nunca tinha me

Conhecer ela transformou a minha vida. Nunca tinha encontrado tantas coisas boas em uma só pessoa e nunca ninguém tinha me surpreendido tanto quanto ela. Ao mesmo tempo que ela é leve, tem uma força impressionante. Ao mesmo tempo que ela é mulher, ela é menina. Ela é mística e perfeita. Ela é guerreira e não desiste fácil. Ela é minha.
—  para a minha Lua.

eu queria que fosse você. por Deus, como eu queria que fosse você! mas você virou as costas e foi embora como quem nunca me tinha feito promessas. e você me fez várias. meu problema foi fechar os olhos e acreditar fielmente nas tuas palavras jogadas ao vento. mas eu sei, amor, que uma hora eu vou amar alguém. você só vai continuar repetindo o discurso com outra alma. depois vai embora como fez comigo. você gosta mesmo é de ser amado, mas amar você não quer. amar de coração aberto como quem pula de cabeça num precipício e só encontra flores depois. como quem grita a sete montanhas o nome de quem não lhe sai a cabeça. como quem se aninha num peito caloroso e recebe vibrações do universo em resposta. como quem amou como eu te amei.
e por incrível que pareça eu consigo te ver e ouvir meu coração gritando orgulhosamente que te esqueceu depois dois meses. consigo sentir teu perfume em outros pescoços por aí e lembrar de todos os momentos ruins porque apaguei os bons sabendo que eles eram tão insignificantes perante a minha dor meticulosa. porque você um dia já foi meu porto seguro e depois transformou o nosso lar numa tormenta infiel. e quando falo da tua infidelidade não é a palavra no pé da letra, amor. é a infidelidade perante a minha felicidade com quem quer atravessar a vida do outro e fazer um estrago e sair ileso. porque é bom para o teu ego me ver em pedaços. porque é bom ser amado sem pedir mas amar de volta dá um trabalho danado.
você não me amou. e eu juro que está tudo bem quando digo que está, mesmo que seu ego grite através das paredes dos prédios de trinta andares alcançando minha espinha dorsal proclamando que este lar que um dia fora vosso ainda conserva sentimentos bons para com tua alma.
e lamento por você. lamento porque teu espírito é tão pobre de perspectiva. porque você se recusa a admitir aos vizinhos de porta que eu fui embora de cabeça erguida. que eu sigo de cabeça erguida. pois a minha vitória coexistiu a sua derrota quando afirmou que eu ainda o amava.
quando negou que eu já havia sentido em lhe dizer que a minha correnteza passou a assumir outro despudor.
quando eu esbarrei em tuas memórias voantes e lhe recusei outro mês de amor.

@romanceie-se

Às vezes eu paro para pensar sobre as pessoas, sobre comportamentos, sobre mim. Sobre as mudanças - que eu tanto odiava - e como são necessárias e maravilhosas, meu Deus. Queria que todos vivessem na filosofia do: todo mundo é substituível. Sei lá, pode parecer egoísmo, mas é verdade. Eu sempre me prendi muito na ideia de que amigos eram para sempre e pensamentos eram verdades absolutas e, não, não são.. Todo mundo muda o tempo todo… E eu sofria tanto com isso. Eu não queria evoluir, conhecer pessoas novas, ter outras ideias, abrir a mente. Eu não queria mudar. Eu sempre tentei me prender ao que era meu, ao que eu era ou criava para mim. Eu sempre quis arrastar comigo as pessoas que eu julgava especiais, que eu amava para uma eternidade. Algumas, não falo mais. Não vejo e, pior, eu não sinto mais falta. Esse é o problema… Ou a solução. Eu comecei a entender que as pessoas vão e vem e isso não muda o passado. Não muda um momento feliz, segredos compartilhados, um dia completo. Então, parei de me obrigar a usar a mesma cor, gostar do mesmo prato, ouvir as mesmas músicas, amar as mesmas pessoas. A felicidade não é eterna, é um estado, um momento. Momentos… São momentos. E momentos não são esquecidos. Eu parei de me prender dentro das minhas próprias teorias e de buscar as pessoas que se perdem de mim o tempo todo, querendo acorrenta-las para sempre. Me disseram que: quem muito se ausenta, uma hora deixa de fazer falta. E é verdade. Uma grande verdade. Se não voltar; tudo bem. Já marcou, já deu o que tinha que dar. Mas, se quiser voltar, também será bem vindo. Eu… mudei. Abri a gaiola da minha imaginação, quebrei as correntes. Eu me libertei.
Perdoar é necessário, sempre. Mas, se libertar é essencial.
—  Mais um surto - não tão surto - de Clarisse. 

É ele e ponto. Ele tem deixado que minha cabeça se perca em pensamentos desconexos, deixando tudo de importante de lado. Ele que me fez perder horas de sono imaginando histórias, que nem mesmo sei se irão um dia acontecer. Meu coração bate mais acelerado quando imagino os olhos claros que ele tem, e aquela voz que me faz querer sussurros junto ao meu ouvido. É ele e não tem como ser mais ninguém. Ele que me inverteu, me deixou de cabeça para baixo, assim me fazendo ver o mundo de uma forma que nunca tinha visto, me fez acreditar que ainda há muito mais pra se viver. Ele me faz viajar sem tirar os pés do chão. Nenhum outro fez algo parecido, então é ele e ponto. Por isso não deu certo com ninguém antes. Porque é ele e sempre será ele. Que me tem inteirinha e me faz transbordar de amor. Que é o dono da minha bagunça mais bonita, dos meus sorrisos mais sinceros e dos sentimentos mais lindos que há mim. Dentro do meu coração não cabia mais nada, não cabia mais ninguém… Só cabia ele, meu coração é todo dele.

- escalenaescritorragia

 ‘’O cheiro dele era tão bom, tão familiar. Seu corpo se encaixava tão bem no meu. Meu coração reverberava dentro do peito. Meu Deus, o desejo que eu sentia por ele, nunca mudaria, eu o queria junto a mim o tempo todo. O beijo se transformou em uma carícia apaixonada, e senti seu hálito quente contra meus lábios quando se afastaram, ele esfregou seu nariz contra o meu, e pude sentir sua respiração cada vez mais rápida e profunda. Seus olhos estavam vidrados nos meus, seus olhos profundos estavam dilatados. A  ligação entre nós era absurdamente intensa. Emocional. Mental. Eu nunca tinha me sentindo tão completamente… entregue. Possuída. Havia uma energia, quando ele me abraçava, quando ele me tocava, era tão… poderoso.’’

Por favor, pare, não pense em nenhum momento que eu não te amei. Você foi o amor da minha vida. Eu nunca soube direito como era amar uma pessoa, nunca tinha me prendido em alguém por tanto tempo assim. Você era meu vicio, Angie. Acho que depender dia e noite de uma pessoa é pior do que depender de alguma droga. Eu que nunca tinha amado nenhuma outra mulher antes,  quando me vi literalmente apaixonado por você, admito, tive medo. Fui covarde de te tratar da pior maneira possível, covarde por nunca ter reconhecido o quão maravilhosa és. Eu via em ti alguém que nunca me deixaria, alguém que mesmo que fosse tratada da pior forma não me deixaria. Eu estava louco em pensar assim. As vezes me pego olhando as nossas fotos e conversas de meses atrás e me pergunto como pude ter sido tão idiota. Muitas vezes na vida eu sempre vencia, em jogo ou nas apostas com os amigos, quase nunca perdia, mas quando isso acontecia no máximo ficava com raiva. Angie, perder você me tornou alguém deprimido, alguém que não encontra mais um sentido para viver. Me perdoe por tudo. Não devia ter sido tão covarde. Não poderia ter fugido do amor quando ele já estava instalado no meu peito.
—  Angie e Will.

PEDIDO: “Faz um do Louis em que ele chega bêbado em casa e eles brigam aí ele começa a chorar e ela cuida dele.”


PS: Espero que gostem! Tentarei fazer um especial de Natal para amanhã. Beijão e boa leitura!!!!

 

“Uma tremenda tempestade toma conta da cidade de São Francisco. A tempestade pegou todos de surpresa. Ruas estão alagadas e muitos bairros estão sem energia elétrica. Aconselhamos a todos que permaneçam em suas casas por motivos de segurança”

Falou o ancora do telejornal que passava em minha Tv. Voltei a cortar alguns dos legumes que estavam a minha frente para o preparo da sopa. O barulho da porta batendo soou pela casa. Peguei um pano e enxuguei minhas mãos no mesmo. Louis andou até o sofá e jogou a chave do carro sobre o mesmo.

- Oi, amor! – Falei indo até ele. Meu marido virou-se e o cheiro de whisky adentrou minhas narinas. Ele estava bêbado. – Não acredito que você estava bebendo, Louis! – Falei pousando as mãos na cintura.

- Não me enche, (S/n)! – Falou virando-se e indo até a cozinha. O segui.

- Está caindo o mundo lá fora e você estava dirigindo bêbado?! – Falei olhando para ele. Louis estava com os cabelos molhados. Seu grande moletom estava respingado com água. Talvez tenha pego chuva quando saiu do carro. O mesmo abria as panelas não se importando com o que eu estava dizendo a ele.

- Não estou afim de sermão hoje! – Saiu da cozinha e ignorou-me novamente.

- Não estou te dando sermão. Só estou falando que poderia ter acontecido alguma coisa grave. – Expliquei tentando não ser grossa com ele. Louis bêbado não era uma das melhores pessoas para manter um diálogo.

- Mas não aconteceu – Falou ríspido.

- Não precisa falar assim, Louis! – Falei o encarando.

- Eu falo do jeito que eu quiser. E para de querer mandar em mim, porque você não manda! – Rebateu encarando-me.

- Não estou dizendo que mando em você, para de ser ridículo! – Lancei enraivada. Em um movimento rápido Louis veio até mim e agarrou meus braços.

- Você me chamou do que? – Falou entredentes. Seus olhos estavam avermelhados e grandes bolsas escuras encontravam-se de baixo de seus olhos azuis.

- Me solta! – Pedi -  Você está me machucando! – Falei tentando me soltar de seu aperto.

- Você é uma piranha – Lançou. – Não deveria ter me casado com você. Tem outras melhores! – Soltou-me e foi em direção aos quartos.

Minha boca abriu-se diversas vezes, mas som nenhum foi emitido. Continuei parada na sala, sem reação alguma. Eu estava em choque. Nunca tinha escutado algo que me machucasse tanto. Sentei no sofá e coloque uma de minhas mãos sobre a boca para abafar o soluço do choro. Aquela foi a coisa mais humilhante que já escutei em toda a minha vida. “Não deveria ter me casado com você. Tem outras melhores!”.

Subi até nosso quarto e ouvi o barulho do chuveiro sendo ligado. Abri a porta do guarda-roupa e peguei um grande edredom e um travesseiro. Voltei para a sala e coloquei as coisas sobre o sofá. Não iria dormir na mesma cama que ele. Voltei para a cozinha e terminei de fazer o jantar. Pelo jeito só eu iria comer hoje.

O relógio marcava exatamente 11h30min P.M e a chuva ainda caia forte sobre São Francisco. Apaguei as luzes da casa e desliguei a televisão. Cobri-me com o edredom e aconcheguei meu corpo no sofá. A noite seria longa sem ele.

**

Acordei com alguns soluços altos vindo do quarto. Estiquei meu braço e olhei a hora no ecrã do celular. 2h22min A.M. Levantei do sofá e coloquei o edredom sobre meus ombros e andei até o quarto. Ao chegar na porta do quarto empurrei devagar e pude ver Louis sentado na cama com a cabeça enterrada entre as mãos.

- Lou, está tudo bem? – Indaguei adentrando o quarto. Seus soluços eram altos. Sentei-me ao seu lado e coloquei minha mão sobre seu ombro.

- Ela me deixou! – Meu coração apertou. – Por que ela me deixou, (S/n)? – Indagou entre soluços. Puxei-o para mais perto e abracei seus ombros fazendo- recostar sua cabeça sobre meus seios. Minhas mãos começaram a acariciar seus cabelos.

- Não fica assim! – Falei fechando meus olhos. Pousei meu queixo sobre sua cabeça e continuei a acariciar seus cabelos. O que eu poderia falar a ele? Não faz uma semana que ele perdeu sua mãe.

- Eu perdi minha mãe, (S/n)! O que vai ser de mim? – Falou entre soluços. Fiquei em silêncio. Queria poder tirar a dor que ele estava sentindo.

Louis aconchegou-se mais em meu peito e eu o apertei sobre o mesmo. Tem sido difícil para ele. Depois que sua mãe se foi ele começou a beber. Era uma maneira que ele tinha de fugir dos problemas e da situação que ele estava passando. Permanecemos ali. Em silencio. Continuei a acariciar ele. Poderia fazer isso para sempre se isso fizesse com que ele se sentisse protegido de tudo.

- Me perdoa pelo o que eu disse mais cedo? – Quebrou o silencio. Uma de suas mãos segurou meu braço. Louis não olhou para mim.

- Tudo bem. Não se preocupa! Você estava sobre o efeito do álcool.

- Eu não quis dizer aquilo – Explicou-se novamente.

- Está tudo bem! – Beijei o topo de sua cabeça.

Continuei a acariciá-lo até que ele pegasse no sono. Permaneci ali. Na mesma posição com o homem que eu amava em meus braços. Olhei para um dos móveis ao lado da cama e lá tinha uma fotografia onde estava Jay, Louis e eu no dia do nosso casamento. Louis estava entre nós duas com os dois braços sobre nosso ombros. Ele estava com um enorme sorriso em seu rosto. Eu e Jay riamos de algo. Lembrei-me do que ela disse assim que cheguei ao altar. “Cuide bem do meu menino, (S/n)!”.

 

- Pode deixar Johanna. Cuidarei dele! – Falei baixinho olhando para a sua imagem na foto.


CAT :)

As luzes se apagaram, as vozes se calaram, o vento soprou forte e pronto. Estava sozinha novamente. Sentia frio, não enxergava nada na minha frente e me sentia abandonada. Sem ninguém. Essa foi uma descrição figurada de como me senti quando nos dissemos adeus. Confesso que não estava preparada para quando esse momento chegasse. Na verdade, eu nem achei que chegaria. Éramos almas gêmeas, éramos para sempre. É muito difícil colocar o verbo no passado, mas ainda estou em estado de choque, sem acreditar totalmente que agora só tenho a mim mesma. Em você depositei todos os meus sonhos, todos os meus planos, desejos, ambições, montei todo o meu futuro ao seu lado. E agora o vento varreu tudo pra bem longe da gente, derrubou o nosso castelo que ainda estava em construção e deixou um vazio imenso dentro de mim. Não me resta mais nada além de aceitar e tentar procurar a saída desse buraco em que cai, tentar encontrar a luz e seguir em direção à ela. Só tenta lembrar que, pode não parecer, mas eu tentei ser melhor por você todos os dias, que eu te amei mais que a mim, eu me entreguei a você como nunca tinha me entregado a ninguém, vi em você o que nunca tinha conseguido ver em outra pessoa: o amor da minha vida, o meu futuro, a minha vida. Espero e desejo muito que seja feliz, que encontre alguém melhor que eu e que realize todos os seus sonhos.
—  E não importa quanto tempo passe, você sempre será parte de mim.
Ela é exatamente como os seus livros: transmite uma sensação estranha, de uma sabedoria e uma amargura impressionantes. É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa. É impossível sentir-se à vontade perto dela, não porque sua presença seja desagradável mas porque a gente pressente que ela está sempre sabendo exatamente o que se passa ao seu redor. Talvez eu esteja fantasiando, sei lá. Mas a impressão foi fortíssima, nunca ninguém tinha me perturbado tanto.
—  Caio F. Abreu, sobre Clarice.
Ela é exatamente como os seus livros: transmite uma sensação estranha, de uma sabedoria e uma amargura impressionantes. É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos, quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima, mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa. É impossível sentir-se à vontade perto dela, não porque sua presença seja desagradável, mas porque a gente pressente que ela está sempre sabendo exatamente o que se passa ao seu redor. Talvez eu esteja fantasiando, sei lá. Mas a impressão foi fortíssima, nunca ninguém tinha me perturbado tanto. Acho que mesmo que ela não fosse Clarice Lispector eu sentiria a mesma coisa. Por incrível que pareça, voltei de lá com febre e taquicardia.
—  Caio Fernando Abreu sobre Clarice Lispector

Pedido: Faz um do Louis que ela não gosta de crianças e não quer engravidar por algum trauma que ela teve e ele coloca ela pra cuidar do Freddie e ela não quer e eles brigam – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*
***

Imagine do Louis:

Eu sou casada com o Louis faz alguns meses, mas ele tem um filho com outra mulher e eu até gosto do bebê, mas é porque é do Louis, eu não gosto muito de crianças por conta de um trauma que eu tive há alguns anos atrás que só de lembrar já me dá uma vontade de chorar.

Estava deitada no sofá lendo um livro quando vejo Louis entrar com Freddie no colo, me arrepio já sabendo o que ele vai fazer.

- Oi, amor, olha só quem veio nos visitar – Ele diz e eu encaro Freddie e dou um pequeno sorriso.

- Ele vai passar o dia aqui? – Pergunto e Louis sorri.

- Sim, mas eu tenho que sair daqui a pouco então preciso que você cuide dele para mim – Ele diz e eu me levanto rapidamente do sofá.

- Louis, não, eu não posso cuidar dele, sinto muito – Digo negando sentindo o pânico me dominar.

- Como assim não? (S/n) pelo amor de Deus, você tem que parar com essa frescura de não querer se aproximar do Freddie – Louis diz e eu fico furiosa.

- Frescura? Você não sabe de nada sobre esse meu problema, não venha dizer que é frescura – Digo e jogo meu livro no chão – Eu não vou cuidar do seu filho, Louis – Digo e saio bufando da sala e subo para o meu quarto e do Louis.

Minutos se passam quando eu fico andando de um lado para o outro dentro do quarto e escuto a porta abrindo e se fechando estrondosamente. Um Louis furioso me encara.

- Eu não admito que você trate o meu filho assim – Ele diz me segurando pelos os braços – Você tem que se aproximar dele – Louis diz e eu sinto lágrimas descem pelo meu rosto.

- Eu não posso, Louis – Digo chorando e soluçando, o pânico me toma por completo e Louis me encara preocupado. Eu não consigo parar de chorar e os soluços se tornam mais frequentes.

Louis se desespera e me abraça e eu afundo meu rosto em seu peitoral e ele me prende ali ao seu corpo.

Ele espera eu me acalmar e quando eu paro de soluçar ele me puxa até a cama onde ele se senta e me puxa para me sentar em seu colo.

- Me conte tudo sobre esse problema, somos casados agora, preciso saber de tudo sobre você, (S/n) – Louis diz enxugando meu rosto.

- Bem antes de conhecer você, eu me envolvi com um cara e fiquei grávida dele, eu tive o bebê, mas o meu filho nasceu com muitos problemas de saúde, eu vivia no hospital, até que um dia ele teve um melhora e o médico o liberou, eu era mãe solteira, o cara nunca tinha vindo me ajudar, não ligava para o filho, então eu levei o meu bebê para o meu apartamento e passei o dia cuidando dele com todo o meu amor, mas durante á noite ele teve uma parada respiratória e eu estava sozinha não sabia o que fazer, eu estava vendo meu bebê morrer nos meus braços e não conseguia salvá-lo, então eu senti o coraçãozinho dele parar e o meu pequeno Troy morreu nos meus braços, o meu bebê morreu por minha causa, morreu por eu ser uma mãe terrível e não ter feito nada, é por isso que eu tenho trauma de cuidar de criança, Louis, eu tenho medo, eu tenho muito medo de que elas morram assim como Troy morreu, é por isso que eu não quero engravidar também – Eu estava chorando copiosamente, Louis me olhava surpreso, mas depois de ver o meu estado ele me abraçou com força e ficou me acalmando enquanto eu chorava tudo o que eu tinha prendido por esses anos. Nunca tinha contado para ninguém essa história.

- (S/n) Ei, olhe para mim, você acha que eu vou te deixar cuidando de um bebê sozinha? Claro que não, somos casados, estamos juntos nessa, eu nunca ia deixar tudo para você fazer, o morte do seu filho não foi sua culpa de maneira alguma, nunca mais quero que você pense assim, está bem? Mas você tem que superar esse medo, ele te impede de ser feliz por completo, está na hora de você dar uma chance para nós dois, para um bebê nosso, eu nunca vou te deixar sozinha, nunca, eu te amo muito – Louis diz e eu assinto e ele sorri e beija a minha testa.

- Eu posso me acostumar primeiro com a ideia? – Pergunto e ele sorri.

- Claro que sim, agora vem vou mostrar para você como Freddie é um bebê adorável – Ele diz e eu me levanto e Louis segura minha mão e me leva até onde Freddie está brincando.

Espero que tenham gostado, se sim, me mandem uma ask contando

*Os favoritos são importantes, então se você gostou deixa seu fav lindo aí ;)*

Status: Capital Inicial/ Tim Maia/ Chorão.

A vida é minha, eu faço o que eu quiser. 😎💥

Pra que sofrer se nada é pra sempre? 🙊💢

Decidi fazer dieta: em duas semanas perdi 14 dias. 😂👌

Agora, pra sempre, vou embora mas eu nunca disse adeus! 👊💭

Tinha sede me deram gasolina. 🌝🎶

O mundo perfeito…. nunca vai existir. 😖👎

Foi bom demais, não tinha que acabar. 😔⚓️

A vida é o maior mistério, e minha mente o maior mistério da vida. 👊😜

E vendo você o coração parece que vai saltar. 💏💟

Quero amor sincero, isso é o que eu espero. ⚓️😞

Se te faz bem, desistir por quê? 😳💢

Você cai hoje pra levantar mais forte amanhã.🙊😏

Deus me disse baixinho: ”Vai dar tudo certo.” ✌️🙏

Otário é quem troca uma vida por um momento. 👊🚫

Se você tem um sonho, apenas acredite. 😜🙏

Ninguém entende, porque quem sente sou eu. ✨🎶

Te sinto tão longe, mas te quero perto. 💘😔

Todo mundo precisa de Deus. 🙏☝️

você gostava quando eu prendia o cabelo

e aquilo me fez sorrir porque até então eu pensava que ninguém notaria a maneira como meu cabelo fica levemente desgrenhado quando prendo em um coque solto. e aquilo também me fez perceber como você gostava de ficar olhando pra minha nuca e eu não deixava você chegar perto e ria, e baixava a cabeça e soltava o cabelo de novo e depois prendia só pra ver você suspirar. você gostava quando eu prendia o cabelo e eu gostei de ouvir isso porque ninguém nunca tinha me dito que ficaria mais bonita assim, e só porque você disse eu acreditei e ando com o cabelo do jeito que eu quiser independente disso. você gostava quando eu prendia o cabelo, e eu gostava quando você mesmo com suas distrações notava coisas tão estupidas, mas suficientes.

Até agora não entendi como você conseguiu desgostar tão rápido de mim. No início, eu não queria me apaixonar, achava que ia doer muito. Sempre fui do tipo que afastava o amor de qualquer jeito. Mas então você me olhava com seus olhos brilhantes de uma forma que ninguém nunca tinha me olhado, e eu acreditei que tudo iria dar certo. Pura ilusão. Me apaixonei, você se desapaixonou. Me machuquei, e seus olhos não brilham mais.
—  Só resta saudade (e dor) - CSFPS

Imagine Harry Styles - pedido.

  • A ask com esse pedido sumiu da inbox ’-’
  • Feito por mim (Mari) e Tha (obrigada gêmea <3).

- Eu ainda não consigo acreditar que vocês vão casar! - Liam comentou, levando a taça de vinho branco aos lábios.

- Nem eu! - Harry e eu falamos ao mesmo tempo. Sorrimos um para o outro.

- Eu não acredito. - Nialler suspirou. - Minha irmã! - gritou, nos fazendo rir.

- Achei que já tinha superado isso. - Harry lembrou.

- Acho que isso nunca acontecerá. - Louis comentou.

- Parece que foi ontem que descobri sobre vocês. - Niall continuou. Eu troquei um olhar cúmplice com Harry.

[Flashback on]

- Okay, então. - falei saindo do quarto de Harry.

Os meninos estavam em mais uma turnê e como de costume, eu os acompanhava em todos os shows. E durante essas viagens, eu e Styles acabamos nos envolvendo. Por um bom tempo, conseguimos esconder nosso relacionamento, mas alguns deslizes ocorrem e àquelas alturas, quase metade da equipe já sabia. Menos ele. Meu irmão.

- Te vejo pela manhã? - perguntei.

- Só se você me der um beijo de despedida. - chantageou. Franzi os lábios.

Era meio arriscado nos beijarmos ali no corredor, mas eu não me controlava quando aqueles olhos brilhantes estavam sobre mim. Ficando na ponta dos pés, eu tomei sua boca com a minha e abracei seu pescoço a fim de trazê-lo mais para perto.

- Mas o quê…? - Niall perguntou em voz alta.

Empurrei Harry com tanta força, que o coitado cambaleou um pouco para trás.

- HARRY! - sua voz se elevou. - Nós tínhamos um acordo, lembra?

- Olha Niall… - Styles começou, mas logo meu irmão o interrompeu.

- Você está muito encrencado.

- O que está acontecendo? - Liam apareceu, seguido por Louis e Lottie.

- Harry está arrastando as asas pra cima da minha irmã. - respondeu. O rosto vermelho de tanta raiva.

- Nialler. - chamei, mas ele me ignorou.

- Qual é, Neil? Não tem nada demais. - Louis tentou acalmá-lo.

- Você diria isso se encontrasse eu e Lottie nos beijando? - perguntou com as sobrancelhas franzidas. Louis não respondeu. A pobre Lottie só arregalou os olhos azuis.

- Irmão… - insisti.

- E se fosse eu e Gemma, hein Harry? - provocou. Styles suspirou.

- Isso é diferente. - ele respondeu baixo.
- Diferente como?

- EU A AMO! - Harry gritou, apontando para mim. Meu queixo caiu alguns centímetros. Ele nunca tinha me dito as três palavras antes.

[Flashback off]

- Foi a primeira vez que disse me amava. - cutuquei o peito de Harry, com um sorriso bobo em meus lábios.

- Sim, eu estava lembrando disso também. - respondeu com a voz rouca em meu ouvido, me deixando arrepiada.

- Arranjem um quarto! - Louis pediu escondendo os olhos com as mãos. E mesmo sem ver, recebeu um olhar feio de meu irmão.

- Eu lembro que ouvi “a” conversa do Nialler com o Harry sem querer. - Liam admitiu.

- Oh, a conversa. - Harry sorriu.

- S/N e eu também tivemos uma conversa dessa. - Louis admitiu.

- Por quê? - Liam quis saber.

- Deixei claro o que aconteceria com ela se machucasse meu baby boy. - respondeu enchendo sua taça com um pouco mais de vinho.

- Awn, eu te amo, Lou. - Harry disse, esticando-se para tocar o joelho de Louis.

- Também te amo, babe. - segurou a mão de Harry e depositou um beijo ali.

- Arranjem um quarto! - brinquei.

- Mais tarde, e só com você, meu amor. - Harry falou, abraçando-me pela cintura. Um sorriso envergonhado marcou meus lábios quando Niall revirou os olhos e tapou os ouvidos.

- Não me façam lembrar da última vez, por favor. - continuou tapando os olhos com as mãos. - Ainda me lembro da bunda branca contraída do Harry. - fez uma careta.

- Ai, ai, meus olhos. - Liam fechou os olhos fazendo careta também como se imaginasse a cena que meu irmão descreveu, e Louis dava risada.

- Ninguém mandou você entrar no meu quarto, Niall. - respondi apesar de sentir minhas bochechas quentes.

- Achou errado, maninha. Devia ter trancado a porta.

- Nós achávamos que passaria a noite com Selena. - dei de ombros sabendo que ele se irritaria com a suposição.

- Pelo menos não foi no seu sofá, bro. - Louis tentou amenizar, mas Harry olhou para mim tentando esconder o riso e logo depois cobriu o rosto soltando uma gargalhada.

- Não… - Niall negou com a cabeça fazendo cara de nojo - (S/N)! - gritou indignado já com o rosto vermelho de ciúmes e nós começamos a rir. Niall com ciúmes era algo épico de se ver.

- Mal sabe ele que não paramos só na sala. - Harry sussurrou em meu ouvido me fazendo rir mais ainda.

Ajeitei-me no sofá e Harry me abraçou pelos ombros e Liam, que estava sentado no chão entre minhas pernas, encostou sua cabeça em minha coxa e eu passei a fazer carinho em seus cabelos. O silêncio agradável prevaleceu até Niall começar a rir descontroladamente, olhamos para ele confusos e já meio rindo do seu riso repentino.

- O que foi, Neil? - Tommo perguntou.

- Lembram quando a (s/n) tomou aquele caldo na praia? - riu mais levando os outros a rir também com a lembrança - Sua cara foi a melhor. - Fechei a cara só por lembrar daquilo.

- Acho que nunca te vi tão puta, amor. - Harry falou ainda rindo, secando as lágrimas no canto dos olhos.

- Só por causa de um óculos. - Liam virou pra mim balançando a cabeça em negação.

- Era meu preferido. - minha voz saiu aguda causando mais risadas e eu cruzei os braços irritada.

- Own, minha bicudinha mais linda. - Niall envolveu meu rosto com as mãos dando beijos molhados por todo meu rosto.

- Sai, você tá me babando toda, Horan - gritei tentando o afastar, em vão, ele só fez se sentar no colo. - Você tá me sufocando, baleia. - fingi falta de ar e ele parou de me beijar.

- Dramática. - rolou os olhos, mas continuou no mesmo lugar, fazendo Liam ir para o lado. Puxou minha mão observando a cicatriz que tinha ali. - Eu deveria ter te protegido. - seu tom agora era triste e até mesmo decepcionado.

- Você não teve culpa. - o abracei pela cintura encostando a cabeça em suas costas.

- Ninguém iria adivinhar que tinham tirado fotos nossas nos beijando e que as fãs iriam para cima dela daquele jeito. - Harry continuou.

Aquele dia tinha sido um dos piores da minha vida, Niall e eu estávamos no hall do hotel em que iríamos nos hospedar e enquanto ele estava na recepção um grupo de meninas conseguiram ultrapassar a segurança e foram para cima de mim, literalmente. Lembro da agonia de não conseguir respirar direito e de braços me puxando por todos os lados até eu cair no chão e ser pisada com o que eu acredito ter sido saltos altos, fora assim que obtive a cicatriz na mão.

- Não são fãs, não de verdade. - Louis interveio demonstrando sua raiva sobre aquele acontecimento.

- Vamos falar de outra coisa, sim? - pedi. - Lembram de aquele jantar que a mãe do Harry deu? - comecei.

- Eu lembro, ainda posso sentir o cheiro de molho de tomate em mim. - Liam falou rápido e se cheirou. Tinha sido hilário aquele jantar. Já estávamos rindo, não por ter tanta graça, mas porque estávamos altos por causa do vinho bebido mais cedo.

- Hey, não tenho culpa se não tenho coordenação motora pra segurar uma travessa. - Harry tentou se explicar.

- ‘Magina, Harold. Tive que usar uma de suas camisas broxantes. - Louis começou a rir concordando com Liam.

- Não. São. Broxantes. - Harry respondeu pausadamente, ele odiava quando zoávamos suas roupas.

- São sim. - concordei e recebi um olhar indignado dele. - Desculpa, babe. - beijei o bico que se formou em seus lábios.

- Okay, definitivamente vocês precisam de um quarto. - fomos atingidos por uma almofada.

- O seu de preferência, meu amor. - Harry respondeu cínico para Louis.

- Quem devia ser casar eram vocês. - falei como quem não quer nada.

- Vai se foder, Horan. - Louis falou mais alto me mostrando o dedo do meio.

- Com o Harry. - completei baixinho, rindo.

- (S/n)! - Niall chamou minha atenção e eu corei pedindo desculpas, fazendo os outros rirem.

- Quem vai ser o padrinho? - Liam perguntou repentinamente.

- EU! - Niall e Louis gritaram juntos e se olharam.

- Eu sou o irmão dela. - Niall começou.

- Eu sou o melhor amigo dele. - Louis apontou pro Harry.

- E eu sou melhor amigo dela. - Liam se intrometeu e então começaram uma discussão que não dava para entender nada, pois falavam ao mesmo tempo.

Olhei para Harry e ele já me encarava risonho, eu estava perdida sem saber o que fazer para aquela discussão boba acabar.

- Podemos fazer como Tom Fletcher e colocar todos como padrinhos.

- Isso! - Falei animada - CALEM A BOCA! TODOS SERÃO PADRINHOS. - gritei e a sala ficou em silêncio.

- Sério? - Niall virou pra mim com os olhos brilhantes. Assenti com a cabeça e sorri. Um segundo depois fomos atingidos por três criaturas felizes da vida em um abraço confuso, e nossas gargalhadas ecoavam pela sala.

Eu me sentia completa. Estava do lado do homem que amava, do irmão maravilhoso que tinha e dos meus melhores amigos que alguém poderia ter.