movimentada

movimentada-deactivated20150307 asked:

Made in the USA - Demi Lovato

música: 

nunca escutei | é.. | legal |boa | incrível | perfeição

Tumblr:

  • No me gusta nada dessa porra : )
  • Legal, mas nao faz meu tipo
  • Pode melhorar
  • Bom
  • Lindo
  • Gostei.
  • Humilhando.
  • perfeito
  • Ainda tem a cara de pau de pedir pra avaliar
  • VEIO AQUI SÓ PRA ME HUMILHAR NÉ? *0*

cami’s

Essa semana vai ser bem movimentada aqui no tumblr com o nosso Arraiá, organizado pelas famílias Magnatas, Glamour, Los Bruttos e Armani. Uma semana com uma maratona de avaliações, reblogues de autorias, games e sorteios. Segue o calendário e participe.

  • 22/06

19:30 Magnatas: Avaliação
20:30 Glamour: Reblogue de autorias
21:30 Los Bruttos: Game (valendo 10 reblogues em cada familia)
22:30 Armani: Sorteio de 4 skins

  • 23/06

19:30 Glamour: Avaliação
20:30 Los Bruttos: Reblogue de autorias
21:30 Armani: Game (valendo 10 reblogues em cada familia)
22:30 Magnatas: Sorteio de 4 skins

  • 24/06

19:30 Los Bruttos: Avaliação
20:30 Armani: Reblogue de
21:30 Magnatas: Game (valendo 10 reblogues em cada familia)
22:30 Glamour: Sorteio de 4 skins

  • 25/06

19:30 Armani: Avaliação
20:30 Magnatas: Reblogue de autorias
21:30 Glamour: Game (valendo 10 reblogues em cada familia)
22:30 Los Bruttos: Sorteio de 4 skins

  • 26/06

19:30 Magnatas: Avaliação
20:30 Glamour: Reblogue de autorias
21:30 Los Bruttos: Game (valendo 10 reblogues em cada familia)
22:30 Armani: Sorteio de 4 skins

  • 27/06

19:30 Glamour: Avaliação
20:30 Los Bruttos: Reblogue de autorias
21:30 Armani: Game (valendo 10 reblogues em cada familia)
22:30 Magnatas: Sorteio de 4 skins

  • 28/06

19:30 Los Bruttos: Avaliação
20:30 Armani: Reblogue de autorias
21:30 Magnatas: Game (valendo 10 reblogues em cada familia)
22:30 Glamour: Sorteio de 4 skins (com a url de quem ganhou)

  • 29/06

20:00 Todas as famílias: Mega Sorteio (theme, skin, caixinha de destaque e headers exclusivos)

Esperamos a participação de vocês!

Todo instante eu quero mudar de vida. Conseguir um emprego numa cidadezinha distante e desconhecida, morar num apartamento de uma rua movimentada, ter um vizinho a qual eu bateria em sua porta pedindo café e olhando para dentro de sua sala, então ele perceberia meu interesse e me convidaria para entrar, conversaríamos sobre vários assunto, dentre eles como eu fui para ali, naquela cidade, e então eu lhe contaria e ele acharia tudo tão sexy que acabaríamos transando ali mesmo, no pé do seu sofá, enquanto o mundo inteiro lá fora esperaria-me. No outro dia, nos encontraríamos no corredor e fingiríamos que nada havia acontecido, porque, no fundo, não tinha acontecido nada. É só uma foda casual entre dois vizinhos que acabara de se conhecer. E divagando sobre um futuro que talvez nunca aconteça, eu me pego rabiscando mais uma vez esse caderno velho e rabiscado por devaneios que tenho consciência que nunca passarão disso. Talvez, se eu tirasse a mão da caneta e pusesse os pés no chão frio, as coisas começariam a dar certo pra mim. Mas não, eu continuo com medo do mundo lá fora e aguardando a minha hora de ser feliz, como se a felicidade fosse um toque de recolher.
—  Jadson Lemos. 
E eu estou no piloto automático mais uma vez. É horário de pico e cada passo que dou eu esbarro em um desconhecido ou conhecido de vista. O relógio da igreja da praça principal anuncia que já estão fazendo dezoito horas desse dia. Sabe o que isso quer dizer? Quer dizer que faltam 6 horas para que o dia acabe e eu não terei feito absolutamente nada. Meu dia será mais um como todos os outros sem produtividade. Pode parecer que estou um caco agora, mas é que eu estou mesmo. Estou destruída e todos esses rostos que me cercam apenas notam um sorriso no rosto e um olhar olhar assustado vindo de minha parte. Estou andando pelas ruas movimentadas de uma cidade pequena como se eu não tivesse alma. Eu poderia ser atropelada nesse exato momento, e eu não sentiria nada. O provável amor de minha vida pode ter passado por mim e talvez eu não tenha notado, porque eu não estou realmente aqui. Eu não estou em lugar algum, e é por isso que esbarram em mim e sequer se desculpam, porque eu estou invisível. Eu sou invisível. Eu sou alguém que não existe. Eu sou ninguém.
—  Yaisa.

Poucos irão parar pra ler isso ,é na verdade isso não interessa a ninguém mas passo horas dentro da sala de aula e tem momentos que me sinto sufocada lá , dá vontade de sair correndo , então eu saio e ando pela escola horas vazia horas movimentada , rezando para te encontrar mas sem admitir isso para mim mesma .É normal ver alguém todo dia e nunca ter coragem para dizer oi ?É normal sentir um alívio imenso no coração só de ver a pessoa de longe ? Quando o vejo de longe não quero parar mais , quando chego perto quero abraçá-lo mas ao mesmo tempo quero sair correndo .
-isso foi apenas o desabafo de uma estudante.

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Sunport Hotel Casino

Warner Street, Sunport, CA

Dono do Estabelecimento: Catherine O'Callaghan

Localizado na movimentada Warner Street,o Sunport Hotel Casino é um dos maiores pontos turísticos da ilha.Além de oferecer acomodações de primeira linha,dispõe também de um casino luxuoso inspirado no belo oceano azul que banha Sunport Beach.
O lugar é principalmente frequentado por turistas que estão na cidade à passeio ou à trabalho.Alguns moradores da cidade arriscam suas reputações e não se importam em visitar o casino,enquanto outros simplesmente evitam a ligação de seus nomes com qualquer tipo de jogatina.

As ruas estão movimentadas hoje, o céu está escuro, a chuva não dá trégua, mas olhando com um pouco de calma aqui de cima, percebo que em meio a tantos guarda-chuvas, existe ainda muita luz além dos faróis e sinais de trânsito.
—  Ney Mombach

Ela parou o carro no lugar de sempre e eu entrei. Talvez o medo e a ansiedade estivessem estampados na minha cara, pela semana terrível que tivemos. Ela me saudou com um boa noite desanimado e durante todo o caminho o único som que podíamos ouvir eram os das ruas movimentadas de São Paulo. Ela parou o carro na garagem e não me deu tempo de pegar as chaves para abrir o portão. Estranhei, mas deixei passar. Quando subimos as escadas do corredor da casa dela ela me impediu de continuar. Quando perguntei o que estava acontecendo ela me perguntou se eu confiava nela. Respirei fundo. É claro que confiava. Na verdade, queria poder dizer a ela naquele momento que ela era pessoa que eu mais confiava nessa vida, mas ao invés disso respondi apenas um “sim” cheio de receio. Ela pegou o cachecol que estava em sua mão e vendou os meus olhos. Naquele momento uma onda de calor subiu pela minha espinha. O receio veio junto, fazendo com o que eu pensasse mil coisas. Ela me guiou até a porta da casa dela e me pediu pra esperar do lado de fora. Esperei impacientemente. Quando ela retornou, me guiou para dentro da casa e me ajudou a sentar em um banco. Pelo passos, imaginei que estivéssemos na sala. Enquanto eu esperava com o máximo de ansiedade, senti um cheiro de queimado e logo o reconheci: velas. Ela estava acendendo velas pela sala. Não pude deixar de ficar mais ansiosa do que eu já estava, sentia que meus pés suavam dentro da bota. 
Quando ela tirou a venda dos meus olhos, eu pude ver tudo o que ela havia preparado para aquela noite: um jantar a luz de velas. Eu não sabia o que fazer na hora. Ela nunca havia feito nada parecido. Quando olhei para cima, vários corações feitos a mão estavam pendurados no teto. Ela colocou uma música na caixa de som que me paralisou completamente. Eu quis chorar, quis rir, quis pedir desculpas. Pude perceber que ao lado de algumas velas havia uma foto nossa, de um dia especial. Levantei do meu canto e fui até ela. Nada mais me importava. A nossa briga da semana inteira havia ficado no bolso. Eu me entreguei pro momento. Me entreguei para ela. Porque sou dela. Aquela música, aquela iluminação que me permitia ver o sorriso que eu tanto amo fez com que eu ficasse chocada. Era ela. E mais uma vez eu pude comprovar isso. Eu estava frente a frente com a mulher dos meus sonhos, com que planejava uma vida. Não pude conter o meu abraço e ela correspondeu. Pude sentir o cheiro do perfume que dei para ela no Natal, e só consegui fechar os meus olhos e agradecer a Deus por tê-la comigo. Algumas lágrimas rolaram pelo meu rosto, e ela me aninhou como sempre fazia quado via que estava chorando. Quando ela me serviu o jantar, percebi que ela havia preparado o meu prato favorito, e aquilo me deixou ainda mais emocionada (sei que cozinhando, minha namorada é uma ótima fotografa rs). Nós comemos e ela me disse coisas bonitas, porém duras, fazendo com que eu pensasse na briga que tivemos no decorrer da semana. Depois de ouvir uma playlist feita com músicas que eu gostava, fomos dormir. Eu coloquei o meu pijama novo e recebi um elogio dela. Quando me aninhei em seu abraço, como costumava fazer, pude sentir mais uma vez que ali era o meu lugar. Ela era o meu lar. Eu nunca iria conseguir explicar o que era poder dormir ao lado dela. Sentir o cheiro de roupa limpa e receber o seus carinhos. Eu não conseguiria explicar mesmo se passasse uma vida toda tentando.
Hoje, quase duas semanas depois desse nosso momento, outra briga ocorreu, por pura imaturidade de minha parte. É claro que a tpm ajudou muito. Estamos sem nos falar. Ela pediu um tempo. Sei que as lágrimas que escorrem pelo meu rosto nesse momento não resolveram nada. Por mais que eu não queria, ela está em todos os cantos. Na decoração do meu quarto, nas coisas que planejo, no meu coração. Ela é tudo.Ela é tudo o que eu sempre quis na vida. Ela é o meu maior medo, meu maior acerto, meu maior ato de coragem. Entreguei meu coração pra ela como nunca imaginei fazer na vida. Ela é dona dos meus sonhos, dos meus planos futuros. É nela que eu penso quando fecho os olhos e me imagino acordando ao lado de alguém pro resto da vida. É com ela que me imagino decorando uma casa, fazendo um chá de cozinha e finalmente casando. É ela que eu quero que me espere  no altar, enquanto caminho vestida de branco, ao som da marcha nupcial. É pra ela que faço planos, que imagino como irei anunciar minha primeira gravidez. Os planos são meus, mas o destino é só pra ela. 
Eu sou grata a ela. Ao amor dela e a dedicação, mesmo ela achando que eu não reconheço. Sou grata a Deus por ter trazido ao mundo alguém tão especial, e por ter feito nossos caminhos se cruzarem. 
Eu a amo tanto. Chega até doer. Amo o jeito que fala “sweet” quando me chama, amo o jeito que ela se arruma, amo observa - la enquanto dorme. Amo como ela conhece meu corpo e meu coração. Amo seu toque carinhoso e a sua preocupação com o meu bem estar. Amo saber que pertenço a alguém nesse mundo. Amo ser dela. Amo quando ela me puxa pra ela. Amo quando ela segura com força nos meus cabelos. Amo quando ela me aninha pra dormir. Eu a amo e não trocaria minha vida ao lado dela por nada.
De sua garota, que pode ter todos os defeitos do mundo, mas que te ama de todo o coração.
Sweet.  

[y.g.] [Y.G.]

Tudo se resume a texto inteligente.

Não sei ao certo na altura qual foi o meu propósito em nomear como inteligente o texto inteligente. Não me lembro sequer quando foi a primeira vez que o usei ou se o usei da forma mais adequada de o usar. Mas tudo se resume a texto inteligente. Tudo se resume àquilo que não dizemos ou que dizemos baixinho, como que a preto sobre uma tela negra, um sussurro numa rua movimentada, uma dança em movimento sobre o ar vazio de um auditório abandonado. Tudo se resume àquilo que deixamos ver de nós, e aquilo que deixamos na esperança de que alguém o consiga fazer se e só se esse alguém o procurar não pelo acaso mas pelo interesse de ler mais um capítulo dos livros que escrevemos. Alguém que saiba posicionar a luz na tela para ler pelas marcas dos nossos dedos, alguém que se aproxime o suficiente ou nos leia os lábios do sussurro, ou que descubra a entrada partida para a abandonada plateia escura e vazia que nos assiste. Tudo se resume à defesa da pseudo exposição, da permissão controlada do conhecimento e simultânea possessão da sabedoria de o ser mais. Somos inteligentes porque escondemos. Somos inteligentes porque tapamos, disfarçamos, guardamos aquilo que não queremos que o mundo presencie, só os poucos, só aqueles que consideramos dignos da exposição. Somos inteligentes e temos a mania disso, porque a inteligência não vem nas pautas. Tudo se resume a isso. Entre parêntesis redondos e retos.

[somos isso, burros inteligentes]

godrigues teixeira, agora

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O Upper East Side é um bairro nobre do condado de Manhattan, em Nova York, por trás das casas bonitas e das ruas sempre movimentadas, o bairro esconde os piores segredos já ouvidos e/ou partilhados. 

O bairro tem em sua grande maioria adolescentes como moradores, não é difícil descobrir o porque, possui as melhores escolas e universidades, além de ser um ponto alto de festas, morar aqui é como ter diversão garantida a todo segundo.

No meio de tantas fofocas, intrigas, joguinhos e muito mais.. quem conseguirá sobreviver ao mundo de Upper East Side?  

AMÉLIA HOUSTON ✷


(Idade.) dezenove (Mother.) hécate (Camp.) greek (Weapon.) varinha e espada (Label.) the brightest witch (FaceClaim.) emma watson (Status.) indisponível


Numa cidade pequena do Reino Unido, uma cidadezinha não muito movimentada e quieta, nascia uma garotinha pequena e frágil chamada Amélia, sua mãe – uma deusa, mas não do conhecimento do pai – Hécate, dava a vida a mais uma semideusa no mundo. Porém alguns meses dando suporte ao pai e cuidando de sua filha, Hécate fugira dali, sabendo que não poderia ficar muito tempo, resolver abandonar tudo antes que se afeiçoasse a garotinha e ao pai, mais já do que estava. Sendo assim, seu pai com ira, culpa a pequena bebe que acabara de nascer, não a querendo mais, por lembrar-se muito de sua ex-mulher ao ver a criança, e então lhe dando para adoção.

Amélia cresceu num orfanato, repleto de outras crianças abandonadas ou sem pais, e no meio de todas elas a menor arranjara um amigo, Andrew – igualmente um semideus –, também abandonado assim como a garota e a partir deste dia ficaram inseparáveis, sendo como unha e carne por aonde iam, prometeram a si mesmo que não iriam ser adotados separados e então assim fora por anos, até os doze anos de ambos, quando uma visita inesperada da avó de Amy, Elizabeth, chegou para finalmente adotar a garota, porém esta não queria ir se não fosse com seu amigo-irmão Drew, e por pena dos dois, sua avó resolvera adotar ambos, já que eles não iriam se separar de qualquer forma. Amélia nunca soube por que depois de tantos anos sua avó lhe fora procurar, e mesmo com toda a curiosidade nunca perguntou, então nunca soube, apenas aproveitava o momento que agora tinha com seu irmão adotivo e sua avó. Os anos se passaram e Amélia se afeiçoou muito a pequena velinha inglesa, juntamente com seu irmão Andrew, porém, o que eles não esperavam era que no dia do aniversário de quinze anos de Amélia as coisas estavam prestes a mudar completamente.

A festa de quinze anos da menina fora calculadamente organizada, tudo perfeitamente posto para que fosse uma bela festa, porém, algum tempo depois dos parabéns o desastre aconteceu. Uma horda de monstros invadiu o local, quebrando tudo, levando pessoas, e até mesmo matando… O que fora acontecido com a avó dos dois garotos. A pobre velinha que cuidara de ambos por anos, estava estendia no chão, sangue cobria suas roupas e Amélia podia ver que ela já não mais respirava. Ela tentou fugir dos monstros, não se preocupando com mais ninguém, apenas seu irmão agora, porém não estava o achando, apenas um colega sue de escola lhe estendeu mão e dissera que seu irmão a esperava do lado de fora, e que ele levaria os gêmeos para longe dali, um lugar seguro. Drew confiara no garoto – que acabara revelando-se um sátiro no meio do caminho – então a filha de Hécate confiaria também. Sua viagem até lá fora considera normal comparada a de outros semideuses, ataques, acampamentos em lugares afastados, caminhadas longas, sobrevivência nas ruas, porém, nada de tão desastroso, considerando que a ida deles fora sortuda, sem tantos empecilhos. Ambos foram resgatados e levados até o Acampamento Meio-Sangue, onde ali teria como viver em paz, segurança e com outros iguais entre si. O local parecia amistoso, porém era gente demais para acostumar-se, todavia, ao menos agora Amy sabia suas descendências e poderá compreender um pouco mais de sua história.

THEIR UNHOLY NATURE:

Por ser tímida e ter medo de se aproximar das pessoas, Amélia é confundida com uma garota introvertida, se soltando apenas quando conhece bem a pessoa da qual convive. Consegue ser simpática e adora ajudar os outros quando vê que precisam de ajuda. Mesmo sendo simpática e um pouco sorridente, tem dificuldade em se aproximar com os semideuses em geral. Seu lado extrovertido é algo raro de se ver, mas não impossível. Amy, quando quer, saber ser aquele tipo de garota calorosa e engraçada, porém pelo seu medo de aproximação a faz ser distante dos demais semideuses no acampamento, sendo quieta boa parte do tempo e na sua, quando se está em grande turma. E como todo mundo tem seu lado negro, o da filha de Hécate é que seu orgulho sempre fala mais alto, vingativa, rancorosa e explosiva, algumas vezes por coisas pequenas ela se irrita, fazendo com que isso afaste novas amizades ou até mesmo amizades antigas. Julgadora e perfeccionista consigo mesma, Amélia raramente demonstra seus pensamentos ou sentimentos aos outros, afastando qualquer coisas que tenha a ver com isso, por ter tido poucas demonstrações disto sua vida.

{ ✓ } atenciosa
{ ✗ } fechada
{ ✓ } corajosa
{ ✗ } orgulhosa  

THEIR CHARACTERISTICS:

{ ✷ } Possui um corvo negro falante – Martin – com um gato laranja normal – Crookshanks –. Ambos foram lhe dados quando pequena, o gato, como presente de aniversário, dado pela sua falecida avó, o corvo, do qual se afeiçoara a garota desde pequena na sua época de orfanato, todavia revelando que sabia falar apenas quando chegara ao acampamento. O convívio dos dois animais é pacifico, mesmo com algumas complicações as vezes, mas não sendo raro esse tipo de acontecimento.

{ ✷ } Considera Andrew um irmão de criação, já que ambos cresceram juntos no orfanato e igualmente na casa da avó deles.

{ ✷ } Tem benção de Afrodite, Atena e Ares, sendo que a mesma não sabe disso.

*VARINHA (( dada pela sua mãe pouco tempo depois da garota chegar ao acampamento, devido a sua facilidade com magia – e uma espada, forjada por filhos de Hefesto com uma leve benção de Ares sobre a mesma, especialmente para Amélia, servindo apenas para ela, qualquer outro que tente empunhar a espada a sentirá pesada e seus golpes desviados para que não acerte o alvo desejado. A espada, porém não tem nome. ))

anonymous asked:

como eh a dash?

Movimentada. Em alguns momentos mais que em outros, claro, mas movimentada. Tem vários tipos de starters e quase todo mundo responde sempre.