not dissing it

A primeira vez que ele disse sentir saudades de mim pensei que fosse mentira, fiz pouco caso, não disse de volta, eu estava em um momento estranho da minha vida, desligada de sentimentos, achando que eu não viveria até o próximo ano e ele não ligou por eu ser fria e mal educada, seguiu conversando comigo mesmo assim, com o tempo eu me apaixonei pelo seu jeito. Hoje não faço ideia do que ele sente, se ele sequer sente, ele não diz mais que sentiu minha falta, e eu morro de vontade de perguntar, talvez eu o tenha convertido à frieza, continuo sem dizer que senti falta também, mas quando fico uma semana sem vê-lo, parecem meses, a saudade é tanta que nem cabe em palavras.
—  Thaís Padilha

anonymous asked:

meu namorado esta internado em uma clínica de reabilitação e hj foi a primeira visita. Ele parecia outra pessoa, e foi horrível. Nós namoramos a quase 4 anos e os últimos meses tem sido dificeis, eu o amo demais mas as coisas q ele fez/faz me consome de uma forma.. ele tem sido tóxico pra mim. Hoje ele pareceu super motivado e determinado a mudar de vida, mas ele vai ficar lá por mais 5 meses, e sei que eu sou a principal pessoa para ajuda lo na recuperação, mas eu não sei se quero isso pra mim

Você disse que ama ele… mas será que esse amor é suficiente para suportar isso tudo? Por amor a gente suporta cada coisa, aquilo te destrói mas por algum motivo você não consegue ir embora. Se ele está determinado a mudar de vida e você vê isso, acredito que ele não irá mais fazer nada de ruim quando sair e ainda tem o tempo de recuperação. Não importa qual seja sua decisão acho que seria bom você apoiar ele nesse momento

Venham pedir conselhos, confessar algo, tirar dúvidas sobre qualquer coisa.

Imagine - Niall Horan

- Cara, você tem que sair um pouco. – Louis bufou sentado no sofá ao lado do sofá onde eu estava deitado. – A quantos dias você está com essa roupa?

- Desde ontem. – Murmurei com a cara enterrada na almofada.

- Eu não consigo entender. Você estava com outra, e deixou isso bem claro para ela; ai, do nada, termina o namoro de uma semana; e já está a quase um mês nessa situação. Eu não posso vir aqui todo dia para te arrancar de casa.

- Ninguém pediu para você vir até aqui. – Me sentei. – É que a maneira que ela me olhou não sai da minha cabeça. Eu fui cruel com ela. Eu sabia o que ela sentia, e o pior é que eu sentia o mesmo. Ainda sinto. Eu fico repetindo as palavras que ela me disse e ai vem minhas respostas e eu me sinto um completo idiota.

- E você já disse isso para ela? – O encarei. – Obvio que não.

- O que você quer que eu faça? Envie milhões de rosas, faça serenata, um jantar romântico? – Embrenhei meus dedos nos fios de cabelos que caiam no meu rosto. – É tudo ridículo demais.

- Se ela realmente for importante para você, nada será ridículo. – Ele bateu uma palma. – Vou para casa.

- Até mais, cara! – Acenei para Louis que já estava na porta.

Fiquei no sofá por mais uma hora e meia, até que decidi tomar um banho; troquei de roupa e fui para um parque próximo a minha casa.

Do banquinho que eu escolhi para sentar, eu podia ver um casal rindo juntos. Eles conversavam e de tempos em tempos se beijavam. Eu, por um momento, vaguei; imaginando como seria meu relacionamento com (S/N). Andaríamos de mãos dadas e eu roubaria beijos enquanto ela tivesse distraída? Ou seríamos o tipo de casal como eu fui com Ashley, mal conversávamos, beijos? Que beijos. Eu era como um enfeite pendurado ao lado dela.

Por Deus! Como eu fui tolo de dispensar (S/N) daquela forma. Tão rude.

- Você costumava piscar da última vez que nos vimos. – Meu coração quase saiu pela boca quando eu reconheci aquela voz. Meus olhos retomaram o foco e eu dei algumas piscadas rápida. – Não precisa exagerar.

- Eu estava distraído… - Direcionei meu olhar a ela. Os mesmos olhos brilhantes, o mesmo sorriso.

- Eu notei que você estava bem longe…

- Às vezes acontece. – Dei de ombros. – Você mora aqui perto?

- Não. Vim visitar um amigo; ai vi você aqui sentado, vim saber se estava bem. Você está bem?

- Estou seguindo. – Sorri fraco.

- Eu vou indo. - (S/N) levantou-se do banco e eu segurei sua mão.

- Quer que eu te leve em casa? – Fiquei preocupado com o fato de não saber como ela iria para casa.

- Não precisa. - (S/N) passou a mão pelos seus cabelos. – Meu ônibus deve passar daqui a pouquinho.

- Ônibus? – Me levantei do banco. – Nem pensar! Vem, pegamos meu carro e eu te deixo em casa. – A segurei pela mão a levando em direção ao meu apartamento.

- Você não vai deixar nem eu negar mais uma vez? - (S/N) perguntou do nada me fazendo parar bruscamente. – Sabe, fazer aquele charme…

- Tudo bem. – Segurei o riso.

- Poxa, Niall não tem problema eu ir de ônibus, serio! – Ela falou e fez um bico.

- Você é uma figura! Vamos, não vamos ficar discutindo aqui na rua.

Depois de pegar meu carro e dirigir por algumas quadras, havia parado o carro em frente à casa de (S/N).

- Prontinho! – Disse assim que puxei o freio de mão.

- Obrigada! De verdade! – Ela sorriu.

- Não há o que agradecer. – Segurei sua mão brincando com seus dedos. – Me desculpe. Eu fui um babaca com você aquele dia. Eu realmente me arrependo das palavras duras que eu disse a você. Eu tenho me sentido muito mal desde aquele dia.

- Estávamos os dois um pouco bêbados e eu também não fui nem um pouco educada com você. Quem deve pedir desculpas sou eu. Então, me desculpe. – Ela sorriu fraco e beijou minha bochecha, saindo do carro em seguida.

Mais algumas semanas se passaram e (S/N) sequer apareceu novamente.

Eu estava decidido a me declarar, não havia mais opções.

Comprei balões, flores, e levei meu violão. Por sorte, ainda lembrava do caminho até a sua casa. E o fiz. Deixando o carro na frente da casa, atravessei o pequeno portão branco com as coisas na mão e bati na porta. Um cara alto e meio gordo abriu a porta.

- A (S/N) está? – Perguntei meio tímido.

- Está. E você quem é? – Ele perguntou cruzando o braço em frente o peito.

- Sou, Niall. – Ofereci minha mão como comprimento; que foi recusada. – Desculpe.

- Papai, quem está ai? - (S/N) apareceu atrás do senhor. – Niall?

- Oi. – O cara gordo bufou e entrou para dentro de casa.

- O que você faz aqui? – A ofereci o buque e puxei o violão, tocando algumas notas finalmente tocando os acordes certos e iniciando a música que achava apropriada para situação.

Os olhos de (S/N) brilharam e eu sorri.

- Eu já pedi desculpas uma vez. – Comecei assim que a música acabou. – Mas eu ainda me sinto muito magoado e toda vez que fecho os olhos e te vejo naquele dia, chateada e surpresa com a minha resposta. Mas eu quero que saiba que eu sempre fui apaixonado por você e o que eu fiz antes foi um erro absurdo. Espero que realmente me perdoe e que possa me dar a chance de tentarmos algo.

- Eu não sei o que dizer. - (S/N) pôs a mão sobre os lábios. – É claro que eu quero tentar algo! – Ela pulou meus braços.

- Obrigado! – Murmurei com o rosto em seus cabelos, a beijando em seguida.

How to Be a Friend

  • Pay your own way. 
  • Share your stuff. 
  • Suggest activities. 
  • Be upbeat. Nobody wants a friend who is constantly down and complaining. 
  • Do not try and “impress” people with your knowledge or talent. Pay attention to THEM. 
  • Be supportive. 
  • Don’t let them pick on you. Nobody likes a doormat.
  • Be kind. 
  • Be humble. 
  • Be considerate. 
  • Be generous but not so generous that it seems like you are trying to buy friendship. 
  • Do not engage in dissing your other friends in their absence.
  • Do not try and be funny at the expense of your friends. Sarcasm sucks.
  • Have their backs.
  • BE LOYAL.

Dia 22 de outubro de 2016, foi quando tudo começou. Lembro-me ainda de como nossa conversa começou no privado do whatsapp: “Só arranque”, foi o que você me disse kkkkk.  Engraçado como as coisas simplesmente fluíram entre nós, né? Você com aquele jeito todo ousado e carinhoso, demonstrou animação ao saber que iria finalmente me ver, depois de quase 8 meses com interesse em ficar comigo kkkkk. O tão esperado dia chegou, e lá estava eu chegando no lugar em que havíamos marcado, já podendo avistar seu sorriso sínico de canto, que de primeira eu já gostei. Seu olhar não escondia a vontade de me beijar, sabia? Mas quando nos beijamos…nossa! Que beijo! Me fazia pedir por mais e mais até que nossos lábios ficassem doloridos. Aquele dia foi tão maravilhoso! Você rapidamente demonstrou um enorme interesse em mim, como de quem já estava gostando. Mas, como você mesmo me disse na época, ainda não sabia o que estava sentindo. E eu, bom, tive medo de criar sentimentos por ti. Mas que grande boba eu era, dias depois eu já estava me apaixonando por você. Não foi fácil, nem um pouco. Depois do enorme sofrimento que havia passado meses antes, meu coração ainda chorava de medo. Medo de novamente se machucar, de novamente se entregar e mais uma vez ser partido. A única coisa que eu queria era poder te ter apenas para mim. Foi triste, de repente, te sentir tão distante, tão calado, tão frio, tão longe de mim. Você aparentava estar confuso, e de fato estava. Sua confusão me causou insegurança, o que acabou nos afastando por um mês depois uma discussão idiota. Mas foi no natal que resolvi quebrar meu orgulho e te chamar. E claro, sendo ousado, você de primeira me pediu amizade colorida: “- que cachorro kkkkk”- pensei. Ainda não muito próximos novamente, conversamos uma vez ou outra, ainda com um clima um tanto frio. Confessamos a saudade que sentíamos um do outro, do toque, do beijo, do abraço, do cheiro, da pele, do sorriso…tudo. Dia 13 de janeiro, numa sexta, era o dia em que finalmente iríamos nos reencontrar e matar a saudade. Mas dias antes, estava eu castelando em casa, às 3 horas da manhã, me perguntando se tudo o que você havia me dito era verdade. Acontece que você tinha me chamado duas horas antes para falar que gostava pra carai de mim, me pediu para que eu não desistisse de você. No começo fui um pouco irônica ao dizer que sabia que você gostava de mim, não vou mentir. Eu estava confusa e com medo de acreditar em você novamente. Sexta chegou, meu celular quebrou, e horas depois estava eu no antigo, nervosa e ansiosa para te reencontrar. Mal sabia o que estava prestes a acontecer. Assim que chegou e me abraçou, me senti feliz ao receber aquele abraço apertado. Um abraço que você nunca tinha me dado antes. Foi tão apertado que por alguns minutos pude sentir seu coração bater forte. Você sorria a todo momento para mim. Estava diferente, confesso, mas diferente de uma maneira boa. Nos trilhos, já de noite, as estrelas foram testemunhas do seu pedido de namoro com os olhos brilhando e um sorriso lindo no rosto. Como eu poderia recusar esse pedido tão especial? Era impossível!
                  “Aquela noite foi tão boa, pena que o tempo voa…♪”.
E voou. Como eu gostaria de dar replay e reviver esse momento revendo o brilho nos seus olhos. Aquela rosa que me deu nesse dia permanece aqui guardada. Lembra dela? Eu a olho todos os dias, só para poder lembrar daquela noite. Lembra também do dia 21? Mais uma vez você conseguiu me surpreender como nunca alguém conseguiu antes. Ainda guardo na memória tudo o que me disse. Com lágrimas nos olhos, dizia que ainda iríamos ser muito felizes e que iria preencher essa vazio que existe em mim. Sabe, meu bê, meu mô, meu mozi, meu tratorzin, meu amor, coisa linda da minha vida, a primeira coisa que faço é sentir sua falta todos os dias quando acordo. Pode parecer loucura, mas sinto uma vontade exagerada de te ter. É como se eu nunca conseguisse matar totalmente a saudade, entende? Queria tanto poder te abraçar apertado e parar o tempo para que ficássemos ali, abraçados e apenas abraçados, sentindo a paz que só você é capaz de me dar. Mô, me deixa entrar em seu coração, me deixa fazer morada nele. Permita que eu te faça feliz. Não tenho o corpo perfeito, o cabelo perfeito, o rosto perfeito. Sou totalmente imperfeita, mas tenho um coração repleto de ti e que é teu. Faz de mim o motivo dos seus sorrisos. Sonhe comigo e acorde com uma vontade louca de me ver, de me ter ali contigo naquele momento e no resto do dia, por todos os dias. Talvez seja desejar demais, ou não. Me diz o que se passa em sua mente todas as vezes que se cala por alguns minutos enquanto me olha? Diz também o que pensa quando escuta meu nome, ou quando recebe uma mensagem minha, ou até mesmo quando me ver? Seria ruim também se eu te pedisse para que ficasse comigo? Para não ir mais embora? Tudo o que quero é você.

Eu tinha escrito tudo isso, no intuito de passar pro papel e entregar em suas mãos. Lembra daquela coisinha que disse que iria te dar? Era essa carta acima, meu amor. Pena que você não estava mais disposto a permanecer comigo, pena que você se foi antes mesmo que eu pudesse entrega-lá. Eu te olhava e via uma confusão. Não uma confusão como aquelas brigas que encontramos em bares, nas ruas. Uma confusão interna, uma bagunça. É, eu te olhava e te sentia tão distante, tão longe do meu limite. Tentei ir de encontro a você, porém, parecia que quanto mais tentava me aproximar, mais você se distanciava. Diga-me, foi fácil assim? Me deixar. Dizer todas aquelas coisas fofas, promessas e depois ir embora como se não fosse nada. Como se não fôssemos nada. Como se eu não fosse nada. Você não sabe como é alguém chegar e fazer você se sentir especial, pra depois dizer que está confuso e ir embora como se não houvesse nada. Ir embora como se nada tivesse acontecido. Na tristeza daquele dia 07 de março, aos prantos, queimei essa carta. Pergunta se doeu? Sim. Afinal de contas, tudo o que tivemos foi real? Aquele beijo foi de despedida ou de um até logo? Eu já não sei o que pensar. Me iludi de novo, essa é a única coisa da qual tenho certeza. Tinha tudo para ser a maior história de amor, só não tinha o amor…e quer saber de uma coisa? Eu descobri que te amo. Mas sabe o pior disso tudo? Saber que isso não é recíproco e que talvez nunca seja.