mylittleone

O vento cantava ao cacto, tão sozinho, histórias vindas de fora, de outros ventos e outras auroras. Contava-lhe como era a vida longe do deserto, onde as coisas eram frias e tudo era incerto. Falava sobre a cidade e as pessoas que viviam por lá, o jeito como andavam e fingiam amar. E o cacto, tão sozinho, não sabia o que falar, pois não conhecia essa palavra, o que seria amar?

O vento lhe explicou que era um sentimento diferente, forte e persistente, que lhe deixava sem fôlego e bagunçava tudo o que se tinha em mente. Mas que era preciso dois para acontecer, e quando um não queria nada se podia fazer. O cacto, tão sozinho, quando enfim entendeu pôs-se a chorar. O vento perguntou o porquê de tanta tristeza, e o cacto respondeu que era de sua natureza. “Não poderei jamais amar, pois vivo sozinho neste deserto tão longínquo que nem vejo o mar. Como poderei, então, alguém encontrar?” Comovido, o vento passou, e o cacto, tão sozinho, para trás ficou.

Um, dois, três dias se passaram, e eis que surge do horizonte o vento um tanto apressado. O cacto, tão sozinho, estava animado, queria ouvir novas histórias de por onde o vento havia passado. Entretanto, ele lhe disse que hoje seria diferente, pois consigo trazia algo surpreendente. E então, eis o que ele vê: uma bexiga! Azul como o mar, envergonhada e todo atrapalhada. “O que é isso?”, perguntou o cacto, confuso. “Para que não passe mais um dia sequer sozinho neste lugar tão longe do mar. Alguém para conversar, cantar, dançar e amar”, respondeu o vento. E indignado o cacto completou: “Mas isto é errado, se ficarmos juntos irei espetá-la! Nasci no deserto, e aqui só há lugar para um coração, sou um cacto destinado à solidão.” O vento entristeceu-se ao ouvir tais palavras, mas não desistiu fazê-lo entender. “O amor não é fácil, e nem sempre será assim, mas tente um pouquinho e garanto que se surpreenderá no fim. Controle seus espinhos, aceite suas diferenças e aprenda a ser feliz. O nome dela é Ana e morava em Paris.” Tendo dito isso o vento partiu, deixando ali os dois debaixo de uma lua que igual ninguém viu.

O luar amoleceu o coração do solitário cacto, e no meio da noite puseram-se a conversar. Ana ria cada vez mais, e o vento, de longe, sentia a paixão soprando no ar. O tempo passou e passou, e o vento, nas cidades, contava às pessoas o amor que presenciou. Dizia que era verdadeiro, diferente do que havia por ali. Era sincero, simples e singelo, um amor pra toda vida. E cada vez mais as pessoas conheciam e se apaixonavam pela história do cacto e da bexiga.”

“Do you have a memory that sticks out the most about raising your kids?”
“It’s just something little, but every day when my kids woke up they looked for me. Their bedhead is so lovely. Looking at them like that I couldn’t help but say, ‘How are you today? Are you feeling refreshed? My little ones, you’re so pretty.’”

“아이들을 키워오시면서 가장 기억에 남는 순간이 언제였나요?”
“소소하지만 저는 매일 아침 아이가 잠에서 깨서 엄마를 찾을 때요. 그 부시시한 모습이 정말 사랑스럽거든요. 그 모습을 보면 자연스럽게 말이 나와요. ‘오늘 잘 잤니? 개운해? 우리 아가 너무 예쁘다’ 라고요.” 

Stress relief doodles ~~ (// `o`)// 

And here Kenma is drooling after the new game that’s supposed to come to stores that day. Can’t concentrate on training.

And I always forget not to use my old signature.. I should do something about it.. and hope that people don’t misunderstand anything. ‘why ur posting someones art huuuuuh *imagine tanaka*’ 

And Kenma has a cute mole. ‘3′