nela s

Anônimo: Mari, você pode fazer um imagine com o Harry, que ele e a S/N brigam no supermercado, pq o Harry ajudou uma moça a pegar algo que está no alto da prateleira, só que ele não só ajudou, ele da uma secada nela, e a S/N vê, e ele tenta se justificar, fala que foi sem querer, as pessoas ficam olhando os dois brigarem. (você pode criar um final para a história) 😉

— Pegamos tudo ? — perguntei avaliando aquele carrinho repleto de coisas 

— Falta o principal — ele sorriu sacana 

— O que ? — perguntei conferindo a lista — de acordo com a lista parece que pegamos tudo 

— Camisinha, meu amor — ele riu e passou por mim, indo até a prateleira de camisinhas 

Peguei mais alguns chocolates e algumas coisas que faltavam e finalmente avistei Harry voltando com vários pacotinhos de alumínio em mãos. 

— Meu Deus, Harry — disse boquiaberta com aquela quantidade 

— Eu sei que vamos usar todas! — piscou e deu um beijo na minha bochecha 

Ele começou a empurrar o carinho se dirigindo até o caixa, quando se deparou com uma mulher na ponta do pé sofrendo para conseguir pegar um condicionador. 

— Quer ajuda ? — ele perguntou e eu senti meu sangue ferver. 

— Vou aceitar — a mulher respondeu dando um sorriso exibido para o meu Harry. 

— Prontinho — ele sorriu entregando o condicionador 

— Muito obrigada 

Ela colocou no carrinho e saiu dali enquanto Harry ficou babando no corpo da mulher, ele nem ao menos disfarçava o quanto estava secando aquela piranha  

— O que foi amor ? 

— Quer ajuda ? -revirei os olhos imitando a forma que ele falou com ela 

— Eu não acredito nisso — ele riu 

- Você sabe como eu odeio quando você tem contato com outras mulheres 

Harry sempre teve fama de mulherengo e por mais que ele jurasse ser fiel a mim, eu ainda tinha o pé atras. Ele não podia ver um rabo de saia que já ia se engraçar e isso me irritava muito. 

— Ela estava precisando de ajuda 

— Ajuda ? Harry o corredor está cheio de gente — berrei atraindo os olhares de todos que estavam ali naquele corredor, que para variar estava lotado — Se ela realmente precisasse ela iria pedir para qualquer um que está aqui. 

— Eu evitei que ela pedisse, oferecendo a minha ajuda. 

— Eu não estou acreditando no que estou ouvindo. Você comeu ela com o olho, Harry 

— Foi sem querer… Fala baixo, amor

— Harry para de levar isso numa boa, você secou uma mulher na minha frente e acha que está tudo bem ? Vai lá usar essas camisinhas que comprou com ela!  

— Eu juro que não percebi para onde estava olhando… Se acalma, esta todo mundo olhando para gente — ele passou os olhos por todo corredor observando o olhar atento daquelas pessoas para nossa discussão — Para com isso. 

— Que droga — abaixei a cabeça sentindo a raiva diminuir

— Calma — ele se aproximou de mim — Você sabe que eu jamais te trairia, não tem porquê ter esse ciúme todo. 

— Mas a forma que você olhou para ela dizia o contrário disso… 

— Desculpa, eu reconheço que errei. Agora para com isso, por favor… 

— Ai Harry — eu não resistia aquele homem

Seus braços tatuados me envolveram em um abraço, e suas mãos faziam carinho nas minhas costas em meio a um corredor de supermercado. 

— Tudo bem ? — ele perguntou me encarando e colocando uma mecha do meu cabelo atras da orelha 

— Você vai levar as compras sozinho — fiz bico 

— Eu levo. Birrenta! 

Saímos daquele corredor como se nada tivesse acontecido e os olhares das pessoas para nós era inevitável.

  ¤ “Até que enfim você apareceu em Brubs”

Pois é, me desculpem, mas a escola que eu estou não dá sossego em nenhum dia!

  ¤ Isso é um pedido que já tá ficando bem atingo, aliás, todos estão, me perdoem por isso também!

  ¤ Boa leitura :)

———–

  Os balões coloridos enfeitavam toda sala chegando até uma parte da escada. A festa estava boa, na verdade maravilhosa, mas não para Harry Styles. Aquilo com certeza não  estava sendo tão lindo quanto para as outras pessoas.

  É aniversário de sua irmã, todos estão presentes, até mesmo sua ex mulher com o mais novo namorado, o que fazia daquela festa algo entediante.

  Não que Harry estivesse com ciúme, jamais! Diria ele.

  Mas não é confortável ver uma pessoa que você conviveu durante doze anos em uma relação com outra pessoa bem mais nova que ela. Harry nunca foi o tipo de pessoa preconceituosa, isso passava longe do homem. Mas ver a maneira como aquele rapaz abraçava S/n por trás fazia algo incomodar seu peito.

  Aquela mulher já havia sido dele.

  - Quer mais uma cerveja? - A voz bem familiar de Niall chamou sua atenção fazendo com quê os olhos verdes parassem de encarar como S/n sorria perto do tal Caio.

  - Por favor. - Falou aceitando de bom grado a que o loiro lhe oferecia.

  Os dois ficaram em silêncio examinando tudo aquilo que estava acontecendo ao redor. Os olhos de Niall estavam enterrados em Tiffany, a garota dançava alegremente como se aquela fosse sua última noite e ele ficava feliz com aquilo, ele gostava de saber como ela estava alegre mesmo passando por tantas coisas.

  Enquanto nos lábios do loiro havia um sorriso, na do moreno havia um bico um tanto cômico. No outro lado da enorme sala, S/n estava encostada na parede enquanto os lábios de Caio percorriam seu pescoço.

  Ela sempre fora tímida em relação a carícias em público, nunca gostou muito de se expor, mas algumas coisas haviam mudado desde que embarcou em seu novo relacionamento.

  S/n era ciente do quão mais novo o rapaz era em relação a sua idade, porém, resolveu se arriscar pelo menos uma vez. Apesar de suas cabeça dizer que ela estava apaixonada por Caio, seu coração sempre dizia o contrário, mas de qualquer maneira ela apenas queria experimentar um pouco de como era sentir adrenalina em suas veias novamente.

  - Você acha que ela gosta dele de verdade? - Harry perguntou para Niall que por um momento parou de babar na noiva.

  - Quem? - Perguntou desentendido fazendo Styles revirar os olhos.

  Não é possível que ele esteja tão vidrado nela assim!

  Pensou Harry.

  - S/n, você acha que ela gosta de verdade daquele moleque? - Seu tom não continha raiva nem mesmo desprezo, era como se ele realmente estivesse curioso para saber a opinião do amigo.

  - Ah. - Niall murmurou um pouco indeciso no que falar. Ele sempre foi amigo de Harry, mas também sempre foi amigo de S/n, não queria deixar ninguém por baixo, muito menos causar discórdia, isso seria terrível. - Ele parece ser uma pessoa legal, mas não o tipo de cara que seria o essencial para S/n. - Ele falou meio desconfortável. - Mas ele é legal! - Reforçou fazendo o moreno rir.

  Ao que seus olhos voltaram para a ex, viu que ela agora se encontravá sozinha e um pouco pensativa. Mas sua solidão não durou muito tempo, Caio logo voltou com dois copos e um deles foi oferecido a S/n que sorriu em agradecimento. O rapaz depositou um beijo em seus lábios e Harry constatou que não gostava daquilo.

  A música agitada parou dando início a uma bem lenta, Talking Out Loud de Ed Sheeran. Harry sorriu com aquilo e viu ali uma oportunidade.

  Se levantou deixando um “já voltou” para o loiro que não entendeu muito bem pois estava preocupado vendo sua noiva rebolar. O sorriso nos lábios de Harry, brincavam como se fossem de um adolescente pronto para aprontar alguma. Assim que chegou perto do casal, viu que eles já se posicionavam para começar alguns paços, porém, um toque no ombro de Caio fez tudo parar e os olhos de S/n se arregalaram.

  - Você a me emprestaria por um momento?  - Ele perguntou como se fosse a situação mais normal no mundo.

  O mais jovem engasgou um pouco por simplesmente ter um pouco de medo de Harry. Seus olhos procuraram pelos de S/n procurando um ponto de partida e ali Harry viu o quanto o rapaz era inexperiente, não por querer opinião de S/n, mas sim por não ter o que dizer.

  Babaca.

  - Se você se sentir desconfortável eu posso ficar aqui. - Ela disse ao mais novo que nega com a cabeça dizendo que por ele tudo bem.

  O fato era, aquela não era uma simples música, aquelá era A música. Eles haviam a dançado no lugar da valsa no dia do casamento e nem em um milhão de anos ele deixaria ela dançar com outro.

  As fortes mãos foram para a cintura dela aproximando os corpos, mas não tanto. Harry tinha plena consciência de que S/n estava em um relacionamento sério e não queria causar problemas para os dois.

  Isso era o que ele tentava se convencer.

  - Você é a pessoa mais atrevida que já conheci. - Ela se manifesta assim que a voz de Ed soa pelo local.

  - Era isso que você mais admirava em mim. - Ele diz provocando uma revirada de olhos da parte da moça.

  - Eu não sei como não notava o quão rude isso era. - Falou fingindo lamentação.

  A mão de Harry apertou mais a cintura de S/n, que pareceu não notar e continuou a dançar.

  - Ele não parece tão experiente quanto você.  - Harry diz se referindo ao rapaz que agora parecia totalmente deslocado naquele local.

  - Ele é bem mais do que parece ser. - S/n defendeu mesmo sabendo que aquilo era uma grande mentira.

  - Ah é? - Perguntou com a sobrancelha arqueada.

  - Sim. - Afirmou novamente.

  O rosto de Harry se aproximou um pouco mais do dela o que fez com que ela recuasse um pouco, mas a forma persistente dele fez com que sua boca chegasse ao seu ouvido.

  - Então por que não está dançando com ele?  - Perguntou com falsa inocência fazendo S/n arfar.

  Não ouve uma resposta, S/n apenas continuou dançando.

- Você sente falta de nós dois? - A pergunta agora partiu dela.

- Você sente? - Ele retrucou.

S/n novamente revirou os olhos, ela odiava os joguinhos que Harry fazia, mas também sempre gostou de estar neles. Era algo deles.

- Às vezes. - Falou dando ombros como se aquilo não fosse algo importante, mas era. - E você?

-Sempre. - Respondeu direto.

S/n não podia negar, suas pernas haviam ficado mais moles e seus coração um pouco mais acelerado.

- Sabe o que realmente me interessa? - Ele perguntou agora encarnado S/n de forma profunda, mas por dentro estava em um conflito se deveria realmente perguntar o que estava em sua mente.

S/n negou com a cabeça já sabendo que não viria coisa boa.

- Você beija ele como me beijava? - A pergunta fez S/n ficar totalmente desconcertada, coitada, mal sabia o que viria bela frente. - Vocês fazem amor como nós fazíamos? - Se as pernas dela estavam moles, agora haviam derretido, sua sorte (ou não) era que os fortes braços a seguravam.

Em seus pensamentos ela imaginava o quão particular aquelas respostas eram. Harry era simplesmente um louco, ela queria apenas sair dali e dizer ao seu namorado que foi uma péssima ideia ter saído de casa, entretanto, suas pernas não obedeciam sequer uma ordem, imagina uma sequência delas!

- Por que você quer saber isso? - Perguntou um pouco desacreditada.

Harry mexeu seus fortes ombros de forma descontraída, mas não era assim que ele estava por dentro. Na realidade o seu interior estava tremendo de medo de ela dizer que sim, o novato é bem melhor que ele.

- Ele não parece ser o cara que te satisfaz. - Respondeu como se aquilo fosse normal, mas estava ficando constrangedor.

- Ele se esforça para me agradar…em todos os sentidos. - Completou a última parte dando uma pequena alfinetada em Harry que sorriu torto.

- Eu sempre quis fazer o melhor para você. - Ele disse assim que capitou a indireta.
 
- Não quero discutir sobre o fim de nosso relacionamento agora. Não aqui. - Falou tentando se afastar mas Harry a prendeu mais. - Harry…

- Diga que vai almoçar amanhã comigo às 11h20min naquele nosso restaurante favorito e eu deixo você ir fingir que se importa com o menininho mimado. - Disse fazendo S/n encara-lo incrédula mais uma vez.

- Você é inacreditável.

- E você maravilhosa. - Piscou fazendo charme. - 11h20? - Perguntou soltando S/n que suspirou.

- 11h30. - “ Confirmou” fazendo Harry comemorar intensamente por dentro e logo virou as costas deixando um sorriso bobo saltar por seus lábios.

Seria um recomeço?

A letter, addressed:

Lady Nela Aurum

CVIK Affairs

Ossan, Divinity’s Reach

Nela,

I know you said your m(splat!) would never allow it… but I’m beseeching you now (splat!)ust this once. Manizeh is leaving in three days for Elona and she told me she isn’t coming back. She asked me to look out for you and I will… I pr (splat!) but I… I wondered if you’d like to say good bye. She’s coming to my (splat!)rent’s house in Lion’s Arch tonight… if you want to come. I understand if not, but I hope you do.

XOXO,

Stella


It was stamped to look official and delivered by hand to her at the CVIK office from a man in Ministry guard uniform. As instructed, he would had deliver the Lady’s reply.


@mayylin

Nunca uma viagem de avião me pareceu tão longa. Desde manhã que estava pensando em como seria quando chegasse a casa, minha casa com s/n na verdade.

Assim que meu despertador tocou, fui no banheiro tratar de minhas higienes, agarrei em minhas malas e fui para o aeroporto.

Finalmente ontem tínhamos acabado uma parte da tour e hoje bem pela manha todos íamos para Londres e então para as casas das namoradas ou dos pais, no meu casa ia para minha casa já que a s/n se decidiu mudar para lá após muita insistência minha.

Toda a viagem podia ser bem pacífica se meu corpo não tivesse vida própria, meu maior erro foi ficar sonhando acordado com a recepção que s/n me faria quando chegasse. Esse foi meu maior erro, a partir desse momento minha paz acabou e meu calor aumentou.

Fiquei pensando em como seria bom se chegasse e s/n estivesse me esperando no sofá, comendo pipoca e assistindo filme de short e camisa. Ou se ela estivesse na cozinha, preparando alguma comida boa para mim, com apenas uma camisa branca minha cobrindo seu corpo. Ou se ela pulasse em meu colo sem nem me dar tempo de ver o que ela estava vestindo. Ou se ela tivesse chegado da faculdade e fossemos tomar um banho juntos. Ou se ela me recebesse com um enorme sorriso e um beijo de tirar o fôlego.

Ou se me perdesse com seu cheiro, com seu corpo, com seu gosto.

Minha mente imaginou tudo, ela me recebendo de jeans e camiseta, com o maior sorriso do mundo, aí eu lhe dizia que ela estava linda mais linda que da ultima vez que a vira, a chegava perto de mim agarrando sua cintura com delicadeza e finalmente sentia seus lábios nos meus. Um beijo doce, sentindo a maciez de seus lábios, cheirando seu perfume, aproveitando cada segundo, mas então isso se tornou pouco, o desejo reprimido foi desabrochando e logo gemi em seu ouvido a fazendo rir.

-Senti sua falta – ela disse em meu ouvido

-Não mais que eu – disse a fazendo saltar em meu colo e a levando para nosso quarto

A estendi com a maior delicadeza na cama e a comecei a beijar bem devagar, s/n é algum tipo de deusa que desceu na Terra porque seu corpo me hipnotiza, me prende com sua sensualidade nada forçada. Tirei sua camiseta e seu short, junto com suas meias e teni, a deixando apenas de soutien e calcinha, bem ali na minha frente, pronta para ser amada. Comecei beijando seus pés, pernas, coxas, virilhas, sentindo seu cheiro, depois subi mais um pouco não lhe dando o que ela tanto queria, beijei sua barriga e então pressionei contra o tecido de seu soutien, podia sentir seus mamilos ficando duros prontos para serem chupados, os liberei e massajei fazendo s/n se contorcer. Finalmente tirei aquela peça de roupa e abocanhei seu peito direito, chupando com força, sem dó. Ela gemeu alto enviando uma mensagem bem direta para meu membro que já estava doendo. S/n começou a investir em mim, rebolando e fazendo fricção entre nós, arrancando gemidos do fundo da minha garganta. Tirei minha boxer e sua calcinha e enfiei dois dedos nela, sabia o quão encharcada ela estava então não me preocupei em ser cuidadoso, logo meus dedos estão envolvidos pelo seu suco quente e coloquei mais um dedo e tentei rodar, fazendo com que as digitais ficassem para cima, então os dobrei e retirei logo depois. Sabia que tinha tocado em seu ponto fraco e ver ela exposta, gemendo meu nome estava dando comigo em doido.

-Por favor Harry

-O que? Fala

-Me come – acariciei meu membro pronto para entrar em sua boceta apertada

-Por favor – ela suplicou

-HARRY! ACORDA CARAMBA! – Zayn gritou em meu ouvido me pregando um susto de morte

Minha mão estava sobre meu membro duro, latejando na verdade, meu corpo quente e cada centímetro de minha pele coberta por uma fina camada de suor.

Zayn apenas riu e se foi, me deixando no avião necessitado de s/n. Como eu vou sair daqui com meu membro querendo pular das calças?

Respirei repetidas vezes e me acalmei mas meu corpo estava em chamas, precisava de s/n com urgência, mal podia esperar para chegar a casa.

Como uma viagem pode ser tão longa? Primeiro naquele avião e agora neste carro claustrofóbico? Mandei meu motorista acelerar e os minutos pareciam não passar mas finalmente cheguei em casa, peguei minhas malas, abri a porta pensando mas minhas possibilidades em que encontraria s/n, será que ia ser como eu imaginei mesmo? Seria perfeito demais.

-s/n? – chamei assim que entrei

Não vi ninguém, andei até à cozinha, sala, quarto, procurei por toda a casa e ela não estava em nenhuma parte. Meu celular vibra.

“Não sei que horas você chega mas só chego a casa no finalzinho da tarde, te amo”

Finalzinho da tarde? Já cheguei e ela não está em casa para dar conta do fogo que se apoderou de meu corpo.

Suspirei e subi de novo as escadas para o nosso quarto, me deitei na cama, de barriga para cima tentando descansar. Mas minha mente estava longe, em s/n na verdade, em seu corpo, seu cheiro e seu gosto, caramba como eu quero provar ela neste momento. Não sei o que desejo mais, se é fuder ela duro contra uma parede ou se é ser fudido até ao ponto de não haver nada dentro de mim, ela no controle me deixa louco e eu gozo que nem adolescente, várias vezes enquanto ela nem geme. Ser fudido,definitivamente preciso de ser fudido, de ter ela no controle para apagar todo o fogo que me esta consumindo.

Tenho suor escorrendo pela minha testa e decido tirar minhas roupas, não tinha volta, enquanto s/n não chegasse minhas mãos teriam de servir para alguma coisa. Voltei a deitar na cama, de barriga para cima, acariciando meu membro e imaginando as mãos de s/n em mim, me estimulando, fazendo movimentos de vai e vem e apertando minhas bolas, joguei minha mão livre a elas e as apertei tal como s/n fazia e gemi, gemi alto, não estava aguentando, iria gozar em minha barriga em segundos.

Continuei imaginando s/n em vez de mim, desta vez me estimulando com a boca, ela tinha melhor boca do mundo, ela iria rodear seu polegar em volta de minha glande, espelhando a gota de pré-gozo que lá se formara e depois iria abocanhar tudo de uma vez, me deixando na beira do precipício.

A porta bate me fazendo abrir os olhos e ver s/n me olhando. Meu coração para por um instante, fui pego pela minha própria namorada me masturbando pensando nela.

-E..Eu… s/n escuta!

-Shiu – ela disse mandona, em que merda eu me fui meter? – Você se tocou sem a minha permissão estando em terras britânicas, como você pode e eu não?

Ela disse enquanto ia retirando toda a sua roupa, meus olhos se fixaram no quão suave a sua pele parecia.

-Responda – ela exigiu e aí eu me lembrei do nosso acordo, nenhum de nós se tocava se ambos estivéssemos no mesmo pais, apenas podíamos fazer isso se eu estivesse em tour por muito tempo ou coisa do tipo.

-Não aguentei

-Não aguentou Styles? Resposta errada! – Ela disse engatinhando até mim e colocando a mão de surpresa em meu membro.

Gemi alto e joguei minha cabeça para trás arqueando minhas costas, precisava seu toque mais que tudo nesta vida.

-Agora você vai aguentar até eu dizer que você pode gozar tá bom?

Oh não, eu que fazia isso com ela. Eu que dizia que ela não podia gozar ate eu dizer senão iria ser punida. O feitiço estava se virando contra o feiticeiro e não sei se estou gostando disso, se não aguentasse que punição ela iria me dar? Greve de sexo? Não poder gozar? Não me fuder como eu tanto estava desejando?

-Senão…?

-Sou punido – disse sem fôlego, suas mãos trabalhavam em mim

-Muito bem, agora chega de conversa – ela disse rodeando a gota de pré-gozo que estava em meu membro.

Sabia o que viria a seguir, cerrei os olhos com força me preparando e quando ela me abocanhou precisei de todo o meu controle para não gozar. Porra, minha imaginação não era nem um décimo da realidade, a intensidade com ela é mil vezes superior, mil vezes melhor.

Sua língua percorreu todo o meu membro várias vezes, me chupando, me acariciando, me lambendo, me apertando, sua outra mão estava em minhas bolas fazendo a pressão necessária para querer explodir a cada segundo.

Então ela parou e abri os olhos, ela estava se posicionando em cima de meu membro, a parei por segundos querendo me certificar que ela estava bem molhada, levei meus dedos ao seu centro e pude sentir que ela estava tão pronta quanto eu sem lhe ter nem ao menos estimulado, ela estava assim apenas pela excitação do momento.

-Chupe – ela mandou e chupei meus próprios dedos

Ao menos consegui prova-la antes de ela me punir seja lá com o que for por gozar sem a sua permissão. Não achava que ia aguentar até ao fim, sinceramente.

Seus grandes lábios rodearam minha glande me fazendo perder os sentidos, fechei os olhos com força e mordi meu lábio até sentir sangue. Não podia gozar quando ela me fizesse ir até ao fundo, momentos depois ela cansou de brincar e desceu rápido e fundo em mim. Gemi alto sentindo cada centímetro de seu sexo me apertar, me envolver com seu suco. Tentei tocá-la mas ela não deixou, empurrando de novo meus braços para a parte de cima de minha cabeça, ambos sabíamos que tinha força para a desobedecer mas nós gostávamos de jogar.

Podia ter passado horas com ela cavalgando sobre mim, meu cérebro apenas registava o prazer e o pensamento de não poder gozar, não sei quanto tempo passou ao certo mas minhas bolas deviam estar azuis e meu membro em sofrimento quando finalmente ela disse as palavras mágicas.

-Goza para mim – o prazer acumulado levou a melhor de mim e agarrei em seus quadris para conseguir estocar bem fundo nela, a fazendo gozar junto comigo, gemendo o nome um do outro para quem quisesse ouvir.

Ela se levantou e rodou pro lado, procurando minha mão de imediato. Nossas respirações ainda muito aceleradas para falar alguma coisa.

-Nunca pensei que me esquecer dum dossier em casa fosse levar a isto Harry – ela disse divertida quando já se preparava para levantar

A puxei contra meu peito, sabia que ela tinha de regressar para a faculdade e que já lhe tinha roubado muito tempo.

-Não vá – pedi beijando seu ombro

-Preciso ir mas espere por mim de noite porque nós ainda mal começamos, não esqueci que VOCÊ se tocou aqui! Bem na nossa cama! – disse exaltada se levantando logo de seguida indo pro banheiro, provavelmente tomar um duche para depois sair.

Afinal sempre serei fudido como queria, por agora vou apenas dormir tendo sonhos eróticos com minha namorada.

Lii

She’s Drunk?

Harry’s POV

Estava sendo um dia difícil e nada parecia ajudar. Eu estava irritado. Era pra ser um dia de folga da turnê calmo, mas não, tinha que acontecer alguma coisa. Às vezes acho que os fãs são do FBI por saberem praticamente de cada passo que damos, e hoje por causa do tumulto no aeroporto eu tinha discutido com um dos seguranças dele por ter barrado os fãs que estavam lá. O grande problema era como isso repercutiu na mídia, eu geralmente não me importava com rumores e coisas ruins que saiam sobre mim, mas a raiva me subiu à cabeça quando vi em vários tabloides que eu havia ignorado as pessoas que estavam me esperando, que havia sido rude, que tinha decepcionado aquelas pessoas, o mundo.

Eu precisava me isolar o resto do dia com ela. Precisava que ela me acalmasse, precisava de seu abraço e de ver seu jeitinho irritadiço por querer dizer um monte sobre o acontecido e eu não deixar. Precisava da minha melhor amiga que nessas horas parecia mais uma gata protegendo seus filhotes. Mas ela não atendia o telefone, celular ou mensagem. Realmente, era um ótimo dia.

Joguei o celular de qualquer jeito na cama e enterrei meu rosto no travesseiro gemendo em frustração, somente para ouvir o celular apitando, o peguei rapidamente na esperança de ser s/n retornando minhas cento e uma ligações, mas só era uma notificação de novo postagem dela no Instagram. Abri o aplicativo e me deparei com uma foto; nela s/n e Niall estavam com copos de bebidas nas mãos e faziam bico de pato, e a julgar pela baixa iluminação e as roupas arrumadas, deduzi que estavam em um pub. Ótimo, ela tinha me trocado pelo irlandês oxigenado.

Eu sabia o que iria fazer.

Levantei-me e peguei as chaves do carro, saí do quarto e fui para a garagem e em seguida dei partida com o carro seguindo o caminho que sabia de cor. Para minha infelicidade Matthew não estava em casa, o que me restou esperar sozinho por ela nas próximas três horas.

As risadas altas dos dois invadiram meus ouvidos, me acordando de um cochilo. Sentei no sofá e me preparei para o que veria quando ambos entrassem ali.

- Ai Niall, desde quando tem dois buracos na fechadura? – A voz de s/a era embargada. Ergui as sobrancelhas imaginando o quão ela estava bêbada.

- Me dá isso aqui. – Niall falou risonho e logo um clique pode ser ouvido e a luz foi acessa. Niall a abraçava de lado, praticamente sustentando todo seu peso. S/n estagnou no lugar ao me ver, piscou vezes demais e então correu em minha direção.

- EDWARD! – Gritou e se pendurou no meu pescoço num abraço desengonçado. Revirei os olhos com o nome, ela era a única pessoa que me chamava pelo segundo nome. – Você deixou sua Bella pra voltar pra mim. – Então ela começou a beijar minha bochecha inúmeras vezes. - Arregalei os olhos e olhei Niall que começou a gargalhar e o acompanhei. Ela me apertava em seus braços e beijava todo meu rosto quase que desesperadamente e por ela estar com as pernas trôpegas eu sustentava seu peso.

- Sei que faço falta, mas já pode me largar. – A afastei um pouco e senti seu hálito de vodca, o que era estranho, pois ela só bebia vodca quando estava na fossa. O que não era o caso, creio eu. E então ela olhou nos meus olhos e deu alguns passos para trás, a expressão séria.

- Você não está bem… – ela agora não sorria e parecia menos alcoolizada. Ouvi um pigarrear e olhei Niall, ele apontou a porta com a cabeça e eu assenti, voltando minha atenção a s/n que ainda analisava meu rosto. – Vamos, Harry. Me conte.

- Ok, você tá bêbada, conversamos sobre isso depois. – Fiz menção de ir para a cozinha e ela segurou meu braço, com os olhos pedintes. – Consegue tomar banho sozinha? – Ela assentiu e foi para o quarto se apoiando nas paredes. Suspirei e me apressei a colocar água na cafeteira.

Alguns minutos se passaram até s/n aparecer na cozinha, tinha seus cabelos molhados e vestia um conjunto de moletom. Sentou-se na banqueta do balcão e me encarou atenta, empurrei em sua direção uma xícara com café, ela a pegou e depois de um longo gole fez careta.

- Se a cada vez que eu beber você for me fazer tomar isso, eu juro que nunca mais bebo. - Sorri de lado ao vê-la assim. - Vai me contar ou eu vou ter que pesquisar no google? - Arqueou o cenho. Sútil, muito sútil.

- Bem, você já saberia isso se tivesse atendido alguma ligação minha, - a encarei e depois abaixei o olhar para o tampo de negrito. - Quando cheguei no aeroporto daqui tinha muita gente, fãs e paparazzi, os seguranças barraram os fãs e me conduziram direto para o carro, não deu pra contestar porque foi muito rápido. - Suspirei frustrado ao lembrar de algumas meninas chorando. - A mídia caiu em cima, dizendo que não sou um bom ídolo, que decepcionei o fandom. Sabe o que é pior? - Ri fraco - Toda a atenção e dedicação aos fãs durante esses anos pareceu sumir, é como se não valessem de nada agora. E enquanto eu precisava de você, você estava fazendo sabe se lá o que com o Horan. - Falei duro e vi sua expressão mudar, seus olhos transmitiram culpa.

- E-eu não sabia… - levantou e veio até mim - Você é uma ótima pessoa, não se abale quando dizerem o contrário, tem gente que tem merda na cabeça e vai dar chilique por “sua” - fez sinal de aspas com os dedos -atitude? Tem. Mas foda-se, você é a melhor pessoa que eu conheço, e milhares de pessoas também. - E então se jogou nos meus braços, em um abraço apertado. Um alívio percorreu meu corpo ao sentir seus dedos se enrolarem em meus fios de cabelo em um carinho. - Vamos deitar antes que eu durma aqui, está tão quentinho. - Falou manhosa me causando riso. A ergui do chão, só a soltando na cama quando chegamos em seu quarto.

- Me esquenta, anda. - Mandou erguendo os braços.

- Virei cobertor humano agora? - Reclamei enquanto procurava uma posição que não deixasse todo o meu peso sobre ela e ela continuou fazendo mexendo no meu cabelo.

Silêncio se fez e eu temi que ela tivesse caído no sono.

- Obrigado. - Murmurei levantando o rosto de seu ombro e a olhei sonolenta, atentamente. Seus traços relaxados e olhos nos meus.

- Sair com o Niall não muda o fato que você é meu melhor amigo e que eu te amo. - O aperto no peito se foi, eu poderia contar nos dedos as vezes que ela havia dito que me amava. Apesar de sermos as vezes melosos, não éramos de expor sentimentos, mas sabíamos que nos amávamos e não era preciso dizer, bastava um olhar, um gesto. - E que quando você me olha assim, meu estômago revira… - falou baixo como se contasse um segredo e piscou lentamente e por fim desistiu de manter os olhos abertos.

- Amo você, baby girl. - Beijei seu queixo e a ouvi suspirar, e voltei a deitar em seu peito, a abraçando pela cintura.

Ela estava bêbada, não era? Provavelmente o estômago revirando era consequência da bebida alcoólica, certo? Certo.

Continua…

One Shot - Harry Styles (Parte II)

<< Parte I

  • Pedido

- O que houve com você ontem? - Minha irmã perguntou durante o café da manhã, quando nossa mãe saiu da mesa pra atender um telefonema. - Chegou parecendo um furacão, não jantou e se trancou no quarto junto com a Denise.

- Posso te contar depois?

- Claro… Que não! - Puxou a colher de sobremesa da minha mão. - Desembucha logo, (s/n).

- Eu estou com um problema grande, dos brabos.

- Conte então.

- Meninas, eu precisarei voltar para a casa da avó de vocês amanhã cedo. - Nossa mãe chegou.

- Ah mãe, por quê? - Minha irmã perguntou.

- Ela está precisando da nossa ajuda. Vamos você e eu porque a (s/n) não pode mais faltar o colégio. - Eu juro que queria ir com elas.

- Está bem então.

- Você vai para o colégio hoje, filha? - Perguntou a mim.

- Não, mãe.

- Tem certeza que não vai te prejudicar?

- Acho que não. - Dei de ombros e subi para o meu quarto. Hoje era dia da aula de Harry, eu sentia saudades, mas não podia vê-lo ainda, todos os dias da aula dele eu faltava. Denise disse que ele sempre perguntava por mim.

“Você é meu tudo, por favor, não desista de nós. Eu te amo.” - Li novamente  a mensagem que Harry me mandou mais cedo e chorei.

- (s/n)? Posso entrar? - Minha irmã bateu na porta.

- Entra. - Respondi com voz de choro enquanto enxugava as lágrimas.

- Vejo que realmente o problema é sério. Tem a ver com o Styles? - Perguntou sentando ao meu lado acariciando os meus cabelos.

- Ele tem uma noiva.

- C-como?

- Noiva.

- Isso é muito sério (s/n). - Arregalou os olhos. - Que canalha!

- Ele disse que me ama muito e que vai acabar com ela, disse que não amava ela.

- E por que ele está com ela?

- Não sei, eu não sei…

- Eu juro que queria bater nesse homem agora mesmo.

- Eu amo muito ele.

- E eu sei. - Sorriu e me abraçou. - Se ele realmente fizer o que disse eu apoio vocês dois novamente.

- Obrigada.

Minha irmã foi arrumar suas malas novamente e minha mãe disse que elas ficariam por três dias na casa de minha avó. Eu fiquei feliz em saber que passaria um tempo sozinha em casa e decidi que no dia seguinte iria à escola, até porque não seria aula do Harry.

- Finalmente! - Denise disse contente ao me ver e me abraçou.

- Bom dia.

- Você está com cara de acabada.

- Não é pra menos.

- Vem, não quero que te vejam com essa cara. - Falou me puxando pelos corredores.

- Vai me trancar em um armário então? - Perguntei rindo.

- Não. Vou te maquiar.

- Ai Denise, eu não quero.

- Você não tem escolha.

- Por que tudo isso?

- Nada.

- Denise, por favor, diga.

- É que… Eu esqueci de te dizer…

- Esqueceu de dizer o quê?

- (s/n)? É você mesmo? - Aquela voz rouca adentrou meus ouvidos e um arrepio forte subiu por minha espinha. Fui levada aos momentos em que ele falava ao meu ouvido coisas fofas e me deixava como uma boba apaixonada.

- Oi, Styles.

- Esqueci de dizer isso. - Denise sussurrou. - Harry agora dá aulas na quinta também. - Droga, droga, droga!

- Você está bem? Por que não respondeu minhas mensagens? Não ligou de volta? E por que não vem mais para as aulas? - Ele disparou me fazendo virar para encará-lo.

- Eu só estava tendo o tempo que te pedi.

- Então quer dizer que o tempo já passou, amor? - Ele perguntou com um breve sorriso no rosto. Pude repará-lo melhor e vi que ele não fazia a barba há um tempo, estava sexy, porém relaxado.

- Não sei, podemos conversar sobre isso depois?

- Claro, claro… - Segurou minha mão.

- Por favor, se afaste de mim.

- Vocês estão dando bandeira. - Denise disse.

- Não me importo mais com isso. - Harry falou me olhando nos olhos. - Eu… Eu acabei com ela, amor. Já acabou tudo.

- Sério?

- Senhorita (s/s), que milagre resolveu aparecer na escola! - A diretora disse rindo.

- Eu estava doente, diretora.

- Agora está melhor?

- Sim.

- Fico feliz, querida. - Sorriu. - Styles! O que acha de dar aula agora hein?

- Farei isso já. - Harry riu. - Vamos, meninas?

- É lá na sala agora? - Perguntei a Denise.

- É sim.

Acompanhamos Harry até a nossa sala e eu podia sentir sua mão em minha cintura algumas vezes, fiz questão de tirá-la. Durante alguns minutos da aula eu pensei no que fazer com o Harry e decidi que eu vou maltratar ele um pouquinho em nome de sua enganação e todos os beijos que ele deu em mim e depois nela.

- (s/n), você pode vir aqui responder essa questão no quadro? - Ele pediu.

- Não. - Todos me olharam assustados.

- E por que não? - Harry arqueou as sobrancelhas.

- Porque eu não estou a fim.

- Uh! - Algumas pessoas da turma fizeram o som e riram.

- Me acompanhe até a diretoria. - Ele disse sério, olhei para Denise, encolhi os ombros e acompanhei Harry como ele pediu. - O que deu em você (s/n)? - Me puxou para uma sala vazia e me encurralou na parede.

- Nada.

- Você só pode estar brincando.

- Não estou, quero ir pra diretoria agora.

- O que você quer de mim hein? Eu já acabei com a Pamela. Não tem mais noivado, fingimento, nada! - Segurou meu rosto com as duas mãos. - Só eu e você. De novo.

- Me responde uma coisa?

- Duas.

- Por que você noivou com ela se não a amava?

- É uma história complexa…

- Me explica, Harry.

- Pode ser depois? Por favor…

- Tudo bem. - Suspirei. - Passa na minha casa mais tarde, minha mãe viajou hoje pela manhã, vou ficar sozinha por três dias.

- Certo. - Sorriu e me beijou. Devo admitir que eu sentia saudade desse beijo e esse cheiro tão forte e gostoso adentrando minhas narinas. - Eu te amo.

- Eu também. - Voltei para a sala e fiquei mais quieta dessa vez. Eu não precisava ser uma rebelde na frente dos outros e acabar dando na cara que tínhamos algo.

- Vocês já estão de boa? - Denise perguntou na hora do intervalo.

- Sim, eu acredito.

- Professor Styles! - Uma garota gritou quando ele passou por nós no pátio. Fiquei apenas encarando.

- Diga.

- O senhor vai sair pra lanchar agora?

- Sim.

- Posso ir com você? - Já mudou o modo de tratar ele, vagabunda? Denise me olhou esperando que eu ficasse vermelha de raiva.

- Hã?

- É que eu quero comprar um doce. - Ela riu. Harry retirou os óculos escuros e encarou a menina me vendo em seguida.

- Eu compro e trago pra você. - Foi breve e saiu em passos largos. A garota ficou perdida no meio do pátio enquanto Denise ria.

- Bom menino. - Falei rindo também.

- Você treinou direitinho.

- Ele só não quer mais encrenca comigo.

Voltamos para as salas depois que o sinal tocou. Esperamos por um tempo a professora de História, mas ninguém havia aparecido. A sala estava um barulho horrível enquanto eu tentava aproveitar o tempo pra dormir um pouco.

- Prometo que mais tarde você vai poder dormir, porém só com meus braços ao seu redor. - Aquela voz tão conhecida ecoou como um sussurrou de forma deliciosa em meu ouvido.

- Quem disse que nós vamos dormir juntos? - Levantei a cabeça sorrindo divertida.

- Relembrar os velhos tempos. - Ele mordeu o lábio inferior me fazendo rir. O barulho ainda continuava, nem parecia que um professor estava presente.

- Não garanto nada. - Ele fez bico e se levantou - Aliás, está fazendo o quê aqui?

- Turma! - Ele gritou fazendo todos pararem de falar e notá-lo ali. - A senhorita (s/s) me perguntou o que eu estou fazendo aqui e é isso que eu vou responder agora.

Continua…

Jess

  • Esse é um pedido que eu vi na inbox faz umas duas, três semanas. Mesmo eu não sendo muito boa com imagines hot, eu tentei escrevê-lo.
  • Juro que eu tentei ao máximo escrever um hot decente, e quando ele ficou pronto há uma semana, tava uma maravilha, juro. Mas por conta de alguns problemas técnicos (Vulgo meu tablet bloqueou e eu tive que dar reset e perdi dois imagines que já estavam prontos ~Chorei), tive que reescrevê-lo e acabou perdendo toda a magia da parte hot T.T
  • Era um pedido de um anony que queria um hot do Niall que eles transam na cozinha pskaoskaos. Espero que gostem (E me digam o que acharam, me deem sugestões, etc hahaha) Xx

IMAGINE HOT NIALL HORAN 

A noite passada tinha sido uma loucura, as roupas espalhadas pelo chão do quarto comprovavam as minhas palavras. Minha calça jogada perto da porta, seu vestido ao pé da cama, tudo fora do lugar, espalhado, deixando à evidência o tesão que tínhamos acumulados após alguns meses distantes um do outro por conta das minhas viagens da nova turnê. S/n não estava mais na cama quando eu acordei, e o cheiro de café quente sendo inalado por mim, lhe entregava que ela já estaria acordada há algum tempo já preparando o nosso café-da-manhã. 

 Caminhei até a cozinha e a encontrei em pé em frente ao fogão vestindo somente uma camiseta regata minha, que apesar de ela ser poucos centímetros mais baixa que eu, ainda deixava à mostra uma parte de sua bunda coberta pela sua calcinha rendada. 

 — Bom dia — Disse com meus lábios roçando em seu ouvido enquanto me posicionava atrás de seu corpo e passei meus braços em volta de sua cintura.

— Bom dia — Respondeu virando o seu rosto e depositando um beijo casto em meus lábios, e logo voltando a sua atenção para a panela no fogão. — Dormiu bem? 

 — Uhum, nada melhor do que dormir na própria cama ao lado de sua namorada gostosa depois de uma longa turnê. — Falei arrancando um riso fraco seu. — Isso está bom. — Comentei pressionando o meu corpo firmemente ao seu sentindo-a ficar arrepiada com o meu toque. 

 — Não é nada de mais Niall, vai se acostumando que enquanto você estiver de férias eu vou preparar o seu café-da-manhã quase todos os dias. — Foi engraçado o modo que S/n pensou que eu falava sobre a comida que ela preparava, mas era claro para mim, que a noite passada não tinha sido o suficiente para mim. Eu queria mais, eu queria transar com S/n naquele instante, naquela cozinha, eu precisava senti-la gozar no meu pau. 

 — Babe, eu não estava falando da comida. Eu estava falando do teu corpo gostoso colado ao meu, e como eu amaria ver ele em cima de mim rebolando e gemendo de tesão. — Sussurrei enquanto distribuia beijos pelo seu pescoço e mordiscando-a levemente. S/n acabou soltando um gemido baixo e abafado, e quando percebeu o que fez, se afastou com um rubor em seu rosto. 

 — Não quero queimar a comida novamente Niall. — Disse se lembrando da última vez que havíamos transado loucamente e esquecemos da comida no fogo e quase incendiamos a casa. Não disposto em passar pela mesma experiência novamente, inclinei-me sobre o seu corpo e desliguei a chama do fogão. Virei S/n de frente para mim e a peguei no colo colocando-a sentada sobre o balcão livre da cozinha. Meus lábios logo foram à procura dos seus, e quando se encontraram, demos início a um beijo cheio de luxúria, desejo e paixão. 

 As pernas de S/n envolveram em volta da minha cintura, pressionando nossos quadris bem juntos, enquanto suas mãos se emaranhavam em meu fios loiros. Eu tinha certeza que ela podia sentir a minha ereção coberta pela boxer preta que eu usava, fazendo pressão contra a sua intimidade também coberta pela fina calcina de renda que a este ponto já estava encharcada. S/n ao sentir minhas mãos prestes a invadir sua roupa íntima, não cedeu ao prazer, distanciando de mim e descendo do balcão. 

 — É sério Niall, eu preciso terminar o café da manhã. — Me olhou com o seu olhar pidão me tirando do sério. 

 Inconformado com a maneira de como S/n conseguia me controlar somente com um olhar, puxei uma cadeira e me sentei nela passando a observar S/n de costas para mim cozinhando. A imagem de sua bunda rebolando conforme ela mexia a comida no fogão não ajudava em nada a aliviar o volume que se formava dentro da minha boxer conforme minha mente vagava em como ela estava molhada sem ao menos termos chegado as preliminares. Não conseguindo controlar os meus anseios e meus movimentos, levei minha mão ao longo de meu abdômen e enfiei dentro da minha boxer, apenas fazendo movimentos leves para cima e para baixo em meu membro. Eu imaginava as mãos suaves e macias de S/n no lugares da minha, fazendo os mesmo movimentos que eu fazia num ritmo mais acelerado, depositando pequenas lambidas também. 

 Enquanto eu me massageava de os olhos fechados, eu podia imaginar a imagem de S/n passando sua língua em todo o meu comprimento com o olhar de inocente que ela sabia fazer quando me chupava. Ahhh, aquela boca fazia coisas incríveis! Seu lábios carnudos tocando minha pele, depositando beijos ao longo do meu corpo, do pescoço, membro, aquela língua deslizando pelo meu membro. Meus pensamentos nada puros, me deixavam cada vez mais duro. 

 Só fui desperto de minhas fantasias quando o ouvi a voz doce de S/n chamar pelo menu nome me fazendo parar com os meus movimentos rapidamente e tirando a minha mão dali de dentro. 

 S/n mantinha um sorriso putamente sensual em seu rosto enquanto caminhava em direção a mim parando a poucos centímetros de distância de mim. Ela se inclinou, tirou a sua calcinha e se sentou lentamente em meu colo, fazendo movimentos extremamente excitantes e me deixando mais duro que eu já estava. 

 — Parece que alguém está molhada. — Sussurrei para ela em seu ouvido arrancando um sorriso seu. Eu estava louco e pulsante para ter o meu pau em sua intimidade. S/n fez sinal para eu me levantar e puxou meu pescoço. Seus lábios estavam urgentes, ela lambia os meus lábios e sugava-os, e os segurava com os dentes. 

 Virei o seu corpo de costas e a guiei até a bancada, deixando suas mãos se espalmarem no balcão e a barriga contra o mármore da borda, deixando a sua bunda empinada. Deslizei meus dois de meus dedos ao longo da coluna de S/n e senti seu corpo se arrepiar como reação. Passei pela sua cintura, pelas suas nádegas fartas, até chegar a sua intimidade, onde eu provoquei sua entrada deixando-a mais molhada e soltando leves grunhidos. Passei o polegar pelo seu ponto sensível, ela estava quente e apertada. 

 — Ahhh… — S/n gemeu e eu sorri. Ela já gemia alto, suava, e sua respiração estava descompassada tentando recuperar o ar perdido entre os gemidos. Tirei meus dedos de dentro dela e segurei em meu membro, posicionando em sua entrada e pressionei para frente com força. 

 Soltei um gemido alto e segurei em sua cintura me dando apoio. S/n empinava cada vez mais a sua bunda em busca de contato do meu membro sempre que eu dava uma estocada, ela estava de com seu colo deitado no balcão, e seus braços flexionada davam apoio e impulso durante as estocadas. 

— Ohhh, porra… — Gemeu de olhos fechados. Meu ritmo aumentava cada vez mais, foi quando comecei o meu membro ficar mais duro dentro de sua intimidade e eu não aguentei e acabei gozando dentro dela e gemendo alto. Pouco tempo depois, ouvi S/n gritar alto e apertou o meu pau chegando ao orgasmo, ficando com o seu corpo mole. Gotículas de suor escorriam pelos nossos corpos, levou mais um tempo para eu respirar e sair de dentro dela e me sentar na cadeira que eu estava antes. S/n, ainda ofegante, caminhou até mim e se sentou em meu colo, recostando sua cabeça em meu peito e controlando a sua respiração. 

— Você é uma gostosa, sabia? — Falei passando meus braços em volta de seu corpo e afundando minha cabeça em seu pescoço dando pequenos chupões naquela área. 

— E você é… — S/n começou a falar mas logo parou e arregalar os olhos. — DROGA!!! — Esbravejou e correu para o fogão. — Você me fez queimar a comida de novo, Niall! 

— Mais tarde nós saímos para almoçar, babe. — Me aproximei novamente atrás do seu corpo segurando a sua cintura e comecei a beijar o seu pescoço enquanto passeava minhas mãos pelo seu pescoço — Agora vamos voltar para a cama, que tal, uh? Vamos passar a manhã na cama, deitados, nos amando. 

— Vadio. — Gemeu fraco quando mordi o seu pescoço e apertei seus seios. — Você sabe que consegue me fazer ficar molhada sem nem ao menos me tocar, e ainda faz essa pergunta? 

— Eu quero ouvir da sua boquinha. — Segurei seu queixo entre meus dedos. — Vamos, fale o que você quer que eu faça com você naquela cama. 

— Eu quero que você me foda com força, daddy. — Falou com uma voz totalmente cheia de malícia e mordeu o lábio inferior no final. Porra! Essa garota sabia me enlouquecer, meu membro começava a se despertar novamente, e algo me dizia que dessa vez eu não conseguiria parar.

Imagine Louis Tomlinson.

Pedido: Esse pedido foi feito pela linda da KissMalikMouthn vulgo a diva da Bia, esse pedido eu deveria ter postado ele a umas semanas atrás, mas acontece que eu acabei esquecendo onde ele estava e quem tinha pedido, mas aqui está eles para vocês.

Se lembrem de deixar aquele Coração no final é muito importante para a gente.

- Paula.

—-

       Louis

  Eu estava vinte e cinco minutos atrasado para o jantar em que minha esposa Laura tinha marcado junto com sua prima S/n e o pai dela. Fazia três messes que as duas não se viam Laura e S/n são francesas aproveitamos minha folga para vim visitar ela, mas infelizmente eu acabei tento que sair depois fazendo com que Laura fosse à frente com eles.

 Chego á rua do restaurante e está tudo fechado pela policia, pessoas saem de dentro do restaurante sangrando e chorando a estrutura do local em partes só vejo buracos, alguma coisa aconteceu aqui, saio correndo de carro e tento chegar o mais rápido possível perto do local preciso saber se Laura está bem, meu coração começa a disparar quando vejo sacos pretos perto do local todos com corpos dentro.

- Por favor, senhor se afaste. – Um Policial me para.

- Minha mulher estava lá dentro o que aconteceu? – Ouço o desespero em minha voz.

- Estamos sobre um ataque terrorista homens bombas acabaram de atacar o restaurante, temos muitos feridos e mortos e precisamos da área limpa. – Começa a me afastar. – Se não sair daqui o prenderei.

- LOUIS! – Ouço alguém gritando chamando meu nome quando procuro quem foi vejo S/n sentada na ambulância recebendo cuidados médicos. Sem pesa duas vezes corro até ela.

- O que ouve? Cadê a Laura? – Abraço ela tomando cuidado para não machuca-la.

- Foi tudo tão confuso, num minute estávamos todos rindo e se divertindo esperando você então fui ao banheiro e tudo começou os gritos as explosões. – Chora.

- Cadê a Laura? – S/n não consegue mais falar nada só chorar e soluça isso não significa algo bom.

  Enquanto o paramédico faz um curativo em sua cabeça que esta sangrando muito. Olho em todas as direções procurando a minha mulher, mas não a vejo em canto nenhum, minha vontade é entrar naquele restaurante e sair movendo cada pedra até achar ela, mas algo me diz que ela não está mais lá dentro.

- Pronto. – O Paramédico termina e S/n desce da ambulância.

- Louis a Lau e meu pai, nós estávamos sentados ao lado de uma mesa onde tinha um homem bomba, sinto muito, mas eles não sobreviveram. – Fala a ultima parte em um sussurro doloroso.

- Diz que isso não é verdade, por favor. – Sinto minha garganta fechando e um nó se formando nela.

  Abraço S/n com força enquanto ela chora em meus braços pela perda da prima e do pai e eu choro pela perda do meu amor.

- 3 meses depois –

  Antes do atentado eu só tinha falado com a S/n no nosso casamento só a conhecia pelo que a Laura tinha falado, mas agora nos trocamos mensagens constantemente e hoje faz três messes que tudo aconteceu, estou a caminho do cemitério para visitar o tumulo da Laura que foi enterrada ao lado do seu tio pai da S/n na França. Perde a Lau foi como perde uma parte de mim, como se metade da minha alma tivesse ido embora para sempre, mas estou seguindo com a vida fazendo tudo que eu acho que a Laura iria querer que eu fizesse.

 Quando me aproximo do tumulo vejo longos cabelos pretos e um rosto molhado pelas lagrimas, S/n esta sentada de frente para o tumulo do pai, ela fala baixinho como se estivesse conversando com ele, não quero invadir sua privacidade então faço barulho com a garganta e ela me olha e da um pequeno sorriso e volta a olhar para frente.

- Oi Louis. – Sua voz esta rouca, suponho que por causa do choro.

- Como você esta? – Sento-me ao seu lado de frente para o tumulo da Lau e coloco as flores na lapide.

- É difícil, mas estou sobrevivendo. – Olho para o canto do seu rosto no local que tem uma grande cicatriz, descobri como ela ganhou a cicatriz que começa dois dedos depois do seu olho e se estende até desaparecer pelo seu cabelo, no dia do atentado um dos homens bombas chegou perto do banheiro à explosão lançou um pedaço do espelho direto nela, se ela não tivesse desviado poderia ter acertado em cheio o seu olho.

- Você só tinha a ele, imagino como deve ser difícil. – Abaixo a cabeça, porque apesar de tudo tenho minha família e meus amigos do meu lado, mas S/n não tem, sua mãe se matou quando ela tinha 10 anos e agora seu pai esta morto, ela nunca teve amigos de verdade não tem um ombro amigo e acho que é por isso que temos nos falado tanto nos últimos messes apesar da dor eu sou o único que ela tem no momento e ela entende minha dor como ninguém consegue entender.

- Mas e você como está? – Ela enxuga o rosto.

- Eu sinto falta dela, na hora que acordo, quando como, quando assisto TV, quando estou no estúdio com os caras, sinto falta dela na hora de dormi, sinto falta dela a todo o momento e esse vazio que parece que nunca vai embora acaba comigo.

  S/n encosta a cabeça no meu ombro e ficamos assim em silencio um confortando o outro, por mais estranho que apareça não me sinto mais tão sozinho agora é como se a presença dela mudasse isso tudo, passamos três horas no cemitério conversando e até mesmo dando risada, ela me disse coisas que aconteceram naquela noite em como a Laura estava feliz e das historias que o pai dela contava.

- Acho que eu tenho que ir. – Ela se levanta.

- Eu também. – Levanto-me junto com ela.

  Nós abraçamos forte e quando nos separamos coloco a mão sobre sua cicatriz olho nos seus olhos e quando percebo estamos nos beijando, duas almas buscando conforto uma na outra e por um momento enquanto nossos lábios se tocavam eu senti como se tudo realmente fosse ficar bem.

  Aquele dia foi constrangedor porque não soubemos o que falar depois, mas quando eu cheguei em casa percebi que queria aquela sensação de estar bem novamente então mandei mensagem para ela, a gente só começou realmente um relacionamento um ano e meio depois, porque em certo momento nos sentimos culpados, mas percebemos que essa poderia ser a vontade da Laura. Deus pode ter levado um amor meu, mas no lugar me deu uma linda mulher que aprendi a amar e juntos construímos uma família.

Não esqueçam de aperta no coração dando note no imagine e me deixar mais feliz.