mundo-cruel

Dava pra ver em seus olhos a dor que ela trazia, não conseguia ser o que sentia. Sentia muito, fazia pouco. Ela tinha uma tempestade dentro de si. Chuviscos que, quando colocados para fora, se transformavam em lágrimas. Era de dar dó da mocinha. Tinha medo de tudo, do mundo. Era cruel demais. As pessoas, as coisas, as palavras, as mentiras, os julgamentos.. Ela não conseguia entender. E quando perguntava pra si o porquê, ficava sem resposta. Era uma ironia. Queria mudar o mundo com o amor, mas por culpa do mundo, acabou criando medo dele. Carregava em seu coração medos e desejos, amores e desamores, coisas impossíveis. Fechava os olhos ao ver o tal mocinho dito imutável que jamais melhoraria por ela. E lembrava de uma frase que tinha lido em um certo lugar, uma certa vez: Não vale a pena se ferir pelo o que não te cura. E, não valia. Mas, como toda mocinha com um coração igual ao dela, todos os avisos e antídotos eram em vão. Sentia raiva dos sentimentos. Eram traiçoeiros e valiosos. Lamentava por saber que, eles perderam seu devido valor. Se derramava em palavras, se perdia nas entrelinhas, na busca de procurar se entender. Ninguém a compreendia. Vivia cercada de críticos. Pareciam detonar qualquer atitude, qualquer palavra, qualquer movimento que ela fazia. Comentários que lhe partia o coração. Não que ela não soubesse quem era ou duvidasse de si, mas você sabe, algumas coisas simplesmente ferem. Ela tinha um colorido de emoções. Por vezes, furacão. Outras, calmaria. Acreditava no destino, amava romance e em outras coisas bonitas que a gente vê por ai. Sorria pra o vento, desabava no chão.
—  Rhayssa Alves.

vi un video, de unas personas, bueno, no merecen ser llamadas personas, unos individuos que obligaban a sus hijas de cinco años a pelear, a golpes, una de las niñas pedía que cesara, ella no quería pelear, pero su madre la amenazaba con golpearla si no lo hacia… Díganme, ¿qué clase de mundo es este? Me parte el corazón ver eso, ¿Qué culpa tienen esas criaturas? Ninguna. No sé exactamente en qué mundo vivirán mis hijos, pero no quiero que sea así.

“Se é gorda, não serve. Se é magra demais, não serve. Se é baixinha, não te alcança . Se é alta, fica feio. Se é gostosa, é fútil. Se não tem peito e bunda é reta. Se fala eu te amo toda hora é falsa. Se não fala é fria. Se é rico, é metido. Se é pobre, é coitado. Se é engraçado quer se amostrar. Se é quieto, é sem graça. Então seja o que você quiser . Nada vai estar bom pras pessoas mesmo.”