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Bastou olhar para ele e pronto, meu mundo caiu. Foi desejo a primeira a vista.

Eu suplicava mentalmente para ser possuída por ele. Queria senti-lo profundamente, com força. Queria gritar seu nome enquanto ele gozava em mim.

- Não sabe o que está se passando em minha mente agora. – estávamos dentro do carro, indo para qualquer lugar, desde que pudéssemos ficar sozinhos.

- Me de uma dica. – eu estava louca para agarrar o pau dele com as mãos e chupá-lo ali naquele carro.

- Sabe muito bem que vou te colocar de quatro e vou meter em você com força. Eu vou te foder todinha, e você vai implorar por mais.

Apenas o som da voz dele me deixava molhada. Não iria mais aguentar. Me remexi no banco a ponto de conter a ansiedade, eu estava louca para trepar com ele dentro daquele carro.

- Não consegue se aguentar, não é mesmo? – ele me encarou com aqueles olhos verdes, transbordando desejo. Sabia muito bem que eu estava louca. – Quero que me chupe.

O primeiro instante foi de surpresa, e depois veio a vontade incontida, o desejo de enfiá-lo em minha boca.

- Quero que me chupe bem gostoso, quero foder essa sua boquinha gostosa antes de te comer.

Lambi os lábios e levei as duas mãos até o meio de suas pernas, agarrando seu pau pelo tecido da calça e apalpando cada vez mais forte. Já podia sentir ele enrijecendo ali embaixo, e depressa abri o zíper e o botão, agarrando a barra da boxer preta dele e puxando a para baixo, suficientemente para ver seu pênis pular para fora, duro e enorme.

- Ah, Meu Deus… – minha boca estava praticamente seca, eu precisava chupar ele inteirinho.

- Vamos, baby, me chupe… – Harry se interrompeu quando comecei a mover a mão em seu membro, segurando-o com força e começando os movimentos de vaivém para cima  e para baixo. Via sua glande completamente para fora, acariciava lentamente as bolas e continuava com os movimentos.

Fui me abaixando lentamente, até que conseguisse depositar um beijo delicado na cabecinha de seu pau. Ouvi o suspiro longo que Harry deu, e com pressa, o enfiei na boca, engolindo seu membro rapidamente enquanto escutava Harry gemer baixinho. Mal me dei conta de que já estávamos no estacionamento de um hotel, que, provavelmente, era de Harry.

Era a terceira vez que saíamos juntos, mas a primeira que iríamos transar. Sexo selvagem sempre foi o meu preferido, e olhando bem para Harry, via perfeitamente que ele o tornaria muito melhor.

- Isso, chupa bem gostoso… Vamos lá… – ele gemia enquanto eu chupava toda a extensão de seu pau.

Uma das mãos dele agarrou meu cabelo e começou a puxar com força, a fim de controlar o ritmo com que eu o chupava.

Rodeei minha língua em sua glande, chupando toda aquela região, e o enfiava na boca novamente. Passei a olhar para o rosto dele, que demonstrava mais do que prazer. Ele estava pronto para gozar, mas eu queria prolongar aquilo um pouco mais. O tirei da boca e chupava com calma, fechando a mão em torno dele e o masturbando lentamente. Sentia minha intimidade pulsar por baixo da calcinha, queria que ele metesse em mim logo, queria o pau dele entrando e saindo rapidamente, me enlouquecendo.

- Ah, assim… Eu vou gozar nessa sua boquinha linda e depois vou chupar essa sua boceta gostosa.

Voltei a aumentar a velocidade dos movimentos, chupando rapidamente em cima, na cabecinha, e depois indo até as bolas, não deixando de dar atenção para elas. Acariciava todos os cantos e o enfiava até senti-lo na garganta. Uma das minhas partes preferidas do sexo eram as preliminares. Sempre gostei de pagar um boquete para um homem e vê-lo suspirando por minha causa. E analisando Harry dessa forma, eu estava completamente satisfeita.

Continuei enfiando até a garganta, sentindo a excitação dele cada vez mais perto de uma explosão, e eu estava pronta para engolir cada gota do gozo dele.

Só mais um pouco…

- AH, GOSTOSA… – ele soltou um urro de prazer enquanto se esvaziava na minha boca.

Enfiei-o outra vez inteiramente na boca e chupei todo aquele líquido quente e espesso que escorria pelo comprimento de seu pau. Lambi até não sobrar nem uma gota.

- Minha vez de chupar essa sua bocetinha gulosa e deliciosa… – Harry me agarrou rapidamente pela cintura e me colocou no banco de trás do carro.

Abri minhas pernas instantaneamente, deixando que ele tirasse minha calcinha com afobação e desespero.

Harry lambeu os lábios antes de se posicionar no meio de minhas pernas já arregaçadas. Estava pronto para me lamber loucamente. Arqueei as costas ao sentir o primeiro toque da língua dele, em uma de minhas coxas. Meu vestido estava um pouco acima do umbigo, dando espaço para que ele olhasse bem onde ia colocar a boca.

Fechei os olhos e apreciei a língua quente e macia dele percorrer minha virilha, até chegar em minha vagina, começando com as lambidas suaves.

Prendi minhas mãos em seus cabelos e arranhei seu couro cabeludo enquanto puxava seus fios lentamente. A boca dele rondava minha intimidade devagar, me chupando e me lambendo cada vez com mais intensidade. Eu já estava completamente molhada, pronta para recebê-lo. Enquanto continuava me chupando, Harry pressionou o polegar em meu clitóris, rodeando com rapidez, e a outra mão foi de encontro a minha entrada, me provocando, até que dois dedos foram inseridos, depois outro, me deixando mais louca ainda. Harry mexia as mãos rapidamente, enfiando os dedos rapidamente, e com força.

- Eu vou fazer você gozar diversas vezes, baby. Quero que grite o meu nome. – ele dizia com os lábios ainda perto de minha intimidade, só os afastando para que pudesse falar.

- Ah, Harry, por favor, mais rápido. Mexa seus dedos mais rápido, mete mais fundo. – disse com dificuldade, sentindo meu corpo se contorcer.

- Você gosta quando eu enfio com força, não é? É assim que gosta. Essa sua bocetinha gostosa está toda molhada para mim.

- Por favor, Harry, enfia com força…

Harry retomou o ritmo de antes, deu mais velocidade aos dedos e novamente começou a me lamber.

- Ah… Eu vou gozar, Harry… EU VOU GOZAR! – tentei segurar os gritos, mas não conseguia me conter. Meu corpo já tremia bastante, o orgasmo estava chegando, eu sentia ele vindo. – PELO AMOR DE DEUS, ME FODE GOSTOSO, HARRY, ME COME LOGO!

Antes que eu pudesse gozar, ele parou tudo e me colocou de quatro no banco de trás. Segurei no estofado e deixei que ele me penetrasse com brutalidade.

O pau dele entrou com força e bem fundo, fazendo com que meu corpo se movesse conforme as estocadas dele começavam. Com uma mão, ele segurava minha cintura, e com a outra puxava meu cabelo. As investidas estavam cada vez mais rápidas e mais fundas, sentia suas bolas encostarem em minhas nádegas, e ouvia os gemidos que ele soltava.

- Isso, Harry, mais forte… Ah, meu Deus, que delícia!

- Vou te foder cada vez mais forte. Vou meter nessa sua bocetinha gostosa e vou gozar em você, de novo.

Estávamos completamente suados já, cansados, mas em hipótese alguma iríamos parar.

- Mete mais, Harry, por favor. – continuei gemendo, aproveitando os movimentos de seu pau dentro de mim.

Ouvi outro urro saído de sua garganta e então ele parou, como antes, só que dessa vez, me virou de frente e inverteu as posições, me colocando sentada em seu colo.

Rapidamente ele começou a chupar meus seios, mordiscando meus mamilos e apertando com leveza. Me ajeitei para que ele pudesse se aprofundar em mim novamente, e então o senti lá dentro. Conforme ele ia chupando meus mamilos e mordendo, eu cavalgava em seu colo, fazendo-o se enterrar em mim e depois sair, para que se repetisse depois.

- Você é tão gostosa… Eu poderia te comer o dia inteiro, nunca me cansaria. – Harry levantou o rosto e me encarou, cara a cara.

- Então me come, me faça gozar diversas vezes… – parei de falar ao sentir o quanto ele ficava mais bruto a cada súplica minha. – AH, MEU DEUS, VOCÊ FAZ TÃO GOSTOSO… EU… EU VOU GOZAR, HARRY.

- Goza pra mim, meu bem, goze.

- Goza também, goza em mim, ah…

E aquilo foi a nossa perdição. Finalmente, senti ele se esvaziando em mim, assim como senti meu corpo fraquejar em cima do dele.

Apoiei a cabeça em seu ombro e me permiti descansar um pouco.

- Já imaginava o quanto eu gostaria de estar dentro de você, mas… Foi diferente.

- Eu gosto do diferente, me excita. – sussurrei, com dificuldade de falar algo a mais.

- Você me excita. – dessa vez ele sussurrou em meu ouvido, me causando arrepios.

- Isso é tão… – eu mesma me interrompi, sem saber se deveria ou não continuar.

- Gostoso? – ele completou, rindo da minha falta de palavras.

- Assustador.

Outra vez ele sorriu, passando a mão em minha cintura e deslizando-a até minha bunda.

- Eu gosto do assustador, ele me excita.   

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Every Time I Run, I Keep Falling On You

Shameless fluffy Christmas fic.

AU. After being best friends for 8 years, Harry moves to LA. It takes the keen observations of all of Louis’ friends to realise the one thing he really wants for Christmas is Harry.

By hazmesentir

Oneshot.

Notes: CHRISTMAS AND FRIENDS TO LOVERS WHAT MORE COULD A GIRL ASK – E 

Ms.Calder

External image

“(Y/N)! Are you paying attention?!” My head snapped up from my daydream. Ms.Calder, my Geography teacher, was infront of my desk, awaiting my answer.

“…Y-yes.” I barely mumbled out.

“Then what did I just say?” She challenged, bending over the front of my desk a little, giving me an open view of her cleavage. Surely, that wasn’t her intention. I was in hush mode, refusing to look at her and elsewhere in the classroom. 

“Uh-huh, that’s what I thought. See me after class, will you?” And with that, she sauntered back over to her desk, most of the class snickering at the incident.

“Bitch.” I mumbled under breath. I was never good in her class. Mostly because I never really liked her, and I could tell she didn’t like me. She always rolled her eyes percisely at me when she passed out tests or picked up homework assignments. That’s how it’s always been since the beginning of the school year. Good thing she was my last class of the day.

Before I knew it, the bell rung. My classmates grabbed their things and headed out the class as I stayed seated. A few of my friends poked their tongues at me, seeing I was still in my desk. I returned the action, adding an eyeroll to it. When all the kids were out the class, Ms.Calder stood up in her desk.

“C'mere, I need to talk to you.” I sighed as I walked to her desk, trying to be on my best behavior.

“Look, you’ve been really slipping in the class. I mean, your grades, in all honesty, are horrible. They’re the worst in the whole class. What is up with you? Do you not like Geography or something?”

No, it’s just the person teaching it that I don’t like. Even though that was meant to be said in my head, it came out my mouth aswell. Ms.Calder seemed taken back my answer. Then she chuckled.

“Sweetheart, you don’t have to like me, okay? I’m not here to make friends with you or any shit like that,” Her sudden use of language caught me off guard,“I’m here because I’m good at what I do, and I make a lot of money. So you’re opinion about me does not matter at all.”

“But,” she continued,“it is tragic to know that you may be the only one to fail this class.”

“Not tragic for you, since you don’t like me anyway." 

"And who said I didn’t like you?” Ms.Calder started to smirk, walking from her desk to me.

“Well, the way you act towards. You’re always picking on me and stuff. Rolling your eyes whenever you give out tests and homework. It’s like you don’t even want me in this class.” I said. She stood at the side of me, but I didn’t turn to her.

“Now you see, that’s where you’ve got it wrong. I’m glad to have you in my class. It’s just that when you first walked into my classroom the first day of school, you outshined the other students.” She was walking as she spoke, now standing behind me as she played with my hair.

“Outshined?”

“Yes, outshined. Your were different. But not in an educational way.”

“Then what kind of way, Ms.Calder?” I asked, growing nervous. I could feel her smirk as she chuckled.

“Well, you were prettier than everyone else. And you’ve got a better body. I’ve always wanted to know what it felt like to feel these….” Her hands trailed down to ass, squeezing it tightly. I jumped and turned around, slipping out her grasp.

“What the fuck are you doing?! Don’t touch me like that!” I went to grab my bag, but I was pushed to the ground, a foot being placed on top of my head.

“Now now, we don’t need any of that. Don’t act like you don’t want me. I saw you looking down my chest earlier.” She moved her foot, grabbing me by my hair to make me stand up.

“I’m gonna fuck the shit out of you, bitch. You want that, don’t you? Want me to treat you heartlessly.” She growled in my ear, yanking my hair with every sentence. As much as it hurt, I was starting to get turned on a bit. She let go of my hair, almost making me fall again.

“Take your clothes off and bend over the desk.” I quickly striped myself of my clothes and bent over the desk, my ass in perfect view for her.

“See, all I wanted to do was play with your ass a little bit.” She whispered in my ear. Her hand came down and spanked my ass hard, making me groan out. Multiple slaps came, making me positive my ass looked like a fucking cherry by now. She flipped me over, spreading my legs out. 

“Look at this pretty little pussy.” She mumbled before sticking her tongue inside me. I moaned, grabbing onto her hair. With her tongue came one of her fingers, then another, and a third one. Her thumb worked on my clit.

“Ms.Calder, oh my god.” I cried out. She was more than good with her hands. Right when I almost let loose, she pulled away. I whined, only to make her chuckle.

“I told you I’m gonna fuck you babe, so I can’t let you cum without having my big plastic cock stretching your insides.” Her words made my wetness go down my leg. She walked away to go to her bag, pulling out a strap-on. She undressed herself quickly and slipped it on, walking back over to me. 

“Beg for cock, babe.”

“Ughhh, M-Ms.Calder please, fuck with your cock.” I desperately cried out.

“That’s not good enough (Y/N), I wanna see you grieving for me, shit, screaming for my cock. Show me how bad you want it.” I moaned at her words wondering why she was so compilicated. 

“Ms.Calder, I want you to fuck me so hard. ‘Want you to fuck me till I can’t walk for a week. I want you to make me cum all over you cock, and I—” I was cut off by her entering me. I threw myself back on the desk, arching my back off it. She was going at maximum speed. Her name left my mouth with every thrust. The desk shook as she fucked me into complete oblivion.

“I-I’m gonna cummmmm!” I moaned out, shaking so much at her speed.

“Cum for me babe. Let all that cum out.” Those were the magic words. I came with a loud scream. Ms.Calder rode out my high. We both tried to catch our breaths through loud pants. And right when she was about to pull out of me, the door slammed open.

“M-Ms.Calder?! (Y/N)?! What the hell is going on?!” Our principal stood in the doorway, leaving us in the most scared state ever.

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~mayaxx

Leia as outras partes antes: parte 1parte 2parte 3, parte 4, parte 5.

(S/N) POV’s

Acordei com a claridade que entrava pelas grandes janelas do quarto de Zayn. Seu braço estava envolvendo minha cintura. Seus lindos olhos castanhos me observavam cautelosos e gentis. Não foi preciso palavras para dizer “bom dia”, ele puxou meu rosto para perto e me beijou. Abri os olhos devagar quando nossos lábios desencostaram. Olhei para minhas mãos. Ainda estavam cobertas. Eu não queria que Zayn visse o desenho.

- Não vai tirar? – Ele perguntou.

- Não. Só na hora certa. – Beijei ele novamente. – Eu ainda não acredito que hoje seja o grande dia.

- Nem eu. Minha mãe sempre achou que eu nunca iria me casar. Mas cá estou. Preparando-me para me casar com a menina mais linda do mundo. – Ele encostou sua testa a minha e sorrimos.

Jade veio trazer o café da manhã como sempre fazia. Seus olhos estavam roxos e suas mãos cortadas. Zayn assustou na hora com o estado de sua empregada.

- Jade! O que aconteceu?- Ele sai de perto do meu corpo e segurou com calma e delicadeza os braços de Jade. – Por Alá! Estão infeccionados. Precisamos cuidar disso urgen- - Jade o interrompeu.

- Meu senhor, me dê licença. Eu tenho mais o que fazer. – Ela se soltou das mãos dele, levantou um pouco a saia e saiu correndo do quarto como se fosse chorar.

Eu não entendi porque ela tinha feito isso ao seu corpo, mas sabia que ela estava magoada comigo. Eu não queria ter estragado a vida dela. Sinta-me culpada.

- BOM DIA CASAL MARAVILHA! – Geena entrou sorrindo e feliz trazendo outra bandeja com pães. – Mestre Zayn, perdoe-me, mas o senhor não é mais bem vindo nesse quarto. Preparamos a sutie de luxo para você. Ficará lá até o casamento. Agora a princesa (S/N) vai ser dona do seu quarto. – Ela riu mesmo com medo dele ficar bravo. Todavia a razão foi oposta. Ele caiu na gargalhada.

- Você fica muito fofa dando ordens sabia? Encontrou amigas legais, amor. Ok então. Posso dar um beijo antes na noiva, senhora? – Ele se inclinou rindo como se recebesse ordens.

- Só um beijinho. Senão não sobra beijos para lua de mel. – Ela riu arrumando as bandejas e distribuindo as comidas. Zayn me beijou e ela entregou uma bandeja a ele.- Infelizmente não posso levar para o senhor. Tenho que cuidar dela. Nandi vai cuidar do senhor hoje. – Ela sorriu e se aproximou de mim.

Zayn foi até a porta e , antes de sair, me mandou um beijo de lá. Eu retribui sorrindo. Geena chamou mais três dançarinas e trancou a porta do quarto. Parecia um musical indiano. As meninas me ajudaram a sair da cama, me deram café na boca por causa das minhas mãos ainda enfaixadas e cantava antigas músicas indianas que traziam mensagens de sorte, paz e muito amor. As meninas também me levaram para o banheiro de Zayn onde havia uma banheira enorme já pronta. Enquanto comia, uma delas preparou meu banho. Haviam pétalas de rosa vermelha e cravo branco. O ar tinha essência de Jasmim. Retiraram as faixadas revelando minha tatuagem maravilhosa e minhas roupas. Mergulhei meu corpo naquela água relaxante e tentei lavar os problemas ali. A musicalidade do quarto não acabava. Elas faziam massagem no meu corpo e faziam orações. Eu curti tudo aqui como uma noiva ocidental que passa o dia do seu casamento disfrutando de carinhos e atenção.

Sai do banho purificada e pronta para novos ares. Elas fizeram mas rituais até às 16h, onde começaram a colocar meu vestido. Meu vestido era vermelho com vários detalhes em dourados. Se não conhece um vestido indiano sabia que são vários panos entrelaçados que o formam. Um véu cobre a cabeça da noiva e desce até o comprimento final do vestido. Coloquei várias joias de diversas cores no pescoço , pulsos, testa, pés e mãos. A maquiagem era maravilhosa. Delicada com traços fortes no preto. As meninas conversam comigo sobre vários assuntos para passar o tempo. Por volta das 18h, as meninas saíram junto com Geena para trazer algo para eu comer. Não demorou muito para alguém bater na porta. Abri e era Jaqueline com uma caixa.

- Vim trazer meus votos a noiva. Posso entrar? – Ela sorriu gentilmente e deixei com que ela entrasse. – Você está linda. A costureira fez o melhor vestido que podia para você, com certeza. – Ela se sentou na almofada ao lado da almofada que eu estava sentada. – Esse é meu presente. Comprei com o dinheiro que guardei. Não é uma coisa fina, mas é de coração e tem muito sentimento nela. - Eu ia abrir quando as meninas entraram.

A tradição dizia que se a noiva tivessem com visitas de votos, ninguém podia atrapalhar. Elas deixaram as bandejas com água e comida e saíram. Eu peguei a jarra e derramei sobre as taças de metal. Entreguei uma a ela que bebeu um pouco. Ela pediu para que eu abrisse agora, queria ver minha reação ao abrir. Deixei minha taça perto da dela e prestei atenção na caixa. Era bela bem detalhada, de madeira. Abri com cuidado e lá dentro tinha um colar maravilhoso azul. Eu fiquei observando aquela pedra. Ao primeiro momento, achei que era falsa, mas era verdadeira. Era a pedra mais linda que havia visto. Agradeci o presente e pedi para que ela colocasse em mim. Ela gentilmente me ajudou a colocar e falou que fiquei ainda mais linda. Infelizmente, ela também não pode ficar muito. Falou que tinha que arrumar algumas coisas lá embaixo, se despediu e saiu do quarto.

Segundo a tradição, quinze minutos antes do casamento em si, a noiva ficava sozinha para purificar ainda mais sua alma. Eu peguei minha taça e fiquei olhando para a piscina, lembrando do que tinha feito ali com Zayn e dos breves e bons momentos que tivemos. Tomei um gole grande até e sorri mais um pouco. Foi então que senti meu peito queimar. A taça que estava em minhas mãos caiu. Tossi sem parar e cai no chão, sem me lembrar de mais nada.

Jaqueline POV’s

Eu tinha feito. O colar foi a melhor ideia que já tive. Enquanto ela observava minuciosamente aquele objeto, derramei o veneno da  em sua taça. Seria apenas uma questão de tempo para ela morrer ali mesmo, sozinha e sem o Zayn. Iria seguir com a segundo parte do meu plano. Iria fazer a cabeça de Zayn para que casasse com Jade e eu ficaria com metade da fortuna dele.

Sim, dinheiro sempre foi e sempre será um bom motivo para matar e ajudar pessoas. Minha irmãzinha sempre foi muito ingênua quanto a isso apesar de ser excelente na cama com os homens e comigo.

Eu e minha irmã comandávamos as aulas de sensualidade, mas tudo que ela aprendia era comigo. Lembro da nossa última noite juntas. Aquela noite quente onde Jade havia gritado meu nome diversas vezes gemendo. Eu sempre amei minha irmã, mas tinha que prepara-la para os idiotas que comiam ela.

Isso não importava. Desci as escadas e me juntei aos convidados esperando ansiosamente pela notícia da morte da noiva.

Zayn POV’s 

Sei que era proibido o noivo sair de fininho da festa para ver sua amada, mas assim mesmo o fiz. Subi as escadas sem ninguém perceber que tinha ido e segui direto para o meu quarto onde (S/N) estaria linda. Só de imaginar ela de vestido de noiva, toda maquiada já me deixava louco e excitado também. Abri a porta do quarto esperando ve-la de pé olhando para o nada ansiosa. Todavia me deparei com outra cena. Ela estava no chão, inconsciente com uma taça jogada ao seu lado. Coloquei-a sobre meu colo e chamei seu nome diversas vezes. Senti um jeito diferente no ar. Aproximei-me do colar azul que ela vestia. Veneno. Era cheiro de veneno de Naja.

Quando eu era pequeno, meu pai cuidava de vários tipos de cobras. Eu aprendi tudo sobre elas, principalmente a parte que eu mais gostava: venenos. Não era preciso ter duvidas, eu tinha certeza do cheiro de cada veneno e sabia como curar cada um. Abri minha gaveta o mais rápido possível e peguei um pequeno estojo cheio de frascos. Eram questões de minutos para o coração dela parar. Abri o frasco rapidamente, peguei uma seringa e injetei o anti-veneno direto em seu coração. Então esperei. Um suspiro, um movimento, qualquer coisa que me mostrasse que ela continuava viva. O coração dela começou a bater cada vez mais fraco. “Não. Ela não pode me deixar.” Pensava comigo enquanto uma lágrima escorria.

As companheiras delas entraram no quarto e viram a cena. Eu chorando com ela sem ação ou movimentos. Todas se renuniram em um circulo em volta dela, chorando comigo.

- VADIA!!! EU SABIA QUE JAQUELINE IRIA MATA-LA. EU MESMA VOU MATAR AQUELA MULHER! POR QUE EU FUI SAIR DAQUI? EU TINHA QUE TER CUIDADO DELA… eu… eu sou uma incompetente.  – Geena chorava com raiva.

- Não é Geena. – Respondi.- Vamos … Vamos… – Eu não sabia o que dizer. – Meu amor, não me deixe. Por favor. Eu quero te fazer feliz. – Abracei seu corpo contra o meu. Ele estava frio. Mais lágrimas caíram da minha face.

- Olhem o pé dela! – Uma das meninas gritou. O pé dela estava se mexendo.

- (S/N)! (S/N)! Meu amor…. – Esperei por uma resposta. Seus belos e sedutores olhos se abriram para mim junto com um sorriso.

- Zayn, não se pode ver a noiva antes do casamento…- Ela respondeu meio pausadamente.

- Foda-se! Eu te amo. Vou cuidar de você agora. – Peguei-a e coloquei ela deitada na cama.

As meninas cobriram seu corpo para aquecer mais rápido. Limpei seus lábios para tirar qualquer resido que poderia ter sobrado, só que fazendo isso tirei seu batom vermelho picante.

- Ok Zayn. Agora sai. Tem uma festa lá embaixo e a policia deve ser chamada. – Disse Geena. – Foi a Jaqueline. Ela foi a última a entrar aqui. E esse colar azul com certeza foi dela.

- Ele tem veneno. Não toquem. – Peguei uma luva e tirei aquele colar colocando em um saco plástico. – Lavem as mãos dela e seu rosto também. A noiva pode atrasar por causa da maquiagem borrada. Usem isso para limpar a poça de água. Deve ter veneno lá. – Dei luvas de plástico. – Passem álcool pelo quarto todo antes do casamento acabar. Podem fazer isso durante a festa. – Mandei um beijo pelo ar a ela e desci.

Chamei as autoridades, mas pedi para que não prendessem antes do casamento acabar. Não demorou muito para que a noiva descesse. Linda e maravilhosa. Seus olhos percorriam o salão decorado maravilhados.

Todos os rituais foram realizados e ela se segurava para não chorar. Segurei sua mão e a beijei forte assim que o sacerdote disse que nós já éramos um coração. A festa foi super divertida e colorida. A polícia prendeu Jaqueline e Jade quis ir junto com a irmã confessando ter roubado joias. A família da (S/N) perdoa-a e aprovou nosso casamento apesar de fugir das tradições.

Subimos aquela noite para o quarto mais felizes e apaixonados. Ao entrar no quarto, várias velas haviam sido acendidas e tecidos de cores diferentes colocados. A primeira noite como um casal consagrado por Alá. Deitei seu corpo sobre a cama e comecei a beijar seu pescoço. Eu iria dar a melhor transa da vida dela nesse dia. Tiramos nossas roupas tão rapidamente quanto o veneno da Naja. Entre fortes beijos e muito amor, desci até suas coxas beijando delicadamente o interior de cada uma. Mordi de leve sua virilha então me aproximei da sua intimidade já um pouco molhada. Dei um beijo, inseri dois dedos e comecei a lamber em círculos seu clitóris. Ela gemia baixinho e gostoso. Aqueles sons me motivavam a continuar a meter mais fundo e mais rápidos os dedos e a acelerar os movimentos da língua. Ela estava chegando ao seu ápice quando tirei tudo e beijei sua boca.

Ajoelhei na cama, ela se posicionou na minha frente. Eu queria foder sua boca mais do que tudo. Ela lambeu minhas bolas e as acariciou. Meti meu pau dentro de sua boca segurando seu cabelo para ter controle dos seus movimentos. Ah que sensação gostosa.

- Chupa amor. Chupa que ele quer entrar em você. – Falei ouvindo seus gemidos e sua gula para engolir meu membro.

Eu estava já extremamente excitado. Coloquei mais fundo meu órgão e gozei no interior da sua garganta. Ela engoliu e lambeu o resto de gozo que sobrou. Abri suas pernas e penetrei. Queria comer ela em diferentes posições. Meus movimentos eram brutos e rápidos o que me deixava mais excitado e ela gemendo loucamente. Já estávamos bem suados e ela ainda não estava pronta. Troquei a posição. Agora ela se sentou no meu colo e cavalgou.

-Gulosa. Quer ele inteirinho em você. – Eu pressionava meu membro contra o quadril dela e não deixei seus seios em paz.

Mordiscava seus mamilos de leve enquanto ela se movimentava. Um, dois, na quinta levantada gozamos juntos. Ela encostou sua cabeça no meu peitoral com a respiração desequilibrada.

- obrigada. – Ela sussurrou saindo de mim.

- Pelo o que amor? – Perguntei beijando sua boca e cada um dos seus seios.

- Por ter dado o melhor dia da minha vida. Sua coragem para me salvar, a festa de casamento e essa transa maravilhosa. Eu te amo, Zayn. – Ela me beijou e se deitou sobre mim.

Eu queria responder, mas seus beijos não pararam até adormecermos.

FIM