nos mata

Eu tenho o costume de sabotar todos os relacionamentos que venho a ter com alguém. Não digo somente dos namoros (que não representam quase 1% dessa estimativa), mas sim do geral, seja ele entre amigos ou até mesmo familiar. Eu tenho essa dificuldade de me apaixonar por alguém porque sempre que entro nessa me dou mal e isso acaba me “matando” um pouquinho por dentro. As pessoas dizem que é bom ter medo do que nos mata, mas eu digo a essas pessoas que, às vezes, ter medo do que nos mata (dependendo do que se trata) pode ser uma morte lenta e um pouco mais cruel, afinal, viver com medo da vida e das coisas que a envolvem é um tanto quanto passar por ela só respirando e esperando o tempo em que nem isso faremos mais.
—  Marcos Filipe.  
Lo que no decimos...



“Lo que niegas te somete; lo que aceptas te transforma.” 

(Carl Gustav Jung)


¿Sabes a dónde van las palabras que no se dijeron?

¿A dónde va lo que quieres hacer y no haces?

¿A dónde va lo que quieres decir y no dices?

¿A dónde va lo que no te permites sentir?

Nos gustaría que lo que no decimos caiga en el olvido, pero lo que no decimos se nos acumula en el cuerpo, nos llena el alma de gritos mudos.

Lo que no decimos se transforma en insomnio, en nudos en la garganta.

Lo que no decimos se transforma en nostalgia, en destiempo.

Lo que no decimos se transforma en debe, en deuda, en asignatura pendiente.

Las palabras que no decimos se transforman en insatisfacción, en tristeza, en frustración.

Lo que no decimos se transforma en trauma, en veneno que mata el alma. 

Lo que no dices te encierra en el pasado.

Lo que no decimos se transforma en herida abierta.

Lo que no decimos no muere, nos mata.


“Las emociones no expresadas nunca mueren. Son enterradas vivas y más tarde volverán de peor manera.” 

(Sigmund Freud)




De repente os dias passam, você cresce, acorda em um belo dia e sua mãe não precisa mais dizer pra você ao sair tomar cuidado na rua, olhar dos dois lados antes de atravessar ou ainda pra não comer doces antes do almoço. De repente você não precisa mais de companhia pra fazer compras em um super-mercado nem que seu pai vá a uma loja com você pra poder comprar a roupa que você queria…Você deixa de acreditar em papai noel e príncipes encantados e sua data de aniversário não é mais motivo pra tanta animação. Você começa a se virar sozinho. Sem a ajuda de alguém, e de repente descobre que tem jeito pra tudo. Aprendemos a lidar com tudo. Com joelhos ralados, com cortes no dedo, com o sapato que não serve mais e a roupa que tanto amava mas que não serve e precisa ir pra doação. Mas o que era tão simples antes, fica difícil depois. Custa muito abrir a boca pra dizer “senti sua falta”, coisa que dizíamos com tanta facilidade quando éramos menores. Dizer um “Eu Te Amo” era tão simples e de repente essas 3 palavrinhas nos mata, ou sufocada ou se dita demais e antes da hora. Aprendemos a lidar com tudo, menos com ausências, saudade e coração partido. E o que era a coisa mais fácil do mundo como desenhar um coração vermelho e entregá-lo para alguém…se torna a coisa mais assustadora que poderia existir.
—  Esses são pra não enlouquecer. (Flávia Oliveira)
Nos apaixonamos por quem nos mata e matamos a quem nos ama.
—  Desconheço o autor
Nosso problema é criar expectativas demais em quem quase não tem nada a nos oferecer, e nos esforçarmos por pessoas que são tão rasas que provavelmente não formariam uma poça d'água. A gente se doa tanto na esperança de reciprocidade, proporciona tanta felicidade pra quem no final só gera tristeza. Vivemos de expectativas, e é isso que nos mata no final.
—  Lara Cristina.
Eu amo você. E amo todos os seus defeitos, e medos, e orgulhos. Eu amo todos os seus olhares e gestos, e coisas e sonhos e cheiros. Eu amo todas as suas unhas, e pelos e jeitos. Eu amo toda essa enxurrada de diferenças que nos atraem e nos unem, e nos separam, e nos machucam, e nos afogam, e que nos mata, e mesmo assim não nos deixa ir muito longe sozinho. Eu amo tudo em você. Todas as cores, sorrisos, olhares, cicatrizes e traços. Eu amo todos os seus poros, suspiros, cansaços, marcas, gostos e gestos. E eu te amo acordando, comendo, andando, sorrindo, parado e em silêncio. Eu te amo. Eu amo quando você aparece, e some, e muda, e vem, e faz, e toca, e sente, e olha. Eu amo quando você fala, e vai, e volta, e fica. E fica. E fica. Para sempre.
—  Ciceero M.