movess

Foi quando eu percebi que não precisava de ninguém pra ser feliz. Fui tomar um banho daqueles que limpa por dentro, daqueles que a gente espera lavar a alma, como era de costume sempre que me sentia daquele jeito. Em meio ao meu pequeno caos, olhei em volta, mas não vi paredes, vi um mundo vasto e extenso em que eu ainda não havia reparado nem tampouco caminhado, vi uma imensidão de sonhos dos quais eu já havia desistido. Só então me dei conta de quanto tempo eu já havia perdido me limitando a reclamar e a esperar por algo que nunca viria se eu não me movesse. Entrou uma melodia,aquele tipo de música que te faz pensar em suicídio. Mas dessa vez algo foi diferente, quando menos esperei, comecei a curtir a letra ao invés de senti-la e viajei pra longe, longe de mim e de toda aquela confusão que se passava ali dentro - dentro de mim. Nesse instante, minha mente vagou por aí, sem rumo, pra tão longe que nem ao menos percebi. Algo nesse cenário todo, me fez lembrar daquele moço destemido que eu havia conhecido já havia algum tempo, o mesmo no qual eu já havia conversado duas ou três vezes. Lembrei que via nele tudo que eu nunca fui, lembrei que cada coisa que ele falava era o contrário do que eu falaria e percebi o porquê daquilo me fascinar tanto. Ele era tão seguro de si, não ligava pras dores, ele me passava uma segurança que vinha diretamente de suas palavras, sem ao menos se esforçar pra isso. Eu não sei explicar o porquê daquilo, mas seu sorriso me passava muito mais que esperança, me passava uma calmaria na qual eu jamais senti. Aquele moço era feliz, e isso não era perceptível apenas por causa do seu sorriso, isso se via em sua alma. Aquele efeito pousou sobre mim naquele momento e eu não lembrava mais onde estava, abri os olhos e não enxerguei mais lágrimas, em minha frente um espelho gigantesco me definia, mais que isso, me descrevia, me revelava não aquilo que sempre vi sobre mim e sim quem eu realmente era, quem eu poderia ser se quisesse. Imediatamente me senti diferente, eu finalmente descobri que não precisava de ninguém pra ser feliz. Como aquele moço que não dependia de motivos, apenas era o que era, sem se importar em ser. Definitivamente, a felicidade não depende dos outros, não há como ser feliz com alguém sem antes estar feliz com si próprio. Caiu a ficha. Como eu demorei tanto tempo pra admitir isso? Eu não preciso de ninguém, eu não preciso de motivos, eu apenas necessito de mim. Não adianta ficar inventando pretextos. Quem precisa deles? Estar vivo basta pra ser feliz. O êxtase que se instalou em mim naquele momento inefável me deu certezas, certezas de que dali pra frente tudo seria diferente. Eu nunca imaginei que minha vida poderia mudar tão repentinamente. Finalmente consegui o que desejei minha vida toda, me esvaziei de mim, do drama, da dor, do passado, da decepção, da incerteza. Obrigado por acreditar que sou alguém, moço. Obrigado por me abrir os olhos, Capitão!

Especificação: Desafio
Players: Im Jaebin e Tiffany
Rate: Livre
Observações: Pública 

Ficou esperando por um bom tempo a garota aparecer, de pé no escuro olhando ao redor para qualquer vulto que aparecia, sendo apenas funcionários que não conhecia indo em direção ao alojamento mais perto do prédio. Os minutos se passaram e Jaebin começou a se preocupar com a demora da menor, ela já deveria ter chego há alguns minutos, a distância da Ellui para o Alojamento era praticamente a mesma do Centro esportivo para o mesmo lugar. Estava inquieto, balançando os pés e checando o celular para qualquer tipo de mensagem, chegou a ligar para a garota, mas o celular dava direto na caixa postal, o serviço de seu celular já estava ruim e ele não sabia se era isso ou se tinha acontecido algo com ela. Levou algum tempo para que tivesse sinal de vida, a chamando por DM para perguntar onde ela estava, pediu que ficasse alí, e não se movesse. E correu. Correu no que sua memória lembrava do campus, com a iluminação totalmente prejudicada. Assim que viu a luz fraca do gerador da cantina, diminuindo os passos ao vê-la, suas mãos foram automáticas contra seu rosto, os envolvendo com carinho, o cenho franzido em preocupação. – Você tá bem, amor? – O sangue pulsava em suas orelhas e o apelido que estava guardando para dizer pela primeira vez em uma ocasião especial, escapou sem que ele percebesse. – Você se machucou? Me desculpa… Deveria ter ido te buscar.

Estava inquieta próxima a uma tomada que nem a pertencia na esperança de manter o celular no mínimo carregado até encontrar Jaebin, de fato aquele desencontro havia deixado a bailarina um pouco perdida, e até assustada já que fora pega de surpresa pelo apagão. Não esperou que ele a visse ou se aproximasse o suficiente, somente correu na direção alheia envolvendo-o num abraço firme. O medo parecia fazer parte de cada fibra de seu corpo, mas a preocupação e todo carinho que o bartender expressou deixou-a desconsertada, principalmente ao ouvi-lo chama-la de “amor” era a primeira vez que ele fazia, mas já era muita coisa para fazê-la perder o próprio chão. – Eu tô bem… Só são alguns arranhões, nada demais, você está aqui agora comigo, é o suficiente… – Afundou ainda mais o rosto no peitoral masculino, estava à ponto de chorar, parecer ainda mais vulnerável na frente do mais novo, e se não fizesse aquilo com certeza ficaria ainda mais claro. – Por favor, não me deixe mais sozinha, Jae… – O corpo maior parecia tão quente perto do próprio cuja a temperatura não ajudava, ainda vestia apenas as roupas que levara para após os ensaios caso desejasse banhar-se no alojamento do campus, porém não era exatamente uma roupa que a manteria aquecida o suficiente, somente fora escolhida para a volta para a casa. Porém a lembrança do que aconteceu após a saída do estúdio assombrou-a a ponto de firmar os delgados contra o dorso masculino ainda mais para manter o abraço.

A reação positiva da americana encheu o peito de Jaebin, completo com o abraço apertado que recebeu dela. Soltou seu rosto, envolvendo seus ombros de modo extremamente protetor, selando seus lábios de modo lento e demorado, os olhos se fechando para sentir o perfume tão característico de sua pequena. Não podia explicar como seu humor mudava completamente só de vê-la bem, ainda que um pouco assustada e faria de tudo para protegê-la. – Eu tô aqui agora, não vou te deixar sozinha, tá? Eu tô aqui… – Repetiu, beijando sua testa em gesto protetor. Desceu os dedos por seus ombros, braços e alcançou as pequenas e delicadas mãos dela, o polegar roçando-se pela pele tão macia. Pensou que deveria pegar algo para eles comerem nas geladeiras, mas só a ideia de deixá-la sozinha já era inconcebível para o coreano. – Pega suas coisas, a gente precisa pegar um quarto individual porque não vou desgrudar de você. – Murmurou gentilmente, passando a mão ao redor de sua cintura para acompanhar cada passo da garota e caminhando calmamente para o elevador. – Você tá mais calma? – Sussurrou contra sua orelha, os braços envolvendo sua cintura por trás enquanto esperava.

Se pudesse ficaria eternamente naquele abraço, o melhor abraço – pensou. Mas sabia que ele falava sério, e também que a bailarina havia sido um pouco inconsequente ao sair no escuro em busca do rapaz que nem havia chego.  Apenas balançou a cabeça positivamente em relação à tudo que lhe era questionado, não tinha tanta necessidade em fazê-lo verbalmente tão inesperadamente, sabia que acabaria embolando-se nas palavras sem que tivesse controle total de seus pensamentos. – Estou, boo… Não se preocupe. – Ditou conforme recolhia as coisas um pouco espalhadas perto do balcão do estabelecimento, a possessão masculina era bem vinda, mesmo que às vezes a pegasse de surpresa. Embora estivessem impossibilitados de sair do complexo ao menos estavam juntos, o que facilitava a deslocação de Miyoung pelos corredores em busca de um quarto individual no prédio, se não fosse por ele com certeza teria que ir atrás de Taeyeon ou Sooyoung, mas é claro que isso seria quase impossível de acha-las. Tomou tudo que pode do líquido que estava provando antes da chegada de Jaebin e virou-se para ele com um meio sorriso, ficando na ponta dos pés para roubá-lo um selar demorado. – Vamos, babo. – Segurou firme a mão masculina e saiu puxando-o como se conhecesse o caminho, caminho que outrora havia se perdido e sofrido consequências.

[…]

Dia Terceiro

Já era uma quinta-feira não muito animado de chuva e um frio considerável, daqueles que você pensa em ficar em casa de baixo das cobertas, cheguei um pouco fora do meu horário então Camarão já estava próximo a porta da sala conversando com alguns alunos do semestre passado, ao entrar na sala o clima parecia ainda mais diferente das aulas anteriores, pelo menos no início no qual nosso educador disse algumas palavras diretamente para todos aqueles alunos presentes. Parecia que ele tinha visto as escritas do segundo dia, estava desanimado por como a turma vinha tratado esse projeto que aqui comecei, mas também para toda a turma, foi um momento de tensão vindo de alguém que ninguém esperava que viria.

Após momentos não muito agradáveis para qualquer aluno ou professor, era claro que tudo voltaria ao normal, e seria apresentado a verdadeira proposta das aulas de produção de vídeo dois, o motion graphics, onde para retratar melhor foi explicado alguns conceitos onde dúvidas foram lançadas e uma discussão sobre quantas fotos em uma frame seria necessário para fazer com que o objeto movesse lindamente como uma modelo na passarela e não como alguém numa balada com o strobo ligado, e no final não sabemos quem realmente estava certo nosso elegantíssimo e sem noção espacial na sala Camarão ou os alunos e isso vai render quem sabe um churrasco banhado em Jack Daniel’s ao som de Led Zepplin.

“Eu me sinto como se eu estivesse me movendo em câmera lenta e tudo ao meu redor se movesse tão rápido e eu apenas quero voltar para quando as coisas eram normais. ”

Capítulo 160
  • Dor! Estava por todo o meu corpo. Acho que foi isso que me acordou. Mesmo se eu ficasse completamente parada a dor irradiava por tudo. Se me movesse um centímetro sequer ela era insuportável. Fiquei um tempo parada esperando que logo passasse, mas parecia que só aumentava. Levantei com muita dificuldade e consegui colocar um vestido solto e curto. Sai do quarto e desci as escadas. Lágrimas escorriam do meu rosto pelo esforço que eu estava fazendo.
  • O que eu faria agora? Me perguntei e na hora lembrei de Rodrigo. Peguei o telefone e sentei no sofá. Disquei seu número e ele atendeu com a voz de sono. Eu não sabia nem que horas eram, mas era claro já.
  • - Rô, me ajuda por favor. - Pedi chorando.
  • - O que deu Paty? - A sua voz ficou alarmada.
  • - Dor.. por todo o corpo. - Respirei fundo tentando controlar a dor. - Mais forte em volta da coluna.
  • - Mas o que você fez? - Ele perguntou preocupado. - O Luan não tá com você?
  • - Depois conversamos. Agora me ajuda por favor. - Deitei no sofá o que amenizou um pouco.
  • - To indo prai e te levo no hospital.
  • - Ok. - Desliguei e controlei a respiração que ajudava eu me concentrar em outra coisa além da dor.
  • Uns 10 minutos depois Rodrigo bateu na porta e eu levantei para atender. Gabi estava com ele e os dois me levaram direto para o carro. Na hora que estávamos saindo vi a Dona Nina chegando e olhando para o carro preocupada. Eu só acenei e Rodrigo seguiu para o hospital. No hospital uma amiga minha me atendeu. Ela me examinou o mais rápido que pode.
  • - Pati, eu não tenho como te dar um diagnóstico com 100% de certeza porque não tenho como fazer um raio x, mas eu tenho algumas hipóteses. - Ela falou quando eu estava deitada em uma maca e Rodrigo e Gabi estavam ao meu lado. - Você carregou muito peso essa semana?
  • - Ontem eu acho que carreguei mais peso do que deveria, mas foi uma exceção. - Falei já imaginando que ela iria me repreender.
  • - Como eu imaginava. - Ela balançou a cabeça negativamente. - Você tem lesou os músculos que sustentam a coluna. Você tem que se cuidar mais! Já carrega todo esse peso desses bebês, não pode ficar levantando nenhum peso. Muito menos pegar Nicole no colo. - Ela falou me repreendendo.
  • - Eu sei, mas ontem eu me obriguei. Não tinha outra escolha. - Falei triste.
  • - Tudo bem. Só não quero que isso se repita. - Ela falou e eu concordei. - Agora eu vou mandar aplicar um analgésico fraco na veia pra diminuir a dor. Vou receitar analgésicos para o caso de sentir dor em casa e você vai ter que ficar de repouso, deitada. Sem levantar nenhum peso e com a coluna reta de preferência.
  • - Ok. - Concordei. - E quando eu posso voltar pra casa.
  • - Só vou pedir pra enfermeiras aplicar o analgésico e quando acabar pode ir pra casa. - Ela sorriu. - Se cuide mais. -Ela falou e me deu um beijo na bochecha. Saiu da sala e Rodrigo e Gabriela me olhavam com repreensão.
  • - Eu já ouvi sermão, não preciso de outro. - Reclamei ainda com dor.
  • - Me conta o que aconteceu ontem. - Gabriela sentou na beirada da cama, mas logo levantou quando uma enfermeira entrou no quarto.
  • A enfermeira saiu e Gabriela retornou ao seu lugar de antes. Contei meio relutante tudo o que havia acontecido ontem a noite.
  • - O Luan é um idiota! - Gabi falou quando terminei.
  • - Ele só queria se divertir com os amigos. - O defendi apesar de estar brava com ele.
  • - Não defende ele. Pra se divertir não precisa ficar bêbado. - Ela suspirou. - Mas você também ta errada. Porque não ligou pra alguém te ajudar? Você podia ter perdido esses pequenos.
  • - Não brinca com isso. - Passei a mão na barriga horrorizada.
  • - Se não quer que isso aconteça se cuide melhor. - Ela falou brava e eu concordei.
  • Os dois ficaram ali comigo e quando recebi a alta me levaram para casa. No caminho passaram na farmácia comprar os analgésicos. Em casa, Nicole estava assistindo desenho na sala e pulou em Rodrigo quando entramos. Eu sentei confortavelmente no sofá e agradeci a ajuda dos dois. Eles foram embora e eu fiquei com Nicole assistindo a pepa.
Jackie e Pearl vítimas de assalto em Seul

Dois anos após o acidente que tirou a vida de Lee JiAe, o Butterfly Effect envolve-se em outro, dessa vez causado por homens sob custódia.

No dia de folga do grupo durante as promoções de You’re Pitiful, Pearl e Jackie foram a uma Starbucks perto do novo dormitório do grupo e foram surpreendidas por dois assaltantes que faziam do estabelecimento uma nova vítima.

Estando dentro do local, não puderam sair, pois os homens encapuzados ameaçaram atirar em quem se movesse. As câmeras flagaram toda a ação. Minutos depois do ataque, as forças policiais chegaram e passaram a fazer os acordos para liberação dos reféns. Por serem famosas, a dançarina e a rapper foram usadas como moeda de troca.

Nas gravações amadoras e feitas por repórteres, pode-se ver os homens saindo com as garotas para fora do estabelecimento lentamente e gritando palavras que não podem ser ouvidas completamente. Pearl mantinha os olhos arregalados enquanto o homem apontava o revólver em sua cabeça. Jackie saía ao lado com o outro assaltante atrás.

Foram necessárias cinco horas para que as garotas fossem liberadas e corressem para os braços de suas famílias, que assistiam a negociação atrás dos policiais. Identificados como Jacob Shaw e Park MuJin, os assaltantes foram presos. Kim ChaeAh e Kim InYoung passam bem e voltaram às atividades do grupo.

Foi quando eu percebi que não precisava de ninguém pra ser feliz. Fui tomar um banho daqueles que limpa por dentro, daqueles que a gente espera lavar a alma, como era de costume sempre que me sentia daquele jeito. Em meio ao meu pequeno caos, olhei em volta, mas não vi paredes, vi um mundo vasto e extenso em que eu ainda não havia reparado nem tampouco caminhado, vi uma imensidão de sonhos dos quais eu já havia desistido. Só então me dei conta de quanto tempo eu já havia perdido me limitando a reclamar e a esperar por algo que nunca viria se eu não me movesse. Entrou uma melodia,aquele tipo de música que te faz pensar em suicídio. Mas dessa vez algo foi diferente, quando menos esperei, comecei a curtir a letra ao invés de senti-la e viajei pra longe, longe de mim e de toda aquela confusão que se passava ali dentro - dentro de mim. Nesse instante, minha mente vagou por aí, sem rumo, pra tão longe que nem ao menos percebi. Algo nesse cenário todo, me fez lembrar daquele moço destemido que eu havia conhecido já havia algum tempo, o mesmo no qual eu já havia conversado duas ou três vezes. Lembrei que via nele tudo que eu nunca fui, lembrei que cada coisa que ele falava era o contrário do que eu falaria e percebi o porquê daquilo me fascinar tanto. Ele era tão seguro de si, não ligava pras dores, ele me passava uma segurança que vinha diretamente de suas palavras, sem ao menos se esforçar pra isso. Eu não sei explicar o porquê daquilo, mas seu sorriso me passava muito mais que esperança, me passava uma calmaria na qual eu jamais senti. Aquele moço era feliz, e isso não era perceptível apenas por causa do seu sorriso, isso se via em sua alma. Aquele efeito pousou sobre mim naquele momento e eu não lembrava mais onde estava, abri os olhos e não enxerguei mais lágrimas, em minha frente um espelho gigantesco me definia, mais que isso, me descrevia, me revelava não aquilo que sempre vi sobre mim e sim quem eu realmente era, quem eu poderia ser se quisesse. Imediatamente me senti diferente, eu finalmente descobri que não precisava de ninguém pra ser feliz. Como aquele moço que não dependia de motivos, apenas era o que era, sem se importar em ser. Definitivamente, a felicidade não depende dos outros, não há como ser feliz com alguém sem antes estar feliz com si próprio. Caiu a ficha. Como eu demorei tanto tempo pra admitir isso? Eu não preciso de ninguém, eu não preciso de motivos, eu apenas necessito de mim. Não adianta ficar inventando pretextos. Quem precisa deles? Estar vivo basta pra ser feliz. O êxtase que se instalou em mim naquele momento inefável me deu certezas, certezas de que dali pra frente tudo seria diferente. Eu nunca imaginei que minha vida poderia mudar tão repentinamente. Finalmente consegui o que desejei minha vida toda, me esvaziei de mim, do drama, da dor, do passado, da decepção, da incerteza. Obrigado por acreditar que sou alguém, moço. Obrigado por me abrir os olhos, Capitão!

Pass the joint

One thing ive noticed siince being here is that we smoke a lot. in public. and thats scary. the pot makes the paranoia worse and i ge3t al panicy on the inside but im to baked to voice it so i just hold your hand and walk where you do. standing up once youve smoked hash does NOT help. the difference between hash and weed is that 1. hash makes me wanna puke and lay down and sleep annd die becasue i feel so heavy and its awful but weed makes me feel floaty and great and i could keep smoking weed untill i whitey bevause i sware to god, it makes me feel so good. the world movess slower than i do, but thats alright because i know that that happens and thats just what beiing hgh feels luke. nothing is quite what it normally is, but everythinng is good and you can enjoy yourself eventhough you dont have a clue what the last thing yoou said was and you havent got a clue what the conversation is about becasue youre too busy giggleing and thats all yyoure consumed with and we’re together and we have so so much fun and we watch all the others doing ridiculous things and we cuddle on the sofa and in bed and the world is perfect. In conclusion, please, babe, pass the joint; I want a toke