murmuro

Y sin embargo aquí estoy
ya no con los mismos ánimos de esperar
porque uno se cansa
de buscar a quien no le busca
de escribir a quien no le lee
de ser romántico con pechos fríos
de querer a quien no quiere
de insistir a quien teme
y sin embargo aquí estoy
porque ya conozco
tus cicatrices y sueños
tus desvaríos y cambios de humor
tu aroma y libros favoritos
tu canción y tu murmuro
sé que vuelves cansada y herida
y buscas consuelo en mí
lo haces porque me he acostumbrado
a recibirte como una posada
abierta al peregrino
te gusta venir unas noches a dormir
y luego irte
regresar empapada de decepción
te he visto frágil, sonriente,
temerosa de merecer,
y con una inteligencia que
aún no sabe lo que le conviene
también te he odiado
y el odio y el amor son
cuernos de la misma vaca
y así como te quiero
sólo se quiere
lo que es real y parece estar
dentro de nosotros hace siglos
tengo una botella
navegando en el mar
una libreta sin pluma
un cerrojo de fracaso
y sin embargo aquí estoy
—  Un café con Sofía Renee, Quetzal Noah
Imagine - Niall Horan

Oi, gente! Espero que gostem! Beijos

Pedido: Oi, queria pedir, para que se possível fazer um imagine com o Niall, que eles vivem brigando e em uma festa pós premiaçao eles brigando e ficam se chingando muito, se batendo e chorando e os amigos famosos interferem… Entendeu?


- Eu vi você olhando para ela. Aliás, todo mundo viu, né?! A câmera focou bem na hora. – Bufei.

- Para de chilique! Eu não estava olhando para ninguém. Você é muito paranoica. – Niall me olha furioso enquanto entramos no carro.

- Você é um cachorro e eu sou a paranoica. – Digo depois de sentar e o motorista ri baixinho. – Ainda não acredito que vamos para a after depois daquela ceninha.

- Ceninha que você fez. – Ele resmunga.

- Tom, depois de largar Niall na festa, vamos para casa, está bem. – Cruzo os braços.

- Sim, senhorita! – Tom diz sem tira os olhos da via.

- Não, (S/A)! – Niall resmunga.

- Ah, agora é (S/A) … achei que meu novo nome era paranoica. – Digo o olhando de canto.

- (S/A), vamos para a festa comigo. – Ele beija meu pescoço. – Por favorzinho. – Eu reviro os olhos denunciando impaciência.

Assim que o carro estaciona na frente da festa eu desço do carro antes de Niall que resmunga algo para o motorista que apenas concorda com a cabeça.

Niall rapidamente abraça minha cintura e entramos juntos; a primeira pessoa com quem nós “esbarramos” é Josh, um antigo parceiro meu em dois filmes de uma franquia. Niall e eu brigamos mais de dez vezes por causa dele, e do ciúme ridículo que Niall finge que não tem. Na última briga que tivemos, no tapete vermelho da estreia, fui para casa de uma das minhas amigas para que ele não me achasse e deixei Niall sozinho, sem dó nem piedade. Foi para mostrar a ele que posso muito em ficar sem ele. Bom, mais ou menos, mas, daquela vez, o deixei me procurar.

Brigamos praticamente dia sim e dia não por coisa idiotas, começando por toalhas sobre a cama e terminando com ciúmes sem fundamento tanto meu quanto dele.

- (S/A)! – Josh caminhou até onde estávamos e me abraçou. – Que saudade, sua linda!

- Oi, Josh! Não sabia que estava no país! – Assim que nos separamos, Niall me puxa para perto dele novamente.

- Vim só por causa da premiação. – Ele sorri para Niall. – Oi, Niall! Que ótimo rever você. – Niall o ignora e eu o cutuco com o braço.

- Ah, é, oi! – Ele dá de ombros e olha para os lados; me seguro para não revirar os olhos.

- Foi incrível te rever, (S/A)! Nos vemos por aí!

Assim que Josh se afastou, comecei a repreender Niall por suas atitudes desnecessárias enquanto pegávamos bebidas no centro do salão. Mas ele nem me olhava, estava perdido demais olhando para aquela bisca.

- Eu não deveria ter descido daquele carro. – Resmungo e, levantando a barra do meu vestido longo, caminho para porta de entrada.

- (S/A)! – Niall segura meu pulso.

- Me solta, seu cretino! – Começo a esmurrar Niall com os punhos fechados enquanto ele tenta me segurar. – Eu te odeio.

- Para com isso, (S/A)! – Ele segura meus pulsos e eu me sacudo para me soltar.

- Para você, me solta! – Eu começo a chorar sentindo minhas forças se esvaírem do corpo. – Me solta, Niall. Eu quero ir embora. – Digo aos berros.

- Niall, acho melhor soltar ela. – Flora, minha amiga de set, pede baixinho. – Eu levo ela para casa.

- Não, Flora! Quero conversar com ela! – Ele diz desesperado.

- Me solta, Niall! Não quero falar com você! – Berrei em resposta e me sacudi mais uma vez.

- Acho que ela já deixou bem claro que não quer falar com você. – Harry, amigo de Niall, põe a mão no ombro dele. – Larga ela e depois vocês conversam…

- Não, cara! Ela não vai querer me escutar depois. – Niall faz cara de choro.

- Deixa Flora levar ela, depois damos um jeito. Vocês já chamaram atenção de mais. – Só quando Harry diz isso, que eu me dou conta da quantidade de gente que nos observa.

- Me deixa ir, por favor. – Digo baixo puxando meus braços já vermelhos.

- Promete que vamos conversar depois? – Assinto com a cabeça. – Promete?

- Eu prometo, Niall. Só me deixa ir. – Quando ele me solta, Flora me puxa para um abraço e vamos embora do salão.

- Ah, (S/A)! O que aconteceu dessa vez? – Ela pergunta enquanto entramos em seu carro.

- Não quero falar sobre isso. Me desculpa por fazer você ir embora cedo. – Eu murmuro envergonhada.

- Ah, tudo bem. Eu estava já estava indo embora quando a confusão começou.

- Ah, que vergonha! – Cubro o rosto com as mãos.

- Eu não consigo entender, vocês parecem se amar tanto. Nunca imaginei vocês brigando.

- Amo o Niall mais do que qualquer coisa, mas as vezes nosso ciúme é mais forte do que qualquer coisa. – Começo a chorar de novo.

Encerramos o assunto ali, mas eu ainda indicava a ela as ruas para que chegássemos até meu apartamento.

- Se precisar de alguma coisa, pode me ligar. – Flora disse assim que me inclinei para abraça-la e agradecer pela carona.

- Obrigada, mais uma vez. – Me afastei. – Eu ligo se precisar de algo, mas como meu carro está aqui, fica mais fácil.

- Ah, ótimo! Mas não hesite, não moro muito longe. – Ela sorri e eu desço do carro.

Entrei no elevador marcando meu andar e tirei os saltos do pé. Pelo espelho, vi o estrago do meu rosto, inclusive um dos cílios postiços quase solto. No apartamento, tirei o vestido e a maquiagem, vesti uma camisete qualquer e fiquei na sala assistindo televisão.

Eram duas da manhã quando a campainha soou. Eu já sabia quem era, mas nem pensei duas vezes antes de abrir a porta.

- Me desculpa! – Niall falou assim que eu olhei para seu rosto. As lágrimas voltaram aos meus olhos e eu assinto com a cabeça.

Niall avança sobre mim e me abraça apertado. Ele me solta e segura meus pulsos em suas mãos abertas e alisa a vermelhidão com o polegar.

- Eu não queria te machucar.

- Eu sei que não. – Tento puxar minhas mãos, mas ele as segura delicadamente.

- Me desculpa! – Ele beija cada um dos meus pulsos. – Eu te amo, (S/A)!

- Eu também te amo, Niall! – Ele me puxa para mais um abraço.

janeth678  asked:

Como serian los signos si un profesor les cayera mal??😂 PD: yo lo mataría.... ah no veda :v

Hola!
El profesor le llama la atención a… Y éste piensa…
Aries: Agh! Viejo de **** lamentará haberse metido conmigo *se murió teniéndole rencor*
Tauro: Y yo que hasta pensaba compartir mi comida con él… viejo pesado.
Géminis: Yo no tengo la culpa de que Sagitario hable demasiado…mmm… pero yo también le hablé… Ya que *se encoge de hombros*
Cáncer: Y yo qué hice?:c *se hace la víctima*
Leo: *rueda los ojos*
Virgo: ugh! Ya ni puedo pararme a pedir un lápiz! *se sienta en su lugar correspondiente y pone atención por fin*
Libra: Auch! Creí que nos llevábamos bien, ya qué él se lo pierde *su corazón se rompe*
Escorpio: *rueda los ojos seguido de murmuros entre dientes* Ya saldré de aquí…
Sagitario: *andaba en el otro lado del salón hablando con Géminis* *va a su asiento y habla con Capricornio*
Capricornio: Ya no hables más, pon atención… pero es que Sagitario es tan lindo *esboza una pequeña sonrisa* *se enamora*
Acuario: Sólo ocupaba mi celular en clases… ya no hay libertad es que así no.
Piscis: Ay, porqué todos me miran, ¿qué pasó? ¿Qué hice? *se avergüenza*

Hice mi intento… creo que morí xdd

s u n s h i n e.

  • oi. saudades de voces :’)
  • leiam e me digam o que acharam. eu realmente senti falta de escrever.

abracei meu próprio corpo em busca de proteção contra o frio da tarde e continuei a caminhar em direção a pequena vilazinha. sorri ao ver de longe a casa e procurei meu celular, mandando-lhe uma mensagem.

“sua porta. agora. muito frio.”

seus olhos, cansadínhos como de costume após um semestre intenso na faculdade, fizeram-me bambear. sorri para o pequeno e moreno corpo a minha frente, e peguei em sua mão, que estava estendida para mim.

— oi

ouvi ele murmurar em meu pescoço, puxando-me para dentro. deslizei minhas mãos em suas costas por dentro de sua blusa, e suguei seu perfuminho.

— oi carinho — murmurei sorrindo e entrelaçando meus dedos aos dele enquanto entrávamos na casa.

ao entrar logo fui bombardeada de abraços e beijos em minha bochecha. seu irmão mais novo, sorriu-me e apontou o video-game murmurando algo como “quero ver você me vencer nesse aqui”, fiz-lhe joinha e segui até à cozinha.

— s/n, querida! — sua mãe, uma adorável e linda mulher murmurou ao me ver, abraçando-me e deixando um beijo em minha bochecha. — quanto tempo! você tá com fome?

— faz um tempinho né? — sorri e apertei suas mãos. — nope. eu comi um lanche no caminho.

— lanche não é comida! — resmungou sorrindo e me dando um último beijo na bochecha. virou-se para ele dizendo — vão matar a saudade enquanto eu faço algo pra vocês comerem. seu pai já já chega.

seguimos pelo corredor até seu quarto. antes mesmo de entrarmos meu coração já estava disparado e minha cabeça girava a mil. a porta se fechou e seu corpo se encaixou no meu, num abraço cheio de carinho.

Deus, como eu sinto falta dele.

segurei em seu rosto, não enxergando quase nada pela falta de luz e acariciei seus lábios com a almofadinha de meu dedão.

— como vai minha futura psicóloga? — murmurou baixinho, segurando em minha mão e beijando-a levemente.

inclinei meu corpo, ficando na pontinha dos pés e dando um beijo em seus lábios. nosso primeiro beijo depois de meses.

— eu senti sua falta. — murmurou, procurando o interruptor e acendendo a luz. — eu preciso ver seu rosto. sinto falta dos seus olhos.

sorri e me sentei na cama, observando-o. estiquei meus braços pra que ele se aproximasse. entrelacei sua cintura e descansei meu rosto em seu estômago.

— você tá bem? — ouço ele perguntar e apenas sorrio, respondendo-o. — preciso tomar banho — anuncia e se senta ao meu lado — você vai no ensaio comigo?

me empulero em seu pescoço como uma pequena bebê coala e jogo minhas pernas em cima das suas.

— aham — mio sobre a linha de seu pescoço e ombro e arrasto minhas unhas sobre sua nuca.

com um lento, porém breve, beijinho nos lábios ele se levanta e vai até o banheiro.

sinto o movimento no quarto e logo em seguida o barulho de algo se chocando contra o chão. abro os olhos lentamente e tomo ciência da leve manta sobre meu corpo.

eu tinha apagado. capotado.

encarei seus olhos preocupados e culpados por terem me acordado, procuro por meu celular e vejo que não fazia tanto tempo que eu estava dormindo.

— você não ia me acordar é mocinho? — resmungo enquanto coloco meu coturno e o sigo para fora do quarto. — me perdoa. — sussurro baixinho em sua bochecha, fazendo-o rir.

— você deveria ficar aqui, descansando. — resmunga de volta, dando um leve beijo em meus lábios.

— eu quero te ver tocaaaar — choramingo e vejo sua mãe nos encarando

— querida, você quer algo? — pergunta-me enquanto seca as mãos no guardanapo.

— nope. — murmuro e sorrio — quero que seu filho pare de ser chatinho e me leve pro ensaio com ele.

faço bico e ele me encara divertido.

— meu deus, s/n! você é uma bebezinha birrenta.

— não sou não! — faço-lhe bico e vou até a sala. sento-me ao lado de seu irmão mais novo e deito minha cabeça em seu ombro — tu não cansa não, senhor?

— lá vem você com esses papos de mãe, s/n! — retruca e bagunça meu cabelo — não esqueci que eu ainda estou bravo contigo, moça.

— eish, bravo porque?

— você só vem aqui por causa do meu irmão e nem fala mais comigo! — reclama encarando a televisão e eu dou um beijo em sua bochecha ao ouvir seu pai anunciar que já estava saindo.

— me perdoa — resmungo em sua bochecha — juro que te compenso mais tarde.

saio da casa ouvindo ele murmurar  algo como “mentirosa”. entro no carro toda atrapalhada e tomando o máximo de cuidado pra não chutar seu instrumento e me empoleiro em seu pescoço, sugando seu perfuminho.

quando voltamos pra casa, todas as notas continuam a arder em minha cabeça. cada movimento minucioso de seus dedos e a vermelhidão em seu rosto enquanto todo seu fôlego se tornava melodia. percebo que o estou encarando admirada enquanto ele fala algo com seu pai e me retenho, rindo de mim mesma.

— que foi? — pergunta baixinho me olhando.

— lindo — resmungo fazendo uma careta enquanto falo. vejo seu rosto vermelhar gradualmente e sorrio com sua timidez — lindo. lindo. lindo demais.

— urg! — uma voz afrente de nós zune. sua irmã nos encara mostrando a língua — vocês são muito melosos.

— você continua sendo meu único e verdadeiro amor — respondo pra ela e a vejo se jogar no sofá ao lado, mostrando-me a língua.

com sua mão entrelaçada a minha, ele me guia até a cozinha e pede a mãe que prepare algo pra comer, eu resmungo em seu pescoço o quão preguiçoso ele é e sinto suas costas tremelicarem devido à sua risada. caminhamos de forma demorada o pequeno corredor até o quarto e nos enfiamos na escuridão do quarto.

— meu bem — murmuro baixinho em seu ouvido, enquanto minhas mãos acariciam seu cabelo — meu bem.

— hmm? — sussurra baixinho em meus lábios, sem que os toque. — oi, meu anjo.

— você é lindo — reclamo, sorrindo em seus lábios. — como pode alguém ser tão lindo? — sinto seus lábios morninhos tocarem os meus e sorrio, deslizo minhas mãos até sua bochecha e acaricio seus lábios com a almofadinha de meu dedos — o que é que tu viu em mim, uh?

seus movimentos tornam-se rígidos e ele arrasta-me até a cama, sentando-se e me puxando em seu colo.

— nunca, nunca mais pense nisso. — murmurou sério, segurando minha mão sobre seus lábios — estou com você porque você é uma pessoa maravilhosa, linda e muito inteligente. e além de tudo, porque me apaixonei por você. e isso deve bastar.

sorrio sem jeito e me inclino sobre seu corpo. arrasto meus lábios sobre os dele e puxo seu lábio inferior, chamando-o para um beijo. seus lábios macios e quentinhos tocam os meus e por um breve momento sinto-me a pessoa mais feliz do mundo.

e de repente, eu sou.

nossos lábios ainda se tocam de forma precisa e desesperada, quando sua irmã esmurra a porta e reclama seu nome.

— A mãe disse pra você ir comer! — resmunga e bate novamente na porta — Saia de cima da pobre coitada!

sorrio com seu comentário e me levanto, arrumando minha roupa.

enquanto ele se levantava e ia até a cozinha, cacei algumas roupas e tomei um rápido banho.

com a toalha em volta de meu corpo, me encarei no espelho enquanto deslizava o pente sobre meus cabelos.

estranhamente, eu me sentia a garota mais linda de todo o mundo. e não me questionei sobre tal sentimento. ele fazia com que eu me sentisse assim e não havia o porque questionar.

deslizei as roupas sobre meu corpo e empurrei a porta lentamente. seu corpo estava de certa forma jogado sobre a cama e com a tv ligada em alguma série na qual ele possivelmente tentou assistir. sorri com seu cansaço e me aproximei desligando a tv e me deitando ao seu lado.

abracei seu corpo e me aninhei em seu peito, sentindo seu peito subir e descer calmamente. seu corpo estava quentinho e seus braços me envolveram e seus lábios repousaram em minha testa.

— o que é que a senhorita está pensando? — sussurrou baixinho, arrastando as pontinhas dos dedos em minhas costas — uh?

— estava pensando em você. — retruco de forma sonhadora, dedilhando seu maxilar com os dedos — mais especificamente, em você tocando.

— e isso é bom?

— yuhum. — mio em sua bochecha — você é lindo tocando. — sinto seu rosto queimar e me aproximo de seus lábios — durante o ensaio, eu quis beijar você todinho.

sinto seus lábios sobre os meus. calmo. aconchegante. morno. macio.

sorrio e o beijo. beijo porque não consigo usar palavras.

beijo porque todo meu corpo queima por ele.

— você é lindo. — resmungo, em parte magoada. — é injusto você ser tão lindo assim.

ele gargalha. seu peito todo vibra. meu coração se aquece. e eu agradeço aos céus por poder amá-lo.

— vá dormir, s/n! — balbucia em meus lábios, selando meus lábios de forma protetora. — você não está fazendo sentido algum. vá dormir meu amor.

beijo-lhe mais uma vez e adormeço em seu peito.

Sign of the Times - One Shot Wigetta

Leerlo mientras escuchan la canción para que lloren mas :v

Las notificaciones de Twitter empezaron a llegar, hermosos Tweets de edits, felicitaciones y más cosas sobre su cumpleaños, no es que fuera un malagradecido pero de verdad no tenía ganas de dar me gusta o dar Rt. Apenas había empezado su cumpleaños y ya estaba llorando.

Tuvo que detener su llano un poco antes de contestar la llamada de sus padres, intento sonar lo más calmado posible agradeciendo a sus padres y prometiéndoles que pronto los visitaría.

Tan pronto colgó la llamada sus lágrimas volvieron a salir, observaba Instagram desde su móvil, se veía feliz con ella, aunque no fuera una foto juntos sabía que lo estaban.

Tenía la esperanza de que pasaría su cumpleaños junto al él, pero dos días antes se había ido, no de la casa, de viaje y le había dejado solo. Prefirió irse con ella antes que estar con su mejor amigo. Eso dolía.

Muchas graciaaaas por las felicidades :P

Intento no preocupar a sus seguidores posteando ese insignificante tweet.

Deseaba tenerlo junto a él, que lo abrazara como anteriores noches lo había hecho, antes de que ella llegara, extrañaba esos momentos donde solo eran ellos dos, sin personas de por medio, sin miedos, cuando el todavía no la había cagado, porque sí, él había echado a perder todo lo bonito que tenían por sus temores.

Just stop your crying.

It’s a sign of the times.

Welcome to the final show.

Hope you’re wearing your best clothes.

You can’t bribe the door on your way to the sky.

You look pretty good down here.

But you ain’t really good.

[…]

Despertó solo en su cama, como las últimas noches, extrañaba que Guillermo le despertara con besos en su cara, con mimos y susurros cariñosos bajo las sabanas de la cama, el calor de su piel y esa voz diciendo “Buenos días cariño”.

Se levantó de la cama sin ánimos, preparando un desayuno sencillo, últimamente no estaba comiendo bien pero no importaba. Escucho como la puerta era tocada así que decidió atender encontrándose con unas chicas que bien conocía, las editoras de sus libros.

Entre felicitaciones y regalos estuvieron un buen rato platicando, al menos se le había olvidado el hecho de que el pelinegro no llegaría ese día para estar junto a él. Debía hacerse a la idea de que hoy la iba a pasar solo.

If we never learn, we been here before.

Why are we always stuck and running from,

The bullets?

The bullets.

We never learn, we been here before.

Why are we always stuck and running from,

The bullets?

The bullets.

Todo el día se había entretenido grabando y preparando las cosas para el directo que haría en un rato junto a sus compañeros, al menos con ellos podría pasarla mejor.

Parecía que hoy estaba todo en contra de él, le habían estado tirando el directo y había tenido que ir a casa de Frank y Abel para poder continuar, estos le habían convencido de que la pasara con ellos, sabían bien todo lo que pasaba entre él y Guillermo y lo que menos querían es que este se deprimiera más.

Tragos, música y amigos era lo que necesitaba para animarle un poco, ya eran las 4 de la mañana y aún seguían festejando, si estaban un pelín borrachos pero todo valía la pena. Había dejado la tristeza atrás y olvidado el hecho que le pelinegro estaba muy lejos de él y quizás no volvería ese día.

Ojala todo volviera a ser como antes.

Just stop your crying.

It’s a sign of the times.

We gotta get away from here.

We gotta get away from here.

Just stop your crying.

Baby it will be alright.

They told me that the end is near.

We gotta get away from here.

Eran ya las 7:00 am cuando ya estaba de regreso en casa, se había dado una ducha para quitarse un poco lo ebrio, no lo estaba mucho pero aun así olía a alcohol. Salió de la ducha dispuesto a dormir un poco cuando la puerta principal era abierta.

Se extrañó un poco pero todo tuvo sentido, la única persona que tenía llaves de la casa era Guillermo. Sus se empañaron y las lágrimas volvieron a salir.

-¿Samuel? –Se escuchó como el pelinegro le llamaba desde la sala. -¿Dónde estás? –El llanto del mayor se hizo más fuerte y un jadeo salió de su boca.

En el marco de la puerta estaba Guillermo, parecía haber corrido por su frente perlada de sudor y su respiración agitada. Observo como el mayor lloraba en silencio y pronto su corazón se oprimió.

-Guille… -Murmuro entre el llanto.

Rápidamente esos pequeños brazos lo rodearon abrazándolo con fuerza, se dio cuenta que Guillermo también estaba llorando. Dos corazones rotos se volvían a encontrar para ver si formaban uno solo.

Se separaron poco a poco observando sus rostros, Guillermo limpio con sus pulgares las lágrimas del mayor y beso castamente los labios.

-Lo siento mucho Samu –Susurro.

-No digas nada y solo abrázame –Suplico Samuel siendo inmediatamente abrazado por el menor.

Se dejaron caer en la cama abrazados, suspirando, oliendo el aroma de los dos y sintiendo sus corazones latir con fuerza. No había nada más que decir, solo dejar que el tiempo hiciera lo suyo.

We don’t talk enough.

We should open up.

Before it’s all too much.

Will we ever learn?

We’ve been here before.

It’s just what we know.

Stop your crying baby.

It’s a sign of the times.

We gotta get away.


#Wigetta

En el fondo del más azul de los océanos había un maravilloso palacio en el cual habitaba el Rey del Mar, un viejo y sabio tritón que tenía una abundante barba blanca. Vivía en esta espléndida mansión de coral multicolor y de conchas preciosas, junto a sus hijas, cinco bellísimas sirenas. La Sirenita, la más joven, además de ser la más bella poseía una voz maravillosa; cuando cantaba acompañándose con el arpa, los peces acudían de todas partes para escucharla, las conchas se abrían, mostrando sus perlas, y las medusas al oírla dejaban de flotar. La pequeña sirena casi siempre estaba cantando, y cada vez que lo hacía levantaba la vista buscando la débil luz del sol, que a duras penas se filtraba a través de las aguas profundas. ̶ ¡Oh! ¡Cuánto me gustaría salir a la superficie para ver por fin el cielo que todos dicen que es tan bonito, y escuchar la voz de los hombres y oler el perfume de las flores! ̶ Dijo la sirenita con melancolía. ̶ Todavía eres demasiado joven ̶ respondió la abuela ̶ Dentro de unos años, cuando tengas quince, el rey te dará permiso para subir a la superficie, como a tus hermanas. La Sirenita soñaba con el mundo de los hombres, el cual conocía a través de los relatos de sus hermanas, a quienes interrogaba durante horas para satisfacer su inagotable curiosidad cada vez que volvían de la superficie. En este tiempo, mientras esperaba salir a la superficie para conocer el universo ignorado, se ocupaba de su maravilloso jardín adornado con flores marítimas. Los caballitos de mar le hacían compañía y los delfines se le acercaban para jugar con ella; únicamente las estrellas de mar, quisquillosas, no respondían a su llamada. Por fin llegó el cumpleaños tan esperado y, durante toda la noche precedente, no consiguió dormir. A la mañana siguiente el padre la llamó y, al acariciarle sus largos y rubios cabellos, vio esculpida en su hombro una hermosísima flor. ̶ ¡Bien, ya puedes salir a respirar el aire y ver el cielo! Pero recuerda que el mundo de arriba no es el nuestro, sólo podemos admirarlo. Somos hijos del mar y no tenemos alma como los hombres ̶ . Murmuro su padre mientras acariciaba sus cabellos y sonreía ̶ Sé prudente y no te acerques a ellos. ¡Sólo te traerían desgracias! Apenas su padre terminó de hablar, La Sirenita le di un beso y se dirigió hacia la superficie, deslizándose ligera entre las aguas. Se sentía tan veloz que ni siquiera los peces conseguían alcanzarla. De repente emergió del agua. ¡Qué fascinante! Veía por primera vez el cielo azul y las primeras estrellas centelleantes al anochecer. El sol, que ya se había puesto en el horizonte, había dejado sobre las olas un reflejo dorado que se diluía lentamente. Las gaviotas revoloteaban por encima de La Sirenita y dejaban oír sus alegres graznidos de bienvenida. ̶ ¡Qué hermoso es todo! ̶ exclamó feliz, dando palmadas. Pero su asombro y admiración aumentaron todavía: una nave se acercaba despacio al escollo donde estaba La Sirenita. Los marinos echaron el ancla, y la nave, así amarrada, se balanceó sobre la superficie del mar en calma. La Sirenita escuchaba sus voces y comentarios. “¡Cómo me gustaría hablar con ellos!", pensó. Pero al decirlo, miró su larga cola cimbreante, que tenía en lugar de piernas, y se sintió acongojada: “¡Jamás seré como ellos!” A bordo parecía que todos estuviesen poseídos por una extraña animación y, al cabo de poco, la noche se llenó de vítores: “¡Viva nuestro capitán! ¡Vivan sus veinte años!” La pequeña sirena, atónita y extasiada, había descubierto mientras tanto al joven al que iba dirigido todo aquel alborozo. Alto, moreno, de porte real, sonreía feliz. La Sirenita no podía dejar de mirarlo y una extraña sensación de alegría y sufrimiento al mismo tiempo, que nunca había sentido con anterioridad, le oprimió el corazón. La fiesta seguía a bordo, pero el mar se encrespaba cada vez más. La Sirenita se dio cuenta en seguida del peligro que corrían aquellos hombres: un viento helado y repentino agitó las olas, el cielo entintado de negro se desgarró con relámpagos amenazantes y una terrible borrasca sorprendió a la nave desprevenida. ̶ ¡Cuidado! ¡El mar...! ̶ Grito La Sirenita en vano, gritó y gritó. Pero sus gritos, silenciados por el rumor del viento, no fueron oídos, y las olas, cada vez más altas, sacudieron con fuerza la nave. Después, bajo los gritos desesperados de los marineros, la arboladura y las velas se abatieron sobre cubierta, y con un siniestro fragor el barco se hundió. La Sirenita, que momentos antes había visto cómo el joven capitán caía al mar, se puso a nadar para socorrerlo. Lo buscó inútilmente durante mucho rato entre las olas gigantescas. Había casi renunciado, cuando de improviso, milagrosamente, lo vio sobre la cresta blanca de una ola cercana y, de golpe, lo tuvo en sus brazos. El joven estaba inconsciente, mientras la Sirenita, nadando con todas sus fuerzas, lo sostenía para rescatarlo de una muerte segura. Lo sostuvo hasta que la tempestad amainó. Al alba, que despuntaba sobre un mar todavía lívido, La Sirenita se sintió feliz al acercarse a tierra y poder depositar el cuerpo del joven sobre la arena de la playa. Al no poder andar, permaneció mucho tiempo a su lado con la cola lamiendo el agua, frotando las manos del joven y dándole calor con su cuerpo. Hasta que un murmullo de voces que se aproximaban la obligaron a buscar refugio en el mar. ̶ ¡Corran! ¡Corran! ̶ gritaba una dama de forma atolondrada. ̶ ¡Hay un hombre en la playa! ¡Está vivo! ¡Pobrecito...! ¡Ha sido la tormenta...! ¡Llevémoslo al castillo! ¡No! ¡No! Es mejor pedir ayuda... La primera cosa que vio el joven al recobrar el conocimiento, fue el hermoso semblante de la más joven de las tres damas. ̶ ¡Gracias por haberme salvado! ̶ Le susurró a la bella desconocida. La Sirenita, desde el agua, vio que el hombre al que había salvado se dirigía hacia el castillo, ignorante de que fuese ella, y no la otra, quien lo había salvado. Pausadamente nadó hacia el mar abierto; sabía que, en aquella playa, detrás suyo, había dejado algo de lo que nunca hubiera querido separarse. ¡Oh! ¡Qué maravillosas habían sido las horas transcurridas durante la tormenta teniendo al joven entre sus brazos! Cuando llegó a la mansión paterna, La Sirenita empezó su relato, pero de pronto sintió un nudo en la garganta y, echándose a llorar, se refugió en su habitación. Días y más días permaneció encerrada sin querer ver a nadie, rehusando incluso hasta los alimentos. Sabía que su amor por el joven capitán era un amor sin esperanza, porque ella, La Sirenita, nunca podría casarse con un hombre. Sólo la Hechicera de los Abismos podía socorrerla. Pero, ¿a qué precio? A pesar de todo decidió consultarla. ̶ ¡...por consiguiente, quieres deshacerte de tu cola de pez! Y supongo que querrás dos piernas. ¡De acuerdo! Pero deberás sufrir atrozmente y, cada vez que pongas los pies en el suelo sentirás un terrible dolor. ̶̶ Advirtió la Hechicera de los Abismos. ̶ ¡Esta bien! ̶ Respondió la Sirenita con lágrimas en los ojos a condición de que pueda volver con él. ̶ ¡No he terminado todavía!-̶ dijo la Hechicera. ̶ ¡Deberás darme tu hermosa voz y te quedarás muda para siempre! Pero recuerda: si el hombre que amas se casa con otra, tu cuerpo desaparecerá en el agua como la espuma de una ola. ̶ ¡Acepto! ̶ dijo por último la Sirenita y, sin dudar un instante, le pidió el frasco que contenía la poción prodigiosa. Se dirigió a la playa y, en las proximidades de su mansión, emergió a la superficie; se arrastró a duras penas por la orilla y se bebió la pócima de la hechicera. Inmediatamente, un fuerte dolor le hizo perder el conocimiento y cuando volvió en sí, vio a su lado, como entre brumas, aquel semblante tan querido sonriéndole. El príncipe allí la encontró y, recordando que también él fue un náufrago, cubrió tiernamente con su capa aquel cuerpo que el mar había traído. ̶ No temas ̶ le dijo de repente. ̶̶ Estás a salvo. ¿De dónde vienes? Pero la Sirenita, a la que la bruja dejó muda, no pudo responderle. Bajo la mirada mientras sus ojos se inundaban de lágrimas, negó con su cabeza varias veces y acaricio con añoranza su garganta. ̶ Te llevaré al castillo y te curaré ̶ Propuso el príncipe mientras la alzaba en sus brazos. Durante los días siguientes, para la Sirenita empezó una nueva vida: llevaba maravillosos vestidos y acompañaba al príncipe en sus paseos. Una noche fue invitada al baile que daba la corte, pero tal y como había predicho la bruja, cada paso, cada movimiento de las piernas le producía atroces dolores como premio de poder vivir junto a su amado. Aunque no pudiese responder con palabras a las atenciones del príncipe, éste le tenía afecto y la colmaba de gentilezas. Sin embargo, el joven tenía en su corazón a la desconocida dama que había visto cuando fue rescatado después del naufragio. Desde entonces no la había visto más porque, después de ser salvado, la desconocida dama tuvo que partir de inmediato a su país. Cuando estaba con la Sirenita, el príncipe le profesaba a ésta un sincero afecto, pero no desaparecía la otra de su pensamiento. Y la pequeña sirena, que se daba cuenta de que no era ella la predilecta del joven, sufría aún más. Por las noches, la Sirenita dejaba a escondidas el castillo para ir a llorar junto a la playa. Pero el destino le reservaba otra sorpresa. Un día, desde lo alto del torreón del castillo, fue avistada una gran nave que se acercaba al puerto, y el príncipe decidió ir a recibirla acompañado de la Sirenita. La desconocida que el príncipe llevaba en el corazón bajó del barco y, al verla, el joven corrió feliz a su encuentro. La Sirenita, petrificada, sintió un agudo dolor en el corazón y vacío en su interior, aun así La Sirenita sonrió hacia ellos con lágrimas recorriendo por sus mejillas. En aquel momento supo que perdería a su príncipe para siempre. La desconocida dama fue pedida en matrimonio por el príncipe enamorado, y la dama lo aceptó con agrado, puesto que ella también estaba enamorada. Al cabo de unos días de celebrarse la boda, los esposos fueron invitados a hacer un viaje por mar en la gran nave que estaba amarrada todavía en el puerto. La Sirenita también subió a bordo con ellos, y el viaje dio comienzo. Al caer la noche, la Sirenita, angustiada por haber perdido para siempre a su amado, subió a cubierta. Recordando la profecía de la hechicera, estaba dispuesta a sacrificar su vida y a desaparecer en el mar. Procedente del mar, escuchó la llamada de sus hermanas. ̶ ¡Sirenita! ¡Sirenita! ¡Somos nosotras, tus hermanas! ¡Mira! ¿Ves este puñal? Es un puñal mágico que hemos obtenido de la bruja a cambio de nuestros cabellos. ¡Tómalo y, antes de que amanezca, mata al príncipe! Si lo haces, podrás volver a ser una sirenita como antes y olvidarás todas tus penas. Como en un sueño, la Sirenita, sujetando el puñal, se dirigió hacia el camarote de los esposos. Más cuando vio el semblante del príncipe durmiendo, un dolor estremeció su cuerpo y con lagrimas recorriendo su rostro dio un paso hacia atrás. Le dio un beso furtivo y subió de nuevo a cubierta. Cuando ya amanecía, arrojó el arma al mar, dirigió una última mirada al mundo que dejaba y se lanzó entre las olas, dispuesta a desaparecer y volverse espuma. Cuando el sol despuntaba en el horizonte, lanzó un rayo amarillento sobre el mar y, la Sirenita, desde las aguas heladas, se volvió para ver la luz por última vez. Pero de improviso, como por encanto, una fuerza misteriosa la arrancó del agua y la transportó hacia lo más alto del cielo. Las nubes se teñían de rosa y el mar rugía con la primera brisa de la mañana, cuando la pequeña sirena oyó cuchichear en medio de un sonido de campanillas: “¡Sirenita! ¡Sirenita! ¡Ven con nosotras!” ̶ ¿Quiénes son? ̶ murmuró la muchacha, dándose cuenta de que había recobrado la voz. ̶ ¿Dónde están? ̶ ̶ Estás con nosotras en el cielo. ̶̶ respondió una suave voz, tanto como un arrullo.-̶ Somos las hadas del viento. No tenemos alma como los hombres, pero es nuestro deber ayudar a quienes hayan demostrado buena voluntad hacia ellos. La Sirenita, conmovida, miró hacia abajo, hacia el mar en el que navegaba el barco del príncipe, y notó que los ojos se le llenaban de lágrimas, mientras las hadas le susurraban: ̶ ¡Fíjate! Las flores de la tierra esperan que nuestras lágrimas se transformen en rocío de la mañana. ¡Ven con nosotras! Volemos hacia los países cálidos, donde el aire mata a los hombres, para llevar ahí un viento fresco. Por donde pasemos llevaremos socorros y consuelos, y cuando hayamos hecho el bien durante trescientos años, recibiremos un alma inmortal y podremos participar de la eterna felicidad de los hombres ̶ le decían. ̶ ¡Tú has hecho con tu corazón los mismos esfuerzos que nosotras, has sufrido y salido victoriosa de tus pruebas y te has elevado hasta el mundo de los espíritus del aire, donde no depende más que de ti conquistar un alma inmortal por tus buenas acciones! ̶̶ Le dijeron. La Sirenita, levantando los brazos al cielo, lloró por primera vez, sus sollozos inundaban el cielo junto sus lágrimas cayendo a raudales. Oyéronse de nuevo en el buque los cantos de alegría: vio al Príncipe y a su linda esposa mirar con melancolía la espuma juguetona de las olas. La Sirenita, en estado invisible, abrazó a la esposa del Príncipe, envió una sonrisa al esposo y acaricio con dolor su rostro, y en seguida subió con las demás hijas del viento envuelta en una nube color de rosa que se elevó hasta el cielo.
Imagine Zayn Malik - Pedido

HEY BABYS! DEMOROU MAS SAIU!!! 

Nem acredito que consegui reescrever tudinho a tempo! UFA!

Obrigada a todos <3 Esse pedido foi bem legal e espero que a Gab goste !

Boa leitura Xx



- Querido, vai dar Guardiões das Galáxias! – gritei do sofá, zapeando os canais da TV.

- Que horas? – Zayn grita de volta da cozinha

- Daqui á cinco minutos! – minha garganta arranha no final da frase, talvez porque eu tenha gritado muito alto.

- Porque gritar tão alto? – Zayn confirma meu pensamento – Eu estou a dez metros ou menos de você, querida.

- Não sabia que era proibido gritar agora – digo, cruzando os braços e sentindo Zayn sentar ao meu lado.

- Nós moramos num prédio, e já são quase dez horas da noite – ele argumenta olhando para mim – Temos vizinhos que estão dormindo.

Dou de ombros e finjo não me importar com isso, mas a verdade é que se fizermos muito barulho depois das 22h, ganhamos uma multa muito generosa. E nós não precisamos de mais dor de cabeça.

- Amor … – Zayn sussurra no meu ouvido – Você imagina como ele ou ela é?

Instantaneamente coloco a mão na barriga e acaricio-a.

- Você acha que ter escolhido não saber o sexo foi certo? – mudo de assunto, mas não de propósito.

- Não mudaria nada aqui, amor – ele aponta para o peito – Eu amo esse bebê desde o dia que encontrei o teste jogado na sua gaveta – sorrio, lembrando desse fatídico dia – Independente do sexo, meu amor por ele é igual.

Faço uma careta momentânea. Zayn não costuma ter esses devaneios, começou depois que eu fiquei grávida.

- Mas mesmo não sabendo o sexo, eu imagino – ele volta ao assunto e deixo-o falar, aproveitando o carinho que ele começou a fazer na minha barriga – Eu imagino os olhinhos fechados, as mãozinhas bem pequenas, com dedinhos gorduchos para agarrar meus dedos…

- Bochechinhas grandes e vermelhas … – completo, conseguindo visualizar perfeitamente.

Por um tempo ficamos ali, só olhando para a minha barriga e imaginando aquele pequeno ser nos nossos braços e na alegria que ele ou ela nos trará. Como se tivesse realmente nos entendendo, o bebê chuta onde minha mão está, com a de Zayn por cima. Ambos ficamos maravilhados e nos olhamos sorridentes. Ele me dá um cálido beijo nos lábios e voltamos os olhos para a TV, mas nossas mãos continuam no mesmo lugar.

- Amor … – murmuro manhosa

- O que foi, querida? – pelo sorriso dele, já sabe que vou pedir alguma coisa

- Estou com desejo de comer uma coisa

- Fala o que é que eu faço pra você

Rio.

- É que o que eu quero não tem aqui em casa

Zayn olha para mim.

- Amor, não existe lojas abertas as dez e pouca da noite!

- Mas amoooor – prolongo a palavra de um jeito bem manhoso, ele precisa ir comprar pra mim- não quero que o bebê nasça com cara de trufa!

- Meu filho não vai nascer com cara de trufa!

- Só se você for comprar uma pra mim – digo e dou o meu melhor sorriso de orelha a orelha

- E onde eu vou achar trufa uma hora dessas? – ele pergunta desconfiado

- Naquela confeitaria que eu gosto! A dona me adora e diz que eu posso pedir o que quiser a hora que eu quiser! – digo de uma forma bem criança, toda animada.

- Mas poxa, ta na hora da porradaria no filme! – Zayn aponta pra TV

- Shhhhhh – repreendo-o – Não fale palavras feias perto do bebê – coloco as mãos na barriga de um jeito protetor.

- Eu não to conseguindo acompanhar suas mudanças de humor, querida – ele diz balançando a cabeça. Eu cruzo os braços e faço bico, não acreditando que ele ta me chamando de bipolar. Zayn me olha de rabo de olho e começa a gargalhar – Tudo bem, me diz qual sabor você quer.

Mordo os lábios já imaginando o doce derretendo na minha boca.

- Morango! – digo rápido, mas depois falo – Não, doce de leite!

Zayn já estava de pé com as chaves do carro na mão. Ele para e faz a pose de “escolhe logo uma”.

- Já sei! – grito mais animada ainda – Quero os dois sabores!

Zayn balança a cabeça e sai do apartamento, não antes de dar uma boa olhada em mim para verificar se está tudo bem. Volto a ver o filme e sinto o bebê chutando mais algumas vezes, dessa vez mais forte. Tento acalmá-lo, dizendo que logo logo ele estará aqui, mas ele parece não me ouvir ou entender, porque de repente uma dor começa a me perturbar na região pélvica. Fico massageando e tentando esquecer, mas cada minuto que passa, a dor aumenta até ficar insuportável.

Talvez tenha se passado dez ou quinze minutos, eu não sei direito, mas mesmo assim pego o celular para ligar pra Zayn, mas acabo descobrindo que ele deixou o celular na bancada da cozinha. Xingo mentalmente e tento me levantar, mas a dor se intensifica e eu não aguento, começo a gritar e não sei mais o que fazer.

Minutos depois eu ouço alguém batendo na porta, está gritando o meu nome, mas eu não tenho forças para andar até a porta, então grito pra entrar. Meus olhos estão apertados pela dor, mas assim que a pessoa se abaixa e fala comigo, percebo que é Richard.

- O que está acontecendo? Porque está gritando? – ele me pergunta preocupado

Balanço a cabeça, não sabendo como falar e respirar ao mesmo tempo. Só seguro a barriga com mais força quando a dor me acerta e grito mais uma vez.

- Meu Deus, sua bolsa estourou! – ele grita e eu me apavoro – Cadê o Zayn?

- Ele … saiu – consigo dizer entre minha respiração ofegante.

Richard balança a cabeça e percebe o celular na bancada. Ele me pega no colo e me leva pra fora do apartamento, em direção ao elevador. Quando ele me coloca no carro dele, já estou sentindo menos dor, mas as minhas calças estão molhadas e a pressão na minha bexiga é imensa.

- Zayn é um Zé Mané mesmo – ele brinca, tentando me fazer esquecer da dor – Vamos arrumar um jeito de falar com ele, não se preocupe.

Não me preocupar é quase impossível. Eu tô apavorada, com dor e meu marido não está aqui comigo. Eu tenho vontade de chorar quando chegamos ao hospital, principalmente quando nos levam para a sala de parto e a minha médica me diz o que eu já sabia, mas não tinha caído a ficha ainda:

- Então, vamos ver a carinha desse nenê hoje?

Balanço a cabeça positivamente, mas o pânico me atormenta. Richard está animado ao meu lado, não para de sorrir e isso me deixa irritada. Quando a doutora sai da sala, dizendo que uma enfermeira vai vir de cinco em cinco minutos para checar a minha dilatação, digo:

- Se você não parar de mostrar esses dentes, eu vou quebrá-los

Richard ri da minha cara e eu fico séria, logo ele para de sorrir e levanta os braços.

Durante os primeiros dez minutos, a dor vai e volta, vai e volta. Toda vez que grito, uma enfermeira vem e diz que ainda não estou pronta. Começo a me irritar com ela também e quase gritei com ela, mas Richard me segurou. Estou muito perto de xingá-las.

- É o Zayn! – Richard grita ao meu lado e atende o celular.

- Me deixa falar com ele! – me altero e tento pegar o celular, mas a dor me atinge e eu grito. Talvez Zayn tenha pedido para falar comigo, pois Richard me passa o aparelho na mesma hora – CADÊ VOCÊ, ZAYN?

- Oi amor, estou a caminho, estou a caminho – a voz dele está nervosa – Eu fiquei esperando esse tempo todo a dona da loja, ela saiu da cama pra abrir a loja e me vender as suas duas trufas. Infelizmente não tinha a de doce de leite, então trouxe duas de morango.

- ZAYN, EU TÔ SENTINDO DORES ABSURDAS, A ENFERMEIRA DISSE QUE MINHA VAGINA NÃO ESTÁ DILATADA O SUFICIENTE E VOCÊ VEM ME DIZER QUE NÃO TINHA A MINHA TRUFA PREFERIDA?

- Amor, sua trufa preferida é a de maracujá

- AGORA É VOCÊ QUEM DIZ O QUE EU GOSTO OU NÃO? TÁ BRINCANDO COM A MINHA CARA?

- Amor, tudo bem, tudo bem, eu estou a caminho. Respira, aguenta firme que eu já já chego!

- ZAYN, A MINHA VAGINA VAI FICAR DA LARGURADE UMA PORRA DE  TOBOGÃ! VEM LOGO PRA CÁ!

Desligo o celular e volto a gritar, agora sentindo que a dor está mil vezes pior.

Quando a enfermeira entra na sala com a doutora usando luvas, sei que a hora chegou.

- Tudo bem querida, chegou a hora – Dr. Dany tenta me acalmar. Ela abre as minhas pernas e se senta de frente pra elas – Você me disse que não queria anestesia, então você vai sentir muita dor, ok? – arregalo os olhos, mas ela não me deixa contestar – Vou pedir para você respirar fundo e fazer o máximo de força que conseguir. Isso deverá se repetir varias e varias vezes.

Começo a suar e Richard vem para o meu lado. Ele agarra a minha mão e diz que tudo vai ficar bem.

- Você é o pai? – a enfermeira ao meu lado pergunta

- Ele é meu irmão – digo. Ela balança a cabeça e fica quieta.

- Vamos lá – a doutora diz – Um, dois, três e vai!

Respiro fundo e faço força. Dói para cacete.

- De novo, querida

Respiro e faço mais força.

- Mais força dessa vez

Quase quero xingar, por isso grito bem alto e faço o máximo de força que consigo.

Durante muito tempo repito esse processo, o que parece uma eternidade.  A dor fica cada vez maior e quanto mais força eu faço, mais alto eu grito e mais a minha garganta arde e minha cabeça parece explodir. Meus sentidos já estão em frangalhos, minha testa nunca esteve tão suada, e por mais que a enfermeira passe um pano molhado no meu rosto, o calor que sinto é sufocante. Não consigo respirar direito e sinto pressão no diafragma. Começo a pensar que não vou conseguir e começo a chorar e gritar e fazer força, tudo junto. Richard me consola, dizendo que estou quase lá, mas quase não o ouço, a dor é intensa demais.

Um choro estridente preenche o quarto. Minha coluna volta a encostar na cama e um alivio se espalha pelo meu peito. Tento normalizar minha respiração, e quase desmaio, mas me mantenho firme.

- Pode entrar, querido – ouço a médica dizer.

Quase que no mesmo segundo, Zayn vem para o meu lado e beija todo o meu rosto, e com ele está o bebê. Chorando muito muito alto.

- Nossa filha, amor, nossa filha – ele sussurra pra mim, com a voz tremula e lagrimas manchando seu rosto.

Sorrio o quanto posso e beijo seus lábios, voltando a olhar para a pequena menininha nos braços do meu marido. Não contenho as lágrimas e deixo-as virem, numa enxurrada de alivio e amor.

- Desculpa não estar aqui, amor, me perdoa – Zayn pede – A mulher demorou muito e assim que peguei as trufas, meti o pé pra casa, mas quando não te vi lá, fiquei desesperado. A primeira coisa que fiz foi ligar e ouvi seu grito, meu Deus … me perdoa, me perdoa. Peguei transito de lá até aqui, larguei o carro a duas ruas daqui e vim correndo.

Balanço a cabeça varias vezes, sorrindo e passando a mão no cabelo dele.

- Está tudo bem amor, pelo menos você não viu minha vagina com quase quarenta centímetros …

Zayn ri.

- Sua exagerada

- Trouxe minhas trufas?

- Foi a única coisa que peguei antes de deixar o carro lá

Sorrio mais ainda e fecho os olhos, finalmente me sentindo completa.

- Eu te amo – digo

- Eu amo vocês duas – ele completa

/Larry

Camren ha muerto

Camren ha muerto.



-¿Están de acuerdo?.- Dice el hombre de camisa y corbata.


-¿Tenemos otra opción?.- Responde ella de brazos cruzados.


-¿Camila?.- Me miran a mi esperando una respuesta mas educada.


-Si..estoy de acuerdo.- Y siento su mirada pero no tengo el valor para mirarla de vuelta.


-Entonces Lauren…¿vas a oponerte?.- Él sabe como tenernos en sus manos.


-Espero que salga algo bueno de esto.- Dice sin ganas y se levanta de su silla para luego irse.


-No entiendo como puedes salir con alguien con un carácter tan complicado.- Me dice el de camisa.


Yo simplemente lo miro con mi peor cara y luego me levanto para seguir a mi novia.



-Tengo muchas ganas de fumar un cigarrillo y lo peor de todo es que nunca fume en mi vida, ¿eso es raro no?.- Digo sonriendo de lado porque se quien esta detrás mio.


-¿Nunca has fumado un cigarro?…¿que clase de mala influencia eres?…se supone que tienes que fumar cigarros y consumir marihuana o en su defecto haber tenido problemas con la ley.- Rie ella y yo no puedo creer que me este diciendo eso y automáticamente sale una carcajada.


-¿Eres o te haces?- Le pregunto mientras veo como se sienta a mi lado.


-A veces soy…otras veces me hago…- Encoje sus hombros.


-La amo…la amo de tal manera que no podría negarme a nada de lo que me están pidiendo pero esto…esto es demasiado.- Digo soltando todo lo que tengo adentro.


-Ella también te ama Lo…pero sabes muy bien que las cosas se están complicando cada vez mas y mas…- Me acaricia la espalda con suavidad.


-Yo solo quería cumplir mi sueño y ser feliz con la persona que amo, DJ.- Le digo ya con lagrimas en los ojos.


-La fama tiene su precio Jauregui y todas, sin saberlo, lo estamos pagando.- Me abraza de esa manera que jamas pensé que me abrazarían.


No tengo nada mas para decir porque mi llanto ya se apodero de mi cuerpo y de mi alma.



-¿Y Lauren?.- Pregunto a Mani que se encuentra en el sofá, sentada con su celular.


-Esta con Dinah.- Me dice mirándome y deja su celular a un lado, se que viene una charla.


-Iré a verla.- Me encamino hacia donde esta Lauren pero Mani me sostiene el brazo.


-Es mejor que las dejes solas Mila, creo que tiene cosas de que hablar y sabes muy bien que Lauren no esta en condiciones de verte.- Trata de sonar dulce.


-¿Que quieres decir con que no esta en condiciones de verme?.- No entendí el concepto de eso.


-Camila tu mas que nadie conoce a Lauren y sabes que cuando tienen esas reuniones donde les cambian completamente los planes se pone furiosa y se encierra en si misma, tanto que no deja ni que te le acerques por mucho que te ame.- Mani tenia razón, Lauren quedaba irreconocible luego de esas reuniones.


-¿Has oído lo ultimo?.- Le pregunto porque quiero saber su opinion.


-Si y la verdad me parece algo descabellado pero…te apoyo, las apoyo a ambas.- Me acaricia mi mano.


-Siento que estoy haciendo algo mal pero ya no hay vuelta a atrás.- Mi mirada se poza en mis zapatos.


-Todo tiene un precio en esta vida Mila, pero siempre se puede ser feliz al final de todo.- Me sonríe y yo solo la abrazo.


Esto va hacer muy duro, para mi, para Lauren, para las chicas y para los fans.



Estábamos arriba del avión, a punto de despegar para Europa, yo simplemente me puse mis audífonos y me aislé de todos.


FlashBack.


Verla salir en aquella camioneta negra para reunirse con aquel chico, era como un puñal en mi corazón y la verdad es que ni siquiera hice nada para impedirlo.


-Lauren tenemos que seguir grabando.- Me dice Dinah.


-Se supone que somos un grupo y ella esta grabando un dúo con alguien mas.- Suelto de la nada.


-Lo…-Suspira.- Ya hemos hablado de este tema, lo hemos manejado de la mejor manera y no podemos oponernos a nada, estamos bajo contrato y la disquera así lo quiere y así lo va a tener. Ella solamente esta cumpliendo ordenes.- Me dice ella.


-Es el precio de la fama ¿verdad?.- Lo digo para intentar convencerme de alguna manera.


FinFlashBack.


Fue una locura llegar al aeropuerto y que toda esa gente nos esperara como si fuéramos reinas de Inglaterra.

Nos tomamos el tiempo para sacarnos fotos con algunas fans y firmar autógrafos pero mucho no podíamos hacer ya que se nos estaba complicando el tema de la seguridad.


-¡Eso fue una locura!.- Dice Ally entrando a la camioneta.


-¡Increíble!.- Acota Dinah.


Normani, Dinah y Ally siguen emocionadas por todo lo del aeropuerto y yo solo sonrío por compromiso hasta que mi mirada se detiene en ella y siento como todo se derrumba en ese instante.


No soy lo suficiente valiente para mantener la mirada y discretamente dejo de hacerlo.



Obviamente las cosas con Lauren no estaban del todo bien y ni siquiera estaban bien, simplemente me ignoraba cuando y como podía. Se que soy su debilidad y sabe que ella es la mía pero las cosas estaban muy raras.


-Camila tienes una reunión con los productores en la habitación de Lauren.- Dice mi manager.


Yo simplemente asiento con la cabeza, pero me parece raro que tengamos una reunión justo en la habitación de Lauren y justo cuando estábamos en plena gira Europea.


No dudo mas y me dirijo hacia la habitación.

Cuando por fin ingreso, veo a Lauren sentada a un costado, a los productores y a la gente de nuestro equipo.


-¿Sucedió algo?.- Pregunto con temor.


-Ahora que Camila se encuentra aquí vamos a comenzar con lo planeado.- Dice uno de los productores.


-Hemos arreglado una entrevista con Capital FM para que ambas hablen del tema Camren.- Continua diciendo.


-¿¡Que!?.- Lauren frunce el ceño.


-Van a negar todo eso, van a decir que se sienten muy molestas, que todo esto es muy duro, que los fans tienen que parar con esa mentira y toda esa mierda.- Uno de los productores estaba muy molesto.


-Nunca hemos hablado del tema Camren y no veo porque hacerlo ahora.- Lauren siempre atenta.


-Porque es hora de que se termine de una vez por toda todo ese cuento, porque se nos esta yendo de las manos y nadie quiere que esto acabe con la separación de la banda ¿o si?.- Nos mira muy frio.


-Creo que la banda dejo de ser banda cuando Camila fue a grabar un dueto con Shawn.- Acoto Lauren y yo simplemente baje mi mirada.


-¿Quieren seguir con mas drama?.- Pregunta nuestra manager.


-Yo quiero que todo esto acabe.- Murmuro sin levantar mi mirada.


-Entonces ¿hacemos que Camren se muera?.-


Siento su mirada, siento esa mirada que me esta pidiendo que se la devuelva, que me esta pidiendo una respuesta para dar. Yo simplemente se la brindo y ella entiende.


-Esta bien…- Lauren comenta.


-Estoy de acuerdo.- Comento también.


-Perfecto…lo que quiero que hagan es lo siguiente…- Comienza a decir el productor.



Habíamos salido de incógnito a cenar y ahora estábamos volviendo al hotel, Camila había tomado el taxi conmigo porque parece ser que las demás se pusieron en complot para que así fuera.


-No tiene sentido que sigas de esta manera.- Me dice ella.


-¿De que manera?.- Le digo sin mirarla.


-Lauren tenemos que hacerlo, tenemos que dejar de alimentar todo ese tipo de rumores, tenemos que poder vivir lo nuestro.- Me dice con el tono de voz mas bajo, el taxita nos estaba mirando.


-Me da igual lo que piensen, es mi vida privada y nadie se tiene que meter.- Le digo, por fin mirándola.


-Somos famosas Lolo, ahora tu vida privada deja de ser privada.-


-Pues entonces en esa entrevista diré que soy bisexual.- Encojo mis hombros.


-¿Que? ¡no!…¿estas loca?…- Ella se pone nerviosa.


-¿Esta mal decir que soy bisexual?..¿esta mal decir que me enamoro de la persona por lo que es, no por lo que tiene en su parte intima?…¿esta mal?.-


-Lauren esto va a causar mucho mas drama y nos van a terminar separando, la banda va a terminar en la ruina.- Camila trata de calmarme.


-¿Eso es lo que te importa?…¿que la banda quede en la ruina?.- Frunzo mi ceño.


-No Lo…- La interrumpo.


-¡Banda que por cierto has dejado de lado para ir a grabar un dueto con Shawn!.- Dije lo mas irritada que podía.


-Hemos llegado Srtas.- Dice el taxista.


Simplemente salgo del taxi y Camila me sigue, gritando mi nombre.



Acabamos de hacer la entrevista y me siento peor que antes, creo que mis palabras fueron mucho mas duras que las palabras de Camila pero estaba con muchas ganas de largar todo ahí mismo.


-¿¡Como se te ocurre decir que nadie es decisión tuya a quien amar!?.- El productor se acerca de nuevo a nosotras.


-Nadie me dice a quien debo o no amar.- Digo sin mas.


-¡Acabas de dar a entender que eres bisexual!.- Él me grita.


-¡Deja el drama, yo no di a entender nada y de una vez por todas déjame vivir mi vida en paz!.- Estaba realmente cansada de toda esta mierda.


No dije nada y fui directamente a mi habitación, que justamente tenia un balcón directo a una hermosa vista sin necesidad de estar a la vista de los fans.

Tome mi bolso y saque algo que realmente necesitaba en estos momentos de mierda.


-¿Que haces?.- Dinah entro a mi habitación y me sorprendió con algo en mis manos.- Dime que no es lo que estoy pensando…- Ella se acerca mas.


-Yo…- No logro decir mas nada porque ella me lo arrebata de la mano.


-¿¡Marihuana!? ¿enserio Lauren?…que bajo has caído.- Me dice con su rostro molesto.


-Es mi única salida ¿ok?…estoy muerta de miedo, no doy mas de los nervios…ne…necesito calmarme.- Me excuso pero se que no es lo mejor que puedo hacer.


-¡Dime que es una puta broma Lauren!…-Niego con mi cabeza.- ¿Hace cuanto consumes?.-


-No es como si consumiera todo el tiempo…solo…solo cuando me estresa todo esto, solo de vez en cuando…-


-¿Camila lo sabe?.- Yo bajo mi mirada.


-Camila sabe todo de mi, es imposible que no sepa de esto.-


-¿Y que piensa?.- Se cruza de brazos.


-Me ha dejado sin sexo tres meses.- Rio ante lo duro que fue para mi pero mi amiga no se ríe.- Me dejo sin sexi, si, pero también me dijo que si me veía con algo como eso otra vez iba a dejarme y no le importaba cuanto me amaba.-


-Ella te ama de una manera terrible pero tú estas siendo egoísta al encerrarte en tu puto mundo de depresión y nervios.- Se sienta a mi lado.- Lo, te quiero demasiado y no quiero que arruines tu vida y mucho menos lo que tienes con Mila.-


-Ya no se que es lo que tengo con Camz.- Mi mirada se pierde en el paisaje.


No escucho mas nada solo siento sus brazos como me protegen de una manera excepcional.



-Camren esta muriendo lentamente.- Dice el productor con una gran sonrisa.


Todas las chicas lo miramos con mala cara y él simplemente se va sin decir mas.


-Me iré a descansar un momento, no me siento bien.- Dice Lauren y mi mente se pone alerta.


-Iré contigo.- Digo sin mas y todas nos miran.


-Puedo sola Camila.- Sus ojos me miran.


-Prefiero acompañarte sin embargo.- Le brindo mi mejor sonrisa y ella suspira.


Se que le he ganado la batalla pero todavía queda la guerra.



Entro a mi habitación y ella viene detrás de mi, yo trato de no prestarle atención pero me es imposible porque su perfume me puede y me pudo siempre.


-¿Podemos hablar?.- Sabia que no se iba a quedar callada.


-No me siento bien Camila.- Le respondo mientras me saco mi chaqueta.


-No eres la única que no se siente bien, yo también me siento mal.- Dice ella.


-¿Si?…pues no se nota.- Odiaba sacar mi mal humor con ella.


-Vamos Lauren…sabias que todo esto algún día iba a explotar.- Se sienta en el sofá, justo enfrente de mi cama.


-Si no hubieras aceptado lo de Shawn esto no hubiera pasado.- Digo mas furiosa.


-¿Ahora es mi culpa?…disculpa pero yo no fui quien invento Camren.- No, no vayas por ahí Camila porque esto no termina bien.


-¿Quien siguio la idea? ¿quien se reía de todo eso? ¿quien nunca lo negó?…¿quien eh?.-


-Tu sabes que eramos amigas.- Se cruza de brazos.


-Muy amigas no eramos ya que metías tu lengua hasta mi estomago.- Cuando digo eso se que me voy a arrepentir de haberlo dicho.


Y como lo dije, me iba arrepentir de decirlo porque ahora Camila había impactado su mano derecha en mi mejilla izquierda.


-¿¡Que mierda haces!?.- Le contesto furiosa por lo que había hecho.


En ese momento la puerta comienza a sonar y yo con mi mejor cara me dirijo a abrirla.


-Ally.- Digo sorprendida.


-Necesito hablar con ustedes.- Dice seria.


-Al no es un buen momento.- Trato de ser dulce con ella, porque ella se merece lo mejor de mi, hasta incluso se merece el amor de todo este puto mundo porque es lo mas bueno que existe en esta mierda de planeta.


-Por favor Lo…- Cuando hace esa carita me puede.


Sin mas deje que entrara a la habitación y fue en busca de Camila para saludarla.



-Necesito que ambas se siente ahí y me escuchen.- Ally nos señalo la cama y ella fue en busca de un futon para sentarse enfrente de nosotras.


-Quiero que me escuchen con atención y luego me digan que deciden hacer con respecto a ustedes.- Ella nos dice y nosotras no entendemos nada pero no podemos negarnos a Ally.


-Cuando cada una, por separado, me contó lo que estaban planeando los de la disquera. Realmente me puse mal, me puse mal porque son dos chicas que se aman con todo su ser y lo que estaban planeando no era algo digno para ustedes. Pero obviamente todo tiene su precio y se que ambas lo pensaron por el bien de la banda, lo pensaron por su sueños y por el amor que se tienen. Sabíamos que los fans estaban involucrados con Camren pero lo que no sabíamos era que a tal magnitud y debo confesar que hasta me daba miedo que algunos fans sepan que es lo que hacían y que no, realmente era tenebroso pero los entiendo. También entiendo a la industria, ellos generan dinero con nostras cantando, con nosotras actuando, con nosotras riendo y jugando pero generan mas dinero con nostras saliendo de fiesta con One Direction o con Justin Bieber o simplemente saliendo con chicos de moda, eso les genera mucho mas dinero que nuestro talento. Hemos firmado contrato y lamentablemente no hemos visto las letras pequeñas, porque les aseguro que en esas letras indicaba todo esto que estamos pasando.

Quiero que le vean el lado positivo a todo esto…ustedes acaban de matar Camren, acaban de finalizar con el “amorío” para dejarlo en una simple “amistad” y que todos los fans crean que así lo es, pero todos sabemos que no es así, ustedes se aman mas allá de todo y no tienen porque estar de esta manera, no tienen porque discutir o pelear. Camren es una hermosa historia que los fans han creado y ustedes han hecho realidad. Camren es la mas hermosa historia de amor que me ha tocado vivir desde adentro y les juro que les contare a mis nietos esta hermosa y bella historia.

Camren no ha muerto, Camren sigue mas vivo que nunca y pueden estar tranquilas porque para el mundo es solo una “hermosa amistad”.- Ally sonríe.


No se como ni cuando pero de mis ojos solo salen lagrimas y Camila sostiene mi mano. La miro y veo como sus ojos están rojos y las lagrimas ya caídas por sus mejillas. No me contengo mas y la abrazo. La abrazo porque la extraño, porque la amo y jamas le haría daño.


-Camren no va a morir…te lo juro.- Le susurro al oído.


Ella me toma de las mejillas y me besa.


-Nunca va a morir mi amor, nunca.- Susurra en mis labios.

  • Pedido, pt 1

Conheço Gemma há tempo o suficiente para saber que o irmão dela não me suporta, o que é estranho já que nunca lhe aborreci. Quando chego na casa deles a primeira coisa que ele faz é se deitar no sofá para que eu não me sente, o que é bem imbecil e infantil. Se estamos jantando ele mastiga e ri com a boca bem aberta para que eu veja seu alimento, Gem nunca notou o comportamento retardado do irmão e toda vez que comento algo ela ri e diz ele tá tão na sua o que me irrita profundamente.

- Anne, sei que está passando por um momento difícil e cheio de incertezas mas quero que tu lembre da pessoa incrível que é. Você criou dois filhos maravilhosos, amorosos e que te amam muito! Você é uma pessoa altruísta, inteligente e muito amorosa e sem sombra de dúvidas vai encontrar alguém que te ame, tanto quanto tu ama o James!

Digo as palavras do fundo do coração e vejo um pequeno sorriso no rosto dela, abraço Anne e tento conforta-lá. Sei que minhas palavras não serão o suficiente para acabar com a dor dela e nem apagarão a traição do marido, mas as digo com maior carinho do mundo.

- Eu não sei o que seria de mim sem vocês -Anne diz entre as lágrimas e abraça eu e Gemma, ficamos abraçadas por alguns minutos e depois de muito esforço conseguimos convence-lá a sair do quarto para comer alguma coisa.

Na mesma noite que Anne descobriu a traição do atual marido uma forte tempestade castigava Londres, fazendo não só eu mas boa parte da população ficar com medo.

Estava secando meu cabelo em frente ao espelho do banheiro quando escutei Harry ao telefone, não deu para ouvir muita coisa mas ele tava basicamente desmarcando o encontro com uma menina para ficar com a mãe. Mesmo não tendo muita intimidade com ele fiquei feliz, agora pode ser que Anne se anime mais com os dois filhos.

- Gente, eu vou indo lá antes que o mundo desmorone -digo e coloco a mochila nas costas.

- Fica querida, vou fazer lasanha -Anne pede sorrindo.

- Eu já estou aqui há dois dias ocupando espaço no sofá -digo mandando indireta.

Harry que antes estava olhando para o celular me olha e dá um meio sorriso antes de voltar a olhar para o scrã.

- Se o Harry não ficasse deitado o dia todo na merda do sofá, talvez tivéssemos mais visitas!

- Eu trabalho, fico cansado e você não faz porra nenhuma Gemma!

- Sabe porque nem uma amiga minha vem na minha casa Harry?

- Ah vai dizer que a culpa é minha agora? -ele altera a voz e Gemma se levanta.

- Claro que é! Se você não tenta transar com elas age como um idiota grosseiro!

- Se quiser que eu transe com todas por mim tudo bem! -ele grita e se levanta também.

- Vai se foder Harry! -Gemma grita e o empurra.

- Para de agir como uma vadia louca -ele ri irônico e empurra ela também.

- Vadia louca? vadia é sua namorada que transa com seu amigo escondida na escola!

Gemma diz com raiva e Harry fica om os olhos fixos nela, seus punhos estão cerrados e ele apenas dá um longo suspiro antes de sair pela porta da frente.

- Você pegou pesado demais, querida! -Anne diz triste indo para a cozinha.

Me sinto imensamente culpada pela recente discussão e começo a me sentir mal no momento em que vejo Gem com os olhos marejados, me sento no sofá para abraça-lá mas ela se levanta e corre para garagem. Não demora muito para que eu escute o barulho da moto e veja seu reflexo pela janela.

- Não se sinta mal, já tem bastante tempo que eu percebi uma tensão entre eles.

- Acho que é porque Gem está saindo com o amigo do Harry!

- É bem provável que seja, Harry ama Gemma e só quer protege-lá.

- Ela também o ama só tem dificuldades de demonstrar -digo e ela sorri assentindo.

- Você é uma boa menina S/n, fico feliz que minha filha tenha alguém como você!

Nenhum dos dois volta para casa a tempo do jantar, por isso eu opto por jantar com Anne. Passo boa parte da noite conversando com ela sobre tudo e tomando taças de vinho, lembro que contei até  sétima depois tudo começou a ficar engraçado e nós começamos a dançar no meio da sala.

- Ai -murmuro quando sinto minha cabeça suspensa.

- Shhh -vai acordar a mamãe.

Olho para cima e estou no colo do Harry, encosto minha cabeça em seu peito e ele continua a subir as escadas. Harry me coloca na sua cama e eu me encolho por conta do frio, tento formular alguma frase mas minha voz soa muito grogue então desisto e fecho os olhos.

[…]

Escuto um barulho de batida e então abro meus olhos lentamente, pisco algumas vezes e sinto eles cada vez mais pesados. Minha cabeça lateja a cada piscada e eu começo a me arrepender das sete taças de vinho que abriram meu porre. Me sento na cama e coço os olhos observando o quarto do Harry. As paredes são brancas e não tem muita coisa, só um roupeiro, uma comoda com um abajur e a cama.

- Bom dia -ele diz assim que entra no quarto e eu aperto os olhos tentando enxergá-lo.

- Que horas são? -pergunto me levantando.

- Tenho duas noticias para você!

- Que noticias? -pergunto calçando o tênis.

- A primeira é que minha querida irmã não quer falar com você e nem comigo, e a segunda é que você perdeu o horário de aula -ele olha no relógio- são dez da manhã!

- Que bela bosta -digo e sinto uma pontada na minha cabeça.

- Se quiser deitar mais um pouco, eu posso te trazer um remédio.

- Por que está sendo legal, Harry? -pergunto com os olhos fechados tentando cessar a dor.

- Eu vi o que você falou para minha mãe ontem e achei muito legal!

- Não precisa fingir gostar de mim só porque eu realmente gosto da sua mãe -digo.

- E você não precisa ser grossa comigo porque estou sendo legal.

- Eu era legal e você era grosso comigo -rebato e ele se senta na cama do meu lado.

- Não seja como eu, não sou um bom exemplo a ser seguido. -ele diz calmamente e me entrega um remédio.

- Isso eu sei -digo e ele ri pelo nariz.

- Na verdade, não sei porque sou um babaca com você!

- Você não gosta de mim, é a unica explicação plausível.

- Tenho sentimentos forte por você só não decidi se são negativos ou positivos.

- Quando decidir me avisa, tá? -digo calmamente e me levanto indo em direção a porta.

- Tenta não cair na escada -ele grita enquanto eu desço.

- Você se sentiria muito culpado não é? -digo e escuto sua risada.

[…]

Quando chego na escola no dia seguinte, Gemma me ignora totalmente e se senta com as outras meninas. Me sento no meu habitual lugar e começo a copiar a matéria da prova, a aula se arrasta e a cada período que passa eu faço contagem regressiva para ir embora.


Deveríamos sair hoje a noite x H


Já vi você mastigando com a boca bem aberta, dispenso!

Quem disse que era pra comer?

Ah então era pra que, não me diga transar, por favor

Na verdade queria te levar para ver um show da minha banda

Vai ser legal?

Só vai saber se você for :)

Me pega as oito.

O resto da aula passa depressa e logo o sinal da liberdade ecoa pelos quatro cantos da escola, enquanto caminho em direção ao portão vejo Zayn e Gemma abraçados. Ele me olha e sorri e ela apenas olha e continua andando para o lado oposto ao meu. Não consigo achar nenhum bom motivo para que ela sinta raiva de mim, talvez ela só precise de um tempo para ela, espero que seja isso.

Fico deitada assistindo televisão até as sete e depois começo a me arrumar para sair, visto uma calça jeans, um cropped e meu casaco da Nasa (meu favorito), prendo metade do meu cabelo e bagunço ele um pouco. Estava acabando de comer um pedaço de pizza quando escutei a buzina do carro, me despedi da mãe e sai.

- Oi -digo assim que sento no banco do passageiro.

- Ta bonita S/n, nem parece você -ele diz e e eu reviro os olhos.

- Se você for ser um babaca me avisa, que eu nem vou!

- Oh, merda -ele diz e arranca- esqueci que você não gosta da minha personalidade.

- Nunca disse isso!

- Então você gosta?

- Nunca disse isso também -digo e coloco o sinto- Coloca o sinto, Harry.

- Puxa aqui pra mim, vou tentar passar esse caminhão.

Estico o braço para puxar e não consigo, solto o sinto e coloco os joelho em cima do banco do passageiro, puxo o sinto e sinto a respiração do Harry no meu pescoço, olho para o mesmo e ele olha para minha boca e então volta a olhar para estrada.

[…]

Assim que chegamos na casa de show vejo Gemma e mais alguns amigos do Harry na frente do local nos esperando, ou melhor, esperando ele. Ele desce e da uma corridinha para o outro lado, enquanto tiro o sinto ele abre a porta para eu descer. Quando Gemma coloca os olhos em mim vejo surpresa em seu olhar.

- Acho que você deveria saber que sua irmã está me ignorando -digo enquanto caminhamos.

- Vamos ignorar ela também -ele diz sorrindo e coloca o braço em cima de mim.

Passamos por eles e então entramos. A casa de show é agradável e totalmente diferente do que eu imaginava, o lugar é composto por mesas e cadeiras por todo meio e nas laterais tem bares com algumas bebidas e uma máquina de refrigerante.

- Quer um refrigerante? -Harry pergunta quando sento na mesa com ele.

- Não, obrigado! -respondo olhando para todo o lugar.

- Gostou?

- Sim -digo sorrindo- o que vocês vão cantar?

- Temos algumas músicas autorais vamos cantar elas, e mais alguns clássicos.

- Boa -digo e olho para ele.

Harry está vestindo uma camisa preta lisa e uma jaqueta jeans, calça preta e o cabelo protegido por um gorro cinza. Tipico.

- Acho que vou tentar falar com a Gem -digo e suspiro.

- Não acho que seja uma boa ideia, mas se você quer fazer isso posso ir com você!

- Isso certamente não ajudaria, raiva em dose dupla -digo e ele ri.

Caminho até a rua e a vejo encostada no carro do Zayn com mais alguns meninos.

- Oi -digo e ela me olha com desdém.

- Por que está falando comigo? Não deveria estar ocupada transando com meu irmão?

Ela diz e todos me olham, sinto meu rosto queimar e respiro fundo para não mandar ela ir a merda na frente dos amigos dela.

- Sabe que não estou transando com seu irmão!

- Não eu não sei, S/n! Você dormiu com ele na noite passada -ela grita- não achei que você fosse uma vadia, mas é. Não se esqueça: você é só mais uma para ele!

Meu olho arde e uma única lágrima pequena cai em meu rosto secando na metade antes mesmo de cair, olho para todos e dou um sorriso sem humor saindo do local. Viro para o lado oposto da casa de shows indo em direção ao metro. Além de me sentir triste to me sentindo envergonhada, ser chamada de vadia já não é uma coisa boa, agora ser chamada de vadia pela sua melhor amiga é pior ainda.

Cade você? (20:27)

Eu fiz alguma coisa?

Desculpa, achei que você gostasse de música ao vivo! (20:27)

Só me diz que está bem, não quero subir no palco sem saber que você está viva! (20:34)

Compro uma passagem e me sento esperando o trem passar, leio as mensagens de Harry e prefiro não responder nenhuma. Não demora muito para que o trem chegue.


Zayn me contou, aquilo que ela disse não é verdade!  (20:46)

A parte que eu sou uma vadia ou a que sou só mais uma? (20:48)

Nada disso é verdade! Me diz onde você está, vou te buscar. (20:48)

Obrigado mas já estou no trem! (20:49)

Desce na estação perto da minha casa vou estar te esperando lá em baixo (20:52)

Harry, para de agir como se eu fosse especial, sei que você só quer transar comigo para irritar a Gemma!! (20:53)

Só me espera na porra da estação, a Gemma não sabe o que fala! (20:53)

To dirigindo já, nem tente me impedir (20:53)

Larga esse celular, se morrer conversando comigo vou sentir remorso (20:55)

Desço na estação St. Pancras e logo vejo Harry parado com as mãos no bolso, seu maxilar ta contraído e ele caminha até mim assim que me vê.

- Desculpa. -ele pede e me abraça.

Aperto suas costas durante o abraço e ele minha cintura, Harry começa a falar alguma coisa mas eu o interrompo com um beijo. Ele me beija calmamente e coloca uma mão na minha nuca me puxando para perto dele, roço nossos lábios e suspiro com o rosto ainda bem perto do dele, o mesmo segura minha cintura me dando suporte ao perceber que eu estava na ponta dos pés.

- Se for só mais uma transa que seja boa então -digo me afastando dele.

- Você não é só mais uma transa para mim, queria que você não tivesse escutado as coisas que minha irmã disse mas você escutou a única coisa que te peço é que, não acredite!

- Harry..

- É sério S/n me dá uma chance de te provar que não sou um idiota!

- E se você for?

- Eu não sou, eu juro -ele diz e acaricia meu queixo como polegar.

Harry me beija novamente e eu sinto meu corpo arrepiar com seu toque delicado. É um beijo bom e sem condenação de ponteiros, quando estou me perdendo em um labirinto escuro de incertezas ele para o beijo e sela meus lábios.

- Quer ir lá pra casa? -ele pergunta- não é pra transar -diz rapidamente me fazendo rir.

- E a Gemma?

- Vai dormir no Zayn!

[…]

Harry tira sua camisa e me da, coloco a camisa e corro para cama. Me deito e o mesmo me puxa para perto colocando minha cabeça em seu peito.

- Eu decidi. -diz depois de um longo tempo de silêncio-

- O que?

- Meus sentimentos por ti -diz com a voz rouca e eu olho para ele.

- E ai?

- Estamos deitados na mesma cama, abraçados, você é a primeira menina que entra no meu quarto, o que acha disso?

Abro um largo sorriso e o beijo novamente.

- Devíamos ficar juntos!

- Estamos juntos -ele diz e acaricia meu rosto.

- Estamos?

- Sim!

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida. Não deixe o amor passar.

anamazinggirl-sof  asked:

Algo sobre la Luna? Saludos, que tengas buenas noches.

El Pastor enamorado, de Fernando Pessoa…

Alta en el cielo, va la luna de Primavera,
Pienso en ti y dentro de mí estás entera.
Aquí viene, por las grandes praderas, corriendo hacia mí, la leve brisa.
Pienso en ti, murmuro tu nombre; y no me siento yo: estoy feliz.
Mañana vendrás, irás conmigo a recoger flores en la pradera…

Todo e qualquer canto me acolhia, ouvindo quietinho o meu murmuro a soar — me olha, me nota, me escolhe e me tira daqui. Eu também posso, também sei, eu também quero mas ninguém parecia se importar. E isso correu desde os jogos aos amores, desde os times as dores, eu era um canto qualquer cheio de um alguém invisível, eu sou.
—  Everton.
Imagine - Liam Payne

Como prometido, hoje vai ter mais um imagine, e vai ser Já amei NY. Espero que gostem

Pedido: Pode fazer um em que ela é cantora e chega muito estressada do estúdio, aí ele quer fazer sexo e ela não tá afim, aí ele entende e pede pra fazer uma massagem nela, ela relaxa e desabafa sobre o trabalho. Por favor!!💙


- Encarramos por hoje, (S/N)! – Maicon grita para mim nos fones de ouvido e eu o tiro. – Foi muito bom hoje, (S/A).

- É! Posso ir? – Caminho até minha bolsa para pegar o celular. – Estou ficando com dor de cabeça.

- Pode! Claro! Nos vemos amanhã? – Ele abre os braços para me abraçar e eu me aninho entre eles.

- Sim! Mesmo horário de hoje?

- Sim. Vou chamar o carro para te buscar. – Ele me solta e analisa meu rosto. – Você não está em condições de dirigir hoje…

- Não estou mesmo.

Maicon me acompanha desde o início da minha carreira; nos tronamos amigos logo de cara e um mês depois ele confessou para mim que era gay. Ainda lembro dele rindo da minha cara de surpresa. Ele é quase um irmão. Parte da família ele já é; minha mãe ama ele.

- (S/A), vamos indo lá para frente? O carro já vai chegar. – Maicon pega a minha bolsa e eu saio com uma garrafinha de água nas mãos. – Liam vai estar em casa hoje?

- Não lembro… acho que ele falou algo de sair à tarde. – Suspiro frustrada. – Eu estava atrasada para sair, não conversei com ele direito.

- Bom, se ele não estiver, tome um banho e durma um pouco. Você precisa descansar.- Concordei com a cabeça e vi o carro preto chagando.

Maicon abriu a porta para mim e o motorista, Thomas, sorriu para mim perguntando se íamos direto para casa.

- Thomas, pare no primeiro fast food que você encontrar. – Ele assentiu com a cabeça. – E que Maicon não me ouça dizer isso. – Ouvi a risada do motorista.

Para minha segurança, pedimos no drive true. Pedi um lanche simples de frango e muita batata frita. No combo vinha refrigerante, então pagamos, pegamos a comida e eu fui beliscando até chagar em casa. Guardei o que tinha restado de comida no saquinho, me despedi de Thomas e entrei na imensa casa que dividia com Liam a um pouco mais de um ano.

- (S/A)? – A voz de Liam vinha da cozinha e eu caminhei até lá.

- Oi! – O abracei e dei um beijinho rápido em seus lábios.

Quando fui sair da cozinha, Liam segura meu braço e me puxa contra ele iniciando um beijo que indicava muito bem o que ele queria. O beijo era meio bruto e as mãos de Liam me seguravam com força. O mesmo me ergueu e me pôs sentada sobre a ilha de mármore que ficava no centro da cozinha.

- Não, Liam! – O empurrei pelos ombros.

A cara de surpresa de Liam quase me fez mudar de ideia, mas estava esgotada demais para qualquer coisa e minha cabeça estava voltando a latejar.

- Não estou no clima, Liam. Sinto muito. – Desci da ilha e caminhei para fora da cozinha; subi as escadas que me levaram para o nosso quarto.

Peguei meu pijama e roupas intimas limpas para, em seguida, me trancar no banheiro. O barulho do chuveiro fez com que eu me tranquilizasse e relaxasse graças ao contato da água quente com meu corpo tenso.

Após me enxugar com a toalha mais macia que havia no banheiro, vesti minhas roupas intimas e meu pijama.

Ao abrir a porta do banheiro, vi Liam sentado na nossa cama com a maior cara de cachorro que caiu da mudança.

- O que aconteceu? – Liam levantou-se e caminhou até mim.

- Nada. – Disse emburrada e quando passei por ele, o mesmo me segurou pelo braço.

- Me conta, vai… quero ajudar você… – Liam fez bico e eu revirei os olhos para não sorrir. – Que tal uma massagem, hm?

Liam soltou meu braço e foi para trás de mim, pondo suas mãos em meus ombros e os pressionando suavemente. Um arrepio correu pelo meu corpo e Liam beijou minha nuca.

- Prefere deitar? – Liam pergunta no meu ouvido e eu assinto com a cabeça.

Deito meu corpo na cama de bruços e sinto Liam sentar nas minhas pernas, um pouco mais baixo do meu bumbum. Suas mãos voltaram a relaxar meus músculos próximo a nuca e eu me sentia cada vez mais leve.

- Me conta, o que aconteceu? -  A voz de Liam me despertou.

- O trabalho. – Murmuro. – Fiquei o dia todo trancada no estúdio comendo salada com frango e bebendo água. Reescrevi mais de cinco músicas para gravar. Os empresários ficam pressionando sobre o CD novo. Já estou quase desistindo.

- Você não pode desistir. – Liam fala calmo. – Você tem trabalhado tanto nesse álbum. Não pode largar agora…

- Eu sei. Mas estou tão frustrada com essa pressa toda. Não quero entregar as coisas às pressas para quem me acompanha.

- Diga isso aos caras de gravata! – Liam altera um pouco a voz, mas em seguida se recompõem. – Conversa com eles. Eles precisam de você tanto o quanto você precisa deles.

- Eu sei. – Acabo suspirando com uma das caricias de Liam no meu ombro.

- Se você fizer isso de novo, vou arrancar suas roupas a força. – Ele resmunga.

- Desculpa. – Rimos juntos. – Obrigada!

Liam deita ao meu lado e fica me olhando. Subo minha mão direita até seu rosto.

- Obrigada, por tudo. – Sorri fraquinho para ele.

- Não tem o que agradecer. – Ele veio para pertinho para me dar um beijinho. – Te amo.

amor

eu me sento num banco cercado de árvores e flores e espero por você enquanto você chega com palavras em mãos e palavras em mente e palavras sendo colocadas a minha frente. eu espero o sol se por e te pergunto se a escuridão que engoliu tudo é assustadora ou simplesmente bela e você me explica que beleza sempre assusta. você fala sobre a mulher que coleciona borboletas e te pergunta todos os dias se você está bem e eu murmuro algo baixinho pensando sobre a mulher e me perguntando todos os dias se você está bem. eu gosto de contar os quadradinhos da calçada enquanto você fala sobre o filme que assistiu e sua voz é linda e são muitos quadradinhos. eu corro atrasada pelas ruas enquanto meu telefone toca e eu sei que é você e saber que é você não me faz parar, mas faz algo em mim sorrir, mesmo que eu não tenha tempo para sorrisos porque é você e eu sei. você gosta de falar sobre os diferentes tipos de legumes que existem e eu realmente não sei o que é interessante sobre tudo isso mas sua fala é animada e bonita e seu cabelo está arrumado e bonito e o mundo é colorido e bonito e legumes são de repente interessantes. eu sempre falo sobre a poesia e as palavras que tem me visitado e você sempre mexe no meu cabelo e concorda com um sorriso e repete alguma coisa, como se fosse um mantra, mesmo sendo a primeira vez que tais palavras foram ditas. eu falo sobre shakespeare. shakespeare? e seus olhos brilham enquanto eu te conto sobre romeu e sobre julieta e sobre as alegrias violentas e os fins violentos e o amor e a tragédia. nós não falamos nada enquanto algo grandioso acontece dentro de nós – individualmente - e cada um apenas escuta o silêncio enquanto mundos colapsam em nossas mentes e tudo é surpreendentemente confortável. e eu repito sobre o amor e a tragédia e talvez você já tenha se cansado de tudo isso, mas eu ainda falo e você ainda ouve e há amor e a tragédia nunca chega. mas a tragédia chegará. romeu e julieta amaram-se por cinco atos e é a maior tragédia de todos os tempos. os nossos atos já são incontáveis e nossa tragédia não chegou. mas chegará. e eu te olho e você me olha de volta e há luz lá fora e há amor e há tragédia. e você não deixa isso nos assustar, por mais que seja bonito. nos amaremos em cada ato que tivermos.

Reação do Got7: Te encontrando se masturbando

(Eu tô muito mal psicologicamente hoje e meus dias tem acontecido umas merdas que me deixam muito para baixo, desculpa mesmo pelo atraso, meu anjo, espero que goste)


(Versão do BTS)


Mark Tuan:

Particularmente, eu tenho uma única certeza para Mark nesse tipo de situação: Ele amaria assistir. Seria tudo muito repentino para ele, claro, Mark não é inocente e ficaria muito excitado em te ver se masturbando, querendo marcar cada centímetro da sua coxa a caminho da sua vagina e parar suas mãos que massageavam seu clítoris só para te ver tremer com o orgasmo interrompido, no entanto, não sabia se era mesmo certo fazer isso. Ele adoraria abrir aquela porta, abaixar a calça e te foder até que vocês tivessem certeza que escutariam as reclamações dos vizinhos na manhã, mas você estava tão imersa naquilo. Talvez seu plano inicial fique para uma próxima vez, porque Mark não se importaria de tocar a si próprio hoje no corredor. Ah, e outra certeza que você pode ter: Ele vai descontar toda a frustração de ter se segurado na próxima noite que tiverem juntos.

Originally posted by mayfifolle


Im Jaebum:

Dois fetiches que é certo que ele tem é: Te ver se masturbando e que você tenha que pedir permissão para tudo envolvendo sexo, principalmente se tocar quando ele não está por perto. Você não sabia que Jaebum estaria voltando hoje da China e quando ele apareceu no seu quarto, com sua situação deplorável de lábios avermelhados de tanto morde-los, uma mão dentro da calça aberta e seu par agarrando os lençóis com força o bastante para pintar a ponta dos seus dedos de branco e os mamilos eretos marcados pelo tecido leve da blusa denunciando sua infração nas regras que ele tinha na cama, cada segundo do relógio pareceu se arrastar. Sem falar uma palavra, Jaebum subiu em cima de você, espalhando seus beijos e suas marcas no seu pescoço, tirando cada peça de roupa que te cobria a base da força e da falta de paciência, rasgando a maioria delas. Quando pensou que ele ia te tocar ou te punir, Jaebum se afastou, puxando uma cadeira e se sentando diante de você, longe da cama. A partir dali, ordenando cada movimento que você podia ou não fazer no seu corpo despido.

— Eu… Posso g-gozar? P-p-por favor

— Não vai ser tão fácil assim, princesa, pare — Ordenou, se sentando mais ereto na cadeira — Esse nosso joguinho vai durar horas, não pense que vai vir tão cedo

Originally posted by saranghaeyojw


Jackson Wang:

Ele estava tão cansado que nem escutou um ruído seu ou sequer desconfiou que você estava no seu momento até abrir a porta. De todas as maneiras que Jackson esperava ser recebido, você deixando tudo a mostra com as pernas abertas e o sutiã abaixado não era uma das que tinha em mente. Jackson afastaria o choque rápido como seu sono desapareceu, erguendo um sorriso que levantava suas bochechas. Ele pegou seu rosto e te beijou, decidindo te ajudar apesar de tudo. Quando a boca dele desceu o suficiente para estar grudado na sua vagina, Jackson fez tudo lentamente, trazendo seus gemidos aos poucos, acompanhados do desespero eminente por ele não querer ir mais rápido, nem com você puxando ele mais para perto pelo cabelo. Jackson foi bom de querer te ajudar, mas tirar uma lasquinha de aproveito para te ver trêmula e implorando não era exatamente errado.

— Você tem que falar claramente o que quer, Jagi, eu não estou te entendendo — Sussurraria, depois que você implorasse um “Por favor” sem nexo.

Originally posted by got7official


Park Jinyoung:

Na cabeça dele, seu trabalho era te fazer feliz e, se o seu feliz do momento dependesse dele para te ajudar a vir, Jinyoung não se importaria. Ele sabe bem mais do que simplesmente da onde os bebês vem, mas ficaria tímido em ver você uma bagunça por desejo e pensamentos impuros com ele. Sem deixar isso muito evidente, além do rubor nas bochechas dele, Jinyoung seguiria com a respiração quente te deixando arrepiada até chegar na borda da sua calcinha, tirando-a sem pressa, beijando sua barriga e mantendo os olhos grudados no seu.

— Jagi, chamou? — Perguntou ele inocentemente abrindo a porta, logo após ter escutado um murmuro com seu nome.

Originally posted by marktuqn


Choi Youngjae:

Assustado e tímido, talvez? Você e Youngjae estavam sentados na cama, com as mãos dele dentro da sua blusa acariciando sua pele e seu quadril rebolando no colo dele, mas ele recebeu uma ligação da JYP e teve que urgente voltar para a gravadora. Logo que ele trancou a porta de casa e saiu, o sentimento de vazio, de uma chama viva que não foi apagada começou a crescer e antes que você tivesse noção do que estava fazendo, sua calcinha estava a altura do tornozelo e seus dedos massageavam sua feminidade. Demorou minutos para Youngjae voltar e quando entrou de novo no seu quarto, vendo você assim, o baque da porta se fechando com força te assustou mais do que ele ali no geral.

— Eu não posso te deixar sozinha nem por cinco minutos quase?

Originally posted by jypnior


Bambam:

Não foi de propósito, não aquela vez, mas pode ter certeza que depois de ver o quão gostosa você fica se masturbando, as próximas vezes seriam totalmente propositais. Bambam estaria se arrastando pelo chão de cansaço para poder chegar no quarto e você dessa maneira foi uma surpresa que ele adoraria ter todo dia, ele não confiava na pouca energia que tinha para te ajudar, porém ele teria todo o prazer de te assistir gozar. Bambam também usaria isso mais tarde para te provocar e rir da sua cara de constrangimento, nada que ele não pararia se vesse você incomodada.

— Não pare por minha causa — Diria ele, presunçoso

Originally posted by umma-jy

(Ignore as legendas)


Kim Yugyeom: 

“Yugyeom?” Você chamou o nome que já escapou do seus lábios dezenas de vezes aquela noite, mas agora estava em dúvida. Aquela sombra no corredor era ele? Aquela voz gemendo sob a sua era dele? Você já reconhecia tudo sobre seu namorado, contudo, Yugyeom não deveria estar aqui, nem deveria estar com as mãos lambuzadas fechadas ao redor do próprio pênis. Vocês ficaram se encarando, as luzes iluminando o rosto dele e confirmando sua presença conforme ele ia entrando no quarto, mostrando o suor que refletia na sua pele e seu membro descoberto para fora da calça. Yugyeom correu os olhos pelos seus seios e a mão por cima do tecido da calcinha, perdendo um ar que não percebeu que tinha segurado.

Originally posted by chattyang


~Miah

Mensagens - Jin
  • Categoria: Sweet
  • 1234 palavras
  • Pedido feito por @beeapotato

Achei esse imagine bem amorzinho!❤❤  Espero que gostem! Amo vocês meus bolinhos! Espero que tenham uma bela e iluminada semana (◡‿◡✿)


Despertei do sono lentamente abrindo meus olhos e apreciando a bela escuridão que ainda pairava sobre o quarto.

Virando-me para o criado mudo ao lado da cama, pego sonolentamente meu celular apenas para ver as horas. O brilho inicial do celular foi tanto que deixei o mesmo cair sobre meu rosto machucando meu nariz.

- ai… - gemi baixinho esfregando o meu rosto enquanto o pegava novamente.

“03:49”

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Imagine - Liam Payne

Foi meio feito as pressas e pelo celular… espero que gostem! Beijos

Pedido:  Oie, poderia fazer um imagine pra mim q a garota é medica e o Liam q é marido dela reclama q ela so trabalha e nao tem tempo pra ele, ela diz q é o trabalho dela e enquanto ele ta de mimimi e carencia alguem pode ta morrendo e ela poderia evitar e vai trabalhar. Nesse dia entra um atirador no hospital e faz todos de refem, aponta uma arma pra cabeça dela e a usa pra fugir mas acaba sendo baleado e atira nela, ela fica bem depois de uma cirurgia e promete pro Liam q vai ser uma esposa melhor obg


Estava exausta.

O plantão parecia ter durando muito mais do que realmente foi. Minhas pernas e braços latejavam por conta dos esforços no hospital e tudo que eu queria era um banho e minha cama. Só.

Liam já dormia quando pus os pés no quarto e, depois de um banho tranquilo, me deitei ao seu lado bem devagar para não acorda-lo.

- Que horas são? – Liam pergunta assim que eu ponho a cabeça no travesseiro.

- Duas. Duas da manhã. – Eu digo e me ajeito na cama.

- Você demorou hoje. – Ele resmunga.

- Tivemos uma emergência. Era uma criança, eu tive que assumir por ser clínica geral.  Era grave. – Murmuro ao me lembrar da criança na maca. – Vamos dormir, sim? Você também deve estar cansado.

E ao invés de uma resposta tranquila, Liam bufa e levanta da cama indo para o banheiro.

Eu vou relaxando aos poucos e, por fim, consigo dormir até o celular de Liam despertar. Estranho, afinal, é sábado, mas Liam o desliga e continuo dormindo.

São dez horas da minha quando meu celular começa tocar com o toque estridente que preciso mudar.

- Alô? – Resmungo ouvindo Liam bufar.

- Dra. (S/N)? É Deise do hospital. – A voz dela era tão aguda e preocupada que eu me sentei na cama às pressas.

- Sim, sou eu, o que aconteceu?

- Jenni, a menina que entrou na emergência, teve o caso agravado. Me pediram para ligar pra você. – Eu sentia minhas mãos começarem a tremer, não gostava quando me ligavam para esses casos por que sempre entrava em pânico.

- Já estou indo. – Desligo o telefone em seguida e procuro qualquer roupa para vestir.

- Onde você vai? – Liam pergunta quando me vê com o jaleco na mão.

- Para o hospital, houve uma emergência com aquela menina que eu te falei. Precisam de mim.

- E eles não têm mais ninguém? – Sua foz demostra grande chateação.

- Eles precisam de mim, Liam!

- E quando você vai se dar conta de que eu também preciso? – Ele diz assim que seguro a maçaneta da porta do nosso quarto. Eu travo.

- Você não pode fazer isso comigo, não agora. – Me viro devagar para ele sentindo meus olhos marejarem.

- (S/N), eu sou seu marido. Preciso de você mais do que ninguém. – Ele suspira e passa a mão pelos cabelos. – Quantas noites faz que não dormimos juntos?

- Eu não acredito. – Eu rio e encaro o teto. – Você quer discutir sobre sexo enquanto tem uma pessoa morrendo no hospital? Sério mesmo?

- Não é sobre sexo, é sobre sua companhia. – Ele bate com as mãos sobre a cama com fúria.

- Quer saber? Fique aí com suas preocupações sobre minha falta de companheirismo que eu vou salvar as pessoas que são mais gratas pelos meus esforços. – Eu abro a porta. – Não sei por que insisto em voltar para você. – Bato a porta com força e saio correndo de casa.

Jenni teve três paradas cardíacas seguidas e apenas depois de duas horas conseguimos manter ela estável. Houve diversos sangramentos pelo seu nariz e a cada vez que ouvia o bipe de sua máquina, meu coração se lembrava da discussão com Liam.

- Todo mundo para o chão agora! – Uma voz masculina gritou em meio aos corredores, tiros ecoavam pelo hospital e a porta do quarto em que estava com Jenni foi escancarada. – Eu sempre tive uma tara por médicas.

- O que está acontecendo? – A mão do cara armado segurou meu braço me arrastando para longe da paciente. – Me solta! – Puxei meu braço com força levando um apertão mais forte como resposta.

- Fique quieta antes que eu arrebente seus miolos. – Ele disse entredentes.

- Meu deus! – Soltei entre um suspiro.

Eu via sangue escorrendo de portas e de pessoas. O corredor tinha marcas de mãos nas paredes e um grito de socorro quase escapou pelos meus lábios. Sirenes eram ouvidas do lado de fora do hospital. Fui arrastada até as grandes portas de entrada. London Bridge sempre havia sido minha segunda casa, desde os tempos de residência. E agora ele passava a ser um filme de horror.

- Largue a médica agora e renda-se, Sr. Jones. – Um policial gritou com a arma apontada para nós.

- Ora, já sabem até o meu nome. Me sinto honrado! – Descemos os poucos degraus da entrada do hospital. – Sabem, essa mocinha aqui foi bem resistente em vir comigo. – Ele puxou meus cabelos e a arma foi apoiada na minha têmpora com força.

- Larga minha esposa! – A voz de Liam soou alta e minha visão embasada de lagrimas o viu ser empurrado por policiais.

- Ah, essa bonequinha tem marido. – Ele me encarou. – Tem filhos também? – Neguei com a cabeça. – Então não tem problema se morrer.

O som da arma ser destravada, ecoou muito mais alto em meus ouvidos do que realmente era. Mas o som do primeiro tiro foi ouvido distante por mim e, ao ouvir o segundo tio, uma queimação tomou conta do meu corpo e eu apaguei.

O barulho irritante das maquinas que eu mais odiava me acordaram, o bipe constante me fazia lembrar do primeiro caso grave que eu fui responsável, eu ouvi a máquina daquele homem gritar após seu último suspiro; desde então, faço o possível para meus pacientes não serem ligados a ela.

- (S/A)? – Liam me chamou baixinho e eu pisquei várias vezes até focar minha visão em seu rosto inchado.

- Oi. – Minha voz saiu rouca. Levei a mão até a bandagem próxima a minha barriga.

- Não, não mexe. Ele acertou meio que de raspão, mas te deixou em estado grave. – Ele suspira e apoia a cabeça em meu peito. – Achei que ia perder você.

- Me desculpe, Liam, pelas palavras rudes de hoje. – Ele ergue a cabaça para me olhar.

- Hoje foi a primeira vez que você saiu de casa sem me ouvir dizer eu te amo. Quando eu vi você cair, achei que nunca mais ia poder dizer isso para você. – Ele beija meus lábios de levinho.

- Me desculpe, eu vou tentar melhorar, mas amo o que faço e, mesmo amando você mais, quero ajudar sempre que possível. – Confesso baixinho.

- Eu vou ser mais compreensivo. Prometo! – Ele me beija.

- Vamos melhorar! Eu vou melhorar. Por nós.

One Shot Harry Styles

Semana HStyles ♡


As batidas da música ecoam por minha cabeça, mas eu estou em um estado de embriaguez total, eu não sei o que estou fazendo e somente não consigo raciocinar direito as minhas decisões. Talvez tenha sido por isso que acabei de aceitar ir para a casa de Harry Styles mesmo depois de tudo, mas agora isso apenas me parece ser o certo a se fazer.

Entramos em sua casa enquanto ele distribui beijos em minha nuca e suas mãos trabalham em todos os caminhos possíveis para todas as partes do meu corpo, aonde seus dedos tocam eu posso sentir queimar e isso me deixa extasiada. Tomamos o caminhos de seu quarto, que eu conheço bem, e ao entrar no local, logo sou arremessada na cama sorrindo com o quão apressado Harry é ao não demorar para estar sobre mim marcando meu pescoço com chupões enquanto suas mãos abaixa as alças de meu vestido deixando meus seios a mostra e sua disposição.

Não demora muito para que curtos gemidos saiam por meus lábios ao sentir suas grandes mãos massagearem meus seios enquanto sinto a pele do meu pescoço ser sugada. Seus lábios seguem um caminho até meu ombro e depois descem um pouco mais até que meu mamilo esquerdo esteja, de forma prazerosa, entre os dentes brancos e alinhados para logo depois ser acariciado pela língua quente e macia.

Com os olhos fechados sentindo um dos meus mamilos ser sugado e mordiscado, meu corpo ficava mais quente com os toques de Harry, ele conhece cada lugar estratégico do meu corpo.

Sem mais delongas, Harry me despiu distribuindo beijos por todo o meu corpo e logo depois tirou a própria roupa me puxando para sentar em seu colo.

— Eu sabia que você iria voltar… — Harry sussurra em meu ouvido suas mãos que estão espalmadas em minha bunda apertam o local com firmeza me fazendo gemer baixo — Agora cavalga em mim, sua cachorra!

Sinto um tapa forte em minha bunda e choramingo me levantando um pouco para me encaixar em seu membro e começo a cavalgar como me foi mandado. As mãos de Harry me ajudam com os movimentos de sobe e desce os mantendo como ele quer, ora lento, ora mais rápido. Alguns minutos depois sou colocada de quatro para ter alguns tapas na bunda e Harry estocando fundo e forte fazendo meu corpo ir para frente e voltar com suas mãos apertando minha cintura.  

Não demora para que eu goze gemendo alto e Harry atinge seu limite logo depois gozando dentro de mim. Ele solta minha cintura se jogando ao meu lado e eu apenas deixo meu corpo cair cansado sobre a cama para que logo depois eu esteja dormindo.

Estiquei meu corpo sobre a cama macia antes de abrir meus olhos e passar a mão sobre meu rosto. A primeira visão que tenho são algumas fotos colada na parede e em uma delas estou eu e Harry sorrindo em frente a Times Square.

— Merda…

Murmuro assim que percebo onde eu estou, eu consigo me lembrar de parte das coisas que aconteceram noite passada, uma dessas coisas é o toque de Harry em meu corpo e a forma que minha pele queimava nas pontas de seus dedos.

— Oops meu amor, você acordou na minha cama. — a voz rouca de Harry disse com um pitada de ironia — Oops nós terminamos e pelo que eu me lembro você disse que somos melhores como amigos.

— Dá um tempo, Harry.

Respiro fundo me levantando da cama e começo a catar minha roupa jogada no chão sem dar atenção para o Harry que está sentado em uma poltrona no canto do quarto com sorriso satisfeito no rosto. Maldita hora que eu não saí daquela maldita balada quando eu o vi lá sorrindo para mim e só agora percebo que tudo que aconteceu talvez tivesse sido premeditado por ele.

Agora a única coisa que passa por minha cabeça é a sensação de ter suas mãos correndo soltas e livres por meu corpo me fazendo entrar em combustão.  

— Eu darei um tempo quando você admitir que foi precipitação sua terminar comigo, quando tudo o que você mais quer é que eu te dê prazer como sempre fazia.

— Para com isso, Harry. Somos amigos! Amigos! — eu afirmei enquanto me vestia rapidamente sob o olhar selvagem dele.

— Amigos não fazem sexo como fizemos ontem e vamos continuar fazendo. — ele disse com convicção e eu ri.

— Não vamos continuar fazendo… Não vai se repetir.

— Como pode ter tanta certeza se você não consegue resistir a mim?

Harry se levantou e eu pude notar que ele ainda está nu enquanto ele caminhava em minha direção. Já próximo o suficiente ele me puxou contra seu corpo com um braço em volta da minha cintura.

— Eu preciso de você e não sei o que fazer… — ele começou olhando em meus olhos — Nós somos bons juntos. Nós passeamos, nos divertimos e eu só desejo que toda manhã venha com você ao meu lado, amor.

Harry disse tudo olhando em meus olhos e eu pude sentir a sinceridade de suas palavras me fazer derreter e entrar novamente nesse jogo. Talvez eu tenha mesmo me precipitado com o fim do nosso namoro, talvez eu só queria um pouquinho de liberdade que logo me fez sentir falta dele e esse é um dos motivos de eu ter acordado em sua cama.

— Se fosse escolha minha eu usaria uma máquina do tempo para voltar no dia que eu te disse adeus. — acaricio seu rosto com meu polegar e sorrio — Mas o que posso fazer agora é confirmar que somos oficialmente mais que amigos.

E com um sorriso grande no rosto de Harry e um beijo, selamos o nosso play again para agora fazer tudo certo do jeito que não fizemos na nossa última tentativa.




Esse 1s foi inspirado na música Oops do Little mix ❤

Espero que tenham gostado, dê sua opinião e deixe o seu importante favorito para que eu saiba que estão gostando 💋

- Tay