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“Guh,” Dean doubles over, hands slapped on his knees and breathing hard. “Cas, man, you gotta pretend to be a zombie or something. There’s no other way I’m making it unless something’s chasing me.”

Cas holds a bottle of water out to Dean. “That makes absolutely no sense,” he says. “Besides, you were the one who wanted to do this.”

Dean downs the rest of the bottle in a few gulps, glaring at a nearby tree like it’s somehow at fault for his current situation.

Date,” Dean clarifies. “I said date, and then somehow we ended up in the goddamn jungle.”

“We’re in Montana, Dean.”

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Eu te procurei nos versos de outrora, aqueles onde duas estrelas completamente distintas se encontravam para viver um grande amor. Eu te procurei, nas canções dos já consagrados cantores, e chorei ao ouvir uma melodia que até o último dia de minha vida será sinônimo de nossa história. Eu te procurei nas lembranças mais distantes, nos risos apagados de domingo, nos velhos poemas que só nasceram porque tu existe. Eu te procurei nas velhas conversas criptografadas, nas ilusões de um futuro contingente, na melancolia de Chopin sob o ar soporífero de uma manhã que escurece paulatinamente sem tua presença. Eu te procurei nas tragédias literárias, nas cartas nunca escritas, nos rabiscos irrisórios de um poeta circunstancial. Eu te procurei nas fotografias encaixotadas, nas noites de insônia sozinho em minha cama, nos delírios inconsequentes de uma criatura atormentada. Eu te procurei nos empoeirados bilhetes de bom dia, nas muitas taças de vinho que tomei em companhia da solidão, nos infinitos momentos que preencheram de vida nosso encontro… Eu te procurei, juro que te procurei! E se não te procuro mais, é porque me acomodei a simples e dolorosa certeza, de que tu serás perpetuamente minha única prova concreta de que o amor existe.
—  Otávio L. Azevedo