o garoto que me disse isso

Oi, meu amor…

Já leu o significado do seu nome? Creio que não. Bernardo significa forte igual um urso. E de certa forma, basicamente assim que te vejo. Você me acolhe de uma forma que ninguém nunca demonstrou fazer, contigo não consigo esconder nenhum tipo de segredo como se meu coração estivesse me falando sempre: “Ele não quer seu mal, confie nele”. Forte, com toda certeza é. Afinal, jamais irei esquecer do passado. Ele que me faz pensar que tudo que passo hoje foi culpa de ter feito a escolha errada. Antes ter ficado contigo, ter de dado uma chance…Mas quem disse que se manda no coração? Sei que você não sente nem 1% do que sinto por você, e não te culpo. Não tem obrigação nenhuma comigo. Mas eu quero seu bem, torço pro seu bem, e sabia que mesmo de longe, mesmo você não fazendo a mínima ideia do que estou escrevendo isso para você. Que sim, você me conquistou garoto. Estou completamente apaixonada por você, e o mais louco? Que tudo isso é guardado só nesse coração psicótico. Você sabe que gosto de ti, já te disse isso umas vezes. E quando nos falamos, difícil disfarçar, principalmente quando sinto que você esta interessado em outra. E mesmo se estiver, torço que ao menos ela cuide bem de você. Garoto, tu tem uma alma tão linda. Me pergunto todo dia quando acordo porque eu não fiz tudo diferente? Acordo pensando em você, vou dormi contigo nos meus pensamentos. Te guardo no meu coração. Espero que algum dia a gente consiga ser ao menos amigos que se falam todos dias, assim diminuiria um pouco essa saudades e eu não ia precisar ficar relendo nossas conversas imaginando que suas respostas poderiam ser diferente, criando um mundo da imaginação dentro da minha cabeça. De todo meu coração, se cuida muito cara. Me senti mal quando você esta triste, é como se alguém através de você estivesse me batendo na sincronia do seu sofrimento. Você conquistou aquela que chamava de coração gele, também eu seja mesma, só meu garoto destruiu todas as torres de gelo e alcançou meu coração. Obrigado por me fazer sentir como é esta apaixonada, seria perfeito se terminasse com um “ele também sente é reciproco” mas a única coisa que temos igual que é reciproco é a preocupação que sentimos ambos. Meu urso, dorme bem, se cuida e se afasta de toda energia negativa que possa está a sua volta.

PRESTA ATENÇÃO AQUI : Esse imagine não é um pedido (desculpa), mas eu venho me sentindo exatamente assim nesses tempos então precisei desabafar de alguma maneira (prometam não rir de mim) então me perdoem por estar tão simplesinho.

Segundo, boa leitura sz

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Com as costas encostadas na parede e as pernas juntas ao seu corpo, S/n deixa com que as lágrimas finas e delicadas molhem seu rosto. Todas as luzes da casa estão apagadas, apenas um abajur na cômoda deixa algo iluminado.

Ela se sente tão tola por estar chorando daquela maneira por algo que muitos julgariam besteira, mas não é. Ela sente a dorzinha em seu peito ao analisar tudo que está ocorrendo ao seu redor, S/n se sente tão perdida e sozinha, todos ao seu lado sabem o que fazer, sabem como agir, sabem ser adultos.

- Eu não quero. - Ela sussurra baixo para ela mesma.

Enquanto isso, no andar de baixo, Harry acaba de entrar e sua feição confusa ganha seu rosto ao ver que tudo está extremamente silencioso. Ele acende a luz da sala e vê os pertences de S/n sobre o sofá e sorri com isso. Não é fácil passar o dia todo longe de quem ama. Mas Harry ainda está confuso por tudo estar silencioso, nesse horário geralmente S/n está assistindo seu talk show favorito.

Ele não dá muita importância, talvez ela deva estar dormindo depois de um dia longo. Com esse pensamento Harry vai para a cozinha para beber algo que molhe sua garganta que está seca.

Ao observar o balcão ele vê uma enorme panela na pia com rastros de que alguém vez um doce de chocolate e conter o sorriso é inevitável.

- O que será que ela aprontou dessa vez? -Ele questiona a si mesmo e abre a geladeira em busca de algo que contenha chocolate e ao ver um pote repleto dele não se segura e acaba pegando um pouco, mesmo sabendo que aquilo pode gerar um grande problema para ele mais tarde.

A canseira bate forte no corpo de Styles que resolve que já está mais do que na hora de tomar um bom banho.

Assim que vai subindo as escadas, por onde passa acende as luzes. Ele odeia a casa escura.

Ao chegar na parte superior da casa, vê que o último quarto o qual ele divide com S/n, emite uma luz fraca e em seguida seus ouvidos captam um soluço baixo, mas ainda sim captam. Imediatamente sua preocupação com a noiva vêm a tona. Ele caminha em seus passou lentos e ao chegar no quarto vê, assim como o restante da casa, que a luz principal está apagada e apenas o abajur está ligado.

- Amor. - Ele chama de forma calma e leva a mão no interruptor iluminando todo o quarto.

Seus olhos encontram o corpo de S/n encolhido no canto da parede e ao ver que ela realmente está chorando seu coração se aperta.

- Hey linda. - Harry chama carinhosamente enquanto seus pés o guiam para perto dela. Ele se abaixa em sua altura e de forma delicada acaricia ps longos fios. - Meu amor, o que aconteceu? - Pergunta preocupado, mas S/n apenas afunda mais seu rosto entre seus braços com vergonha dele por encontra-lá assim.

- Nada não. - Seu tom de voz é contraditório à suas palavras e ela se xinga por isso.

- Você quer conversar? - Ele tenta mais uma vez em uma tentativa de ajuda-la.

A cabeça de S/n então, entra em uma discussão entre falar e não falar o que está sentindo durante um tempo. Ela sente medo de se abrir e seu noivo acha-la uma idiota por pensar essas coisas que ela vêm pensando. Mas o que ela pode fazer? Ela não pode controlar seus pensamentos.

- Confia em mim. - Harry pede e isso foi apenas um pequeno espaço para que ela quisesse despejar tudo o que queria para fora.

- Promete não rir de mim? - Ela pede o encarando com o rosto um pouquinho inchado.

- Eu jamais faria isso meu amor. - Harry diz sério se sentando ao lado de S/n pronto para ouvi-la.

- Ok. - Ela passa a mão por debaixo dos olhos tentando conter as lágrimas e ao mesmo tempo encontrar as palavras certas. - Acho que estou tendo uma crise existencial. - Styles a encara confuso.

- Crise existencial?

- Eu não sei como chamar isso. - Seus ombros se balançam e ela respira fundo antes de continuar. - A uns tempos eu parei para observar tudo o que vêm acontecendo e isso está me sufocando. - Harry ainda não entende, mas não a interrompe. - Sabe, eu sempre gostei de curtir a vida, sempre gostei de viajar com você e os garotos em turnês, sempre gostei dos nossos trotes, das nossas diversões. - A cada palavra ela sentia como se pequenos nós fossem se amarrando e nem mesmo o carinho que Harry fazia em seus cabelos agora amenizavam isso. - Quando meu irmão me disse que havia conseguido entrar para uma banda eu fiquei imensamente feliz, isso sempre foi o sonho de Liam e vê-lo conquistar isso me satisfez. - Styles prestava atenção em cada palavra que saia de sua boca e tentava ligar aquilo a algo, mas ainda não tinha chegado a um resultado final. - Foi incrível, eu conheci você, conheci Louis, Niall, Zayn, Gemma, Lottie, a Lou e todos os outros que são importantes para mim agora. - Ela sorri se lembrando de todos que cruzaram seu caminho e agora fazem parte de sua família, assim como Harry Styles. - Mas desde o ano passado eu estou vendo as coisas mudarem e isso está mexendo comigo mais do que eu imaginei.

- Como assim? - Harry pergunta mais uma vez curioso vendo S/n sorrir de forma amarga.

- Bom, na verdade acho que isso começou quando Zayn saiu da banda, mas enfim. - Seu corpo se ajeita ao de Harry e ela recomeça. -Nós já estamos juntos como amigos a vários anos e sempre vivemos grandes coisas juntos, mas agora eu estou me sentindo perdida, eu estou vendo cada um tomar um rumo como realmente deve ser, mas eu não quero aceitar isso. - Sua voz se eleva um pouco. - Louis tevê um filho, meu irmão acabou de ter um também, Gemma está em um relacionamento bem sério, Niall tem seus próprios compromissos, quase não tenho tempo para falar com Zayn. Todos estão crescendo, mas eu não sei quero isso. Quer dizer, óbvio que eu preciso crescer também eu já tenho vinte e quatro anos, mas poxa Harry, eu ainda gosto das mesmas coisas que eu gostava quando tinha dezessete. Eu gosto de fazer bagunça em um quarto de hotel, eu gosto de assistir ensaios de uma turnê, eu ainda amo pedir pizza e comer no ônibus da banda. - Os nós que haviam se formado vão se desfazendo ao que sua voz se emite pelo quarto. - Mas apesar de tudo isso, eu também gosto de ter algumas responsabilidades, eu gosto de estar organizando meu casamento junto com o homem que eu amo, gosto de saber que sou eu mesma que pago minhas contas e não meus pais. Mas mesmo assim, não sei se quero crescer. - Ela concluí e encara o noivo que a olha de forma pensativa. - Você consegue me entender? - Pergunta com medo de estar parecendo uma menininha mimada.

Harry sorri fraco, ele achava que era o único a se sentir dessa maneira, apesar de parecer que era o único ali que não se importava.

- Eu te entendo completamente. - Ele diz se aconchegando a ela. - Eu paro para pensar nisso vez ou outra, mas sabe de uma coisa, eu até que estou gostando dessa mudança.

- Está? - Pergunta desacreditada.

- Um pouco, ter amadurecido fez com que eu tivesse um novo olhar sobre a vida, fez eu experimentar coisas novas e ver o que era o real amor que eu procurava. Te pedir em casamento faz parte disso e eu agradeço por isso. - O sorriso de S/n se alarga. - E não faz mal a saúde ser imaturo algumas vezes, nós ainda podemos nos reunir em um hotel, poderemos correr dos paparazzis em um dia qualquer, ainda podemos dar um baile nos seguranças. A idade não é somente um número S/n, isso aí é apenas uma data, nós não precisamos nos rotular vinte e quatro horas, a gente só precisa ser a gente! - A forma com que Harry fala passa uma enorme confiança para S/n que pensa com carinho nas palavras de Harry.

- Nós ainda podemos fazer as coisas de 2012? - Ela pergunta de forma engraçada fazendo Harry rir.

- Por que não? - Ele ri.

- Dança Take Me Home comigo. - Ela se levanta em um pulo animado e estende as mãos para mim.

- O álbum inteiro? - Ele pergunta assustado mas ainda divertido com a mudança de humor de S/n.

- Nós fazíamos isso em 2012! - Alega deixando Harry sem saída.

- Ok, você venceu. - Se rende levantando-se e acompanhando S/n que liga o som em seu álbum favorito.

Aquela noite sem dúvida seria longa…

anonymous asked:

Olá, você poderia fazer uma one, que a sn e professora e o filho deles estuda com ela, os colegas de classe, ficam chamado ela de gostosa, na frente dele, ele conta para o Harry (eles são separados, só que ainda se amam) o Harry é beem ciumento , o final vc decide. Obrigada pela atenção ❤

Pronto!

N/A: Oi você! tudo bem? Eu amei escrever esse imagine (desculpa não ter feito em forma de one shot.), e espero que você goste dele -se não ficou do jeito que queria me avisa. Eu refaço.- espero que te agrade. Não esquece de mandar ask dizendo o que achou, é super importante. Obrigada pelo pedido! 

Boa leitura!


S/N deixou seu carro no estacionamento da escola e correu pelos longos corredores que a levariam até sua classe; naquele dia ela só teria que dar aula nos dois últimos horários, mas ela conseguiu se atrasar mesmo assim. Era nítido para todos que ela não tinha um bom relacionamento com o relógio.

Ela entrou na sala de aula e os alunos logo a cumprimentaram; respondendo animadamente ela procurou com os olhos por seu filho Justin, que por coincidência era seu aluno naquele ano. Quando não o achou apenas foi em direção a sua mesa e organizou seus livros e cadernos sob ela rapidamente, pois já havia perdido quase metade de sua aula.

“Estão faltando alguns, certo?” Perguntou olhando para seus alunos.

“Falta o Joey.” Uma garota disse.

“E o Justin.” Outra disse completando.

“Ok, vou começar com a matéria e depois eles pegam com vocês.”

S/N explicou o conteúdo e fez algumas anotações no quadro, não demorou muito para que Justin chegasse a aula, ele cumprimentou a mãe e foi para sua carteira. Algumas perguntas foram feitas e várias dúvidas foram tiradas sobre a matéria. Alguns minutos antes de S/N finalizar sua aula, o último aluno chegou.

“Coloquei falta para você.” Ela disse olhando para o rapaz.

“Desculpa.” Joey disse olhando para S/N. “Esqueci que era aula da professora gostosa.” Ele completou quando chegou perto de seu amigo.

“Você perdeu a professora mais gostosa do planeta apagando o quadro.” O amigo respondeu rindo.

“Dá pra vocês respeitarem a minha mãe?” Justin disse furioso; ele sempre teve ciúmes de sua mãe, e isso nunca foi segredo. S/N estava completamente envergonhada, lecionava à anos e nunca nada parecido havia acontecido antes. Seu filho já tinha dito algumas vezes que os garotos daquela sala eram totalmente desrespeitosos, mas, ela nunca levou a serio.

“Os dois para diretoria.” Ela disse irritada. “Agora.”

“Desculpa, professora.” Joey disse desesperado quando chegou à diretoria, sabia que no mínimo levaria uma advertência.

S/N o olhou sem emoção e passou pela porta sendo seguida pelos dois garotos; falou com a senhora mal encarada e saiu dali ainda indignada.

Quando já estava em seu carro pronta para dar partida, ela viu um garoto correndo todo atrapalhado com a mochila nas costas; ela logo reconheceu seu filho e sorriu só em olhar para ele.

“Pode me levar até a casa do papai?” Ele perguntou ofegante.

“Mas você não ia de ônibus?” Ela perguntou já saindo do estacionamento.

“Eu quero que ir com a minha mãe, posso?” Ele disse rindo.

“Então a mamãe te leva, bebê.” S/N disse o provocando, sabia que ele odiava quando ela o chamava de bebê.

“Mãe.” Ele disse a repreendendo, fazendo-a rir.

S/N ligou o rádio e fez o caminho até a casa de seu agora, ex-marido. Antes de chegarem até lá, Justin se viu na necessidade de conversar com sua mãe sobre o ocorrido.

“O que vai acontecer com aqueles otários?” Ele perguntou já voltando a ficar irritado.

“Provavelmente vão levar uma suspensão.” Ela disse sem emoção alguma em sua voz.

“Só isso?” Justin estava indignado. Ela era sua mãe, e em sua opinião tinha que ser tratada com o máximo de respeito. Ele já tinha ouvido vários comentários sobre o quão bonita sua mãe era, e isso já estava o deixando fora do sério. Ele sempre teve muito carinho por ela, e seu ciúme tinha a mesma proporção.

“Amor, chegamos.” Ela disse serenamente quando parou o carro na frente da casa de Harry. “Quando você voltar para casa nós conversamos sobre isso. Ok?” Ela disse acariciando os cabelos do filho e logo deixando um beijo em seu rosto. Ele saiu do carro sem ao menos se despedir e entrou, ela sabia que aquilo não tinha acabado ali.

Justin bateu a porta da casa de seu pai furioso, e subiu para seu quarto como um furacão; passou por Harry sem ao menos dizer ‘Oi’, entrou em seu quarto e fechou a porta. Harry estranhando a atitude do filho subiu e foi direto até seu quarto, quando encontrou Justin jogado na cama olhando para o teto ele se preocupou de verdade.

“Hey cara, o que aconteceu?”

“Nada.” Justin disse sem nem o olhar.

“Justin, eu te conheço.” Harry disse e o garoto se sentou na cama dando espaço para o pai.

“Foi uma coisa na escola.”

“O que foi?” Harry perguntou curioso.

“Quer mesmo saber?” Ele perguntou já ficando vermelho de raiva. “Desde que a mãe começou a me dar aula eu tenho que ficar ouvindo os otários da minha turma chamando ela de gostosa. E o pior de tudo é que hoje eles falaram isso na frente dela, e eu acabei de saber que o máximo que vai acontecer com aqueles inúteis é uma suspensão.” Ele disse tudo muito rápido.

Harry ficou estático por alguns instantes para assimilar tudo que o filho disse, era muita informação. Fazia algum tempo que não se sentia assim, ele estava separado de S/N fazia apenas dois anos, e o relacionamento deles tinha acabado por culpa daquele mesmo sentimento, ciúmes. Ele sempre foi ciumento quando o assunto era S/N, e chegou uma hora em que suas crises de ciúmes eram tão exageras e frequentes que ela não aguentou e resolveu pedir o divórcio.

“Como é que é?” Ele rosnou.

“É pai, eles ficam chamando ela de gostosa e ficam dizendo que queriam ter aula dela todos os dias.”

“Esses moleques não tem respeito não?” Harry já estava perdendo o seu controle. “Se arruma. Hoje você vai dormir na casa da sua vó.” Harry completou e saiu do quarto batendo a porta com força.

Harry estava sentado no sofá pensando em tudo que o filho disse, ele sabia que o que estava prestes a fazer não tinha mais nada a ver com ele; mas ele precisava fazer. O barulho dos pés de Justin descendo as escadas fez Harry sair de seus pensamentos.

“Vamos?” Justin perguntou.

“Vamos.”

Harry dirigiu até a casa de sua mãe deixando Justin lá sem ao menos entrar para cumprimenta-la, dirigia feito louco pelas estradas que levavam até a casa de S/N, no caminho ele pensava em tudo que eles passaram juntos; os momentos bons, os ruins, o nascimento de seu filho, as brigas, as risadas, tudo. Ele sempre soube que a amava, mesmo antes de pedi-la em namoro vários anos atrás. Ele sabia que o divórcio era um completo erro.

Estacionou o carro na frente da casa onde viveu os anos mais felizes de sua vida ao lado de sua família, desceu do carro e não hesitou em tocar a campainha. A porta logo se abre revelando uma S/N surpresa pela visita inesperada do ex-marido.

“Posso entrar?” Ele pergunta firme.

“Claro, aconteceu alguma coisa com o Justin?” Ela pergunta preocupada. O coração de mãe sempre fala mais alto.

“Não, ele está bem.” Ele disse acalmando a mulher a sua frente. “Eu deixei ele na casa da minha mãe, ele vai dormir lá hoje.”

“Por que? Aconteceu alguma coisa com Anne?” Ela disse se sentindo preocupada de novo, Anne era como uma segunda mãe para ela.

“Não, está tudo bem.” Ele disse e suspirou. “Quero conversar com você sobre uma coisa que Justin me contou hoje.”

“Por favor Harry, já me estressei muito por causa desse assunto hoje.” Ela disse já sabendo o que iria enfrentar.

“Então aqueles filhos da puta fazem comentários maliciosos sobre você e eu tenho que ficar calado?” Ele perguntou sarcástico.

“Sim, a partir do momento que não somos mais casados você não tem nada que se meter nisso.” Ela respondeu calma.

“Não somos mais casados porque você me largou.” Ele diz já exaltado.

“Pelo amor Harry, você sabe muito bem que eu tive meus motivos.” Ela continuava calma.

“Caralho S/N, o nosso filho chega furioso em casa, me conta tudo o que aqueles pirralho falam sobre você e eu tenho que ficar quieto?” As veias do pescoço de Harry saltavam tamanha era sua raiva.

“Harry…” Ela tenta mas é interrompida.

“Não. Agora você vai me ouvir.” Ele diz e a impressa contra parede. “Você nunca entendeu a porra do sentimento que eu sinto por você, parece que nunca percebeu todos aqueles caras te olhando como se fosse um pedaço de carne. Nunca entendeu que aqueles professores nojentos ficam olhando para você como só eu deveria olhar, e nem vem falar que eu não sou mais seu marido porque você sabe que ainda é minha.” Ele disse em seu tom de voz normal, suas mão segurando o rosto dela a forçando a olhar para ele. “Você sabe que nós pertencemos um ao outro, e o fato de não estamos com ninguém desde o nosso divórcio só comprova as minhas palavras, você é minha, e você sabe.” Ele disse com toda sua confiança e convicção.

“Harry, por favor…” Ela começa sem forças.

“Me deixe te amar outra vez?” Ele implorou olhando para os lábios dela. “Por favor.”

Ela não respondeu, apenas acabou com o espaço entre suas bocas. Ela sempre soube que pertencia a Harry, foi uma dor horrível ter que se separar do homem que ela amava, mas era necessário. Ela sentia que ele não confiava nela, e confiança na opinião dela é a base de qualquer relacionamento, mas agora ouvindo suas palavras e tendo Harry tão perto ela conseguia entender como ele se sentia. Ela era completamente dele, e ela tinha certeza disso.

Ele a levou até o quarto que antes ele passava todas as noites abraçado a ela, fechou a porta e caminhou com ela até a cama ainda a beijando. Deitou-a na cama com toda a sua delicadeza e tirou as roupas dela lentamente, ele só conseguia pensar no tamanho da saudade que sentia daquela boca, daquele corpo, daquela mulher. S/N ficou de joelhos na cama e ajudou Harry a tirar todas as peças que estavam em seu corpo, e logo o beijou outra vez, desta vez um beijo urgente, um beijo que transmitia toda a saudade e todo o amor que ainda sentiam um pelo outro.

Harry tirou o sutiã dela e a deitou novamente, logo dando atenção aos seus seios fartos. S/N gemia enquanto fazia carinho nos cabelos de Harry, ela nunca conseguiria entender como seu corpo era tão vulnerável a ele, apenas os toques de Harry provocaria orgasmos se ela não se segurasse. Harry desceu seus beijos e passou por sua barriga parando em sua intimidade, deixando um beijo ali por cima da calcinha.

“Eu quero muito sentir seu gosto outra vez, mas agora eu preciso estar dentro de você de novo.” Ele disse enquanto tirava sua box, fazendo seu membro saltar para fora. Ele estava duro, e necessitava ter sua mulher.

Ele tirou a calcinha de S/N antes de voltar sua atenção ao seu pescoço, deixando chupões que com certeza deixariam grandes marcas ali. Beijou fortemente os lábios dela enquanto a penetrava devagarinho, os dois gemeram alto com a ação. Harry entrelaçou seus dedos com os delas, e começou a se movimentar e a encarava de olhos fechados sentindo o prazer que só ele poderia dar a ela, o prazer que ninguém mais vai dar. Ele voltou a beijar seu pescoço quando aumentou seus movimentos, e logo colou seus lábios nos dela quando viu que chegaria ao seu máximo, eles chegaram ao limite juntos e ele saiu lentamente dela; deixou beijos por todo seu rosto e colo, quando se afastou um pouco pode ver S/N com olhos fechados e um sorriso bobo nos lábios, como ele sentiu saudade daquele sorriso.

Ele se deitou ao lado dela e puxou sua cintura trazendo-a para mais perto, olhou para S/N que agora o encarava e sorriu, ele amava aquela mulher. Beijou seus lábios lentamente enquanto deslizava sua mão por seus contornos.

“Não me deixa de novo não.” Ele implorou baixinho para ela.

“Eu vou deixar você me amar de novo.” ela respondeu sorrindo.

Eles pertenciam um ao outro, e isso nunca mudaria.

Pedido: Faz um do Harry q ela e atriz e eles são namorados…e ele acha q ela ta traindo ele e pra se vingar ele trai ela…o final vc decide

Harry Vision

           O meu namoro de dois anos está cada vez mais difícil, todos os dias sinto que esse amor que ela sentia por mim vem acabado dia após dias, e isso esta quebrando meu coração em mil pedaços e o pior e ter essa sensação que minha namorada está me traindo, esse perfume forte de homem que ela sempre chega em casa e nem contar as inúmeras vezes que eu tento toca-la como eu sempre faço ou tentar beija-la e s/n simplesmente me ignora, ela podia simplesmente falar que não sente mais nada por mim além de me trair com um outro homem, era que s/n não tem ideia como isso dói?

S/n Vision

           Assim que sai do trabalho entrei no meu carro e fui direto para a casa dos meus pais. Esses últimos meses não tem sido nada fácil para mim e eu sinto que de alguma forma isso vem abalado meu relacionamento com o Harry, eu queria muito explicar para ele o porquê eu tenho agido tão estranho com ele ultimamente, mas não quero ser mais uma preocupação para ele, já que Harry vem trabalhando tão duro no seu novo álbum e eu sinto que se eu contar alguma coisa para ele isso vai atrapalhar tudo. Quando estacionei o carro na frente da casa dos meus pais a porta imediatamente se abriu e meu irmão estava parado me olhando com um sorriso lindo, mesmo com essa doença devastadora ele não desiste de arrumar e sempre está bem arrumado como ele sempre gostou de está.

- Eai meu badboy. – O abracei com toda a minha força. Ele usava aquela jaqueta junto com a sua calça jeans rasgada o seu cabelo já tinha caído juntamente com as sobrancelhas e o os cílios, posso dizer que ele ficou ainda mais bonito assim, não falo isso por ser sua irmã e sim porque ele sempre chamou atenção por sua beleza, sempre ele foi o garoto mais bonito da família e continua sendo.

- Já disse que você não precisa fazer isso todos os dias, eu estou bem, ok? – Ele retribuiu o abraço e me deu um beijo na bochecha.

- Eu sou sua irmã e deve cuidar de você.

           Senti-o suspirar fundo e olhar para o alto. – Eu que deveria fazer isso, eu deveria cuidar de você eu sou o mais velho isso está tudo errado. – Meu irmão Clay sorriu fraco sem graça.

- Esqueça isso. – Balancei a cabeça. – Você já cuidou muito de mim quando eu era adolescente, lembro até hoje daquela briga que você se meteu por minha causa e acabou quebrando o nariz, saiu um monte de sangue e…

- Ok, já entendi. – Nos dois começamos a rir. Clay passou o braço em torno do meu ombro e me guiou para dentro de casa, onde mamãe preparava biscoitos que tinha um cheiro delicioso.

           Depois de brincamos com jogos de tabuleiro e assistir alguns filmes tive que infelizmente ir embora, assim que entrei no carro percebi que o meu celular tinha ficado lá dentro, tinha tipo umas quinze chamas perdidas do Harry e inúmeras mensagens. Minhas desculpas e ficar até tarde no trabalho tinha se esgotado, tinha que arrumar novas, pois não me sentia pronta para contar isso para ele, não agora.

           Entrei dentro da nossa casa e vi Harry sentado no sofá assistindo o programa de talentos, ele se quer olhou para minha cara e eu não queria começar uma nova briga então simplesmente ignorei e fui tomar um banho quente. Depois que vesti minha roupa sai do banheiro e Harry estava sentado no nossa cama me olhando, já sabia que iria vir mais sermão.

- O que está acontecendo com você? – Harry disse se levantando da cama e ficando de frente para mim. – Você está me traindo ou não me ama mais?

- Que? Não, não, mesmo Harry e que eu estou meio ocupada com o trabalho.

- Serio? Você fala isso todos os dias não espere que eu caísse nessa. – Ele se virou e pegou um casaco que estava sobre a cama.

- Na onde você vai? – Falei olhando os movimentos dele.

- Não devo explicações a você.

           Harry saiu pela a porta do quarto e eu fui atrás dele. – Harry espera, eu posso me explicar.

           Ele não disse nada apenas saiu. Talvez ele só precisasse esfriar a cabeça e quando ele chegasse contaria tudo, dessa vez eu iria contar.

           Já passava das oito da manhã e eu estava preocupada com o Harry, tinha ligado inúmeras vezes só que ele bloqueou meu numero, joguei meu celular em qualquer lugar e fui fazer meu café. Depois de comer percebi que o meu celular não parava de tocar por um segundo imaginei que fosse Harry arrependido, mas eu estava errada. Minhas amigas estavam me ligando sem parar perguntando como eu estava e o que tinha acontecido comigo e com o Harry meu twitter estava cheio de mensagens e eu estava assustada, liguei a televisão e vi a imagem do Harry com outra mulher os dois se beijavam e nem mesmo parecia se importar com as câmeras. Meu chão caiu. O que ele tinha na cabeça? Porque ele fez isso? Lagrimas começaram a cair dos meus olhos eu não imaginava que ele pudesse fazer isso.

           Depois de me acalmar um pouco escutei Harry entrando em casa, e fui a sua direção e sem pensar suas vezes dei um tapa em seu rosto que fez a palma da minha mão latejar de dor. – Seu idiota, o que você tem na cabeça me trair? Porque você fez isso Harry? – Eu não conseguia parar de gritar com ele. – Você não podia ter feito isso comigo, e agora que eu precisava de você.

           Harry olhava assustado para mim. – Você fez isso primeiro. – Ele segurou minhas mãos para evitar que eu batesse mais nele.

- Eu? Do que você está falando?

- Você sabe muito bem, você simplesmente me ignorava e não me beijava mais e chagava todos os dias com um perfume forte de homem.

- Harry você é o maior filho da puta que eu conheço. – Vire para a outra direção para evitar que eu perdesse o controle acabasse fazendo uma besteira. – Esse mistério todo sobre minha vida e porque meu irmão esta com câncer e eu não queria preocupar você com isso…

           Eu não conseguir terminar de falar, simplesmente sai correndo em direção ao quarto e tranquei a porta eu só precisava ficar sozinha por um tempo, apenas isso.

           No meio da madrugada ouvi passos vindo em minha direção e a sombra do Harry, eu tinha me esquecido que ele tinha uma chave reseva do quarto, ele se sentou na cama e passou as mãos por meus cabelos.

- Eu só quero que você saiba que quando a beijei, não senti a mesma coisa de quando nós dois nos beijamos eu fiz aquilo pó impulso, e eu sou tudo aquilo que você me chamou sem tirar e nem por.

           Virei para a sua direção, meus olhos estavam inchados e minha cabeça doía, quando Harry olhou para mim ele começou a chorar. Eu sabia que não deveria fazer aquilo, mas levantei e o beijei.

- Me desculpa. – Ele disse me abraçando, senti as suas lagrimas molharem meu ombro.

Reações dos paqueras ao descobrirem que a Docete escreve fanfics com eles

Armin:

*pega o caderno da Docete enquanto ela estava distraída*

“Então Armin me jogou contra a parede. Seus olhos azuis estavam transbordando…”

Docete: - O que você está fazendo, garoto?! Larga isso!

Castiel: - Oi gata. Gostei da saia - Disse o mais alto de cabelo vermelho. - Gostou? Que ótimo, mas não é pra você. - Respondi irritada. Eu não queria estar ali e nem falar com aquele cara. - Rebelde… Gostei de você, gatinha. Vamos matar aula. Quero ficar a sós com você. […]” Me arrependo de ter lido isso aqui… E mal comecei a ler…

Kentin: E ele apareceu com um lindo sorriso no rosto. O sorriso de Kentin era o meu favorito entre todos os sorrisos do mundo. Ele me olhou e acenou e senti meu coração disparar. Aquele garoto que sempre foi meu melhor amigo, agora era o meu grande amor; mas como sempre fui boba, não conseguia me confessar…[…]” Woah! Ela gosta de mim, então? Ela gosta mesmo de mim? Ela gostaria que eu aparecesse com um buquê e rosas para ela? Descobrir essa fanfic foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida!

Lysandre: “E ele apareceu na minha casa com um buquê de rosas. Era nosso aniversário de 1 ano de namoro. Convidei-o para entrar e fomos comer os biscoitinhos que eu tinha preparado. Conversamos animadamente enquanto assistíamos ao filme. Então, repentinamente Lysandre mudou, seu olhar gentil ficou mais forte, dominador. Senti um arrepio percorrer minha espinha quando o encarei. Lysandre colocou um braço ao meu redor ao mesmo tempo que o outro pousava sobre meu ombro, me fazendo deitar. Senti sua mão gelada em minha coxa, subind…” Quê?! 

Nathaniel: Eu não sei o que é pior… Ela escrever sobre mim ou começar a história desse jeito! Será que ela não aprendeu nada mesmo vindo todo dia para essa escola?

[Masterlist] [Mobile]

NIALL HORAN

  • NÃO É UM PEDIDO, EU ACHEI ESSE ONE SHOT AQUI NO PC E DECIDI POSTAR!
  • Boa leitura e volte na ask para dizer o que achou.


“Nós sabíamos que era errado, nós sabíamos que não podíamos, mas o que nós não sabíamos era que tínhamos amigos que se tornaria nossos inimigos.”


Ah, o início das aulas, sempre é aquela ansiedade para quem é calouro e a tristeza para os veteranos, como eu era uma das calouras eu estava ansiosa e claro que com medo pois não conhecia ninguém. Acordei aquela manhã fiz minha higiene matinal e coloquei o uniforme, me senti estranha pois na minha antiga escola eu não usava, e agora na escola nova eu era obrigada a usar uma saia com uma camisa social, depois arrumei minha mochila e desci para tomar café, já que acordei mais cedo do que o esperado consegui tomar um bem reforçado. Minha mãe me levou de carro e quando eu cheguei eu me senti uma estranha fora do ninho, tudo bem que eu já estava no terceiro ano mas ninguém sabia disso. Peguei minha lista de aulas que teria aquele dia e logo depois fui para a primeira aula,FÍSICA , entrei na sala e percebi que só eu e mais uma menina era a novata então sentei do lado dela, logo o professor chega e que professor, ele era tão jovem que parecia ter a minha idade.

O dia passou rápido e logo chegou a hora do intervalo eu e Mia ficamos juntas e poderia dizer que ela é muito legal. Depois que o intervalo acabou nós voltamos para a sala e era aula de física de novo, na primeira aula ele se apresentou e o nome dele era Niall e ele começou a falar como se tornou professor e essas coisas, mas na segunda aula ele entrou na sala bufando e logo começou a encher a lousa de lição.

- Acho que aconteceu alguma coisa- Mia me diz - ele entrou bufando na sala

- Mais pra quê ficar descontando na gente enchendo a lousa de lição - disse revirando os olhos

- Dá um desconto (seu nome) ele é um gato

- Que isso menina - ri alto e o professor olhou pra gente

- Posso saber do que vocês estão rindo senhoritas?

- É nada professor…- disse e olhei pra Mia pedindo socorro

- Ata! Então estão rindo de nada? - ele diz

- Releva professor elas são novatas - um garoto de cabelo enrolado fala.

- Tudo bem alunos, vou começar a explicação - agradeci mentalmente aquele menino. A aula passou voando e o menino que ajudou eu e a Mia veio falar com a gente.

- Oi me chamo Harry - ele se senta na minha frente

- Oi Harry eu sou a (seu nome) e ela é a Mia, obrigado por nos salvar.

- Ah relaxa, o professor de física é maneiro ele não ia fazer nada - ele sorri

- Ah, mas mesmo assim ele estava de mal humor na segunda aula

- Deve ter brigado com alguma menina que ele ficou na noite passada, eu e ele somos tipos melhores amigos sabe

- Sério? Então você nunca vai se encrencar com ele

- Licença alunos! Eae Harry, vai rolar aquela festa hoje você quer ir?

- Ah professor sabe que onde você me chama eu vou né

- Beleza, te espero as oito - eles fazem um hi-five

- Vocês querem ir meninas?

- Não sei se devo - disse

- Vamos (seu nome), por favor -Mia faz uma cara de pidona

- Tabom, eu vou.

- Beleza, eu pego vocês! Na verdade eu vou com o professor e a gente passa na casa de vocês.

- Não pegaria meio mal a gente ir com o professor?

- Claro que não - Harry disse

- Então tabom, vejo vocês a noite - sai e deixo os dois ali sozinhos

Chego em casa, faço minhas lições e logo vou me arrumar, coloquei um vestido soltinho um salto e fiz uma maquiagem marcando meus lábios com uma cor forte, logo Mia chega na minha casa e depois de esperar uns 10 minutos vejo um audi estacionado e vejo Harry e meu professor, Harry nos chama e entramos no carro, os dois foram conversando na frente e logo chegamos a tal festa, pelo que Harry me disse era uma festa de uns amigos do professor e ele sempre ia.

Entramos e lá dentro estava uma loucura, música alta, muita bebida e muita gente se pegando, sentamos em uma mesa no canto e Niall chega com um monte de shots na mão.

- Professor, eu não bebo.

- Não me chame de professor, me chame de Niall  - ele diz e dá uma piscadela

- Só um (seu nome) por favor - Mia fala bebendo o seu

- Mas…

- Você veio se divertir então bebe vai - Harry disse

Então peguei o copinho e virei, senti aquele líquido quente descendo pela minha garganta e fiz uma cara feia onde todos riram, depois de vários copos virados eu já estava meio grogue e via tudo embaçado, Harry, Mia e Niall também estavam, logo Niall me puxa para pista de dança e antes disso vejo Mia e Harry se beijando. Comecei a dançar com Niall, não deveria mas eu estava fora de mim, logo vi Harry tirando foto nossa e não entendi. Sinto Niall me puxar pela cintura para mais perto dele e o clima começa a ficar meio quente, ele me beija e eu sinto aquele hálito de menta com vodka. Eu me afasto e percebo o erro que tinha feito e que aquilo era muito errado, sai de perto dele e voltei para mesa para chamar Mia, só que nem ela e nem o Harry estavam na mesa, decidi ir embora sozinha. Saio da casa e sinto um frio e me arrepio, não tinha o que fazer tinha que ir pra casa.

- (seu nome) - Niall me puxa - me desculpa eu não deveria ter feito aquilo.

- Eu preciso ir pra casa, estou passando mal nunca bebi tanto assim

- Vem eu te levo - ele me leva para o carro e sento do lado do passageiro

- E a Mia e o Harry?

- Depois eu volto e busco eles- ele diz e começa a dirigir, o caminho foi silencioso e logo chegamos em frente a minha casa.

- Obrigada Prof… Niall

- Me desculpa mais uma vez, eu não deveria ter feito aquilo

- A culpa foi minha também Niall, só esqueça tudo isso - sai do carro e entrei em casa.

Cheguei em casa, tirei meus sapatos, deitei e apaguei.

Dois meses se passaram e depois daquelas festa Niall começou a me chamar pra sair e eu aceitava, e eu estava começando a sentir algo por ele e ele por mim, mas eu já disse pra ele que não podíamos. É nesse momento ele estava olhando pra mim da sua mesa.

- Hmmm tá rolando alguma coisa (seu nome)? - Harry disse

- Ah vocês sabem, agora para de falar isso alto por favor!

- Tá apaixonada!

- Cala boca vocês dois - bate o sinal e Niall pede pra eu ficar na sala

- Niall é arriscado, se alguém nos ver aqui já era - digo

- Não tem problema, eu tranco a porta - ele fecha e tranca a mesma.

- Não podemos - digo e ele chega perto de mim me colocando em cima da sua mesa

- Eu me demito, aí a gente fica junto

- Não, se você fizer isso você perde o emprego e a mim

- Mas esse é o único jeito

- Então nós não ficamos mais, e que daqui pra frente você só seja meu professor e eu sua aluna - levanto da mesa pra sair mais ele me segura

- Não, para de ser teimosa

- Niall… - ele me puxa e me beija me colocando em cima da mesa de novo

- Niall eu preciso ir - digo e me afasto

- Eu te levo

- Não, pelo que eu sei você tem mais aulas para dar, depois nos falamos - digo e lhe dou um selinho e saio da sala.


No dia seguinte

Cheguei na escola e vejo todos olhando pra mim e rindo, eu estranhei mais logo vi um cartaz no chão com uma foto minha e do Niall na sua sala ontem nos beijando, uma lágrima caiu no meu rosto e fujo pro banheiro. Mais quem poderia ter feito isso? Que conseguiu tirar essa foto?

Respirei fundo e sai do banheiro, minha primeira aula era física e eu não queria entrar então cabulei a primeira aula. Passei em frente de uma sala e ouvi duas pessoa conversando.

- Conseguimos acabar com aquela novata ridícula

- Aquele cartaz ficou demais Mia, você arrasou - Mia?

- Mas você mandou bem deixando seu celular na sala pra tirar foto daqueles dois

- Agora ela vai ter o que merece - Harry diz - mas o melhor foi você fingindo ser novata pra enganar aquela boba.

Olhei pela porta e vi os dois rindo.

- Nós formamos uma bela dupla

Sem querer faço barulho e vejo eles dois me olhando em lágrimas, as duas pessoas que eu mais confiava me traindo desse jeito.

- Porquê? - perguntei - eu confiei em vocês e fizeram isso comigo, e com o Niall

- Sabe porque eu fiz isso (seu nome)? - Mia começa - Você lembra o porque você saiu da sua antiga escola né, você pegou o namorado da minha amiga e transou com ele, quando ela ficou sabendo que você vinha pra cá ela pediu pra eu ferrar com a sua vida e foi o que eu fiz - ela sorri cínica - já que você não levou nenhum castigo, dessa vez você vai ser conhecida como a vadia da escola que pega o professor. Ah e relaxa que o professor não vai se encrencar não, até porque eu mandei um bilhete dizendo que você que dava em cima dele, e também eu quero tirar uma lasquinha.

Eu estava em prantos, eu não aguentava ouvir aquilo tudo e sai correndo dali, mas fui barrada pelo diretor da escola que me levou a sala dele. Cheguei e vi minha mãe, Niall e o vice diretor.

- Você sabe porque foi chamada aqui - assenti - você sabe que seduzir um professor é algo grave não é - concordei de novo - eu sinto muito mas você será expulsa da escola.

- Ela não me seduziu, a gente se gosta e não tem nenhum mal nisso.

- Niall não, se eles querem acreditar nisso, só eu deveria ser punida

- Então (seu nome) amanhã mesmo já não precisa frequentar a escola, e você Niall pode continuar dando suas aulas normais mas estará sendo vigiado. - Eu chorei mais ainda e sai dali, mas antes Niall segurou minha mão e fui puxada pela minha mãe para fora da sala e olhando para aqueles olhos que eu amo tanto e que nunca mais veria novamente, pois tinha certeza que minha mãe me mandaria para casa do meu pai nos EUA.

(…)

CONTINUA?

LEMBRE-SE: PLÁGIO É CRIME!

SEU LIKE É MUITO IMPORTANTE!

Just a Girl 

Pedido: “faz um com o harry ou com o zayn,que tipo a s/n é a empregada da kendall ou a gigi,enfim,aí ela fica menosprezando a s/n na frente dele e ele não gosta,aí tem um dia que ele da carona pra ele e ele fala oq ele sente sobre tudo isso.Por favor 🙌”

Esse é aquele em que fiz a votação e vocês escolheram o Dj Malik :3 

Me desculpem a demora para postar, eu tô tendo um puta problema pra escrever, então peço que tenham um pouco de paciência comigo.

(Tô sem inspiração pra escrever, desculpa ;-;)


Encarei meu relógio para ver se estava atrasado, toquei a campainha da casa de Gigi. Em alguns segundos, a porta foi aberta, uma garota com uniforme de empregada me recebeu com um sorriso.

— Zayan? 

— Zayn. — Corrigi e ela ficou corada.

— Desculpa. — Coçou a parte de trás da cabeça e deu um passo para trás, me dando espaço para entrar. Sorri e entrei. 

— Tudo bem, é um nome difícil. — Ela sorriu.

— Me chamo s\n. — Estendeu sua mão e eu a segurei.

— E eu achei que o meu nome fosse difícil. — Ela sorriu mais abertamente.

— Sou brasileira. — Soltou minha mão e fechou a porta. — Vou ver se ela está pronta. Fique á vontade. — Disse já subindo uma grande escada. Não demorou muito para que ela descesse, junto de Gigi.

— Oi. — Falei dando um beijo na bochecha da loira que vestia um vestido vermelho e extremamente colado.  — Está pronta?  — Ela assentiu com um sorriso.  — Foi bom te conhecer, s\n. — Pronunciei errado e ela fez uma careta e sorriu.

— Igualmente, Zack. — Gigi me encarou quando saímos, abri a porta do carro para ela e entrei, ela ainda me olhava de uma forma estranha.

— O que foi? — Perguntei dando partida.

— Nada. — Deu de ombros. — Só não sabia que você gostava desse tipo de gente. — Não gostei da forma como ela disse aquilo, mas preferi não comentar nada e não estragar a noite.

Algumas semanas depois…

Eu e Gigi começamos a ficar, ela era uma pessoa legal, na maior parte do tempo, quando não está perto de alguém que tenha menos dinheiro que ela. Comecei a frequentar mais a casa dela, o que me fez conhecer s\n melhor, e ela se tornou quase uma amiga, talvez um pouco mais que isso, não sei.

— Olá senhorita. — Falei quando s\n abriu a porta.

— Vai se mudar pra cá? — Perguntou colocando a mão na cintura.

— Você ia adorar se isso acontecesse. — Entrei e dei um beijo na sua bochecha, logo também recebendo um.

— A madame ainda está dormindo. — Disse caminhando até a cozinha, a segui.

— São quase 18:00.

— Se eu pudesse dormiria o dia inteiro. — Sorriu e se sentou na frente de um prato com macarrão. — Quer me acompanhar no almoço?

— Adoraria. — Fui até o armário e peguei um prato, servi um pouco de macarrão e sentei com ela.

Conversamos um pouco, estávamos rindo de uma das histórias de turnê que eu contei para ela quando Gigi apareceu na porta.

— Que porra tá acontecendo aqui? — Ela gritou. s\n levantou e não disse nada. — Como você pôde me trair com a merda da minha empregada? — Gritou apontando pra mim.

— Nós somos apenas amigos. — s\n disse cruzando os braços.

— Como ousa me dirigir a palavra, sua vagabunda? — Ela gritou mais uma vez.

— Eu não preciso aguentar essa merda. — s\n disse passando ao lado de Gigi, que agarrou seus cabelos e a puxou com força para baixo, jogando-a no chão. — Você é louca? — s\n se levantou e se afastou, eu não conseguia fazer nada, nunca imaginaria que Gigi pudesse fazer algo assim.

— Eu? Você rouba meu namorado e eu sou a louca?  — Começa a gritar mais ainda. — Olha pra você, uma empregadinha, o que quer com um garoto como o Zayn?

— Eu e ele somos amigos, e nada mais que isso, mas eu não te devo satisfação nenhuma.

— Você trabalha pra mim, me deve toda e qualquer satisfação.

— Trabalhava, e não sou um objeto seu.  — Passou ao lado de Gigi novamente, dessa vez ela não fez nada além de segui-la até a sala, o que eu também fiz. Antes de chegar na porta s\n se virou. — É bom você ter um bom advogado, porque eu vou agora mesmo prestar queixa contra você. — Gigi abriu a boca e me olhou, como se pedisse ajuda.

— Eu concordo com ela. — Dei de ombros e saí um pouco atrás de s\n.

A neve na rua estava um pouco acumulada, entrei no meu carro e dirigi até o ponto de ônibus de s\n, no outro lado da rua.

— Vem, te dou uma carona. — Ela sorriu e fez a volta no carro, entrando. — Sabe. — Falei depois de vários segundos em silêncio. — Nunca gostei da forma que ela te tratava, como tratava á todos, na verdade.

— Por que continuou frequentando aquela casa?

— Pra te ver. — Admiti até para mim mesmo. s\n sorriu para mim e não disse nada. Depois de alguns minutos eu estacionava na frente da casa dela.

— Quer entrar um pouco? — Perguntou me olhando.

— Acho melhor não, você precisa digerir tudo o que aconteceu, talvez outra hora. — Falei suspirando, s\n assentiu e se aproximou de mim, virei o rosto esperando receber um beijo na bochecha, mas ela o virou novamente e me deu um selinho. — Ok, talvez eu deva entrar um pouco. — Falei a puxando para um beijo de verdade.


Eu não sabia se a dona do pedido queria algo mais romântico, então segui a minha imaginação, desculpa se não tiver agradado, se quiser, posso reescrever como desejar.

Como eu disse lá em cima, tô tendo um sério problema pra escrever, a criatividade simplesmente não vem, e a falta de comentário de vocês piora isso, não tô mendigando ask nem nada, mas tô avisando, muitas escritoras passam por isso, e podem estar passando, sempre tentem mandar uma ask com a opinião de vocês sobre o imagine, mesmo achando que a escritora não vai gostar muito, isso nos ajuda a crescer, de verdade.

Espero que tenham gostado, fiquei horas nisso e fazendo o meu melhor.

Lary sz

Sweet

Sinopse:

Imagine gostar do seu melhor amigo, agora imagine não entender isso na época e reencontra-lo anos depois, completamente bonito e diferente. Fora todos esses simples dilemas, e isso comigo sendo sarcástico, ainda havia o fato de que eu queria conquista-lo, e isso ainda nem era o real problema. O problema era que eu podia ouvi-lo… Não como uma pessoa normal.

Avisos:Contém homossexualidade.

Gênero: Fluffy, Comédia, Colegial e Shounen-Ai.

[+14]

 

 Playlist

 

Capítulo 1 – Conhecendo o problema.

Pov. Jimin

Sabe quando você assiste a um filme de romance e não acredita que aquilo pode acontecer na sua vida? Pois bem, na minha vida isso podia acontecer, porque minha vida mais parecia um drama ridículo do que uma real vida.

Cá estava eu, anos depois, no ensino médio, olhando para o garoto que um dia foi meu melhor amigo. Mais alto, e mais bonito e diferente. E como se minha vida não fosse tosca o bastante, eu continuava baixinho, usando óculos e me sentindo perdido por encara-lo parado como se estivesse vendo um fantasma.

Talvez eu deva introduzir melhor minha história…

Eu sou Park Jimin, tenho dezesseis anos e bem, estou no ensino médio. Essa é a parte normal de tudo, a parte engraçada e estranha vinha agora. Quando eu tinha sete ou oito anos, eu conheci meu vizinho, Jeon JungKook, um garoto franzino e quieto que vivia brincando comigo. Aquela coisa boba de amizade, promessas, segredos… Tudo na maior tranquilidade, o problema foi quando eu notei que gostava MAIS dele. Na época eu não entendi direito, porque né, eu era só uma criança, porém a falta que ele deixou ao se mudar foi horrível.

Passei anos da minha vida achando que nunca mais o veria, ou que se isso acontecesse, seriamos amigos como sempre fomos. E agora, bem, agora Jeon JungKook estava com o mesmo uniforme que eu, começando um ano letivo na minha escola.

Sabe quando você quer se beliscar pra ver se está sonhando? Ou acha que a qualquer momento vai cair da cama e notar que tudo não passou de um sonho estranho? E acredite, eu me belisquei e doeu. Eu não estava sonhando, realmente Jeon JungKook estava ali, na minha frente, cabendo perfeitamente naquele uniforme e eu parecia um idiota parado encarando-o de boca aberta.

Como chegar ao seu amigo/primeiro amor e falar: “Oi. Lembra-se de mim?”. Não parecia tão simples assim, quero dizer, na cabeça sempre parece simples, mas estávamos na vida real. Ou eu tropeçaria e estragaria tudo, ou simplesmente não conseguiria dizer e ficaria parado com cara de idiota – como agora. E o que eu fiz? Escondi minha cara na franja e segui até o prédio, fingindo que nada daquilo estava acontecendo. Parei apenas para ver meu horário e saber da minha sala, andei pelos corredores e nem me dei ao trabalho de erguer meu olhar.

Escolhi uma carteira perto da janela e me sentei quieto. Alguns alunos conhecidos adentraram falando alto e me deram acenos, eu apenas sorri e acenei. Nada diferente. Até que… Por que eu tinha que ter tanta sorte? Jeon JungKook olhou a placa na porta e entrou, olhando as carteiras em silêncio e escolhendo uma perto da porta do fundo. Deixei minha cabeça cair e bati com tudo a testa na madeira, fazendo um barulho alto e sentindo uma dor maldita.

A sala estava cheia e o sinal soou alto. O professor adentrou a sala e começou toda a mesma ladainha de todos os anos… “Vamos nos dar bem”, “vamos cuidar uns dos outros”. O horário foi repassado, assim como os livros e uma lista de exigências para aquele ano. Então veio a parte de escolher os representantes de turma, uma garota que estudou comigo no fundamental se prontificou, Kim Hyuna – acho que esse era o nome. Todos diziam que ela era bonita, o sonho de todo garoto. Ela era simpática, estava sempre sorrindo e sendo prestativa, acho que se conversamos três vezes no fundamental foi muito.

O representante de turma foi um garoto que já estava na minha sala no ano anterior. Não o conhecia bem, na verdade não lembrava o nome, eu costumava ter um circulo fechado de amigos. Engraçado mesmo foi quando me peguei olhando Jeon JungKook de longe e dando de cara com ele me sondando. Ótimo, agora ele vai achar que sou stalker.

O primeiro tempo foi História, e eu quase me afundei no livro, copiando tudo do quadro e fingindo que eu era um aluno aplicado. Minha cabeça não parava de pensar nas infinitas chances de isso acontecer, contudo eu não era bom em matemática e desisti uns minutos depois. Talvez eu devesse falar com ele, apenas dizer que nos conhecíamos. Não precisávamos ser amigos ou qualquer coisa – outra mentira.

“JungKookie… – chamei alto – Vamos brincar lá fora.

Mas está chovendo, ChimChim – respondeu em uma voz que dizia o quanto isso era errado.

Então vamos brincar de qualquer coisa – bufei – Que tal brincarmos de esconde-esconde?  

Eu preciso terminar isso… – continuou pintando alguma coisa.”

Mais tarde eu descobri o que era. Como estava chovendo, JungKook pintou várias folhas de azul e fez um sol imenso no abajur, dizendo-me que, ali dentro estávamos seguros e que ele trouxe um dia ensolarado pra mim. Ao lembrar isso minhas bochechas ficaram vermelhas, lembrar-me de um Jeon JungKook fofo e pequeno me deixava meio fora de orbita, olhando agora o garoto crescido parecia milênios que não nos víamos.

Será que a cor favorita dele continuava sendo azul? Ele ainda gostava de tomar chá verde com mel? Ou daquele radinho velho que tocava músicas antigas e que nos faziam rir? Talvez ele não fosse nada parecido com o garoto que conheci e eu estava me enganando, porém a curiosidade era uma praga e passei quase toda a manhã imaginando do que ele gostaria agora.

Só me dei conta de que era o almoço quando vi todos levantando para sair e comer. Pisquei várias vezes sentindo-me um pouco perdido, eu ainda podia ir conversar com os sunbaes da outra sala ou puxar papo com Taehyung. Alguém parou ao lado da minha carteira e abri a boca para dizer alguma coisa, parando e congelando. Santo Deus, Jeon JungKook estava me encarando de modo engraçado e eu parecia um peixe com a boca abrindo e fechando.

- Eu acho que – começou confuso e franziu o cenho – Você é Park Jimin. Não é?

- Não. – respondi rápido e arregalei os olhos – Quero dizer, sou eu. Você é Jeon JungKook – não diga gênio. Como se ele não soubesse o próprio nome – Oi.

- Eu sabia que era você – disse calmo e mexeu no cabelo – Quanto tempo.

- É – foi tudo que disse e quis me socar – Eu estava indo almoçar, se me der licença.

Claro, porque o garoto queria ser legal e eu saí correndo feito um retardado. Quando estava no corredor achei Taehyung andando por ali e o reboquei feito um maluco. Nós paramos somente quando chegamos perto da cantina e nos escondemos nas maquinas de suco. Fechei meus olhos e quis chorar por ser tão burro, mas o que eu podia fazer me bateu uma vergonha.

- Se eu disser que não entendi nada, você vai me bater? – Taehyung perguntou brincando.

- Acho que se eu contar – suspirei – É capaz de você nem acreditar.

Óbvio que eu já havia contado sobre meu antigo amigo Jeon JungKook. Eu falava SEMPRE sobre JungKook quando o assunto amizade ou infância surgiam. Nós fazíamos tudo juntos, éramos inseparáveis. Agora mais parecia um sonho do que a realidade. Eu apenas contei que meu antigo amigo estava na minha sala e claro, contei minha vergonha do dia. Taehyung ficou olhando pra mim como se eu tivesse problema ou como se ele ligasse, porque esse era Taehyung, ele não ligava muito pra nada.

- Por que você saiu correndo dele? – perguntou sem se interessar – Achei que seu sonho era vê-lo novamente.

- Era – quis me bater pela vigésima vez naquele dia – Mas era um SONHO, não achei que fosse acontecer.

- Aconteceu… E você saiu correndo. Agora ele deve achar que você é retardado. Eu acharia – deu de ombros – Você pode se desculpar, falar que estava com vontade de ir ao banheiro.

Agora eu queria era bater nele. Fechei a cara e andei até a cantina, buscando uma mesa e sentando-me, fui seguido por Taehyung que estava mais interessado em comer.

- Eu não consigo falar com ele – olhei para minhas mãos – Parece estranho.

- Jimin… Vocês eram amigos, não tem nada estranho.

Era complicado. Eu não podia fingir que nunca senti nada além de amizade, porque eu sentia e sabia muito bem. Não era simples chegar nele e falar como se nada tivesse acontecido, como se eu não tivesse entendido meus verdadeiros sentimentos, e não podia culpar Jeon JungKook por isso. Senti um toque no meu ombro e quase voei.

- Você está assustado hein – ouvi a voz de Hoseok e ele jogou-se na cadeira ao meu lado – Conte para o Hyung.

- Cale a boca – ralhei e ele riu – Não é nada.

- O antigo amigo dele apareceu do nada – Taehyung disse com a boca cheia – Ele não sabia reagir e saiu correndo, agora o garoto pensa que ele é retardado.

- ELE NÃO PENSA ISSO – praticamente gritei.

- Bom… Eu pensaria – Hoseok disse sem mais.

- Que belos amigos – bufei.

- Qual o problema? – foi a vez de Yoongi-Hyung perguntar.

- Só o Jimin sendo retardado como sempre – Taehyung respondeu.

- Eu não… – fechei meus olhos – Vou dar uma volta.

Nem quis esperar uma resposta, levantei antes que xingasse alguém. Andei pelo pátio querendo me socar por ser tão bobo e quando estava perto do pátio aberto, avistei Jeon JungKook sentado na sombra de uma arvore, rodeado pela representante de turma e mais duas garotas. Pisquei umas três vezes antes de sair dali e parar no banheiro pra me sentir ainda mais idiota. Foi ali que notei, eu podia mesmo conversar com ele, poderíamos voltar a ser amigos e tudo bem, entretanto JungKook nunca me veria da mesma forma.

(…)

Uma semana. Uma semana aguentando que não conhecia Jeon JungKook na escola, e quando chegava em casa eu ficava socando o travesseiro, pra não socar a minha própria cara. Ele passava por mim e me olhava de uma maneira estranha, depois saía de perto e eu não dizia nada. A representante parecia um cachorrinho rodeando-o pra cima e pra baixo. Yoongi um dia me xingou, falando que mais burro que eu só dois de mim. Nunca me senti tão pior na vida, porque eu podia estar perdendo um grande amigo porque não conseguia controlar meus sentimentos, e ainda tinha que assistir a pessoa andando com outra.

- Essa sua cara de depressão está me dando depressão – Hoseok disse, abraçando-me pelos ombros e olhando para JungKook que andava pelo pátio – Cara, é só chegar e falar com ele.

- Parece tão simples…

- Claro que é – sorriu pra mim e virou-se – HEY, JEON JUNGKOOK.

Alguém me mate, por favor. Torci pra que um meteoro caísse na Terra e matasse todos, mas com a minha sorte sobraríamos eu e JungKook pra eu passar vergonha até o fim da minha vida. Claro que o garoto parou e procurou com os olhos, e pra ajudar, Hoseok dava pulinhos acenando, parecia um boneco de posto. Respirei bem fundo, morrendo por dentro e assistindo enquanto meu antigo amigo vinha em nossa direção.

- Oi – Hoseok acenou animado – Sou Jung Hoseok.

- Sunbae – ele curvou-se e isso fez o garoto ao meu lado rir – Muito prazer.

- Sem essa – bateu no ombro dele com o seu – Pode me chamar de Hoseok-Hyung.

E eu querendo cortar a língua dele com uma tesoura, só pra vê-lo sofrer. JungKook olhou pra mim e eu fazia cara de paisagem, nem respirando estava.

- Oi Jimin – disse calmo, mas dava pra ver sua hesitação – Desculpe pelo outro dia.

- Que outro dia? – perguntei perdido.

- Você estava ocupado e eu cheguei te fazendo várias perguntas – JungKook ficou sem graça e curvou-se – Sinto muito.

- Caramba, esse menino é mesmo muito educadinho – Hoseok falou impressionado – Tudo bem, ele é burro assim mesmo, JungKook.

- Hyung – avisei e lhe dei um olhar – Por favor.

- Qual é – bufou – Jeon… Jimin quer falar com você faz dias, mas não tem coragem.

Ok. Eu esperava mesmo que Jung Hoseok fosse para o inferno e lá a alma dele sofresse até que não fosse mais possível, porque nesse minuto, eu estava a ponto de mata-lo lentamente. Jeon JungKook nos olhou meio perdido e então riu. Por que ele não podia ser feio sorrindo? Ficaria mais fácil.

- Pode nos dar um minuto, Hoseok-Hyung? – disse com calma.

Hoseok ao invés de sair como uma pessoa normal, quando estava atrás de JungKook fez sinal com os polegares pra cima e sorriu tão grande que doía olhar. Minhas mãos começaram a suar e eu fiquei parado com cara de peixe morto.

- Por que saiu correndo? – perguntou ainda calmo.

- Eu não sei – respondi sincero – Faz tanto tempo.

- Você está ocupado agora? – indicou um banco e caminhamos até lá, nos sentando e ficando em silêncio. O que eu devia falar? – Você está diferente.

- Pra mim continuo o mesmo – dei de ombros me sentindo exposto – Você que está diferente.

- Acho que só cresci um pouco – sorriu pra mim. Ok, sem sorrir JungKook, por favor.

- Mas já está fazendo amigos, isso é bom.

- O pessoal é muito… Simpático – disse aquilo com uma careta e foi minha vez de rir. Nesse ponto ele continuava o mesmo, JungKook não lidava muito bem com isso – Fiquei feliz de que você tivesse na mesma escola, pelo menos não ficaria sozinho, foi o que pensei de inicio, mas então você correu e eu… Bem, achei que não quisesse falar comigo.

- Não foi isso – ergui as mãos – Eu só… Fiquei com vergonha, sei lá. Você parece tão diferente, e como eu disse, faz tanto tempo.

- Nós podemos ser amigos? – perguntou com expectativa e assenti com vergonha – Eu fico feliz por isso, seus amigos parecem ser legais.

- Eles são uns idiotas, no bom sentido – falei rápido e ele riu.

- Eles estão nos encarando faz tempo – indicou com a cabeça.

TODOS ELES estavam em pé, na entrada, nos olhando tão fixamente que dava pra notar que estavam esperando alguma coisa, até parecia que eu era uma garota se declarando para o seu amor. Fiz sinal de que mataria todos eles e o único a desviar o olhar e criar vergonha na cara foi Yoongi. Pelo menos um deles tinha decência.

- Você continua morando no mesmo lugar? – virou-se pra mim e fiz uma cara de paisagem, pois estava fazendo sinais feios.

- Sim, na mesma casa de sempre.

- Eu passei lá esses dias – disse envergonhado – Fiquei mesmo achando que você poderia morar lá e que poderíamos conversar, como nos velhos tempos.

- Você se lembra de quando quebramos o gato de porcelana da sua mãe? – falei sem pensar e ele encarou-me rindo – Ela ficou louca.

- Ela nos fez limpar tudo… – JungKook olhou minha mão e viu que eu ainda tinha a cicatriz de quando cortei naquele dia. – Você se cortou e eu tive que te dar meu chocolate pra você não chorar.

- Foi uma troca justa – brinquei.

- Foi mesmo – balançou a cabeça sorrindo – Eu me lembro de quando você inventou que poderíamos fugir pela janela e eu quase quebrei o braço.

- Eu te disse pra se segurar nas telhas – avisei e ele riu alto – Você que disse que queria ser como o homem aranha e se jogou.

Nós passamos todo o nosso horário de almoço conversando e relembrando vários momentos que passamos juntos. Foi diferente do que pensei; nós rimos muito e descobri que na verdade, JungKook só havia ganhado altura, pois continuava praticamente o mesmo. Sua cor favorita continuava sendo azul, ele ainda gostava de chá verde com mel, ainda ficava sem jeito quando tinha atenção voltada pra si, e continuava quieto.

(…)

Depois de duas semanas, nós conversávamos como se sempre fossemos amigos. Um dia, depois da aula, marcamos de irmos até minha casa estudar matemática, minha mãe quase gritou quando viu JungKook. Nunca a vi abraçar e apertar tanto um ser humano que não fosse eu ou meu irmão mais novo. Eu estava tão feliz por ganha-lo de novo, até que a verdade caiu sobre mim em uma bela quinta-feira. Estávamos sentados na cantina, conversando sobre um jogo que Jin-Hyung havia comprado e nos convidado pra jogar em sua casa, JungKook veio com uma cara estranha e não disse nada, quando o sinal estava prestes a bater, ele pegou minha mão e me puxou para as máquinas de suco, parecia aflito e fiquei curioso.

- A representante…

- Kim Hyuna – falei calmo – O que tem ela?

- Ela acabou de se declarar pra mim – soltou aquelas palavras.

Eu queria mesmo perguntar qual foi a resposta dele, queria dizer que era algo bom, que era para ele aproveitar. Mais eu fiquei quieto, respirei fundo e desliguei meus ouvidos, não queria ouvir mais nada, queria fingir que não havia escutado nada daquilo.

- Jimin – JungKook segurou-me pelos ombros e encarou-me – Você está me ouvindo?

- Desculpe. O que você disse?

- Eu disse que ia pensar – bufou alto – O que eu devo fazer?

- Eu não sei… Quero dizer, isso é você quem deve decidir. Certo?

- Você é meu amigo, deveria ajudar.

AMIGO. Eu era seu amigo. Sim, parabéns pra mim. Sorri querendo gritar, assenti pra ele e indiquei as escadas, não sei o que respondi algo como “se você gosta dela”. Ele também não disse mais nada, ficamos em silêncio e entramos na sala do mesmo jeito, olhei para a janela quando a aula de química começou. Vinha uma chuva feia pelo jeito, o céu estava muito escuro e um vento forte soprava. Duas salas estavam em educação física e desistiram quando os primeiros pingos atingiram o chão e então veio forte.

Quando a tortura de ficar ali acabou, juntei meu material e saí da sala feito um furacão. JungKook não tentou me parar, talvez fosse pra casa com Kim Hyuna, e pouco me interessava. Taehyung tentou gritar comigo quando me joguei porta afora, sentindo a chuva forte ensopar meu uniforme escolar. Eu só queria ir pra casa, comer algo gorduroso, me sentir um perdedor e depois me sentir culpado por ter comido feito um porco.

Eu podia negar, ou disfarçar, fingir… Mas a verdade era que, eu gostava de Jeon JungKook. Eu era perdidamente apaixonado pelo meu amigo de infância, e isso era estupido. Ele nunca olharia pra mim da mesma maneira, ainda mais com uma garota bonita interessada nele. Durante todos esses anos eu podia mentir pra mim mesmo, esconder isso com todas as minhas forças, porque era mais fácil, ele não estava na minha frente, dentro da minha vida, conversando e sorrindo pra mim todos os dias. Agora ele estava, era muito real. Eu levei anos pra aguentar que nunca iria acontecer, tudo porque não era real… Agora, bem, agora JungKook havia voltado, tornando uma imensa bagunça.

Igual quando te dizem que o papai noel não existe, mas você levou anos pra acreditar, e quando acreditou não era real, porém você ainda finge que acredita pra que ganhe presente todos os anos. Era mais ou menos isso, mesmo que a analogia fosse uma bela merda. JungKook era o meu presente de Natal, e meus sentimentos por ele eram o papai noel. Eu fingia não sentir pra que fosse fácil pra mim… Eu queria chutar algo. Queria correr, gritar, qualquer coisa. Quando minha mãe veio com um papo de que primeiro amor era uma droga porque você não esquecia, nunca acreditei, contudo… Era a mais pura verdade.

Trovões vieram fortes, quase caí de susto. Isso não me impediu de parar, continuei andando feito um maluco pela chuva, e eu era o único idiota fazendo isso. Quando estava perto de casa, isso depois de ficar ensopado e provavelmente pegar uma gripe, fui atingido.

Abri meus olhos. Olhei ao meu redor meio perdido, mas que… Eu estava no meu quarto, estava tudo em seu devido lugar. Passei a mão pelo meu peito, olhei e estava de pijama, não havia uma única ferida em mim. Eu tinha certeza que havia sido acertado por um raio e vai por mim, tinha doído. Uma batida na porta e minha mãe disse que o café estava pronto, ainda meio perdido fui até o banheiro, trocando de roupa e fazendo minha higiene matinal. Meu reflexo no espelho enquanto eu arrumava meu cabelo estava normal, nada diferente. O que tinha acontecido?

- Jimin – minha mãe chamou naquele tom de ordem, sentei a mesa e esperei – Ontem você chegou ensopado em casa e parecia estranho. Tem certeza de que não está gripado?

“Por favor, diga que não está gripado. Hoje é dia de novela.”

- O quê? – perguntei perdido.

- Eu perguntei se você não está gripado – disse novamente.

“Por favor… Por favor…”

- Estou bem – franzi o cenho – Hoje é dia de novela.

- O quê? – foi a vez de ela dizer perdida.

- O quê? – também soltei e ficamos nos encarando.

- Você está estranho desde ontem – bufou.

“Pelo menos ele sabe que hoje tem novela”

- Eu sei que hoje tem novela porque você disse – respondi.

- Mas… Jimin… – minha mãe me encarou e tocou minha testa – Você está bem? Eu não disse nada.

- Você disse sim…

- Jimin…

- Deixa pra lá – balancei a cabeça. Comecei a comer até…

“Esse garoto entrou na adolescência e ficou esquisito. Espero que não esteja usando drogas.”

- MÃE – gritei.

- O que foi? – falou brava.

Mas o que estava acontecendo? Olhei meu prato de comida e não tinha nada diferente. Olhei para minha mãe e ela esperava uma resposta, então mesmo sem sua boca se mexer eu ouvi.

“Por que ele está me olhando como se eu fosse louca?”

MEU DEUS DO CÉU. Acabei me engasgando com o arroz e comecei a tossir. Minha mãe correu e tentou me ajudar, dando tapinhas nas minhas costas. Isso me fez gritar, quase caí da cadeira e fiquei olhando pra ela.

- Eu vou te levar a um médico – disse por fim – Você está muito estranho.

- NÃO! – gritei e então levantei, arrumando meu uniforme e fingindo que nada havia acontecido – Eu vou me atrasar, melhor eu indo.

Saí correndo com a mochila e continuei correndo até estar bem longe de casa. Quando estava perto da escola, comecei a ouvir vários burburinhos e minha cabeça começou a doer. Fiquei com a testa no armário frio, tentando entender o que estava acontecendo. Minha mãe não havia dito nada, mesmo assim eu ainda podia ouvi-la.

- Jimin – Taehyung tocou meu ombro e gritei – Calma, sou eu.

- Taehyung – me joguei nele, abraçando-o – Essa manhã está muito estranha.

“Esse garoto tem sérios problemas.”

- O que você disse? – perguntei.

- Eu não disse nada – fez uma careta – Você está bem? Parece meio pálido.

- EU FALEI QUE ESSA MANHÃ ESTÁ MUITO ESTRANHA.

- Ok – ergueu as mãos – Me conte o que está errado.

“Eu hein, pra que tanto estresse em plena sexta-feira de manhã.”

De novo. Ele não havia dito nada, sua boca não havia mexido, EU VI. Mesmo assim o ouvi, igual o que houve com a minha mãe. Ou eu estava ficando louco…

“Será que eu devo falar com ele?” – Ouvi um pouco longe e virei, encarando JungKook parado com o cenho franzido enquanto encarava o nada. “Ele parecia estranho ontem.” Por que diabos eu podia ouvir as pessoas mesmo sem elas falando nada?

Simples… Minha cabeça girou e eu provavelmente caí de cadeira no chão. Só acordei depois, em um lugar branco que descobri ser a enfermaria. Pisquei meio perdido e então olhei para o lado, quase gritei ao ver que JungKook estava ali, olhando para o nada pensativo. Ok, havia sido um delírio, talvez minha mãe tivesse razão, talvez fosse uma gripe forte.

- Jimin… Você está bem? – ele perguntou quando notou que eu estava acordado.

“Seu idiota, nunca mais me assuste assim.”

- O QUÊ? – gritei arregalando os olhos. JungKook ficou perdido e abriu a boca pra falar algo, mas nada disse.

“Seria estranho abraça-lo agora? Ele parece com medo. Talvez eu deva…”

- Você está bem? – perguntou novamente.

- Ótimo – menti e sorri amarelo – Novinho em folha.

- Não é o que parece – fez careta.

“Ele parece assustado. Talvez eu não desse ter vindo junto.”

- Obrigado por vir – respondi e corei.

- O quê? – JungKook piscou perdido.

“Ele ficou feliz que eu tenha vindo?”

- Eu fiquei feliz por você estar aqui – alguém, por favor, cale a minha boca.

- Jimin…

- Desculpe. Você perdeu aula…

- Tudo bem – falou ainda meio perdido – Você está bem mesmo? Desmaiou do nada na entrada.

“Isso me deixa louco, por que ele apenas não diz que está mal?”

- Eu realmente estou bem – falei firme – Sério, acho que só não dormi e comi direito.

- Você não pode pular refeições, Jimin.

“Se eu não gostasse bastante de você, poderia te socar agora. Idiota.”

Aos poucos minha cara foi ficando inteira vermelha e JungKook arregalou os olhos, perguntando se tinha algo errado. Eu podia desmaiar novamente, não faria diferença. Por favor, me diga que isso não está acontecendo.

“Ele fica bonito vermelho”

Ok. Eu queria morrer agora mesmo. Talvez eu ainda estivesse delirando, ou talvez eu fosse louco, porque JungKook não dizia nada e mesmo assim eu ainda podia… Espera. Olhei em seus olhos e segurei seu rosto, chegando bem perto.

“O que… Ele… Ele… Vai me beijar aqui?”

Nada, ele não havia falado nada. Eu estava mesmo ouvindo… Os pensamentos dele? Eu estava ouvindo os pensamentos de JungKook? Pisquei várias vezes ainda encarando-o.

“Ele vai me beijar aqui! Ele vai me beijar… aqui… Ele… Vai…”

Ouvimos a porta fazendo barulho, provavelmente sendo a enfermeira, soltei JungKook e tentei me sentar, porém estava meio zonzo. Suas mãos seguraram meus ombros e ele fez uma cara feia pra mim.

“Essas crianças não comem direito e desmaiam por nada!” – ouvi a enfermeira e pigarreei para que ela percebesse que estávamos ouvindo.

- Oh, você acordou – ela sorriu abrindo a cortina – Está melhor? Podemos libera-lo pra ir embora e ligar para sua mãe, se quiser.

- Não – ergui a mão – Eu realmente estou melhor.

- Que bom – continuou sorrindo.

“É só comer. Do que adianta vir pra escola se for pra passar mal?”

Nossa mulher vai com calma, não precisa me agredir… Assenti pra ela e calcei meus sapatos. Saí de lá com pressa, notando que havíamos perdido as aulas da manhã. Eu precisava comer, até porque JungKook disse que iria me obrigar se eu não o fizesse. A cantina estava uma bagunça e um zumbido chato invadiu minha cabeça, era chato e eu gemi por isso.

“Se ele desmaiar de novo, dessa vez vou leva-lo ao hospital.”

- Eu estou bem, é só o barulho – indiquei ao redor e ele assentiu.

Sentamo-nos à mesa de sempre, até que o restante da trupe viesse e sentasse junto.

- Ficamos sabendo da sua proeza essa manhã – Hoseok disse – Fiquei preocupado.

“Se esse idiota parar de comer pra ficar bonito, eu juro que vou chutar a bunda dele” – pensou.

- Eu fiquei preocupado, você capotou do nada – Taehyung também disse.

“Até o príncipe encantado surgir e te levar pra enfermaria feito uma princesa” – debochou.

- Obrigada, Taehyung – respondi sarcástico.

- E aí – Yoongi nos saudou – Fiquei sabendo que desmaiou na entrada.

“Meu Deus, que sono” – disse bravo. Nada além do usual do Yoongi.

“Yoongi fica tão bonitinho com essa carinha de sono” – encarei Hoseok e quase caí da cadeira rindo.

- Você está bem mesmo? – Taehyung perguntou enquanto eu ria histericamente.

- Ótimo – limpei as lágrimas – Só… Ouvi uma coisa engraçada, só isso.

“Por que caralhos Hoseok fica me olhando de lado?” – Yoongi fez uma cara feia.

- Fiquei sabendo que uma garota se declarou pra você ontem, Jeon – Hoseok soltou a bomba no ar e quis me esconder.

“Não fala disso perto do Jimin, por favor.”

- Er… Sim – JungKook respondeu sem jeito – Mas eu não respondi.

“Talvez ele deva dizer sim pra fazer o Jimin acordar” – Taehyung pensou.

MAS O QUE? Olhei de lado para Taehyung que fazia sua famosa cara de nada. Como assim ele sabia que eu gostava do JungKook e não disse nada? Mentiroso filho da…

“Eu não quero ter que falar daquela garota” – JungKook pensou e pude notar a tristeza em seus pensamentos. “Isso vai afastar o Jimin de mim”.

“Yoongi devia usar o cabelo assim mais vezes” – Hoseok pensou.

“Eu juro que se o Hoseok não parar de me olhar vou dar uma porrada nele” – Yoongi rebateu.

“Essa manhã está muito estranha” – Taehyung concluiu.

- Eu concordo – falei do nada e todo mundo me encarou – Pensei em voz alta.

- Você está passando do seu habitual estado de retardado, Jimin – Taehyung disse brincando e quis lhe dar um tapa.

“Se eu dissesse não, será que Jimin entenderia?” – JungKook pensou.

- Preciso de ajuda com inglês – Yoongi choramingou – Estou levando uma surra.

- Eu posso te ajudar – Hoseok se ofereceu.

“Você é péssimo em inglês, idiota” – Yoongi pensou.

- Tudo bem – Yoongi deu de ombros – Fazer o que.

“Talvez eu devesse dizer ao Jimin que não podemos ser só amigos” – JungKook continuou seus pensamentos e quase me afoguei. “Tudo que eu queria era só… Voltar e poder continuar de onde paramos, mas parece impossível.”

- Eu preciso de ajuda com História ocidental – disse meio perdido.

- Eu posso te ajudar – JungKook disse calmo.

“Essa pode ser a oportunidade. Não, para com isso JungKook, ele nunca vai gostar de você assim. Ele é seu AMIGO.”

ESPERA… ESPERA… JungKook também gostava de mim? Mais do que amigo? Agora eu podia mesmo ir ao hospital, porque o delírio estava me deixando meio doido. Olhei para ele e ele continuava calmo, como se não estivesse pensando essas coisas.

- O que foi? – perguntou baixinho.

“Respire JungKook… Mantenha a calma.”

- Nada – desviei o olhar – Ficaria feliz pela ajuda com a matéria.

Ele assentiu e ficamos em silêncio. Não minha cabeça, porque eu ainda continuava ouvindo todos. Mas agora eu sabia… Ele gostava de mim. QUE COMECEM OS JOGOS!

Aparências Mudam

- Park Jimin

- Smut de primeira vez

Originally posted by mvssmedia

A festa estava simplesmente incrível. A música tocava por todos os cantos daquele lugar e as pessoas moviam seus corpos como se não houvesse amanhã. Eu havia bebido um pouco, mas ainda estava bem ciente de onde me encontrava. Resolvi sair para tomar um ar, já que me sentia levemente sufocada.

 Sentei-me em um pequeno muro na frente da casa. A festa havia sido planejada por amigos antigos da escola que queriam fazer um grande reencontro. Vi alguns meninos da minha sala bebendo sentados na grama, rindo de coisas sem muito sentido e conversando sobre assuntos que não me interessavam nem um pouco. 

 Levei um susto quando notei que havia um menino sentado bem ao meu lado. Ele também bebia e seu cabelo estava bagunçado. A camisa caía muito bem nele e me permitia ver os músculos que cobriam todo seu corpo.

-Olá _______ – Ele disse, me arrancando dos meus pensamentos. – Pensei que não fosse vir. – Quem era aquele garoto? Um sorriso surgiu lentamente em seu rosto enquanto bebia mais um gole da sua cerveja.

-Desculpe-me, mas quem é você? – Perguntei, colocando minha garrafa no chão. Ele soltou uma risada arrastada, virando o rosto para me encarar. Pensando melhor, aquele garoto tinha alguma coisa que me fazia lembrar de alguém…

-Não me impressiona você não lembrar de mim. Afinal, quem se lembra do nerd quieto da sala? – A imagem do único menino com essa descrição surgiu na minha mente. Eu conseguia me recordar dele agora, mas não conseguia acreditar nos meus próprios olhos.

-Espera, você é Park Jimin? Aquele Park Jimin que estudava comigo?! JIMINNIE? – Perguntei, virando-me melhor para encará-lo. Minha surpresa devia estar estampada na minha cara, porque o menino abriu um sorriso grande.

-Então você realmente lembra. – Ele disse, colocando a garrafa no chão também.

-Jimin… Só me explique como – O garoto ergueu a sobrancelha. – Como um nerd quieto e rechonchudo como você virou…. ISSO TUDO? – Apontei para seu corpo todo, inclusive seu rosto. Ele estava incrivelmente bonito agora. Aquilo fez meu coração bater mais rápido, os sentimentos se misturando dentro do meu peito.

 Na época em que estudávamos juntos, eu tinha uma queda por Park Jimin. Meninos nerds e quietos sempre me atraíram e ele não era uma exceção. Lembro-me de uma vez que Jimin me convidou para o baile de primavera, nos divertimos como nunca naquela noite.

-Aparências mudam, sabe. Personalidades nem tanto. Mesmo que a pessoa consiga mudar a forma que as pessoas a veem, lá no fundo, sempre será a mesma. – Jimin disse, suspirando e se levantando. Levantei-me rapidamente, o que fez o menino me encarar, curioso.

-Aonde vai? – Minha voz estava um pouco baixa. Por algum motivo, Jimin me amedrontava um pouco. Será que estava bravo por eu não ter reconhecido-o?

-Vou para casa, festas não são para mim. – Ele piscou, acenando e indo embora. Minha respiração estava um pouco ofegante pelos vários sentimentos que transbordavam dentro de mim.

-ESPERA! – Gritei, fazendo o menino para de andar. Apressei-me até ele, não podia deixar a história acabar desse jeito. – Você pode… Ficar só mais um pouco? – O garoto sorriu, assentindo. – Podemos ir para outro lugar, se não gosta de ficar na festa.

 Acabamos por ficar na casa de Jimin. Aceitei porque queria conversar muito com ele, não conseguia acreditar que meu primeiro crush (Lê-se: paixão que parece mais um abismo) estava na minha frente naquele momento.

 Sentei-me no sofá, vendo-o pegar uma xícara de café para mim. Suspirei, olhando ao redor da casa. O relógio marcava três da manhã, isso explicava o motivo dos meus olhos estarem tão pesados. Assim que Jimin voltou, peguei a bebida, sorrindo como agradecimento.

-Então, quer que eu pegue mais alguma coisa? Um cobertor talvez? Você parece estar com frio nesse vestido – Ele disse, ainda de pé. Jimin estava certo, eu estava congelando. O clima havia esfriado muito desde que saí de casa. Assenti, bebendo o café. – Volto em um minuto.

 Park se foi e eu reservei esse pouco tempo para fechar os olhos, relaxar um pouco. Memória vieram na minha mente, momentos que passamos juntos e que me fizeram passar noites sem dormir. Sorri, respirando fundo enquanto sentia a sensação quente da xícara entre meus dedos.

 Do nada, imagens começaram a sugir na minha mente. Os músculos de Jimin… Seu cabelo bagunçado… Sua boca… Juntei minhas pernas com força ao perceber a sensação que nascia em meu corpo. Engoli em seco, me sentindo envergonhada. Respirei fundo, tentando esquecer aquilo.

Jimin voltou com um sorriso adorável no rosto, trazendo consigo um grande cobertor que parecia muito quente. Sorri também, agradecendo e me cobrindo rapidamente. Senti meu rosto corar e meu coração bater mais forte no meu peito, mas tentei esconder isso o máximo possível.

-Finalmente – Ele disse, se sentando e suspirando. Seu suspiro me fez ter que respirar fundo para manter o controle. – Sabe, é estranho estar sentado ao seu lado depois de tanto tempo. – Um sorriso foi plantado em seu rosto e o garoto riu.

-Pois é, parece que foi ontem que saímos da escola. – Falei, então um silêncio estranho tomou conta do lugar. Podia sentir o olhar de Jimin sobre mim e não sabia direito como agir.

-Acho que essa é uma boa hora… – Jimin disse, respirando fundo. – Eu sempre gostei de você quando estávamos na escola – Aquele comentário me pegou totalmente desprevenida. Encarei-o, surpresa. O garoto assentiu, sorrindo. – É, um tanto quando surpreendente.

-Por que nunca me contou?! – Perguntei, tirando um pouco do cobertor de cima de mim. Jimin deu de ombros, encarando o teto. Seu maxilar ficou completamente definido, me fazendo desviar o olhar.

-Pensei que você gostasse de outra pessoa – Ele virou a cabeça para mim. – Estava errado? – Assenti, me aproximando de Jimin. O garoto respirou fundo, vendo-me engatinhando até seu corpo sobre o sofá.

-Estava. Eu sempre gostei de você, Jimin. Se tivesse me falado, talvez não fôssemos tão distantes como somos agora… – Falei, passando as mãos no cabelo bagunçado de Park. O menino sorriu, acariciando minha bochecha.

-Ainda temos tempo… – Meu rosto se aproximou lentamente do de Jimin e então nossos lábios finalmente se juntaram. Foi melhor do que eu jamais havia imaginado. Passei as mãos pelos braços definidos de Park, sentindo seus músculos tensionarem assim que me sentei sobre seu colo. – Você tem certeza de quer fazer isso? – Assenti, voltando a beijá-lo com intensidade.

  Dentro de mim, eu ainda estava um pouco confusa. Virgem e perto de não ser mais com alguém que não via há anos. Esses pensamentos me fizeram hesitar e me afastar, mas não consegui olhar nos olhos de Jimin.

-O que aconteceu? – Ele perguntou, tocando minha bochecha. Neguei com a cabeça, suspirando. – Virgem? – Assenti, encarando-o. Jiminnie sorriu de leve e beijou meu nariz. – Tudo bem, está tudo bem. Não vou fazer nada para machucá-la.

-Eu só estou com medo de me arrepender…

-Vou fazer de tudo para que não pense isso. – Ele piscou e beijou meu pescoço, fazendo-me suspirar. Segurei seus cabelos, colocando a minha cabeça mais para o lado, lhe dando mais visão da pele do meu ombro.

  O garoto beijou-me, deixando leves marcas em mim. Sorri, passando a mão pela sua nuca, sentindo-o se arrepiar. Jimin segurou minha cintura com força, levantando-me e provavelmente nos levando para seu quarto.

 Fui colocada na cama com calma, Jimin ficando de pé na minha frente. O menino tirou sua própria blusa, permitindo-me ver toda aquela obra de arte. Suspirei, sentindo a mesma sensação de antes crescendo dentro de mim mais rápido.

 Após estar só de boxer, subiu sobre a cama, tirando o cabelo do meu rosto. Sorri, corando. Ele ergueu um pouco da barra do vestido, pedindo silenciosamente para retirá-lo. Assenti, deixando com que visse minha barriguinha não tão definida.

 Jimin sorriu, deixando beijos por ali e me fazendo arrepiar. O garoto tirou meu sutiã, sem hesitar nem alguns segundos em chupar e lamber a área. Suspirei, erguendo um pouco as costas por causa da sensação que aquilo proporcionava.

 Suas pequenas mãos desceram pelo meu corpo até a parte interna da minha coxa. Voltamos a nos beijar, dessa vez pude sentir o suor fazendo meus cabelos grudarem bem de leve na minha testa. O mesmo acontecia com Jiminnie.

O menino tirou minha calcinha devagar, fazendo questão de ter seu dedo trilhando todo o caminho. Park foi até minha intimidade, primeiro provocando-me pela parte interna da minha coxa. Suspirei alto, quase gemendo. Estava me trancando de fazer isso por vergonha, não sabia o que ele poderia pensar. Jimin fez seus pequenos dedos se moverem pelos lábios da minha intimidade. Fechei as pernas, agarrando seus cabelos.

 Jimin gentilmente me fez abri-las de novo, voltando aos movimentos lentos com seus dedos. Os olhos de Park estavam em mim, o que fez o clima esquentar mais umas cem vezes. Assim que eu, provavelmente, já estava quase uma piscina, o garoto colocou um dedo dentro de mim, juntando no mesmo momento, sua língua.

 Uma explosão de sentimentos surgiu dentro do meu peito e se espalhou por todo meu corpo. Minhas unhas agarravam seus cabelos e minhas costas estavam subindo e descendo. Sorri, sem conseguir segurar, enquanto soltava um gemido.

 Senti Jimin sorrindo também, então, do nada, o menino se afastou. Ele foi até o banheiro, pegando uma camisinha. Enquanto estava longe, continuei me tocando para não terminar com aquela sensação. Park voltou, rindo baixo ao me ver daquele jeito.

-Impaciente você, não? – Sorri de olhos fechados, mordendo os lábios. O garoto já estava sobre mim e posicionado entre minhas pernas.

 Seus olhos encontraram os meus, então simplesmente o beijei, me preparando mentalmente para o que estava por vir. Senti uma dor percorrer todo meu corpo e me tensionei. Jimin parou e passou a mão em minha bochecha.

-Relaxa… – Sua voz em meu ouvido fez meu corpo todo ficar calmo de novo. Respirei fundo assim que senti-o continuar. A dor continuava percorrendo-me, deixando-me sem ar.

 Finalmente, Jimin se colocou por completo dentro de mim. Ficamos parados por um momento, então falei para que continuasse. Os movimentos eram lentos, e aos poucos a dor foi se transformando em prazer. Segurei suas costas, arranhando-o, enquanto gemia.

 Jimin também gemia, sorrindo ás vezes. Nem percebi, mas quando minha sanidade voltou levemente, a cama estava batendo contra a parede com força e ambos gemíamos alto. Os lábios de Park mordiam meu pescoço e minhas unhas arranhavam todo seu corpo.

 Senti a sensação do orgasmo se construindo dentro de mim e percebi que ele sentia o mesmo. Arqueei minhas costas quando Jimin acertou meu ponto G, praticamente gritando. Movi meus quadris, tentando pegar mais velocidade, o que fez o menino rir. Sorri ao ouvir sua risada, não acreditando no que acontecia.

 Tensionei e relaxei o corpo quando senti aquela sensação forte percorrer todo átomo meu. Suspirei, caindo na cama. Jimin ainda continuava me penetrando, mas depois de alguns segundos ele caiu sobre mim, gemendo alto. Ambos nossos corpos estavam suados e os corações batiam rápido.

-Nós deveríamos ter nos confessado antes. – Ele disse, rindo. Comecei a rir, acertando seu ombro.

-Deveríamos mesmo… Podemos continuar depois de descansarmos? – Perguntei, encarando-o. O suor ainda fazia os cabelos grudarem em sua testa. Jimin sorriu, me trazendo para perto.

-Pode ter certeza que vamos continuar muitas vezes. - O garoto disse. Sorri, mordendo o lábio e esticando minha mão para tocar em seu membro. 

//MinSuga

anonymous asked:

oizinho. gostaria que você fizesse um em que o Harryzinho é casado c/ a S/N, e eles têm três filhos, dai a S/N não está muito no clima, e nega fazer sexo c/ ele, então eles briga, e as crianças ouvi a briga, dai depois o Harry vai se desculpar, (ao seu critério) se vai ter um final hot!? obgggg 😘😊


Pronto!

N/A: Oizinho, tudo bom? gostaria de saber seu nome, mas tudo bem. Espero que você goste do seu imagine -se não gostar me avisa, que eu faço ele de novo.- Não sei se ficou como você queria mas espero que te agrade. Manda ask dizendo o que achou. Obrigada por fazer o pedido! 

Boa leitura!


“Amor.” Ela disse baixinho enquanto deixava beijos por todo meu rosto.

“Hm-m?” Respondi sonolento, com os olhos semicerrados por conta da claridade.

“Já estou indo trabalhar, volto as 19:00 não esquece de levar as crianças para escola.” Ela disse se afastando de mim depois de deixar um selinho demorado em meus lábios.

“Tudo bem, te amo.” Eu disse antes que ela deixasse o quarto, eu havia entrado de férias já a alguns dias mas ela ainda iria trabalhar por mais um tempo. Ficar longe da minha mulher e de meus filhos sempre foi muito difícil para mim, estar em casa e não precisar me preocupar com a empresa me deixava mais bem humorado; apenas o fato de S/N ainda estar trabalhando tem me deixado irritado, ela sabe que não precisa mas sempre tem que fazer o contrario do que eu quero.

Levantei calmamente e fui até o banheiro tomar um banho rápido, me vesti e olhei o relógio do meu telefone que marcava 06:20, fui acordar as crianças; acordei primeiro Dylan que era o mais velho, ele conseguiria se arrumar sozinho o que me daria tempo. Logo depois fui até o quarto das gêmeas Darcy e Dayse que tinham apenas  4 anos, por isso precisavam mais de mim.

Eu dava banho nas duas garotinhas que estavam elétricas, enquanto Dylan se vestia em seu quarto; Dylan era muito maduro para sua idade, mesmo tendo apenas 7 anos ele era quase totalmente independente de mim e S/N. Eu tinha certeza que ele se tornaria um grande homem.

Quando todos já estavam devidamente arrumados, fomos em direção à cozinha e tomamos um café da manhã rápido, saímos de casa às 07:00. no caminho conversamos e rimos muito, além de cantar algumas musicas que tocavam no rádio. Não demorou muito para chegar na escola; Dylan desceu do carro e deixou um beijo em meu rosto antes de passar pelos grandes portões de entrada, eu tirei as duas meninas das cadeirinhas, entregando-as a professora que estava na porta. Me despedi de minhas filhas e entrei no carro dando partida.


O dia passou voando e quando vi as crianças já haviam chegado, tornando a casa barulhenta outra vez. Nós passamos o resto do dia assistindo desenhos e brincando, quando a noite foi caindo resolvi pedir alguma coisa para comermos já que eu queria que S/N fosse só minha aquela noite.

Minha mulher chegou um pouco mais cedo do horário que tinha dito, isso era bom; meus momentos com ela nos últimos dias tem sido escassos, eu estava precisando de um pouquinho de sua atenção. As crianças tiveram um dia cheio, por isso comemos e logo ela foram para cama.

Eu estava deitado na cama quando S/N saiu do banheiro já de camisola, eu não sei se era o fato de não termos feito nada a alguns dias ou porque ela era realmente gostosa, mas eu fiquei ‘animado’ só em olhar. Ela deitou na cama e se aconchegou bem perto de mim, e eu me deliciava com o cheiro de seus cabelos.

“Amor” Chamei manhoso.

“Oi” Ela respondeu suspirando.

“Vamos brincar um pouquinho?” Eu perguntei deslizando minha mão por sua cintura.

“Não estou no clima, amor” Ela disse baixinho.

“Eu faço você entrar no clima.” Disse antes de beijar seus lábios com vontade.

“Eu não quero.” Ela disse interrompendo meu beijo e virando-se para parede.

“Você está me negando sexo?” Eu perguntei indignado.

“Sim, eu não estou afim agora amor.” Ela disse delicada se virando para me encarar.

“Caralho, você passa o dia inteiro fora e quando volta não quer me dar atenção?”

“Harry, para com isso. Eu estava trabalhando.” Ela continuava calma.

“Você sabe muito bem que não precisa daquela merda de trabalho.” Eu disse alto, transmitindo toda a minha irritação.

Ela me olhou com um misto de magoa e raiva em sua expressão. “Você sabe muito bem que eu amo meu trabalho, e se você não está satisfeito com o que eu te dou não estou te obrigando a ficar.” Ela disse tudo gritando, ela sempre foi muito calma mas quando ficava irritada não era uma boa ideia ficar por perto. Pequenas batidinhas eram ouvidas na porta, S/N parou de falar e foi até a porta encontrando um garotinho assustado.

“O que foi meu amor?” S/N recuperou sua calma rapidamente para falar com o filho.

“Vocês estavam brigando?” Ele perguntou quase chorando, Dylan convivia com vários amigos que tinham pais divorciados e um dos seus maiores medos era que eu e S/N nos separássemos também.

“Não meu amor, apenas estávamos conversando.” Ela disse para o garoto que se virou para mim. Eu assenti e ele voltou sua atenção para mãe.

Ela caminhou até a cama e pegou seu travesseiro. “Vem, vou dormir com você hoje, bebê.”

“Como é?” Eu perguntei exasperado.

“Isso mesmo, quando você pensar melhor no que disse eu volto.” Ela disse me lançando um olhar desafiador.


Acordei assustado no outro dia pensando ter perdido o horário de escola das crianças, corri até o quarto de Dylan mas ele não estava lá, fui também até o quarto das gêmeas o encontrando vazio. Senti o cheiro gostoso de café da manhã vindo da cozinha, logo desci e fui em direção a ela. S/N estava inclinada limpando a boca de Darcy enquanto ria com Dylan de alguma coisa; era sem dúvidas uma das mais lindas cenas para mim.

Entrei no ambiente dando ‘bom dia’ todos me responderam, fui em direção a S/N para receber um beijo mas ela desviou de mim. Faze-la esquecer o que aconteceu ontem com certeza não seria fácil. Terminamos nosso café e S/N terminou de limpar a sujeira das gêmeas.

“As crianças vão sair mais cedo da escola hoje, vou busca-las antes do almoço; então você deveria pedir alguma coisa para o almoço.” Ela disse seria.

“Tudo bem, você também vai ficar para o almoço?” Perguntei hesitante, sabia que ela ainda estava com raiva de mim e que provavelmente estava se segurando para não explodir na frente das crianças.

“Sim, hoje vou sair mais cedo também.” Ela disse indiferente, logo saindo com as crianças para a escola e me deixando sozinho em casa.

Eu sabia que tinha agido errado com ela ontem, mas eu tenho sentido muita falta de minha esposa. Eu tinha que encontrar um jeito para que ela ficasse bem comigo outra vez, eu mal tinha conseguido dormir sabendo que minha mulher estava no quarto ao lado morrendo de ódio de mim.


Algumas horas depois eles chegaram, S/N ainda demostrava estar chateada comigo. Comemos e as crianças foram brincar, S/N passou o tempo todo com elas; não me dando brechas para tentar iniciar uma conversa. Apenas no jantar ela falou comigo, quando pediu para eu ajudar a dar comida as gêmeas. Aquela situação estava me matando; eu odiava ser ignorado e ela sabia disso.

Estava deitado na cama quando a oportunidade perfeita para me desculpar surgiu, as crianças já estavam dormindo e ela estava com seu travesseiro na mão pronta para sair do quarto. Levantei rapidamente e puxei seu braço, ela me olhou sem expressão e eu a abracei contra sua vontade.

“Nós precisamos conversar.” Eu disse baixinho bem perto de seu ouvido.

“Rápido que eu quero ir dormir.” Ela respondeu.

“Eu quero me desculpar por ter dito aquilo a você, eu sei que você ama o que faz e que gosta de ser independente. Mas eu também preciso de você, eu preciso da sua atenção.” Eu deixei escapar um suspiro e continuei. “Minhas férias não vão durar para sempre, e logo eu vou voltar para aquela rotina louca; e por isso eu quero aproveitar cada momento com você e com as crianças.” S/N me encarou por alguns segundos mas logo sorriu doce para mim, nesse momento um alivio tomou meu corpo. Ela se inclinou e deixou um beijo demorado em meus lábios.

“Tudo bem, eu sei que não tenho te dado muita atenção nos últimos dias. Me desculpa?” Ela perguntou com um pouco de culpa.

“Só se você dormir comigo.” Eu respondi rindo.

Ela me olhou e me beijou outra vez, ergui seu corpo em meu colo e suas pernas rodearam minha cintura. Caminhei devagar até nossa cama e nos deitei lá, passei minhas mão por baixo de sua camisola e encarei seu olhos pedindo permissão, S/N assentiu e eu continuei minha ação tirando o tecido de seu corpo. Ela gemia baixinho enquanto eu beijava seu pescoço e acariciava sua intimidade por cima da calcinha.

“Você está tão gostosa Babygirl.” Disse rouco mordendo o lóbulo de sua orelha.

“Por favor.” Ela sussurrou entre gemidos.

Minhas mãos foram até seus quadris puxando sua calcinha para baixo, logo a tirando. Rapidamente me livrei de meu short e cueca, eu já estava pronto pra ela. Me enfiei por inteiro dentro dela e um gemido contido saiu de sua boca, S/N passou a me beijar forte e a arranhar minhas costas fazendo com que minhas estocadas fossem cada vez mais rápidas e fortes. Fechei meus olhos e gemi antes de chegar ao meu ápice; com a respiração ofegante investi mais algumas vezes até que S/N chegou ao seu clímax. Deitei-me ao seu lado e a puxei para mais perto beijando sua tenta enquanto acariciava suas costas agora nuas.

“Eu te amo” Ela disse bem baixinho na curva de meu pescoço deixando um beijinho ali.

“Eu te amo” Sussurrei em resposta, a vendo adormecer em meus braços.  

O som dos saltos ecoavam pelos corredores da empresa, todos a olhavam com certo desprezo, a saia preta marcava suas curvas, a camisa social muito bem alinhada, a maquiagem bem feita chamava a atenção por onde passava.

Todos a achavam uma megera, mas essa era a função dela na empresa, ser a chefe e colocar a empresa nos trilhos… O filho de seu sócio havia colocado a firma a beira da falência e isso a deixava muito irritada sabia que era apenas um rapaz mimado e que achava que conquistaria tudo que quisesse só com o seu charme, mas desde que a mulher entrou naquele lugar as coisas mudaram completamente, tudo era perfeitamente calculado por ela, nenhuma decisão era tomada sem antes passar por suas mãos.

Nos corredores que a levavam para a sua sala os comentários e cochichos eram sempre os mesmos e ela não se importava com isso, queria apenas fazer o seu trabalho. Aquela tarde teria uma reunião com o sócio e o filho dele para decidirem o futuro da empresa… Já havia visto o rapaz e ele com certeza era completamente atraente e estava disposta a mostrá-lo que nem sempre ele estava no comando.

Chegou à sala de reuniões e os acionistas e sócios estavam ali preparados para mais uma reunião, uma das mais importantes dos últimos meses.

- Boa tarde – a moça disse assim que tomou o seu lugar na cadeira principal.

- Boa tarde – responderam todos.

- Bom… Todos sabem por que estamos aqui hoje e eu gostaria muito de apresentar a vocês os resultados que tivemos nos últimos meses – ela disse mostrando um gráfico no telão que havia ali – Como podem perceber as vendas aumentaram nos últimos meses, claro que alguns cortes nos orçamentos precisaram ser feitos, mas logo conseguimos perceber os resultados e posso garantir que a empresa está voltando a ter ótimos resultados.

- Fez um excelente trabalho (S/N) – um dos acionistas disse.

- Obrigada… Eu faço o meu trabalho sempre com excelência, senhor. Sei que as coisas quase nunca são do jeito que eu quero e tenho que respeitar os limites financeiros da empresa – disse alfinetando o filho do sócio que a fuzilava com os olhos.

Moreno, olhos cor de mel, cabelo perfeitamente arrumado num topete, a barba por fazer o deixava ainda mais atraente. Olhava atentamente todos os movimentos que a mulher fazia, sabia que ela estava o desafiando e se ela queria ver até onde ele ia com certeza mostraria. Deu um sorriso irônico para a mesma que apenas ignorou e continuou a reunião.

 […]

A reunião havia acabado e ela ficou ali juntando alguns papéis que levaria de volta para a sua sala quando de repente alguém entra e ela podia imaginar quem era e sorriu discretamente:

- O que foi aquilo na reunião? – ele vociferou.

Ela virou para encará-lo e percebeu que a distância entre os dois era mínima:

- Apenas a verdade… Viu como é fácil tirar uma empresa do buraco quando se tem competência? – sorriu debochada.

- Você está insinuando que eu não tenho competência? – ele disse irritado.

- Não… Estou afirmando isso. É claro que você não tem competência, conseguiu colocar a empresa a beira da falência por simples caprichos.

- Eu sabia exatamente o que estava fazendo…

- Eu percebi mesmo… Sabia tanto que seu pai precisou me chamar para resolver o seu problema.

- Você é uma megera mesmo, se acha superior a todo mundo.

- Meu bem, eu não acho que sou superior a todo mundo, eu só sou superior a você – sussurrou no ouvido dele.

A pele do garoto se arrepiou e ela percebeu dando um sorrisinho logo em seguida, sabia o efeito que causava nos homens e adorava aquilo.

- Se quiser eu posso te ensinar algumas coisas sobre como administrar uma empresa, lá na minha casa hoje á noite – disse sorrindo maliciosa para ele.

Ela era totalmente segura de si, sabia exatamente o que fazer para ter um homem aos pés dela e com ele não seria diferente. Sabia que havia uma atração sexual entre os dois desde os primeiros encontros pelos corredores da empresa, mas nunca teve a oportunidade de provocá-lo a ponto de conseguir o que queria.

- Sabe o quanto é gostosa né? – ele disse a analisando de cima a baixo.

- Nem me provou ainda para saber – disse fingindo inocência.

- Mas tenho certeza que logo vou provar – ele sussurrou no ouvido dela.

E dessa vez quem se arrepiou foi ela, a tensão sexual que havia naquela sala era totalmente palpável, qualquer um que entrasse ali sentiria o que estava acontecendo ali.

- Na minha casa ás 8 – ela disse antes de dar um beijo no canto da boca dele apenas para provocar.

Saiu da sala sem esperar a reação dele e foi terminar de organizar as coisas na sua sala.

[…]

O relógio marcava exatamente 18h34min quando ela entrou debaixo do chuveiro, deixou a água caiu sob seu corpo e tentou relaxar. Os pensamentos estavam no homem que chegaria daqui a pouco, queria mostrar para ele que estava no comando e que deveria obedecê-la nem que fosse apenas por essa noite, tinha certeza que enlouqueceria aquele homem.

Terminou seu banho e escolheu sua melhor lingerie, um vestido preto que marcava todas as suas curvas, uma maquiagem leve e um salto vermelho. Colocou um balde com champagne e gelo no criado mudo ao lado de sua cama e arrumou o cabelo rapidamente.

A campainha soou assim que ela acabou de se arrumar então apenas caminhou tranquilamente até a porta e a abriu com o maior sorriso cínico ao ver o homem parado em sua porta. Vestia uma calça preta apertada, uma camiseta branca e uma jaqueta de couro, o cabelo como sempre arrumado perfeitamente em um topete.

- Seja bem vindo Zayn – ela disse sorrindo maliciosamente o olhando de cima a baixo.

- Obrigada (S/N) – ele disse a observando.

Ela estava deslumbrante e isso ele não podia negar… Tinha uma atração por ela desde que seu pai a apresentou a ele. Sabia que aquela mulher não era qualquer uma e que essa noite os dois conseguiriam o que tanto queriam, uma noite completamente quente.

- Me acompanhe, por favor… – ela disse subindo as escadas até o seu quarto.

Ele é claro não pode deixar de observar o traseiro da mulher a sua frente e obviamente gostou muito do que viu, sabia que hoje a noite renderia.

Chegaram ao quarto da mulher e ela abriu a porta dando passagem para ele logo em seguida. Não podia negar que ele estava completamente irresistível naquela roupa, mas sabia que sem ele ficaria muito melhor.

- Como eu te disse vou te ensinar a administrar uma empresa, mas acho que vou mudar um pouco o aprendizado que teremos.

Ele a olhou com uma cara de total confusão e só quando o mandou sentar na cadeira que percebeu o que aconteceria ali…

- Vou te ensinar que nem sempre você é quem está no controle – ela disse o olhando maliciosamente.

A cadeira estava ali na frente da cama da mulher e ela já havia planejado aquela noite toda, só ele não sabia o que aconteceria dali pra frente, mas tinha certeza que iria adorar.

Ele sentou na cadeira como ela pediu e não demorou muito para ele sentir a camiseta sendo tirada de seu corpo e as mãos sendo amarradas para trás:

- Pra você não me tocar e sentir um pouquinho como é estar sendo controlado – ela disse no ouvido dele antes de dar uma mordida em seu lóbulo.

Ela o olhou nos olhos e por alguns segundos se perdeu ali, mas logo se recompôs e começou a passar as mãos por todo o peitoral definido do rapaz ouvindo-o suspirar… As unhas compridas arranhavam o abdômen, a boca roçava no pescoço dele e ela podia senti-lo se arrepiando a cada toque dela.

A boca agora distribuía beijos por todo peitoral dele, algumas mordidas eram distribuídas pelo abdômen e gemidos baixos saiam pela sua boca. Ele sabia que não podia fazer nada naquele momento, mas quando se soltasse com certeza a jogaria naquela cama e a foderia até cansar. A boca macia fazia sua pele se arrepiar e ela adorava ver a reação que causava nele.

Caminhou até o balde de gelo que havia ali e pegou uma das pedras se aproximando logo em seguida do rapaz que já sabia o que aconteceria ali, podia sentir seu pau ficando duro e não via a hora de poder tocá-la e fazê-la implorar por ele, mas ela não iria o soltar tão cedo assim estava se divertindo com toda aquela situação, adorava dominar um homem na cama e um homem como aquele merecia toda a sua atenção.

Logo ele pode sentir o gelo entrando em contato com a sua pele quente e se arrepiou e ela sorriu divertida enquanto olhava sua reação… Os lábios eram mordidos na tentativa falha de conter os gemidos, os olhos estavam fechados, a cabeça jogada para trás apenas sentindo a garota passar o gelo por todo o seu tronco.

Ela colocou o gelo na boca e começou a passar desde o pescoço até o umbigo dele enquanto apenas observava suas reações e sorria maliciosamente, adorando o efeito que estava causando nele.

- Porra, será que você pode me soltar? – ele esbravejou tentando se soltar da cadeira, completamente tomado pelo desejo.

- Não… – ela sorriu pra ele – Quando eu achar que devo te soltar o farei.

A garota sabia que estava brincando com fogo, mas estava adorando tudo aquilo, amava estar no controle da situação ás vezes e adorava vê-lo vulneral a ela. As pequenas mãos ágeis foram até o botão da calça dele abrindo-a em seguida o deixando apenas de cueca… Ele tinha um corpo maravilhoso, as tatuagens que possuía o deixavam com um ar mais rebelde e ela adorava isso nele.

O pau dele estava completamente duro e agora ele a olhava fixamente esperando o próximo passo, mas nem precisou de muito tempo para que ela tirasse o membro dele pra fora e passasse o polegar pela glande que estava com um pré-gozo… Pegou outro gelo no balde e voltou para perto dele.

O gelo entrou em contato com a cabecinha de seu pênis e ele soltou um gemido um pouco alto enquanto ela sorria:

- Está gostando? – ela perguntou.

- Filha da puta – ele disse com a voz trêmula.

Estava morrendo de tesão e queria acabar logo com aquela situação, queria a sentir implorando por ele, mas sabia que não era isso que aconteceria… Pelo menos não agora.

- Por favor… – ele disse entre gemidos.

Agora ela passava o gelo por toda a extensão de seu pau e ele ficava ainda mais louco de tesão.

- Por favor, o que? – ela perguntou cínica.

- Você sabe muito bem…

- Me diz o que você quer… Anda.

- Me chupa, porra! – ele disse sem paciência.

- Com todo prazer, gatinho.

Ela abocanhou seu membro, passava a língua por toda a base dele e voltava, rodeava a cabecinha com a língua enquanto ele gemia:

- Isso… Ah que boca gostosa – disse jogando a cabeça pra trás.

- Está gostando? – ela perguntou antes de voltar a chupá-lo.

- Pra uma megera você chupa muito bem um pau.

Ela tentava engolir todo o membro do rapaz, mas não conseguia por que era muito grosso, portanto engolia apenas o que conseguia… Já era o suficiente para ele gemer. As respirações dele estavam aceleradas, ela ajoelhada na frente dele o olhando fixamente enquanto chupava seu pau, estava gostando daquele joguinho que fazia com ele, o corpo começava a ficar suado e o único som que se ouvia ali era o dos gemidos.

Depois de um tempo o chupando ela sentiu que o rapaz estava prestes a gozar:

- Quer gozar? – ela perguntou o masturbando.

- Quero… Abre a boca que eu quero ver você engolindo toda a minha porra.

Ela também queria aquilo então abriu a boca enquanto o masturbava rapidamente… Não demorou muito para que o liquido começasse a sair indo diretamente para a boca dela que engoliu sem nem pestanejar.

- Agora me solta – ele disse autoritário.

- Não está na hora ainda – ela disse enquanto tirava o vestido.

Fez uma espécie de strip-tease para o garoto, tirava cada peça de roupa lentamente e sensualizando, dançando para ele. Observava cada movimento da mulher atentamente, estava gostando do que via, mas era uma pena não poder tocá-la, com certeza faria um estrago com aquela mulher.

Nenhuma peça de roupa era vista no corpo de nenhum dos dois, o corpo da mulher havia várias curvas perfeitas, seios médios e empinados, uma bunda que com certeza merecia algumas palmadas… Pegou uma camisinha na gaveta do criado mudo e abriu o pacote colocando-a em seguida no membro de Zayn…

- O que vai fazer? – ele perguntou ainda amarrado.

- Vou brincar um pouco com você – ela disse sorrindo maliciosamente.

Sentou no colo do rapaz e encaixou o pau na entrada de sua boceta que já estava molhada, desceu o quadril lentamente enquanto sentia o membro entrar em sua vagina.

- Não vai me soltar vadia? – o rapaz perguntou entre um gemido ou outro.

- Quando eu quiser eu solto… Agora me fode – ela disse apoiando as mãos nos ombros dele.

Zayn se movimentava como podia para foder aquela mulher, ela era tão quente e apertada que parecia virgem, mas com certeza esse não era o caso… Sabia exatamente como deixar um homem louco, tinha experiência no assunto.

- Ah isso… Mais forte – ela dizia.

- Cachorra, vou foder você tanto que vai me implorar para parar – ele disse a olhando nos olhos.

- Fode então – ela pediu e ele tentava aumentar os movimentos.

Enquanto ele a fodia ela conseguiu desamarrar as mãos dele que não demoraram a pegar na cintura dela a fazendo quicar cada vez mais forte em seu pau:

- Agora vou te mostrar como uma mulher como você deve ser fodida – ele estocava cada vez mais forte.

- Isso safado, vai…

- Toma putinha – ele disse puxando o cabelo dela.

As unhas estavam cravadas em seus ombros deixando marcas, mas ele não estava se importando com isso queria apenas foder com aquela mulher. As respirações estavam cada vez mais ofegantes, os corpos suados, os gemidos altos… Ele a pegou no colo e a colocou na cama sem sair de dentro dela:

- Fica de 4 vadia – disse ordenando.

Ela fez o que ele pediu, estava tomada pelo desejo e já tinha o torturado bastante.

- Isso safada – ele disse dando um tapa na bunda dela.

(S/N) soltou um gemido alto e então Zayn sorriu, sabia que agora era a hora dele torturar a garota.

- Você é muito gostosa – ele disse roçando a cabeça de seu pau na entrada da boceta dela.

- Mete logo – ela disse praticamente implorando.

- Quer meu pau na tua boceta é?

- Quero… Me fode – ela pediu novamente.

Ele sorriu maliciosamente e meteu de uma vez e ouviu-a gemer alto:

- Porra – ela disse enquanto sentia o pau dele entrar e sair de dentro dela.

- Ah que boceta gostosa – ele disse jogando a cabeça para trás enquanto metia nela.

- Isso safado, mete com força…

Ele metia cada vez mais rápido, sentia a boceta dela apertar de leve seu pau enquanto estocava. Aquela sensação era maravilhosa, não queria parar tão cedo, mas sabia que não aguentaria muito mais tempo:

- Eu vou gozar – ela avisou.

- Goza no meu pau, gostosa… Lambuza ele com o seu melzinho – ele pediu enquanto dava um tapa na bunda dele.

Não demorou muito tempo para ele sentir o liquido dela melando o seu membro e logo em seguida foi a vez dele chegar ao seu ápice.

Os dois caíram um ao lado do outro na cama e esperaram as respirações normalizarem:

- Para uma megera você é bem gostosa… Tem uma boceta bem gostosa – ele disse olhando para o teto do quarto da garota.

- Pra um ignorante você até que fode bem – ela disse rindo.

Os dois terminaram aquela noite debaixo do chuveiro se divertindo mais uma vez. Apesar de toda a rivalidade que existia entre os dois na empresa a química que tinham na cama era impressionante.

One Shot Harry Styles

  • Pedido por @raymaris Gostaria de pedir um em que o mino (qualquer um) ira se casar, e na despedida de solteiro a (S|N) é uma dançaria, e ele desiste do casamento por ela. Eu amo voce, seu tumblr, as histórias, tudo! Me Beja😋😍
  • Tenho certeza que todo esse amor não foi para mim, mas qualquer uma de nós nos sentimos feliz com o carinho. Obrigada     


Eu tinha planos de nunca me casar, só de pensar já me deixava suado e com palpitações e eu costumava dizer que nunca me amarraria a ninguém porque tenho um espírito livre, mas em dois dias estarei de frente a um altar.

Eu não sei como fui chegar a esse ponto, cedi a pressão dos meus sogros e da minha própria noiva que não paravam de falar sobre responsabilidades e casamento. Agora estou fadado a fazer uma coisa que eu sei que não dará certo, eu não amo a mulher que espera ter uma vida ao meu lado.

Meus amigos organizaram uma despedida de solteiro e eu estou pronto para pegar qualquer coisa que se mexa para me distrair do que estar por vir. Respirei fundo e adentrei o lugar que eles alugaram apenas para nós, havia algumas dançarinas sobre um palco no lado oposto do bar e eu me sentei encostado no balcão enquanto bebia.

Beber e olhar as mulheres gostosas moverem seus corpos sensualmente apenas cobertos com lingeries provocantes era a melhor coisa que eu podia fazer em todo o mundo. Uma delas me chamou mais atenção, ela parecia mais experiente e graciosa que as outras, enquanto eu bebia e a assistia, meu pau era apertado pela minha cueca e calça apertada completamente duro desejando que ela rebolasse daquele jeito sobre dele.

Eu precisava fazer algo por mim já que estaria caminhando para a forca em dois dias, deixei a bebida de lado e fui atrás de Jason, ele trabalha neste lugar e com certeza me ajudaria a ter um momento com a dançarina gostosa.

Fui indicado a seguir por um corredor e entrar na ultima porta a direita e foi o que eu fiz, ansiedade e desejo pulsavam pela minha corrente sanguínea enquanto eu entrava no quarto com pouca iluminação e com uma cama redonda com lençóis vermelhos a cobrindo. O quarto tinha um ar completamente vulgar, havia um frigobar em um canto e também um pequeno armário que me pergunto o que será que teria lá dentro, talvez fosse alguns brinquedos sexuais para deixar as coisas mais quentes.

A porta abriu e eu me virei para ver a mesma mulher que estava no palco entrar e fechá-la atrás dela, ela me olhava com atenção talvez me esperando falar algo, mas a única coisa que eu conseguia fazer era olhar seu corpo de cima a baixo me deliciando com a vista mais de perto.

Quando eu não falei nada, a mulher caminhou até a cama e sentou sobre os calcanhares no meio dela me olhando com atenção.

— Eu estou aqui porque Jason me pediu… Não sou uma prostituta se é isso que está pensando. — ela disse me fazendo finalmente pensar, além de querer apenas fode-la enquanto a cama gira com nossos corpos suados sobre ela.

— Eu não pensei isso. — falei por fim olhando em seus olhos.

— Você me chamou até aqui e está me olhando como se encarasse um pedaço de carne suculento. — talvez eu pense nela como um pedaço de carne suculento — Não vamos fazer sexo se quer saber.

— Não me acha atraente o suficiente para você? — a questionou me aproximando lentamente como se estivesse diante de uma presa.

— Estamos falando de sexo, eu não transo com todos os caras que me despertam interesse.

— Então eu te despertei o interesse…? — me sentei a sua frente olhando seus olhos mais de perto.

— Talvez… Mas isso não quer dizer que eu vá ceder a você. — ela deu um sorriso de lado bem discreto — As outras meninas que fazem esse tipo de trabalho, adorariam dividir essa cama com você. Posso chamá-las se quiser.

— Eu não quero prostitutas. Eu quero você! — falei decidido com meus lábios a poucos centímetros do seu.

— Eu faria sexo com você, Jason me pediu para ser bondosa e eu faria qualquer coisa que ele me pedisse, mas não com você. Você vai se casar e isso é contra os meu valores, não posso te ajudar a trair sua noiva quando já passei por isso.

— Quem foi o idiota que traiu uma mulher como você? — pousei minha mão sobre sua coxa desnuda sentindo a maciez de sua pele.

— Aposto que sua noiva é incrível…

— Eu não a amo.

— Mas vai se casar com ela. — retrucou.

— Você está tentadoramente me fazendo decidir não pisar naquela igreja. — rocei nossos lábios fechando meus olhos para me concentrar no que parece ser a única coisa que vou conseguir dela.

— Não acredito que um homem que abandona uma mulher no altar tenha alguma chance comigo. — eu abri meus olhos ao que ela se afastou um pouco.

— Então terei chance com você se terminar toda a faça? — ela deu de ombros — Eu farei isso por você. — sorri e passei minhas mãos por suas coxas — Quero te conhecer melhor.

— Faço sexo só após o terceiro encontro, se eu gostar da pessoa. — ela disse me fazendo rir baixo.

— Estou disposto a isso. — beijo seu rosto rapidamente — Qual o seu nome? Preciso saber o nome da minha futura namorada.

— Me chamo (seu nome), Harry Styles. — meu nome nunca foi dito de forma tão atraente — Jason me falou o seu nome.

— Eu vou para casa resolver as coisas, preciso do seu endereço para encontrá-la.

— Você sabe onde me encontrar… Não precisa saber onde moro. — ela sorriu tirando minhas mãos de suas coxas e se levantou curvando-se para que seus lábios ficassem próximos a minha orelha — Seja um bom garoto e não magoe a sua noiva.

Lutei contra a vontade de ir até ela para jogá-la de volta na cama enquanto ela rebolava aquela bunda maravilhosa para fora do quarto, agora eu tenho um motivo para concluir o casamento. Um bom e belo motivo.

[…]

Levou apenas um dia para que eu estivesse livre de Ally e pudesse ir atrás de (seu nome), não houve um segundo do dia que o nome dela e seu rosto não girasse em minha cabeça impedindo que eu a esquecesse.

Com um sorriso largo eu entrei na mesma boate que aconteceu a minha despedida de solteiro e ela foi a primeira pessoa que vi sobre o palco dançando provocantemente, a única parte que eu teria que me acostumar era com os marmanjos babando aos seus pés a vendo de forma tão provocante. Assim que sua dança acabou, eu sinalizei para o corredor indicando que eu a esperaria no mesmo lugar e não demorou muito para que ela aparecesse.

— Tudo certo agora? — sorri assentindo.

— Estou pronto para ser seu. — ela me olhou de forma pensativa e se aproximou.

Seus braços rodearam o meu pescoço me prendendo de forma que nossos corpos ficassem colados e depois de dar um selinho em meus lábios, ela iniciou um beijo quente pedindo passagem para sua língua e eu logo cedi retribuindo o beijo que eu queria tê-la dado desde a primeira vez que ficamos sozinhos neste mesmo quarto.

O beijo foi encerrado com ela puxando meu lábio inferior entre seus dentes.

— Lembre-se que o sexo é só depois de me levar a três encontros. — eu ri baixo e voltei a beijá-la.




Meu bebêzinho está completando 23 anos, eu me sinto tão feliz por tê-lo na minha vida. 

Esse dia é especial, mesmo que o aniversariante não tenha “dado as caras”, acredito que está comemorando com as pessoas que ele ama e que o ama também. 

Espero que tenham gostado, deixem seu favorito e podem vim na ask sempre que quiserem. 

Vocês podem me encontrar também no @onedidreamsforever 

- Tay

Por favor, leia com atenção e não se esqueça das vírgulas - você sempre faz isso que eu sei. Muito em breve iremos cruzar uma esquina diferente. Isso vai mudar tudo. Mas espero do fundo do meu coração - assim mesmo, com a inocência e a sinceridade de uma criança - que nos encontremos um dia por aí. Sem muitas pretensões ou obrigações. Sem um futuro traçado ou um passado que nos prenda a alguém além de nós mesmos.
Guarde o que temos hoje em algum lugar quase inalcançável. Mesmo que seja só como bagagem de vida ou história para contar para os filhos. Esqueça o que eu te disse sobre não errar. Faça isso várias vezes, o quanto precisar. Me enganei quando acredito que poderia te mostrar o mundo com os meus próprios olhos. Use os seus - que, aliás, vai me fazer falta nos próximos anos.
Volte a ser aquele garoto ingênuo que conheci há alguns anos, mas só às vezes. Te garanto: assim como eu, algumas pessoas merecem conhecer esse lado seu. Tente também sorrir mais e lugar menos para o que vão pensar. Ma noticia: sempre vão dizer alguma coisa. Entre tais verdades e mentiras, acredite em quem realmente ama você. Poucos, mas quase sempre o suficiente.
Nunca enxergue tudo o que vivemos como perda de tempoZ juntos, nos somamos e dividimos absolutamente tudo. Deixamos passar algumas coisas, talvez, mas essas se tornam insignificantes e vazias perto do que alimentamos e cultivamos durante esses quase três anos.
Algumas coisas não acabam quando terminam. A paixão deve ir, mas algo Ainda fica por aqui. Não se esqueça, eu amo você.
—  Bruna vieira - Carta pra depois
Amo os olhos dele, nunca me cansarei de admirá-los. Ele sabe disso, já disse várias vezes. Amo quando seu cabelo está um pouco grande e meio bagunçado, isso o deixa naturalmente mais lindo. E quando lhe disse que adoro o seu queixo, ele me perguntou o que tem de tão especial naquele queixo. Eu também não sei. Só que, acho que quando se ama muito alguém, encontramos detalhes que talvez ninguém nunca tenha reparado e tornamos em algo especial, para que aquele pequeno detalhe seja o diferencial que faz nos apaixonarmos por esse alguém todos os dias. E esse garoto é cheio de pequenos detalhes. Cada dia que se passa eu o amo mais e mais. Adoro o jeito que sua boca se movimenta ao falar, e amo mais ainda o som de sua voz. Ah, e que voz! É de me dar arrepios. Adoraria ser acordada todos os dias com um sussurro dele ao pé do ouvido, com um abraço quente, um beijo morno e me deparar com aqueles lindos olhos verdes. Eu adoro a mania que ele tem de exagerar e reclamar de tudo. Mas todo esse exagero faz eu amá-lo ainda mais. Isso desperta o meu desejo de cuidar. Às vezes ele parece uma criança precisando de colo, e eu adoro oferecer-lhe o meu colo. Ele é tão meu e eu sou tão dele. Quando penso como seria minha vida sem tê-lo, é como se o tempo parasse e a vida me impedisse de continuar. Foi o que eu senti no momento em que estive confusa, tive dúvidas e pensei em deixá-lo. Doeu tanto. Nossa, como doeu. Jamais quero sentir aquela dor novamente. O que eu sinto por ele é maior que qualquer confusão que possa existir em mim. Mesmo às vezes ele me bagunçando tanto, só ele é capaz de me arrumar, de me acalmar, e de me fazer tão bem de um jeito que só ele sabe. E mesmo que esse jeito seja meio torto, é um jeito só da gente que só a gente entende. Há aqueles que dizem que entre nós não existe amor. Mas quem são eles para falar sobre o que a gente sente? O que a gente sente é da gente. E mais uma vez eu digo: Só a gente entende. Pois só quem ama sabe quão bem nos faz a pessoa amada. E como uma música diz: deixe que digam, que pensem, que falem.
—  Je t’aime, mon amour. Jackelaine L. Pinto.
Preference - Dia de Folga

Liam:

‒Ok Loki. Eu vou jogar isso e você vai pegar ok? ‒ Liam disse pro cachorro a sua frente que com certeza estava tão animado quanto ele. Sorri para a cena enquanto me sentava no banquinho de madeira na parte coberta do quintal da casa.

Liam jogou o brinquedo de Loki, e embora a cabeça do labrador tenha acompanhado o mesmo, ele não se moveu.

‒Tudo bem… ‒Liam pareceu pensar ‒ Vai! ‒Ele gritou ‒ Vai Loki! Você consegue! Vai! Pega o brinquedo.. Agora! Pega!

O rabo de Loki ainda estavam abanando, mas seu olhar não saia de Liam, e ele não se movia.

‒Loki.. ‒Liam disse visivelmente decepcionado. ‒Liam abaixou a cabeça, logo virando em minha direção e vindo até mim ‒ É.. ele só, só ficou sentado mesmo. Você venceu a aposta ‒Liam disse de cabeça baixa, vindo se sentar ao meu lado.

‒Bom.. Ele é um labrador, ele só não..

‒Mas que merda. ‒ Ele disse suspirando forte e apoiando a cabeça em meu ombro. Levei minhas mãos a sua cabeça, fazendo cafuné em seu cabelo e apoiando minha cabeça sobre a sua, fechando meus olhos.

‒Não se preocupe com isso.. Loki é esperto, a gente sabe.

‒É.. ‒Liam disse indiferente, suspirando.

‒Ele só não deve estar afim de brincar com isso agora.. Não fique.. ‒Abri os olhos após ouvir um barulho do bichinho de Loki, dando de cara com ele bem na nossa frente ‒Liam..

‒Hum..?

‒Olha.. ‒Tirei minhas mãos de seu cabelo, me ajeitando um pouco no banco e obrigando Liam a fazer o mesmo. Ele arregalou os olhos, sorrindo ao ver Loki na nossa frente com o bichinho

‒Loki! ‒Liam se sentou no chão, enquanto Loki soltava o bichinho no chão ‒Eu sabia que ia conseguir!! Bom garoto! ‒Liam começou a fazer carinho no labrador a sua frente, o mesmo que não parava de tentar lamber toda a cara de Liam. Me sentei ao seu lado, fazendo carinho em Loki também. ‒Acho que eu ganhei a aposta..  ‒Liam lançou um sorriso largo pra mim..

‒Tudo bem, eu faço o seu brigadeiro.. ‒Sorri de volta vendo-o comemorar e largar um beijo em meus lábios antes de se levantar

‒Vem Loki, o papai aqui precisa te ensinar alguns truques agora..


Louis:

Me ajeitei melhor no sofá ajeitando também o violão em meus braços enquanto anotava as notas no caderno ao meu lado. Pude ouvir passos silenciosos atrás de mim, e logo senti as mãos de S/n descendo sobre meus ombros até minha barriga, enquanto ela dava um beijo na minha bochecha e apoiava a cabeça em meu ombro..

‒Louis..  ‒Olhei pra S/n que tinha um sorriso no rosto ‒Então.. Você sabe que eu te adoro certo? Você é minha vida, minha luz, meu favorito, minha razão de..

‒O que você precisa? ‒Perguntei segurando a risada e franzindo a testa

‒Eu não.. ‒Cerrei os olhos pra ela que soltou uma risadinha nervosa, me abraçando mais forte ‒Tem uma barata enorme no nosso banheiro.. ‒S/n disse rápido, escondendo a cabeça em meu pescoço logo em seguida.

Dei uma risada baixinha, soltando o violão ao lado esquerdo do sofá

‒Vamos lá.. ‒S/n me soltou do curto abraço e eu me levantei. S/n dei a volta no sofá vindo até onde eu estava sentado, e se sentando.

‒Você vai.. Mas eu fico. ‒ Levantei as sobrancelhas, me fazendo de indignado e S/n riu. ‒Anda Louis, eu preciso tomar banho.. ‒S/n se levantou, deu um pequeno selinho em meus lábios e me empurrou pra andar, logo se sentando novamente no sofá

‒Se comporte, eu já volto ‒Disse dando meia volta, pegando um chinelo perto da porta e indo pro banheiro

‒Eu não prometo nada..

Zayn:

Ouvi o barulho das chaves na porta e logo em seguida dela sendo aberta. Sequei minhas mãos no pano ao lado da louça recém lavada e fui em direção a porta da cozinha, vendo Zayn entrar com uma sacola consideravelmente cheia em uma das mãos e com a chave na outra.

‒Trouxe o nosso jantar? ‒Perguntei indo em sua direção enquanto ele apoiava as sacolas no chão, punha a chave no chaveiro ao lado da porta e começava a tirar o casaco e o cachecol do corpo.

Peguei a sacola do chão, franzindo o cenho automaticamente ao ver o que tinha dentro.

‒Cereal, sorvete, leite, chocolate e bananas. ‒Disse em voz alta, olhando pra Zayn de baixo pra cima‒ Pro jantar? ‒Minha voz demonstrava minha irritação. Zayn desviou os olhos dos meus coçando a cabeça. Me levantei, voltando a ficar da sua altura, o encarando de frente.

‒Desculpa S/n é que.. ‒Suspirei fundo, sorrindo e negando com a cabeça

‒Tudo bem.. Sundaes são bons também.. ‒Os olhos de Zayn encontraram os meus e ele sorriu, sem graça. ‒Mas eu vou precisar da sua ajuda ‒ Entrelacei nossas mãos e peguei o saco de mercado ao nosso lado. ‒Vem, eu fiz uma receita nova de bolo, preciso que você prove..


Niall:

‒S/n, eu to indo lá no mercadinho comprar os ingredientes pra massa que você falou que vai me ensinar a fazer ok? ‒Disse me aproximando de s/n que estava deitada no sofá lendo seu livro. Me aproximei para beijar sua bochecha e ela se afastou, olhando pra mim

‒Você pegou a lista dos ingredientes que a gente vai precisar?

‒Sim.. ‒Respondi entranhando sua reação

‒Pegou as chaves de casa pra não ficar pra fora se eu for tomar banho?

‒Peguei.

‒Ok, espere aqui um minuto.. ‒ S/n se levantou, deixando o livro virado pra cima aberto, marcando a pagina que ela estava lendo, e correndo para nosso quarto. Quando voltou, S/n estava segurando um cachecol, uma touca, e um moletom.

‒Pra que isso..

‒Estamos no inverno Niall. Ta um vento danado lá fora, dá pra ouvir pelas janelas se mexendo..

‒Mas não está assim tão frio.. ‒Contestei, enquanto ela botava respectivamente o moletom e o cachecol em mim

‒Não importa. Não quero que você fiquei resfriado logo agora no seu descanso. ‒S/n ajeitou meu cabelo por lado com cuidado, pondo a toca em minha cabeça e ajeitando-a logo em seguida. ‒Pronto ‒ Ela sorriu ‒ Muito melhor!

‒S/n..

‒Vê se não demora muito. ‒ Ela se esticou um pouco, dando um leve beijo em minha testa. Antes que eu pudesse pensar em algum argumento para respondê-la, ela já estava de volta ao sofá, pegando o livro e voltando a sua leitura.


Harry:

‒Harry? ‒S/n me chamou e eu pausei o filme. Logo, s/n surgiu na porta do quarto com a cara de sono, e vindo em minha direção no sofá da sala. S/n estava com o nariz todo vermelho e era visível sua dificuldade em segurar a grande e grossa colcha que envolvia todo seu corpo. A única parte visível de seu corpo eram seu rosto e seus tornozelos que só apareciam por conta da meia curta que S/n usava. Ela veio andando até mim em passos pequenos ‒O que você está fazendo..? E que horas são?

Me estiquei um pouco no sofá quando olhei pro relógio, perto da porta para a cozinha. S/n já estava bem próxima a mim e logo soltou seu corpo no sofá ao meu lado, apoiando a cabeça em minha perna e encolhendo o resto do corpo para caber no resto de sofá.

‒São dez pras onze. ‒Disse me ajeitando um pouco no sofá para que ela ficasse mais confortável. Pus minha mão sobre seu cabelo e comecei a brincar com seus fios. ‒E bom.. Eu meio que não to fazendo nada. Tava esperando por um grito seu do quarto..

‒Um grito meu? ‒Ela perguntou, subindo o olhar pra mim, ainda com a mesma cara de sono. S/n puxou o ar pelo nariz, e pude ver o quanto ele ainda estava entupido.

‒Você gemeu de dor quase que a madrugada toda.. Só parou de murmurar depois do remédio que eu te dei lá pras três ou quatro da manhã.. Você não lembra? ‒S/n negou com a cabeça enquanto fazia um pequeno bico

‒Desculpa.. ‒Ela sussurrou, apertando a mão que estava em minha perna e desviando o olhar pra ali, começando a desenhar círculos em minha coxa.

‒Tudo bem. ‒ Eu ainda brincava com os fios de seu cabelo ‒Eu só fiquei preocupado.

‒Mas você conseguiu dormir bem né? ‒Ela perguntou ainda sem me olhar

‒Mais ou menos..

‒Harry., ‒S/n parou de mover os dedos e me olhou, de cima pra baixo.

‒Eu não consegui dormir com você do meu lado toda desconfortável.. Não tinha como S/n.. ‒Parei o cafuné em seu cabelo, começando a  passar a ponta de meus dedos no contorno de seu rosto

‒Mas ai..

‒Mas nada mocinha. ‒ Bati de leve em seu nariz e ela sorriu fraquinho.

S/n se ajeitou de novo em minha perna, virando a cabeça pra frente e encarando a TV. Despausei o filme e quando ia perguntar pra ela se ela queria ver outra coisa, percebi que ela, em poucos segundos, já estava dormindo em minha perna, com a mão e o rosto sobre a minha coxa.

Misfits


[+18]

Avisos: contém homossexualidade, linguagem baixa, insinuação de sexo, nudez, sexo, violência, uso de bebida alcoólica e drogas.

Gêneros: Drama, colegial, comédia, Yaoi, Lemon.

*Long Fic*



Sinopse

Do que você tem medo? Eu particularmente tenho medo de mim mesmo. Sério, eu tenho medo de mim mesmo. Não que eu seja malvado, ou tenha algum distúrbio mental realmente grande. O problema é que eu tenho sim problemas, bem reais. Dos quais envolviam um garoto de cabelos verdes, sentado em uma janela, dando-me um olhar totalmente impuro, enquanto chupava aquele maldito pirulito de cereja. Se eu tinha algum problema, Min Yoongi tinha alguns a mais, assim como se você procurasse no dicionário o significado dessa palavra, seu nome estaria ao lado.



Capítulo 1 – Desajustados.

Batuquei meus dedos no painel do carro, meu nervosismo instalando-se por todos os poros do meu corpo. Era mais uma de minhas consultas, das quais minha mãe insista em me levar e ver qual tipo de melhora havia ocorrido. Assim que estacionamos, meu coração acelerou e minhas mãos começaram a suar, caminhei rapidamente até o prédio, passando feito um furacão pela recepcionista e sentando-me naquele corredor em tons pastéis. Deus, qual o problema das pessoas com tons pastéis? Chegava a me dar uma aflição. Olhei todas as pessoas sentadas ali, o mesmo de sempre, a garota com fobia de gatos. O garoto com TOC*. Grande diferença isso fazia, éramos todos uns ferrados ali. Esperei meu nome ser chamado até que com paciência, minha mãe volte e meia me pedia para não ficar tão inquieto e eu tentei, muito.

- Qual o problema? – perguntou-me.

- Nada – sorri amarelo – Nada de mais, como sempre. Tudo bem. Tudo perfeito.

- Hoseok – alertou – Você está ansioso.

- Sabe que sempre fico assim.

Não sei exatamente o que ela disse, porque não prestei atenção em mais um de seus discursos a respeito do que eu deveria fazer e como deveria me comportar. Ela entendia realmente? Não era só sentar ali e fingir que eu era normal. Olá, eu sou normal. Não, eu não sou, e já assumi isso pra mim mesmo. Não tinha amigos no colégio porque perdi todos eles. Não tinha nenhuma namorada porque meu interesse em garotas era o mesmo de uma pessoa com medo de levar um raio e sair num dia de chuva. Ou seja, nenhum. Não que eu fosse gay, para ser sincero, nunca senti interesse nisso, sempre fui inquieto de mais e isso ocasionava alguns problemas. Sei lá, sabe quando alguém te pergunta a respeito do seu posicionamento político e você diz que não tem nenhum porque apenas nunca parou pra pensar sobre? É, eu estava inquieto, Deus, estava mais do que inquieto.

- Boa tarde senhora Jung – o médico disse assim que nos viu – Como está, Hoseok? Que tal entrarmos e batermos um papo?

Como eu odiava pessoas mais velhas tentando soar descoladas. Não que eu odiasse as pessoas, mas odiava como elas tentavam ser aceitas por determinados tipos de pessoas. Eu era uma pessoa muito estranha, com pensamentos bastante peculiares – era isso que meu médico dizia – e no momento, eu adentrava aquele consultório, com várias estátuas de gatos. Sim, gatos. Meu médico adorava gatos, e gostava de comprar miniaturas deles. Alguns pescavam, outros faziam comida, era algo bizarro. Sentei no divã do qual estava acostumado, soltando um suspiro e notando que minha perna não parava de mexer.

- Estou curioso. Dormiu por quanto tempo essa noite? – perguntou calmo.

- Hum – pensei com calma – Devo ter dormido umas quatro horas.

- E nos dias anteriores?

- Mais ou menos a mesma coisa – estalei a língua – Eu também tive outra crise de enxaqueca por conta disso, mas é normal. Então… É deixa pra lá.

- Tomou as pílulas? – arqueou uma sobrancelha e bufei – Claro que tomou sua mãe lhe faria tomar de qualquer maneira. Algo aconteceu nesses dias que não nos vimos?

- O que uma pessoa ansiosa faz? – cruzei as mãos – Ela pensa, mais… Muito mais do que uma pessoa normal. O que acarreta em vários pensamentos loucos e ridículos, e no momento, eu tenho tido vários. Sabe quando você fica extremamente nervoso por conta de um trabalho na faculdade ou na escola, seja lá o que for, e você começa a apresentá-lo sem parar, até que nota o quão rápido está falando e como as coisas não fazem sentido? Então eu parei pra notar que eu tenho o costume de mudar de foco. Como outro dia estava falando com a minha mãe e do nada estávamos falando sobre a economia do Japão, e sabe, eles são muito bons em tecnologia e… Eu estou falando rápido de mais? Porque eu acho que estou falando rápido de mais. Na verdade, eu acho que tenho pensado de mais. Caramba, eu notei que sou o único na minha sala que nunca namorou uma pessoa, quero dizer, isso não é normal pra quem tem dezessete anos, o senhor já devia ter namorado aos dezessete anos, minha mãe disse que sim quando perguntei a ela. Engraçado como eu devo ser muito esquisito para ninguém querer namorar comigo…

- Hoseok – chamou e respirei com dificuldade – Mantenha a calma. Está fazendo de novo, por favor, apenas relaxe e responda as minhas perguntas.

- Acho que posso fazer isso – mordi o lábio.

- Você diminuiu a cafeína? – perguntou ainda calmo.

- Não – falei sincero e ele me deu um olhar – Doutor, eu não quero diminuir a cafeína, não há problema nenhum com isso.

- Não vamos entrar nesse tópico novamente, Hoseok – suspirou – Como foi a crise de enxaqueca dessa vez?

- Nada de mais, o mesmo de sempre. Dor de cabeça sabe o que é isso não é?

- Muito engraçado – arqueou uma sobrancelha – Tenho que lhe fazer uma pergunta pessoal. Com que freqüência você vem tendo relações sexuais?

- Sabe Doutor – batuquei os dedos – Às vezes eu acho que não presta atenção em nada do que falo, porque eu acabei de dizer que nunca namorei ninguém. Talvez eu seja assexuado, ok, eu não sou. Mas digamos que eu nunca transei com uma garota, pode rir da minha cara, eu mesmo tenho vontade de rir. Pois bem, eu me masturbo, serve? Se for, então, fiz isso ontem. Porque estava irritado e precisava relaxar. Patético? Talvez seja meu nome do meio.

- Ok – ergueu a mão indicando que eu estava fazendo de novo – Você engordou?

- Não – estalei a língua – Um problema a menos, ser desprezível e gordo não dá.

- Seu humor tem melhorado – apontou debochado e ri alto – Seu quadro clínico tem me feito pensar a respeito de tudo, Hoseok.

- Chegou a uma conclusão? – encarei-o.

- Você nunca consegue ficar com o mesmo médico, até hoje não sei como aceitou a mim. Estamos nesse mesmo barco a mais de um ano, e não vejo melhora nenhuma no seu comportamento. Não que você tenha tido crises, felizmente estas melhoraram, mas somente isso. De resto, parece que algo está tão profundo em você, que não conseguimos tirar.

- Que legal – bati palmas – Vamos estourar uma champanhe? Deus, qual o problema comigo?

- Falei com sua mãe na semana passada – pigarreou – Estive pensando em mandá-lo para um lugar onde tratam jovens como você.

- Um hospital? ISSO É SÉRIO? – gritei e arregalei os olhos – EU NÃO SOU LOUCO, EU SÓ SOU… ESTRANHO, NO MÍNIMO, MAS UM HOSPITAL É DE MAIS. DOUTOR, SÉRIO…

- Ok, calma! – disse perdido – Vamos por partes, tudo bem? Vou lhe explicar exatamente o mesmo que disse para sua mãe. Não é um hospital, nada com você sendo amarrado e dopado, não se preocupe. É um internato para garotos com problemas, vai ajudar na sua interação social, assim como eles tem planos diferentes de lidar com alguns distúrbios.

- Não entendi merda nenhuma…

- Você vai passar suas férias de verão por lá – o doutor dizia sorrindo – Fica em um lugar afastado, é bastante bonito.

- Vai me mandar pra um sanatório de férias? – parei e disse bem sério.

- Não é um sanatório – revirou os olhos – É somente um internato para jovens com certos problemas. Como eu disse, vai ajudar na sua interação social, assim como você poderá ser tratado sem se sentir pressionado a isso. Talvez seja melhor do que o pouco progresso que fizemos em um ano.

- Acho melhor eu trocar de médico…

- Vou lhe perguntar algo bem sério – meu médico parou e me encarou – Você pretende lidar com isso o resto da vida? Assim, dessa forma? Aceite as possibilidades que estou lhe dando, talvez seja o melhor no momento. Hoseok, você não tem amigos, não terá o que fazer nas férias, e lá tem toda uma programação aonde você vai se divertir e tratar tudo que necessita.

Claro que aquele maldito conseguiu convencer minha mãe, assim como eu tive que ouvir seu discurso no caminho inteiro de volta pra casa. Ela estava animada com aquilo, e claro, não era muito barato, mas minha mãe estava disposta a fazer qualquer coisa para me ver bem.

Quando estávamos a poucas quadras de casa, uma chuva forte começou a cair, suspirei me sentindo preso dentro daquele automóvel e dei graças a Deus assim que estacionamos e pude descer. Andei pela entrada, sendo repreendido pela mulher mais velha, e assim que adentramos a casa, um cheiro gostoso de comida nos acertou. Meu pai estava cozinhando, e parecia ser bom. Dawon, minha irmã mais velha, estava na faculdade, contudo, por causa do meu problema, tivemos que nos mudar para que ficássemos juntos.

Os médicos diziam que essa era à hora para se manter a família unida, que pé no saco. Eu afundei todos os planos da minha irmã em viver sozinha, assim como ela parou de namorar para viver colada em mim, em uma tentativa vã em me fazer ser popular.

- Chegamos – minha mãe gritou.

- Oi – minha irmã veio correndo pelas escadas – Como foi?

- Sabia que existe um sanatório para os loucos tirarem férias? – perguntei sarcástico.

- Vão te mandar para um sanatório? – Dawon disse perplexa e então encarou minha mãe – Você ficou louca? Eu sou totalmente contra isso.

- Hoseok – minha mãe ralhou comigo e bufou – Não é um sanatório, é um colégio para garotos com problemas como os do seu irmão. Ele vai passar as férias lá, só isso.

- Quando você vai? – minha irmã perguntou triste, encarando-me.

- Ele vai daqui a dois dias – arregalei meus olhos quando nossa mãe respondeu – Eu sei que é em cima da hora.

- SABE? – gritei – E quando ia me contar? Ou tipo, ia me dopar e me jogar dentro do lugar para que eu fosse estripado ou virasse o prostituto de alguém?

- Queria saber de onde você puxou ser tão dramático – ela dizia irritada – Eu ia lhe contar no jantar, mas o médico queria ter essa conversa. Seu pai e eu achamos que seria uma boa idéia.

Ótima idéia, mãe. Maravilhosa idéia. Fui arrastado para jantar e bem, foi divertido por alguns minutos, até eu começar outra das minhas divagações, o que levou mais ou menos uma hora. Ninguém entendeu nada, muito menos prestava atenção, minha família sabia muito bem que nada do que eu falava fazia algum sentido, então eu era ignorado. Depois de um banho, fui para o quarto e fiquei deitado, enquanto olhava o teto e a ansiedade me consumia por completo. Como eu ia chegar naquele lugar e olhar para todos? Tipo, olá pessoal, eu sou Hoseok e somos todos loucos, prazer, não me matem dormindo?

Uma batida na porta me alertou e falei para a pessoa entrar, Dawon estava ali meio segundo depois, com um pacote de M&M’s e duas latas de refrigerante. Por um lado, mesmo detestando o fato de que ferrei com sua vida, era bom tê-la, porque era a única pessoa que tentava me entender e me ouvia, fora que agüentava meus problemas.

- Eu sei que está puto – falou.

- Puto é apelido – bufei – Eu estou apavorado. O médico me disse que não tive melhora nenhuma. Sabe quanto dinheiro eles tem gasto comigo? Isso é frustrante.

- Talvez seja legal – enfiou uma porção de chocolate na boca – Conhecer gente como você, ou seja lá como chamam isso.

- Acho que não vou passar só as férias – joguei-me em meus travesseiros – Não vou melhorar em um mês sendo que não melhorei em um ano.

-Pode ter certeza que vou intervir se isso acontecer – Dawon sorriu pra mim – Mas Hoseok, eu quero que tente. Estou falando sério.

- Eu só queria ser normal – suspirei cansado – Queria dormir como alguém normal, sair com meus amigos, e todas essas coisas de pessoas normais.

- Você é normal – tocou minha mão – Já te disse isso. O problema é que algumas pessoas têm problemas mais sérios do que outras, mano. Isso é normal também.

- Queria pensar como você…

- Talvez seja mesmo divertido – deu de ombros – Conhecer gente nova, ver uns malucos. Quem sabe você arrume uma namorada.

- É só para garotos – beberiquei um gole do refrigerante enquanto Dawon parecia pensativa – Oh cara, não creio que está pensando mesmo nisso.

- Qual é – bufou – Você nunca se interessou por garotas, talvez você goste de garotos. E falando sério, eu não me importo ou vou te julgar por isso. Vai que tem algum cara bonito, se tiver, por favor, me ligue e conte.

- Agora eu sei de onde eu puxei a loucura – provoquei e ganhei um soco – Você é malditamente maluca, garota.

(…)

Dois dias nunca passaram tão rápido na minha vida. Primeiro porque minha mãe achou que seria legal comprar umas roupas novas, assim como alguns acessórios para eu levar. Recebi um livreto onde dizia o que eu podia levar, feliz em saber que não tinha acesso a internet e também não podia levar meu computador. Os celulares eram proibidos, assim como podíamos contatar nossas famílias de um telefone que ficava na recepção do lugar. Claro que não era um lugar para gente louca, imagina, não podíamos ter contato com o mundo.

Arrumei uma mala enorme com mil coisas, quase carreguei meu quarto nas costas, porque queria ter opções. Eu já era fracassado normalmente, em um lugar com gente estranha, era no mínimo cem por cento que eu iria me ferrar. Depois que coloquei minhas coisas no porta-malas, abracei Dawon que chorava e dizia para ligar, novamente frisando sobre garotos bonitos, quis lhe dar um soco, mas ignorei. Meu pai e minha mãe iriam me levar, assim como queriam saber sobre o lugar e todos os médicos. Levou três horas para que chegássemos lá, depois de bastante paisagem verde e estradas estranhas, avistamos um portão enorme de ferro, e quase dez minutos depois, avistei a grande construção de tijolos.

Parecia o instituo Xavier, só que misturado com Prison Break. As janelas tinham grades, e eram enormes. Assim como as portas eram largas e de uma madeira grossa, pareciam pesadas. O lugar era realmente bonito, assim como bem cuidado. O letreiro informava “Instituto Eugene”, então tremi e me senti ansioso. Desci do carro carregando minha mala, enquanto era saudado por dois enfermeiros que nos ajudaram, indicando a entrada.

O hall era enorme, com uma escada que começava larga, também de madeira e na metade seguida uma para cada direção. Um quadro horripilante enfeitava o meio desta, provavelmente o fundador do lugar, mais parecia um episódio de AHS, do que umas belas férias animadas. Engoli em seco, vendo os enfermeiros levarem minhas malas e então uma recepcionista surgiu do além, indicando um corredor do lado direito e seguimos. Tentei me manter calmo, porém por dentro, estava gritando e rolando no chão da minha cabeça. Uma enorme porta dupla foi aberta e vi o consultório médico. Era bonito, cheio de livros e parecia bastante caro, desta vez vi a presença de outra mulher, um pouco mais velha, na casa dos seus trinta e poucos anos, andando em nossa direção com um sorriso simpático.

- Sou a doutora Lee Dahyun – informou-nos – Muito prazer.

- Esse é nosso filho, Hoseok – minha mãe nos apresentou e acenei meio sem jeito – Poderia nos informar os procedimentos e todo o restante?

- Claro – indicou para que nos sentássemos – Aqui na Eugene, nós somos bem mente aberta. Como lidamos com jovens, sabemos das suas necessidades. Temos uma vasta biblioteca para quem gosta de ler, assim como atividades ao ar livre. O sistema de dormitório é em duplas, porque achamos que melhora na interação entre os garotos.

- E os horários? – meu pai perguntou curioso.

- Temos um horário para acordar, para tomar o café e assim como almoço e jantar. Também, temos horários para as atividades. As consultas são comigo, serão marcadas conforme a agenda. Falarei com Hoseok  duas vezes na semana, ele continuará com sua medicação, assim como temos um acompanhamento com um nutricionista.

- Você disse que o dormitório…

- Oh – a doutora sorriu ainda simpática – Você terá um colega de quarto. Não se preocupe, eu li sua ficha e escolhi a pessoa certa para você. Nós fazemos isso, não deixamos ninguém com um nível diferente aqui, para não correr o risco de uma piora no quadro clínico. E os quartos são espaçosos, ou seja, pode ficar tranqüilo.

- Claro – sorri sem emoção.

- O restante eu irei lhe passar enquanto mostro o lugar – virou-se para os meus pais – Alguma outra pergunta sobre a instituição?

Meus pais fizeram mil perguntas, das quais me desliguei e não queria saber. Olhei pela janela e vi o grande jardim. Alguns garotos corriam por ali, brincando de algo que eu não entendi muito bem, então quando ouvi meu nome, voltei para dentro daquela sala, apenas assentindo enquanto meus pais diziam que já estavam indo embora.

- Prometa que vai ligar – minha mãe disse chorosa – Por favor.

- Eu prometo – bufei – Mãe… Se não queria isso, por que me mandou pra cá?

- Quieto – brigou comigo – Só estou cuidando do meu bebê.

- Se cuida – meu pai disse daquele jeito – E sabe que pode nos contar tudo que acontecer se houver qualquer problema, iremos lhe tirar daqui.

- Obrigado – sorri sincero.

Vi o carro dar a volta no chafariz da entrada, sumindo alguns metros depois. Suspirei cansado e senti uma mão em meu ombro, levando um susto e encarando a doutora que ainda sorria.

- Não precisa ficar com medo – disse calma – Posso te contar um segredo? – assenti um pouco receoso – Quando eu comecei a trabalhar aqui, tinha muito medo, e no começo tinha razão. O antigo diretor era um tremendo… – deu uma risada – Então eu assumi e mudei várias coisas. Meu intuito é lhe ajudar, unicamente isso, Hoseok. Os garotos são legais, problemáticos, mas legais. Você irá gostar daqui.

Assenti ainda receoso e fui acompanhado pela mulher, que me mostrou o lugar. Era enorme, tinha uma biblioteca maior do que a da minha escola, assim como o refeitório dava dois. Tudo era muito limpo e bem decorado. A sala tinha vídeo-game, televisão e até uma jukebox. Não parecia o inferno na terra, mas também não me animava. Recebi todas as indicações, como não correr por aí, não sair depois do horário, não podia sair da propriedade. Fui informado dos horários de todas as refeições, assim como fiquei sabendo de todas as atividades ao ar livre. Fui relaxando conforme a doutora explicava. Ao final, subimos as escadas, o primeiro andar, logo de cara ao término da escadaria, tinha uma recepção com duas enfermeiras muito simpáticas. Fui-lhes apresentado, e depois me explicaram que ao lado esquerdo começava os dormitórios. Do lado direito, o banheiro coletivo e também uma sala de lazer.

Era tudo bem iluminado, o assoalho parecendo novo em folha. Notei que não havia câmeras, e fiquei surpreso quando a doutora disse que tudo faz parte de uma convivência respeitosa. Paramos em frente a uma porta, e com um leve bater, adentramos após ouvir um “entre”. Encarei o quarto rapidamente, notando os detalhes. Realmente, bastante espaçoso.

- Hoseok – ela chamou e encarei o menino sentado na cama – Esse é Park Jimin, seu colega de quarto.

- Oi – sorriu grande e seus olhos sumiram – Pode me chamar de Jimin.

- Oi – respondi meio perdido – Me chame do que quiser, sei lá.

Sua risada preencheu o quarto, Jimin parecia ser legal, sério. Os cabelos estavam tingidos de uma coloração muito viva de vermelho, as roupas pareciam caras, assim como ele tinha uma enorme coleção de bonés em prateleiras. Sua estatura era mais baixa do que a minha, porém, ele tinha aquele ar de ser uma pessoa fofa.

- Vou lhes deixar a sós – me deu um olhar – Qualquer coisa pode pedir para que as enfermeiras me chamem.

A mulher saiu de maneira calma, fechando a porta e me deixando ali. Olhei minhas malas intocadas sobre a cama e suspirei. Odiava ter que ficar arrumando as coisas e Jimin pareceu notar.

- Quer ajuda? – perguntou paciente – Eu sei que tudo parece bem estranho, mas depois você se acostuma.

- Ficaria grato se me ajudasse – corei um pouco – E obrigado por ser legal.

- Imagina – riu breve – Sério, não tem do que temer. É muito legal, no final, você se acostuma.

- Pelo menos meu colega de quarto não usa camisa de força – brinquei e ele riu.

- Tem razão – ajudou-me empilhando os livros – Vou arrumar de um jeito, qualquer coisa você pode mudá-los como quiser – assenti e ele suspirou – Por que está aqui? Se não quiser falar, tudo bem. Mas eu vou descobrir de qualquer maneira.

- Sofro de ansiedade crônica generalizada – dei de ombros – É bem divertido, então se eu começar a falar feito um louco, apenas ignore.

- Isso é um saco, um garoto daqui tinha isso, eu conversei bastante com ele – Jimin dizia como se fosse algo normal e pisquei várias vezes – No final, nos tornamos amigos. Acho que ele deve voltar esse ano, espero que sim, era um garoto legal.

- E você? – engoli em seco – Por que está aqui?

- Não sei se conhece – corou forte e desviou o olhar – Transtorno Dismórfico Corporal. E não se preocupe não vou te matar dormindo ou algo desse nível. Meus problemas são… Com relação a minha própria aparência.

- Entendi – sorri amarelo – Eu não faço idéia do que seja, mas tudo bem.

- Tem livros na biblioteca – coçou a cabeça – Olha, ninguém aqui vai te fazer mal. Claro que você deve tomar cuidado com os de nível três, mas isso já deve estar bem claro.

- Nível três? – franzi o cenho.

- Sociopatas, Psicopatas, Distúrbios de Bipolaridade – deu risada enquanto eu ficava com uma cara de horror – Esses são os níveis três. Mas são em grau leve, então pode ficar calmo, só não acredite em nada do que eles dizem, porque é quase sempre uma bela mentira.

- Entendi – senti minhas mãos trêmulas – Isso é meio bizarro.

- Você tem cara de ser mais velho. – mudou de assunto bruscamente. – Quantos anos têm?

- Dezessete – respondi calmo e ele sorriu grande.

- Você é meu Hyung – indicou o restante das coisas e lhe entreguei – Antes que você saiba por aí, eu tenho um namorado. Então, não, não vou dar em cima de você por causa da minha orientação sexual. Acredito que vamos nos dar bem…

Claro. Se eu achava que tudo aquilo já era engraçado, imagine no momento. Não que eu estivesse julgando Jimin por alguma coisa, mas era tão estranho lidar com pessoas com problemas assim, sendo tão sinceras e falando do assunto tão abertamente. Olhei pela janela e vi um garoto de cabelos verdes, nossos olhares se encontraram e fiquei preso a ele.

{&&. starters masterlist }

Olá, jogadores de rp! Como eu sei que muita gente tem problema em criar starters criativos e as vezes estão sem paciência para isso, decidi criar uma masterlist de starters. Abaixo do read more você vai encontrar um total de #133 starters em português, alguns escritos por mim, alguns traduzidos de tumblrs americanos. Espero que isso ajude todos e, se você gostar, por favor dê like/reblogue. Aproveitem!

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A primeira vez que eu a vi, ela não estava com cabelo solto ao vento, com um batom vermelho e fazendo uma cara sexy. A primeira vez que eu a vi, ela estava no ônibus com um uniforme escolar, cara de sono, tédio, tristeza, tudo mostirado, com seu fone de ouvido, escutando uma música bem alta e olhando distraidamente pela janela. Eu olhei pra ela, ela notou, eu abaixei a cabeça e sorri, ela com seu jeito estressada me xingou, me apaixonei. Quando ela desceu no próximo ponto, eu a olhei pela janela e ela tão educadamente me deu dedo do meio. Garota louca e interessante, pensei rindo sozinho. Por sorte minha e azar dela, no mesmo horário eu peguei o mesmo ônibus que ela. A cena anterior se repetiu. Ela com a cara de sono, seu fone de ouvido, eu olhei, sorri e ela me xingou, desceu no próximo ponto, eu olhei pela janela e ela novamente me deu dedo do meio, foi assim durante um mês inteiro. Toda segunda eu voltava pra casa rindo dela e torcendo para outra semana chegar só para ver aquela carinha linda de sono. Numa segunda feira, após entrar no ônibus, eu não olhei pra ela, não sorri, não olhei pela janela, mas ela se virou e percebeu que eu não tinha feito nada do que costumava fazer. Repiti isso durante três semanas, na quarta semana ela veio até a mim. Eu estava ouvindo Los Hermano, ela pegou meu fone e ficou ouvindo junto comigo, sem dizer nada. No próximo ponto ela sorriu e disse: “Essa também é a minha banda favorita”. Pronto, eu ganhei o mundo naquele instante. Na outra semana trocamos telefones e passamos horas e horas, madrugadas e madrugadas se falando, conversando sobre tudo. Ela me conquistou pelo seu jeito estressado e eu a conquistei com o meu jeito teimoso. A gente começou a sair e a namorar, foi a melhor coisa que aconteceu nas nossas vidas, nunca pensei que isso aconteceria comigo. Sempre imaginei um amor de filme, daqueles que o garoto se apaixona pela menina quando ela está linda caminhando contra o vento, ou quando se esbarram no corredor e tudo cai no chão e eles se olham, mas isso tudo é ilusão. O amor verdadeiro estava ali toda segunda feira com uma cara linda de sono, sentada no banco de trás de um ônibus sujo. O amor estava ali, naquele meu sorriso tímido, naquele xingamento dela, naquela minha insistência e paciência. O amor estava na minha ansiedade pela segunda feira, na minha disposição em acordar cedo só pra pegar o mesmo ônibus que ela. Hoje é segunda feira e a gente completa um ano e dois meses de namoro. Peguei o ônibus e la estava ela; cansada, estressada, triste, com sono. Eu sentei ao lado, dei meu fone pra gente ouvir Los Hermano juntos, dei um beijo na testa dela e sorri, ela me xingou, mas depois colocou sua cabeça em cima do meu ombro e dormiu. O próximo ponto chegou e eu a chamei, ela desceu, olhei para trás e lá estava ela, me dando dedo no meio, mas depois ela gritou “Eu te amo, seu idiota”. Ah, eu não me aguentei, comecei a rir sem parar e gritei de volta “Eu te amo mais, sua marrenta gostosa” E agora toda segunda feira é assim. Tem gente que encontra o seu amor numa fila do banco, num site de internet, numa rua qualquer, num restaurante, mas eu encontrei o amor da minha vida num banco de ônibus. Percebi que o amor está em todo lugar só esperando a nossa atenção para entrar em nossas vidas. No último banco de trás do ônibus eu escrevi: “Do nosso amor a gente que sabe, morena” Agora toda vez que entro no ônibus ela está sorrindo de braços abertos para mim. Quando o amor vem, não tem hora e nem lugar, te pega pelo queixo, te joga na parede e não te deixa mais sair. Hoje eu não saberia o que é o amor se eu não tivesse pego aquele ônibus numa segunda feira de manhã.
—  Nunca amei tanto as segundas feiras - Andrew Xavier
Camren 2016 - Indiretas + O mundo na indústria musical para quem quer se assumir.

Então, enquanto meu blog fica mais conhecido, eu tenho um grande número de seguidores e esses seguidores me falam suas suposições sobre Camren e sobre o que está acontecendo entre elas, isso é 1/3 das teorias dos meus anônimos. 

Quotes que Camila curtiu, postou ou etc enquanto Lauren posta uma foto ou é vista com Lucy:

  • Lucy com Lauren antes do aniversário dela:

‘Não corra atrás das borboletas, cuide do seu jardim e elas virão até você"

  • Lucy com Lauren durante o aniversário dela:

Lauren postou essa foto no IG com a Lucy escrito 'a favorita e eu’“.

  • Camila deu like nisso no Twitter:

“A ferida é o lugar onde a luz entra em você.”

Agora é onde a merda fica real.

Alexa postou uma foto no IG com Lauren e Lucy na piscina. Camila reblogou isso:

“E um erro repetido mais de uma vez é uma decisão"

Camila, mais tarde, deu unfollow na Alexa no IG e depois disso Camila reblogou esses dois posts:

“Não confie em pessoas que são amigas de quem te maltratou no passado”

O anônimo disse que ela/ele tem 100% de certeza que Camila estava seguindo a Alexa no Instagram.

Camila então tweetou uma música chamada “Somebody to Love” e tweetou isso com as letras “alguém pode me achar alguém para amar?”

Claramente Camila não está feliz com a foto de Lucy sobre Lauren. Então, como um “retorno”, Camila saiu para jantar com France. (Provavelmente um amigo, idk! Se você souber quem é, me fale!!!)

Acho que ele é esse garoto: 

Recentemente, houve indiretas óbvias entre as duas (C&L).

17 de Julho - 2016

“Revivendo o verão de 2013, dias gloriosos hoje assistindo os filmes de Piratas do Caribe no sofá e comendo cereal, só queria dizer que te amo”

Dias depois Lauren tweetou:

“Como eu não tenho mais 17 anos?”

Que idade tinha Lauren no ano glorioso de Camren em 2013? Resposta? 17, exatamente.

Enfim, o que eu acho é que elas não estão juntas agora. TALVEZ, Lauren desistiu de Camila dias depois do aniversário delas de 27 de Julho. Houve vários momentos em que Lauren olhou para Camila, mas você notou o quão fria ela estava?

Talvez, apenas talvez, Roger Gold (empresário de Camila) não quer nenhum rumor Camren, já que ele está construindo uma imagem de hétero para o futuro de Camila. Camila talvez concordou com esse contrato e Lauren não pode suportar que ela escolheu sua carreira ao invés dela. Isso são apenas suposições. (Estudem um pouco sobre Hollywood, é interessante. E se você acha que esse mundo da indústria musical é fácil para quem é homossexual, você está enganado.  Vou deixar algumas frases ditas por alguns famosos que se assumiram homossexuais: 

O ator Guillermo Díaz, disse -  "Essa fachada de ser alguém que eu realmente não era foi apenas para me proteger. Isso me ajudou a poder atuar.“

Ator Rupert Everett - "Parece que se arrependeu de ter saído do armário, em entrevista ao The Guardian, ele aconselhou os jovens atores homossexuais a esconderem sua opção sexual. Ele falou que perdeu muitos contratos por se assumir.”

Cantor Lance Bass - “O cantor do N Sync falou para a revista People que escondia sua homossexualidade para não prejudicar a boyband.”

Ator David Yost -  “Ele ficou famoso como o power ranger azul na série infantil dos anos 1990. Em 2010, disse que deixou o programa porque sofreu discriminação. ‘Eu era chamado de 'bicha’ muitas vezes pelos criadores, produtores, roteiristas e diretores’”

Cantor Colton Rudloff - “Essa informação deveria ter sido passada quando o Midnight Red foi lançado. Nervosos, começando do nada e a pressão da gravadora sobre o destino do grupo tem segurado uma questão sobre sexualidade. Eu sou gay. Eu não acho que isso seja uma surpresa pra qualquer um que segue minhas atividades nas redes sociais.”)

E mais, há algumas dicas que mostra que Camren não estão mais juntas.

1. Clara postou algo sobre a decepção quando se está apaixonado ou fazer alguém acreditar que seu amor é verdadeiro.

31 de Julho.

“O amor é várias coisas, mas nunca é enganador. Nada tóxico vem de um amor verdadeiro. Lembre-se disso. Quando o amor é verdadeiro, não há dor.”

2. Camila mudou a header dela, antes era o sol e a lua juntos e apaixonados, agora é uma menina distante olhando a lua.

3. E Lauren voltou para Lucy, quem ela acha que vai a amar mais. Que seja como amiga ou algo mais. 

4. E Camila reblogou isso. Ela sabe que irá perder Lauren.

"A alguns anos atrás, eu falei para o meu amigo tentar mostrar interesse em minha garota para ver se ela iria me trair. Eles estão juntos por 3 anos agora e tem 2 filhos.”

Eu acho que Camila tem ciúmes de Lucy. É uma maneira de Lauren tentar chamar a atenção de Camila, eu acho?

Se lembra disso?

Se tem uma coisa que eu sei sobre Camren é que elas sempre vão tentar fazer a outra se sentir um pouco com ciúmes, para que uma possa ir atrás e tentar lutar pela outra.

Lembre-se do que Lauren disse para descrever “No Way” - “No exterior, se parece tóxico, mas é sobre um relacionamento e como vocês meio que superam e é como se você soubesse que não devem ficar juntos mas você quer isso e quer fazer isso dar certo.”

Infelizmente, é isso que acho que está acontecendo no relacionamento bonito de Camila e Lauren mas que é complicado.

Lauren deu um conselho para quem quiser entrar na indústria musical:

“Que conselho você daria para alguém que quer entrar na indústria?

Lauren: Leia o contrato, sério.”

LEIA O CONTRATO. Isso explica tudo!

One Shot - Harry Styles

Originally posted by harcld

-Aquele menino é o seu tipo, (s/n). - Johanna, minha amiga ddisse, e Nicki concordou.

-É, ele é bem bonito. - Observei-o da cabeça aos pés, sorrindo ao perceber suas covinhas profundas. - Porém, está no primeiro ano. Nunca vou conseguir arranjar um motivo pra chegar nele. - Afirmei desanimada, e elas reviraram os olhos.

-O Louis deve conhecê-lo, afinal, estão na mesma turma. - Nicki referiu-se ao garoto que havia estudado conosco anteriormente, mas reprovara no ano passado. Concordei.

-Ele tem cara de quem tem nome comum. William, George…- Cogitei, e ambas riram de minhas hipóteses. - Louis! - Gritei, assim que vi-o. Ele olhou em minha direção, dando um sorriso e caminhando em nossa direção em seguida.

-Oi, meninas. - Disse simpático. - Pode falar, (s/a).

-Você está na sala daquele menino? - Apontei para o garoto misterioso, e meu amigo assentiu. - Sabe o nome dele?

-É Harry. Por que? - Fez uma cara maliciosa, e eu ri.

-Só pra saber mesmo. Obrigada.

-Uhum. - Falou ironicamente.

A partir daquele dia, o menino bonito, agora identificado como Harry, virou alvo de meus olhares durante o horário do intervalo, enquanto ele jogava toquinho de vôlei com seus amigos. De vez em quando, eu até entrava na rodinha, apenas para ficar perto dele, mas nunca tinha coragem de falar nem ao menos um simples “oi”.

-Você tem que tomar alguma atitude, (s/n). - Johanna disse, cansada de meu amor continuar platônico. A verdade era que eu havia ouvido falar que ele era um pouco idiota, o que tirou minha vontade de conhecê-lo melhor, mas não diminuiu minha quedinha. Havia ficado muito tempo sem sentir isso por alguém, então não queria estragar o sentimento trocando a ilusão pela realidade.

-Você sabe que isso nunca vai acontecer. Além do mais, olha só pra ele. Isso - apontei para o garoto - nunca vai olhar para isto - mudei a direção de meu dedo para mim, ouvindo-as bufar.

[…]

-O que aconteceu ali? - Interrompi o assunto de minhas amigas assim que vi o grupo de amigos de Harry ao seu redor. O mesmo se encontrava bastante pálido, e seus olhos estavam fechando. Sem aguardar a resposta, corri em sua direção, vendo-o desmaiar.

-Alguém chama a enfermeira. - Um dos garotos, que eu sabia que se chamava Zayn, pediu.

-Ele desmaiou? - Cheguei ao lado deles. O dono das covinhas que eu mais admirava todos os dias estava sentado num banco espaçoso, mas agora com os olhos totalmente fechados. Zayn fez qe sim com a cabeça, nervoso. - Deita ele e ergure as pernas.

-O que? - Todos me olharam de maneira estranha, inclusive minhas amigas, que agora estavam no mesmo ambiente. Ficaram me encarando ao invés de fazer o que eu havia pedido, então decidi tomar as providências, bufando com a lentidão alheia.

Deitei-o devagar, tomando cuidado para que ele não batesse a cabeça. Em seguida, segurei suas canelas, erguendo seu pé numa altura boa. Havia aprendido isso em um curso de primeiros-socorros que havia ido, já que pretendia ser médica.

-Tem certeza do que está fazendo? - Outro garoto, que eu não conhecia, perguntou, e eu assenti com a cabeça.

-Qual o nome dele? - Perguntei para seus amigos. Embora soubesse, seria estranho eu chamar o nome do garoto sem nunca ter conversado com ele, então preferi me fazer de desentendida.

-Harry. - Alguém respondeu.

-Harry. - Chamei-o, dando leves tapinhas em seu rosto. Aos poucos, pude ver seus olhos abrindo e sua cor voltando, e eu sorri de maneira meiga para ele.

-Eu não… - Começou a falar, tentando ficar sentado, mas sua fraqueza fez com que ele deitasse novamente.

-Deixa que eu assumo a partir daqui. - A enfermeira pediu, segurando os pés do garoto no meu lugar. - Obrigada, mocinha.

-De nada. -Sorri, me afastando aos poucos, indo de encontro com as minhas amigas.

-Isso sim é atitude. - Nicki disse, e eu revirei os olhos, mas acabei dando risada.

Durante o restante do dia, só conseguia pensar naquela cena. Teria feito isso com qualquer pessoa, mas o fato de eu ter ajudado-o me deu uma paz interior enorme.

[…]

-Fala sério, o Johnny Depp é muito mais gato do que o Leonardo Dicaprio. - Nicki falou, e eu concordei.

-Falando em gato… - Johanna disse baixo, me cutucando. Quando olhei para frente, Harry vinha em nossa direção.

-Ele está vindo aqui? O que eu faço? Gente tem uma coisa na mão dele, tomara que ele não esteja vindo, sério, que ele não esteja vindo, que ele não esteja vindo…

-Oi. - Disse o lindo garoto para mim.

-Oi. - Ri timidamente.

-É (s/n), certo?

-Isso.

-Muito obrigado por ter me ajudado ontem. Foi incrível de sua parte. - Assenti lentamente.

-Não foi nada demais. - Sorri.

-Pra mim foi. De qualquer forma, comprei isso pra você. - Esticou a mão, que segurava uma rosa vermelha. Senti meu rosto esquentar, provavelmente ficando da cor da flor.

-Não era necessário, mas… - Peguei o presente delicadamente. - Muito obrigada. - Sorriu, quase me fazendo derreter com a visão tão próxima de suas covinhas. Ele foi indo de costas para os seus amigos, mas virou a cabeça rapidamente para me olhar.

-Ah, (s/n). - Disse, e eu olhei-o. - Alguém me passou o seu numéro, tudo bem se eu te chamar?

-Ah… Não, tudo bem, sem problemas, é… Pode me chamar. - Ri de nervosismo, e ele continuou a caminhar.

A partir daquilo, eu percebi que não se pode acreditar no que os outros dizem, e que nós devemos acreditar no amor - e, se não der certo, continuar tentando.

xx, giu.