movimentada

Ela belisca a ponta dos pés e ajeita confortavelmente seu queixo no joelho esquerdo, enquanto pensa nele e em milhares de outras bobagens do tipo voltarem a entrelaçar os dedos no meio de uma rua movimentada, chega a soar como um zumbido que vai e volta na cabeça, sem êxito ao tentar espantá-los. Pensa em ligar, mas não quer saber da possibilidade de ser rejeitada, então morde a língua como forma de punição por ser tão covarde, e continua ali, sentada no chão daquele quarto sem graça, torcendo para ele ligar e se desculpar. Mas não vai, não dessa vez, porque está cansado de ir atrás, de assumir os erros não cometidos somente para ficarem bem de novo. Então sentindo o estômago embrulhar fica pensando se deve mandar o orgulho embora ou se deve continuar parada fingindo não ligar, por mais que esteja queimando por dentro. O muro a mantém segura do resto do mundo, e ninguém nunca conseguiu chegar até o outro lado, porque todos que chegaram perto o suficiente foram derrubados. Já ele pode ser o garoto legal da vida dela que pode trazer a esperança nos livros de romances mais uma vez.
—  Os porquês de Amélia Roswell.

foi quando ele disse “preciso que você feche os olhos e respire o ar da cidade comigo. sinta que estamos perto.” que eu esperei até o meu pulmão arder com o ar daquela cidade, que mesmo grande e iluminada não falava nada entre todos os barulhos da noite só pra gente continuar quietinho ali bem onde a gente tava. ninguém ousou confundir os sons, cujas ruas se embaralharam com as histórias mal contadas por sotaques engraçados. nada conseguiu impedir o sossego daquele abraço na esquina movimentada no bairro nobre de uma cidade grande em que o perfume dele ficou preso no meu peito e veio embora comigo.

12 de abril, 2017.

diga algo, estou desistindo de você

Durante muito tempo eu quis que você lutasse ao meu lado, que segurasse a minha mão e enfrentasse o que estivesse do lado de fora da porta do meu quarto. Eu quis que você olhasse no fundo dos meus olhos e me dissesse que não teria com que se preocupar, porque no final de tudo você estaria do meu lado. Por Deus, eu quis tanto, mas tanto que você desse algum sinal de que eu poderia contar contigo, que agora a sua mão segurando a minha ou seus olhos olhando nos meus se tornou um enorme tanto faz. Tanto faz se você segurar a minha mão enquanto eu atravesso a avenida mais movimentada da cidade, porque eu aprendi sozinha como chegar do outro lado inteira. Tanto faz se você me olhar nos olhos e dizer que estará comigo quando a pior tempestade atingir o lugar que moramos, porque eu aprendi a desligar os aparelhos das tomadas e me proteger de baixo da mesa. Tanto faz se alguém me faz chorar, porque eu aprendi a secar minhas próprias lágrimas. Eu me pergunto, “por quê ele quis fazer isso?” eu só queria saber se eu fiz algo de errado para você se afastar assim de mim, você era meu tudo, meu porto seguro, a imagem e semelhança do que eu tinha como perfeito para mim. Mas agora, sinto que mal posso te ver, sinto que tem um muro entre nós dois. Você feriu profundamente meu coração mas, eu ainda assim te amo. Sim, eu ainda te amo. Engraçado, né? Mesmo depois de você ter de tornado um enorme tanto faz, mesmo depois de eu ter insistido tanto e você nem se esforçado para fazer a diferença. Hoje eu aprendi que posso conquistar tudo que eu quiser, que depende somente de mim. Tanto faz se você vai estar aqui para me ajudar a enfrentar meus medos, eu já aprendi lidar com meus dragões e isso, meu amor, eu aprendi sozinha…

— Escrito por Kelly, Kellyn e Jasmyne em Julietário.

Mas você ainda é lindo. O homem mais lindo da história. No carro, sentado, mordendo a unha, olhando a hora, pedindo calma, perdendo tempo. No canto daquela foto sem foco, que eu fico olhando por horas. E ainda é você, quando a saudade aperta, o tempo para, quando eu não esqueço. É você. E eu continuo aqui, torcendo pra que continue, mesmo sabendo que de verdade, de verdade mesmo, talvez nunca seja. E então você vai, volta, pensa, espera, desiste. E eu fico, permaneço, ajo e insisto, porque ainda é você. Mesmo com os cortes na ponta dos dedos, o cabelo bagunçado, a boca vermelha e os olhos pequenos, você ainda é lindo. No inverno, na chuva, no tempo, na escada, no meio da sua gargalhada alta, nas batidas do meu coração, é você. É você aqui. É ali. Do outro lado da avenida movimentada, na musica da estação e no brilho dos meus olhos. Ainda é você. Eu não sei ao certo porque ainda é você, mas é. E se um dia deixar de ser, eu deixo de ser junto contigo, afinal cada milimetro do que eu sinto é seu, as vezes tenho a impressão de que deixei o meu amor, pra ser o seu amor. Porque você ainda é lindo, e não existe não me sentir menor diante do barulho que o meu universo faz, quando eu te supero, e você permanece. Dentro de mim, intacto.
—  Ciceero M.

Quem é você para além do seu trabalho?

Sem a gravata que aperta e sufoca assim como as estações de metrô às seis horas da manhã?

Eu quero te conhecer além dos livros que você leu e das séries que atualizou. E aquele capítulo que você decorou para a prova de física ou o ensinamento que a sua avó repetia aos domingos antes de servir o jantar. Eu quero te conhecer antes de. As angústias que não invocamos por medo de não saber o que fazer depois.

Quem é você por trás da máscara social? Antes do personagem que se esconde no seu site “pessoal”? Quem é você quando está com dor enquanto a vida continua movimentada do lado de fora? 

Quem é você quando a plateia se ausenta e os holofotes são desligados? Você ainda continua inteiro?

Eu acredito em grandes amores. Mas falo e me relaciono com as pessoas como se não acreditasse. Eu não tenho expectativas fúteis para o romance. Eu não estou à espera de sentir aquela sensação estranha de estar flutuando. Eu sou um daqueles indivíduos raros, talvez um pouco cansados, que realmente gosta desta cultura atual de conexão entre as pessoas e é feliz por viver numa época em que a monogamia não é necessariamente a norma. Mas eu acredito em grandes amores, porque já tive um.Eu tive esse amor intenso, que tudo consome. O amor do tipo “eu não posso acreditar que isso existe no mundo real, no mundo físico.” O tipo de amor que irrompe como um incêndio incontrolável e então se torna brasa que queima em silêncio, confortavelmente, durante anos. O tipo de amor sobre o qual se escrevem romances e sinfonias. O tipo de amor que ensina mais do que a gente alguma vez pensou que poderia aprender, e que te devolve infinitamente mais do que tira de você. É amor do tipo “amor da tua vida”. E eu acredito que funciona assim: Se você tiver sorte, você conhecerá o amor da sua vida. Você terá a chance de estar com ele, aprender com ele, entregar-se inteiramente a ele e permitirá que a sua influência te mude em medidas insondáveis. É uma experiência como nenhuma outra. Mas aqui está o que os contos de fadas não te vão dizer – às vezes nós encontramos os amores das nossas vidas, mas não conseguimos mantê-los. Nós não chegamos a nos casar com eles, nem passamos anos ao lado deles, nem seguraremos as suas mãos nos seus leitos de morte depois de uma vida bem vivida juntos. Nós nem sempre conseguimos ficar com os amores da nossa vida, porque no mundo real, o amor não conquista tudo. Ele não resolve as diferenças irreparáveis, não triunfa sobre a doença, ele não preenche fendas religiosas e nem nos salva de nós mesmos quando estamos perdidos. Nós nem sempre chegamos a ficar com os amores das nossas vidas, porque às vezes o amor não é tudo o que existe. Às vezes você quer uma casa num pequeno país com três filhos e ele quer uma carreira movimentada na cidade. Às vezes você tem um mundo inteiro para explorar e ele tem medo de se aventurar fora do seu quintal. Às vezes você tem sonhos maiores do que os do outro. Às vezes, a maior atitude de amor que você pode ter é simplesmente deixar o outro ir. Outras vezes, você não tem escolha. Mas aqui está outra coisa que não te vão contar sobre encontrar o amor da tua vida: não viver toda a tua vida ao lado dele não desqualifica o seu significado. Algumas pessoas podem te amar mais em um ano do que outras poderiam te amar em cinquenta anos. Algumas pessoas podem ensinar-te mais em um único dia do que outras durante toda a sua vida. Algumas pessoas entram nas nossas vidas apenas por um determinado período de tempo, mas causam um impacto que mais ninguém pode igualar ou substituir. E quem somos nós para chamar essas pessoas de algo que não seja “amores das nossas vidas”? Quem somos nós para minimizar a sua importância, para reescrever as suas memórias, para alterar as formas em que nos mudaram para melhor, simplesmente porque os nossos caminhos divergiram? Quem somos nós para decidir que precisamos desesperadamente substituí-los – encontrar um amor maior, melhor, mais forte, mais apaixonado que pode durar por toda a vida? Talvez nós devêssemos simplesmente ser gratos por termos encontrado essas pessoas. Por termos chegado a amá-las. Por termos aprendido com elas. Pelas nossas vidas se terem expandido e florescido como resultado de tê-las conhecido. Encontrar e deixar o amor da tua vida não tem que ser a tragédia da tua vida. Pode até ser a tua maior bênção. Afinal, algumas pessoas nunca chegam sequer a encontrá-lo.

Eu te olho como quem te quer apesar de tudo e mais… Apesar de todos, você sabe. Mas só o que consigo sentir é essa insegurança mascarada por essa sensação dentro de meu peito, sensação que chega a ser física; sufoca, tira o ar, me acerta em cheio os pulmões e, ainda assim, me deixa viva, mesmo tendo me matado de medo. Só você pode mudar isso, pode mostrar que é bobagem, que sentir-me insegura é apenas minúcia se comparando a todos os sentimentos bons que destino a ti. É essa insegurança que me faz te querer mais e mais, mas também me deixa sem chão toda vez que nos afastamos ou que alguma coisa acontece. Você é meu cais, meu porto seguro, então talvez como eu tinha dito antes você é a pessoa que tiraria isso tudo de mim e eu me mostraria que essa insegurança não passa de mera bobagem perto de tudo que posso oferecer a ti. Talvez você tenha razão, e eu que sou tão insegura me sinto segura perto de ti. Você é a paz que eu preciso nos meus dias de tormenta, é a segurança que eu preciso na hora de atravessar a avenida mais movimentada da cidade, é a serenidade quando decido ser tempestade. Apesar das minhas confusões ficar sem você seria o pior para mim.
—  Escrito por Juliana, Nathane, Jasmyne e Kelly em Julietário.
Eu arrumo as malas. E abro a porta. E ameaço ir embora. E vou. Só pra constatar pela enésima vez que o mundo é infinitamente mais bonito quando estamos juntos. Então eu volto. Porque nada se compara a sensação de te abraçar e sentir a sua barba arranhar o meu rosto. Porque eu preciso acordar no meio da noite e te ver dormindo, com o peito descoberto, subindo e descendo e me aproximar pra ouvir o seu coração bater e pensar no quanto eu sou feliz por você existir. Eu volto porque mesmo no meio de uma rua movimentada os meus olhos conseguem fitar um casal abraçado me fazendo arder de saudade dos seus braços, e quando eles se beijam eu desejo sua boca. Aí eu volto. Porque caso contrário eu passaria dias a fio chorando baixinho de medo de nunca mais te ter. E eu viveria assombrada com a possibilidade de você me esquecer. Eu vou, mas eu sempre volto, porque você é o meu presente, o meu futuro, mas nunca será o meu passado. Eu volto porque a vida já me provou por A+B que o meu lugar é ao seu lado.
—  Ogrodoce

Parte ll


[ Leia as notas finais ]


(Três meses antes…)

  Caminho pelos largos corredores de um shopping enquanto um óculos escuros e um capuz fino cobrem-me, quem me visse poderia imaginar que estou me escondendo dos famosos paparazzi’s, mas nem se eu quisesse poderia já que meu “disfarce” não é o dos melhores e convenhamos, andar com sua mãe ao seu lado não é nada bom para quem está se escondendo!

  - Zayn, vamos entrar nessa. - Ela diz apontando para mais uma loja. Respiro fundo e me recordo do real motivo de estar entrando nessas inúmeras lojas e saindo sem nada depois de longas horas dentro delas. É um bom motivo.

  Somos recepcionados por uma moça com o cabelo tingindo em mechas loiras e olhos levemente puxados como os de um asiático. Ela nos guia até um dos balcões logo após de dizermos o que estávamos procurando.

  Eu já estava cansado de olhar as milhares de jóias sempre parecidas umas com as outra e nunca encontrar algo que realmente me agradasse, não poderia ser como todos os outros, deveria ser algo único e delicado, assim como S/n.

  - Zayn, olhe esse. - Minha mãe diz sorrindo de maneira alegre ao que aponta para o catálogo e o que eu vejo realmente me chama a atenção.

  - Vai ser esse! - Digo empolgado.

  - Não temos ele aqui na loja, na verdade em nenhuma de nossas lojas pois essa é uma peça importada e demora um tempo para chegar à Inglaterra e só é vendida por meio de pedidos.- A vendedora me explica mas eu realmente não me importo visto que é uma peça rara, minha namorada sem dúvida merece.

  - Pode ser esse mesmo. - Minha mãe toma a frente me fazendo rir de sua empolgação. - Ela vai amar! - Sorri me abraçando e a agradeço pela enorme ajuda prestada.

  Sim, ela vai amar.

(Atualmente…)

  - E aí Zayn, quer mais uma? - Jason me pergunta colocando a mão sobre meu ombro esquerdo enquanto mostra uma garrafa de vodka.

  - Ah não, a minha tá aqui. -Digo mostrando meu copo que ainda se encontra na metade.

  O rapaz de pele escura e cabelos cacheados ri da minha cara e se senta no sofá ao meu lado e acompanho seus movimentos.

  Sua casa estava bem movimentada e foi quase que um milagre eu achar um lugar onde pudesse me sentar e relaxar um pouco a cabeça sem ser incomodado por alguém.

  - Fala aí, o que você comprou pra S/n? - Uma feição confusa com toda certeza toma meu rosto ao que ele diz tais palavras e a forma com que o olho faz com que seu sorriso comece a se fechar. - Você tá brincando cara. - Ele diz apreensivo.

  - O que?- Pergunto tentando me recordar de algo, não me lembro de ter marca…aaah cacete!

  Jogo minha cabeça para trás e levo minha mão até meu rosto como se aquilo fosse me ajudar em algo.

  - Você se esqueceu cara? - Ele diz tão sério que imagino como S/n reagirá.

  - Sim…quer dizer, não. - Me confundo. - Eu não tinha esquecido, não antes de vir para cá! - Digo com irritação.

  Nós tínhamos marcado 21h00min em ponto e geralmente eu não me atraso para nossas datas comemorativas.

  - Que horas são? - Pergunto na esperança de que ainda fossem nove e dez da noite e que eu chegue lá a tempo de ter uma boa desculpa para minha namorada que vêm falando dessa data a dias.

  - Onze e quarenta e cinco. - Antes mesmo que ele acabe de falar meu coração parece parar e sinto que vou morrer ali mesmo e não pelo fato do coração estar “parado”, mas sim por S/n que deve estar me estrangulando apenas por pensamento.

  - Eu sou um homem morto. - Digo me levantando em um forte impulso e entregando meu copo para Jason.

  - Boa sorte. - Ele diz de forma irônica o que me deixa levemente irritado, mas não posso culpa-lo por tal ato.

  Em movimentos ligeiros tento passar entre as pessoas que cheiravam a álcool e se esfregam uma nas outras. Quando chego na parte de fora da casa sinto um alívio em meu peito, mas o mesmo some assim que me lembro do motivo de estar lá. Enfio minha mão em meu bolso e saco o celular que até então estava no modo silencioso.

  - Ela vai me matar! - Canto baixinho e sigo caminho ao carro enquanto desbloqueio meu celular. - Oh sim, ela vai me matar. - Canto mais alto assim que vejo várias notificações de mensagens em seu nome.

  Entro no carro e abro as mensagens e ao ler-las me sinto o maior idiota de todos, assim como o print que ela havia me enviado da foto que Jason postou no instagram. Cada palavra dela faz parecer que estou sendo torturado por milhares de agulhas se enfiando em minha pele, mas talvez essa dor não se compare ao que ela está sentindo.

  “ Me perdoa…”

  É a única coisa que penso em enviar, mas desisto assim que analiso que não é o suficiente. Na verdade acho que nada que eu faça daqui em diante será o suficiente para um perdão.

  Dou partida no carro e saio acelerando pelas ruas já frias. Minha cabeça está uma bagunça entre pensar no que dizer a ela e em como fugir caso ela tente por um fim em minha vida.

  Ao longo do caminho treino várias e várias maneiras de como dizer a ela que aquilo não foi minha intenção e que eu faria qualquer coisa para ela não me matar de forma lenta e dolorida. Desço do carro mas antes pego no porta luvas a caixinha preta que venho guardando à meses e a guardo em meu bolso.

  Não é como se eu fosse usar isso para que ela me perdoe, mas estava realmente nos meu planos para esta noite.

  Ando pelo caminho de pedras que há em seu quintal até que eu chegue em sua porta. Me questiono se deveria tocar a campainha, mas existe uma grande porcentagem de chances que ela não venha me atender, opto por pegar a chave que ela havia me dado meses atrás e que deixei no chaveiro junto da chave do carro.

  Assim que abro a porta vejo que tudo está escuro e a casa exala um cheiro agradável e diferente. Meus pés seguem caminho até a sala onde está tudo devidamente organizado, tento passar reto pela cozinha mas com o olhar periférico noto que tem alguma coisa de diferente na mesma.

  - Eu sou um filho da puta. -Digo assim que acendo a luz e vejo que a mesa de jantar estava totalmente arrumada e decorada com algumas velas que agora estavam apagadas, mas que provavelmente soltaram o aroma diferenciado pela casa.
  Procuro não tentar me xingar mais assim que vejo os saltos de S/n jogados próximos à mesa.

  Ela deve estar terrívelmente triste.

  Sem mais demora caminho de forma rápida ao quarto dela e o mesmo se encontra com a porta fechada. Levanto meu punho para ao menos desta vez usar os bons modos, bato três vezes e espero alguns segundos que na verdade parecem horas com a ajuda do meu tempo psicólogico.

  - Se você for um bandido saiba que pode ficar à vontade para levar o que quiser. - Sua voz em um tom ácido diz de dentro do quarto me fazendo sorrir por míseros segundos. - Agora, se você for o Zayn sugiro que saia antes que eu cometa algum crime.-  Meu sorriso se fecha e engulo em seco.

——–

GENTE ME PERDOEM PELA DEMORA.

  Bom, a linda aqui demoro pra postar porque meu 3g ( pois é ainda estou dependendo dele, blé ) acabou e minha mãe não quis recarregar -.- então dessa vez a culpa não é minha :) - to usando o Wifi da cabeleireira

  Obviamente terá uma terceira parte hehehehe e espero que vocês gostem #Treta

É isso meus amores, favoritem se gostaram (^3^)

One Shot Liam Payne 

Semana LPayne ♡

Basta um só segundo para que tudo saia dos eixos, o presente bagunça o futuro e decisões causam consequências assustadoras, mas nada é culpa exclusivamente de uma pessoas, as coisas acontecem às vezes sem conseguirmos ao menos perceber.

Foi o que aconteceu com (seu nome), no auge de sua vida tudo era maravilhoso, ela tinha um namorado incrível, amigos maravilhosos e uma vida movimentada por coisas boas e pessoas legais, mas então teve um declínio tão grande que ninguém imaginou que ela, anos depois estaria em um lugar sequer parecido com o que ela se encontra. As pessoas fazem coisas que muitas vezes não querem para sobreviver, não podemos julgá-las por não poderem fazer a escolha de uma vida melhor.

Ela se lembra muito bem como era antes de toda a merda acontecer, tudo era tão bom que parecia sonho, a vida era ótima para se viver e 24 horas eram nada perto das coisas que ela queria animadamente fazer com seu namorado e amigos.

— Temos uma entrevista em uma rádio em Los Angeles. Você vai com a gente, não vai, (seu apelido)? — Niall perguntou olhando a garota sentada no colo de um de seus amigos.

— Mas é claro que ela vai! — Liam falou apertando-a mais contra seu corpo e deixando um beijo em sua nuca.

— Não é assim, Lee… Você sabe que minha mãe tem que concordar. — (seu nome) já tinha a maior idade completa, mas respeitava demais a opinião de sua mãe e não fazia nada sem antes consultá-la.

— Eu me entendo com a sogrinha. — Liam disse com humor fazendo (seu nome) rir, sua mãe o adorava.

— Ótimo! — Niall comemorou correndo até seu computador no sofá — Eu já vou fazer o nosso cronograma, tem uma boate gay incrível em Los Angeles, uns amigos meus foram lá e disse que vale a pena ir independente do gênero. Tem também um restaurante tailandês que podemos ir no outro dia, um spa e ainda teremos um tempo para ir para Las Vegas.

— Eu ouvi boate gay? — Harry perguntou descendo as escadas e Louis vinha logo depois dele com o cabelo molhado do banho que havia acabado de tomar.

— Niall está fazendo planos que não vamos levar em consideração. — (seu nome) diz e Liam ri da cara que Niall faz.

— Eu só quero que tenhamos uma boa estadia em LA. — Niall fecha no notebook assim que Louis senta ao seu lado, Harry ocupa a poltrona no canto da sala.

— Uma boa estadia será nós cinco em um quarto de hotel fazendo qualquer coisa. Eu não me interesso muito por boates incríveis, spa maravilhosos ou cassinos de Las Vegas quando eu tenho meu namorado e meus amigos juntos rindo de alguma bobagem. — o sorriso de (seu nome) era gigante ao finalizar essas palavras, ela apenas disse a verdade, no fim do dia o que importava mais era a quantidade de vezes que eles haviam dado risada juntos.

— Você encontrou uma namorada tão fofa, Liam. — Zayn disse desviando a atenção do celular que em suas mão.

Essa era a vida de (seu nome), tudo o que ela mais gostava e desejava ao abrir os olhos toda manhã era estar com seus amigos e namorado o resto do dia. Mas as coisas nem sempre continuam a ser o que eram, enlouquece perceber a rapidez com que a noite muda. Tudo que você sempre sonhou desaparecendo quando você acorda.

— EU NÃO QUERO MAIS ISSO! — Harry gritava em meio às lágrimas, algum desentendimento com um dos meninos o deixou completamente raivoso — VOCÊ É UM TRAIDOR DE MERDA, LOUIS! POR ISSO ZAYN NÃO ESTÁ MAIS AQUI!

— NÃO FALE PALAVRÕES HAROLD, VOCÊ VAI SE ARREPENDER DEPOIS! — Louis gritou de volta e tudo que recebeu foi um empurrão.

— MEU NOME É HARRY! HARRY! — Louis sempre o chamava de Harold e ele gostava, mas não é o caso no momento.

— Por favor, gente, não vamos perder a cabeça. — Niall se direcionou à Louis e Harry que se encaravam e olhar raivoso de Harry estava agora em sua direção.

— VOCÊ TAMBÉM SABIA! VOCÊ SABIA E MESMO ASSIM FEZ PARTE DESSA TRAIÇÃO NOJENTA! TODOS VOCÊS! QUE TIPO DE AMIGOS VOCÊS SÃO? — Harry se jogou no sofá cobrindo o rosto com as mãos e quando Louis ia se aproximar (seu nome) o parou indo até o cacheado acariciando suas costas.

— Ele se arrependeu, Harry… Notamos isso no momento em que ele chegou falando que tinha mexido em suas coisas, no momento que ele disse que agiu por impulso quando fez o que fez. Você não viu os olhos dele, não viu como ele estava arrependido. — (seu nome) tentou melhorar as coisas.

— Eu estou fora… Estou fora! — Harry falou decidido — Não quero estar na banda com o Louis, não quero olhar na cara dele. — seu olhar cortante foi direcionado a Louis, ele não podia reprimir a vontade de olhá-lo mesmo que tudo que tenha nos seus olhos seja raiva.

— Eu saio Harol- Harry… Eu sempre fui um peso morto para banda mesmo. — Louis dá de ombros tentando mascarar sua dor.

— Ninguém vai sair, vocês são adultos se resolvam como tais. — (seu nome) tentou.

— Zayn já saiu e não ache que suas palavras mudam alguma coisa… Você é só a namoradinha do Liam. — Harry cuspiu as palavras sem medi-las, se tivesse o feito saberia o peso delas.

— Eu também não vou ficar. — Liam disse depois de se manter completamente em silêncio durante toda a discussão — Depois que Zayn saiu eu pensei muito sobre a minha vida, eu tenho algumas coisas para fazer sozinho.

— Liam, você não pode… — (seu nome) começou, mas parou quando o viu negar com a cabeça.

— Eu posso sim (seu apelido), me desculpe deixar você saber desse jeito, mas eu acho que temos que terminar.

O mundo pareceu girar em câmera lenta, o chão pareceu ruir debaixo de seus pés e o céu cair sobre sua cabeça. (Seu nome) não podia acreditar no estava acontecendo, cada um de seus amigos e namorado estavam a virando as costas cada um caminhando para uma direção diferente enquanto ela ficava no centro sozinha os assistindo partir.

Os dias atuais não são nada animadores para (seu nome), um ano depois que os meninos foram embora sua mãe descobriu que estava doente, o estágio da doença era avançado demais e mesmo vendendo a casa que tinham e gastando todo o dinheiro da venda em remédios e tratamento, não foi o suficiente para manter sua mãe viva. Completamente sozinha e sem sem casa, (seu nome) começou a trabalhar em um bar que mais parecia uma espelunca no bairro em que cresceu, o dono do estabelecimento a deu uma quantia de adiantamento para que ela pudesse alugar quarto em uma pensão velha para poder ficar.

No início era tudo muito assustador, os bêbados do bar passavam as mãos sujas por seu corpo a deixando assustada e sempre que ela corria para longe, o dono do lugar ia atrás dela a lembrando da dívida que tinha com ele e ela era obrigada a voltar e aguentar tudo calada. Isso sempre a rendia um longo momento de choro antes de dormir, mas a medida em que o tempo foi passando, aquilo foi se tornando normal em seu dia a dia que não importam mais quantas mãos passaram em sua bunda enquanto ela andava pra lá e pra cá servindo mesas. Aquela era sua única forma de sobreviver.  

O sininho do bar tocou enquanto (seu nome) estava do outro lado do balcão folheando uma revista velha de moda e tragando um cigarro, ela nem se deu o trabalho de levantar sua cabeça para olhar quem havia entrado, conhecia cada pessoa que frequentava aquele lugar.

— Com licença, eu estou procurando (seu nome completo) e me disseram que eu poderia encontrá-la aqui. — aquela voz fez (seu nome) engasgar com a fumaça de seu cigarro, não poderia ser ele ali, não depois de todos os dois longos anos que se passaram.

Lentamente levantando a cabeça, (seu nome) teve a visão de Liam. Ele estava diferente, diferente para melhor, claro que a vida dele tinha sido muito melhor que a dela. Quase riu quando os olhos dele se arregalaram ao reconhecê-la naquele cabelo curto e maquiagem carregada, ele com certeza não esperava encontrá-la daquele jeito.

— O que você quer com ela? — ela perguntou com sarcasmo enquanto um sorrisinho debochado brincava em seus lábios.

— (Seu nome)? — Liam ofegou sem acreditar nos próprios olhos — Meu Deus!

— Informação demais para você? — ela voltou a tragar seu cigarro e se aproximou de Liam assoprando a fumaça em seu rosto. Ele fumava quando namoravam e ela tentava fazê-lo parar e agora quem fuma é ela.

— Eu… Eu… Os meninos estão lá fora. — ele disse ainda sem saber ao certo o que dizer.

— Que ótimo, eles não se deram o trabalho de entrar. Você pode voltar até eles e desaparecer de volta para o buraco de onde vocês saíram. — voltando a folhear a revista, (seu nome) ignorou a presença de Liam.

— Não faz assim, estamos aqui por você. — Liam tentou segurar a mão dela, mas tudo que conseguiu foi fazê-la se afastar.

— Receio que vocês tenham chegado um pouco tarde depois de terem me abandonado como um saco de merda na estrada. — mais uma vez os olhos de Liam se arregalaram, agora com as palavras usadas, (seu nome) sempre foi contra palavrões.

— Nos dê uma chance, estaremos no hotel da cidade esperando você para jantar amanhã pode ser? — ele perguntou quando viu que não teria nada dela naquele momento.

— Não posso impedir vocês de esperar. — ela deu de ombros não dizendo nada e nem o assistindo sair.

Na noite seguinte (seu nome) estava parada do lado de fora do hotel mais bonito da cidade, ela estava com seu fiel companheiro - o cigarro - na boca decidindo se entrava ou não, até que jogou o que restou do cigarro no chão e pisou sobre ele com seu coturno que em nada combinava com o vestido vermelho curto que escolheu colocar. Resolvendo não pensar em mais nada, ela entrou rumando em direção ao lugar que ficava restaurante.

Ao olhar a garota que um dia foi a sua namorada, Liam sabia que a mãe dela não gostaria daquele vestido, ele lembra toda a inocência que ela perdeu. Tudo que Liam poderia fazer era se arrepender por tê-la deixado para trás.

— O que vocês querem? — (seu nome) perguntou deixando seu corpo cair sobre a cadeira deixando escondida a surpresa de ver Zayn também presente ali.

— Eu estou feliz em ver você, (seu apelido). — Niall disse sorridente e seu sorriso sumiu com o que veio a seguir.

— Meu nome é (seu nome)! — ela se encostou na cadeira.

— Estávamos pensando em você e resolvemos te procurar, as coisas se resolveram entre nós. — Harry falou e olhou para Louis.

— Me deixa muito, muito feliz mesmo que o mundinho de vocês tenha voltada a se colorir. — ela usou todo o sarcasmo que juntou durante os anos para usar na frase — Se era só isso, eu tenho que ir trabalhar. — ela tentou se levantar, mas Liam a segurou.

— Você chama aquilo de trabalho? — Liam pergunta e (seu nome) se solta dele rapidamente.

— Eu chamo aquilo de sobrevivência. Quando não se tem ninguém no mundo, as pessoas aprendem a sobreviver por conta própria, Liam. Nem todo mundo é um merdinha privilegiado como você. — todos estavam boquiabertos naquela mesa, todos menos Liam que já havia experimentado uma dose disso quando a encontrou pela primeira vez.

— Sua mãe… — Liam começou.

— Morreu! — (seu nome) disse antes de caminhar rapidamente para fora daquele lugar, não ficaria ali perdendo tempo com aquelas pessoas que em nada se importam com ela.

Quando estava quase atravessando a rua, uma mão a puxou encurralando-a entre braços e seus lábios foram tomados pelos lábios de alguém que ela reconheceu ser Liam no mesmo segundo. O beijo era rápido e desajeitado pela surpresa, mas não deixou de ser delicioso e causador de uma explosão de sentimentos que a muito ela não sentia. Seu coração bate forte demais e ela não quer que isso pare.

— Eu ainda te amo… — Liam diz ao finalizar o beijo, suas testas coladas e olhos fechados — Posso te pegar amanhã a noite? Temos muito o que conversar.

— Não posso te impedir de tentar.

É o que (seu nome) diz antes de se afastar e virar de costas sorrindo como há muito tempo não fazia, ela estava novamente derretida nos braços de Liam, mas não deixaria ele pensasse que seria fácil. Caminhando de volta para o bar que era o seu ganha pão, ela não pôde deixar de tocar carinhosamente seus lábios repetidas vezes.




Eu não estendi mais o final porque já estava dando cinco páginas do word e eu fiquei com medo do tumblr não aceitar 1s inteiro como ele faz as vezes.

Eu espero que gostem e que mandem muito amor para o Liam no dia dele (amanhã) porque ele merece. ♡ 

- Tay

Imagine - Niall Horan

Espero que gostem! Beijos 

Pedido:  Mulher sua linda vc voltouuuu ❤️❤️❤️ Ja vou pedindo um imagine com o Niall… queria um que ele apresenta ela pra família é uma prima dele começa a implicar com a s/n… durante um almoço a menina faz a s/n passar vergonha falando que ela é uma vagabunda por fazer sexo com o Niall na casa dos pais dele. Achando isso errado!! Bem BAFOOOO rs Estava com sdds 💙😘


- Amor, eu já estou pronta! – Parei na ponta da escada.

- Você está linda, (S/A)! – Niall levantou-se do sofá e veio até a ponta da escada.

- Obrigada. – Depois de descer os degraus e deixei um beijinho em seus lábios.

- Vamos?

- Claro! – Peguei minha bolsa da poltrona e caminhamos até o carro do Niall.

Ele dirigiu por alguns minutos entre ruas e vias pouco movimentadas até chegar em frente de uma casa lindíssima. Descemos do carro e caminhamos lado a lado com Niall que segurava minha mão. Ainda do lado de fora da casa, podíamos ouvir os sins de risadas e conversas altas.

- Estão animados! – Niall comentou e sorriu.

Esperamos em frente a porta depois de Niall apertar a campainha. A porta foi aberta e Maura apareceu sorrindo.

- Tudo bem, minha querida? – Maura avançou me abraçando.

- Saudades quando eu era prioridade. – Niall resmungou.

- Você ainda é minha prioridade, mas falo com você com mais frequência! – Maura abraçou Niall e deu uma piscadinha para mim.

- Estão todos lá no jardim? – Niall perguntou e Maura assentiu.

- (S/A) vai comigo para a cozinha! – Maura me puxou pela mão.

Ficamos nos divertidos na cozinha que estava abarrotada de mulheres. Fui apresentada uma por uma e rimos à beça.

Josi, uma das primas de Niall, digitava algo nervosamente no celular e de tempos em tempos me encarava. Quando o churrasco estava quase pronto, fui atrás de Niall no jardim que ficava nos fundos da casa, onde só os homens estavam.

- Ah, não! Uma mulher invadindo nossa área! – Bobby gritou assim que me viu. – Me dê um abraço, querida!

Depois de abraça-lo e ser apresentada a alguns membros da família, me aproximei de niall segurando sua mão.

- Niall, onde fica o banheiro? – Perguntei ao seu ouvido. Estava muito apertada para fazer xixi.

- Vem, eu te levo.

Segurando minha mão, Niall caminhou comigo pela casa; subindo alguns degraus parou de supetão e beijou meus lábios com força.

- Eu preciso mesmo fazer xixi. – Murmurei ofegante após me separar de Niall.

- Está bem. – Niall riu e me levou até uma portinha marrom. – Entregue! Quer que eu te espere aqui?

- Sim! Por favor! – Ri.

Terminei o que tinha para fazer e sai, encontrando Niall escorado na parede. Dei um selinho nele e de mão dadas, descemos pela escada.

- Obrigada! – Beijei sua bochecha.

Ao sentarmos na mesa onde a família estava reunida, Josi me encarava com a sobrancelha arqueada.

- A transa foi boa? Vadia! – Ela perguntou em frente a família. – Sempre achei um absurdo casais que não respeitam a família.

- Do que você está falando? – Niall perguntou.

- Da rapidinha que vocês deram agora. – Ela sorriu.

- Ainda não sei do que você está falando. – Niall insistiu e eu corei violentamente.

- Sabemos que vocês saíram de fininho para transar lá em cima. Foi na cama da tia Maura?

- Chega! – Niall berrou. – Fui ajudar a (S/A) achar o banheiro. Esperei do lado de fora. Depois descemos de novo. Não fizemos nada. Não faríamos nada. Respeito não só minha namorada como minha família também!

- Niall… – Sussurrei e segurei sua mão.

- Não, (S/A)! Ela está falando besteira. Isso não é justo comigo nem com você! – Ele passou a mão pelos cabelos.

- Niall, querido, por favor, se acalme! – Maura veio para nosso lado e passou a mão pelas costas do meu namorado em um carinho lento. – Sabemos que você não fez nada disso… Josi está sendo completamente desnecessária. Vou pedir que você se retire, Josi, por favor!

- Isso não é necessário… por favor… não… – Falei baixinho vendo aquela confusão.

- (S/A), aqui protegemos a família e você faz parte dela. – Maura veio para meu lado. – Josi não tem mais nada para fazer aqui.

A garota bufou alto e em passos barulhentos saiu da sala de jantar. Niall jogou-se na cadeira e bufou. Minhas mãos tremiam e eu pedia baixinho para que elas parassem.

- Está tudo bem. – Niall segurou uma das minhas mãos entre as suas. – Me desculpe por isso…

- Tudo bem. – Suspirei. – Podemos ir para casa? Ou, de repente, pede um taxi para me levar…

- Niall te leva, meu bem. – Maura me fez levantar e me puxou para um abraço. – Nos desculpe por isso.

- Não há motivos para se desculpar. Obrigada por tudo. De verdade!

Depois do desastre no almoço e de me despedir rapidamente dos outros familiares de Niall, fomos embora. Chegando na casa de Niall, troquei de roupa e me deitei na cama.

- Me desculpe por aquilo. – Ao ouvir a voz de Niall, lágrimas passaram a escorrer do meu rosto. – Ei, não. Não chore! Eu estou aqui para te proteger sempre, ok? Ainda mais quando as acusações são falsas….

- Obrigada!

- Não há o que agradecer!

e lembra aquela noite quando minha acidez doentia te perguntou como você conheceu ela e eu tive que me controlar o máximo para não transparecer minha ansiedade e meus anseios e minhas indagações e meus questionamentos. é trágico questionar a ti sobre a impossibilidade universal de te ter comigo, é ser cruel com si pensar que outro alguém te causou um impacto bonito e e é mais triste ainda pensar que esse alguém não sou eu. eu queria que você soubesse que te questionar isso é a minha forma suicida de me permitir ser livre de você, é a minha forma de ser telespectadora na tua vida que eu não faço parte. 

sei que cê me contou que a conheceu porque ela te pediu um isqueiro emprestado naquela avenida movimentada e eu sei que essa é o ápice da romanticidade para ti e eu também sei que não há maneira mais cinematográfica de se conhecer alguém. eu sei que nos conhecemos naquela rua abandonada em plena quarta-feira porque os nossos olhares impreterivelmente se cruzaram, eu sei que não hesitei em te beijar naquela estação de trem, eu sei que não me arrependo de ter te ligado bêbada no dia seguinte te pedindo ajuda porque não sabia como voltar para casa e nenhuma pessoa naquele lugar saberia me salvar como você o fez, eu sei que eu prometi não tornar o nosso lugar favorito uma rotina, eu sei. eu sei que eu poderia ter feito tudo diferente e que poderia ter me livrado desde o início se decidisse que iríamos ser somente amigos, mas como podemos ser amigos se todas as vezes que nos vemos é como se você sugasse toda a minha sanidade só com o teu olhar preso no meu? 

queria entender porque não consigo ser piamente racional e porque a ideia de que você a conheceu em uma avenida-movimentada-pedindo-um-isqueiro me apavora tanto. e de pensar que tantas vezes me questionei o porquê de eu não ser ela ou o porquê de ela não ser eu e o porquê de eu continuar te pertencendo e o porquê de você continuar pertencendo a ela, é cruel cruel cruel, eu compreendo. foram tantas as vezes que me perguntei porque eu simplesmente não era ela, porque eu simplesmente não te pedi um isqueiro emprestado naquela avenida movimentada, tantas vezes eu quis ter pedido o teu isqueiro, tantas vezes eu quis ter pedido o teu isqueiro, tantas vezes eu quis ter pedido o teu isqueiro,

e eu nem fumo.

Preferences #263- Você é fotografada grávida + Notícia

Harry:

Grávida do ano! A modelo (seu nome) (seu sobrenome) foi vista na tarde de ontem andando pelas ruas movimentadas de Los Angeles, a gata está junto com o seu então marido, o cantor Harry Styles que está na cidade para cumprir da banda, a modelo andou pelas ruas sozinha e atendeu inúmeros fãs durante o passeio e segundo fãs que conseguiram tirar uma foto com a modelo, (seu nome) foi super atenciosa e conversou bastante com elas, para quem não sabe, a modelo está grávida de sete meses, fruto de seu casamento de um ano com o cantor, a modelo se afastou das passarelas logo no começo da gravidez, por conta de algumas complicações na gravidez, mas a jovem vem desfilando sua enorme barriguinha grávida, mais notícias traremos aqui.

Liam:

Toda estilosa! A nossa atriz favorita (seu nome) (seu sobrenome) foi vista na manhã de hoje caminhando por Paris, a atriz está na cidade para assistir ao show de seu noivo, Liam Payne, o cantor deu uma entrevista recente falando da chegada de seu filho e como estão os preparativos, (seu nome) está grávida de seis meses e fãs desconfiam que sejam de um menino, já que a cantora foi vista em uma loja de bebês, comprando roupinhas azuis, mais notícias traremos aqui.

Louis:

Grávida e estilosa! A cantora (seu nome) (seu sobrenome) foi vista saindo do hotel em que está hospedada na cidade de Nova York, a cantora está na cidade para se apresentar num programa televisivo, a cantora exibiu seu enorme barrigão de oito meses, durante a entrevista que aconteceu ao vivo na tarde de hoje, a cantora falou toda orgulhosa sobre a chegada de sua primeira filha, fruto da sua relação com o cantor Louis Tomlinson que são casados a cerca de nove meses, a cantora disse “Ela se mexe bastante, ainda mais quando o ouve (Louis) cantar, as vezes eu sento na frente de uma televisão e coloco um dos filmes da banda, e ela se mexe bastante ouvindo eles (One Direction), ela reconhece os tios e o papai de longe”. (seu nome) apenas não revelou o nome da primeira herdeira Tomlinson, conta para a gente ai (seu nome)!

Niall:

Linda, grávida e caridosa! A apresentadora de TV (seu nome) (seu sobrenome) foi vista desfilando seu lindo barrigão de cinco meses num evento de caridade, em prol de crianças refugiadas, a apresentadora foi ao lado do noivo, o cantor Niall Horan, enquanto passavam pelo tapete do evento, Niall e (seu nome) deram algumas entrevistas para os jornalistas locais e o papai de primeira viagem  falou sobre a gravidez de sua amada “(seu nome) será uma ótima mãe, ela e o bebê já tem uma relação linda, nós conversamos com ele sempre, é gostoso e ele se mexe como resposta *risos* ele vai chegar em breve, tenho que me preparar para isso, é uma loucura que eu estou amando, é muito gostoso essa sensação” a apresentadora é noiva de Niall a cerca de dois meses, esse casal é sensacional, mais notícias traremos aqui.

Zayn:

Toda poderosa! A fotografa e socialite (seu nome) (seu sobrenome) anda desfilando o enorme barrigão de cinco meses pelas ruas californianas, (seu nome) está em Los Angeles de férias com então namorado Zayn Malik, o casal está curtindo os dias em LA antes da moça dar a luz a pequena Lya, fruto do namoro de um ano e quatro meses do casal, (seu nome) foi vista saindo de um dos restaurantes da qual é dona em LA, a gata passou uma tarde com amigas e foi vista toda sorridente, pessoas que estavam no restaurante disse que a socialite estava sempre alisando a barriga “Ela parecia bem cuidadosa com a enorme barriga, ela estava bem sorridente e foi carismática com as fãs dele (Zayn) que pediu para tirar fotos com ela” o cantor não foi visto acompanhando a namorada, mas já confessou em meio a entrevista que está muito feliz coma  chegada da primeira filha deles.

Imagine - Louis Tomlinson

Geeente, eu achei esse imagine em um pen drive meu, eu publiquei ele no meu antigo tumblr….. tem continuação! Espero que gostem! 

Ah! Saiu mais uma parte da minha “história” no wattpad, caso alguém acompanhe por aqui….

Beijooos


Eu achava que todas as escolhas que eu havia feito na minha vida estavam certas.

Desde a roupa que eu vestia às amizades que eu queria no futuro.

A quatro anos atrás, eu optei em me distanciar do meu melhor amigo por ter me apaixonado por ele. Uma paixão que foi chegando devagarinho e se instalou no meu coração sem pedir permissão. Mas o pior de tudo, além de ter me apaixonado por ele, foi ter perdido sua amizade. Eu sentia falta das sextas-feiras que eu tinha ao seu lado, as sextas-feiras que eram só nossas, das pizzas e dos filmes que gostávamos de assistir. Tudo se perdeu depois de um adeus mau dado e uma mudança repentina para a capital.

Foi no momento certo que aquela proposta de emprego chegou; exatamente um mês depois da nossa formatura, uma das principais editoras de Londres me enviou a proposta de trabalho, turno integral como editora iniciante e um salário bem acima da média. O resultado? No dia seguinte eu já estava fazendo minha entrevista para o cargo.

Louis, no final das contas, não passava de uma lembrança de um passado bom, mas distante. A exatos 260 KM de distância.

Mas um dia que eu volto para meu apartamento vazio, silencioso e escuro. Decidi tomar um banho para depois preparar minha janta. Um banho longo em uma água quentinha era tudo que meu corpo pedia depois de mais um dia em uma semana lotada de trabalho. Depois de secar meu cabelo, hidratar meu corpo e vestir meu conjunto de pijama favorito, fui para cozinha com meus pés descalços sentindo o carpete fofinho do apartamento massageá-los.

Eram quase nove horas de noite quando minha mãe me ligou, coisa que não costumava acontecer com frequência; e em meio uma conversa rápida, ela me fez prometer que iria para casa no feriado da semana seguinte.  

E assim eu fiz.

O feriado começava hoje, quinta-feira, e depois de um café da manhã reforçado, tomei um bom banho e arrumei uma pequena mala com poucas roupas, afinal passaria apenas três dias na casa da minha família.

A estrada estava movimentada, mas nada que me atrasasse ou me trancasse o caminho. No carro, uma garrafinha de água estava ao alcance das minhas mãos e minhas músicas favoritas tocavam no rádio do carro.

As três horas me deixaram cansada e com fome, pedia mentalmente para que mamãe fizesse deus lanchinhos que eram meus favoritos e um bom copo de suco das laranjas que meu pai cultivava em casa.

- Que saudade de casa. – Murmurei para o silêncio que havia se instalado no carro.

Estacionei o carro em frente a grande casa cinza da minha família. Ainda não tiraria minha mala de dentro do carro, então, com a bolsa nos ombros e a garrafinha, agora vazia, nas mãos, desci do carro e acionei o alarme.

- Oh, querida, chegou cedo! – Mamãe saiu limpando suas mãos no avental rosado.

- A estrada estava boa. – A abracei transmitindo toda saudade que eu sentia.

- Como eu senti sua falta, minha princesinha! – Ela me beijou a testa. – Vamos, seu pai está louco para te ver.

- Eu também senti saudade de vocês! – Entramos em casa. – Onde ele está?

- Querida, antes de você entrar, precisamos conversar. – A medida em que a minha mãe falava, seu sorriso diminuía.

- O que aconteceu? – Perguntei assustada. – Foi com o papai? – Meu coração acelerou.

- Oh, não! Minha filha, uma vez você me disse que era apaixonada por Louis, o que você ainda sente alguma coisa? – Senti meu rosto esquentar, muito.

- Não, mamãe! Claro que não! – Ela me olhou de maneiro engraçado. – Não poderia sentir alguma coisa por ele. Não mais. Por que?

- Ele irá se casar. Fomos convidados. A mãe dele faz questão da sua presença, disse que você nem precisa confirmar sua ida. – Mamãe bufou. – Ela tem esperanças que você o salve.

- O salve? Porque o salvaria? – Bati a mão em minha perna.

- A família não gosta da noiva. Mas é uma longa história, e não é meu dever lhe contar. – Mamãe me olhou tristinha. – Você vai, né?!

- Não. Agora onde está o papai?

- Na cozinha. – E demos o assunto encerrado.

Passei a tarde com meu pai. Tinha medo de que se conversasse com minha mãe, ela me forçaria ir ao casamento. À noite, toda vez que eu fechava os olhos, o sorriso de Louis vinha a minha cabeça; o tempo que passamos juntos e as várias vezes que imaginei que ficaríamos juntos.

- Papai? – Meu pai levantou o olhar do jornal em suas mãos. Minha mãe havia ido à mercearia, era a hora de falar com quem me entenderia.

- Sim? – Ele me olhou.

- Você acha que eu deveria ir ao casamento de Louis? – Ele deu uma risadinha.

- Acredito que você deveria seguir seu coração. – Meu coração está bem abalado no momento, pensei.

- Tudo bem. – Levantei da mesa e beijei a têmpora do meu pai.

No meu antigo quarto, aproveitei para adiantar alguns relatórios da empresa, mas em seguida desisti e passei a sexta-feira e o sábado inteiro assistindo filmes. O domingo começou ensolarado, estava fechando a mala quando uma voz fina e enjoada atingiu meus ouvidos; meu estomago virou, assim como meus olhos.

- (S/A), – minha mãe apareceu na porta do meu quarto – a noiva de Louis está aí, disse que queria falar com você.

- Já vou descer. – Fechei a mala e a coloquei na porta do quarto saindo em seguida.

- (S/N), certo? – Concordei com a cabeça. – Sou Lisa, noiva de Louis. Eu queria conversar com você, se importa?

- Sem problemas, sente-se por favor. – Ao olhar para minha mãe, ela compreendeu a deixa para nos deixar a sós.

- Com licença, meninas. (S/N), qualquer coisa me chame.

- Aconteceu alguma coisa? – Perguntei a loira sentada a minha frente.

- Quero você como minha madrinha de casamento.

Shape of You - Niall Horan


  Pedido: Queria um baseado na música shape of you, que eles se conhecem num clube e acabam saindo depois, tipo isso. Desde já obrigada.

  Obs: More, você não especificou com quem era o imagine, então tomei a liberdade de fazer com o Niall. Me desculpe se não estiver do seu agrado, e se sinta livre para me dizer o que achou.

Niall P.O.V


“Cara, isso aqui tá lotado.” Harry comentou assim que entramos no bar.

Havíamos combinado de nos encontrar em um novo bar no centro de Londres, para nos juntarmos aos outros caras e apenas jogar conversa fora, como nos velhos tempos.

“Vamos entrar. Liam disse que todos já chegaram e estão nos esperando no bar.” Eu disse bloqueando o celular assim que terminei de ler a mensagem de Liam.

Harry assentiu, e caminhou comigo para dentro do bar. O local era simples, porém, moderno. Havia várias mesas espalhadas pelo local, e uma música agitada ecoava pelo lugar.

“Achei que não vinham mais.” Louis comentou bebericando sua cerveja assim que eu e Harry nos sentamos na mesa.

“O trânsito tá um caos, cara.” Eu disse e Harry concordou.

Logo iniciamos uma longa conversa sobre a nossa ‘folga’. Com a pausa de banda, cada um seguiu um rumo diferente, mas nunca deixamos de nos encontrarmos quando estávamos com tempo suficiente para tal.

Louis nos contava como estava seu filho, Freddie, quando uma garota passou ao lado de nossa mesa.

Ela usava um vestido preto e apertado, que realçava suas curvas, seus cabelos eram longos e ela ria para a amiga que andava ao seu lado.

“Niall, acho que você vai babar.” Liam comentou rindo junto aos garotos enquanto fingia limpar o canto de minha boca.

“Idiota.” Falei rindo. “Cara, qual a probabilidade dessa garota me dar uma chance? Porque eu com certeza daria várias para ela.”

“Você só vai saber se tentar.” Harry disse erguendo as sobrancelhas e apontando discretamente para a garota que estava esperando sua bebida, mas agora sem a presença de sua amiga.

“Tudo bem.” Eu disse suspirando e me levando da cadeira. “Me desejem sorte.” Disse e caminhei em sua direção.

Ela estava sentada em um dos banquinhos em frente ao balcão enquanto esperava sua bebida, e batucava freneticamente as unhas nas coxas.

Me sentei ao seu lado e pedi minha bebida, tentando ao máximo não olhar para a linda garota ao meu lado.

“Olá.” Escutei uma voz doce ao meu lado e me virei rapidamente, encontrando a garota dos meus sonhos sorrindo para mim.

“Olá.” Respondi um pouco confuso e me bati mentalmente por isso.

“Desculpe se estou te atrapalhando. Mas acho que minhas amigas arrumaram companhias e me esqueceram.” Disse envergonhada.

“Não. Na verdade eu estava procurando um jeito de começar uma conversa com você.” Eu disse, torcendo para que minhas bochechas não ficasse ruborizadas.

Começamos uma conversa longa enquanto bebíamos, e admito que cada vez ficava mais encantado por aquela garota.

Já estávamos um pouco alterados quando ela resolveu levantar, insistindo para que colocássemos uma música no jukebox que havia no canto do bar.

Caminhamos até a máquina, e ela pegou o catálogo para escolher uma música.

“Que tal Van The Man?” Perguntou para mim, e eu apenas concordei, tirando algumas moedas da carteira.

Logo que ‘Too Late’ ecoou pelo bar, ela me puxou para o centro do local, enquanto dançava e ria.

“Então, eu não sei dançar muito bem.” Eu disse coçando a nuca, envergonhado.

“Apenas coloque a mão em minha cintura. Não precisamos falar muito.” Disse enquanto pegava minhas mãos e colocava ao redor de sua cintura.

Já havia passando bastante tempo em que estávamos ali, quando resolvemos ir embora pois já era de madrugada.

Assim que fomos para a porta do bar, percebemos que estava chovendo relativamente forte.

“Eu acho melhor irmos direto para minha casa.” Afirmei. “Sua casa é um pouco longe, e não sei se estou sóbrio o bastante para dirigir tanto.” Ri.

“Desde que você não me sequestre, por mim tudo.” S/n disse rindo. “Mas onde está seu carro?”.

“Aí está o problema. Tire seus saltos, acho que vamos ter que correr.”

S/n tirou os saltos ainda confusa, e os colocou nas mãos. Entrelacei nossos dedos e a puxei para de baixo daquela tempestade.

Ela ria enquanto corria, e as vezes escorregava nas poças d'agua que haviam na rua, porém, eu segurava antes que ela fosse ao chão.

“Você é louco.” Disse assim que nós dois entramos no carro, encharcados.

“Espero que você não ligue para isso.” Eu disse enquanto acelerava o carro.

Assim que chegamos em minha casa, a levei até o banheiro para tomar um banho, e lhe entreguei uma blusa minha e uma cueca box enquanto também tomava um banho no banheiro do meu quarto.

Ouvi batidas na porta de meu quarto, e assim que abri, dei de cara com s/n com minhas roupas.

Eu estava apaixonado pelo corpo daquela garota. E talvez meu coração estava se apaixonando também.

É possível ter a certeza de que achou o amor de sua vida em apenas uma noite?

“Meu Deus. Tá muito frio.” Disse rindo e pulando em minha cama. “Olha, eu sou muito espaçosa. Espero que não se importe.” Disse já se enrolando no cobertor.

Escondi o sorriso gigante que queria dar. Aquela garota me surpreendia cada vez mais.

Me juntei a ela na cama, e resolvemos assistir alguns filmes até dormirmos.

Abri os olhos com dificuldade devido ao sol que atravessava as persianas.

Olhei para o outro lado da cama e o encontrei vazio, apenas com um pedaço de papel e uma caneta ao lado.

Peguei o papel, encontrando um recado feito com uma letra caprichada.

“Desculpe ser tão espaçosa e ter te chutado várias vezes durante a noite. Espero que possamos nos encontrar novamente. Meu número (xxxx-xxxxx)
XxXS/n”

Sorri assim que terminei de ler o bilhete, e afundei a cabeça nos lençóis daquela cama, que agora estavam com o perfume dela.

Eu queria o amor daquela garota.

1 semana depois

“Eu não sei o que você gosta de comer, então eu deixo você escolher dessa vez.” Comentei enquanto caminhava com s/n ao meu lado.

Depois do dia em que ‘dormimos juntos’ começamos a trocar várias mensagens de texto por dia, até decidirmos sair novamente.

“Ah, eu não sou uma pessoa muito exigente.” S/n disse rindo. “Vem, vamos entrar aqui.” Falou puxando minha mão para uma lanchonete qualquer.

O lugar tinha uma decoração tipicamente antiga. Com aquelas cadeiras estofadas e pisos xadrez.

“O que vão querer, jovens?” Perguntou uma senhora, sorrindo para nós.

Deixei o pedido por conta de s/n, que parecia conhecer um pouco o local.

Alguns minutos se passaram e logo a senhora voltou, carregando uma enorme bandeja com batatas fritas e alguns hambúrgueres.

“Cara, nem eu consigo comer isso tudo.” Eu disse rindo.

S/n riu enquanto pegava uma batata e recomeçava a conversa comigo.

Despedimos da senhora, e saímos da lanchonete. Caminhamos até a esquina, e pegamos um táxi, já que decidimos andar um pouco mais por Londres.

O senhor que diria o táxi, já era de idade, e nos tratava como um casal (e eu admito que estava gostando disso).

“Moço, será que o senhor pode ligar o rádio?” S/n perguntou graciosa para o homem.

“Claro, minha jovem.” Disse ligando o rádio, que tocava Tenerife Sea, de Ed Sheeran.

“Should this be the last thing I see
I want you to know it’s enough for me
‘Cause all that you are is all that I’ll ever need.”
Cantei em seu ouvido, a parte da música, enquanto lhe puxava para mais perto de mim.

S/n corou olhando para baixo, me fazendo erguer seu queixo com as pontas de meu dedos.

Me inclinei lentamente para frente, encaixando nossos lábios em um beijo lento.

Assim que pagamos o táxi e nos despedimos do senhor, caminhamos até as ruas menos movimentadas de Londres.

S/n caminhava em minha frente enquanto brincava com um cachorro que havíamos encontrado na rua.

“Acho que estou ficando com ciumes.” Eu disse rindo me referindo ao seu carinho com o cachorro.

“Me apaixonei à primeira vista.” S/n falou rindo enquanto fazia carinho na cabeça do cachorro.

“Aconteceu o mesmo comigo em relação a você.” Eu disse em um ato de coragem.

“Como é?” Perguntou se aproximando de mim enquanto o cachorro lhe seguia.

“Eu juro que não ligo para o fato de você ser muito espaçosa. Posso me acostumar com isso todas as noites se você quiser.” Eu disse e s/n sorriu abertamente enquanto pulava em meus braços.



XxXGaby

Imagine Louis Tomlinson

Pedido:  Faz um do Louis em que ela e sequestrada e ele fica maluco atrás dela

N/A: Pra não ficar muito parecido com um do Liam que eu tenho aqui (foi o meu primeiro imagine nesse Tumblr), resolvi fazer assim. 

————————-


Desativo o alarme da Land Rover preta na garagem e dou a partida assim que entro nela. Eu já estava atrasada para o meu primeiro paciente do dia. Dirijo calmamente pela ruas ainda movimentadas da cidade. Se Louis souber que estou indo sem um dos seguranças ele me mata!

Meu marido é um dos mais ricos empresários de toda a Inglaterra. Desde que ele recebeu a herança do pai, ficou paranoico com isso. E ainda mais depois que tudo que ele já tinha, triplicou de tamanho. Ele não vai na esquina se não tiver, no mínimo, 3 seguranças armados. E comigo é a mesma coisa. Nós vivemos com seguranças nas nossas costas 24 horas por dia. 

Eu até entendo sua preocupação. Muitas pessoas tem inveja dele e de tudo que ele conquistou, e, nessa jornada, conquistou alguns inimigos também. Mas isso as vezes vira paranoia. 

E hoje foi um dos dias que eu resolvi que não queria um bando de seguranças na minha cola e sai de fininho de casa. Estacionei o carro na frente do hospital e desci. Eu não sei o que aconteceu, mas senti uma dor forte na cabeça, tudo ficou preto e eu apaguei. 


**

Louis Point Of View.

**


Um dos seus seguranças entrou desesperado na minha sala, ele mal consegui falar; parecia que tinha corrido uma maratona. 

- O que foi?

- Ligaram do Hospital lá na sua casa, perguntando se a S/N não iria pra lá hoje… Olharam a casa toda. Ela sumiu, não estava em canto nenhum.

- Mas e os seguranças? 

- Ela saiu sem nenhum. - senti meu sangue ferver. Eu já havia dito para não fazer isso. 

- Mas que porra! - soquei a mesa. - Ela não pode ter sumido. Rode essa cidade atrás dela. Vá. - disse revoltado. 

Onde é que essa mulher se meteu, meu Deus?

**

Eu andava de um lado para o outro impaciente. Eu estava aflito, e esperava por notícias dela o mais rápido possível. Até que o segurança entra.

- Nada, senhor. Não está na casa da mãe, da amiga, no parque, no mercado. Em canto nenhum. - respirei fundo. 

- Ela saiu com qual carro?

- Com o dela mesmo, senhor. A Land Rover preta. 

- Rastreie. Agora. - ele sai e volta pouco algum tempo depois. - Onde estava? Por que tanta demora?

- Pelo rastreador, ela estaria no hospital. Eu fui até lá, mas nem sinal dela. 

Levei minhas mãos na cabeça e puxei meus cabelos. Tudo que eu queria era saber onde ela estava. 

- Pode sair. Mas me mantenha informado e continue procurando. - ele assente e sai da sala.

Já se passavam das 4 horas da tarde e ainda não tinha sinal nenhum de onde S/N podia estar. Minha secretária entra na sala com uma caixa e me entrega. Na caixa tem as iniciais “S.N”. Estranho, mas abro a caixa. Dentro está a pulseira de ouro da S/N, que eu lhe dei quando completamos 1 anos de casados. Fecho minha mão em punho e jogo a caixa longe.

- Luke. Localize todos os carros do Saulo.

- Saulo Nevado? - ele pronuncia o nome do meu maior inimigo. 

- É. Esse filho da puta está com a S/N. - digo com raiva. - Coloque os helicópteros e os outros caras para procurar pela cidade. Eu tenho que achar a S/N. - digo olhando pela janela a enorme cidade. 

Passa-se 1 hora e ele volta para minha sala. 

- Nós localizamos. Ele está num galpão abandonado, quase na fronteira. - diz afobado. - Ele entrou em contato, disse que quer aquilo que você sabe, ou S/N pagará as consequências. 

- Vão atrás dele e tragam ela de volta pra mim. Ele que não ouse fazer mal à ela. Me mantenha informado. 

Imediatamente ele faz o que eu mandei e vai atrás da minha mulher. Eu só quero ela aqui comigo. Eles vão me dizendo tudo que está acontecendo. Saulo resiste, mas eles conseguem tirar ela de lá e o deixam preso. 

Eles a levam imediatamente para casa e vou mais que depressa pra lá. Todos os seguranças estão reunidos e eu subo correndo para o nosso quarto. S/N está desacordada, com arranhões e hematomas por todo seu corpo. Travo meu maxilar. Aquele filho de uma puta a agrediu. Ele machucou a minha menininha. 

Volto até onde os caras estão e eles olham assustados, provavelmente pela minha cara. 

- Ele a machucou. Deem a ele o que ele merece! - eles entendem o que eu quero e eu volto para o quarto. 

Tirou meus sapatos, minha gravata e meu paletó. Me deito na casa e a puxo para o meu peito. 

- Ele vai pagar pelo que fez. - digo baixinho e beijo sua cabeça. - Eu vou cuidar de você, minha princesa. 


[…]

— GUIA DE SOBREVIVÊNCIA PARA ADMINISTRAR UM RP

Olá menines, tudo belezoca? Esse guia, na verdade, é um cronograma feito por mim, pela @magentaicons​ e a @huermione​ da época em que nós moderávamos o @newpatronus-rp​. Ele contém todos os hábitos e rotinas do RPG, nós fizemos para que outras administradoras entendessem como as coisas funcionavam na moderação, porque nós já tínhamos costumes definidos. Eu acredito que é um dos grandes motivos pelo qual o RPG durou tanto, sabe? É importante que uma equipe de mods tinha uma dinâmica definida, discutirem como é a rotina de cada pessoa, quando as pessoas entram, e o que vocês vão fazer na central. Foi extremamente útil por muito tempo, ficava lá nos rascunhos, então quando nós passamos a moderação do RP adiante, ou outras mods se juntavam à equipe, era só mandar o link.

Por isso, achamos legal postar para vocês aqui, caso seja útil para alguém. Vocês encontrarão abaixo o guia comentado de como nós administramos o NP, espero que seja útil!!

Keep reading

Pedido por: Anonimo.

Notas: Mil desculpas pela demora, estava em semana de provas e haviam mil coisas para estudar! Mas agora estou entrando de férias e vou me dedicar mais aos imagines. Obrigada por todo o apoio, vocês são maravilhosos! E OBRIGADA PELOS 500 SEGUIDORES!!! Espero que gostem ♥


A cena que passava por meus olhos poderia ser descrita como uma das melhores da minha vida. Qual foi a última vez em que os Vingadores puderam sentar, beber e rir das piadas sem graça do Clint?

Até para mim, que estou na equipe há pouco tempo, era um alívio poder relaxar sem preocupações. Ser uma super-heroína era bastante cansativo e qualquer pessoa merecia um descanso.

Na minha ficha da SHIELD sou descrita como uma mutante nível ômega com poderes de telecinese e telepatia, que só aprendi a controlar graças aos treinamentos no Instituto Xavier. Após a morte dos meus pais no ataque alienígena em Nova York, meus poderes se manifestaram descontroladamente.

Em uma noite tive um pesadelo tão real que me descontrolei, quase demolindo todo o prédio em que eu morava. Assustada, corri para a rua movimentada e comecei a ouvir vozes dentro da minha cabeça. Quando eu já estava desesperada, o Professor me achou com ajuda do Cérebro e, após muita insistência, passei a viver no Instituto. E então os Vingadores descobriram que eu era muito poderosa, me convidando para participar da equipe.

E agora, após uma longa e cansativa missão contra a Hydra, estávamos na Torre dos Vingadores fazendo absolutamente nada.

— Se eu levantar Mjolnir, poderei governar Asgard? — Tony indagou com seu humor carregado de sarcasmo. Thor, por sua vez, ria dos amigos que insinuavam conseguir levantar seu martelo mágico. — Serei justo, mas firmemente cruel.

Estávamos todos felizes. A calmaria era surpreendente e eu estava adorando aquilo. Até alguns minutos Maria e eu estávamos discutindo sobre onde Natasha havia comprado o batom que estava usando, mas agora prestávamos atenção na cena à nossa frente:

Tony segurou o cabo do Mjolnir, puxando-o para cima com toda a sua força, mas nem sequer se mexeu. Nisso, Thor já estava julgando o amigo mentalmente.

— Qual é o segredo? — perguntei para o loiro, que me olhou divertido.

— O segredo, minha querida, é ser digno — ele disse.

Revirei os olhos com sua resposta.

— Acho que posso levantar com os meus poderes — falei em tom de desafio.

— O que acha de uma aposta? — Thor se aproximou, com um sorriso no rosto. Não precisei ler sua mente para saber que não acreditava em mim.

— O que eu ganho? Não quero governar Asgard. Sei que está pensando nisso.

— O que você quiser, terá — ele piscou para mim.

— Tenho que pensar — pedi, e ele assentiu, voltando sua atenção para quem entrava novamente na sala.

Tony entrou em meu campo de visão, acompanhado de Rhodes e mãos robóticas das armaduras de ferro. Os dois seguraram Mjolnir, tentando, com toda a força, levantá-lo. Sem sucesso, e agora bravos, os dois saíram resmungando.

Vou descobrir o segredo, e aí posso jogar na cara do Thor, Tony pensou. Ri com isso, e continuei a observá-los.

Dessa vez Bruce se levantou, pensando apenas em como iria zoar os amigos caso conseguisse levantar o martelo. Eu, em seu lugar, faria o mesmo. Bruce segurou, puxou, mas não conseguiu sequer movê-lo. Estava imaginando se ele iria virar o Hulk.

Todos então passaram a desafiar Steve. Ele era, sem dúvidas, o homem mais bondoso que já conheci e se alguém levantaria aquele martelo, seria ele.

O Capitão foi em direção a Mjolnir após muitos pedidos, e segurou com força o objeto mágico, se preparando para tentar puxar. Quase saltei do sofá ao ver que o objeto se moveu alguns centímetros. Olhei em volta, percebendo que mais ninguém, além de Thor, viu a cena.

E o asgardiano nunca pareceu tão perplexo.

— Ei — Tony, ainda frustrado, chamou a todos. — Suponhamos que o martelo esteja em um elevador…

— Oh, não — Natasha revirou os olhos.

— O elevador sobe ou não?

Thor riu.

— É uma boa pergunta. O elevador não seria digno? — Clint completou a ideia maluca do amigo.

Steve soltou uma gargalhada.

— Em uma outra ocasião, o martelo sobre a tampa de um vaso sanitário, e alguém como o nosso querido Capitão América, tentasse tirá-lo… — Tony sugeriu, e então eu não consegui segurar a risada. — O que é? Eu estou falando sério, vou descobrir o truque. Legolas, você concorda comigo, não é?

Clint riu com seu apelido.

Então uma luz se acendeu em minha mente, se eu estivesse em um desenho animado, uma lâmpada flutuaria sobre minha cabeça.

Era isso! Thor odiava apelidos. Se eu ganhasse a aposta, o torturaria com diversos apelidos que Tony e eu pensamos especialmente para ele.

— Ok, minha vez — sorri, me levantando e indo em direção a Mjolnir e observei Thor com seu olhar de descrença. Não sei o que eu teria que dar a ele caso perdesse a aposta, ele não pensava em nada no momento então ler sua mente era inútil. Me concentrei apenas nos meus poderes de telecinese.

Se ela conseguir, tem o meu respeito para sempre, pensou Maria Hill.

Quero só ver a cara dos garotos se ela conseguir levantar o martelo, Natasha pensou, Tony vai pirar.

Observei Steve de soslaio, ele sorria sozinho, esperando que eu conseguisse concluir meu objetivo. Aparentemente, todos ali tinham algum motivo para que eu ganhasse, provavelmente me ajudariam a achar maneiras de irritar o nosso amigo asgardiano.

— É magia asgardiana, foi abençoada por Odin, não acredito que você vá conseguir movê-la — o loiro desafiou. Sorri, e apenas estendi a mão em direção ao martelo, segurando-o firmemente.

Fechei os olhos, lembrando da vez em que estava treinando com Jean Grey e Tempestade na mansão e meus poderes se manifestaram em - quase - força total. Não sei se precisaria disso nesse caso, mas estava tentando chegar ao máximo. Senti todo o meu corpo estremecer e me permiti abrir os olhos, e fiquei perplexa com o que vi.

Mjolnir, o martelo de Thor, estava em minhas mãos e ele nem mesmo pesava tanto quanto parecia.

Eu consegui de verdade!

Todos os olhares surpresos estavam direcionados ao artefato mágico, mas meus olhos encaravam Thor, que agora estava imóvel. Meu coração dizia que rir dele era errado, mas meu cérebro já planejava piadas sobre esse momento.

Não consegui controlar um sorriso, quando quase pulei de susto ao ouvir Tony gritar.

— É uma ilusão! — ele disse. — Ela está nos fazendo ver o que estamos vendo, mas na verdade não estamos vendo isso… que ela acabou de fazer. Ilusão de ótica para nos desviar do que realmente importa: desmascarar o cosplay de Ragnar Lothbrok aqui.

O quê?

— Eu não tenho esse poder — me defendi.

— Então o Thor combinou isso tudo!

— Não, eu…

— A-há! — Tony disse. — Eu sabia! Não tente negar, mocinha. Eu sou quase um Sherlock Holmes.

Acho que Natasha pensou em algo sobre o Tony pirar. Era desse jeito?

— Tudo bem — falei alto, chamando a atenção de todos. — Eu ganhei a aposta e já sei o que eu quero, loiro — sorri para o asgardiano, que me olhou desconfiado. Eu sei, era um choque para ele ver seu martelo mágico nas mãos de outra pessoa, mas era impossível manter a minha boca fechada.

— Você tem o trono de Asgard, se quiser — Thor disse, desta vez sério. — Eu devo cumprir minha promessa.

— Ah, não — sorri. — Não é isso o que eu quero, Rapunzel. Vou te torturar para sempre.

Fiz um high-five com Clint, que riu do que eu falei.

— Ninguém quer saber como ela levantou o martelo? Foram os poderes mutantes! — Tony disse após minutos em silêncio.

— Sim — confirmei, e ele fiingiu estar surpreso.

Natasha riu, voltando a conversar com Maria e Bruce, enquanto Tony tentava argumentar com Thor sobre seu martelo mágico, e Steve discutia algo com Clint.

— Mais uma coisa… — Tony voltou a falar.

— Ele é sempre tão chato assim? — indaguei, e todos ali confirmaram.

— Vai se acostumando, agora você é uma vingadora — Thor disse. — E… Digna também.

— Obrigada, Zelda.

Thor fez uma careta confusa.

— O que é um Zelda? — perguntou.

— Steve deve saber — Natasha disse, com um sorriso cúmplice. — Ele entende as referências.

— Você não vai esquecer disso, não é? — Steve resmungou.

A festa continuou bem. Brincamos, rimos, bebemos e conversamos como se fôssemos amigos há anos. Era ali que eu gostava de estar. Pela primeira vez em muito tempo, me senti em casa.