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Eu te amo. (Bias Smut)

• Imagine quem você quiser. (seu bias/bias wrecker/ultimate de qualquer grupo - masculino)
• Gênero - Smut
• Contagem de palavras:
• Autora: Mochi (eu mesma kabsjsbbsb)
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- C'mon, jagiya. - Ele provocou, usando o tom de voz rouco e suspirando no meu ouvido. Ele sabia o que causava em mim quando falava daquele jeito, e eu podia jurar que ele sorria sacana.
Senti ele flexionar a coxa abaixo de mim, me fazendo arfar alto em surpresa. Joguei a cabeça pra trás, fechando os olhos, aquilo era maravilhoso. Suas mãos apertaram um pouco mais de cada lado da minha cintura, pedindo que eu fosse mais rápido.
Voltei o olhar para seu membro, volumoso e molhado de pré gozo dentro da calça. Ele mordia o lábio para não gemer, e eu sabia que ele estava chegando ao seu ápice. Por isso me movimentei mais rápido, roçando minha intimidade molhada no tecido da calça dele.
Ouvi-o xingar baixo e apertar os olhos com a boca aberta. Podia ver o quanto ele estava gostando daquilo, seu peito subia e descia rápido, seu abdómen tinha linhas finas vermelhas. Arranhões que eu causei.
Qual é, ele estava parado ali, apenas precisando que eu me movesse. Eu tinha que descontar meu prazer de alguma forma, e adorava saber que eu os tinha feito, por isso passei os dedos levemente por cima deles, fazendo-o abrir os olhos.
Estavam brilhantes, podia ver que me desejava. Ele arfava olhando pra mim, me fazendo ficar mais quente, parecia que queria me mostrar o que fazia com ele.
Ele jogou a cabeça pra trás, soltando um grunhido pela garganta. Sabia que ele havia chegado. E apenas me mexi mais um pouco, excitada com a vista dele tendo seu orgasmo. Excitada por eu te-lo feito ficar daquele jeito.
E logo cheguei a meu limite também, respirando fundo, tentando recuperar o ritmo normal. Eu apenas me sentia um pouco insegura. Talvez pelo fato de ele nunca gemer e pensava agora, se ele realmente gostara daquilo.
Qualquer garota poderia lhe dar prazer. Mas será que eu era o suficiente? Suspirei baixo, não deveria pensar em coisas assim. Ele está comigo porquê me ama, certo?
- O que foi? - Ele se inclinou pra frente, acariciando meu rosto, o cabelo grudava na testa com o suor. Ele parecia adorável. Como poderia mudar em tão pouco tempo?
Balancei a cabeça negativamente. Não queria falar sobre aquilo. Não queria que ele soubesse sobre minha insegurança. - Se não me disser, não terei como ajudar. - Me sentou sobre colo, agora de forma mais ajeitada e menos sexual.
Levantou minha cabeça, me fazendo olhar em seus olhos. E eu lembrei das várias vezes que ele diz que somos um casal, sendo assim podemos conversar sobre qualquer coisa que incomode o outro. Qualquer coisa….
- É que…. - Eu comecei e ele continuava me olhando, mostrando que estava atento. - Não sei como dizer isso….
Olhei para um ponto qualquer na parede atrás dele, pensando em como dizer ao meu namorado que queria que ele gemesse pra mim durante o sexo. Porque assim eu me sentiria mais segura.
- Baby, tente explicar.
Suspirei pesado.
- Eu queria que você… Ah, acho que não consigo dizer. Quer saber? Esquece. Não é nada importante.
Pude ver que agora ele estava curioso para saber do que se tratava, e quando ele queria saber algo não havia quem o impedisse. - Eu estou ouvindo. E eu quero saber.
- Eu me sinto meio insegura.
Ele olhou em meus olhos, procurando algum vestígio de mentira. Bem, na verdade era parte da verdade.
- Por que?
- Hm… Você não geme.
Ele não esboçou nenhuma reação surpresa, parecia apenas um pouco confuso. Eu mordia meu lábio inferior, ansiosa pela resposta.
- E isso te incomoda?
Assenti em silêncio. Agora, um tanto mais leve por ter finalmente falado sobre aquilo. Mas ainda meio aflita. Eu estava morrendo de vergonha de falar sobre aquilo, mas eu sabia que tinha.
- É que… Parece que você não está gostando, não sei. - Deixei um suspiro frustrado sair sem querer. Mostrando minha mágoa em relação aquilo. - Queria que mostrasse. Que me deixasse ver ou saber o que sente.
- Eu vou te mostrar, o que você me faz.
Um arrepio desceu pela espinha, me fazendo levantar a cabeça para olhar para ele. Ele puxou minha mão a colocando sobre o membro. Eu havia esquecido completamente sobre isso, estava tão imersa naquela conversa que nem lembrei que antes havia notado sua excitação.
Eu apertei devagar, ainda por cima da calça. - Continue. - Ele pediu com a voz rouca. E eu estremeci em ver que ele queria que eu visse o que fazia, que eu ouvisse o que ele dizia. Umedeci os lábios.
Senti de novo ele pegar minha mão. Agora para tira-la de cima de seu membro. Ele abriu a calça, puxando-o para fora da cueca. - Me toque. - Pediu, olhando em meus olhos e eu poderia jurar que enlouqueceria apenas com aquilo.
Minhas mãos foram de forma quase involuntária, seguraram devagar e comecei os movimento de vai e vem, rápido e devagar. - Ah, S/N… Mais rápido.
Aumentei os movimentos, sentindo seu membro quente na minha mão e minha intimidade pulsava, eu estava assim só por toca-lo. - Oppa…. - Ele entendeu que eu também precisava de atenção, e se inclinou um pouco, levando suas mãos até minha intimidade.
Arfei com o toque, sentindo um dedo dentro, continuei o masturbando. - Tão molhada, tão entregue pra mim. - Ele foi em direção ao meu pescoço, mordiscando e beijando. Circulando com a língua em movimentos obscenos, com certeza deixaria chupões amanhã.
Senti seu líquido despejar sobre minha mão. - Não para, amor. - Ele pediu manhoso, e arfou no meu ouvido. Mordendo o lóbulo da minha orelha. Droga, como eu poderia ignorar?
Recomecei os movimentos no membro ereto dele, sentindo meus dedos viçosos.
E estava prestes a chegar ao meu limite quando ele parou e eu deixei um resmungo. Ele riu soprado e deu atenção a minha boca, me beijando devagar, enquanto eu queria que ele me invadisse por completo, mordi seu lábio de propósito.
- Não seja má, kitten. - Ele deixou um tapa na minha bunda descoberta, e ardeu por alguns segundos. Mas o prazer falava mais alto e mal tive tempo de pensar, ele já estava trilhando beijos até meus seios.
Sugava um enquanto massageava o outro, apertando de vez em quando, me olhando. Eu queria apenas manda-lo pro inferno, porque Deus, a boca dele era maravilhosa.
- Você é tão gostosa. - Ele os soltou e voltou ao meu ouvido, sussurrando. E eu senti meu ventre se contrair e me desfiz em seus dedos. Que ele levou a boca e chupou, como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.
- Eu amo sentir seu gosto, jagi.
Eu sorri cansada. Sexo com ele era incrível mas realmente me deixava exausta e eu já sentia o sono me atingir. Enrosquei meus braços no pescoço dele e deitei minha cabeça, suspirando baixo.
- Amor? - Ele chamou baixo, como se para se certificar de que eu ainda estava acordada.
- Hm?
- Eu prometo que vou gemer o quanto você quiser daqui pra frente. - Ele fez uma cara de pervertido e eu bati em seu peito, rindo. Deixando a cabeça cair na curva do seu pescoço, fechando os olhos.
Eu juro que não foi alucinação, mas eu ouvi ele dizer “Eu te amo” antes de cair no sono.
_________
Ta’ aí meu primeiro smut.
Por favor me digam o que acharam (eu to morrendo aqui kavksvsjs)
Não prometo que vou postar Smut, mas quis tentar pra ver como ficava.
Amo vocês ❤
~mochi

PARA JANE: COM TODO O AMOR QUE EU TINHA, O QUE NÃO FOI SUFICIENTE:

eu cato a saia,
eu cato o colar preto
brilhante,
essa coisa que um dia se moveu
ao redor da carne,
e eu chamo Deus de mentiroso,
eu digo que qualquer coisa que se movesse
como aquilo
ou soubesse
meu nome
jamais poderia morrer
na verdade vulgar da morte,
e eu cato
o seu vestido
encantador,
todo o encanto dela se foi,
e eu digo
a todos os deuses,
deuses judeus, deuses cristãos,
lascas de coisas que brilham,
ídolos, pílulas, pão,
compreensões, riscos,
sábia renúncia,
ratos já no lucro desses dois que enlouqueceram totalmente
sem uma possibilidade,
sabedoria de beija-flor, possibilidade de beija-flor,
eu me apoio nisso,
eu me apoio em tudo isso
e eu sei:
seu vestido sobre o meu braço:
mas
eles não vão
trazê-la de volta pra mim.

Violin

Originally posted by yoongijae

A competição já seria em uma semana. Óbvio que o nervosismo que eu sentia no momento era normal para a maioria dos competidores ali, já estávamos todos acostumados. Mas o nervosismo somado com a pressão que aquela competição em especial apresentava, deixava a gente fora de si. Treinávamos dia e noite, tocando sem parar em nossas casas. 

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Reação do BTS ao ficarem excitados quando você (namorada) está sentada no colo deles.

*Traduzido/Adaptado* 

Original/Créditos: EXO + BTS Imagines

Jungkook:

Ele estava hesitante em deixá-la sentar no colo dele, mas quando os outros meninos ocuparam todos os outros lugares na sala, ele finalmente concordou em deixá-la se sentar sobre ele.

Jungkook se sentiu desconfortável o tempo todo em que você estava sentada em cima dele e sentiu o nervosismo rapidamente se tornando em excitação. Sua ereção estava crescendo rapidamente e ele estava ficando temeroso que você notasse.

Sem pensar, assim que RapMon se levantou do seu lugar ao lado Jungkook, ele empurrou-a de cima dele. Você parou ao lado dele tomada pela surpresa.

“Me desculpe por isso.” Ele murmurou nervosamente e olhou para o filme ainda em execução.

Taehyung:

Você estava jogando o jogo de corrida do Mario. V tinha os braços envolta de você e foi ajudá-la a se conduzir pelo jogo. Você estava se remexendo, girando ao redor até que você sentiu Tae congelar atrás de você. Os olhos dele se arregalaram em choque e olhavam fixamente para você.

“Tae, você está bem?” Você perguntou assim que você se virou para ele. Ele simplesmente continuou a olhar para você com o rosto branco.

Jimin:

Estava sentada em seu colo no carro porque tinha ido para o estúdio de dança assistir um ensaio dos garotos. Você tinha sugerido se sentar no assento ao lado dele, mas ele insistiu para que você se sentasse no colo dele.

Durante o caminho havia um buraco no asfalto que acabou fazendo você pular no colo dele. Logo Jimin sentiu seu membro enrijecer e começou a rir histericamente.

“Talvez você deva se sentar ao meu lado mesmo. Por razões de segurança … ” Ele disse que quando ele te tirando de cima do colo dele.

Rap Monster:

Ele sentiu sua ereção se formando quando ele passou os braços em torno de você. Você estava sentada em seu colo enquanto ele trabalhava em algumas faixas novas, ouvia atentamente as músicas dele. Namjoon tentava o melhor dele para manter a calma, mas ele começou a se preocupar por mais que ele estivesse se esforçando.

Você começou a inclinar-se para trás quando de repente você congelou, sentindo seu membro duro pressionando contra você, virou-se para olhar para ele, mas ele tentou desviar o olhar de você de vergonha.

J-Hope:

“Hobi, pare!” Você choramingou quando seu namorado impiedosamente fez cócegas em você. Você estava se mexendo sobre ele e então você começou a chorar de tanto rir. J-Hope estava rindo com você, mas parou de repente quando percebeu com horror que ele estava começando a ficar com tesão. Você olhou confusa para ele e ele permaneceu em silêncio; temendo que você percebesse o seu pequeno problema.

Suga:

Ele estava tentando se concentrar no filme que vocês estavam assistindo, mas ele não podia deixar de olhar para baixo, para o seu corpo, a maneira como seu peito subia quando você respirava profundamente durante algum suspense se aproximando no filme de terror.

Você pulou para trás com um suspiro alto, pressionando-se contra Yoongi. Ele sentiu sua ereção surgindo e virou você para ele de maneira que olhasse para ele.

“Que tal nós desligamos o filme já que ele está assustando muito de você. Há melhores coisas que poderia estar fazendo. ” Ele sugeriu.

Jin:

Ele a segurou firmemente contra ele enquanto vocês dois riam do filme que estava na tela. Em certo momento seu riso fez com que você se movesse ligeiramente no colo dele.

No momento em que ele sentiu seu membro crescer com força, ele empalideceu e lentamente pegou você para senta-la no assento ao lado dele. Quando você olhou confusa para ele, ele simplesmente sorriu e acenou para você tentando parecer normal.

@bclmont

O general cerrou os olhos dourados ao ver o homem parado na sua frente. Poderia ser mais um humano comum tentando se fazer de valente? Hmf, aquilo iria acabar rápido. 

O Juiz do Inferno deu um passo a frente, sua cabeça inclinando ligeiramente para o lado para que a cortina prateada se movesse e revelasse os seus olhos.

“Vou avisa-lo, saia do meu caminho se gosta do ar que respira.” Sua voz era calma, firme e cheia de autoridade.

One Shot Louis Tomlinson

Pedido @yasmimtomlinson1523 Um do Louis que ela tem gravidez de risco e vive tomando remédios, passando mal, e ele dá apoio pra ela, bem fofo!! !


— Podem ficar despreocupados, o sangramento não foi nada demais e o bebê está muito bem.

O médico tratou de nos tranquilizar depois de momentos de tensão e pânico, onde achávamos que o nosso primeiro filho estava morrendo. Hoje pela manhã eu acordei e ao ir ao banheiro notei uma mancha de sangue em minha peça íntima, esse foi o motivo de Louis acordar com os meus gritos e sem demorar muito nós saímos para o hospital e aqui estamos nós, mais aliviados com essa notícia.

— Claro, que quando eu digo para não se preocuparem não quer dizer para serem descuidados. Como eu já disse há algumas semanas, essa é uma gravidez que exige muitos cuidados e precauções. — eu engoli em seco o olhando com atenção — Até o sétimo ou oitavo mês de gestação, todo o cuidado é pouco para que o bebê cresça bem e saudável.

— Nós estamos fazendo tudo certo… Eu não a deixo pegar peso e todos os remédios são ingeridos na hora certa, sem ao menos um minuto de atraso. — Louis disse enquanto me ajudava a descer da maca depois de ter limpado o gel a minha barriga.

— Ótimo, você mais que nunca deve ajudá-la. Vocês já podem ir, está tudo bem.

Depois de agradecer e sair da sala com Louis segurando minha cintura firmemente, nós fomos direto para casa, ele está de férias e isso é perfeito para o momento. Eu odeio ficar sozinha.

Ao comentar que eu sentia meu corpo cansado, Louis me pegou no colo quando entramos em casa e me levou para o nosso quarto me ordenando que ficasse deitada e que nem me movesse até que ele trouxesse o meu café da manhã. Como a esposa obediente e cansada que sou, apenas obedeci abraçando o travesseiro dele e fechei os olhos deixando minha mente vagar livremente.

Assim que Louis passou pela porta com uma bandeja repleta de coisas, o cheiro forte de café fez com que meu estômago desse uma volta e logo o gosto de bile estava em minha boca me fazendo correr para o banheiro. De joelho em frente ao sanitário, deixei toda a minha janta da noite passada e lanche da madrugada deixarem meu corpo fazendo um barulho constrangedor, mas eu não me preocupo por Louis está acostumado.

— (seu nome)…

A mão de Louis pousou sobre minhas costas acariciando lentamente enquanto a outra juntava o meu cabelo para que ele o segurasse, eu não conseguia parar de vomitar, mas eu que tenho que falar o que incomoda o meu estômago, então, respirando fundo eu consegui fazer uma pausa.

— O café… Livre-se dele. — eu fiz uma careta ao que minha voz saiu esganiçada e não demorou muito para que eu estivesse vomitando novamente.

Ouvi os passos de Louis deixarem o banheiro depois de alguns minutos eu já não vomitava mais, porém, continuei sentada de frente ao vaso por precaução. Olhos fechados e respirando calmamente, me senti segura para me levantar, dei a descarga e escovei os dentes lavando meu rosto logo em seguida e deixei o banheiro.

— Eu trouxe chá e o remédio de enjôo. — Louis entrou no quarto deixando as duas coisas sobre a bandeja repousada sobre a cama — Está melhor?

Eu apenas assenti indo até a cama e me sentando, minha voz deve estar horrível e em silêncio eu comecei a comer uma torrada. Louis sentou-se atrás de mim descansando sua cabeça em minhas costas acariciando minha cintura com uma das mãos.

Algumas semanas se passaram desde a última visita ao obstetra e em meio a enjôos, tonturas e remédios, já atingi o meu sexto mês de gravidez. Eu estou ficando cansada mais rapidamente e sonolenta o tempo todo, mas Louis sempre está ao meu lado e nunca me deixa um minuto sozinha, ele é esforçado e cuida de mim como se fosse o seu maior tesouro.

— Ei, amor! — virei na direção em que Louis estava e a luz forte do flash atingiu meus olhos me fazendo ficar zonza e quase perder o equilíbrio se ele não estivesse chegado rapidamente até mim para me segurar — Péssima ideia… Me desculpe!

— Tudo bem… — sorri e Louis me colocou sentada no grande sofá que tínhamos na sala.

— Está na hora da sua vitamina. — ele pegou o celular desligando o alarme e entrou na cozinha voltando de lá com um copo de água e um comprimido em mãos — Você quer comer? Quer ir deitar? — neguei com a cabeça enquanto engolia o remédio — Tudo bem… Vamos apenas ficar aqui, juntinhos.

Com um sorriso, Louis deixou o copo sobre a mesa e se sentou atrás de mim de forma de que eu apoiasse minha cabeça em seu peito enquanto suas mãos acariciavam doce e delicadamente minha barriga. Eu sei o quanto a vida ali dentro vale para ele e sei que ele faria de tudo para nos manter bem e aninhados a ele.

Se tem uma coisa que eu agradeço muito na minha vida toda, foi ter encontrado um homem como o meu marido. Ele cuida de mim, se importa com o que eu sinto e penso, só faz as coisas depois de perguntar a minha opinião e ele sabe o meu valor e o valor de uma família.

Eu  não poderia ser mais feliz estando casada e com um bebê a caminho.




Espero que tenham gostado, angels.

E espero que você também tenha gostado, Yas :)

Desculpe o 1s ter sido pequeno, mas eu não consegui pensar em outra coisa para acrescentar.

Usem a hashtag #MTVStarsNiallHoran no twitter

- Tay

— Quando o menino tinha seis anos, seu pai lhe deu um falcão para treinar. “Falcões são aves de rapina – matam aves”, seu pai lhe disse, “como um Caçador de Sombras no céu.” O falcão não gostava do menino, e o menino não gostava dele, também. Seu bico afiado o fazia ficar nervoso, e seus olhos brilhantes sempre pareciam estar observando-o. O animal podia cortá-lo com o bico e as garras quando se aproximava: Por semanas seus pulsos e mãos estavam sempre sangrando. Ele não sabia, mas seu pai tinha selecionado um falcão que tinha vivido na selva mais de um ano, e, portanto, era quase impossível de domar. Porém, o garoto tentou, porque seu pai tinha dito a ele para fazer o falcão ser obediente, e ele queria agradar a seu pai.
“Ele ficou com o falcão constantemente, mantendo-o acordado, falando com ele e até mesmo tocando música para ele, porque um pássaro cansado é mais fácil de domar. Ele usava todo o equipamento: a cinta das pernas, o capuz para vedar os olhos, o cabo, a trela que limitavam o pássaro ao seu pulso. Ele estava mantendo o falcão cego, mas não podia continuar a fazer isso. Em vez disso, ele tentou se sentar onde a ave pudesse vê-lo enquanto ele tocava e alisava suas asas, disposto a confiar nele. Ele alimentava a ave na mão, e de primeira ela não quis comer. Mais tarde ela comeu tão selvagemente que o seu bico cortou a pele da sua palma. Mas o menino estava satisfeito, porque eram progressos, e porque ele queria que a ave o conhecesse, mesmo que a ave tivesse que consumir o seu sangue para que isso acontecesse.
“Ele começou a perceber que aquele falcão era bonito, que as asas finas eram construídas para a velocidade de voo, que era forte e rápido, feroz e suave. Quando mergulhava no chão, era como se movesse como a luz. Quando ele aprendeu a circular e voltar ao seu pulso, o garoto quase gritou com alegria.
“Às vezes o pássaro pulava para o seu ombro e colocava o seu bico no seu cabelo. Ele sabia que a falcão o amava, e quando estava certo de que não fora apenas domesticado, mas perfeitamente domesticado, ele foi até seu pai e lhe mostrou o que tinha feito, esperando que ele se mostrasse orgulhoso.
“Em vez disso o seu pai pegou o pássaro, agora manso e de confiança, nas suas mãos e quebrou o seu pescoço. “Eu lhe disse para torná-lo obediente”, seu pai disse, e largou o corpo sem vida do falcão no chão. “Ao invés disso, você o ensinou a te amar. Falcões não devem ser carinhosos animais de estimação: eles são ferozes e violentos, selvagens e cruéis. Este pássaro não foi domado; ele foi arruinado.”
“Mais tarde, quando seu pai o deixou, o garoto chorou em cima do seu animal, até que eventualmente seu pai enviou um empregado para pegar o corpo da ave e enterrá-la. O menino nunca chorou novamente, e nunca esqueceu do que aprendeu: amar é destruir, e ser amado é ser destruído.
—  Cidade dos Ossos
Capítulo 70

Na manhã seguinte, Vanessa foi inicialmente acordada com lambidas em seu pé esquerdo, sentiu leves cócegas e se mexeu um pouco. Só podia ser Jack avisando que era hora de acordar. Logo em seguida, ela sentiu uma mão fazendo um caminho de carinho em seu abdôme e em direção aos seios, mas espera um pouco… mãos? Claro que sim, só podia ser uma certa peste loira que estava agarrada em suas costas

- Good Morning - Clara sussurrou ao pé do ouvido de Vanessa, fazendo um carinho bem mais ousado em seus seios, intercalando entre os dois, mas não recebeu nenhuma resposta da loira - Ah, não vai responder, não? - Clara voltou a sussurrar ao ver Vanessa a ignorar, ela levou seus dedos ao piercing que a loira tinha em um dos mamilos de seus seios e o puxou com um pouco de força, o que fez Vanessa soltar um gemido abafado

- Meu Deus, Clara, vai dormir - Vanessa resmungou e deu uma risada leve, sentindo seus pêlos ficarem todos arrepiados

- Você me prometeu uma lua de mel - Clara falou ao beijar a nuca de Vanessa enquanto voltava a acariciar seus seios

- Lua de mel só acontece a noite - Vanessa provocou, segurando a risada e recebeu outro puxão no piercing, fazendo com que ela mordesse o lábio inferior para não soltar outro gemido

- Quero fazer amor - Clara sussurrou pressionando seu corpo atrás do de Vanessa e mordendo seu ombro e pescoço - Amor bem gostoso - Ela puxou Vanessa e a fez ficar de frente para ela

- Bem gostoso? - Vanessa sussurrou mordendo seu lábio inferior e sorrindo de forma cafajeste

- Uhum - Clara murmurou colando seu corpo ao de Vanessa e passando as mãos em sua bunda - Bem gostoso - Ela disse pausadamente e deu um apertão, puxando Vanessa mais ainda para si.

Só para provocar, Vanessa passou a rebolar lenta e vagarosamente, encostando e roçando sua bunda na intimidade de Clara ainda por cima das roupas que ambas vestiam – Isso, assim. Rebola – Clara falava tentando regular sua respiração e num movimento virou Vanessa para frente de si e deu um sorriso safado, estreitando seus olhos para a loira.

- Às vezes acho que você é um homem – Vanessa disse baixo, adentrando com as mãos o short de dormir que Clara usava e acariciando sua intimidade por cima da calcinha – Ainda não vi pessoa tão cafajeste – Ela deu uma risada, fazendo movimentos circulares no clitóris de Clara, que respirava já ofegante e mordia seu lábio inferior com um pouco de força.

- Tão cafajeste que você ama – Clara retrucou e puxou Vanessa para cima de si e moveu seu quadril, fazendo as intimidades se encostarem por cima das roupas – Vai, Vanessa. Tira a roupa bem devagar pra cafajeste aqui – Clara provocou, levando sua mão direita a bunda de Vanessa e dando um forte tapa.

- Filha da puta – Vanessa disse entre dentes ao sentir o tapa e fechou os olhos, aquilo fez um choque correr por seu corpo e a arrepiar inteira.

Como que entrando na brincadeira, Vanessa jogou seus cabelos para trás e segurou as mãos de Clara, a puxando para cima e fazendo com que ela ficasse sentada junto com ela. Ainda segurando as mãos da loirinha, Vanessa as guiou até a barra da sua blusa de dormir e junto com as suas mãos começou a levantar a blusa lentamente. Clara observava cada movimento de Vanessa e esboçava um sorriso no canto dos lábios até Vanessa retirar suas mãos e deixar que Clara tirasse sua blusa e fitasse seu dorso nu sem vergonha nenhuma, com uma delicadeza impressionante, Vanessa empurrou Clara pelos ombros calmamente até que suas costas tocassem o colchão da cama. Ela levou suas mãos ao short que Clara usava e o retirou junto com sua calcinha de uma vez, fazendo o mesmo com o seu short e a sua calcinha. Assim que suas intimidades entraram em contato, ambas soltaram um gemido alto de satisfação.

- Agora rebola pra mim, vai, rebola – Clara disse com a voz rouca e segurando com força nas nádegas de Vanessa, fazendo com que seu quadril se movesse para frente e para trás, com se estivesse mostrando como queria.

- Assim? – Vanessa perguntou provocando ao rebolar vagarosamente de cima para baixo e fazendo o roçar de suas intimidades ser lento, porém profundo – Ou assim? – Ela rebolou mais rápido e fazendo mais pressão, levando Clara a soltar um gemido – Hein, Clara? – Vanessa insistiu, sussurrando com sua boca bem próxima a boca de Clara e logo em seguida, parando com o contado das intimidades.

- CONTINUA! – Clara quase gritou e deu outro tapa na bunda de Vanessa, dessa vez com mais força e provavelmente deixando a marca de seus dedos ali, fazendo uma pressão com suas mãos em cada banda de sua bunda e propositalmente, levando a um roçar de intimidades de novo. Vanessa riu satisfeita com aquilo e voltou a esfregar não só suas intimidades, mas também seu corpo inteiro no de Clara.

Seus seios se tocavam com força e o suor entre eles escorregavam por seus corpos de forma sensual aos olhos de ambas. Vanessa sentou no colo de Clara sem para com os movimentos de seu quadril e tirou a blusa da loirinha de uma vez só. Logo em seguida beijando todo o seu dorso nu com vontade, sugando e passando a língua nas gotículas de suor que desciam entre os seios de Clara. Ela aumentou os movimentos não aguentando mais só aquele contato, queria ver Clara gozar, estremecer debaixo de seu corpo. Clara se agarrou as costas de Vanessa e as apertou, arranhou para demonstrar todo o tesão que estava sentindo e fechou os olhos, acompanhando Vanessa nos movimentos, chegando a erguer um pouco seu quadril e rebolar de forma sensual, fazendo Vanessa gemer alto com aquela pressão.

- Não, não fecha os olhos – Vanessa sussurrou no ouvido de Clara – Quero ver sua cara quando gozar – Ela mordiscou o lóbulo da orelha de Clara, fazendo a loirinha gemer e entrelaçar seus dedos os cabelos de Vanessa e os puxar com força, aumentando a velocidade de suas reboladas e colocando uma de suas pernas envolta da cintura de Vanessa.

- Re…  Bola, Van, com – Clara arfou, deixando um gemido escapar de sua garganta – Com força! – Ela puxou novamente os cabelos de Vanessa e atacou seu pescoço, sem se importar se os chupões que estava dando ali deixariam marcas.

Vanessa soltou quase um urro com a boca colada no pescoço de Clara ao sentir que estava alcançando seu ápice, acompanhada de sussurros pra lá de provocantes que Clara falava em seu ouvido, não demorou muito e ambas gozaram juntas, com força e o corpo de Vanessa quase desfaleceu sobre o corpo de Clara, com a respiração descompassada e um sorriso bobo e satisfeito no rosto.

- Acho que… – Vanessa respirou fundo tomando fôlego – Acho que a gente nunca fez desse jeito – Ela deu uma risada baixa, acariciando o braço de Clara com carinho.

- E desse jeito? – Clara falou virando Vanessa na cama e se posicionando em cima dela, colocando sua intimidade perto de sua boca e deixando a intimidade de Vanessa perto da dela.

Vanessa soltou um gemido alto ao sentir a língua de Clara explorar por completo a sua intimidade sem dar algum aviso prévio, se sentindo no direito e sem mais delongas, fez o mesmo com a namorada. Elas se chupavam mutuamente entre gemidos abafados e reboladas. Clara penetrou Vanessa com dois dedos e manteve seu ritmo rápido e forte com a língua também. Vanessa fez o mesmo, porém, levando sua língua para a bunda de Clara e ali começando um excitante “beijo grego”, Clara quase soltou um grito com aquele contato e com os dedos de Vanessa e a penetraram e faziam seu quadril ir para frente e para trás. Antes que a loirinha perdesse a cabeça de vez, voltou a chupar e penetrar Vanessa com uma intensidade ainda maior do que antes. Mais quatro estocadas de ambas foi o necessário para que juntas, novamente, chegassem ao orgasmo. Clara deixou seu corpo rolar para o lado completamente ofegante e exausta. Aquele foi o melhor 69 que ela fez na vida!

- Vem aqui – Vanessa a chamou ainda sem ter sua respiração normal e Clara engatinhou até ela, se aninhando em seus braços.

- Meu Deus – Clara sussurrou e riu baixinho logo em seguida

- É – Vanessa também riu e antes que pudessem voltar a conversar, alguém bateu na porta.

- Vanessa, dá pra parar de gritar? – Era Dona Solange – O Sérgio tá na cozinha querendo fazer o mesmo que você. Sei que quando a coisa é boa à gente não consegue se segurar, mas eu não quero te dar um irmão e muito menos que ele seja feito na mesa da cozinha – Ela falava algo e estava claro que Dona Sol prendia a risada – Entendeu? – Insistiu

- Tá, mãe! – Vanessa gritou, seu rosto estava completamente vermelho e Clara ria baixo, morrendo de vergonha também – Olha o que você fez! – Ela olhou para Clara, fingindo estar brava.

- Eu também te amo, amor – Clara falou de forma meiga e deu um selinho longo em Vanessa – Vamos, Mayra chega daqui a duas horas e precisamos buscá-la – Avisou.

O que elas não sabiam, é que aquele dia foi o que elas tiveram paz para se amarem, brincarem e ficarem perto de quem amavam. Naquela noite, tanto Clara quando Vanessa iriam sentir como era ser arrancada de perto da pessoa que amavam.

N.A: Peço desculpas por ter passado tanto tempo sem postar e agradeço as mensagens carinhosas e (assustadoras) que vocês deixam, como sempre, são fodas! 10 capítulos para chegar ao fim da fic, estão preparados?

#fic #fanfic #clanessa #clara #vanessa

Magcon Preferences #15- Vine of You

Cam- You were getting ready for your first big interview as a singer. You were trying to adjust the height of your mic when the little thing came off. Title: Y/N’s not good with interviews.Lol. Title: She’s not good with interviews. lol.

Shawn-  You and Shawn were at tour rehearsal. You were suppose to be practicing your dance routine but you just kinda- Title: This is a rehearsal Y/N -_-

Taylor- “What'dyah gotta say to the haters Y/N!?” Tay yelled, vining. “Shut up!” You yelled. Title: She don’t give a-



Nash- “Are you filming me Nash?” You looked up from your phone. “No baby. Of course not” He giggled. “Liar” You smiled, looking back at your phone. Title: My bby is so cute <3

Matt- “We’re walking back to the hotel!” You heard Matt vining from behind you. You were so pumped from Disneyland. “How was Disneyland, babe?” He asked. “It was good baby!” You yelled, skipping and dancing back to the hotel. Title: She’s a big kid. lol :)

Jack J- “You have to sing for me"  Your boyfriend Jack said over Skype. He had been away for magcon so you guys were Skyping. "Ugh, babe. I don’t wanna you wined. "Just play the music on your phone and sing to me. I miss your voice baby” He pouted. You rolled your eyes and grabbed your phone. You put on Drunk In Love and sang along as JJ vined you. Title: My babygirl sang to me on Skype. Miss you lovely.

Jack G-Title: Y/N’s first music video #ProudBoyfriend

Carter- “Dance babe, dance!” Carter cheered you on. You two were at a party, pretty drunk as well and he was trying to get you to dance. “No Catah!” You yelled, laughing. “Do it for the vine!” He yelled. You rolled your eyes and started dancing. Title: She got dah movess xD

Aaron- Title: Me and Y/N are going professional lol. 

Sam- “Babe, you are drunk” Sam laughed. “No I’m not!” You slurred. “Smile for the camera babe!” He said and you pulled a goofy smile. Title: The bae is druuuunk. 

Hayes- “Babe!” You yelled, running out of the bathroom in your robe. “What happened!?” He giggled as you jumped on him. “You know that new shampoo I got!?” You asked. He nodded. “Well, it smells beautiful!” You said, putting all your hair in my face. You looked up to see Hayes vining you. “Hayes!”

Dillon- “Y/N! How excited are you to see TFIOS?!” Title: She’s so awkward. lol

Jacob- Title: We’re in New York!

(A/N: I ran out of ideas! Sorry.

-Inbox me for a;

  • Ship/ Ship name (Send me your name and what you look like)
  • Personal Imagines
  • Preference Requests

-I will do;

  • MagCon (Obviously)
  • One Direction
  • O2L
  • Janoskians
  • 5SOS Or all of them if you want!)

O pessimismo é uma teoria bem consoladora para os que sofrem, porque desindividualiza o sofrimento, alarga-o até o tornar uma lei universal, a lei própria da vida; portanto lhe tira o caráter pungente de uma injustiça especial, cometida contra o sofredor por um destino inimigo e faccioso! Realmente o nosso mal sobretudo nos amarga quando contemplamos ou imaginamos o bem do nosso vizinho — porque nos sentimos escolhidos e destacados para a infelicidade, podendo, como ele, ter nascido para a fortuna. Quem se queixaria de ser coxo se toda a humanidade coxeasse? E quais não seriam os urros, e a furiosa revolta do homem envolto na neve e friagem e borrasca de um inverno especial, organizado nos céus para o envolver a ele unicamente enquanto em redor toda a humanidade se movesse na luminosa benignidade de uma primavera?
—  QUEIRÓS, Eça de. “A Cidade e as Serras”
Cap 24

Deus do céu. Que tédio! Se eu soubesse que ficaria naquele estado absurdo de marasmo, teria me atirado de um prédio antes de ter que passar por aquele fim de semana.

Enquanto entrava em meu quarto, acendendo a luz e me livrando da escuridão na qual minha casa havia se transformado há algumas horas, bufava e pisava forte, tendo o barulho de meus passos levemente abafado por minhas pantufas do Bob Esponja. Me joguei estrondosamente em minha cama, bagunçando todos os meus bichinhos de pelúcia, e respirei profunda e lentamente. O dia realmente havia sido vazio, tão vazio como o branco do teto que eu encarava.

Mamãe havia sumido devido a tal da festa surpresa, e mesmo tendo ligado uma ou duas vezes, não era a mesma coisa. Me mantive sentada no sofá da sala o dia todo, me entupindo de sorvete e outras gordices enquanto assistia a filmes de comédia, drama e até mesmo alguns seriados. Agora era hora de fazer alguma coisa da vida, tipo tomar um banho e quem sabe dormir cedinho pra que aquele dia terminasse logo e alguém desse sinal de vida. Quem sabe Mayra e Coyote não desistissem de tirar o atraso e me chamassem pra sair com eles no dia seguinte?

Me sentei na cama, sentindo uma preguiça monstruosa me dominar, originada pelo dia inteiro de inutilidade. Prendi meu cabelo de qualquer jeito, enrolando-o habilidosamente e dando um nó nele, de modo que formasse um coque firme, e fiquei de pé, ignorando a falta de vontade para isso. Caminhei (lê-se: me arrastei) até o banheiro de minha suíte – existem vantagens de se morar sozinha com sua mãe, sabia? - e me tranquei lá, apesar de saber que estava sozinha em casa e não havia perigo de alguém invadir minha residência, ainda mais naquele bairro tão tranquilo. Tirei o pijama sem pressa, liguei o chuveiro quentinho e me enfiei debaixo dele, deixando somente a cabeça de fora. Molhar o cabelo àquela hora não estava entre meus planos, eu detestava dormir com o cabelo ainda úmido. Sim, sou muito esquisita.

Fechei os olhos, sentindo o calor da água se espalhar por minha pele e relaxar meus músculos imediatamente. Um sorrisinho involuntário surgiu em meu rosto conforme o conforto se disseminava por todas as partes de meu corpo, e por um momento, até ri de minha idiotice. Me ensaboei devagar, brincando com a espuma excessiva que o sabonete líquido formou sobre minha pele, e me enxaguei na mesma velocidade. Estava tão bom ali que resolvi estender um pouco mais minha estadia no box, mesmo já tendo feito tudo que devia fazer.

Quase adormeci por várias vezes, mesmo estando de pé, de tão relaxada que fiquei após algum tempo sob o poderoso jato mágico de tranquilidade. Quando minha consciência ecológica começou a pesar e eu me dei conta de que estava gastando litros de água potável para nada, decidi que era hora de terminar o banho, e assim o fiz. Me enxuguei vagarosamente e me enrolei na minha toalha, sentindo um leve frio percorrer minhas pernas descobertas. Toda encolhida e me preparando para a brisa gelada que encontraria em meu quarto devido à ausência do vapor presente no banheiro, abri a porta num surto de coragem, e a primeira atitude que tomei foi fechar a janela, sem nem olhar para qualquer outra coisa. Rapidamente, fechei os vidros, olhando distraidamente para fora, e por um momento, meus olhos se fixaram num detalhe bastante atípico.

Havia uma Ferrari estacionada bem em frente à minha casa.

Engoli em seco, reprimindo as lembranças que aquele modelo de carro me trazia, e respirei fundo, procurando acalmar meu coração subitamente epilético. Era apenas uma coincidência, certo? Nada mais do que aquilo. Àquela hora, Clara devia estar se enroscando com Fabien no baile da escola ou em seu apartamento, mal se lembrando de minha existência, ou então pouco se importando com ela. Assim como eu não dou a mínima para a dela. É, isso aí.

Me virei de volta ao quarto, perguntando-me quando deixaria de ser tão idiota, e foi então que uma forma estranha se revelou sobre minha cama, brincando vagamente com um de meus bichinhos de pelúcia. Assim que meus olhos focalizaram o intruso, não houve tempo sequer para pensar antes que meu cérebro travasse completamente. Apenas pisquei duas vezes, em pane diante do choque entre o que eu esperava ver e o que realmente vi, enquanto o visitante inesperado virava lentamente a cabeça para mim, notando minha presença.

Não demorei a reconhecer o invasor. O problema foi acreditar que ela realmente estava ali, e não era só mais um fruto de minha imaginação. Infelizmente, essa possibilidade foi logo descartada. Claramente, não era nenhuma ilusão; era real demais para isso. Minha mente jamais conseguiria reproduzir uma imagem com tamanho grau de realidade. Enquanto toda essa confusão dominava minha consciência, eu me mantive paralisada, completamente imóvel. Diferentemente dela.

- Hm… Oi. – Clara Aguilar disse, sentada em minha cama com uma expressão inocente, e seus olhos determinados se fixaram por um longo momento em minhas pernas nuas, acompanhados de um quase imperceptível sorriso de canto. – Pude jurar que seria recebida com um grito, mas pelo visto, você é mesmo imprevisível.

Pensei ter sentido meu rosto esquentar, mas como o resto do corpo estava igualmente quente devido ao susto, ignorei esse detalhe. Todo aquele calor tinha uma explicação, e ela logo se manifestou por minhas cordas vocais. Dois segundos depois que ela se calou, retomei o controle sobre minha consciência e movimentos, e um grito assustado escapou por entre meus lábios. Instintivamente, me encolhi, puxando a barra da toalha mais para baixo numa tentativa idiota de me esconder. Clara apenas revirou os olhos, como se não houvesse motivo para que eu me comportasse daquela maneira.

- Mas o que… Mas o que você… – comecei, tentando em vão continuar a frase, e ela apenas voltou a me olhar nos olhos, com o rosto ainda inocente. – Como você… Como…


- Respira, Mesquita. – ela riu de leve, mantendo o mesmo comportamento, como se sua presença ali fosse absolutamente natural. – Não quero que você desmaie nem nada do tipo, está bem?

Até parece que não queria!

Fiz o que ela disse, não porque ela pediu, mas porque eu realmente precisava de ar para organizar minha mente embaralhada e as palavras desconexas que disputavam espaço dentro de minha garganta. Quando já havia inspirado oxigênio suficiente para inflar meus pulmões ao extremo, tudo que fiz, para minha própria vergonha, foi gritar novamente. Era difícil demais acreditar, e pior ainda, entender que ela havia invadido minha casa e estava ali, bem na minha frente. Não é o tipo de coisa com o qual uma pessoa se acostuma antes de gritar algumas vezes.

- Eu disse respira, não grita. – ela reclamou, fechando os olhos em tolerância ao meu surto infantil, e logo em seguida voltou a me encarar. – Calma, tá legal? Eu não sou um espírito sedento por vingança nem nada do tipo.

Ignorei totalmente suas palavras, ainda chocada demais para entender. Pensando bem, eu preferia enfrentar uma passeata de fantasmas violentos a ter que encarar o fato de que Clara estava jogada sobre minha cama naquele exato momento.

- C-como você… Como você conseguiu entrar aqui? – consegui perguntar, ainda imóvel, e um sorriso que misturava diversão e compaixão surgiu em seu rosto. Eu devia estar parecendo bastante engraçada aos olhos dela; não duvidava nada que ela estava segurando uma gargalhada ao me ver naquele estado vergonhoso - de olhos esbugalhados, boca escancarada e cabelos em pé -, mas como era uma excelente atriz, tentava atenuar esse desejo, sem ter muito sucesso.

- Digamos que eu dei sorte. – ela respondeu com um tom vago, erguendo uma sobrancelha e voltando a mexer no bichinho de pelúcia. Não gostei nada do sorriso que insistia em aparecer no canto de seus lábios; ela me parecia extremamente… Esperta. Resolvi trabalhar em outra pergunta, já que ainda havia muito a ser questionado.

- Clara… O q-que você t-tá fazendo aqui? – gaguejei, sentindo a resposta imediata de meu corpo manifestar-se em arrepios devido ao fato de que ela estava se levantando lentamente da cama. Tentei fazer com que meus pés desgrudassem do chão para que eu me movesse, mas a madeira do assoalho e minha pele pareciam um só, mantendo-me presa onde estava.

- Sei que você é inteligente o bastante para deduzir essa resposta por si mesma. – sua voz suavemente rouca respondeu, acompanhada de um passo lento dela em minha direção e do aumento de minha frequência cardíaca. – Vou lhe dar mais uma chance de fazer perguntas mais elaboradas.

- Vá embora, Aguilar. – murmurei, sentindo minha voz falhar quase que totalmente devido ao enorme nó que se formara em minha garganta, mas pelo menos a gagueira tinha passado. – Você não tem nada para fazer aqui.


- Ah, é aí que você se engana, querida. – Clara disse, franzindo a testa e entortando a boca num falso pesar enquanto dava mais um discreto passo em minha direção, resumindo a distância entre nós a pouco menos de um metro. – Ainda temos uma noite inteira pela frente… E acredite, ficaremos ocupadas demais para dormir.

Um calafrio percorreu minha espinha ao ouvir suas palavras, proferidas com tamanha firmeza que era como se eu fosse obrigada a segui-las. Tudo que eu queria era fechar os olhos e fazer com que ela sumisse assim que os abrisse novamente, mas ao invés disso, minhas íris foram atraídas, como que magneticamente, até onde as dela estavam, me observando intensamente. Ou melhor, desejosamente. Foi impossível não sentir o equilíbrio prejudicar-se, o ar faltar, a estabilidade de meus joelhos reduzir… Impossível não me deixar afetar por sua presença. Indo contra meus instintos, deixei que minhas pálpebras tapassem minha visão por completo, permitindo-me pensar e falar com mais clareza, sem os olhos dela me influenciando.

- Cale a boca. – rosnei, agora com a voz um pouco mais firme. – Saia daqui, eu não quero mais você perto de mim. Pensei ter deixado bastante claro da última vez que nos falamos.

Pude ouvi-la suspirar pesadamente, e nem precisei me esforçar para saber que os traços de seu rosto carregavam uma certa impaciência.

- Pensou errado. – ela retrucou com a voz levemente irritada, dando um último passo à frente e fazendo com que sua respiração agora batesse em meu rosto, o que por um momento me causou vertigens. - Já devia saber que não desisto tão facilmente.

As palmas de suas mãos pousaram sobre meus ombros nus suavemente, acariciando-os e fazendo com que a região parecesse arder em chamas sob sua pele. Ela seguiu caminho por meu colo, dedilhando-o com delicadeza, e notei que sua respiração pareceu acelerar de leve. Eu já não me sentia tão certa quanto a não querê-la mais; seu toque despertava o desejo mais monstruoso e temido que existia em mim. Meus olhos ainda estavam fechados, evitando que os vários tons verdes de suas íris me enfeitiçassem, mas era inevitável tentar resistir. Somente quando seu dedo indicador escorregou sorrateiramente por entre meus seios, e estava prestes a derrubar a toalha que me cobria com um simples puxão, fui tomada de assalto pela razão.

- Chega! – exclamei, arfando, e afastei firmemente seu pulso com minhas mãos. – Vá embora!

Sua respiração denunciou que ela havia soltado um risinho baixo, atingindo meu rosto numa lufada mais forte que o normal. Eu insistia em não olhá-la, temendo que ela me fizesse ceder de alguma forma se eu a encarasse. Meu estômago revirava em agonia, e eu esperava sinceramente que meus batimentos cardíacos não estivessem altos o suficiente para parecerem uma banda de Olodum bem no meio do quarto. A região do meu colo devia estar levemente avermelhada devido ao calor que se concentrava especificamente naquele local, e a culpa era toda dela.

- Chega você de resistir. – ela sussurrou, aproximando seu rosto de meu ouvido para dizer o resto, – Não adianta nadar contra a correnteza… Acha que nunca tentei? Acha que estaria aqui se tivesse funcionado?

Seja forte!, uma voz pedia em minha mente, estrangulada. Resista!

- Não acredito em você. – arfei, com a voz um pouco mais alta que um sopro, ainda recusando-me a encará-la. – Pare de gastar seu tempo comigo e vá embora.

- A questão é que eu simplesmente adoro gastar meu tempo com você. – Clara murmurou com a voz sinuosa, sem mover um músculo, e a maneira como suas palavras foram pronunciadas me permitiu visualizar com precisão o sorriso malicioso que provavelmente adornava seu rosto. – Poderia passar a vida toda te provocando, te atiçando, só pra ver o até onde vai seu autocontrole.

- Idiota! – grunhi, sentindo a irritação crescer dentro de mim. – Eu não sou um simples brinquedinho com o qual você pode fazer o que quiser!

Senti Clara paralisar por alguns segundos, e manteve-se calada por tempo suficiente para que eu tivesse que encará-la, por mais arriscado que isso fosse. Sua expressão era levemente séria, e seus olhos não hesitaram em olhar fundo nos meus de um jeito quase frio.

- Eu nunca pensei isso de você, Vanessa. – sua voz murmurou, agora grave, demonstrando o triplo de seriedade que seu olhar transmitia.

- Desculpe, o que você disse? Acho que entendi errado, aliás, só posso ter entendido errado! - falei, com a voz um pouco mais alta que o aconselhável pelo ultraje de suas palavras, e um sorriso sarcástico, inconformado diante de tamanha mentira, surgiu em meu rosto. – Faça-me o favor, Clara! Suas mentiras costumavam ser um pouco mais convincentes!

- Eu não estou mentindo. – ela negou, sem se deixar alterar por meu comportamento. – Você me entendeu errado sim, e não foi só hoje.

- Ah, é? – quase gritei, extremamente sarcástica, sentindo minha raiva aumentar cada vez mais diante de suas negativas ridículas. – Então já que estou entendendo errado, me explique, professora! Como posso entender direito?

- Eu jamais te compararia a um brinquedo ou a um mero objeto, por mais valioso e único que ele fosse… Você me entendeu errado, ou talvez minha comparação tenha sido ruim o suficiente pra que você tirasse conclusões erradas. – Clara disse, mantendo-se impassível, e a enorme carga de determinação em sua voz me fez estremecer involuntariamente. - Eu não queria dizer nada do que você concluiu. Quando usei a palavra brinquedo, não foi pra te definir, eu juro. Foi uma tentativa mais do que frustrada de tentar explicar o que você… Causa em mim. Mas eu percebi que isso é impossível. Não existem exemplos adequados para definir o que eu sinto.

Fiquei encarando seus olhos faiscantes por alguns segundos, incapaz de tirar alguma conclusão. Minhas pernas tremiam mais que bambu em ventania, meu coração queimava em meu peito, o ar parecia se recusar a entrar em meus pulmões. Por que ela tinha que me falar todas aquelas merdas? E o pior de tudo, por que eu tinha que gostar tanto delas? Levei alguns segundos para conseguir voltar a falar, e quando o fiz, quase toda a raiva havia se transformado em hesitação.

- Eu… – comecei, pigarreando logo que percebi a confusão explícita em minha voz, e sem saber bem como prosseguir, suspirei, tentando encontrar as palavras certas. – Não acredito em você, Aguilar. Vá embora.

Ela respirou fundo, sem mudar de expressão, e após alguns segundos sustentando meu olhar, assentiu devagar.

- Tudo bem. – ela disse, com a voz conformada. – Se é o que você quer de verdade, eu vou.

Totalmente surpresa com aquela atitude, busquei algum vestígio de raiva ou irritação em seus olhos, em vão. Tentei entender o que estava acontecendo, mas suas íris estavam vazias, ilegíveis. Ela estava… Cedendo?

Ela aproximou seu rosto do meu, colocando uma de suas mãos em meu rosto, e eu fechei os olhos, momentaneamente paralisada, ao sentir seus lábios tocarem minha pele. Clara beijou o canto de minha boca por um tempo que me pareceu mais longo que o aconselhável, e imediatamente meu corpo se arrepiou inteiro. Em seguida, ela voltou a se afastar, ainda séria, e deu um passo para trás, indicando que estava indo embora.

- Só não pense que estou desistindo de você. – sua voz baixa avisou, persistente e consideravelmente resignada, enquanto eu me esforçava para continuar de pé. – Isso jamais vai acontecer.

Clara virou-se em direção à porta do quarto e começou a andar até ela, me deixando completamente anestesiada e confusa. Então era isso? Bastou uma dose a mais de autocontrole de minha parte para convencê-la? Era tão simples fazê-la desistir de mim, mesmo que temporariamente? O que havia acontecido com ela afinal? Onde estava a Aguilar insistente e determinada que eu sempre conheci, disposta a praticamente tudo pra conseguir o que queria?

Um sentimento muito esquisito começou a correr em minhas veias. Um vazio me dominou, sendo lentamente preenchido por um frio cortante, como se gradualmente, enormes pedras de gelo estivessem se formando dentro de mim, congelando meu sangue. Eu nunca havia me sentido daquele jeito. Não era um sentimento ruim, mas também não era bom. Era como se a ficha não tivesse caído ainda. Ela realmente havia me obedecido? A ideia me parecia tão surreal que eu precisaria de alguns minutos de reflexão para realmente absorvê-la.

Soltei um suspiro tenso, com os olhos perdidos onde antes o corpo de Clara estava. O distanciamento dela fez com que automaticamente minha respiração se normalizasse, mas estranhamente, meu coração quase parecia imóvel de tão lentas que eram suas batidas. O gelo crescente dentro de mim o havia atingido, e parecia dificultar seus batimentos, mas não fisicamente. Era como se ele não quisesse mais bater normalmente.

Como se, por algum motivo, ele tivesse perdido a vontade de funcionar. Talvez a surpresa pelo conformismo de Clara tivesse sido maior do que eu pudesse prever. Mas logo eu me recuperaria, e ficaria muito melhor sabendo que bastava apenas um pouco mais de força de vontade para mantê-la afastada de mim.

Meus olhos foram instintivamente até a porta aberta de meu quarto, fitando o vazio. Minhas pernas ainda pareciam formigar diante do acontecimento épico que haviam presenciado, e se recusavam a fazer qualquer movimento. Apenas fiquei encarando o nada por alguns segundos, até que o som de passos se aproximando do quarto adentrou meus ouvidos. Antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo, vi Clara andar energicamente até mim, e em dois segundos, envolver meu rosto calorosamente com suas mãos e colar seus lábios nos meus com fúria.

N/A: Hey, não me matem HAHA.. Esses dias estão extremamente corridos e eu realmente não tive tempo pra nada, porém vou tentar recompensar vocês. Percebi que eu tinha esquecido de permitir perguntas abertas (mil desculpas) e liberei pra vocês, podem me xingar a vontade agora. Enjoy xx

O porque dessa minha ausência repentina?
Nada tão especial. Sempre quis ser especial pra alguém, só não sabia pra quem, só queria fazer falta, receber várias mensagens, uma súbita aparição “sua” no portão da minha casa ou no trabalho, receber ligação na madrugada,
“-Hey, o que houve? Não some assim sinto sua falta”. Sem questionamento, sem julgamentos, sou incompreendida o tempo todo, apontada a vida toda.
Eu só queria que alguém realmente se movesse pra me encontrar quando eu sumo, só queria fazer falta pra “você”, só queria que “você” deixasse o ego, orgulho seja o que for, só queria que “você” fosse diferente dos outros, que me fizesse sentir diferente,
Mas acho que não mereço nenhum sacrifício “teu”, então
eu continuo apenas querendo.
—  Fernannda Santos