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Alguém te feriu? Desculpa e esquece
Aparece quem te insulta? Perdoa e silencia
Sofres perseguição? Cala-te e trabalha
Ofensas e agressões? Olvida e serve
Não passes recibo às afrontas
Prossegue fazendo o bem
Quando se entreguam ao mal não sabem o que fazem; está afirmativa equivale a dizer que desconhecem quando isso lhes custará
—  Emmanuel

“Por que existe preconceito no mundo? Por que tem gente passando fome? Por que existem pessoas que não sabem amar? Por que existe tanta guerra, tanta violência, tanta morte, tanta injustiça? Não seria bem melhor se fosse excesso de amor, se fosse excesso de alegria, se fosse excesso de amizade, se fosse excesso de ajuda e compaixão? Será que não está na hora dessa história mudar? Será que você está fazendo sua parte? Será que eu estou fazendo minha parte? Será que não é preciso tentarmos sermos seres humanos melhores para tudo melhorar, para termos um mundo mais feliz?

(Luiza Corrêa Cunha)

E se a gente tivesse mais amor, cuidado, respeito, carinho, consideração e compaixão pelo próximo? E se a gente fosse um pouco mais atento ao outro? E se a gente se colocasse no lugar dele? E se a gente fosse menos mesquinho, amargo, duas caras e irônico? O mundo certamente seria bem melhor, né? Sempre é tempo de (re)começar.
—  Clarissa Corrêa.
Se o mundo inteiro pudesse
O dia, a hora que fosse
Se um avisasse o outro
Parece, mas não é pouco
Se cada um conseguisse
Ouvir o que o outro disse
Ao menos por um segundo
Pensar melhor para o mundo
Querer o bem do planeta
Deixar de ser picareta
Talvez o amanhã nasceria
Com o Sol e com alegria
Se um dia o mundo inteiro
Não fosse mais estrangeiro.
—  Tati Tavares.

Na manhã desta quinta-feira dia 7 de abril de 2011, no colégio Tasso da Silveira no Rio de Janeiro, 12 crianças tiveram suas vidas interrompidas de forma brutal. 12 famílias perderam seus anjos e razões para seguir em frente. 11 crianças continuam internadas, quatro em estado grave. É difícil compreender e encontrar as palavras certas para descrever o sentimento que se forma dentro de alguém que apenas presencia isso de forma distante. Então, pensem nas famílias, parentes, amigos. Nos pequenos que presenciaram tal atrocidade. Para quem é mãe, a dor pode ser sentida de modo ainda mais angustiante, mesmo de forma tão distante, ela está presente. É hora de fazermos o pouco que está ao nosso alcance. É o momento de nos unirmos e orarmos. Orarmos por essas crianças, inocentes, apenas crianças que perderam suas vidas tão cedo. Orarmos por essas crianças, que se encontram internadas, que lutam por suas vidas. Orarmos por essas famílias, para que elas encontrem sua lucidez, em toda esta loucura, encontrem forças, para a superação. Orarmos, por um mundo melhor. CHEGA de violência. Oremos por PAZ. Oremos por todas as mentes perturbadas, e que Deus possa iluminá-las. Oremos o quanto pudermos, vamos fazer o que está aqui bem ao nosso alcance. Basta ter fé.

Isto não é poesia, não é nenhum tipo de tentativa de ser poeta ou de endireitar o que me atinge de forma tão estúpida. Isto não é literatura, não é a declamação de um louco na esquina do mundo tentando convencer a multidão que escorre pelas avenidas que existe salvação. Meu peito está esmagado, meu coração é um fio esticado de alta tensão. Minhas mãos exibem palavras que deturpam a solidão. Nada me segura, nada me detém. Sou a ponta de um icebergue com os olhos voltados pra trás, do pouco que me exponho, guardo o sangue que escorre e se mistura ao mar. Viajo milhas e milhas suicidas pra ancorar na minha própria fé que acredita em um mundo melhor. A minha paranoia é esta, eu destruo tudo e reconstruo tudo, sou um trem descarrilhado cheio de sonhos.
—  Elisa Bartlett
Estou cansado e… eu quero ir dormir. Me livrar de todos essas decepções é tormentos dentro de mim. Sei que estou sendo egoísta. Mas eu quero que você saiba do fundo do meu coração que… não quero mais levantar por mim mesmo. Esse vazio é muito grande para escondê-lo. Meus olhos pesam muito é o medo de levantar sozinho é aterrador. Eu não quero acordar sozinho. Não quero me sentir sozinho nunca mais, realmente eu quero ir. Então não tente me levantar pela manhã já que terei ido embora. Mas por favor, pegue nas minhas mãos, mesmo frias, eu sinto muito medo. Esse calafrios na minha alma, roga por alivio no inexistente. Mas há de existir outro mundo, um mundo melhor, ele tem que existir.
—  Guilherme Teruel.

“Me corta o coração em saber que podem ter pequenos anjinhos passando frio e fome, me corta o coração em saber que existem seres humanos sem um lar, que existem pessoas que reclamam e estão preocupadas com coisas tão banais, enquanto estes se contentam com tão pouco. Quando que tudo isso irá acabar? Quando chegará o dia em que os sonhos tão pequenos serão nossa realidade? Em que estes sonhos farão nosso mundo, um mundo melhor?”

(Luiza Corrêa Cunha)