navegate

Crônicas de um marinheiro que nunca navegou

Olá estrelinha, já faz tempo não? Tanto tempo que não conversamos, ou ao menos nos cumprimentamos né? Eu não contei nenhuma das nossas histórias, nunca falei sobre como você me ensinou a içar as velas, a segurar o leme bem firme, a procurar as melhores ondas, mas principalmente a me guiar usando uma estrela no horizonte, não te culpo por isso, é natural de qualquer relacionamento ter sonhos ou esperanças, ninguém sabe de tudo isso, apenas acham que eu fui cruel demais em te deixar, a primeiro imediato sempre me fala sobre como existem outras estrelas no céu, outros portos no mar, novas ondas carregadas de emoções, mares que nunca foram navegados, ela me fala coisas bonitas sabia? Eu sinceramente gosto de ouvir tudo isso, me sinto confortável ouvindo tudo isso, claro, claro, não é a mesma coisa que estar em seus braços mas não deixa de ser bom, eu tento relaxar com a ideia, mas é difícil lidar com tudo sem ter uma bússola ou algo na qual eu possa me guiar, a primeiro imediato disse que eu deveria esperar um pouco mais, que eu deveria relaxar e me acalmar, e novamente ela está certa, você entende estrelinha? Eu queria que as coisas fossem diferentes, mas isso não é possível, infelizmente a impossibilidade de avistar um mar tranquilo ao seu lado me fez largar o leme, tudo bem eu sei que foram anos… Mas nem tudo é do jeito que queremos não? Você entende não é? Você sempre me entendeu estrelinha, me diz que você entende tudo isso…

No et fiïs de la calma
Traditional Catalan (sang by Marina Rossell)
No et fiïs de la calma

No et fiïs de la calma (“Don’t trust the calm”) is a traditional Catalan song, especially sang in coastal fisherman towns. The narrator talks about his childhood when his father talked to him about the dangers of the sea.

Quan jo en tenia pocs anys
When I was a few years old

el pare em duia a la barca,
father used to take me to the boat,

i em deia: «quan siguis gran,
and tell me: “when you are older,

no et fiïs mai de la calma».
never trust the calm.”


Bufa, ventet, bufa ben fort,
Blow, little wind, blow strongly,

hissem la vela, que anem a port.
let’s hoist the sail, we’re going to the harbour.


Mentre anàvem navegant,
While we sailed,

el pare mai no em callava,
father never went silent,

«mira lo que estem passant
“look what we are going through

que ho passarem més vegades».
because we will go through it many times.”


He estat un home valent
I have been a brave man

i no he girat mai la cara
and I have never turned my face away

quan he sentit en la pell
when I have felt on the skin

l'urpa de la torbonada.
the claw of the storm.

Melted (M)

Pairing: Taekook

Warnings: Smut (+19)
Word counting: 4.604

Sumary: It keeps a story between Taehyung and Jungkook after the end of Hot Coals but is readable without the main story. Taehyung goes throught an existencial crisis with kinky shit all the way.

A/N: It’s under a “read more” tab, if you are in your phone and it doesn’t work try to open it on the navegator. 

[Prequel]

Keep reading

Quem é, quem é aquele cavaleiro
Que desceu do céu e atravessou o mar vermelho.
Ele quem me pediu para anunciar
Que seu nome é senhor ogum, ogum beira mar.

Ele navegou sob o luar
Ele batalhou para me livrar de todo mal que vier me alcançar
Os meus caminhos ele guiará.
Foi o senhor quem me ensinou que na vida tem que guerrear
Para o mar se abrir e o mundo conquistar
Não tenha medo de se entregar.

Quem é, quem é aquele cavaleiro
Que desceu do céu e atravessou o mar vermelho.
Ele quem me pediu para anunciar
Que seu nome é senhor Ogum, Ogum Beira Mar.

A sua força vem de Iemanja,
E sua luz de pai Oxalá
Eu lhe peço me proteja na batalha que o senhor comandar.

EL VOCABULARIO DEL IMPERIO ROMANO

¡Hola! Yo sé que dije que esta lista de vocabulario estaría lista ayer, pero unas personas (específicamente, @intergalacticocean and @le-clarinerd. Te estoy vigilando, Jack) me distrayeron y no podía hacerlo. Me gustaba lo que me mostraron, así que creo que todo es bueno. Y también, ¡es el cumpleaños de @intergalacticocean mientras escribo este aporte! Debéis desearle un cumpleaños feliz. Yo sé que dije que incluiría unas palabras de China en esta lista, pero todas de estas palabras vienen de dos páginas de mi libro de texto y la lista habría sido demasiada larga si las incluyera. ¡Disfruten! (Y a habladores nativos, si vieran un error, envíenme un mensaje por favor). Todas de las palabras siguientes están mostradas en sus formas masculinas.

NOMBRES

Anatolia - (la) Anatolia
Sicily - (la) Sicilia
Sardinia - (la) Cardeña
Spain - (la) España
Phoenicia - (la) Fenicia
Lebanon - (el) Líbano
Tunisia - (el) Túnez
The Apennines - Los Apeninos
The Mediterranean Sea - el mar mediterráneo
The peninsula - la península
The island - la isla
The arc - el arco
The region - la zona/la región
The valley - el valle
The soil - la tierra
The boundary - la frontera
The desert - el desierto
The city-state - la ciudad estado
The plebeian - el/la plebey@
The society - la sociedad
The obligation - la obligación
The prestige - el prestigio
The aristocrat - el aristócrata
The inequality - la desigualdad
The bust - el busto
The ancestor - el antepasado
The deity - la diedad
The spirit - el espíritu
The offering - el ofrecimiento
The energy - la energía
The fire - el fuego
The covenant (religious) - la Alianza
The religion - la religión
The phalanx - la falange
The general - el general
The retinue - el séquito
The grasp - el apretón
The case - el caso
The Senate - el senado
The council - el consejo
The elder - el anciano
The Republic - la república
The power - la fuerza
The assembly - la asamblea
The campaign - la campaña
The official - el funcionario
The republican - el republicano
The board (management) - el consejo
The army - el ejército/las tropas
The hoplite - la hoplita
The war - la guerra
The autonomy - la autonomía
The governor - el gobernador
The revenue - los ingresos
The wealth - la riqueza
The influence - la influencia
The elite - la élite
The protection - la protección
The citizenship - la ciudadanía
The commerce - el comercio
The conquest - la conquista
The system - la sistema
The tax - el impuesto
The senator - el/la senador(a)
The attack - el ataque
The advisor - el/la consejer@
The deputy - el/la sustitut@

ADJETIVOS

Navigable - navegable
Coastal - costero
Mild - apacible
Fertile - fértil
Volcanic - volcánico
Indigenous - indígena
Intuitive - intuitivo
Responsible - responsable
Provincial - provincial
Legal - legal
Sovereign - soberano
Judicial - judicial
Arbitrary - arbitrario
Laborious - laborioso
Political - político
Elite - elitista
Sophisticated - sofisticado
Reluctant - renuente
Protracted - alargado
Bloody - sangriento
Celtic - celta

VERBOS

To tap (extract ) - explotar
To encompass - abarcar
To equate - equiparar
To battle (military) - combatir
To fail - fracasar/fallar
To reform - reformar
To conquer (military) - conquistar
To withdraw - retirarse
To impose - imponer
To collaborate - colaborar
To resist (oppose) - resistirse
To oversee - supervisar

What is it about me that makes people assume I’m atheist (who didn’t otherwise know me in elementary school, when I was atheist and super fucking obnoxious about it, at that)?

It’s almost a pet peeve when people tell me I’m atheist and I’m like literally where did you get that idea from, because that is false* information.

*could be argued as true given certain limiting definitions, but generally a very misleading and unfair assumption, given how normative society understands atheism

ETA: Furthermore, why do people assume I think religion is bullshit? This is a consistent problem I have and like? I have multiple feelings about religion/s. I am a complex human being with a variety of lens I frequently use to understand the world. I am not limited to one worldview and can, in fact, navegate different ones as I please. And these probably never include “religion is bullshit.”

Mas é que a gente é bom assim, nesses encontros casuais, sem obrigações de ligar no dia seguinte, sem cobranças desnecessárias. A gente tem uma conexão forte, quando estamos juntos é como se o mundo lá fora não importasse, eu até gosto de perder meu tempo contigo. Mas é só isso, depois a gente finge que se esqueceu e volta pra mesma rotina. Eu gosto de quando você aparece sem avisar e diz que do meu lado só consegue sorrir, teu sorriso me fez até esquecer o quanto você é problema pra mim. É uma guerra constante dentro de mim, quando você me olha assim e beija minha testa, eu quase acredito que você presta. Não somos de se apegar, você nunca prestou a ironia é que eu também não, somos bons juntos, mas ainda melhores sozinhos. Somos do mundo moreno, não fomos feitos pra durar, não suportamos a mesmice, quebramos as regras, nunca tivemos limite. Eu sou atraída pelo errado porque talvez eu seja errada também. Nosso caso é livre, eu sei que cê gosta, não precisa dar nome não, pra algo que não tem explicação. A gente se encontra quando a vontade bater, sem compromisso, deixa rolar o acaso sempre dá um jeito de te por no meu caminho.
—  Thaís Lopes, navegou.

A animação que contagiava todo o salão principal com o início de um novo ano, contagiava também ao rapaz sentado junto dos docentes. Godric tinha retornado à escola que tanto amava depois de vários anos e não podia sentir-se mais confortável de estar entre as paredes daquele castelo, porém, diferente dos alunos que olhavam deslumbrados para tudo o que ocorria ao seu redor, o ruivo encarava a multidão de jovens mentes com um certo temor. Não estava completamente seguro se estaria à altura dos demais professores e ao olhar para o restante dos docentes sentados um pequeno frio na barriga surgiu. Eram seus ex professores, bruxos poderosos e os quais ele admirava com todo o seu coração e então havia ele, um novato com uma parca experiência. Os motivos que levaram Dumbledore em contrata-lo era um mistério, mas o que não era quando envolvia o diretor de Hogwarts?

Seus temores foram afastados momentaneamente quando a voz grave do professor ecoou pelo salão anunciando a seleção das casas. O rapaz navegou em suas lembranças e foi parar até o seu primeiro dia em Hogwarts, lembrando-se de como estava nervoso com a possibilidade de ir parar em qualquer casa que não fosse a Grifinória. Ao notar o rosto assustado de seus futuros alunos, não pode deixar de imaginar que provavelmente estava com a mesma expressão em seu rosto naquele tempo. Abriu um sorriso tranquilizador para um dos alunos que cruzou com seu olhar e então voltou sua atenção para uma voz que parecia lhe chamar, encontrando uma figura feminina ao seu lado, tão nova ou mais que ele. “Desculpe? Você falou alguma coisa?” Questionou um tanto confuso, tinha se perdido em suas memórias e sido relapso com a realidade por alguns minutos.

Made a few changes to the blog’s design.

 -It should be  easier to read with the new theme

 -Now you can read asks from the very beginning! (Mobile users will have to use navegator, NOT the app, trust me tumblr app is garbage when it comes to links and tags)

Eu tinha me apaixonado. Eu me apaixonei e me fodi. Deitei na cama em posição fetal. Doeu pra caralho quando ele disse “Adeus”, oh, como doeu, parecia que eu tinha partido ao meio, mas não parti, não daquela vez, no momento em que eu quis ir atrás e percebi que ele não queria isso, ah, aí sim que doeu ainda mais, dessa vez eu enverguei. Tô meio torta, um pouco trincada, pronta para partir ao meio. E foi a primeira vez que me senti assim, como se as palavras não passassem pela minha garganta necessitando de serem colocadas para fora, para perto de teus ouvidos. Eu sinto tanto por tudo que aconteceu e por ter percebido meu amor tarde demais, quando não havia mais saída, quando não havia mais alternativa alguma nem para dizer um oi. E me dói tanto de pensar que isso não vai cessar logo, que você não volta e que agora tudo esta mais difícil sem você para me acolher. Tenho essa mania de amar demais, sentir demais, sempre tudo é ao dobro. Em excesso. Eu transbordei de excessos por você. E você deixou eu me afogar. Me afoguei em meus sentimentos e em meu amor, enquanto você pegava o barco para longe de mim. Navegou levando meu maior tesouro, que era o seu amor. Oh capitão, volte para mim. Porque a saudade já está imensa aqui, e eu nem sei se ainda sou a mesma desde que você se foi. Sinto sua falta desde o amanhecer ao sol se pôr de tardezinha. Tudo aqui dentro já está destruído, os caquinhos de mim estão sendo cravado no meu coração. Ver se volta, e faz moradia. Ver se volta, e cura a dor da tua ausência. Ver se volta, porque desde que você se foi eu me parti, sou apenas cacos. Ver se volta, pra preencher o lugar que sempre foi teu. Me sequestra pro teu navio, e faz de mim tua prisioneira. Que eu juro juradinho que nenhum amor por ti é maior que o meu.
—  Na tua partida eu me parto. Escrito por Paula, Lorrayne, Samara e Amanda em Julieta-s
Não é gostar, muito menos amor, mas me faz ter um embrulho na barriga toda vez que sei que posso te encontrar. Você costuma me encarar de longe como se esperasse eu me aproximar, mas no fundo sabe que não vou. A gente espera até o último minuto, até a vontade inundar a nossa alma e não resistirmos mais, é aí que a gente se entrega e você aparece do meu lado com a cabeça baixa e o sorriso de lado, e eu me pego olhando as tuas tatuagens no braço, me forçando a ser um pouco mais forte quando se trata de você. Me lembro bem dos meus olhares perdidos em meio à multidão procurando o seu e quando finalmente se encontraram eu senti que talvez você também estivesse procurando o meu. É quando você fixa o olhar em mim e eu não tento desviar e você vai se aproximando devagar, a gente simplesmente se beija e eu não consigo recuar, parece que no beijo a gente entrega tudo o que não teve coragem de falar. Mesmo sabendo que as nossas chances são nulas, teu peito ainda me parece um bom lugar pra ficar. Nossos encontros físico são como duas estrelas quando se colidem, eu não sei lidar, mas aí, toda vez que saio eu torço pra gente se esbarrar.
—  Thaís Lopes, navegou.

Eu sou oceano, e você só conhece uma gota sobre mim. Digo, se quiseres navegar por esse oceano, tome cuidado, pois a maioria que navegou por essas águas caóticas naufragaram, poucos conseguiram chegar no meu cais.

Hoje a saudade bateu e eu apanhei. Eu ainda não descobri outra maneira de ameniza-lá do que a passando pro papel. A nossa história continua existindo entre as linhas desse texto que você provavelmente nunca irá ler.
—  Thaís Lopes, navegou.