nome bonito

Luíza sofria de bronquite, frequentemente tinha suas crises de falta de ar. Certo dia Luíza reclamou que eu demorei a pegar sua bombinha na bolsa enquanto ela estava a ter uma crise das fortes. Luíza não sabia, mas a sua bolsa parecia mais uma caixa velha de coisas antigas das quais ela não se desfazia e não fazia ideia do quanto aquilo poderia a matar. Eu gostava de Luíza. Luíza tinha um sinal na nuca que ela fazia questão de esconder por motivos de “feiura”, como ela costumava dizer. Certo dia Luíza se foi, pra não mais voltar. Sinto falta de Luíza, ela me fazia respirar.
—  Marcos Filipe.
Um dia acharam que apagariam este Nome, levantaram um madeiro lá em cima do monte, alguns até disseram: “Agora este Nome some” E, o pregaram numa cruz. Mas, mal sabiam eles que na verdade levantaram um outdoor p/ mundo e colocaram mais luz no Nome mais bonito, Nome invencível: JESUS.
—  Marcela Taís
O que de fato é o amor?

Se me fizessem essa pergunta a três anos atrás, eu diria que é a pior coisa do mundo.
Se me perguntassem a um ano atrás, eu diria que era criar esperança, mandar uma mensagem dizendo tudo o que você acha que sente, jogar o celular num canto e torcer pra ouvir algo positivo depois.
Se me fosse questionado a seis meses, eu diria que é a coisa mais confusa e bonita do mundo.
Agora, se exatamente agora me fosse perguntado o que é o amor, eis minha resposta:
Amor? Nome bonito não?!
Amor é lavar a louça sem reclamar, é assistir um filme de terror e acordar a sua pessoa ás 3 da manhã, só pra dizer que na cadeira tem um monstro.
É montar uma playlist inteirinha com as mais tocadas na sua mente quando certa pessoa domina seu pensamento.
É desenhar corações no espelho embaçado do banheiro após o banho.
É ver um guarda chuva e pensar em vocês dois, velhinhos, caminhando numa rua qualquer, pode ser uma rua em Paris, ou a rua da padaria… não tem importância, a rua é o de menos, o que importa mesmo é em quem você vê caminhando ao seu lado.
É fazer cartinhas apaixonadas, igual fazíamos na quarta série.
É comprar dois presentes no dia das mães, e sair correndo porque esqueceu que agora são quatro.
É decorar uma data, mesmo sendo difícil com a idade avançando, só para nunca se esquecer do dia que o universo conspirou a seu favor e te trouxe sua pessoa.
É passar uma sexta a noite em casa, juntinho com alguém vendo um filme de romance, que vai te fazer chorar oceanos, e ainda sim, saber que não haveria lugar melhor pra estar.
É escutar uma voz na rua, e torcer para ser a da sua pessoa, e ver que não é, e nesse mesmo momento lembrar de como aquela pessoinha fica tão encantadora rindo, ou até mesmo quando está largada no sofá numa segunda qualquer de manhã.
Acho, que eu poderia passar horas dizendo o que é o amor, e tenho certeza que daqui dez anos, eu possa ter uma visão diferente do amor.
Mas eu sei que quando é amor, não é algo que nos deixa despedaçados quando acaba.
Quando é amor mesmo, deixar aquela pessoa dói, e dói mais que injeção, mas nos deixa completos, porque fomos capazes de amar, de ser de alguém, de aprender jeitos, caretas, sorrisos, cheiros… um milhão de coisas sobre uma pessoa e ainda sim, amar ela todos os dias.
Mesmo quando ela não merece ser amada.
Amar é ser feliz por ter amado e ter sido amado também, é saber que tirou a sorte grande, pode ser que só aconteça uma vez na vida, mas pode ter certeza que isso foi bem mais do que a maioria de nós já teve um dia.

One Shot Harry Styles

  • Pedido -  oizinho, poderia fazer um imagine do Harry, que ele e a s/n brigam, por causa do ciúme exagerado da parte dela, eles podem estar em um local público, dai o Harry está conversando c/ uma amiga (de forma respeitosa), mas a s/n já se senti desconfortável, e chama atenção dele perto da garota (amiga dele), ele fica meio envergonhado, então eles decidem dar um tempo, se eles vão ficar juntos no final fica ao seu critério?! obrigadinha 🤗😉


— Aqui é muito bonito.

(Seu nome) sorriu olhando para os lados observando com atenção cada mínimo detalhe do restaurante que seu namorado, Harry, a levou para jantar. Não havia uma comemoração específica, ele apenas sentiu vontade de sair na companhia dela e a levou para jantar em seu restaurante favorito e consequentemente caro pelo serviço de qualidade e os renomados chefs de cozinha.

— Você nunca veio aqui? É o meu lugar favorito em Londres. — ele sorri pegando o cardápio o analisando mesmo que ele já soubesse o que iria pedir — Traga um vinho enquanto decidimos o que pedir, por favor. — ele desviou o olhar para o garçom sorrindo de leve o vendo se afastar.

— Meus amigos daqui não são muito de restaurantes, sempre que eu vinha a Londres, nós íamos nos divertir em pubs. — (seu nome) disse simplesmente olhando o menu tentando decidir se pede por conta própria ou pede a ajuda de Harry, já que ele já é familiarizado com tudo no lugar.

O vinho chegou e suas taças foram servidas, Harry fez o pedido para ambos e o garçom acenou com a cabeça se retirando e deixando os dois a sós.

— Aqui é bem aconchegante. — (seu nome) comentou e levou a taça até os lábios bebendo um pouco do vinho.

— Sim… Eu me sinto em casa quando venho até aqui. É simples e sofisticado. — Harry sorriu também bebendo um pouco do vinho.

— Temos quanto tempo até termos que voltar a Los Angeles?  

— Acho que uma semana… O suficiente para terminar a divulgação do álbum por aqui. — Harry deu de ombros olhando para a entrada do restaurante onde pôde ver uma loira entrando desacompanhada — Eu não acredito… Que coincidência. — vendo o sorriso animado em seu rosto, (seu nome) seguiu o olhar dele não gostando nada do motivo do sorriso — Eu preciso ir até ela, você se incômoda? Eu não vou demorar!

Antes que (seu nome) pudesse responder, Harry já caminhava em direção a loira deixando a namorada para trás se perguntando o porque da pergunta se ele ao menos deixou que ela respondesse que se incomodaria muito se ele fizesse aquilo, talvez ele não esperou justamente por saber que ela seria sincera em dizer que sim.

(Seu nome) assistiu o namorado chamar a moça de forma animada, não que ela pudesse ouvir algo já que a mesa ficava há seis mesas de distância da qual estava sentada, mas ela podia notar pelo sorriso no rosto de Harry. Eles se abraçaram e ela se sentou à mesa e Harry continuou de pé, não por muito tempo, porque ele não demorou a se sentar. Mesmo que ele tenha apontado para a mesa em que ela estava em algum ponto da conversa, ele não pareceu se importar em voltar a se sentar com ela porque se passaram cinco minutos e nada dele se levantar da mesa que agora estava.

Os pedidos chegaram e pela expressão facial do garçom, ele estranhou o fato de da mulher estar sozinha e estranhou mais ainda ao passar os olhos por todo restaurante e ver seu par em outra mesa com outra mulher. (Seu nome) poderia jurar que o garçom estava decidindo se perguntava se deveria levar o prato de Harry até ele na outra mesa, mas ele pediu licença e saiu ainda sem entender.

(Seu nome) começou a comer sua refeição na esperança de que Harry olhasse em sua direção e se tocasse de que a verdadeira companhia dele estava sozinha na mesa que ele deveria estar, com um prato esfriando a sua frente enquanto ele está de papo com uma loira vadia. Não que a loira seja culpada do que ele fez, mas a essa altura para (seu nome), até o manobrista tem culpa por ela estar sozinha fazendo papel de idiota.  

Mais alguns minutos se passaram e (seu nome) poderia dizer que foram horas, ela terminou de comer, de beber o vinho e Harry continuava a conversar e sorrir na mesa com outra pessoa e essa foi a gota d'água.

Depois de limpar a boca no guardanapo, (seu nome) pegou sua bolsa na cadeira ao lado e se colocou de pé caminhando até a mesa em que o namorado estava.

— Com licença. — ela falou com um sorriso forçado no rosto quando se aproximou — Eu só vim avisar ao meu namorado atencioso e dedicado que eu ainda estou nesse restaurante e que já terminei de jantar sozinha enquanto o prato dele enfiava a minha frente. — ela usou todo o sarcasmo que podia para dizer os adjetivos “atencioso e dedicado”.

— (Seu nome) e…

— Não precisa dizer nada, querido. — ela o interrompeu queimando-o com seus olhos enquanto o sorriso forçado não deixava seu rosto — O que deveria ter sido dito já não dá mais tempo… Lembre-se na próxima vez de me dizer que eu só vou te acompanhar até a porta do restaurante porque você vai se sentar com outra pessoa. Assim eu não me dou o trabalho de sair de casa. — Harry ficou a olhando sem reação e a mulher loira a sua frente, sem saber o que fazer, tomou um gole da água que estava em sua taça sobre a mesa — Tenham uma boa noite. — (seu nome) se virou para sair mais voltou-se ao namorando quando se lembrou de algo — Não se preocupe… O garçom irá trazer a conta até você.  

E então ao se virar, (seu nome) caminhou decidida para fora do restaurante deixando que o sorriso falso sumisse de seus lábios que pareciam dormentes de tanto ficarem esticados em falso contentamento. Ela estava borbulhando de raiva por dentro e milhões de pensamentos homicidas passaram por sua mente enquanto ela andava até o ponto de táxi mais próximo torcendo para não ficar ali muito tempo esperando porque isso era só o que faltava para fazê-la cuspir fogo no primeiro que aparecer em sua frente.

Os minutos foram passando enquanto ela batia o pé no chão impaciente, agradeceu mentalmente ao ver um farol de carro indo em sua direção, mas quando ele parou a sua frente ela apenas amaldiçoou a noite miserável que estava tendo.

— Entra no carro! — Harry falou autoritário ao abaixar o vidro do lado do passageiro para que pudesse ver a namorada. Quando ela apenas se virou na outra direção como se ele não estivesse ali, ele bufou irritado — Não me faça descer e te pegar a força.

— O que aconteceu com o super papo que você estava tendo com aquela mulher? Só era interessante quando você sabia que tinha uma idiota comendo sozinha enquanto esperava por você? — (seu nome) se virou para olhar o namorado ainda dentro do carro.

— Aquela mulher é apenas uma amiga que eu não via há algum tempo, o papo só rendeu e eu não me esqueci de você. Eu estava conversando sobre o meu álbum. — Harry tentou se explicar, mas viu que não deu certo ao ouvir a risada sarcástica da namorada.

— Fico muito feliz em saber que eu não fui esquecida por você… Não posso nem imaginar como seria se você realmente tivesse me esquecido.  

— Não seja assim, (seu nome). Por favor, não complique as coisas. — Harry passou a mão sobre o rosto.

— Eu não te obriguei a vir atrás de mim, você poderia fazer como fez no restaurante. Me ignorar completamente.

— Entra no carro que eu vou te levar para casa. — Harry falou após um suspiro cansado.

— Tchau, Harry!

(Seu nome) caminhou até um pouco mais atrás do carro e sinalizou para um táxi que se aproximava, ignorando os chamados de Harry. Ela não queria discutir mais e entrar no carro dele só os fariam brigar, ela estava de cabeça quente e nada que ele dissesse poderia fazer com que ela se acalmasse.

[…]

(Seu nome) e Harry não se falam desde a noite do restaurante e já se passaram uma semana desde então. Naquela noite ela foi direto para o aeroporto e voltou para Los Angeles, sem se importar de pegar suas roupas na casa de Harry em Londres. Ela ignorou todas as chamadas telefônicas e todas as mensagens que ele a mandou, a única coisa que ele ficou sabendo foi por uma curta mensagem que ela mandou.

Estou bem. Estou em LA.”

Harry logo estaria de volta e com certeza a procuraria, ela só não esperava que seria tão rápido ao abrir a porta de sua casa e dar de cara com ele.

— Está disposta a conversar agora? — Harry entrou na casa sem deixar que a mulher falasse algo — Você acha certo sumir e não me dizer nada?

— Eu disse que estava bem e onde estava. — (seu nome) rebateu fechando a porta.

— Me desculpa, ‘tá legal? — Harry a olhou nos olhos — Eu não deveria ter te deixado tanto tempo sozinha, isso foi erro meu, mas você também não cooperou. Mal me deixou falar e foi embora sem me avisar.

— Ok, Harry. Satisfeito? — (seu nome) apoiou a mão em sua cintura.

— Você ainda está brava? Cara, já se passaram uma semana. — Harry bufou.

— Não me chama de cara e eu já disse “ok”.

— “Ok” não quer dizer nada, (seu nome).

— Está bem, Harry, tudo bem você ter me deixado mofando naquela mesa. — ela falsificou um sorriso.

— O que eu faço para fazer você me perdoar?  

— Você já pensou em flores e chocolate? Acho que daria certo… — (seu nome) deu de ombros.

— Isso! Fique aqui, eu já volto! — Harry saiu apressado pela porta fazendo (seu nome) rir.

— Eu espero que esse “já volto” não seja como o “não vou demorar” do restaurante.

(Seu nome) riu ao falar já sozinha na sala de sua casa. Ela não está mais brava, só gostava de ver Harry todo preocupado e empalhado em fazê-la desculpá-lo.




Espero que tenham gostado

Podem me dizer o que acharam pela ask, eu não me importo 😉

- Tay

Eu poderia dizer o que dizem por aí: “É a vida.” Mas, a verdade é que é muito mais que isso, pelo menos para mim foi, e é. Aconteceu que eu me mudei de cidade há três meses, porque começaria uma faculdade e, consequentemente, uma “vida nova”. Aí deixei algumas pessoas para “trás” e vim, com o coração apertado, mas vim. E, sabe essa moça linda com quem gostava de postar fotos e declarações simples, mas sinceras de amor? Então, é a minha namorada, ou pior dizendo, a minha ex namorada. Quem diz que dois meses é pouco tempo, não sabe o que é viver infinitas horas em um só dia. Para ela, prometi tanto que faria o possível para que fosse duradouro, forte e eterno. No fundo do peito eu sabia que não poderia fazer isso, não com ela. Quase não pensei em mim e o que faria para me adaptar sem a nossa rotina. Ela me disse uma vez que quem vai embora sente menos falta, e quem fica é o contrário. Talvez ela esteja certa, já que na maioria das vezes estava, mas se esse sentir menos é o que eu senti desde o momento que saí de lá, então eu não gostaria de ser ela. Aos poucos coloquei na cabeça e no coração que não poderia simplesmente mudar de vida e deixar ela igual um pássaro na gaiola, me esperando. Eu sempre disse, e digo, que a minha felicidade só depende da dela, e que eu me importo mais com ela do que comigo mesmo, porque se eu pudesse abrir mão de algo pela felicidade dela, eu não hesitaria. Com algum tempo a correria de só estudar e cidade grande estavam me roubando dela, me afastando cada vez mais, me deixando frio e me fazendo esquecer quem eu realmente era, de quem eu era. Houve um momento em que me vi completamente sufocado sem conseguir um bom concílio entre tudo, e acabei terminando. Eu disse para ela seguir em frente, porque não era justo para ela. Não poderia impedi-la de viver, quem sabe até encontrar alguém melhor que eu. Ela quase me xingou. Quase. Me disse que eu não tinha o direito de decidir a vida dela por ela, e que se ela quisesse esperar anos, esperaria, e eu sabia que era verdade, porque ela sempre me demonstrou ser segura de cada palavra que saia por aquela linda boca. Menos de 24 horas depois eu fiz o que podia para tê-la de volta, reajustar os ponteiros e seguir em frente. Eu consegui, porque você sabe, o amor não diminui de um dia para o outro. Porém, eu que nunca fui burro, percebi que estava sendo diferente, não éramos os mesmos e ela parecia ter se esfriado, como jamais fez comigo. Ela disse que eu a decepcionei tão rápido, tão inesperadamente que não esperava, nunca esperou e eu me senti pior do que estava. Como eu disse, reconciliamos, e eu que não tinha assunto para nada, comecei a me esforçar para tirar um tempo pra ela, para não deixá-la sozinha, para mostrar que ela tinha um namorado não só para dizer que tinha, como ela mesma disse, mas para sentir que tinha um. Não demorou muito tempo, e isso resulta há quatro dias atrás, quando percebi que as nossas conversas falavam mais sobre o futuro, as férias, os sonhos. Ela falou que estava com saudades de mim, que queria sentar no meu colo e me ver sorrindo para ela, ouvir a minha voz pessoalmente e me sentir, mas que com essa distância não era possível. Ela tinha toda razão, e isso parecia doer tanto, parece doer tanto… Conversamos, e eu disse novamente para ela seguir em frente, encontrar a felicidade. Menti que ficaria bem porque percebi que ela não estava feliz, não estava satisfeita, então abri mão e a deixei ir. Eu não estava esperando que fosse acontecer de novo, mas paciência não é algo que a gente pode pedir para alguém. Só de imaginar deixar a pessoa que você ama seguir em frente, sujeita a conhecer pessoas novas e, sei lá, não é para mim. Imagino muito o futuro, mas não é algo que eu esteja psicologicamente preparado para enfrentar. Ela admitiu que eu tinha razão, e pela primeira vez eu queria não ter lido aquilo, caramba, como eu queria estar errado. Continuou dizendo que realmente não era justo para nenhum de nós, que isso não era bom, e que não tínhamos certeza nem se ainda éramos nossos, mas que ela sempre estaria ali para mim, para o que eu precisasse, mesmo daqui a 50 anos, e eu acredito nela, nunca acreditei tanto em alguém como acredito nela. Há três dias nos falamos com um novo modo, sem toda aquela coisa de amor. Tento afastar as idéias de namorado e ir andando, passo por passo, como o amigo que ela precisa. Não é tão fácil, ainda mais se existe tanto amor guardado, e isso tem me consumido, porque eu nunca aprendi a chamar alguém de amor, e de repente me vi viciado em chamá-la assim. Amor para cá e para lá, de vez em quando quero soltar um no vento para que ele chegue lá, quero mandar um “amor” e dizer que foi sem intenção, força do hábito. A verdade é que esse nome soa bonito quando lembro dela. Tão bonito quanto ela, quanto era. Ela disse que me ama antes de ontem, e ontem ela disse que me ama muito mesmo. Eu realmente a amo, e tenho certeza que ela me ama. Ela é inesquecível, e não me imagino com outra pessoa. E se imaginasse, com certeza ela ainda ocuparia boa parte do que eu sou. Eu a amo e espero que a vida nos ame também, juntinhos. Que o meu coração está com ela, isso é fato. Vou sentir falta do cantinho da cama, da rede do padrasto, das unhas sendo cortadas, do sorvete na boca, dos momentos que passaram e não voltam. De estar com ela, ver as estrelas, dormir com a certeza de que ainda sou eu, e ela, no dia seguinte. Não estamos mais juntos, e acho que isso foi algo maduro a ser feito. Pena que não sou tão maduro assim para saber lidar. Mas imaginar alguém que amamos longe por anos, é ensurdecedor, torturante e alguma outra palavra que todo mundo sabe. Quantas coisas podem acontecer durante 5 anos, quantas pessoas vem e vão, dá tempo para mudar de vida e ir morar no Japão. Eu estou bem, não posso reclamar. Tenho certeza que ela está bem também. É mais forte que eu, sempre foi. Eu só estou com saúde, e o meu coração está batendo no ritmo certo. Nem acelerado, e nem lento demais. O meu corpo continua normal e o sorriso continua no meu rosto. Mas quando entro no banheiro, embaixo do chuveiro e começo a pensar, quero gritar. A minha alma está triste, e meus olhos só querem um tempo para transbordar. Estou escrevendo isso, mas não é algo que de início eu planejei fazer. Só comecei a escrever, e chorei, e se chorei, que ela leia e chore também.
—  Um Gabriel diferente. 17 de março. Um dia para o nosso dia, ex dia.
Amizade 👭👫

E no meio dessa bagunça toda, de vez em quando, aparece alguém de verdade. 💕

Aos anjos que encontrei pelo caminho, dei um nome bonito: Amigos. 👭👫

E você é um alguém que sempre me fez bem. 👬💕

A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto. 😓❤️

Amizade sem xingamentos não é amizade. 😝❤️

São os idiotas que fazem a vida valer a pena. 👫👭❤️

A gente até tem o controle da situação, mas tá sem pilha. 🤕🌝

Amigo é aquele que te sacaneia, te bate, te xinga, te zoa, mas não deixa que os outros façam a mesma coisa com você. 👌 

E no meu coração você vai sempre estar. ❤️

De mil amigos, dois são verdadeiros. 👊

• Se pegar dê like ou reblog.

Maria

Teus sonhos são do tamanho do céu, talvez azul também, com temporais e o sol desde o de verão até o sol fraco de inverno, acalma temporais, pois ela adora o arco íris. sempre acreditou em si mesma, lutou até conseguir o que quer e ainda ouve certos comentários não produtivos, agora ela é tão forte como rocha e calma quanto as ondas noturnas do mar… ela já demonstrou sua fraqueza, já se importou com o mundo e se machucava ainda mais que a dor.
Ela não acreditava em amor, mas sabemos que dentro dela, ela só queria amar, descobriu o amor da pior forma, porém mais bagunçada que sua vida amorosa, são seus pensamentos. Sua vida agitada lhe faz desistir de algumas coisas, mas ela sabe o que faz, sabe que lá na frente vai alcançar o melhor.
Acredita em príncipe encantado, mas não é princesinha de conto de fadas, ela só quer encontrar alguém que saiba valorizar o amor que habita dentro dela, Maria é feita pro amor da cabeça aos pés, é durona e ao mesmo tempo frágil, se apega as pessoas sem se preocupar com o que tem por vir, mas nada a impede de falar o que pensa, acredite, se Maria não gostar de você, ela vai dizer. Ela chora, mas depois solta o seu sorriso de orelha a orelha e ninguém é capaz de perceber que antes houve uma lágrima ali. Ela é cheia de estratégias, ela é adrenalina, aventura, é a agitação de cafeína e ao mesmo tempo leva a loucura. Ela defende quem ama, não suporta perder as pessoas. Tem jeito de mulher, mas ama como uma mocinha que acaba de entrar na pré adolescência. Se decepciona, mas não perde a vontade de correr atrás, essa é Maria, sua mãe escolheu nome de Santo, pois sempre foi o nome mais bonito.
Maria só se pode descrever em metáforas, pois só quem teve a oportunidade de conhece-la um dia, sabe interpretar cada frase.

Para: Maria G. 2016

Listen

PAIS E FILHOS

Estátuas e cofres e paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu
Ela se jogou da janela do quinto andar
Nada é fácil de entender

Dorme agora
É só o vento lá fora

Quero colo! Vou fugir de casa
Posso dormir aqui com vocês?
Estou com medo, tive um pesadelo
Só vou voltar depois das três

Meu filho vai ter nome de santo
Quero o nome mais bonito

É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há

Me diz, por que que o céu é azul?
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos
Que tomam conta de mim

Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua, não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar

Já morei em tanta casa
Que nem me lembro mais
Eu moro com os meus pais

É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há

Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não te entendem
Mas você não entende seus pais

Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer

Maturidade

Maturidade não é olhar para trás e ver que fez “merda” no passado. O nome disso é “constatação”. Maturidade é impedir que “novas merdas” sejam feitas.

Maturidade não é deixar de sair para beber com os amigos só por que no dia seguinte você tem que trabalhar cedo e tem medo de se acabar na tequila. O nome disso é “ser fraco”. Maturidade é sair, ficar com seus amigos e não beber. Afinal, você trabalha cedo no dia seguinte.

Maturidade não é deixar de gostar das coisas que você gostava quando era criança. O nome disso é “desapego das lembranças da infância”. Maturidade é saber que a infância é, e sempre será, uma das fases mais importantes de sua vida. Não tente se distanciar dela. Ela estará sempre com você.

Maturidade não é fazer o que todos fazem só por que “o mundo funciona desse jeito”. Isso se chama “mente pequena”. Maturidade é entender que existe uma solução para cada tipo de problema. E quanto mais problemas houver, mais soluções existirão.

Maturidade não é deixar de chorar com o filme “O Rei Leão”. O nome disso é “coração de pedra”. Todos devem chorar com “O Rei Leão”. Todos.

Maturidade não é ir morar sozinho e pagar as próprias contas. O nome disso é “até que enfim arranjei um emprego bom”. Maturidade é fazer com que você sempre faça o seu melhor naquilo que te sustenta.

Maturidade não é “falar bonito”. O nome disso é “estudo bem estudado e bem utilizado”. Maturidade é saber se comunicar com todo mundo, independente do grau de estudo do próximo.

Maturidade não é ser “sério e compenetrado”. O nome disso é “chato pra caralho”. Maturidade é saber usar suas personalidades nos momentos ideais. Quando alguém estiver triste, faça bobagens para alegrá-la. Quando alguém estiver sofrendo, fale sério para reanimá-la.

Maturidade não é ser inteligente e nem o dono da razão. O nome disso é “ser inteligente e forever alone”. Maturidade é querer ouvir o próximo mesmo que o próximo não saiba o que dizer. Dar voz àqueles que precisam e querem ser ouvidos. Maturidade é saber que não existe uma “razão absoluta” e “única”.

Maturidade é olhar para si mesmo e ter orgulho de ser quem você é. Mesmo que ainda você não tenha realizado nem metade dos seus sonhos. Maturidade é saber agradecer por estar onde você está. Mesmo que você ainda esteja um pouquinho longe da onde imaginou estar. Maturidade é saber reconhecer que, o que você tem, é única e exclusivamente “culpa” sua. Foi pelo seu mérito que você conseguiu chegar onde está. Maturidade é transformar o “ruim” em “bom pra caralho, doido”. Maturidade é deixar de sentir medo e sentir mais confiança. Maturidade é não saber que se é maduro. Afinal, seríamos uns idiotas atrás da própria auto-afirmação. Ops. É. Nós somos isso.

Maturidade é reconhecer o que você é e não ter vergonha disso.

Vitor,

teu nome é tão bonito quanto a tua voz cor de azul piscina, que às vezes é meio verde e às vezes é meio cor de mar. a gente sabe que a água mesmo não tem cor e que talvez nada no mundo tenha e tudo seja fruto de nossas mentes, mas ainda assim é tão extasiante… assim como você, sabe? tenho minhas dúvidas da sua porção de realidade e de sonho. mas a verdade é que você me faz querer ser alguém melhor, vitor. e eu não sei o que é sentir isso há tanto tempo… e quando o seu nome passa pela minha cabeça é como se uma luzinha voltasse a me guiar quando me perco nesse mundo. vitor, você me dá esperanças quanto ao que vai ser de mim.

Surpresas do destino

Capítulo 76  :

 – E por falar em seu sobre nome! Precisamos de algo mais fácil. – Lua disse, enquanto as três saia do estúdio, ainda com Shanti abraçada a Lua.

– Mas meu cobre nome é bonito, significa o nome de nossa Divindade Krishina jovem.

– O que quer dizer seu nome Shanti – Laura pergunto a menina.

– Paz! - A menina respondeu rápido.

– Shanti, qual nome significa sorte em sua tradição? – Lua perguntou a Shanti.

– Shiv, que vem de Shiva a Auspiciosa!

– É isso, o que acha de Shanti shiva? – Perguntou Lua.

– Acho lindo! Mas preciso saber o que minha mãe também acha! – Shanti disse temerosa pelo respeito que tem a mãe.

~~—–~~~~~~

O carro foi levar Shanti e Laura a acompanhou, e Shanti saiu de Revista com muitas sacolas que Lua disse a ela ser ‘Brindes’, mas eram coisas enviadas a Lua, e que ela não fazia questão, já que tinha tanto.

Laura avisou a Lua que iria dormir em seu apartamento, dando privacidade a Lua, mas Lua explicou que não era necessário, que na verdade ela gostaria de ter Laura jantando com ela e Arthur. Mas Laura insistiu que não queria atrapalhar o casal e que voltaria com ela no dia seguinte, mas que nesta noite dormiria em seu apartamento.

~~–~~~~

Lua chegou a casa por volta de cinco e quinze da trade e foi direto para a cozinha, para deixar as sacolas com os ingredientes fresco que havia acabo de comprar num supermercado orgânico.

– Boa tarde senhorita Blanco! – Marie disse ao vê-la entrar na cozinha, mas estranhou ao ver que Lua carregava sacolas.

– Eu não sabia que estava lhe faltando mantimento, me perdoa da próxima vez eu lhe consulto sobre acrescentar mais alimento a lista e…

– Tudo bem Marie, não esta me faltando nada! E boa tarde pra você também, só comprei umas coisinhas para fazer um jantarzinho. – Lua sorrindo.

– Pode deixar senhorita! É só dizer como quer eu preparo tudo!

– Nada disto! Você esta de folga a partir de agora, e eu vou cozinhar, quero a cozinha só para mim! – Lua disse com as mãos na cintura encarando as sacolas em cima do balcão.

Marie a encarou surpresa, em cinco anos só havia visto Lua na cozinha pouquíssimas vezes e pra fazer brigadeiro de panela.

– Tem certeza que não quer minha ajuda?

– Fique tranquila que não vou por fogo na cozinha! – Lua disse risonha e se aproximou de Marie lhe dando um beijo na bochecha.

Marie sorriu com o afago de carinho e resolveu oferecer uma sobremesa.

– Eu poderia fazer a sobremesa, o que acha? - Marie se ofereceu mais uma vez, ela queria de fato ajudar Lua.

Lua pensou por uns segundos e coçou a cabeça, já pensando nos dois quilos extras que havia ganhado naquela semana. Mas decidiu que só desta vez iria abrir mais uma exceção.

– Tudo bem! Eu aceito, mas só se for aquele pudim de nozes com calda de baunilha!

– Já vou começar a fazer! – Marie disse animada.

– Vou me trocar e já volto!

Lua deixou a cozinha e subiu as escadas indo ao seu quarto, estava com um sorriso bobo nos lábios e torcendo para que nada estragasse sua noite.

Lua largou os saltos assim que entrou em seu quarto. Foi até o banheiro e lavou o rosto com produtos especial para tirar maquiagem, prendeu o cabelo num rabo de cavalo e tirou todas as joias que usava.

Foi até sua bolsa e de lá tirou seu Black Barry. E andando de cabeça baixa mexendo no aparelho ela foi até seu closet procurar algo mais confortável para usar. Ela digitou a mensagem…

‘‘ Já estou em casa, e louca de saudades! – Lua apertou o send e enviou a mensagem a Arthur.

Abriu as portas do cômodo e ficou encarando as varias fileira de cabide e prateleiras, e se perguntou o que de menos elegante ela usaria para trazer um clima menos formal possível a sua noite.

Lembro-me bem de como tudo começou. Aos poucos você foi se tornando uma parte dos meus dias. Queria sempre estar conversando com você, saber o que estava fazendo, o que iria almoçar… E isso não era uma obsessão, era saudável, porque eu simplesmente queria conversar com você e saber das coisas do seu dia para saber se tudo estava bem. Nossas conversas eram sempre tão boas e leves, você me indicava séries, livros e lugares para viajar futuramente. Lembro, então, de uma noite em que você me mandou uma mensagem dizendo que ia dormir e eu, logo depois de desligar o celular, encostei a cabeça no travesseiro e fiquei pensando em você. Em como, aos poucos, você estava se tornando especial para mim e de como eu queria que isso tudo durasse, e foi aí que o medo começou a surgir. Eu sentia algo por você, sem nome, mas sentia; era bonito, bom, me fazia bem, diferente de muitas outras coisas que já senti no passado e me destruíam por dentro. Os dias foram passando, fomos nos aproximando cada vez mais, e, quando você estava longe, ficava olhando suas fotos por horas; nos momentos ruins do meu dia, quando algo não dava certo, me pegava pensando naquele seu sorriso lindo e tudo ficava um pouquinho melhor. A parte triste disso tudo é que, da mesma forma que me lembro de como nossa pequena história começou, também lembro perfeitamente de como fomos nos perdendo, nos distanciando e de quando nossas diferenças começaram a falar mais alto que qualquer outra coisa. Agora quando estou voltando da faculdade, lá pelas 23h, tudo dói: não há mensagem suas, nem um áudio seu, não há uma música nova na minha playlist que você colocara ali para eu escutar nessas viagens longas. Agora, quando deito a cabeça no travesseiro, meus pensamentos continuam voando até você, mas de outra forma: o que aconteceu? Por que nossa vontade de ficarmos juntos (que era grande, ah, era enorme) não foi maior do que nossas diferenças, medos e fantasmas do passado? Eu não te amei. Mas eu gostei muito de você. Gostei de ouvir sua voz no meu ouvido antes de dormir, gostei de poder me agarrar nos seus braços fortes, de deitar no seu ombro; gostei de discutir até política com você e coisas bobas como quem são as melhores personagens de Orange Is The New Black. Eu não amei você porque você não me deu essa chance. Eu não amei você porque o destino foi cruel com nós dois. E é difícil driblar essa crueldade toda do destino.
—  Cartas para Maurício: você não foi o amor da minha vida, mas eu queria que fosse.

Pedido: Faz um do Niall que ele leva ela para conhecer os pais e a mãe dele acaba pegando eles na cama - Anônimo

***

Imagine Niall Horan:

Pov’s S/n

Eu e Niall já namoramos á um ano, mas nunca pude conhecer os pais de Niall por eles morarem na Irlanda e Niall nunca ter tido tempo para ir os visitar por conta da banda e todas as reuniões, shows, entrevistas…mas agora que a One Direction está em pausa, Niall quis aproveitar esse tempo livre para ir visitar sua família, então arrumamos nossas malas e agora estamos no aeroporto esperando o avião para partirmos rumo a Irlanda.

“Chamando vôo 24509 com destino á Irlanda.”
Chamaram nosso vôo.

-Vamos?
Perguntou-me Niall.

-Sim.
Respondi. Entramos no avião e sentamos em nossos lugares, Niall na janela e eu no banco do meio, já que tenho muito medo de avião.

Havia sobrado um lugar ao meu lado e logo uma garotinha que aparentava ter mais ou menos 9 anos se aproximou de nós com um celular em mãos.

-Desculpe incomodar mas eu posso tirar uma foto com vocês?
Perguntou a garotinha.

-Claro, qual seu nome?
Perguntou Niall enquanto ela se ajeitava entre nós dois para podermos tirar a foto.

-Me chamo Alice.
Ela falou e logo sorriu para tirarmos a foto.

-É um nome muito bonito.
Falei sorrindo para Alice.

-Obrigada, eu amo muito vocês e todos os meninos da banda.
Ela falou e deu um beijo na minha bochecha e depois na de Niall, indo embora em seguida.

Eu amo as fãs da banda, elas sempre me tratam muito bem e eu adoro isso, principalmente pelo fato de Niall ama-las muito também, e eu sei disso porque já fui uma fã, bom na verdade ainda sou.

O avião começou a se preparar para voar e eu segurei a mão de Niall. Eu tenho muito medo de aviões!

-Não se preocupe, eu estou aqui ok?
Niall me tranquilizou e deu um beijo em minha testa.
Suspirei e me agarrei ao seu braço.

-Porque você não tenta dormir um pouco, você acordou cedo e provavelmente vamos chegar lá bem tarde.

-Não consigo dormir!
Bufei frustrada. Realmente acordamos bem cedo hoje mas eu não estou com um pingo de sono.

-Quer que eu cante para você?
Perguntou-me.

Assenti e deitei minha cabeça em seu ombro logo sentindo seus braços me envolverem em um abraço de lado. Niall começou a cantar bem baixinho em meu ouvido Summer Love oque logo fez meus olhos pesarem até que eu apagasse completamente.

(…)

-Baby chegamos.
Sinto alguém susurrar em meu ouvido e me dar uma leve balançada, abro meus olhos e me deparo com dois oceanos a me fitar, era Niall com seus lindos olhos azuis e seu sorriso que eu tanto amo.

-Você dormiu a viagem inteira.
Niall falou soltando um risinho, provavelmente por eu estar toda descabelada e com a cara amassada.

-Quer horas são?
Perguntei me espreguiçando e tomando coragem para me levantar da cadeira do avião.

-São 20:30 chegamos cedo pensei que fôssemos chegar mais tarde.
Respondeu e me ajudou a me levantar.

Saímos do avião e fomos pegar nossas malas, assim que a pegamos Niall ligou para seu pai para que ele viesse nos buscar no aeroporto.

Enquanto esperávamos, um vento forte bateu fazendo com que eu me encolhesse de frio.

-Amor seu pai vai demorar muito?
Perguntei abraçando meus braços em uma tentativa falha de me esquentar.

-Já deve estar chegando.
Respondeu e me virou de frente para ele me abraçando, me agarrei nele colocando os braços em volta de seu pescoço, Niall estava tão quentinho que era impossível não querer o abraçar quase o esmagando para se aquecer do frio, afastei um pouco minha cabeça e ele fez o mesmo,nos olhamos por alguns breves segundos e então colamos nossos lábios em um beijo calmo e cheio de paixão.

Já estava ficando sem fôlego quando escutamos uma buzina e faróis de carro direcionados a nós, era seu pai que havia chegado para nos levar para casa.

Niall e eu nos separamos e logo pude ver um homem parecido com Niall mas bem mais velho e com os cabelos brancos sair do carro.

-Quanto tempo filho!
Falou o homem e logos os dois se abraçaram, quando se separaram Niall pegou minha mão e me apresentou ao seu pai.

-Pai está é S/n minha namorada, S/n este é Boby meu pai.
Niall nos apresentou e Boby pegou minha mão me cumprimentando.

-Niall fala muito de você.
Falou Boby sorridente.

-Sério?
Perguntei olhando para Niall que estava com as bochechas rosadas.

-Sim, não tem uma vez que ele liga para a gente e não fala de você.
Boby responde e Niall esconde o rosto em meu pescoço.

-Ok pai, já está tarde e precisamos ir para casa.
Niall falou e seu pai riu, os dois tem uma risada bem parecida. Entramos no carro e Boby foi dirigindo até sua casa.

Chegamos e logo vimos uma mulher que acho ser a mãe de Niall, ela é loira, usa óculos e se parece um pouco com Niall, descemos do carro e fomos até a mesma.

-Meu filho que bom te ver!
Sua mãe falou e os dois se abraçaram.

-Mãe está é minha namorada S/n, S/n está é minha mãe Maura.
Niall nos apresentou e quando eu ia dar um beijo em sua bochecha ela me abraçou bem forte.

-É um prazer te conhecer dona Maura.
Falei educadamente com um sorriso no rosto.

-Não me chame de Maura, me chame de sogra ou sogrinha se preferir!
Maura falou, ela estava muito feliz parecia até que eu era a primeira namorada de Niall.

Boby e Maura nos chamaram para entrar e a casa deles era realmente muito bonita, não era aquela coisa exagerada era simples e confortável.

-Boby pegue a câmera quero tirar uma foto dos dois!
Maura gritou e logo Boby apareceu com uma máquina fotográfica em mãos.

-Cheguem mais perto!
Falou Maura e então nos juntamos mais e Niall envolveu minha cintura com seu braço.

Boby tirou a foto e Maura ficou a admirando.

-Minha mãe às vezes exagera um pouco.
Niall sussurrou em meu ouvido.

-Eu não exagero, você que nunca trás suas namoradas para eu as conhecer.
Maura fala ainda sem tirar os olhos da foto.

-Mãe eu já tenho 23 anos!
Niall falou fazendo birra igual uma criança.

-Então se comporte e deixe sua mãe curtir o momento de poder estar conhecendo a sua namorada.
Niall fez um biquinho muito fofo e Boby riu indo em direção a onde eu suponho que seja a cozinha.

Beijei o biquinho do Niall e ele logo deu um sorriso me aproximando mais dele.

-Bom vocês devem estar cansados, vou arrumar o quarto para vocês dormirem.
Maura falou tirando os olhos da câmera e subindo as escadas que davam ao andar de cima.

-Estão com fome?
Perguntou Boby.

-Sim!
Niall respondeu e correu até o pai.
Até parece uma criança.

O segui e cheguei na cozinha, Niall já estava devorando um sanduíche enquanto Boby bebia uma latinha de refrigerante.

-Sente-se querida tem um sanduíche aí.
Falou Boby apontando para o prato com um sanduíche na mesa ao lado de Niall, agradeci e comecei a comer.

Estávamos todos na sala, o país de Niall em um sofá e eu e Niall em outro, Niall começou a beijar meu pescoço logo passando a chupa-lo e morde-lo, aquela sala estava começando a ficar quente, Niall desceu sua mão para minha coxa e eu tentei para-lo , mas foi em vão já que o mesmo começou agora a beijar meus lábios, tentei olhar para Boby e Maura e vi que os mesmos se encontravam concentrados no que passava na televisão, mas de repente ouvi uma toci e Niall rapidamente se separou de mim.

-Bom já está tarde e eu estou morrendo de sono, vamos dormir Boby?
Perguntou Maura a Boby.

-Sim querida, boa noite para os dois.
Falou Boby e logo o mesmo subiu para o seu quarto.

-Boa noite crianças.
Falou Maura, e Niall sussurrou um “mãe” em reeprendimento.

-Quer ir dormir amor?
Perguntou Niall para mim.

-Eu já dormi tanto no avião que perdi o sono.
Respondi e vi o mesmo dar um sorriso malicioso.

-Então quer continuar oque estávamos fazendo?
Perguntou-me.

-Claro que sim.
Respondi sorrindo safada.

Niall me guiou até o quarto que seria nosso e me jogou na cama subindo em cima de mim logo em seguida, começamos a nos beijar ferozmente, Niall tirou minhas roupas e eu tirei as dele mas antes que pudéssemos fazer qualquer coisa a luz acende.

-Niall meu filho você precisa de mais coberto…
Maura iria falar algo mas parou quando nos viu, Niall saiu de cima de mim e se cobriu com o cobertor e eu fiz o mesmo.

-Oh…oh meu Deus, me…me desculpem…
Maura falava atrapalhada, vi Niall corar e ao mesmo tempo começar a rir que nem um retardado.

-Nós que temos que nos desculpar.
Falei e bati no braço de Niall que continuava rindo.

-Não eu sou uma tonta mesmo, continuem oque estavam fazendo…e não se esqueçam a camisinha!
Maura falou e saiu do quarto fechando a porta.
Niall parou de rir e me encarou.

-Amor você tá vermelha.
Niall falou e se aproximou de mim me dando um beijinho na bochecha.

-Olha quem fala né Horan!
Falei e o mesmo voltou a rir.
Parece que nosso plano foi por água abaixo.

***
Espero que tenha gostado.😘

Preference: Cachorros😍

Harry:

Estávamos sentados no sofá, Harry beijava meus lábios com veracidade, ele segurava minha nuca enquanto meus dedos acariciava seus cabelos castanhos. Ele tocou em minha cintura apertando forte, mostrando sua urgência continuou seus dedos até estarem dentro da minha blusa, porém foi impedido de continuar por Bob, o cachorro de minha mãe que estava cuidando à dias.

- Oh não, Bob. Agora não.- Harry murmurou empurrando a cabeça do cachorro que rosnou para ele irritado.- Bob…

- Você quer um pouco de atenção também, amor?- digo com uma voz aguda e doce para Bob, que tenta pular em meu colo para lamber meu rosto.

- É eu quero, né. Mas, tá sendo impossível esses dias.- Harry ironizou, sabendo que minha pergunta não foi para ele.

- Me desculpe, ele só ficará mais alguns dias. Prometo!- falei sincera, iria me levantar se não fosse os braços de Harry ao meu redor me puxando de volta.

- Eu te desculpo, más vamos continuar com o que estávamos fazendo.- cheirou meu pescoço sentindo meu perfume.- Estou precisando.

Começamos novamente um beijo rápido, porém Bob puxa a calça de Harry com força.- Qualé Bob.- brigou ele, fazendo o cachorro puxar mais forte.

- Eu vou cuidar disto primeiro, ele deve estar com fome.- me levanto, caminhando para fora da sala ouvindo o choro falso de Harry enquanto discute com o grandão.

Liam:

Estava sentada em uma cadeira do veterinário, minhas unhas estavam todas roídas, pois estava nervosa e ansiosa. Havia trazido um pequeno cachorrinho para cá, ele estava em estado crítico na rua, com fome e sua patinha machucada com vários ferimentos. Se pudesse ajudava todos os animais da terra.

Não demorou muito e Liam saiu novamente por aquela sala reservada na qual havia levado o cachorro, um sorriso tímido banhava em seus lábios.

– Bom, senhorita. Nós damos um banho nele e cuidamos de sua patinha. Digamos que ele está bem melhor agora.– suspirei retribuindo seu sorriso.– Mas tem um porém…– me aproximei do balcão a passos rápidos.

– Como assim?– perguntei enrugando a testa.

Ele coçou a nuca, parecia tímido com minha presença.– Bom, ele, tecnicamente é ela. E… Ela está grávida.– informou esperando uma reação minha. Sorri mais largo de tamanha felicidade.

– Posso ve-lâ?– perguntei, ele assentiu e me indicou o caminho segurando em minha cintura, me senti diferente por seu toque.

– Ali está. – apontou para uma maca de tamanho médio, andei calmante até lá e a mesma estava deitada sento coberta por mantos fofinhos.

– Adorável, não é?!– concordei.– Igual você.– elogiou ele, levantei meu olhar encontrando o seu, as maçãs de seu rosto se ergueram junto ao seu sorriso.

– Obrigada.– agradeço.

– É incrível a sua parte… Quero dizer, de querer ajudar os animais, uma verdadeira protetora.– comentou, se não fosse o momento eu diria que ele está me cantando.– Soaria algo ruim, se lhe convidasse para um café? – perguntou tímido.

– Bom… eu adoraria.– confirmei, talvez eu precisasse de uma companhia está tarde, claro quando essa pequena mamãe estiver totalmente bem.

Louis:

– Meu Deus, esse é o melhor aniversário de todos!!– Freddie corre em nossa direção para dar um abraço em Louis e em mim ao mesmo tempo. – Obrigado papai, obrigado titia.- ele agradecia por todos os novos brinquedos que tinha recebido.

– A surpresa não acabou ainda, filho.– Louis exclamou com um sorriso alegre, levo um olhar rápido a ele levantando as sobrancelhas. Ele acena com a mão pedindo para que Free esperasse pelo presente.

Eu o segui ansiosa pela cozinha indo em direção a garagem para descobrir o que ele estava fazendo. Louis retorna da garagem com um filhote de cachorro alegre em seu colo.

– Um cachorro?– perguntei, ele concordou sorrido.

– É amor, ele vai adorar.– respondeu, caminhando novamente para a sala.

– Meu Deus Pai, um filhote!!– Fred gritou feliz, seus olhinhos brilhavam de alegria.

– Feliz aniversário, amigão.– anunciou Louis, Fred se agacha para saudar o pequeno cachorrinho, o mesmo lambe o rosto dele e salta rodeando seu corpo.

– Por que você não me disse antes?– sussurrei entre dentes.

– Eu adorei este de última hora.– ele disse simplesmente, observando seu filho e seu novo melhor amigo pular pelo chão.

Suspirei cedendo depois de ver o quão feliz Fred está.– Bom… Ele é um cachorrinho muito fofo e Fred está feliz com ele… Acho que podemos ficar com o pequenino.– falei, Louis beija minha testa e me puxa para o seu lado para continuarmos vendo aquela cena.

Niall:

Havia adotado um cachorro de porte médio, sua raça era vira-lata, mas era a coisa mais linda que já vi. Toda vez que chegava em meu apartamento ele corria por toda casa mostrando sua felicidade e hoje não foi diferente. Ela pulou em meu colo e prontamente a segurei deixando minhas coisas caírem no chão, normalmente Niall apareceria e daria risada da situação.

- Niall?- coloco Belinha no chão que pula animada, ela saí em direção a cozinha muito rápido por sinal, a sigo.

- Ah, oi amor.- Niall diz sem graça, olhei para o chão e havia um suculento pedaço de carne.

- Eu não acredito que você está dando carne para ela.- falei, ele coçou a nuca tentando afastar Belinha com o pé.- Niall, você sabe que faz mal.

- Mas, ela é tão fofinha. Não tem como resistir.- ele pegou a cachorra a colocando ao lado do seu rosto.- Olha isso!!

Ele esfregava sua face nos pêlos de Belinha enquanto a mesma se esticava para baixo, querendo sua carne. Apesar de tudo dei risada daquilo.

Zayn:

Segurei fortemente a corda da coleira que por um momento importuno caiu de minha mão.

- Bluger, não!- travejei pisando na corda que direcionava ao grande cachorro da raça pitbull. O cachorro me olhou com uma cara divertida como se estivesse brincando.- BLUGER!- digo mais alto quando ele puxa a coleira com toda velocidade.

Smiley, o outro cachorro Chihuahua começou a pular frenéticamente enquanto Bluger corria para longe de mim. Choramiguei me preparando para correr. Maldita hora em que resolvi usar esses saltos.

Bluger por sua vez atravessava a rua passando saltitante entre os pedestres, o segui rapidamente sendo acompanhada por Smiley que estava em meu colo. Vejo o grande cachorro virar a esquina saindo de minha vista. Não demorou muito e eu já havia virado a rua também, avisto Bluger sendo acariciado por um homem de costas para mim, seus cabelos estavam raspados recentemente, porém já começavam a crescer, conforme fui me aproximando pude ver tatuagens em braços e mãos.

- Você não deve estar perdido, está com coleira.- o sujeito disse segurando a coleira de Bluger.

- Com licença, senhor.- digo cansada deixando Smiley no chão, finalmente vendo seu rosto, era um homem alto e bonito, seus olhos eram marcantes e sua barba o deixava mais másculo.

- Esse cachorro deve ser seu.- deduziu ele sorrindo enquanto me entregava a corda da coleira. Peguei ainda fraca por causa da pequena corrida.

- Bluger, você é um cachorro muito mau.- brigo com o cachorro que se esconde atrás do rapaz.

- Bluger?!- ele disse me encarando indignado.- Que nome horrível!

- Olha; eu não devo satisfação dos nomes dos meus cachorros.- tento puxar Bluger, porém ele ia para trás me fazendo aproximar do homem cada vez mais. Smiley olhava e cheirava o chão nem ligando para situação.- Por favor, Blu.

- Bom, me desculpe então. Já vi que você não é boa em escolher nomes. Eu sou Zayn.- comentou ele estendendo sua mão, mas não pude apertar sua mão pelas coleira ocupadas em cada uma.- Ah, deixe-me ajudar com isso.

Zayn pegou a corda de Bluger e a tirou de suas pernas, ele estendeu novamente a mão sorrindo sem mostrar os dentes, apertei retribuindo seu sorriso, mesmo não querendo ser amigável.- Me chamo (S/n).

- Ao menos seu nome é bonito.- disse e riu.- E o nome desse pequeno aqui?- Zayn se agachou ao meu lado para acariciar Smiley, porém o cachorro late para ele tentando intimidar, mesmo seu tamanho dissesse o contrário.- E é bravinho.

Foi minha vez de rir. Relutante Zayn aproxima sua mão afagando o pequeno ser que se deixou levar pelo carinho, era impossível de controlar seu pequenino rabinho.

- Gostei deles, eu amo animais.- confessou se levantando.- Posso te acompanhar?

- Claro, antes que aconteça de novo algum imprevisto.- brinco, enquanto dou meia volta para continuar até meu destino.

Zayn parecia uma pessoa legal, em todo momento ele mostrava isso. E com certeza, estava amando sua presença.

Não tenho medo de nada, eu acho. Talvez dela perceber que, na verdade, eu sou um fraco. Sabe, cara, eu convivo diariamente com essa sensação de que ela merece alguém melhor, capaz de protegê-la de verdade, dar-lhe um centro, uma vida, talvez uma família. Ela jamais ouvirá da minha boca, mas eu não me acho suficiente. É isso, meu medo é que ela descubra sozinha. Acho que tenho medo mesmo é dela inteira, mais do que, sei lá, de assalto ou de avião. O que é estranho, porque ela é tão pequenina e delicada e inofensiva.
Ela tem uma bunda maravilhosa. Mas, sério. Eu gosto quando ela adormece no sofá e depois faz manha para ir deitar na cama. Aí eu a pego no colo, tiro cada peça de roupa, exceto a calcinha e as meias. Ela sente frio nos pés, até no verão. Não sei, eu me sinto poderoso e acolhedor. Então ela pede que eu a abrace de conchinha, ao menos até pegar no sono. Cara, eu odeio dormir de conchinha, detesto aqueles fios soltos de cabelo pinicando meu nariz. Mas adoro o cheiro que ela tem na nuca e ficar colado naquela bunda. Não sei como resolver isso.
E se nesse tempo ela conhecer outro? Azar, que se foda. Eu vou até lá. O apartamento também é meu. Sei que estou sendo contraditório, mas como não ser? Eu amo ela. É a minha garota e pronto. Não tem como fugir disso. Eu disse que precisava de espaço, ganhei o espaço e agora estou ouvindo os ecos da minha própria voz gritando o nome dela. Bonito isso que eu disse, né? Tem papel e caneta? Quero anotar pra ter o que dizer quando chegar lá.
—  Gabito Nunes