mt-jo

Promessas para você:

Quando em aflição: Mt 11:28,29; Sl 23:4; Sl 121:1,2; Jo 16:3.
Quando desamparado: Sl 27:10; Sl 34:6-8; Sl 37:25; Sl 57:1; Is 12:2; Is 35:4; Jr 29:13.
Quando doente: Sl 23:5; Sl 103:3; Jr 17:14; Is 54:7,8; Rm 8:18; 2Co 12:9; Nm 6:24-26.
Quando sentir solidão: Sf 3:17; Is 25:4; Sl 34:8; Sl 68:5; Sl 145:18; Is 51:11; Jo 14:16-18; Gn 28:15.
Quando preocupado, ansioso: Mt 6:25-34; Sl 37:5; Sl 42:11; Sl 118:5; Lc 12:27-29; Fp 4:19.
Quando perder um ente querido: 1Ts 4:13-18; Mt 5:4; Jo 5:25-28; 1Co 15:51,52; Ap 14:13; Ap 21:4; Is 25:8,9.
Quando desejar paz: Jo 14:27; Is 26:3,4; Is 48:18; Fp 4:4-7; Sl 37:11; Sl 119:165; Pv 3:1,2; Rm 5:1; Ne 6:24-26.
Quando sentir tristeza: Jo 14:1-3; Jo 15:11; Sl 42:11; Sl 118:14; Rm 15:13; Fp 4:4; Is 35:10; Is 57:15.
Quando em perigo: Sl 16:8; Sl 18:2; Sl 23:4; Sl 27:3; Sl 34:7; Sl 91:1-16; Hb 13:6; Pv 18:10.
Quando sentir medo: Sl 4:8; Sl 27:1, 3; Sl 28:7; Sl 121:1-8; Hb 13:6; Lc 12:7; Mt 8:26; Is 41:13; Is 43:1.
Quando em pecado: Sl 32:1; Sl 103:3, 10-13; 1Jo 1:9; Rm 6:23; Rm 8:1; Is 1:18; Is 44:22; Jo 3:16.
Quando perdido, sem rumo: Is 30:21; Js 1:9; Jr 6:16; Sl 32:8; Sl 73:23,24; Rm 8:14; Jo 16:13; Pv 4:18.
Quando desejar salvação: Jo 3:16; At 16:31; Hb 9:28; Ef 2:8; Rm 6:22, 23; Mt 1:21; Jo 6:40; Sl 62:1.

#1: Depravação Total

Explanação: 

 O ponto de vista que alguém toma a respeito da salvação será determinado, em grande escala, pelo conceito que essa pessoa tem a respeito do pecado e de seus efeitos sobre a natureza humana. Por isso, o primeiro ponto é a doutrina bíblica da depravação total.  Uma definição desse conceito, é: “Nossa corrupção pecaminosa é tão profunda e tão forte que nos torna escravos do pecado e moralmente incapazes de vencer nossas próprias rebelião e cegueira. Tal inabilidade de salvarmos a nós mesmos é total. Nós somos completamente dependentes da graça de Deus para vencer a nossa rebelião, nos dar olhos para ver e, efetivamente, nos aproximar do Salvador”. (Cinco pontos- John Piper). Quando nós falamos do homem como sendo totalmente depravado, quer dizer que sua natureza é corrupta, perversa e totalmente pecaminosa. O adjetivo “total” não significa que cada pecador está tão completamente corrompido em suas ações e pensamentos quanto lhe seja possível ser. O termo é usado para indicar que todo o ser do homem foi afetado pelo pecado. A corrupção estende-se a todas as partes do homem, corpo e alma. O pecado afetou a totalidade das faculdades humanas - sua mente, sua vontade, etc. (Confissão de Fé, VI, 2). Também se pode usar o adjetivo “total” para incluir nele toda a raça humana, sem exceção. Como resultado dessa corrupção inata, o homem natural é totalmente incapaz de fazer qualquer coisa espiritualmente boa. É o que se quer dizer por “inabilidade total”. A inabilidade referida nessa terminologia é a “inabilidade espiritual”. Significa que o pecador está tão espiritualmente falido que ele nada pode fazer com respeito à sua salvação. É evidente que muitas pessoas não salvas, quando julgadas pelos padrões humanos, possuem qualidades admiráveis e realizam atos virtuosos. Porém, no campo espiritual, quando julgadas pelos padrões divinos, são incapazes de fazer o bem (Confissão de Fé, XVI, 1 e 7). O homem natural está escravizado pelo pecado: é filho de Satanás, rebelde para com Deus, cego para com a verdade, corrompido e incapaz de salvar-se a si mesmo ou de preparar-se para a salvação. Em resumo, o não regenerado está morto em pecado e sua vontade está escravizada à sua natureza má. O homem não veio das mãos do seu Criador nessa condição depravada. Deus fez a Adão perfeito, sem qualquer maldade em sua natureza. Originalmente, a vontade de Adão estava livre do domínio do pecado. Ele não estava sujeito a qualquer compulsão natural para escolher o mal; porém, por sua queda, trouxe a morte espiritual sobre si mesmo e sobre toda a sua posteridade. Desse modo, lançou a si mesmo e a toda a raça na ruína espiritual e perdeu para si e para os seus descendentes a habilidade de fazer escolhas certas no campo espiritual. Seus descendentes ainda são livres para escolher - todo homem faz escolhas em sua vida - mas, visto que a geração de Adão nasce com natureza pecaminosa, não tem a habilidade para escolher o bem ao invés do mal. Por conseguinte, a vontade do homem não é mais livre (i.e., livre do domínio do pecado) como era livre a vontade de Adão, antes da queda. Em vez disso, a vontade do homem, como resultado da depravação herdada, está escravizada à sua natureza pecaminosa. A Confissão de Fé de Westminster nos dá uma declaração clara e concisa dessa doutrina: “O homem, caindo em um estado de pecado, perdeu totalmente todo o poder de vontade quanto a qualquer bem espiritual que acompanhe a salvação, de sorte que um homem natural, inteiramente adverso a esse bem e morto no pecado, é incapaz de, pelo seu próprio poder, converter-se ou mesmo preparar-se para isso” (IX, 3). 1. Como resultado da transgressão de Adão, os homens são nascidos em pecado e são, por natureza, espiritualmente mortos; portanto, para se tornarem filhos de Deus e entrarem no Seu reino precisam nascer de novo, do Espírito. 1. Como resultado da transgressão de Adão, os homens são nascidos em pecado e são, por natureza, espiritualmente mortos; portanto, para se tornarem filhos de Deus e entrarem no Seu reino precisam nascer de novo, do Espírito. a) Quando Adão foi colocado no jardim do Éden, foi advertido para não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, sob pena de imediata morte espiritual; b) Adão desobedeceu e comeu do fruto proibido (Gn 3:1-7); por conseguinte, trouxe morte espiritual sobre si mesmo e sobre a raça; c) Davi confessou que tanto ele, como os demais homens, foram nascidos em pecado (Sal. 51). d) Porque os homens são nascidos em pecado e são, por natureza, espiritualmente mortos. Jesus ensinou que, para alguém entrar no reino de Deus, é preciso nascer de novo. (Jo. 3.5-7) 2. Como resultado da queda, os homens estão cegos e surdos para a verdade espiritual. Suas mentes estão entenebrecidas pelo pecado; seus corações são corruptos e malignos (Gen. 6:5; 8:21; Ec. 9:3; Jr. 17:9; Mc. 7:21-23; Jo. 3:19; Ro. 8:7-8; 1Co. 2:14; Ef. 4:17;19, 5:8; Tt. 1:15) ): 3. Antes dos pecadores nascerem no reino de Deus pelo poder regenerador do Espírito, são filhos do diabo e estão debaixo de seu controle. São escravos do pecado (Jo. 8:34, 44; Rom. 6:20; Ef. 2:12; 2Tim. 2:25-26; Tt. 3:3; 1Jo. 3:10); : 4. O domínio do pecado é universal: todos os homens estão debaixo do seu poder; por conseguinte, ninguém é justo, nem um só (Rom. 3:9-18). 5. Os homens, sendo deixados em seu estado de morte, são incapazes, por si mesmos, de se arrepender, de crer no evangelho ou de vir a Cristo. Não têm poder, em si mesmos, para mudar sua natureza ou preparar-se para a salvação (Jer. 13:23; Mt. 7:18; Jo. 6:37, 44, 65 Rom. 11:35; 1Co. 2:14; 2Co. 3:5). Em suma, a depravação total  se refere a respeito do homem não ter o poder de escolher a Deus, pois por causa de sua morte espiritual, quando Adão pecou escolhendo o mau automaticamente todos pereceram, toda a raça humana nasceu no pecado com um passado manchado pelo  pecado, e feito isso não habita em nós a vontade de buscar o Criador pois quando Adão pecou ele estava se rebelando contra o próprio Deus e agora toda humanidade carrega a culpa e mancha do pecado por causa da escolha de Adão. Porém o termo “depravação total” não quer dizer que o homem seja TOTALMENTE mau, ao ponto de não fazer nada de “bom”, o que este ponto quer dizer é que o ser humano não poder ir a Deus por si mesmo, ninguém quer buscar ao Criador pois não é de sua natureza buscar ao Senhor. E por isso o ser humano em si não pode escolher á Deus pois está morto em seus pecados e delitos e se não fosse Deus que o salvasse estávamos perdidos, podíamos até ter a consciência  que existisse um Deus mas nunca íamos estar em comunhão com esse Deus perfeito e vivo por causa da nossa condição, pois o pecado desperta a ira de Deus e nos afasta Dele, os seus próprios mandamentos revelam quem somos e escancara a nossa condição de perdidos.

 Aplicações

 Ao terminamos esse estudo, devemos nos perguntar, o que esse conhecimento trará de novo e transformador nas nossas vidas, pois não adianta guardamos essas informações apenas como triunfo para nosso intelecto, portanto cabe a nós, aplicarmos essa doutrina tão importante na nossa vida. O que nós aprendemos pelo ensinamento de nossa depravação total é uma explicação para todos os problemas que encontramos em nosso mundo de ódio, guerra, pobreza, ganância, drogas, promiscuidade sexual, rebelião, entre outros. Mesmo se todo o mundo se convertesse, não seriam resolvidos todos os nossos problemas, uma vez que os cristãos ainda são pecadores. Mas nós vemos que o Evangelho nos leva a resolver os problemas no mundo até que Jesus venha, quando todas as coisas serão renovadas Uma segunda aplicação que poderíamos tirar desse estudo é que estamos em uma condição terrível em nossa própria depravação. Isso nos dá uma noção da urgência de buscar a Deus. Nós percebemos que não há esperança longe da graça imerecida de Deus. Isso deveria nos levar a apelar a Deus por misericórdia, deveria nos levar a nos prostramos em prantos de joelhos diante do Senhor. Nós deveríamos chamar a Jesus para nos salvar de nossa condição miserável.

Leitura diária: Você não está sozinho.

“…E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos.” (Mateus 28:20)

Quando amamos alguém, se pudermos evitar que essa pessoa sofra, podemos até mesmo escolher sofrer no lugar dela. Tudo para que ela não sofra. Porque o amor é doador. Quando vemos quem amamos doente, pensamos o porquê de não estarmos doentes no lugar dessa pessoa. Tudo para que ela fique bem. O amor é assim, nos dá a vontade de passarmos por determinadas situações, para que o outro não passe.

Existe alguém que fez exatamente isso por nós. Jesus enfrentou todas as situações que o homem enfrenta no decorrer da sua vida. A Bíblia diz que  “…O Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:14). Ou seja, não há nada que passamos que Jesus não tenha vivido isso também. Você pode se perguntar: “Mas será que Jesus foi tentando dessa forma?” A Bíblia diz que Ele foi “tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4.15).

Portanto nunca diga que Jesus não passou pelo o que você passa. Dizemos que ninguém nos dá valor, mas Jesus foi vendido por 30 moedinhas de prata. Dizemos que somos rejeitamos pelos mais próximos, mas Jesus não foi querido na sua própria terra. Nos sentimos traídos, mas Jesus foi traído por alguém que convivia com Ele. E quando alguém que diz que nunca vai nos deixar, nos nega não apenas uma vez, mas três?

Jesus teve sede (Jo 19.28), fome (Mt 21.18) e cansaço (Jo 4.6); e sentiu alegria ( Lc 10.21), tristeza (Mt 26.37), amor (Jo 11.5), compaixão (Mt 9.36), surpresa (Lc 7.9), ira (Mc 3.5) e solidão (Mt. 27:46). Jesus se sentiu só. E foi justamente nos momentos em que Ele mais precisava de companhia. Já imaginou você sentindo a maior angústia do universo e os seus amigos dormindo ao invés de orarem com você? É possível se sentir abandonado até mesmo por Deus. Jesus sentiu isso.

Jesus teve sede e fome, mas afirmou que quem sentisse o mesmo, fosse até a Ele para ser saciado. Jesus sentiu cansaço, mas disse para irmos a Ele quando nos sentirmos cansados e sobrecarregados. Jesus foi morto, para que pudéssemos viver. Jesus se sentiu só, mas disse que nunca mais estaríamos sozinhos. Ele mesmo foi abandonado, para que nenhum de seus filhos jamais precisasse dar um grito de solidão. (J. H. Vinvent). Ele passou por muitas coisas por nós. Ele se doou por nós. Ele é o próprio amor, que vive em nós.

Você não está sozinho. Mesmo quando ninguém está por perto. Você não está sozinho. Mesmo quando tudo o que você conseguir ouvir for o silêncio. Você não está sozinho. Mesmo em meio a noite escura. Você não está sozinho. Mesmo que ninguém te veja. Você não está sozinho. Pois o olhar Dele está sobre você. Diariamente, constantemente, continuamente, incessantemente. Você não está sozinho.

“Deus nunca tirou os olhos de você. Ele está sempre perto. Ele vive para ouvir o bater do seu coração. Ele ama ouvir suas orações. Ele morreria por seu pecado antes de deixar que você morresse em seu pecado, e foi exatamente isso que ele fez.” (Max Lucado)

“Momentos de silêncio assim. Ninguém por perto, mas uma voz dentro de mim
me diz que eu não estou só. Nesse tempo o meu pensamento vai ficar ligado com a vontade do Pai. E te entender mais me faz querer mais a cada dia…” (Rodolfo Abrantes)