nossa cara

Caro moço, mesmo depois de sua covardia, e egoísmo, continuo aqui, meu perfume guardei, esperei um príncipe e um rei, mas esses não encontrei, então pra ti deixei, mesmo que você não tenha me firmado na terra, e não tenha me aguado, aqui continuo, e sempre continuarei, chorei dias, sim, por dias chorei, e te esperei. Não se preocupe, caso eu venha a morrer, pra sempre em ti vou viver, e você me terá como sempre quis, no céu eu ei de ser mais feliz, com meu perfume caro moço, podes ficar, pra lembrar-te do teu egoísmo, mas também do teu procurar, isso será o presente, que uma mera flor pode dar.
—  Sammy, palavrizou, resposta ao Ben, preceitos.
A gente, pela complexa e louca natureza humana, tende a ficar ansioso e desesperado por qualquer coisinha diferente que vai acontecer, seja por uma resposta, um sim, um não, pela nossa família, cara, são tantas coisas que tomam conta dos nossos pensamentos e nos levam à ansiedade, e sempre esquecemos que é um passo de cada vez. Ele já escreveu, já determinou, mas precisamos ter calma, afinal, é tudo no tempo Dele. Vai acontecer? Sim! Quando? Quando Ele quiser.
—  Vida de garota cristã
A gente nega que tá cansado, nega que tá com medo, nega até o quanto que a gente quer ter sucesso. E, mais importante, a gente nega que estamos em negação. A gente só enxerga o que quer e só acreditamos naquilo que queremos e assim dá certo. Nós mentimos tanto que as mentiras começam a parecer verdade. E negamos tanto, que a gente não consegue reconhecer a verdade quando tá na nossa cara.
—  Grey’s Anatomy
Pagou a cola na prova com uma boa foda

Faço faculdade de administração à noite, e confesso que estudar muito não é o meu forte. Faço porque preciso, e a única coisa que quero é me formar o mais rápido possível, pegar meu canudo e dar o fora. Em função disso, para não sofrer muito nas provas, tenho sempre um esquema de colas no jeito para não passar aperto.

Eu e meu amigo ( Marcos) estamos sempre juntos, e essa aventura rolou com os dois. Tínhamos acabado de fazer uma prova de Estatística muito enroscada, e nosso eficiente sistema de cola havia livrado a nossa cara e também a de uma gatinha da classe chamada Monica.

Monica era uma loirinha com jeito de patricinha com quem eu já sabia que o Marcos havia ficado, e era um tesão de garota. Corpinho em cima, pernas roliças, e uma boca carnuda que devia ser uma loucura chupando um cacete.

No caminho para casa começamos a brincar com ela, dizendo que ela nos devia pelo menos um boquete cada um pela ajuda na prova. Fomos andando pela rua e continuamos com a brincadeira de assédio, cada vez mais apimentada. Aos poucos a Monica foi entrando no jogo. De repente ela soltou:

- “Ok, eu até topo pagar vocês, mas então vocês vão ter que realizar uma fantasia minha também.”. Ficamos um olhando para a cara do outro, surpresos, enquanto ela continuava:

- “Eu pago para os dois juntos. Vocês topam? E tem mais, tem que ser hoje.”

Quase não acreditamos. Estávamos só zoando com ela, e ela havia caído e queria levar a coisa a sério. Na hora resolvemos parar no prédio onde eu moro, que era o primeiro no nosso caminho. Naquele momento, ao menos, me pareceu uma boa idéia.

Entramos no prédio, ainda sem acreditar que aquilo estava acontecendo, e subimos até o meu andar. Descemos uns lances, até um andar em que só tinha pessoas de idade, que com certeza já estariam dormindo aquela hora. Chegamos no andar planejado e ela falou:

- “E ai, quem vai ser o primeiro?”

Marcos, muito mais desinibido do que eu, já abriu sua calça e colocou o pau para fora. Estava mucho, e nós não parávamos de rir da situação. Cheguei a duvidar que a coisa fosse adiante, mas ela ficou uns degraus para baixo e pondo o pau dele na boca começou realmente a chupá-lo.

Comecei a me excitar também com a situação, sentindo um certo orgulho em ver meu pau duro e maior do que o do Marcos. Nunca havia me imaginado numa cena como aquela, assim perto de outro homem. Mas meu orgulho durou pouco. Logo ele foi ficando excitado, e quando ela parou de chupá-lo para vir para o meu lado, levei um susto. O pau dele era enorme, e estava duríssimo. Ela falou:

- “Agora e a sua vez. Deixe eu ver o que vou ganhar.”

Procurei me concentrar na chupeta dela e não olhar para o lado, e realmente ela chupava muito gostoso. Mantinha a cabeça dentro da boca o tempo todo, e batia uma punhetinha muito gostosa. Logo meu pau estava duríssimo e fui me acostumado com a situação.

Sentamos os dois na escada, esquecidos um pouco do lugar e da situação, e ela ajoelhada mamava ora na vara de um, ora na do outro. Aquilo estava ficando bom, e de repente o Marcos falou:

- “Deixa a gente ver os seus peitos.”

- “Você está louco?”, falei. “Pode aparecer alguém.”

A Monica estava vestindo um macacão, e sem dar bola para nós abriu o mesmo, abaixou-o até a cintura e tirou o sutiã, guardando-o na bolsa. Marcos caiu de boca nos peitos dela, enquanto ela ficava mexendo no meu pau. Comecei a alisar o corpo dela, passando a mão da bunda dela, que aliás, era uma delícia. De repente veio a idéia, da parte dela.

- “Algum de vocês tem camisinha? Se tiverem eu dou um pagamento ‘extra’ para vocês. Uma rapidinha, um pouquinho com cada um, que tal?”

- “Aqui não… Se aparecer alguém eu to fudido.”

- “Larga mão de ser bobo… Ela quer dar para gente e você fica ai de bobeira? Arruma logo a porra das camisinhas.”

Sem acreditar que eu estava fazendo aquilo, subi até meu apartamento, e desci com as benditas. Quando cheguei lá quase não acreditei. A Monica já havia acabado de tirar o macacão, e estava peladinha, sentada na escada de pernas abertas, com o Marcos chupando a sua buceta.

- “Vocês estão loucos? Vocês vão me fuder…”

- “Fica quieto… Dá logo essa camisinha.”, disse o Marcos. E já foi encapotando o pau.

Sentei na escada, ao lado da Monica, e ela abriu minha calça e recomeçou a chupar meu pau, que já havia baixado, claro. Marcos partiu para cima dela e começou a comê-la. Eu nunca havia visto uma transa assim de perto, mas a sensação era muito boa. Logo eu estava em ponto de bala novamente. Ela pos a camisinha no meu pau, e continuou me chupando. Mudamos de posição.

O Marcos sentou na escada, ela foi por cima dele, ficando com a bunda para cima. A visão era linda. Ficou mexendo o quadril, fazendo ele entrar e sair dela. Logo parou e veio para cima de mim. Quando ela desceu sobre mim foi uma delícia. Ela ficou um tempo revezando entre nós, até que o Marcos disse para mudar:

- “Fica de quatro, eu quero ver essa bunda gostosa.”

- “Nem vem… Isso não está no ‘preço’.”, ela disse, mas pelo tom me pareceu mais charme do que outra coisa.

Não liguei muito porque não sou chegado em sexo anal, embora a bundinha dela fosse realmente tentadora. De qualquer jeito, o Marcos não se deu por vencido.

- “Ora, o Rubão (professor de Estatística) ia mesmo por na sua bunda com aquela prova… Nada mais justo do que nós desfrutarmos disso no lugar dele.”

Não sei se ele estava falando sério, mas eu também queria pegar ela de quatro. Começamos a nos revezar na foda, como antes, e ela parecia estar adorando. A bundinha dela era muito gostosa, durinha. Marcos deu uma cuspida na bunda dela, e começou a lubrificar o botão dela. Duvidei que ele fosse conseguir enfiar aquilo tudo ali. Mas ele tentou,

Tirou o pau de dentro dela, que estava duríssimo, encostou a cabeçorra no buraquinho e começou a empurrar. Ela gemeu mais alto do que devia, e ouvimos barulho. Paramos os três, até de respirar, por um tempo que pareceu uma eternidade. Marcos recomeçou. Ela reclamou de novo. Ela resolveu mudar as coisas. Falou para ele ficar por baixo, sentado, e foi sentando no colo dele. Logo, por incrível que parecesse, ele estava todo dentro dela. Ela me chamou:

- “Vem, eu quero dar para os dois ao mesmo tempo…”

A idéia de ficar roçando meu saco com outro homem não me agradou nem um pouco, mas eu encarei. Entrei nela, em uma situação que me pareceu super esquisita. Ficamos um pouco assim, mas não estava legal. Marcos reclamou que não conseguia se mexer, então mudamos. Eu fiquei embaixo, ela no meio de nós dois, de frente para mim e com a bunda para cima, e o Marcos por cima dela, enrabando-a. Ele parecia ser o que estava se divertindo mais, quando ouvimos uma porta abrir .

- “Agora fudeu tudo, pensei…”

Não tínhamos como nos mexer, para não fazer barulho. Ficamos ali, os três engatados, ouvindo alguém falar sobre barulho nas escadas. Senti que o Marcos recomeçou a se mexer. Ele punha e tirava quase nada, parecia um centímetro só, mas aquilo foi excitando a Monica. Ele continuava empurrando na bunda dela e tirando, quase nada, inteiro ali, e ela ficando cada vez mais arrepiada. Fechou os olhos, mordeu os lábios e, quando, quase por mágica, ouvimos a porta acima de nós fechar.

Não sei se foi por tesão ou por alívio, mas a Monica gozou naquela hora. Marcos falou que também queria gozar e falou para ela virar. Ela ficou de barriga para cima, com as pernas abertas. Ele deitou no meio, deu uma bombadas vigorosas por uns dois minutos e saindo de dentro dela, arrancou a camisinha e deu um verdadeiro banho de porra nela, nos seios e barriga, e acertando até o rosto dela.

Rindo, ela virou para mim e disse que iria me chupar até eu gozar. Fiquei sentado na escada, e ela meio de quatro me chupando. E como chupava a menina. Mas, de repente, vendo ela ali de quatro, com a bunda para cima, me deu uma súbita vontade.de estrear na arte do sexo anal.

- “Vou comer seu cuzinho.”

- “Hummmm… demorou… Mas vai com calma, garanhão.“

Ela ficou como estava, de quatro na escada, e eu fui atrás dela, com o pau duríssimo. Aquela visão era demais. Ela ainda brincava, passando o dedo no buraquinho, me provocando.

Encostei e entrei fácil. O Marcos já havia aberto o caminho, mas ainda assim era muito gostoso. Segurei-a pela cintura e comecei a bombar e enfiar sem dó. Que tesão. Nossos corpos batiam, fazendo um barulhoso perigosamente alto, mas já não ligávamos. Finalmente senti que iria gozar, e falei para ela virar. Arranquei a camisinha e indo por cima dela coloquei meu pau na sua boca. Ela mordeu-o e eu, em segundos, explodi em sua boca.

Cai prostrado para o lado

- “Puta que pariu, essa prova me saiu caro, hoje.”, disse ela sorrindo

Nos vestimos, fomos la para fora esperar a carona dela, a quem ela tinha chamado, Marcos foi embora, e eu fui para casa. Foi muito bom, e nos demos muito bem nas provas 

  • Enviado ao Te Contos  
Eu vou te confessar um segredo: se livrar de quatros anos da sua vida não é assim tão fácil. Quatro anos passam rápido, tão rápido que você sequer percebe, mas esquecer? Esquecer leva uma vida inteira. 
E eu falo de você, conto para as pessoas que estão chegando agora, contando a desgraça que você fez na minha vida, que você foi na minha vida, e da paz também. E eu falo rindo, acredita? Eu sempre começo com “Ah, ele foi um cara que… Nossa… Destruiu minha vida” e tudo isso, é rindo. Como pode? Eu rio falando disso. Será que é aquele tipo de coisa que a gente fala “Nossa, no futuro nós vamos rir muito disso”? Então eu não deveria ficar sem vontade de rir quando penso em você durante a noite, não ficaria lembrando, sentindo saudades, ódio e gratidão à Deus, ao universo, à você, por ter, finalmente, me deixado para trás. 
Eu jurei que não iria contar de você para nenhum cara, que não compararia eles a você para as minhas amigas, que apagaria você. Mas você faz parte de um enorme pedaço da minha vida.
O que eu faço? Me deixe em paz, por favor. Eu não aguento mais pensar em você todo santo dia.
Já faz um ano, me deixe ir!
—  Meu erro foi ter me apaixonado por você, Charlie. 
A vida transborda o tempo todo, tire seus aprendizados, não destrua o futuro por problemas do passado.
—  Oriente
o cu do mundo na nossa cara

passando, transpassando. mudando. aparecendo. não sendo. não existindo. demostrando o que não é. transparecendo. espelhando. 

andando no meio dos espelhos: olhos. reflexos de câmeras. registros. aplausos: vozes, gritos. 
sempre: transparecendo calma, porque não há amanhã. 

se chorarmos agora, daqui algumas horas pode ser que não possamos nos secar. 
então…sorrindo, como um doente mental,
todo mundo.
mate sorrindo. 
morra sorrindo. 

transparecendo: sorrio toda vez que morro. 
toda vez que caem as lagrimas
eu corro. 
danço em círculos descalço
enceno
sinto em falso. 

sem expressão,
minha cabeça cai pelos ombro.
acho graça porque vocês não sabem
quem são.

sorria em vão,
parabéns. 

Hofschneider

Meu namorado me fodeu bem gostoso

Meu nome é Adriana, tenho 23 anos. Sou fanática por aventuras e sempre que posso vou atrás de bons lugares para me divertir com meu namorado, gostamos de conhecer novos lugares e claro marca-los com uma foda bem gostosa. 

Para nós não existe tempo, hora e nem mesmo lugar para provocações e como não dispenso uma acabo sedendo aos seus encantos nossa e como ele sabe me provocar. 

Maravilhoso ele sempre faz questão de me satisfazer de todas as formas e como ele gosta de me fazer surpresas, então lhes contarei o que me aconteceu neste final de semana.

A gente estava na casa da mãe dele já que ele mora com ela e chegando lá falei com o pessoal da casa até que ele me puxou em direção do quarto onde todos já estavam acostumados com a nossa cara de pal pois não importa se tem gente na casa ou não sempre vamos para o quarto, lógico que é melhor quando não tem e eles gostam muito de sair então já sabe o que rola.

Quando entrei no quarto, ele foi logo me atirando em cima da cama e eu já entendi o recado fui logo tirando rapidamente a roupa depois o ajudei a tirar a dele, não tivemos papo ele abriu as minhas pernas e começou a chupar minha bucetinha, eu quase gritei delirando com aquela boca molhada percorrendo toda minha bucetinha nossa estava tão gostoso quando me surpreendi com a língua dele descendo em direção ao meu cuzinho, ai ele olhou para mim e retomando o sentido o disse que também queria provar seu cacete,

Prontamente ele me soltou eu virei minha bunda em direção a sua cabeça para fazermos uma 69 quando fiquei frente-a-frente com o pal dele pude perceber que o mesmo já estava pingando e todo lambuzado de tanto tesão, fiquei com mais vontade ainda eu comecei a tomar todo aquele tesão e quanto mais eu chupava mais saia com isso fui lambuzando todo seu pal descendo aos seus testículos coloquei os dois em minha boca e comecei a manipular seu pau com as mãos enquanto chupava suas bolas. 

De-repente ele me empurrou dizendo que não queria gozar ainda e pediu para fazer uma surprezinha para mim e eu aceitei. 

Ele virou-se de costas e pegou três fitas ele disse que eu iria adorar então esperei para ver no que iria dar. E deitada de costas, começou amarrando minhas mãos depois minha boca e por ultimo meus olhos. 

Bem sem saber o que ele iria fazer a partir daquele momento fiquei ansiosa para o próximo passo e quando menos esperei ele colocou sua cabeça entre minhas pernas colocou um de seus dedos na minha bucetinha e com sua língua acariciava meu clitóris, ele fazia muito bem que não demorou para eu gozar em sua boca, e novamente fui surpreendida quando ele ainda com o dedo na minha bucetinha introduziu mais um só que desta vez foi no meu cuzinho que no começo doeu um pouco mais depois foi só prazer comecei a gemer alto porém a fita abafava o som e eu nem me importava gemia mesmo de tanto prazer. 

Vendo que eu estava gostando ele colocou mais um dedo no meu cuzinho para meu delírio acabei gozando novamente, ele percebeu que estava gozando de novo subiu até meu ouvido e falou 

- Vai me dá seu cuzinho 

E sem poder responder ele não pensou duas vezes e foi logo colocando seu pau no meu cuzinho, que de imediato dei um pulo de dor mas acostumei logo já que seu pau estava tão molhado que pingava, isso facilitou um pouco sua entrada, estava muito gostoso que ele não resistiu e acabou me soltando virei de frente para ele, segurei minhas pernas abrindo bem e pedi para ele fuder bem gostoso que eu queria sentir todo aquele cacete arrombando meu cuzinho 

E assim ele fez, começou a me penetrar intensamente que só faltavam suas bolas entrarem dentro de mim, seus movimentos também aumentaram me levando a loucura, mudando de posição ele me virou de lado e começou a comer minha buceta que também já estava toda molhada. 

Ele pegou minha perna levantou-a e colocando em seu ombro com uma das mão acariciava meu clítoris, enquanto seu pau penetrava minha bucetinha, sua boca estava cravada nos meus seios ou seja eu estava no paraíso nestas alturas, foi quando ele disse que iria gozar só que ele queria gozar no meu cuzinho então eu deixei pois também já estava quase gozando de novo

Foi quando sem avisar que já ia colocar, seu pau, ele saio rasgando meu cuzinho e também não demorou a gozar também. 

Nossa foi uma explosão de gozo, gozamos juntos ficamos mortos de tanto prazer e gozo então esperamos um pouco para nos recompor e mais tarde saímos para dar uma voltinha.

  • Enviado ao Te Contos por Adriana
— Escute — […]
— Acho que ele se perdeu.
— O que disse? Ele quem, querido?
— Meu pai… Acho que ele se perdeu nele mesmo. Se algum dia achou ou ainda considera que a culpa foi sua, pare agora!
— Alexandre…
— Às vezes, somos uns cegos idiotas, não vemos o que está na nossa cara e nos perdemos. Alguns, quando percebem a merda que fizeram, voltam pra tentar consertar. Outros precisam pegar no tranco — era o seu —, e alguns simplesmente se perdem pra sempre… E vão tão longe que, mesmo que queiram voltar, saberão que é tarde demais.
—  Teoria do Amor