muhajaba

So I had a conversation with a girl who was convinced that its ok for non-muslim girls to wear hijab for a day as a ‘social experiment’. Before I say what I am going to say I understand that there will be differences in opinion, but heres mine. Religious appropriation is a thing and it happens just as frequent as cultural appropriation. If you want to perform a 'social experiment’ using hijab then you gather up a bunch of muhajabas and interview them individually. Not enough? Go find some MUSLIM women who don’t wear hijab and have them perform the experiment wearing hijab. I am tired of seeing a bunch of sorority girls in chacos wearing a hijab saying they have so much respect for women who wear hijab because it was difficult for them to wear it for the few hours they did. NO. You should have already respected women who wore hijab in the first place. Do I have to walk around in someone else’s religious dress wear in order to respect them? Nope, and neither do you. Yes I understand that hijab is one of the biggest forms of dawah, but giving someone a hijab to get the idea of what it is for us will never sit right with me. As far as I’m concerned no one will ever understand the past 12 years of wearing hijab like I do. And thats how it is for all muhajabas. We all have different experiences and most are willing to vocalize them. If a non-muslim woman is interested in hijab then you sit her down and explain the whole package to her instead of throwing a hijab on to her. She’s got to sign up in order to play on the team.

O Hijab - Reflexão para mulher muçulmana:

Minha jornada para liberdade Por Sumayyah Joan

Fazem três anos que eu estava diante de duas irmãs muçulmanas declarando abertamente a minha crença em Allah (Deus Único) e em Seu Mensageiro (que a paz e bênçãos estejam com ele). Saindo da escuridão da descrença para a luz do Islam , e o engraçado é que encontrei tanta liberdade na mesma coisa que antes estava me afastando do Islam: O hijab . Mesmo que eu receba uma ampla gama de olhares estranhos nas ruas, risos e comentários, essa sobre vestimenta me faz sentir honrada, segura e acarinhada!

A palavra hijab vem da palavra árabe “hajaba”, que significa esconder da vista. Acontece que para a cultura ocidental, as mulheres que não revelam sua beleza em público, exibindo-a perante a sociedade, são vistas como invisíveis, sem sexualidade e atrasadas. Muitas vezes me confundem com freira ou me chamam de terrorista… percebo as reações contrárias ao hijab por parte de muitas pessoas, por isso para muitas mulheres, ele é o verdadeiro teste para ser muçulmana.

Mas, na realidade, usar o hijab é fácil!

Foi instruindo à mulher muçulmana o uso do hijab e Allah (swt) dá as muçulmanas prescrições que certamente elas podem suportar.

Diz Allah (swt): “Jamais imporemos a uma alma uma carga superior às suas forças, pois possuímos o Livro, que proclama a justiça e, assim, não serão defraudados”. (Alcorão 23:62)

Infelizmente, Satanás e seus soldados estão chamando a mulher muçulmana para escravizá-la perante os criados, fazendo-a esquecer-se de sua servidão ao Criador. A castidade, modéstia e piedade são, enganosamente, mostradas como algemas que privam a mulher de sua liberdade pessoal.

Allah (swt) adverte os crentes para que não deixe Satanás enganá-los, como enganou a seus pais, Adão e Eva (que a paz esteja sobre eles).

Falando em nome da moda, da cultura e do modernismo, Satanás conseguiu levar as mulheres dos dias de hoje a perderem sua modéstia e pudor e agora ele faz isso também com as muçulmanas.

Desde o auge do movimento feminista, houve um aumento nas discussões e análises da vestimenta e do status das mulheres muçulmanas. De acordo com essas mulheres “modernas e liberais”, o hijab não só cobre a cabeça, mas também abrange a mente, vontade e intelecto. Elas dizem que o nosso código de vestimenta é desatualizado e opressivo e nos impede de sermos seres humanos produtivas. Elas falam por ignorância, que o hijab não pertence aos tempos modernos, sendo que na verdade, devido à diminuição constante dos valores morais no mundo de hoje, as circunstâncias fazem o hijab ainda mais necessário.

Desde o início da civilização, vestidos soltos e lenços sempre foram associados à piedade ou “consciência de Deus”. As representação cristãs dos primeiros Profetas e suas mulheres são semelhantes as vestimentas prescrita à muçulmana, vemos um claro exemplo disso nas representações da figura de Maria, mão de Jesus (que a paz estejam com eles). Esta tradição de modéstia é citada no Alcorão:

“Ó filhos de Adão, enviamos-vos vestimentas, tanto para dissimulardes vossas vergonhas, como para o vosso aparato; porém, o pudor é preferível! Isso é um dos sinais de Deus, para que meditem” (7: 26).

Allah (swt) ordenou o hijab para a mulher muçulmana a fim de protegê-la do perigo…

Ele conhece Sua criação e sabe que quando as mulheres fazem deslumbrantes exibições de si mesmas, usando roupas indecentes, com corpos perfumados e rostos maquiados, aumenta o desvio sexual da sociedade em geral.

Muitos dos que estão equivocados, tendem a pensar que o hijab é uma prisão portátil que restringe nossas mentes, vidas e corações. Ele não é nenhuma dessas coisas e para não ser vítima de tais idéias, temos que começar a entender o que o hijab realmente é: Uma fonte de liberdade, dignidade e proteção.

O que o Hijab é …

Um ato de obediência ao Criador. Um ato de honra e dignidade. Um ato de Crença e Fé . Um ato de modéstia . Um ato de Pureza . Um ato de timidez . Um ato de justiça . Um escudo.

O que o Hijab não é …

Algo novo, as mulheres muçulmanas seguem o exemplo das mulheres justas do passado, como Maria, mãe Jesus. Não é um símbolo de opressão . Não é necessário em lugares não-públicos, onde existam apenas mulheres e parentes próximos do sexo masculino . Ele não é um impedimento à liberdade da mulher para expressar seus pontos de vista e opinião, ou ter uma educação e uma carreira. Não é um ato de desafio, confronto ou protesto contra os não-muçulmanos . Ele não é uma prisão portátil!

“Quanto aos muçulmanos e às muçulmanas, aos fiéis e às fiéis, aos consagrados e às consagradas, aos verazes e às verazes, aos perseverantes e às perseverantes, aos humildes e às humildes, aos caritativos e às caritativas, aos jejuadores e às jejuadoras, aos recatados e às recatadas, aos que se recordam muito de Deus e às que se recordam d’Ele, saibam que Deus lhes tem destinado a indulgência e uma magnífica recompensa.” (Alcorão 33: 35)

LOOKING FOR THE PERFECT WOMAN !!??

One afternoon, A Man and his friend were sitting in a cafe, drinking tea and talking about life and love. His friend asked:

“How come you never married?

”“Well,” said The Man “to tell you the truth, I spent my youth looking for the perfect woman.

In Cairo I met a beautiful and intelligent woman, but she was unkind.

Then in Baghdad, I met a woman who was a wonderful and generous soul, but we had no common interests.

One woman after another would seem just right, but there would always be something missing.

Then, one day, I met her. Beautiful, intelligent, generous and kind. We had very much in common.

In fact, she was perfect!”“What happened?” asked the Man’s friend,

“Why didn’t you marry her?” The Man sipped his tea reflectively.

“Well,” he replied, “it’s really the sad story of my life… It seemed she was looking for the perfect man….

“A man dreams of a perfect wife whilst a woman dreams of a perfect husband yet they don’t realize that they’ve been created to complete one another.”