norte americanos

O amor violento que vai descendo pelos bueiros da cidade, que vai percorrendo a parte oculta da gente mesmo: doloridos, às vezes cansados, tão somente quebradiços mas inquietantes porque precisamos, e ah como precisamos!, amar.

O amor quentinho às 8 da manhã de um domingo febril de março — que é mês nenhum, posto que vem depois do todo carnaval tem seu fim.

O amor sombrio, que, palestino, dança sobre os escombros de quem vai se atirando mesmo sem medo algum — e esse medo de sangrar até perder o oxigênio, tenho não. Tenho medo de outras coisas como fome, secura da alma, quando o silêncio não preenche o vazio.

Amoramor, quando você se entrega àquele momento incerto que é o assalto iminente da alma. Sabe como é, quando vão passando a mão no seu peito, enfiando os braços dentro das peles dermes epidermes ventrículos pulmões átrios pátrios pátria Brasil.

Amor corajoso, capaz de sair desfilando como musa de escola de samba no meio da avenida cheia de soldados norte americanos que atiram atiram atiram para acertar alguém — quem sabe acerta?

Amor não morre não. Amor se finge de morto, caça algum cobertor quentinho dentro da gente pra descansar do mundo hostil, planta uma leguminosa e volta a tempo para a guerra. Arma-se para proteger os que precisam, arma-se para enfrentar guerras do Vietnã, apagão das esperanças e fés, para despertar uma miséria colossal de quem sente na pele o vivo que é amar-se.

Amar e não se armar, diziam os feridos.

O filme Taxi Driver foi inspirado em Sartre e em Camus

Realizado por: Martin Scorsese
Escrito por: Paul Schrader

O filme Taxi Driver foi escrito por Paul Schrader, argumentista norte-americano, e as duas coisas que releu antes de escrever o filme foram: “A Náusea” de Sartre, de 1938 e “O Estrangeiro”, de Camus, de 1942. E foi isso que Schrader, que também escreveu Raging Bull, tentou fazer ao escrever o argumento deTaxi Driver: dar uma grande carga existencialista e um contexto americano.

Comunidade Cultura e Arte
( frames retirados por nós )

Nicki Minaj e o incômodo com a mulher negra que fala

Texto por Maria Clara Araújo

Há algum tempo eu já tenho o interesse de escrever sobre cultura e representatividade negra e, frente ao debate que a Nicki Minaj levantou ontem no Twitter, acho que esse é o momento ideal para falarmos de certos tópicos acerca de uma questão tão ampla que, infelizmente, ainda é tão deturpada.

Azealia Banks frequentemente apontou problemáticas sobre as questões raciais dentro da indústria fonográfica, porém sempre teve seu discurso deslegitimado devido à imagem de barraqueira sem causa que construíram para representá-la. Sim, tenho consciência das inúmeras posturas inadequadas que a Banks teve – e ainda tem –, porém, na minha opinião, ela sempre foi muito categórica quando falava sobre o quanto a cultura negra é desvalorizada dentro do contexto norte-americano. Em uma de suas entrevistas mais famosas e polêmicas, Banks afirmou que “Eles dizem: ‘Sim, você pode! Você é incrível!’ para brancos que se apropriam da cultura negra, mas quando se trata de pessoas não-brancas, o discurso é o inverso, e é dito ‘Você não tem nada! Você não tem valor!’” E que valor seria esse que não está sendo reconhecido? Justamente o que Nicki Minaj apontou ontem ao falar sobre a não indicação de seu vídeo da música “Anaconda”.

Pessoas negras não têm seu trabalho reconhecido a menos que sejam diplomáticas, quietas, condizentes em relação às violências que seu povo sofre. Isso ficou ainda mais claro para mim quando no documentário da Nina Simone foi dito que, enquanto ela era omissa em relação às questões raciais, a massa norte-americana a consumia de bom grado, porém, a partir do momento em que ela começou a se rebelar e usar sua música como forma de empoderamento negro, as portas começaram a se fechar. Foi dado o spotlightpara uma outra mulher negra que, até então, apenas cantava para o entretenimento, e não com o intuito de causar uma revolução.

“Anaconda” é uma música com recorte racial. É preciso termos consciência de que quando Nicki Minaj fala sobre “skinny bitches”, ela se refere a mulheres brancas. Mulheres que, muitas vezes, têm seu corpo colocado em contraste com o corpo das mulheres negras – que têm suas silhuetas associadas à vulgaridade, como se fosse da natureza da mulher negra ter uma postura dita como lasciva. Isso acaba contribuindo diretamente para a hiperssexualização desses corpos, que são entendidos como exóticos.

Nicki Minaj fazer uma música que empodere seu corpo, suas curvas, traços de sua raça, tem uma mensagem muito maior do que o entendimento limitado que sociedade branca tende a ter sobre isso. “Anaconda” me parece ter como intuito fazer com as mulheres negras, principalmente as afro-americanas, saibam que seus corpos são maravilhosos, que seus traços fazem parte de sua negritude e que isso, diferente do muitos dizem, deve ser exaltado e tido como orgulho. Porque nunca se deve ter vergonha de sua raça, por mais que o racismo estrutural nos diga o contrário quando nos faz correr do sol, alisar nossos cabelos e odiar nossos lábios grossos e narizes grandes.

Contudo, uma mulher negra empoderada incomoda muita gente. E diante desse incômodo da mídia branca ao se ver sendo cutucada com razão, eles correm para o principal e mais antigo modo de deslegitimar o discurso de uma mulher negra: fazendo com que ela pareça louca, desequilibrada, barraqueira. Observem aqui mesmo, no Brasil, nossos discursos: quem são as mulheres que chamamos de faveladas? De barraqueiras que, supostamente, não conseguem manter um diálogo? Porém que diálogo é esse e quem diz qual forma de dialogar é a correta? Janet Mock, famosa ativista trans negra, pontuou isso ao responder um tweet do E! que recorria ao estereótipo da “#AngryBlackWoman” (algo como “mulher negra barraqueira”) como forma de deturpar os questionamentos extremamente importantes que Minaj levantou. Usando esse artifício, a discussão sai do foco e é tratada como uma rotineira briga de mulheres. E nessa “briga”, a mulher negra, como sempre, é a desequilibrada e a mulher branca, indefesa e angelical, a que está sendo criticada de forma irresponsável e sem motivos.  

E, a partir daqui, eu falo é sobre Taylor Swift e sua dificuldade em rever privilégios. A artista respondeu aos tweets de Minaj transformando uma imensa discussão que permeia questões sociais em uma indireta para Taylor. Além disso, usou a carta de que todas as mulheres deveriam estar juntas, o que até soa engraçado, visto que a mesma há algumas semanas lançou o vídeo de uma música que supostamente foi escrita como crítica a outra mulher, que também é da indústria fonográfica. Taylor é só um espelho do modo como mulheres brancas, muitas vezes, tendem a usar a velha carta da sororidade para silenciar questionamentos importantes de mulheres negras que atingem diretamente seus privilégios. Isso não é sobre você, Taylor! Porém, infelizmente, acabou se tornando. Algo tão importante foi deturpado perante a grande população e tratado como uma briga de mulheres, mas com um marcador importante: a mulher negra é a desequilibrada que, sem razões, ataca a mulher branca.

No mais, fico muito feliz que a Minaj tenha começado a falar sobre assuntos que dizem respeito a todas as pessoas negras da indústria. Ela está ajudando a quebrar a cultura do “não falar sobre”, que, infelizmente, ainda é sustentada por muitos artistas negros. Para não comprometer suas carreiras, alguns adotam a postura do negro quieto, que apenas sorri para as câmeras e parece satisfeito com o que conquistou até ali. Sabe aquele horrível ditado brasileiro “Nego quando não caga na entrada, caga na saída.”? Então, é isso. Sejamos negros, mas quietos, que andam nas pontas dos dedos e sempre estão muito agradecidos pela solidariedade do branco. Taylor disse que, se ganhasse, chamaria Minaj ao palco. É parecido com o “Ela é até da família” que a patroa usa quando fala da empregada.

Força à Minaj e vida longa às mulheres negras empoderadas!

10 coisas para saber antes de ver 'Baywatch'

Filme é a principal estreia nos cinemas neste feriado.

10 coisas para saber antes de ver ‘Baywatch’

A versão para cinema do sucesso televisivo conta com Dwayne Johnson e Zac Efron nos papéis principais, como os salva-vidas Mitch Buchannon e Matt Brody. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Brody, interpretado por Efron, é um ex-nadador inconsequente e imaturo. Muita gente viu semelhanças entre personagem e o atleta norte-americano Ryan Lochte, envolvido em polêmicas durante a Olimpíada do Rio. O ator disse que tudo é só coincidência. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

A loira Kelly Rohrbach faz CJ Paker, personagem que na TV ficou imortalizado por Pamela Anderson. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Pamela faz uma ponta em uma cena do final do longa, só para matar a saudade dos fãs. (Imagem: divulgação Kypros)

Source: Yahoo Vida e Estilo

A indiana Priyanka Chopra faz a vilã Victoria Leeds, chefona do tráfico de drogas e principal ameaça à tranquilidade nas praias de Malibu. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Alexandra Daddario, de ‘Percy Jackson’ e da série ‘American Horror Story’, faz outra personagem clássica, Summer Quinn. Na TV, o papel foi de Nicole Eggert. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Completa o time de beldades a atriz Ilfenesh Hadera, como a salva-vidas Stephanie Holden. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Além dos trajes sumários de seu elenco, o filme aposta em piadas repletas de insinuações sexuais e momentos que beiram o pastelão, além de muitas cenas de ação. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

A mistura não agradou aos críticos, que fizeram comentários bastante negativos sobre o longa. Dwayne Johnson foi ao Twittir dizer que ‘Baywatch’ foi feito para os fãs, e não para jornalistas. (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Mas parece que nem os fãs se animaram muito. A bilheteria nos EUA ficou abaixo das expectativas e o estúdio depende agora do mercado internacional para recuperar o investimento e ver se vale a pena investir numa franquia. Será que o público brasileiro vai ajudar? (Imagem: divulgação Paramount)

Source: Yahoo Vida e Estilo

                              TASK 002 - Meet The Serious Guy

INFORMAÇÕES GERAIS

  • NOME COMPLETO: Ryan Theodore Rozensky Roosevelt
  • NICKNAME(S): Nenhum
  • IDADE: 25
  • DATA DE NASCIMENTO: 07/09
  • NACIONALIDADE: Norte-americano
  • OCUPAÇÃO: Piloto de caça da Força Aérea Americana e Príncipe nas horas vagas
  • RELIGIÃO: Católica
  • SEXUALIDADE: Heterossexual

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BBC escolhe os 100 melhores filmes americanos

“Eu sou do tempo em que o cinema europeu invadia o americano”, disse uma vez Manoel de Oliveira. Apesar de originário do velho continente, os Estados Unidos da América são actualmente o maior exportador mundial de cinema facturando biliões com a sétima arte, e acolhendo a cerimónia dos Oscars, a mais mediática mundialmente.

Entre avant-garde e blockbusters, a BBC pediu a 62 críticos de cinema por todo o mundo que escolhessem os 100 melhores filmes da história do cinema norte-americano. Não é, no entanto, de realizadores americanos - na verdade, 32 destes filmes são de realizadores que nasceram fora do país. O intuito foi reunir quais os melhores que estiverem presentes no cenário cinematográfico. 

De 1915 (The Birth Of A Nation, DW Griffith) a 2013 (12 Years a Slave, Steve McQueen), estes são os 100 filmes mais votados pelos críticos.

100. Ace in the Hole (Billy Wilder, 1951)
99. 12 Years a Slave (Steve McQueen, 2013)
98. Heaven’s Gate (Michael Cimino, 1980)
97. Gone With the Wind (Victor Fleming, 1939)
96. The Dark Knight (Christopher Nolan, 2008)
95. Duck Soup (Leo McCarey, 1933)
94. 25th Hour (Spike Lee, 2002)
93. Mean Streets (Martin Scorsese, 1973)
92. The Night of the Hunter (Charles Laughton, 1955)
91. ET: The Extra-Terrestrial (Steven Spielberg, 1982)
90. Apocalypse Now (Francis Ford Coppola, 1979)
89. In a Lonely Place (Nicholas Ray, 1950)
88. West Side Story (Robert Wise and Jerome Robbins, 1961)
87. Eternal Sunshine of the Spotless Mind (Michel Gondry, 2004)
86. The Lion King (Roger Allers and Rob Minkoff, 1994)
85. Night of the Living Dead (George A Romero, 1968)
84. Deliverance (John Boorman, 1972)
83. Bringing Up Baby (Howard Hawks, 1938)
82. Raiders of the Lost Ark (Steven Spielberg, 1981)
81. Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)
80. Meet Me in St Louis (Vincente Minnelli, 1944)
79. The Tree of Life (Terrence Malick, 2011)
78. Schindler’s List (Steven Spielberg, 1993)
77. Stagecoach (John Ford, 1939)
76. The Empire Strikes Back (Irvin Kershner, 1980)
75. Close Encounters of the Third Kind (Steven Spielberg, 1977)
74. Forrest Gump (Robert Zemeckis, 1994)
73. Network (Sidney Lumet, 1976)
72. The Shanghai Gesture (Josef von Sternberg, 1941)
71. Groundhog Day (Harold Ramis, 1993)
70. The Band Wagon (Vincente Minnelli, 1953)
69. Koyaanisqatsi (Godfrey Reggio, 1982)
68. Notorious (Alfred Hitchcock, 1946)
67. Modern Times (Charlie Chaplin, 1936)
66. Red River (Howard Hawks, 1948)
65. The Right Stuff (Philip Kaufman, 1983)
64. Johnny Guitar (Nicholas Ray, 1954)
63. Love Streams (John Cassavetes, 1984)
62. The Shining (Stanley Kubrick, 1980)
61. Eyes Wide Shut (Stanley Kubrick, 1999)
60. Blue Velvet (David Lynch, 1986)
59. One Flew Over the Cuckoo’s Nest (Miloš Forman, 1975)
58. The Shop Around the Corner (Ernst Lubitsch, 1940)
57. Crimes and Misdemeanors (Woody Allen, 1989)
56. Back to the Future (Robert Zemeckis, 1985)
55. The Graduate (Mike Nichols, 1967)
54. Sunset Boulevard (Billy Wilder, 1950)
53. Grey Gardens (Albert and David Maysles, Ellen Hovde and Muffie Meyer, 1975)
52. The Wild Bunch (Sam Peckinpah, 1969)
51. Touch of Evil (Orson Welles, 1958)
50. His Girl Friday (Howard Hawks, 1940)
49. Days of Heaven (Terrence Malick, 1978)
48. A Place in the Sun (George Stevens, 1951)
47. Marnie (Alfred Hitchcock, 1964)
46. It’s a Wonderful Life (Frank Capra, 1946)
45. The Man Who Shot Liberty Valance (John Ford, 1962)
44. Sherlock Jr (Buster Keaton, 1924)
43. Letter from an Unknown Woman (Max Ophüls, 1948)
42. Dr Strangelove (Stanley Kubrick, 1964)
41. Rio Bravo (Howard Hawks, 1959)
40. Meshes of the Afternoon (Maya Deren and Alexander Hammid, 1943)
39. The Birth of a Nation (DW Griffith, 1915)
38. Jaws (Steven Spielberg, 1975)
37. Imitation of Life (Douglas Sirk, 1959)
36. Star Wars (George Lucas, 1977)
35. Double Indemnity (Billy Wilder, 1944)
34. The Wizard of Oz (Victor Fleming, 1939)
33. The Conversation (Francis Ford Coppola, 1974)
32. The Lady Eve (Preston Sturges, 1941)
31. A Woman Under the Influence (John Cassavetes, 1974)
30. Some Like It Hot (Billy Wilder, 1959)
29. Raging Bull (Martin Scorsese, 1980)
28. Pulp Fiction (Quentin Tarantino, 1994)
27. Barry Lyndon (Stanley Kubrick, 1975)
26. Killer of Sheep (Charles Burnett, 1978)
25. Do the Right Thing (Spike Lee, 1989)
24. The Apartment (Billy Wilder, 1960)
23. Annie Hall (Woody Allen, 1977)
22. Greed (Erich von Stroheim, 1924)
21. Mulholland Drive (David Lynch, 2001)
20. Goodfellas (Martin Scorsese, 1990)
19. Taxi Driver (Martin Scorsese, 1976)
18. City Lights (Charlie Chaplin, 1931)
17. The Gold Rush (Charlie Chaplin, 1925)
16. McCabe & Mrs Miller (Robert Altman, 1971)
15. The Best Years of Our Lives (William Wyler, 1946)
14. Nashville (Robert Altman, 1975)
13. North by Northwest (Alfred Hitchcock, 1959)
12. Chinatown (Roman Polanski, 1974)
11. The Magnificent Ambersons (Orson Welles, 1942)
10. The Godfather Part II (Francis Ford Coppola, 1974)
9. Casablanca (Michael Curtiz, 1942)
8. Psycho (Alfred Hitchcock, 1960)
7. Singin’ in the Rain (Stanley Donen and Gene Kelly, 1952)
6. Sunrise (FW Murnau, 1927)
5. The Searchers (John Ford, 1956)
4. 2001: A Space Odyssey (Stanley Kubrick, 1968)
3. Vertigo (Alfred Hitchcock, 1958)
2. The Godfather (Francis Ford Coppola, 1972)
1. Citizen Kane (Orson Welles, 1941)

✕ — let it all go {fb}.

O inverno do Alasca era diferente do resto do país norte-americano. Entretanto, às vezes, Skeggi pensava que aquele vivido entre as montanhas da Noruega era devidamente pior. Não recordava-se muito da sensação, mas lembrava-se que era, de fato, de congelar todo o interior. Da mesma forma que ele estava naquele momento e não apenas pelos flocos de neve que insistiam em derreter gelados em seus fios louros — oh, não, era pela decisão intrigante que havia tomado depois de parecer ter sido desafiado e os sentimentos duvidados quando não poderiam ser mais limpos do que aquilo. E era exatamente por isso, por sentir de certa forma que não fizera com ninguém desde tanto tempo atrás, que havia aberto as mãos de algo que ele prontificaria-se a dedicar tanto. Suspirou antes de levantar o dedo e tocar a campainha, o som parecia ter propagado por horas. Sabia que não demoraria para ver a porta aberta e, talvez, ter o coração partido por ver duas crianças tão maravilhosas pela última vez em um ambiente tão familiar; esperava mesmo que elas não estivessem ali. Talvez, pior que aquilo, fosse ter que encarar Celeste com tanta insensibilidade — e mesmo que aquilo não fosse tão difícil para ele em outras situações, estava sendo um sacrifício no momento — que temia jamais ter um fio de contato com ela. Quando a porta ameaçou se abrir, passou a mão pelos cabelos e ergueu o olhar, a ansiedade borbulhando no fundo do estômago misturada com um alívio peculiar. @cxlsty

10 CURIOSIDADES SOBRE A NASA


1. A Nasa (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada em 1958. Três anos depois, em 1961,criou-se o centro espacial norte-americano Johnson Space Center.

2. O local funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), que gerencia todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais.

3. A primeira equipe de astronautas do Johnson Space Center se formou em 1959. Todos os sete membros tinham menos de 1,79 metro de altura.

4. Até 2011, haviam sido treinados pelo instituto 339 astronautas, entre eles Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua.

5. O centro espacial foi aberto ao público em 1992. A área de visitantes, que tem 17 mil metros quadrados, é um projeto da Walt Disney Imagineering que custou 70 milhões de dólares. Todos os anos, passa pelo menos um milhão de turistas por lá.

6. Possui um memorial em homenagem aos astronautas mortos nos acidentes com os ônibus espaciais Challenger (1986) e Columbia (2003). Cada árvore do monumento representa um vida perdida.

7. É o maior depósito de pedras lunares do mundo. São 392 kg de rochas trazidas por seis missões espaciais entre os anos de 1969 e 1972.

8. Marcos Pontes foi o primeiro astronauta brasileiro a estudar no Johnson Space Center. Depois do curso, o paulista natural de Bauru virou tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB).

9. Em 2007, um grupo de engenheiros da Nasa publicou um livro que explica os passos que os habitantes da Terra devem seguir para se defender de um ataque alienígena.

10. A nave espacial Discovery, projetada e construída pela Nasa, é o foguete mais viajado da história. Durante sua vida útil - de 1984 a 2011 - realizou 39 missões espaciais.

Você conhece a Viúva Negra?

                                     Origem e evolução:

 Natasha Romanoff - seu nome mais conhecido - é nada mais do que uma das melhores espiãs de toda Marvel Universe, ela tem a personalidade de uma das mulheres mais confiantes do Planeta Terra, ela é uma das que sabem o seu valor, ela não se importa com o que os outros dizem dela, se alguém da um passo, ela está sempre a sete passos à frente, ela é a mulher que não deve ser subestimada.

 A maioria das pessoas a conhecem pelos inúmeros desenhos dos Vingadores em que ela participa e no filme dos Vingadores, vimos também em A era de Ultron um vislumbre de seu passado, mas ainda sim botou pontos de interroção na cabeça de muitas pessoas, onde Natasha foi criada? Quem são seus pais? Como ela foi parar na SHIELD? Eu irei abrir o livro de Natasha Romanoff nesse post.

Conheça a Viúva Negra.

Primeira aparição da personagem e longo da história:

 Sua primeira aparição foi em Tales of suspense #52 no ano de 1964, descrita como uma mulher alta com longos cabelos dacor avermelhada, criada por Stan Lee, Don Rico e Don Heck, Natasha é uma humana com habilidades sobre humanas, contando com sua agilidade, sua resistência, força sobre humana e é uma exímia lutadora. Ao entrar no mundo da Marvel sua principal apresentação foi como uma espiã russa que tinha de ser vilã do Homem de Ferro, ao longo da história Natasha foge de sua missão e vai para os Estados Unidos se tornando uma agente da SHIELD.

Aos que muitos acham, Natasha Romanoff é seu nome mais conhecido por todos, ela é uma espiã e por isso possui mais de um nome, entre eles tem Natalia Aliavnova Romanova, Natasha Romanova e Natalie Rushman. Em sua origem mais aceita, Natasha ela é uma ex agente da KGB, nascida e criada na União Soviética,nasceu no ano de 1928, ainda pequena Natasha foi vítima em um incêndio em seu antigo lar, lá foram onde seus pais morreram, das ruínas descobriram a menina viva, ela foi tirada de lá e levada ao lar de Ivan Petrovich que cuidou dela e a criou como sua prórpia filha.

Dez anos mais tarde devido ao compromissos de Ivan com o exército, o prório Stalin a tirou de seu lar e o levou até seu pai adotivo mais conhecido, um espião mestre chamado de Taras Romanoff, o mesmo era da linhagem dos czres.

Desde criança Taras a convenceu de que Natasha era realmente sua filha, ela cresceu então acreditando nisso, desde cedo Natasha começou a treinar na escola de Taras de espiões, e lá aprendeu tudo que sabe sobre espiões profissionais contando com, estrátegia de roubo, autodefesa, manuseio de lâminas, etc. Foi lá onde Natasha conheceu Logan, também conhecido como Wolverine, e foi ele quem a ensinou sobre estrátegia em batalhas, luta corpo a corpo e rastreio. O que ninguém esperava era que Logan só estivesse ali em uma missão, nessa missão - na qual foi cumprida - Logan mata Taras.

Natasha foi se escondendo pelas terras da Sibéria, terras selvagens onde quase ninguém saia de lá vivo, foi enconstrada por Petrovich e novamente sendo levada para seu antigo lar. Nessa época, Natasha não era nem uma adolescente ainda, Petrovich se alia à Capitão Ámerica e Logan em Madripoor, mas os três são capturados pela HIDRA sendo levados até a sede, tentam fazer com que a pequena Natasha os mate, mas Natasha mais do que ágil mata Jonin, o líder do téntaculo.

(Ivan encontra Natasha depois de sua fuga)

 Lá Ivan é mortalmente ferido e, visando curá-lo e prolongar a vida de ambos, Natasha conhece o Soldado Invernal - James Buchanan Barnes - de refirmar sua fidelidade ao governo Soviético, foi lá onde Natasha cai nas garras de Lyudmila Kudrin, famoso ciéntista soviético e quem comanda o programa Viúva Negra.

Natasha se junta com mais doze meninas ofãs, lá ela recebeu um intenso regime de suplementos bioquímicos semelhantes ao soro do super soldado americano, que deu a ela o sistema de imunidade sobre humana, aumentou seus níveis de resistência e o envelhecimento retardo, que da à ela a vida longa.

Esse mesmo soro da à ela falsas memórias, tais como, ela lembra de pais que na verdade não são seus verdadeiros pais, amigos que jamais existiram, uma carreira de bailarina que nunca aconteceu, entre outras coisas. Combinada com o treinamento de Logan e de Taras, a sala vermelha passa a ser ainda mais fácil para Natasha, e assim se torna uma das maiores espiãs do mundo.

(Lembranças de Natasha Romanoff durante o processo)

                        O ínicio da super espiã:

Em 1956, Natasha e seu amado protetor Ivan, foram vítimas de um terrível ataque. Com Ivan quase morto aos braços de Natasha, até que surge alguém com um presente com a química to prolongamento da vida, ninguém mais ninguém menos, que o Soldado Invernal. Logo após isso, ela e Barnes tem um relacionamento a longo prazo.

E foi ai que tudo mudou, Natasha acabou seu relacionamento com Buck Barnes após conhecer o Coronel Alexei Shostakov, mais tarde conhecido como Gavião Vermelho, um piloto mundialmente conhecido e um herói de guerra, foi com ele com quem Natasha se casou, apesar do casamento não passar de uma armação, Natasha se apaixonou profundamente por Alexei, em muitas HQs dito como o grande amor da vida da Viúva Negra.

A Viúva Negra se torna literalmente uma viúva, quando soube que Alexe havia morrido em um testes de foguete experimental durante a corrida espacial da URSS e EUA, isso é o que a deixa com motivação, Natasha promete vingar a morte de seu marido, quer se vingar dos norte-americanos e empenha-se em novos trabalhos como uma espiã.

Nas décadas que se passaram, Natasha é ainda mais vista na Europa, contou todos os seus segredos para os soviéticos, e isso bastou. Natasha foi logo atrás do homem mais brilhante e famoso do quadrinhos, Tony Stark, na qual Pepper Potts o avisa sobre os perigos de se envolver com Natasha, porém ele apenas a ignora.

Lá é onde Natasha conhece Clint Barton, o Gavião Arqueiro, ele fica tão encantado pelo charme da soviética que acaba a ajudando a derrubar as Industrias Stark. Após conquistar a confiança de Stark ela aproveitou cada situação para sabotar as invenções do Tony. Seu romance com Gavião Arqueiro começou como uma simples manipulação do impressionável jovem diante dos empregadores comunistas. Até que Clint entra para os Vingadores, já sem planos e sem saber para onde ir, Natasha o segue e acaba enfim, entrando para o lado dos bonzinhos. 

              Natasha é a nova super heroína:

Natasha emergiu do rompimento com seu relacionamento com Clint e com os Vingadores, tendo uma coisa em sua mente: Lutar contra o crime usando suas habilidades. Ela as colocou em prática em sua missão contra o Homem Aranha, tentando pegar as medidas de um super-herói enquanto experimentava um novíssimo uniforme todo preto. Depois com a ajuda de seu pai adotivo, Ivan, eles derrotaram os vilões Astrólogo e Watchlord, para ajudar uma comunidade de jovens organizadores. Animada de mais com seu novo semblante de heroína, Natasha e Ivan vão até São Francisco, onde vários eventos a levaram a encontrar Matt Murdock, o Demolidor, - aquele que demole a parede aqui de casa - teve um longo relacionamento com Matt, onde acabaram se tornando namorados.

 No grupo Libertadores, comandado pela feminista Valkíria, era uma versão dos Vingadores só que formado apenas por mulheres, era composto por Medusa, Natasha, Wanda Maximoff e Vespa.

(Sua formação original do grupo)

 Alguém muito importante repara nas habilidades de Natasha como espiã, seu nome é Nick Fury, e rapidamente a leva para a SHIELD como agente freelance. Durante uma missão em que ela ajuda os Vingadores, ela descobre o maior choque de sua vida, seu ex marido Alexei estava vivo, ele era um herói soviético, nomeado de Gavião Vermelho. O choque de seu reecontro com Alexei a deixa em duvida sobre seu futuro, e se afasta dos Vingadores e de Matt, antes que eles a registrem no time.

 Após seu arrependimento, Natasha volta para Nova York e lá luta ao lado dos Vingadores, e já registrada como uma Vingadora. Isso não durou muito, nem seu relacionamento com Matt Murdock, após se separar dele, ela se muda para Los Angeles, e lá assumiu a liderança de um grupo chamado Campeõs, um grupo provisório contra o crime, composto por Motoqueiro Fantasma, Homem de Gelo, Anjo e Hércules. - Na qual Natasha também tem um relacionamento, mas nunca foi aceito por Ivan.

Os Campeõs acabaram cedo, então Natasha volta para a SHIELD contra a Dama de Ferro, também se uniu com o Matt contra o Mercenário que procurava vingança pela morte de Elektra e também lutou com ele contra o Téntaculo.

                      A Viúva Negra vira Líder:

 Não é sempre que vemos uma mulher líder dos Vingadores, mas Natasha foi. Ela encerrou a primeira fase de sua vida como heroína sendo a líder do grupo. Após longas conversas com o grupo, a liderença enfim passou a ser dela. Durante muito tempo Natasha se culpou porque durante o seu comando, vários colegas de equipe foram mortos, até descobrir mais que eles foram enviados para realidades alternativas, entretanto durante o desaparecimento deles foi ela que teve que encerrar a atividade dos maiores heróis da Terra. Tomada pela sua falha, Natasha  entra em depressão profunda.

Mais tarde em Marvel Knights, ela se une a heroís urbanos, tais como Demolidor, Cavaleiro da Lua, Adaga e Shang Chi a procura do Justiceiro, e assim impedi-lo de continuar uma matança.

                A nova Natasha Romanoff:

 É meus amigos, a vida de Natasha Romanoff definitivamente NÃO é flores e rosas, está longe disso, e estava pra ficar pior. Deixando sua vida de heroína e suas várias armas de heroína, ela volta ao mundo da espionagem internacional. Então, ela descobre uma nova Viúva Negra, graduada na sala vermelha, seu nome é Yelena Belenova, - que também ganhará um post nesse tumblr, mas na verdade, TODAS as personagens vão - não tão experiente como Natasha, Yelena era mais agressiva e com um desejo insaciável de superar Natasha como a melhor Viúva Negra. Natasha então preocupada com a garota imatura, decidiu então tirar sua aparência e deixar a garota louca, era uma especíe de plano. O melhor para Yelena era que Natasha diminuísse toda glória da menina. Tais coisas mostram uma Natasha nova: Totalmente durona, cansada do mundo e não aceita ser enganada. Embora Natasha esteja exausta e queria abandonar o posto de heroína, parece que mais uma vez o dever a chama. Durante missões na Rússia e Cuba, ela descobriu os segredos de sua tutela por Lyudmila Kundrin na sala vermelha, então rastreou o mal uso da biotecnologia de Kundrin em um campo de escravos em Cuba pela corporação farmacêutica Gynacon.

Deu pra perceber que todos os anos na vida de Natasha foram turbulentos, até que surge a Guerra Cívil, percebemos que Natasha não pode ser esquecida porque ela é única. Quando o governo usa Tony Stark como porta voz para os heróis com super poderes se registrarem, Natasha fica ao lado do Homem de Ferro, - ela também fica ao lado dele no Guerra Civil parte 2 na qual defende a ideia “Proteja o futuro” - lutando contra Homem Aranha, Capitão Ámerica e diversos outros.

Após a morte de Steve Rogers, Natasha é quem vai proteger o escudo do Capitão Ámerica, enquanto Steve é transportado para um lugar seguro Natasha é atacada por Buck Barnes, que tenta roubar o escudo do Capitão, durante a guerra ela acaba o reconhecendo como Buck Barnes, isso acaba a despertando lembranças de quando os dois eram amantes. Buck então toma posse do escudo de Steve e se torna o novo Capitão Ámerica, a Viúva se torna a companheira de batalha do novo Capitão. Eles renascem o amor deles e juntos tentam trazer Rogers de volta á vida.

Após a vitória de Tony Stark na Guerra Civil, ele une os Vingadores novamente, com um time contando com a Viúva, Miss Marvel, Ares entre outros, na qual tiveram que enfrentar Ultron.

Natasha e os Vingadores vão juntos até a terra selvagem analisar a nova Skrull que havia caído lá, lá eles acabam encontrando os novos Vingadores de Luke Cage e diversos Skrulls, ninguém sabia mais quem era humano e quem era Skrull.  seu auge, ninguém sabia dizer quem era humano e quem era Skrull. Ao ver uma Mulher-Aranha Skrull semear a discórdia em Stark tentando fazê-lo acreditar que ele era Skruul, Viúva espantou a alienígena e injetou uma dose de adrenalina em Stark para esse melhorar da febre. Os dois grupos de Vingadores são salvos, todos vão a Manhatan onde heroís e vilões se juntam numa batalha épica contra os Skrulls, no final eles acabam vencendo graças a ajuda de Norman Osborn, e aí o ínicio de uma era sombria começa na Marvel.

Com Os Vingadores agora nas mãos de Osborn, Natasha se afasta dele e dedica-se a lutar contra o crime junto com o novo Capitão Ámerica. - ainda Buck Barnes.

Após se infiltrar em uma aeronave coberta de criminosos, um integrante aciona o protocolo Quebra Gelo. Ivan tenta avisa a Natasha, mas é assassinado antes que a Viúva consiga salva-lo. Natasha descobre que todos que chegam perto dela correm risco de vida e acaba por se afastar de Buck temendo que algo aconteça com ele e acaba negando sua ajuda.

Mais uma vez, Natasha enfrente quem não deve, e acaba na pior.

Ao ver Natasha enfrentando Dinamo, os soldados da base acabam a ajudando. Até que percebe que Natasha se torna tudo aquilo que a sala vermelha construiu sobre ela, ela se tornou uma verdadeira Viúva Negra, o vírus despertava nas pessoas próximas uma vontade de matar compulsiva. Natasha oficialmente era a Viúva Negra.

Quando Harpia tentou matar Clint e quase morreu, Natasha deu a ela a anti-naninas que a fez resistente a compulsão de matar, ela também já ajudou seu Buck a espacar da morte.

Depois de slavar pessoas infectados a Viúva vai para o Espaço, ao Encouraçado, a fim de encontrar o causador e acabar de uma vez por todas com esse vírus. E lá outro choque para a Natasha, ela descobre que quem estava podor detrás disso era Ivan, ele não morreu graças ao seu cérebro que foi transportando para um recipiente metálico o mantendo vivo. Também descobrimos que Ivan tinha uma paixão de longa data por Natasha desde quando esta era ainda uma criança. Com muito peso na consicência e totalmente sem saber o que fazer, ela usa de todo seu vírus e mata Ivan de uma vez por todas.

Durante a era Thunderbolts, um grupo comandado por Norman Osborn, ela acha que Fury a convoca para participar do grupo como espiã e se passar por Yelena, ao chegar lá descobre que Norman estava por detrás disso, ele se passou por Fury para convecer a moça a participar disso. Como Belova, Natasha comandou os Thunderbolts, lutando contra Deadpool. E foi desmascarada ao ajudar Soprano. As duas seriam executadas, mas conseguiram fugir antes do acontecimento.

            A Viúva Negra se torna a musa da Marvel:

Ok, podemos ver que Natasha teve uma vida bastante conturbada e cheia de altos e baixos, mas depois de tanta história, o que ela realmente merecia e conseguiu era uma HQ solo, e a Marvel deu à ela uma série de HQs solos, todas bem críticas já que a espiã sempre foi vista de uma forma boa.

(Uma das HQs solo da Viúva Negra)

Natasha ao longo dos anos já foi parar em desenhos, jogos e aparece nos filmes dos Vingadores, Capitão Ámerica O soldado Invernal, Guerra Civil e sua primeira aparição em Homem de Ferro 2, ela é interpetada pela maravilhosa Scarlett Johasson, o papel na verdade era pra ser de Emily Blunt, porém Scarlet deu vida à espiã Soviética.

(Scarlett Johasson no filme Os Vingadores como a espiã)

Rumores surgem de que ela pode ter um filme solo e quem sabe dirigido pelos Russos, e eu particularmente iria AMAR ver isso, como podem ver nesse post história não falta para o filme, chegou a hora da Marvel dar uma espaço maior à ela, vamos esperar pra que isso aconteça.

Curiosidade: Há história é trágica, embora não faça parte da história oficial de Natasha, a traidora do grupo Supremos (os Vingadores desta realidade), Viúva Negra mata a esposa e filhos de Clint que, em troca, mata a ex-colega.

Ela não é só uma garotinha que vivenciou a morte de seus pais, ela é a maior espiã do Universo Marvel e a melhor Viúva Negra.

imariaelizabethhh  asked:

Soy de Argentina, he hablado con muchas personas y todos estamos un poco mal xq t estás inclinando más x el público norte americano y has dejado de darle importancia a tu público hispano parlante, la gente se siente abandonada, q piensas al respecto?

QUE BUENO QUE ME DICES ESTO, LO PONDRE PUBLICO PARA LOS QUE SEPAN ESPAÑOL!!!! (sorry if you speak english!!)

Primero, no es que me incline por el publico Norte americano, mis chistes, dibujos y todo son para TODO el mundo, no nada mas para EU, pero si, estoy ignorando una parte donde tengo al publico hispano concentrado… en facebook.

pero por que?? bueno ,como unos sabran, hubo un drama en la comunidad Latina que ME DEJO MAL, AL GRADO DE DOLERME LA CABEZA POR TANTA TOXICIDAD, asi que decidi ignorar la pagina de facebook, de hecho, varias personas que tienen una comunidad latina  me han dicho que en efecto, la comunidad hispana es muuuy toxica, y la verdad, prefiero mi salud mental a hacer una tonteria.

Yo se que hay muchos latinos buenos,pero lamentablemente, los malos son maaaas ruidosos que los buenos, y si uno trata de ignorar a los malos… LOS BUENOS TE DICEN Y YA NO PUEDES IGNORAR!!!!.Yo se que algunos dicen “hay muchos pagan por pocos” pero se me hace injusto que yo pague por esos pocos y aguantar al grado de hacer una tonteria (borrar la pagina donde tengo a todos los latinos)

Pero eso si, Y QUE QUEDE CLARO, no voy a ignorar a los latinos, quien me hable lo leere, sea mensaje de odio o un mensaje me haga sonreir, y a algunos contestare (como a ti), los “Pelo Habla” seguiran teniendo 2 idiomas, ingles y español, de hecho tengo muchos planes para conocer gente latina, ir a chile, una convencion a la que me invitaron en Mexico Villahermosa, entre otros, lo unico que estoy haciendo es ignorar la pagina de facebook por lo toxico que se puso, y para mi, eso no significa que me dejadaran de importar, si se sienten abandonados no los culpo, pero tambien entiendan que soy humano, como ustedes, soy diferente, no pienso igual y como todos, nadie soporta oler tanta mierda todos los dias.

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5 photos- Ícones do post-punk e new wave se tornam super-heróis. Ian Curtis, encarnou o sombrio e atormentado Batman, Morrissey, Siouxsie and the Banshees, Gerald Casale, dos D.E.V.O. deu um ar mais nerd ao Flash, John Lydon,Robert Smith, líder dos The Cure, 

O inglês Morrissey inspirou o ícone dos super-heróis norte-americanos, o Superman. O topete do músico, contudo, combinou perfeitamente com o penteado de Clark Kent.

A letra de “What Difference Does It Make?” justifica a escolha: “Mas eu ainda iria entrar na frente de uma bala por você”, diz o músico-herói. 

O artista e designer brasileiro Butcher Billy decidiu realizar o encontro de dois universos distintos: dos heróis do post-punk e new wave e dos quadrinhos.

 

"What happened, Miss Simone?" é um insulto à memória de Nina Simone

Ok, o documentário não é um lançamento, foi lançado há dois meses pelo canal NetFlix… na verdade este texto não seria escrito, pois, na primeira vez em que assisti a este documentário não conseguia nem opinar sobre, de tão ruim, na verdade, “What happende, Miss Simone?” é um insulto à memória de Nina Simone:

1 – um dos principais fatos de ojeriza para com este documentário é o fato de que, o ex-companheiro e produtor de Nina Simone, Andy, é um dos principais entrevistados do filme e tido como aquele que foi responsável pelo sucesso de Nina Simone. Porém, o fato de que ele espancava sistematicamente Simone não é um problema para os realizadores. O fato de que ela foi internada três vezes por conta de surras levadas, também não é um problema. E, pasmem, o filme ainda insinua que ela gostava de apanhar! 


A simples pergunta: por que você espancava Nina Simone não é feita; 


2 – o contato de Nina Simone com os revolucionários norte-americano, no caso, com as ativistas do coletivo Panteras Negras foi paradigmático em sua vida. Simone fez da sua canção uma arma, como ela mesma vai afirmar. A partir daí ela passa a sofrer um boicote sistemático da indústria cultural norte-americana. Mas, para o documentário isso não foi uma questão política, mas que, se os shows de Nina Simone foram cancelados a culpa era… Da Nina Simone! 


3 – A partida para Libéria. A tomada de consciência de Nina Simone e o seu entendimento de que a democracia racial era uma farsa é outro momento de suma importância em sua vida. Daí que ela decide partir pra Libéria e deixa para trás a indústria, se liberta do marido que a espancava e explorava e vai viver em um país fundado por ex-escravos. Mais uma vez isto não é tratado como uma opção política, mas como um ato de uma pessoa excêntrica (no sentido pejorativo deste termo) e mimada. 


4 – uma péssima mãe. Não bastasse se retratada como uma péssima companheira, o documentário também a retrata como uma péssima mãe e para isso se utiliza da filha, Liza Simone. Fica claro que ela e a mãe tinham problemas e que não foram resolvidos. A maneira como o filme pesa a mão nesta história e alivia o fato de que Nina Simone era espancada pelo companheiro diz muito, ou melhor, diz tudo sobre este “documentário”. Ainda mais quando utilizam a seguinte fala de sua filha: “de espancada passou a espancadora”.

Ao meu entender, estes quatro aspectos são os piores e que gritam no documentário, mas, ainda há tantos outros problemas nesta produção. Para se ter uma ideia o nome “Panteras Negras” não é citado, sendo que, aparecem várias fotos das ativistas com o punho cerrado, imagem clássica do movimento. Mas isso não é dito. 


Por fim, e as coisas sempre podem piorar, após dois anos vivendo na Libéria, Nina Simone começa a ter problemas financeiros e decide que é hora de voltar a cantar, mas, ela não volta pros EUA, aliás, ela nunca mais volta para sua terra natal. E mais uma vez, pra fechar com chave de ouro, estes atos finais de Nina Simone são atrelados a um problema de bipolaridade e só um remédio cavalar a salvaria… 


Nina Simone não merecia tal insulto à sua memória. Numa época (1960/70) de extremado conservadorismo e de perseguição política aos movimentos de esquerda, ela deu a cara a tapa e se tornou uma porta-voz do movimento negro e das teses revolucionárias. Pagou um preço altíssimo, mas para a obra em questão isto não foi uma questão, a culpa foi da Simone. 


Após o término do documentário entendemos também o seu título: “O que aconteceu, Miss Simone?”, para o filme há algumas respostas: você perdeu a cabeça? Enlouqueceu? E por aí abaixo… isso pode ser conferido nas fotos que são selecionadas para representar a fase final da cantora. 


Nina Simone ainda há de ganhar um documentário a sua altura. Sobre este, assistam, mas para entender como não se deve fazer.

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“Se há coisa em que os norte-americanos são realmente bons é a criar heróis e memoriais. Toda a sua mitologia está assente na figura do homem normal que em momentos extraordinários se consegue superar a si próprio, seja ele Abraham Lincoln, Rocky Balboa ou Chesley Sullenberger, o comandante do avião que em Janeiro de 2009 conseguiu amarar nas águas geladas do rio Hudson, salvando todas as pessoas a bordo.

Por muito filme de Hollywood que a gente veja, nós não temos essa cultura em Portugal, nem, segundo parece, esse tipo de herói. Já desde os tempos da padeira de Aljubarrota que o herói português é invariavelmente do tipo relutante, mais dado à astúcia do que à coragem desabrida. É como nas velhas anedotas do português, do inglês e do francês – o português sai-se sempre melhor, mas nunca por fazer uso de qualquer espécie de heroísmo espampanante; sai-se melhor porque é o chico-esperto, o manhoso, o campeão dos improvisadores.

Recentemente, o PÚBLICO divulgou um longo excerto do texto que Adelino Gomes escreveu para o óptimo livro Os Rapazes dos Tanques, centrado na figura do cabo apontador José Alves Costa, que na manhã de 25 de Abril de 1974 se recusou a disparar sobre a coluna de Salgueiro Maia, mesmo após o brigadeiro Junqueira dos Reis lhe ordenar directamente “dá fogo já a direito”. O que é extraordinário na descrição de Adelino Gomes não é a recusa em si – já antes o alferes Fernando Sottomayor havia feito o mesmo, recebendo ordem de detenção –, mas sim a forma tão portuguesa como Alves Costa resolveu o imbróglio que tinha à sua frente.

Em primeiro lugar, explicou ao brigadeiro que não percebia lá muito de tanques. “Fui improvisado para aqui. Sei pouco trabalhar com isto. Vou ver se consigo, mas eu não sei”, desculpou-se. E quando o brigadeiro o ameaçou “ou dá fogo ou meto-lhe um tiro na cabeça!”, Alves Costa decidiu-se por um desenrascanço 100% nacional: enfiou-se dentro da torre e trancou a porta. “Eu, fechando-me dentro do carro, ninguém abre, porque aquilo é blindado, entende?” E assim se fez Abril.

Nós somos o povo para quem Herman Melville criou, sem saber, o seu Bartleby, o desconcertante escrivão que fazia da passividade uma filosofia existencial. A tudo o que lhe era pedido Bartleby respondia: “Preferiria não o fazer.” Também José Alves Costa preferiria não atirar sobre os revoltosos de Santarém. E não atirou. No entanto, nunca afrontou de forma directa o seu superior: “A gente sabia o regime que tinha. Se calhava as coisas não correrem bem, a minha vida podia ir para o maneta”, explicou a Adelino Gomes.

É certo que o espírito luso-bartlebyano, na mão de burocratas, é de modo a conduzir qualquer alma ao desespero – como pode comprovar quem já passou dias numa repartição pública. No ramerrão diário, “preferiria não o fazer” é um inferno paralítico, que nos faz sonhar com as virtudes da disciplina teutónica. Mas na Alemanha dificilmente haveria um 25 de Abril com cravos enfiados nos canos das espingardas, porque um qualquer Alves Costa da Baviera nunca mandaria o seu brigadeiro dar uma curva enquanto fingia cumprir ordens. Para citar José Gil, a não-inscrição chega ao próprio heroísmo – o cabo apontador que impediu que a revolução se tornasse num banho de sangue viveu 40 anos no anonimato de uma aldeia da Póvoa de Varzim. Afinal, ele não fez nada. O que é tão absurdo quanto comoventemente português.”

João Miguel Tavares. Público, 24 de abril de 2014

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Blog Amo Arquitetura: Quarto inspirado nos personagens Calvin e Haroldo - Eu achei sensacional este quarto inspirado nos personagens Calvin e Haroldo. E acredito que vocês também vão morrer de invejinhaa deste garoto.

O tema que serviu de inspiração para a arte do pai deste sortudo garoto foram as histórias de Calvin and Hobbes, para nós Calvin e Haroldo, uma das mais famosas duplas dos quadrinhos. Criados pelo norte-americano Bill Watterson, os quadrinhos contam a história de um garotinho de 6 anos e seu tigre de pelúcia que em sua imaginação tem vida. Juntos eles vivem histórias sensacionais e divertidas. De novembro de 1985 até dezembro de 1995, quando eles foram aposentados, chegaram a aparecer nas páginas de mais de 2.400 jornais por todo o mundo!

O quarto recebeu uma pintura dos personagens e até uma cama inspirada em uma casa na árvore foi colocada. Curtiu a ideia? Então se liga no vídeo e confira como foi o processo de preparação da parede.