Liam aparecia muito mais feliz agora do que quando estávamos juntos, a terapia estava fazendo bem a ele de verdade, enquanto estávamos a caminho ele me disse tudo o que tinha feito na terapia e o quanto já se sentia mais leve por ter ido atrás de ajuda. Ficamos na sala de esperar até que fossemos chamados e ele estava nervoso, talvez por eu estar aqui e estivesse com medo do que poderia acontecer quando fosse a nossa vez de estar conversando com a terapeuta.

- Vai ficar tudo bem Liam, não se preocupe. - Eu segurei a mão dele.

- Obrigado por ter vindo, agora parece ficar tudo mais fácil de lidar com você aqui. - Ele apertou a minha mão e sorriu com os olhos brilhando.

- Não se preocupe, tudo vai acabar bem no final você vai ver. - eu sorri, a recepcionista disse que já era nossa vez de entrar, o Liam estava ainda mais nervoso agora.

- Sr. Payne fico feliz em ver você. - A terapeuta disse ao Liam, ela era uma mulher com pouco mais de quarenta anos e muito bonita.

- Sra. Martinez e bom revê-la também, essa e a S/N de quem eu falei. - Ele nos apresentou.

- Sra. S/S e com prazer em conhecê-la, Liam tem falado muito sobre você. - Ela sorriu e o Liam ficou sem graça.

- O prazer e todo meu Sra. Martinez, eu espero poder ajudar o Liam nesse processo e me ajudar também. - Começamos a terapia, ela fez primeiro as perguntas para o Liam e depois foi a minha vez de contar a minha versão da história.

- Bem eu conheci o Liam alguns meses depois que Ela morreu…

- Ela quem? - A Sra. Martínez me interrompeu.

- A ex dele. - Ele me encarou triste, eu não conseguia dizer o nome dela, eu não gostava dela, é por culpa dela que estamos aqui.

- A Sophia e porque você não diz o nome dela e sempre se refere a ela na terceira pessoa? - Me perguntou, eu queria ir embora.

- Eu não sei, eu só não gosto de dizer o nome dela, talvez por ela sempre estar presente em tudo que me cerca, eu não tenho nada contra ela, só que eu não gosto de dizer o nome dela é como se eu estivesse trazendo-a para perto de mim, e eu não quero isso. - Liam estava concentrado em mim e jurei ver uma lágrima rolar em seu rosto.

- Pode continuar S/N. - ela me pediu.

- Foi em um museu em Paris, eu não sei ao certo, mas eu fiquei encarando ele enquanto ele via um quadro daí ele me chamou pelo nome dela pela primeira vez naquele dia, eu não me importei sabe? Já que eu não o conhecia e nem sabia o que tinha acontecido, e depois os nossos encontros foram ficando mais frequentes, até que ele me fez o convite depois de 3 meses que havíamos nos conhecido para poder ir morar com ele. - Eu expliquei toda a nossa história até o presente momento em estar ali com eles, no meio da minha explicação as vezes ela me interrompia e fazia outras perguntas sobre a minha vida antes de conhecer o Liam. 

- Eu espero por vocês na próxima sessão, e S/N eu quero conversar mais sobre você pode ser? - Ela se levantou.

 - Claro, posso marcar para esse mesmo horário se quiser? - Eu peguei minha bolsa. 

- Eu aguardo vocês então e Liam você está progredindo bem. - Ela nos acompanhou até a porta. 

Liam estava tão estranho depois que saímos do consultório, ele parecia distante num submundo dos seus pensamentos do passado onde ele não permitia que ninguém chegasse lá, o mesmo onde ele fugia quando queria pensar na Sophia, ele estava de novo pensando nela.

- Liam você está bem? - Eu perguntei a ele.

- Sim. - Ele estacionou o carro em frente ao prédio onde eu morava.

- Eu sei que está sendo difícil Liam, mas você precisa querer fazer isso, você só vai conseguir seguir com a tua vida se você quiser.

- Por que você nunca falou do Nicholas? - Ele me encarou.

- Como sabe do Nicholas? - Nicholas era o meu ex noivo.

- Responde a minha pergunta primeiro? - Eu respirei fundo e o encarei.

- Eu não gosto de falar sobre isso. Não importa mais - a minha voz saiu falhada.

- Podemos conversar sobre isso no teu apartamento se quiser… - ele tirou o cinto e desligou o carro, eu sai sem dizer nada ele apenas me acompanhou até meu apartamento. Fazia tanto tempo que eu não tocava nesse assunto com alguma pessoa.

- Quer beber alguma coisa? - Eu perguntei.

- Não, obrigado. - Ele se sentou na poltrona e eu no sofá em frente a ele.

- Como sabe do Nicholas? - Perguntei outra vez, eu nunca contei nada sobre o Nick para o Liam.

- Emily me contou, quer dizer ela não contou tudo, mas boa parte da história. - Emily era minha melhor amiga aqui em Londres, foi por conta dela que eu vim parar aqui.

- Ela não devia ter feito isso.

- Por que você nunca me disse nada sobre ele, por que não disse que ele também morreu?

- Por não aceitar, eu não aceitava a morte dele assim como você não aceita a da Sophia até hoje. -Encarei o chão para manter o equilíbrio emocional e não chorar.

- Porque você escondeu isso de mim e porque sofreu sozinha?

- Eu não queria sofrer de novo, foram anos dentro do meu próprio eu me culpando pela morte dele.

- Como foi? - Ele estava me encarando.

- Foi num acidente de carro em Paris depois de uma festa, eu e ele discutimos e fomos embora, no meio do caminho perdemos o controle do carro e batemos, o carro caiu no lago e começou a afundar eu tentei…- As lágrimas caíam no meu rosto.- Eu tentei salvá-lo, mas ele não deixou, ele não me deixou ajudá-lo eu poderia ter feito alguma coisa pra tirar do cinto, mas ele não me deixou, eu comecei a ficar sem ar e tive que sair do lago eu poderia ter morrido junto com ele.- Eu coloquei a mão no rosto. 

- Quando foi? - Ele veio até mim.

- Faltava uma semana para nós casar, eu tive que trocar os preparativos do meu casamento para o velório do meu noivo, é tudo culpa minha, ele morreu por minha culpa.

- Não, não é culpa sua, foi um acidente você não poderia fazer nada. - Ele me abraçou. - Se eu tivesse segurado a minha respiração mais um pouco eu teria conseguido salvá-lo.

- Você não estaria aqui agora, poderia estar morta também. - Ele limpou minhas lágrimas.

- Eu entendo a tua dor Liam, sei que dói muito perder quem a gente ama, eu perdi o Nick que era o homem da minha vida. - Liam me entregou um copo com água.

- Como você superou a dor? 

- Dói até hoje, dói muito, mas eu aprendi a conviver com ela e parte de mim agora é como se eu estivesse nascido com ela, eu só a sinto quando eu permito que ela doa, eu apenas me acostumei com ela aqui dentro. - Eu coloquei a minha mão em seu peito.

- E como foi depois até o dia em que nós conhecemos? - Ele segurou minha mão e a beijou.

- Eu fiquei depressiva nos primeiros meses, depois Emily me chamou para vir passar uns dias com ela que me faria bem, dois meses que eu estava aqui eu conheci um cara em um museu que me fez ver que a minha vida não tinha acabado. - Ele sorriu.

- Esse cara tinha perdido um grande amor também.

- Eu sei, foi por isso que me identifiquei com ele, por que ele sentia a mesma dor que eu, ele me entendia, mas eu descobri que dois doloridos não dariam certo e me deixei levar pelo o que passei a sentir por ele. - O encarava diretamente, eu não queria parar de olhá-lo para não perder parte dos sorrisos que ele dava.

- E ele o que fez? 

- Ele deixou que a dor tomasse conta de todos os outros sentimentos dele e esqueceu de viver e agora ele está começando a se dar uma segunda chance.

- Me ajuda a superar isso S/A, eu quero muito não sentir mais essa dor aqui, eu quero poder te amar do mesmo jeito que você me ama. - Seus olhos brilhavam feito duas estrelas.

- Eu te amo Liam e seria muito egoísmo da minha parte não te ajudar a superar tudo isso, faremos isso juntos.

Já se foram 5 meses desde aquele dia em que eu e o Liam nos demos uma segunda chance, agora as coisas estão mais fáceis para nós, estamos indo com calma como a Sra. Martinez sugeriu um dia de cada vez, sem pressa nenhuma e nenhuma expectativa do futuro. Eu redescobri um Liam totalmente diferente do Liam que eu conheci, um Liam alegre e feliz e complemente apaixonado pela vida.

- S/N. - Eu ouvi a voz dele na sala.

- Estou na cozinha. - Eu gritei estava terminando o jantar.

- Achei que era meu dia de fazer o jantar. - Ele disse entrando na cozinha.

- Engraçadinho, hoje é seu dia de lavar a louça, terça e quinta você lava a louça e eu segundas e quartas. - Havíamos feitos regras na cozinha. Liam odiava lavar a louça.

- Precisamos rever essas regras, eu posso ser o Chef oficial e você lava a louça já que eu tenho muito mais experiência na cozinha do que você. - Ele pegou o pano que estava no meu ombro. - O seu molho está um pouco mais ácido, precisa um pouco mais de açúcar para tirar a acidez. - Liam me irritava as vezes.

- Sim Chef. - Eu entreguei o posto para ele. - Mas da próxima vez você não escapa da louça ouviu Chef? - Eu fui lavar a louça.

- Eu levo você para jantar fora e assim escapo da louça de novo. - Ele disse rindo.

Enquanto jantávamos eu me sinto mal e corri para o banheiro.

- Está tudo bem? - Liam estava na porta.

- Sim, só foi um mal-estar. - Eu saí do banheiro.

- Mal-estar é? Ontem também você sentiu isso. - Ele disse dando indireta.

- Eu só andando enjoada esses dias Liam, não é nada demais são apenas enjoos é coisa de mulher. - Eu me sentei na cama.

- Muitos enjoos por sinal, não é? Você nem está comendo direito que corre para o banheiro. - Me encarava desconfiado e ficou me encarando.

- O que você está querendo dizer com isso. - O encarei.

- O óbvio, enjoos, idas ao banheiro no jantar, desmaios, atraso de mais de duas semanas… - ele disse com um sorriso no rosto e encarando minha barriga.

- Liam…- eu olhei pra minha barriga. 

- Eu já volto. - Ele saiu do quarto e volto logo depois com uma caixinha. - Eu passei na farmácia quando eu voltava do trabalho e te comprei isso. - Me entregou o teste de gravidez, peguei o teste e voltei para o banheiro, fiz o teste e deu positivo, eu saí do banheiro e o encarei.

- Deu positivo Liam. - Eu não sabia se chorava ou se sorria.

- Eu te amo S/N, amo vocês dois. - Ele me abraçou bem forte.

- Obrigada por ter me dado o meu bem mais precioso. 

- Ei bebê, estamos felizes por você estar crescendo aí dentro e por você ser a melhor coisa que aconteceu em nossas vidas - Ele beijava a minha barriga. Um bebê? Eu e o Liam íamos ter um bebê. A alegria dele era tão nítida mesmo sabendo em tão poucos meses seriamos pais, agora sim nossa felicidade estava completa e tínhamos mais um motivo para continuarmos juntos a cada dia.

Fim.

Imagine Louis Tomlinson

Pedido: Um imagine do louis que a s/n que eles vão para Doncaster para comemorar 3 anos de namoro Amo sus imagines neném

Pedido: Faz um do Louis que ela se sente incomodada em estar na presença da família dele em uma festa de família cm a ex e os filhos dele, cm a mulher falando de como eles eram felizes quando eram casados e tal

Ir para Doncaster sempre foi um sonho, mas tudo tinha uma grande chance de dar errado, afinal eu finalmente iria conhecer meus enteados, o que me deixa um tanto apreensiva.

- Amor, está pronta?

- Ah, claro. - Respondi passando as mãos nos cabelos.

- Parece nervosa. - Comentou ele.

- Estou um pouco, me perdoe.

- Não fique, eles vão te adorar, eu te adoro e eles vão entender. - Beijou minha bochecha.

- Vamos. - Me levantei e ele me seguiu.

As malas já estavam no carro, o que facilitou na hora de nossa partida, Louis sempre foi muito preparado e isso sempre ajudou demais em nosso relacionamento.

A viagem duraria cerca de três horas, então conversaríamos sobre todos os assuntos existentes no universo.

- Eu estou tão animado, finalmente Hannah vai ver quem é você e eu tenho certeza que vai amar. - Ele comentou olhando para estrada

- E se ela não gostar de mim?

- Relaxe, ela vai. - Ele comentou. - Hannah sempre que conversamos me pergunta sobre você e eu falo o quanto você é importante é como amo vocês duas.

- E Justin?

- Ele não fala muito sobre você, mas com certeza vai amar você também.

- Como posso agrada-los? - Perguntei.

- Brinque com eles de esconde-esconde, felicidade na certa. - Rimos. - Você vai se dar bem. - Colocou sua mão sobre minha coxa

- Esperemos.

Louis e Briana se separaram assim que os bebês nasceram, segundo Louis, Briana foi só um amor de balada e sobre as crianças, ele sempre gostou da notícia e ao nascimento deles tudo parecia mágico, mas a carreira de Louis atrapalhava bastante e por isso Briana resolveu deixá-lo, foi então que depois de 4 anos nos conhecemos.

A viagem foi rápida, porém cansativa, resolvemos fazer uma parada logo após Louis reclamar de fome.

- Sempre venho a esse restaurante durante a viagem, eles fazem frango frito, você vai adorar, querida. - Ele comentou.

- Acho que nunca vim a esse restaurante. - Dei de ombros.

- Uma americana que mora em Londres à seis anos e nunca veio aqui, que tipo de pessoa é você? - Ele riu.

- Me perdoe, senhor Inglês.

- Perdoada. - Rimos.

Louis estacionou no estabelecimento e nós descemos no carro, foi quando ele me entregou seu casaco por conta do frio que fazia no outono de Londres, entramos no estabelecimento e enquanto eu me sentei na mesa Louis fez o pedido do frango que tanto havia falado, logo depois retornou à mesa com um balde de frango e dois grandes copos de refrigerante.

- Daqui a pouco chegaremos.

- Ligue para Briana e pergunte se as crianças da estão na casa de Charllote. - Ele assentiu.

Discou o número da ex-esposa e em seguida uma voz feminina invadiu os autos-falantes do celular.

- Briana? - Louis chamou.

- Louis, como vai?

- Estou bem, como estão as coisas por aí?

- Justin e Hannah descobriram que podem brigar, mas está tudo bem. - Ela riu.

- Eles já estão na casa de Cher? - Perguntou.

- Ainda não, acabei de colocar as coisas no carro e daqui alguns minutos partiremos.

- Tudo bem, mande um beijo para as crianças. - Desligou.

Conversamos mais algumas coisas enquanto permanecíamos no estabelecimento, ele me contou das aventuras de Justin e como Hannah odeia futebol, assim como eu.

[…]

Chegamos a casa de Cherllote e Louis tocou a campainha, logo ouvi gritinhos animados das crianças.

Briana abriu a porta e meu sorriso fechou na hora.

- Louis! - Ela disse animada ignorando completamente minha presença.

- Briana, essa é a S/N, minha namorada. - Briana sorriu falsa.

- Prazer em conhecê-la. - Disse para mim, apenas assenti.

- Lou! - Cher abraçou o irmão. - Me apresente a sua namorada.

- O nome dela é S/N.

- Prazer, cunhada. - Cher me abraçou.

Entramos na casa e eu parecia meio deslocada, Briana assistia televisão sozinha, Louis e Cherllote foram a cozinha e eu fiz o mesmo.

- Onde estão as crianças? - Perguntei.

- Eles dormiram faz pouco tempo. - Cher comentou. - Está ansiosa para conhecê-los?

- Um pouco, mas nervosa ao mesmo tempo. - Confessei.

- Não tenha medo, são crianças, converse sobre coisas de crianças.

- Eu já disse isso a ela. - Louis depositou um beijo em meu pescoço. - Falando sobre meus filhos, o que Briana faz aqui? - Perguntou.

- Eu não sei, mas ela disse que ficaria aqui por conta das crianças.

- Ela não precisa fazer isso. - Reclamou Louis.

Ficamos conversando por um bom tempo, que foi o suficiente para Briana se cansar e ir embora.

Sentamos no sofá e ríamos das histórias de crianças deles, até que um choro começou e minha reação foi olhar para Louis que pegou minha mão e fomos até o quarto onde estavam as crianças.

- Papai. - Hannah disse e pulou no colo do pai. - Oi tia. - Sorriu.

- Qual é seu nome? - Justin puxou a barra da minha blusa.

- S/N e você deve ser o pequeno Justin? - O peguei no colo e de riu.

- É, eu sou o Justin. Aquela é Hannah, minha irmã chata, muito chata. - Rimos.

- Eu não sou chata. - Respondeu ela.

- Sem brigas. - Eu disse. - Quem quer comer Mc Donald’s?

- Mamãe não gosta.

- A gente não precisa contar pra ela, vai ser nosso segredinho. - Sussurrei e eles riram.

- Vamos, vamos. - Hannah disse.

- Vamos papai. - Eu disse.

Provavelmente eu me daria extremamente bem com essas pequenas crianças lindas.

[…]

A noite caiu e nós demos banho nas crianças para quando Briana viesse buscá-las.

Depois do banho colocamos um desenho na televisão da sala e eles deitaram em meu colo.

- Tia, você vem ver a gente mais vezes? - Justin perguntou.

- Eu prometo. - Comentei.

- Crianças, mamãe chegou. - Louis disse abrindo a porta para Briana entrar.

- Não quero ir. - Hannah disse batendo as perninhas.

- Lou, lembra quando eu estava grávida e você dizia que iria embora, eu fazia birra como Hannah.

- Sim, eu lembro. - Ele tentava desviar o assunto.

- E como éramos felizes, se lembra?

- Briana, eu estou com S/N agora, por favor, evite esse assunto, ela não se sente confortável. Vou pegar as crianças o mês que vem para levá-los à Londres.

- Crianças, vamos?

- Mãe, deixa a gente com a tia, por favor. - Justin pediu.

- Não, Justin, vamos. - Esbravejou.

- Até mais, queridos. - Beijei a bochecha dos dois e eles sorriram e me abraçaram.

- Seja feliz, Louis. - Briana disse.

- Estou sendo.

One shot  Harry - Ele terá que partilhar a guarda com S/N do bebê que ele quer adotar - Parte 1

- Há um problema na adoção de Hayla - disse a assistente social. Eu sempre tive o sonho de adotar uma criança, e quando eu vim visitar este centro de adoções, ou melhor, este orfanato, me apaixonei por Hayla.
Uma bebê de três meses, que perdeu seus pais em um acidente e milagrosamente, Hayla não sofreu nem um arranhão. O que me surpreendeu muito.
Só lembro de ter desenvolvido um amor que nunca sentira antes. Um amor paterno. Como se realmente fosse pai daquela criança. E tudo que eu conseguia pensar era em cuidar daquele bebê indefeso.
Mas infelizmente nem tudo é como a gente quer. Não foi apenas eu quem se comoveu com a história de Hayla. Uma mulher também se apaixonou pela bebê. Bom, era o que eu estava entendendo do que a assistente social dizia.
- E S/N - nome da moça que está interessada em Hayla - quer muito adotar a bebê - terminou a assistente.
- Mas eu também quero muito!
Eu estava com os nervos a flor da pele.
- Como você deixou uma senhora também entrar na causa? Eu estou nesse processo há mais tempo! - porra, que raiva.
- É que, bom, hm, ela é uma mulher. E Hayla é um bebê que precisa de cuidados maternos.
EU NÃO ACREDITO QUE ELA VAI DAR A GUARDA DE HAYLA PRA UMA QUALQUER SÓ PORQUE ELA É UMA MULHER.
- Mas eu serei um ótimo pai.
- Exatamente: pai. E Hayla necessita de uma mãe.
- Mas eu posso ser ambos pra ela. Eu posso.
- Mas não será a mesma coisa.
- Ai meu Deus - eu pus as mãos no rosto, eu não conseguia acreditar naquilo - eu serei um ótimo pai, eu vou fazer o meu melhor - tirei as mãos do rosto - eu amo Hayla, ela é minha filha - disse segurando o choro. Eu posso ser homem, mas me fazia querer chorar aquela situação. Porra, eu cheguei antes.
A assistente pareceu se comover.
- Olha. A S/N teve quase a mesma reação que você, quando dissemos que talvez ela não fique com a guarda, o que mostra que ela também quer muito essa criança. Nós estamos em duvida sobre quem escolher, por isso iremos fazer uma reunião, e com o juiz do caso iremos escolher quem é o melhor para Hayla. Entraremos em contato.
Disse acabando a conversa. Assenti, me levantei, apertei sua mão e antes de sair pela porta, olhei para trás e disse:
- Por favor.
Ela assentiu e fui embora.
Duas semanas se passaram e nada de ligação, ou aparecimento da assistente social. Eu já estava preocupado e pensando que tinham escolhido S/N ou sei lá qual era o nome dela, ao invés de mim e me esqueceram de avisar. Então quando comecei a pensei em ir até o orfanato, o telefone toca.
Corri até ele e atendi:
- AlÔ? - dei um grito no final da frase pela ansiedade.
- Senhor Styles?
- Ele mesmo.
Sentei no sofá.
- Temos uma notícia pro senhor.
- Fale. Por favor.
- Prefiro dar pessoalmente.
- Ta bom, estou indo ai.
- Não precisa, já estou a caminho.

E desligou.
Eita. Prevejo coisa ruim. DROGA DROGA DROGA.
Em alguns minutos (que pareceram infinitos, já que eu andava de um lado à outro da sala pra passar o tempo), a assistente apertou a campainha.
Abri rapidamente a porta. Ela sorriu não querendo sorrir.
- Boa tarde senhor Styles.
- Boa tarde senhora Ellie. Sente-se. Quer um café? - tentei parecer simpático, mas ela sempre foi dura na queda.
- Obrigado senhor Styles. Mas não e não. Tenho alguns assuntos pra tratar hoje, então será tudo muito rápido.
- Hum, okay.
- Bom - disse ela andando pela sala - nós analisamos muito o seu caso e da senhorita S/S. E chegamos à uma conclusão um tanto inusitada.
- Como assim?
Ela parou pra me olhar.
- O senhor e a senhorita S/S partilharão a guarda de Hayla.
- O QUE?
- Calma senhor Styles.
- Mas…
- Esta é a melhor solução. Quem se sair melhor, irá ficar com a criança e caso um de vocês desistam de Hayla, ou do convívio, o outro ganha a guarda.
- Hm.
- S/N já foi contatada e está de acordo. E o senhor?
- É claro que eu estou.
- Ótimo. Apareça às oito horas da manhã, na sexta feira no centro de adoções para conhecer a sua companheira partilhadora de guarda. E ah, amanhã virá outra assistente social ver em que condições o senhor vive e também irá uma na casa da senhorita S/S, para que haja o escolhimento de em que lar vocês irão conviver, porque como você deve saber, ambos irão partilhar o mesmo ambiente.
Pensei nisso.
- Ah… é. Hum, okay.
- Então, o senhor me leva até a porta?
- Claro, sim - e num movimento automático levei-a até a porta, após ela sair, voltei e me joguei no sofá.
Pensando o por quê de as coisas serem tão complicadas.


Pedido postado.

Pedido: Liam que ele leva ela pra conhecer a família e os filhos dele – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos  vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*
***

Imagine do Liam:

Fazia quase seis meses que eu estava namorando Liam Payne, ele é um dos maiores empresários de Londres, conhecido por andar sempre muito bem acompanhado, mas segundo as revistas ele finalmente se aquietou e foi por minha causa. Eu era a sua sócia quando nos conhecemos, devo dizer que foi atração a primeira vista, sempre rolava uma tensão sexual forte quando ficávamos juntos em sala de reuniões ou quando saiamos para as famosas festas de negócios .

Eu conheço ele á um ano e estamos namorando á seis meses, devo dizer que foi um ano de muita pegação até finalmente ele me pedir em namoro .

Agora eu estou aqui morrendo de nervosa por que ele irá me levar para conhecer a sua família e os filhos dele, sim, ele tem filhos do antigo casamento, e sim, ele foi casado, mas parece que eles viviam brigando e se separaram a mais de dois anos, Liam não gosta de falar da ex mulher dele, o que eu agradeço porque sou ciumenta .

- (S/n) fique calma, eles vão gostar de você – Liam diz .

- Mas se os seus filhos não gostarem de mim o nosso relacionamento ficará difícil, afinal eles podem pensar que eu estou tentando substituir a mãe deles – Digo apertando minhas mãos uma nas outras .

- Não se preocupe, Ryan e Lily são adoráveis, eles vão te amar – Liam diz colocando a mão em cima da minha coxa e aperta . O encaro e ele sorri .

- Tudo bem, vou tentar ficar calma … mas e a sua mãe? – Pergunto e Liam ri .

- Ela já te adora, eu falo muito de você para ela e ela vê o quanto você me faz feliz, então nada de se preocupar (S/n) – Ele responde e eu sorrio mais calma .

- Ok, mas próxima semana você que irá conhecer meus pais – Digo e Liam sorri .

- Claro que sim, quero conversar com seu pai – Ele diz e eu franzo o cenho .

- Sobre o que? – Pergunto e Liam dá de ombros .

- Assunto particular – Ele diz misterioso .

O encaro indignada e vejo que chegamos na casa da mãe dele .

Liam estaciona e desce do carro e abre a porta para mim, desço do veiculo e seguro fortemente a mão de Liam .

Ele sorri carinhoso para mim e eu respiro fundo quando caminhamos em direção á porta da casa .

Subimos uns degraus e Liam toca a campainha . Escuto vozes e começo a ficar mais nervosa .

Vejo a mãe de Liam abrir a porta com um sorriso fofo no rosto .

- Meu filho, que bom que veio – Ela diz e abraça Liam carinhosamente .

Observo aquela cena fofa e dou um sorriso .

Eles se separam e Liam pega na minha mão e ela olha para mim e sorri .

- Quem é essa moça bonita? – Ela pergunta e eu coro .

- Mãe, essa é a (S/n) minha namorada – Digo e Karen, a mãe dele, me abraça .

- Oh, que prazer conhecer você finalmente, Liam me fala tanto de como você é maravilhosa que fiquei até curiosa para saber, e vejo que é muito bonita, meu menino é muito sortudo – Ela diz e eu dou uma risada e coro .

- Obrigada, Sra Payne, mas eu acho que também sou sortuda – Digo e ela sorri para mim.

- Me chame apenas de Karen, me sinto mais jovem assim – Ela diz e eu e Liam rimos e ela nos convida para entrar .

Assim que entro percebo que aquela casa é bem aconchegante e me sinto bem ali . Vejo duas crianças pequenininhas de cabelos castanhos mel virem saltitando até eu e o Liam .

- PAPAI – As duas gritam e eu dou um sorriso .

Ryan e Lily são gêmeos e são as coisas mais lindas que eu já vi na minha vida, parecem muito com o Liam, mas traços da mãe deles .

- Oi, meus bebês – Liam diz e pega os dois no colo com um abraço .

- Senti sua falta, papai – Lily diz com uma voz de criança bebê tão fofinha .

- Eu senti falta de vocês dois também – Liam diz e beija a testa de Lily.

Ryan me encara e sorri para mim e vejo que ele ainda não tem todos os dentinhos e eu dou uma risada para ele e ele cora e sorri mais .

Liam nota a nossa interação e sorri .

- Quero apresentar uma pessoa para vocês dois – Ele diz e consegue a atenção dos filhos que o encaram . – Essa é a namorada do papai, o nome dela é (S/n) – Liam diz e Lily me encara e me analisa, ela tem um ar de esperteza, enquanto Ryan tem um ar de inocência e fofura .

- Oi – Ela diz e eu sorrio .

- Olá, Lily, adorei sua roupa – Digo e ela cora e sorri .

- Você gosta da Elsa do Frozen? – Ela pergunta e eu sorrio .

- Mas é claro que sim, eu sei fazer até a trança dela, sabia que um dia dei o vestido da Elsa para uma sobrinha minha – Digo e ganho toda a atenção de Lily para mim .

Ela se joga no meu braço e eu a pego, ela passa seus bracinhos pelo meu pescoço .

- Por favor tia (S/n) eu quero uma também, a minha mãe não gosta da Elsa – Ela diz fazendo um bico.

Dou um sorriso .

- Claro que sim, Lily – Digo e ela sorri e me abraça e desce do meu colo e sai correndo atrás de Karen para contar que vai ganhar um vestido de princesa .

Ryan ainda me encara corado .

- E esse é o Ryan? – Pergunto apontando para ele e o pequeno Ryan assente com a cabeça .

- Que ir para o braço da (S/n) – Liam pergunta para Ryan e ele assente e Liam sorri e me entrega ele que coloca um dos seus bracinhos ao redor do meu pescoço .

Liam assente para mim e eu olho para Ryan .

- Porque você está todo vermelhinho? – Pergunto passando a ponta do dedo no narizinho dele que ri .

- Você é bonita – Ele diz e eu o encaro surpresa e sorrio, escuto Liam rir e eu o encaro sorrindo.

- Oh, obrigada Ryan, você é o menino mais lindo que já vi – Falo e ele cora mais e sorri .

- Ei, e eu? – Pergunta Liam .

- Você é mais bonito que o seu pai – Digo e Ryan ri e dá língua para o pai e me abraça com seus bracinhos .

Karen aparece na sala e nos chama para jantar .

Eu conheço o pai de Liam e coloco Ryan na cadeirinha do lado de Lily .

O jantar se passa e eu me sinto bem ali, o pai de Liam é adorável e parece ter gostado mim e Karen é extremamente maravilhosa .

Depois do jantar Lily me levou para mostrar o quarto dela que ficava lá na casa da avó dela, ela e Ryan tem um quarto na casa da avó mas eles moram mesmo é com Liam .

Depois disso, Liam e eu colocamos os gêmeos para dormir e fomos embora .

- Lily te adorou, mas Ryan te amou com certeza – Liam me diz enquanto dirige até a casa dele .

Dou um sorriso aliviado .

- Fico mais tranquila – Digo .

- Sabe, eles só veem a mãe deles raramente e quando ela visita eles é por menos de uma hora, por isso eles se apegaram a você, Ryan principalmente – Liam diz e eu o encaro .

- Eles são adoráveis, Liam, eu os amei de todo o meu coração – Digo o encarando e Liam sorri .

- Eu te amo – Ele diz e passa a mão na minha coxa e eu sorrio e me inclino até ficar com minha boca perto do ouvido dele .

- Eu também te amo – Sussurro no ouvido dele de uma maneira sexy e ele se arrepia .

- Quando chegarmos em casa, quero que me espere nua no meu quarto enquanto eu faço uma ligação – Ele diz e dessa vez eu me arrepio .

- Com certeza – Digo e acaricio a coxa dele .

Naquela noite tivemos uma noite regada a sexo e no final acabamos fazendo amor .

Espero que gostem, se gostaram, me conta na ask ;D