nossa chorei

O mundo é um moinho que te destrói aos poucos. Reduz teus sonhos a pó.
Eu chorei não por você, mas por mim. Por eu não conseguir ser forte o bastante para suportar esse peso que a vida se tornou sobre mim. Por eu te envolver nisso e por ser tão insegura quanto à nossa estabilidade.
Chorei por querer te encaixar em mim a qualquer custo, pois amor que é amor aceita que não somos porra de quebra cabeças e, por tanto, nos encontramos tão tortos que é complicado muitas vezes continuar.
Chorei por ser ingrata, mesmo não querendo isso pra mim. Chorei por ainda sentir, quando a vida só me faz ter vontade de chorar.
Chorei porque o amor próprio anda murchando e isso causa dores no estômago. Chorei por te acusar, e de alguma forma te corromper aos poucos assim como eu fui.
E eu não vou me perdoar se isso vier a acontecer.
Porque dizem que eu deveria pensar um pouco mais em mim, mas eu só consigo pensar em você.

Então eu acordei, olhei para o lado e vi que você não estava mais ali e comecei a chorar. Chorei por lembrar das palavras horríveis que disse a você. Chorei por ter rasgado a nossa foto de casamento. Chorei por tudo o que eu havia feito na noite passada. Mas de repente eu ouvi a porta abrir e era você com uma bandeja cheia de pães e com suco de morango. Então eu corri para te abraça e entre sorrisos e lágrimas e disse “Por mais que eu diga que eu te odeie, por favor, jamais me deixe”.
—  2.751 km do meu amor
Ontem eu chorei, mas não foi no meu quarto ouvindo aquela banda que sempre me faz chorar, ou em frente ao computador lendo alguma história de amor que não deu certo, assim como a nossa. Eu chorei no lugar que eu menos queria estar naquela hora, com pessoas que eu não conheço, que não sabem como me sinto. Eu chorei no meio de outras pessoas com corações partidos tentando preencher o vazio deixado pela pessoa amada. Chorei tudo que vinha guardando a meses, eu desabei nos braços de um estranho que sentiu dó de mim e me consolou, me ofereceu seu ombro “amigo”, porque meus amigos estavam ocupados demais para mim, e você estava ocupado demais sendo de outra. Desabei por não suportar mais te amar, chorei por todas as vezes que você me magoou e eu me contive. Enquanto um estranho que eu sequer sabia o nome me dava colo eu só te odiava, te odiava por me fazer vulnerável, te odiava por estar sendo abraçada e você sabe que odeio abraços, te odiava por não ser os teus braços, te odiava por você ter destruído o que havia de mais bonito em mim. Eu desabei por não suportar mais te amar tanto, e chorei porque te amar e não te ter dói.
—  Imperceptível.
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🎉 Agora eu to assim, só fazendo besteira, de dia eu casada, de noite eu to solteira ☝️

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😟 Por favor não vai embora, ninguém nunca ficou por tanto tempo antes 😭

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🙈🙉🙊 não tenha medo de ser ouvido, falado e visto 🙈🙉🙊

No fundo, no fundo, eu sabia que nada do que eu fizesse adiantaria pra salvar a nossa história, mas precisava tentar. Eu precisava fazer de tudo antes de pular fora do barco e deixar que ele afundasse sozinho. Eu precisava sentir, sabe? Eu precisava sentir e viver o nosso ponto final, é que as vezes deixar doer é tudo o que se pode fazer. Ou eu expulsava aquilo de dentro mim ou aquilo iria me colocar pra fora mais dia ou menos dia. A gente só tira uma coisa de dentro de nós quando nos damos a chance de vive-la. Eu vivi. Deixei esses dias passarem em câmera lenta sem tentar controlar nenhum dos extintos que afloraram. Arranquei cabelo, roí unha, joguei fora nossas cartas, rasguei as nossas fotos e chorei. Chorei muito. Chorei até secar e adormecer em cima das minhas lágrimas. Chorei até acordar com os olhos secos e o coração vazio.
—  Gabriela Freitas

Eu não entendo por que as pessoas perguntam: o que aconteceu? Ou Por que você tá ai sozinha?…Não entendo por que elas perguntam isso se na verdade nem se importam, isso mesmo elas não querem saber como você está se sentido. Elas só querem transparecer que se importam, mas eu sei que na verdade não estão nem ai. Cara se você ver alguém sozinho não pergunte pra ela o por quê mas à faça se sentir especial, faça ela rir, por que se você perguntar o motivo dela estar ali sozinha ela não vai aguentar ela vai se desmoronar, falo isso pq eu sei e já passei por isso. Não queria ter que passar por isso mas passei e me perguntaram o por quê e eu chorei, nossa eu chorei a noite toda.  


-J.F

Chorei dois dias seguidos por você, não um desses choros mansos que caem gota a gota no travesseiro sem causar muito estrago, mas um daqueles choros doídos que fazem o nosso corpo se retorcer na cama de tanta dor. Um choro vomitado com força de dentro da alma. Durante essas 48 horas eu senti cada pedacinho de mim queimar feito papel em brasa e achei, por diversas vezes, que não iria suportar. Mais uma vez não. Enquanto as lágrimas rolavam com brutalidade no meu rosto, eu me perguntava como é que tinha me permitido cair de novo daquele jeito, como foi que eu me deixei enganar com o seu papinho se já conhecia de cor e salteado o seu jogo?
Eu não lutei contra o meu desejo de despejar um oceano pelos olhos, nem tentei engolir os gritos que beiravam os meus lábios. Eu não tentei evitar aquele show patético, nem reprimi a minha vontade de reler as nossas mensagens e de olhar o seu perfil a cada quinze minutos com esperança de que houvesse alguma coisa lá que fosse pra mim. Eu não me segurei, nem me coagi, nem tentei fingir que estava tudo bem. Não tava. E eu não ia agir como se estivesse. Postei um bocado de indiretas em quase todas as redes sociais pra ver se alguma te atingia, mandei todas as mensagens que eu achei que deveria mandar, te xinguei e também me declarei, e fui ignorada sem sucesso porque eu não deixei barato, fui ao fundo do poço, perdi o pouco que me restava de dignidade e me humilhei da pior maneira pra ver se você voltava. Mas não adiantou nada.
No fundo, no fundo, eu sabia que nada do que eu fizesse adiantaria pra salvar a nossa história, mas precisava tentar. Eu precisava fazer de tudo antes de pular fora do barco e deixar que ele afundasse sozinho. Eu precisava sentir, sabe? Eu precisava sentir e viver o nosso ponto final, é que as vezes deixar doer é tudo o que se pode fazer. Ou eu expulsava aquilo de dentro mim ou aquilo iria me colocar pra fora mais dia ou menos dia. A gente só tira uma coisa de dentro de nós quando nos damos a chance de vive-la. Eu vivi. Deixei esses dias passarem em câmera lenta sem tentar controlar nenhum dos extintos que afloraram. Arranquei cabelo, roí unha, joguei fora nossas cartas, rasguei as nossas fotos e chorei. Chorei muito. Chorei até secar e adormecer em cima das minhas lágrimas. Chorei até acordar com os olhos secos e o coração vazio.

A verdade é que a gente tem de sentir o nosso luto se quer fazer com que ele sare, a gente tem que encarar a nossa dor se quer fazer ela passar. Jogar pra baixo do tapete não faz sumir. Deixar de lado não cura. Eu precisei fazer papel de trouxa, chorar igual mocinha de cinema e sofrer igual as Helenas do Manoel Carlos pra conseguir reencontrar a minha felicidade. O mundo não acaba quando um romance chega ao fim, mas a gente só descobre isso quando deixa tudo morrer junto com ele pra poder renascer livre pra uma nova história. Eu permiti que a dor morresse enquanto engolia o fato de termos morrido também e no terceiro dia eu já estava pronta pra recomeçar sem ter você comigo. E eu recomecei.

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Lembro mt bem,quando vc foi embora na primeira vez,nss me fiz de forte,fiquei magoada mais me segurei,logo mais vc voltou,uffa nossa foi uma  como todo dia,,mais tão bem que ate ficou meio chato,ns nn brigavamos mais td dia,ate q vc cmç novamente com sua possecividade,e novamente me largou,aa nossa fiquei mal chorei falei que te odiava,e que agr era pra valer,mas nn era tu volto arrependido e eu aceitei,foi ai que percebi que nn só gostava de vc como te amava muito tbm,novamente tu se afasta,eu nn aguenti corri atraz,foda-seee meu orgulho,ai ficou td bem,vc deu mil provas que me amava,e eu trouxa acreditava,até minhas amigas tu conseguiu enganar,elas tbm achava q tu me amava e que era muito fofo,provando q me ama,juras e mais juras de amor,textos e mais textos de que eu era a mulher da tua vida ate que,tu cmç a ficar estranho dnv,e se afasta e era pra valer 4 meses se passoue derrepente uma mensagem,era vc,me mandando um ‘oi’ perguntei ‘oq foi?’vc me disse ‘nd’ falei pra vc falar e tu falou que tava com sdds eu chorei e disse eu tbm,falei que te amava,e vc disse que tbm me amava,joguei td na tua cara oq tu fez cmg,mas nn aguentei voltei pra vc,só q em mais uma das suas posessividades,cmç a ficar louco de ciumes,eu n podia nem fazer trabalhos escolares cm meninos,mas vc podia ter suas amiguinhas meninas,claro né,bom ai eu desido disser tchau,chorando mt,com coraçao partido falei tchau,mas uma semana dps voltei atraz pedi perdo,e novamente voltamos,tava td maravilha,ate q dnv tu pega ciumes e nn tem mais conversa tu me deixou eu aceitei nn corri atraz,e espero nn correr,se eu ainda te amo?nunca deixei de amar….

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Amigo - Olha aquela garota ali dançando! Gata demais.

Cara - Linda né? Sabe quem é ela? Minha ex namorada. Aquela que eu traí todos os dias. Quando ela dizia que me amava eu ria. Sabe essas roupas coladas e esse cabelo pro lado que ela tá usando aí? Ela costumava usar uma camiseta rosa e um shorts, com o cabelo preso pra trás. Mas ela não conseguia ficar feia, eu só não sei porque nunca a disse isso. Ela era louca por mim. Me mandava mensagem de bom dia, depois me lembrava de amarrar os cadarços que eu sempre esquecia, colocava sempre na minha agenda os horários do meu dentista e sabe como eu retribuía? Vinha pra essa boate com o Dani, o Rafa, Lucas bebíamos, zoávamos eu acabava e ficando com umas que passavam de cabelo pro lado e roupa colada, assim, como ela tá hoje. Ela cuidava de mim todo fim da noite, mesmo que eu passasse o dia inteiro à ignorando e sabe o que ela dizia? Que os anjos dela iam cuidar de mim. Era a garota mais grudenta, ciumenta, complicada e estranha que eu já tinha conhecido. E eu gostava mesmo era dessas aí, de ficar uma noite e me darem o telefone errado. Aí eu terminei com ela. Falei que ela era trouxa e burra por acreditar em mim. Dois dias depois vi uma foto nossa e chorei. Três dias depois, eu liguei pro celular dela e ela não atendeu. Quatro dias depois, eu fui na casa dela e ela disse que tava ocupada pra falar comigo. Cinco dias depois, eu não tive vontade de sair. No sexto, sétimo e no resto dois meses eu sentia falta dela todos os dias. Até que meu irmão me puxou pra essa balada, a mesma que eu vinha pra ficar com essas meninas que não querem saber de mais nada a não ser delas mesmas e a encontrei aqui. Linda. Os olhos delas brilhavam. Eu fui falar com ela e ela me deu um beijo. Achei que, dessa vez, eu podia tê-la nas mãos de novo, mas dessa vez, para valorizá-la. Pedi seu número do celular novo e ela me deu. Liguei no dia seguinte e a moça da padaria atendeu: Número errado. Chorei de saudade. Arrependimento. Receio. E de saber que a garota que eu ria, se tornou na garota que ria de mim. Pior, a garota que era minha, agora tinha um tanto de caras querendo ser dela, incluindo você e ela está querendo aproveitar o tempo que perdeu. Eu fiz a garota dos meus sonhos ser o sonho de todos os caras por aí. Eu a perdi. E sabe aquela hora que me viu falando com uma garota, era ela, me disse que não era trouxa e nem burra de acreditar no amor que eu dizia sentir por ela. E sabe o que dói? Vê-la dançando, rindo e não se preocupando em nenhum momento em olhar pra cá, me ver babando por ela e chorando por nunca ter percebido o quanto ela era importante pra mim, antes.


                                                            -  (Souce: Analya Monterani)

I'M HERE WITHOUT YOU BABY *faz cara de desgosto* BUT YOU'RE STILL ON MY LONELY MIND *escorre lágrimas* I THINK ABOUT YOU BABY *finge que tá triste* AND I DREAM ABOUT YOU ALL THE TIME *relembra coisas do passado* I'M HERE WITHOU YOU BABY *mexe nas coisas do meu ex-amor* BUT YOU'RE STILL WITH ME IN MY DREAMS *morrendo* AND TONIGHT IT'S ONLY U AND ME *fim do clipe romântico*
youtube

Mundo ao contrário - HETEROFOBIA.

Pra quem diz que “não entende” a homossexualidade, talvez estar no lugar dessas pessoas, ajude. 

Após nossa última discussão eu chorei, chorei e derramei todo e qualquer arrependimento - sem contar a dor - em dois drinks de whisky e gelo. Minha intenção era sentir aquela alegria inexplicável provida pelo álcool invadir meus umbrais e levar o desespero embora; no fim das contas tudo o que pude aflorar foi a ressaca e a necessidade de você.
—  Confissões de uma Neurótica
A Prova de Fogo - Capítulo 13 - Flashback 3  - parte 2

FLASHBACK ON

Há um amargo grande na minha boca, senti uma pressão na minha bochecha e só então percebi que estou viva. Conhecia aquela pressão de lábios delicados na minha bochecha, era May. Ela costumava beijar a minha bochecha nas noites que escapava de casa, aos doze anos. Nessa época minha mãe me batia muito, pois bebia muito e eu fugia para a casa da May. Ela me agarrava em seus braços finos, e de alguma forma abraçava a minha dor. Quando eu parava de soluçar, me enchia de beijos assim… Pressionados delicadamente nas minhas bochechas e dizia que eu era forte e linda, falava que me admirava e eu respondia que não acreditava, mas esse simples gesto me fazia mais feliz. Mais uma vez, seus lábios pressionaram contra a minha pele e eu sorri. Minhas lágrimas
devagar desceram, então abri os olhos e encarei os olhos da minha melhor amiga.

– Como você está? - May perguntou, apertando um ursinho de natal em suas mãos.

– Bob, o ursinho de natal? - Perguntei, não acreditando no que estava vendo.

– Você me deixou assustada… – Ela sussurrou, abraçando o ursinho que dei a ela quando tínhamos dez anos.

– Porque… ? - Minha voz falhou. Respirei fundo e o cheiro de hospital invadiu as minhas narinas. Sentei e não senti nenhuma dor. Levei minhas mãos para a minha barriga e então fechei os olhos.

As lembranças invadiram a minha mente de forma violenta. Olhei pra todos os lados, e senti as mãos de May agarrarem as minhas. Levei minha testa até nossas mãos juntas, claro que suspendi um pouco nossas mãos e chorei. Eu queria levantar e me acolher nos braços da May sentir seus beijos e ouvir sua voz doce. A única voz que realmente conseguia me acalmar de verdade. Passaram longos minutos, quando May começou a cantar pra mim e eu deitei na cama. Mil perguntas estavam na minha mente, me rondando. Tinha que perguntá-la.

– Quão ruim estamos? - Perguntei com voz vazia, fitando o teto e triste.

– Está com duas costelas quebradas, teve hemorragia interna, esteve em coma por uma semana… - Eu a interrompi.

– Eu perdi o bebê? - Minha voz falhou.

– Clarinha não é sua culpa. – Lágrimas insistiam a derramar. May tocou no meu rosto, senti um pouco de dor e me olhou nos olhos. Estremeci. Estava tão insegura e ela tinha passado por algo pior. Mas ela tinha Coyote… E eu a Vanessa, eu a tinha, certo? Senti seus lábios beijarem minha testa e um arrepio percorreu meu corpo. Ardeu. Então pressionou os lábios em minhas bochechas e me senti com doze anos. Sorri. Ela se afastou um pouco e abriu um sorriso sincero. Eu amo seu sorriso, é a força mais simples que ela me diz “Tudo ficará bem.”

– Você é linda e tem alguém que te ama muito. Vanessa surtou e não saiu do seu lado em nenhum instante. Quando o médico falou que você poderia acordar a qualquer momento, eu e Thais, não a deixamos mas aqui. Eu sei que surtaria. Coyote levou ela pra casa, para arrumar as coisas e assim que tiver alta, poderá sentir-se em casa novamente. - Falou tão segura, eu não preciso perguntar. Ela sabia minhas perguntas. May sempre será quem me conheci melhor nesse mundo inteiro. Ela sabia ler minha mente.

– E ele… - Fui interrompida.

– Ele não foi encontrado. Não acharam o seu corpo e toda a unidade de polícia está atrás dele. Foi noticiado na televisão e o colégio foi informado. Não se preocupe- Ela me informou.

– Eu te vinguei. - Sussurrei, encarando seus olhos negros nos meus.

– Não deveria. - Me entristeci. Queria que ela falasse “Obrigada”. Ela percebeu e passou as pontas dos dedos em meu braço direito.

– Mas, obrigada. O que seria de mim sem você? - Falou baixo e sorri. Nesse instante é disso que eu precisava.

– Eu te amo, May. - Sussurrei e levei minhas mãos pro meu rosto, limpando a inundação.

– Eu te amo mais. Melhores amigas, certo? - May sorriu, e apertou uma das minhas mãos. Então chamou a enfermeira e avisou o médico responsável. Depois de me analisarem, ela voltou e cantou pra mim. Tinha tomado calmantes e junto com seu carinho, dormi.

No dia seguinte falei com Vanessa, que tinha os olhos cansados e tive a certeza que chorou muito. Sua mão esquerda estava quebrada e não perguntei porque. Tinha medo de fazer perguntas e ela me encher com as suas próprias perguntas sobre o que aconteceu. Tive alta, finalmente. Não falava muito e estava irritada com os seis cortes com pontos. Me incomodavam. Me sentia horrível e negava me olhar no espelho. Eu sei que estou horrível.

– Esse não é o caminho de casa. - Informei Vanessa.

– Aluguei outro apartamento, mobiliei e tudo mais. Não queria que tivesse memórias ruins lá. - Ela falou e o compreendi.

Chegamos em um prédio grande e no setor mais bem conceituado. Sorri. Ela fez isso pra mim, e eu não merecia. Levei o nosso filho para o suicídio. Entramos no apartamento, era maior e tinha uma claridade ótima, as paredes eram todas brancas.

– O que achou? - Ela perguntou ansiosa.

– Bom. A onde fica nosso quarto? - Perguntei com a voz vazia.

– Por aqui… - Ela me levou a um pequeno corredor que haviam três portas. Explicou que a porta que estava a nossa frente e no fim do corredor é o nosso quarto. A porta do lado direito era uma pequeno quarto de hospedes e a do lado esquerdo uma sala, que o antigo dono usava como escritório. Não tive muita paciência, simplesmente entrei no nosso quarto e acomodei minhas coisas.

Vanessa me olhava de maneira ansiosa, desde do hospital não havia tocado nos seus lábios e poderia me entender mal. Eu sei que pode parecer bobagem e que ela nunca me faria mal, mas sentia medo. A verdade que estava com medo e acumulada de sofrimento dentro de mim. A noite chegou, e eu não sai do quarto nem por um segundo. Mas Vanessa cuidou de mim, levou pro quarto comida e insistiu que eu me alimentasse. Comi um pouco, mas não me sentia bem comigo mesma e isso estava me matando. Estou sentada na minha nova cama, no meu novo quarto, no meu novo apartamento e com a nova vida que eu não esperava. Sim, imaginei ter uma vida nova mas formando uma família e não assim. Vanessa entrou em silêncio e me observou. Olhei em seus olhos e por um momento a dor não se manifestou.

– Você tem visita. - Vanessa me olhou sorrindo. Não sorria com os lábios mas nos seus olhos eu pude a ver sorrindo.

Então ela saiu da porta, deixando passagem para alguém entrar e quando vi quem era, quase morri. Paula. Seu sorriso se abriu ao me ver, apesar de ver um traço de espanto de me ver daquele jeito e não me contive como uma estátua vazia. Pulei pra fora da cama e a vi abrir os braços, minha irmã sempre será a pessoa mais segura pra mim. Ela tem um caráter forte que nem o meu mas é muito delicada, conceituada, linda, educada, um gênio florido que nem o de May podendo ver coisas boas onde só há sofrimento e famosa. Minha irmã é a blogueira mais famosa do Estado, e talvez do país. O radioactive unicorns tem somente dois anos, e recebi um número de visitas incontáveis para mim. Ela é realizada e eu a amo tanto. Envolvi meus braços pela sua cintura, a abraçando carinhosamente e confesso que amo abraçá-la. É como abraçar meu lado hiper feminino.

– Coyote e Ray estão na sala, então vou deixá-las sozinhas. Acho que tem muito o que conversarem. - Vanessa pronunciou. E antes que fosse, a agarrei em meus braços e sussurrei em seu ouvido um “Obrigada.”, em seguida a beijei. Um pequeno beijo.

– Precisa de uma repaginada no seu look. Está com mais cintura, se quiser eu te ajudo. Mas tem que ser escondida da May, porque você sabe como ela é. - Paula falou, tirando os sapatos e sentando no sofá que agora tem no meu quarto. E eu só percebi que ele está aí porque ela se sentou nele. Me olhei no espelho, e observei bem minha cintura. Realmente está mais fina. Fiquei confusa, o que tinham feito comigo?! Ela percebeu meu jeito estranho de me olhar e então resolveu me explicar.

– Você não perguntou sobre os danos que causaram em você. Entendi. Sua cintura está mais fina porque foi necessário retirar duas costelas… Uma do lado direito e a outra do esquerdo. - Me contou segura. Paula não tinha medo de me contar as coisas, não é como todo o resto que se sentiam tensos ao falar e eu gostava disso nela.

– Oh! - Exclamei. Sentei do lado dela.

– Lembra que a Vogue Teen entrou em contato comigo? - Paula se pronunciou. Fiquei aliviada por não perguntar se estou bem.

– Lembro sim. O que querem da minha linda irmã? - Ela riu, sabendo que estava também me chamando de linda e suspirou.

– Querem que eu tome conta do blog da Vogue Teen da Itália. - Disse um pouco triste.

– E que eu me mude pra lá, tenho que dar a resposta amanhã e decidi que não vou. - Falou decidida.

– Como não vai? É uma grande oportunidade. Você ama o que faz… Então porque não ir? - Perguntei indignada.

– Minha irmã precisa de mim. - Sua voz foi meiga e me revoltou.

– Você vai levantar esse traseiro branco e confirmar essa porra agora. ME ENTENDEU? - Falei alto o bastante para Vanessa vim nos verificar. Ela olhou pra mim confusa e a Paula riu.

– Eu tenho o minha esposa, a May, a Thais, o Ray, o Marcelo, o bebê da May e seu ursinho Bob. Ficarei bem. - A olhei com carinho. Queria dizer a ela, que além de mim não havia nada mais importante. Claro, depois de mim tinha o seu blog. Apesar de Paula ter mil valores, não tinha verdadeiros amigos e companheiros. Tinha pessoas ao seu redor sempre, mas me dizia que diante deles e do mundo só me tinha realmente. Queria lembrá-la disso, mas talvez pudesse ferir ela.

– Nenhum deles tem seu sangue correndo em suas veias e não são como eu. Eu sou sua irmã e você é tudo que eu tenho. Me deixe decidir por mim. - Paula sorriu, tentando parecer que não era um sacrifício pra ela.

– Eu jogo o anel da mamãe no lixo. - Ameacei. E ela se levantou do sofá na defensiva.

– O que? De forma alguma. - Falou doce, mas eu sabia que aquilo era um grito comportado dela.

– Você vai pra Itália, e casará com um italiano lindo. Ficará mais famosa com o blog e qual é, será da elite de moda. - Sorri. E ela me abraçou. Um abraço diferente, aconchegante que só irmã pode te dar e fiel.

– Você continua sendo uma delinquente. - Ela sussurrou e eu ri.

– Olha quem diz. Você roubou um batom da MAC quando tínhamos treze anos. Você também é delinquente, só que banhada a glitter. - Falei. Me tornou um pouco mais feliz, porque não precisei me sentir mal e nem falar sobre o que aconteceu.

Ray e Coyote já tinham ido embora, passaram no quarto pra me dar um oi antes de irem. Me apavorei quando Paula disse que ia embora sozinha, então fiz a Vanessa prometer que a levaria para casa e só voltaria quando ela trancasse bem a porta. Tinha muito medo que fizessem algo a ela. Eu acho que morreria se algo acontecesse com a minha irmã. Vanessa foi, mas não me deixou sozinha. May ficou comigo, estamos na cozinha e eu assistia ela cozinhar. Me transmitia conforto está perto dela, mas a dor no meu peito só aumenta e eu acho que não mereço viver. Não se for pra viver assim, com a dor da perda de um alguém que nem nasceu. As palavras do homem que me empurrou quando precisei de ajuda ecoavam na minha mente. Assassina.

– May, eu vou tomar banho. - Falei baixo. Mas ela escutou.

– Você está cheia de pontos. Precisa de ajuda? - Ela perguntou ficando vermelha. Me lembrei de quando ela estava assim, destruída fisicamente e emocionalmente. Por uma semana eu a ajudei ela a tomar banho, mas era diferente. Não era só as costas, coxas e barriga que estavam machucados. Sua intimidade também estava e ela sentia muita dor. Chorava toda vez que precisava fazer coisas que todo mundo faz. Durou mais ou menos duas semanas inteiras da qual a ajudei e sinceramente, não tenho vergonha que o fiz. Ela precisava de mim e eu estava lá. O engraçado que eu precisava ter visão de raio x, ela se sentia insegurança em me deixar vê-la. E quando a vi na íntegra, eu compreendi. May foi muito machucada e mais do que eu.

– Não. Eu me viro. - Sorri fraco. Antes de ir, a abracei e beijei sua bochecha. Sussurrei um obrigada, e andei em direção do quarto.

Tranquei a porta. Tirei minha roupa, ficando só de calcinha e sutiã e me observei no espelho. Eu realmente estava destruída. Meus olhos inchados e vermelhos, minha barriga cheia de pontos, marcas quase pretas por toda parte, furos na minha coxa e um corte na minha testa. Com certeza ficaria com cicatrizes mas nenhuma seria tão dolorida quanto a cicatriz no meu coração. Toquei a minha barriga e desmoronei a chorar. Sentei na beirada da cama e me xinguei por ser tão estúpida. Eu amava esse bebê que estava crescendo em mim e não ia suportar a dor. Eu merecia morrer junto a ele. Eu tinha. Fixei meu olhar pra cômoda aonde Vanessa organizou meus remédios por horário e dias que deveria tomar. Sempre achei que eram estúpidos quem tentava se matar com remédios. Sempre achei que mereciam viver pra levar uma surra da vida e aprender que pra morrer teria que se empenhar mais. Porém, eu já tinha apanhado muito e meu corpo ainda doía. Eu não quero sentir dor, sabe? Já estou sentindo demais. Me levantei novamente e abri a garrafinha de água. Abri todos os seis frascos de remédio e ouvi a batida na porta. Olhei pra ela e a maçaneta estava mexendo. May começara a me chamar com voz alta. Ignorei. Engoli metade do primeiro vidro empurrando com água. Gemi de raiva. Minhas lágrimas encharcaram o meu rosto, tanto que molhavam o colo do meu peito. Mais batidas fortes e senti o desespero de May. Ela tinha que entender, certo? Acabei com o segundo vidro e pude ouvir May chorar desesperada. Meu coração apertou. Me sentei no chão frio, não aguentava mais.

– Por você, meu bebê. - Sussurrei. E metade do terceiro vidro estavam na minha boca, quando ouvi a porta ser aberta com força. Vi May com a blusa molhada, e chorava mais que eu. Estava com um machado na mão, que logo jogou no chão.

– Clara - Falou baixo. Vi seus olhos fitarem o que eu estava fazendo, e me senti tonta. Tonta e desesperada. May com sua barriga enorme se aproximaram de mim. Ela tenta abrir minha boca, mas não permitir não foi o suficiente. O olhar furioso dela me cortam por dentro. É a May, então obedeci mas senti meu corpo fraco. Acho que vou desmaiar e se tiver sorte, morrer. Ela enfiou dentro da minha boca seus dedos finos e me fez vomitar tudo que tinha tomado. Tive raiva no meu pensamento. Muita raiva.

– Minha Clarinha, nunca mais faça isso comigo. - Falou alto e chorosa.

– Meu… MEU FILHO… MAY… – Tentei falar e ela me afagou.

Uma hora se passou e estava na cama banhada, com os olhos tristes e vazios. May do meu lado, acariciando minha mão e tentando me dar forças.

– Sei o que sentiu quando viu a primeira ultrassom. - May sussurrou.

– Os batimentos do coração dele… Se tornou minha melhor música. - Falei baixinho. May levou a minha mão a sua barriga.

– É menina. E quero que você escolha o nome dela. - May me fez sorrir.

– Porque eu ? Você e o Coyote que deveriam escolher.

–Se não fosse por você, no dia que cheguei do hospital eu teria me matado. Você me ajudou, e se tivesse feito, não estaria com ela crescendo em mim. - May foi sincera. - Eu nunca pensei em ser est… Bem, você sabe. E foi horrível mas você esteve do meu lado o tempo todo. Quero que a minha filha ganhe o nome que a minha heroína escolher. Lágrimas novamente desceram. Eu nunca imaginei isso. Só eu sabia o quanto May gostaria de escolher o nome da filha. Ela vivia falando nisso antes do que aconteceu com ela. Me lembrei de suas palavras “Julia, Kaliene, Star ou Yasmin. Um desses será o nome da pequena Dias Gomes um dia.”

– Star. - Sussurrei e sorri. A abracei forte, poderiam me dar o presente mais caro do mundo e nunca chegaria aos pés do que May esta fazendo por mim.

– Eu amei. - Ela disse.

– Quero seja a segunda mãe da minha filha. Considere sua também, porque você será a madrinha dela e quando eu não estiver perto… Será mãe. Quero que ela te ame o tanto que eu te amo, está bem? - May fungou. E acredite, me senti feliz. Concordei com a cabeça e beijei a sua testa.

FLASHBACK OFF