not propor

Ouça o que vou propor
Que seja recíproco o nosso amor
Que o tempo seja usado a nosso favor
E que as palavras não percam seu valor.
—  Banhar se de poesia, Vitor A.
Eu gostaria de lhe propor experiências tão simples quanto restauradoras: abra a janela da sua sala e sinta o sol da manhã batendo em seu rosto, respire fundo, deixe a brisa suave perfumar seu dia; abrace seu filho bem apertado, sinta o cheiro dele; tome um cafezinho com alguém que você ama, entre em contato com um amigo querido apenas para ouvir a sua voz; deite de costas na grama e conte as estrelas do céu, pare de pensar em desgraças e comece a pensar no quanto Deus ama você, e no quanto Ele lhe permite graças e alegrias em meio a um mundo tão ilusório. A vida passa a melhorar, o dia começa a ser bom, a respiração se torna leve, a partir do momento que você se permite querer ser assim. A vida é feita de escolhas. Se você escolhe acordar de mau humor, com mau estar, como atrair o que há de bom? Acordou com dor de cabeça? Dai graças por ter o dom de sentir, de pensar, de viver. Dai graças pela vida! Entenda, viver é uma dádiva presenteada a você, mas cabe a ti querer abrir o embrulho e desfrutar, ou não.
—  Dádivas.
I bet you can  || Lilith&Cassidy

@lilithfawley

Cassidy havia gostado da aposta que fizeram. Um beijo ou mil pratas, não importasse o resultado, gostaria do prêmio. Elas caminhavam tranquilamente a caminho do lago em que ocorreria o começo da maluquice, e a menina já não aguentava mais pensar qual seria seu desafio. Ela amava Lilith e sabia o quanto a amiga já havia sofrido em sua vida, e queria que tudo ficasse perfeito para ela.

A morena estava em dúvida do que Lilith faria, quem ela iria fletar com as roupas e o corpo todo molhados, mas acreditava que ela cumpriria o desafio. Ao chegar na beira do lago, olhou para a outra no fundo dos olhos. - Lilith, I know you’ll do this… Não sei o porque de ter apostado com você, mas também pode ter certeza que eu irei ganhar qualquer coisa que me propor. - O olhar oscilou por um instante dos olhos castanhos da outra para os lábios avolumados, e decidiu dar a amiga uma amostra do que teria se ganhasse. Colou os lábios com o da outra, e antes mesmo de pensar, aprofundou o beijo, transformando-o em uma troca de carícias lentas e graciosas. Sorriu ao quebrar o beijo, e aproximou-se do ouvido da outra. - Isso é só uma prévia do seu prêmio… Se você ganhar. - Falou e logo em seguida deu uma pequena mordida no lóbulo da orelha da outra. Então deu-lhe um leve empurrão em direção ao lago, como se dissesse para ela se apressar.

fambly

propor moff

ground moff

sea moff

dragon moff

space moff

sugre moff

bubble moff

secret moff shh itsa disguys

first moff

feeld moff

frash watter moff

specal edditiom gmaespots DLC popcorm flavor moff

!!! >:u N OT  A M O F F !!!!!

gerry

not a moff but still ok 2 sit @ the moff table

lich moff

gost moff (dont look 2 spoo ky)

flat moff

long moff

feeld moff 2: reloadevengelatons

soom 2 b a moff

not a moff

not a moff

???????maybe a moff????????

not a moff

>:O NO T  A  MOFF THATS A B AD

screemy moff


i hpope this a edcucation axperiance 4 u i m an axperf @ moffs and now u kno

Adoro os livros, aliás, muito mais que os filmes. Os filmes lhe dizem o que pensar. Um bom livro lhe permite escolher alguns pensamentos por si mesmo. Filmes mostram uma casa rosa. Um bom livro diz que há uma casa rosa e deixa que você lhe dê alguns toques finais, talvez o estilo do teto, ou um carro estacionado em frente. Minha imaginação sempre ultrapassou o que qualquer filme pudesse propor.
—  Febre Negra - Karen Marie Moning
Não pretende chegar a lugar algum, só encantar, divertir, intrigar, como quem passeia por uma estrada da palavras e sensações! Eu não quero ensinar nada a ninguém, coisalguma propor, criar um ciclo de eventos se encaixando para um fecho final, porque acho que nada fecha, tudo se abre, tudo é flor o tempo todo morrendo e renascendo!
—  Paulo Leminski
Não adianta mudar de endereço sem reformar a alma.
Trocar de emprego, sem refletir sobre os próprios sentimentos e atitudes.
Entrar em um novo relacionamento, mais fresco, menos problemático, sem propor a mudar de postura e romper os círculos viciosos.
Não é deslocar o corpo sem entender o movimento.
É amolecer a essência.
—  Clara Baccarin
I told you I was trouble

eu quis beijar a boca de cada amigo seu e depois voltar pra não me esquecer do gosto da tua boca. 
quis precisar de você só enquanto o meu ego não era capaz de me alimentar por si próprio. 
eu vaguei sozinha na madrugada a procura de alguma coisa diferente daquilo que eu já conhecia. 
quis te propor uma aventura daquelas que só existem na ficção e o seu não veio embrulhado pra presente.
baby, eu venho com o coração na mão
te pedir perdão por não saber apreciar o teu valor
e pedir encarecidamente que me deixes voltar
enquanto não há ninguém de interessante
na porta do bar.

Permitam-me sugerir que a curiosidade, juntamente com o humor, são dois antídotos de primeira linha ao fanatismo. Fanáticos não têm senso de humor, e raramente são curiosos. Porque o humor corrói as bases do fanatismo, e a curiosidade agride o fanatismo ao trazer à baila o risco da aventura, questionando, e às vezes até descobrindo que suas próprias respostas estão erradas.
Isso me leva ao papel preponderante da literatura, e da arte, em geral. Seu maior mérito não é propor uma reforma social ou fazer uma crítica política. Como se sabe, o quintal da filosofia e da teologia está entulhado de esqueletos de romancistas e poetas que quiseram competir com filósofos e teólogos, com ideólogos, ou mesmo com profetas. Muito poucos entre eles tiveram êxito, mas isso não está em questão. Uma literatura ruim pode incluir mensagens morais muito importantes e positivas, e continuar a ser literatura ruim.
A característica que define a boa literatura, ou arte, é a capacidade de fazer se abrir um terceiro olho em nossa testa. […] A grande literatura tem se posto nos lugares e nas peles dos outros, estranhos, às vezes odiosos, seres humanos, dom Quixote, os Iagos, os Raskolnikovs desse mundo. A literatura ruim não vai fazer se abrir um terceiro olho. Vai simplesmente repetir o que já sabemos, e nos mostrar apenas o que já vimos.
O que a literatura ruim efetivamente faz é fixar o punhado de clichês morais e psicológicos que a fofoca nos inflige. Sim, a fofoca é prima da literatura de má qualidade, embora a literatura tenha vergonha desse parente e não o cumprimente quando se cruzam na rua.
A fofoca também é uma filha da curiosidade. Mas a fofoca ama os clichês, que adoram reiterar nossos preconceitos e nos assegurar de que tudo e todos continuam a ser a mesma coisa. A boa literatura faz o oposto da fofoca: ela nos conta algo que não sabíamos, sobre nós mesmos e sobre os outros. Ou algo que não queríamos saber.
Porque, enquanto a fofoca se basta com a profundidade da pele, a literatura consegue às vezes realizar o milagre de cavoucar sob a pele. E enquanto a fofoca pretende nos agradar e lisonjear, a literatura tenta nos perturbar.
—  Amós Oz, “Como curar um fanático”.
Morto pra mim

Minhas condolências…
Vou derramar uma lágrima com a sua família,
Vou abrir uma garrafa e propor um brinde à sua memória,
Vou ficar acordado, vestido todo de preto,
Vou te chamar, mas você não vai me responder,
Vou deixar uma flor com sua mãe quando eu disser adeus…
Porque, amor, você está morto pra mim.

– Melanie Martinez

Existem pessoas que tentam arrancar o que Deus plantou em você, a paz. Existem certos tipos de pessoas que desmancha um sorriso belo que Deus desenhou em você. Existem pessoas para te por para baixo, esse é o problema “existe pessoas”. Queremos andar do lado de pessoas que te transmita a essência de Deus, que te faça ter dores na barriga de tanto rir, quremos pessoas, amigo assim. Quer um conselho? Amigo e alguém para te propor felicidade só o Espírito Santo.
—  Nos passos de Cristo
Desafio
  • Queria propor um desafio coletivo, onde uma ajuda a outra
  • Vocês me informam, peso inicial, peso atual, meta, altura, idade, qual dieta ou qual forna irá usar ai eu anoto tudo e a gente compará
  • Poderiamos criar um grupo no whats onde uma ajuda a outra
  • O que vcs acham da ideia ?
Em todo homem dorme um profeta, e quando ele acorda há um pouco mais de mal no mundo… A loucura de pregar está tão enraizada em nós que emerge de profundidades desconhecidas ao instinto de conservação. Cada um espera seu momento para propor algo: não importa o quê. Tem uma voz: isto basta. Pagamos caro não ser surdos nem mudos… Dos esfarrapados aos esnobes, todos gastam sua generosidade criminosa, todos distribuem receitas de felicidade, todos querem dirigir os passos de todos: a vida em comum torna-se intolerável e a vida consigo mesmo mais intolerável ainda: quando não se intervém nos assuntos dos outros, se está tão inquieto com os próprios que se converte o “eu” em religião ou, apóstolo às avessas, se o nega: somos vítimas do jogo universal… A abundância de soluções para os aspectos da existência só é igualada por sua futilidade. A História: manufatura de ideais…, mitologia lunática, frenesi de hordas e de solitários…, recusa de aceitar a realidade tal qual é, sede mortal de ficções… A fonte de nossos atos reside em uma propensão inconsciente a nos considerar o centro, a razão e o resultado do tempo. Nossos reflexos e nosso orgulho transformam em planeta a parcela de carne e de consciência que somos. Se tivéssemos o justo sentido de nossa posição no mundo, se comparar fosse inseparável de viver, a revelação de nossa ínfima presença nos esmagaria. Mas viver é estar cego em relação às suas próprias dimensões… Se todos os nossos atos — desde a respiração até a fundação de impérios ou de sistemas metafísicos — derivam de uma ilusão sobre nossa importância, com maior razão ainda o instinto profético. Quem, com a visão exata de sua nulidade, tentaria ser eficaz e erigir-se em salvador? Nostalgia de um mundo sem “ideal”, de uma agonia sem doutrina, de uma eternidade sem vida… O Paraíso… Mas não poderíamos existir um instante sem enganar-nos: o profeta em cada um de nós é o grão de loucura que nos faz prosperar em nosso vazio. O homem idealmente lúcido, logo idealmente normal, não deveria ter nenhum recurso além do nada que está nele… Parece que o ouço: “Livre do fim, de todos os fins, de meus desejos e de minhas amarguras só conservo as fórmulas. Tendo resistido à tentação de concluir, venci o espírito, como venci a vida pelo horror, a buscar-lhe uma solução. O espetáculo do homem — que vomitivo! O amor — um encontro de duas salivas… Todos os sentimentos extraem seu absoluto da miséria das glândulas. Não há nobreza senão na negação da existência, em um sorriso que domina paisagens aniquiladas. (Outrora tive um “eu”; agora sou apenas um objeto… Empanturro-me de todas as drogas da solidão; as do mundo foram fracas demais para me fazer esquecê-lo. Tendo matado o profeta em mim, como terei ainda um lugar entre os homens?)
—  Emil Cioran.