mostrava

Era noite, beirando a madrugada, quando começamos pela milésima vez a mesma discussão. O motivo? Aleatório, infantil e tolo demais para ser dado em questão. Pela terceira vez naquele ano, terminamos e ainda estávamos em maio. Era uma noite chuvosa, que mostrava de forma metafórica basicamente como eu me encontrava por dentro, porque algo sussurrava que não seria como as demais vezes: não haverá uma volta. E não houve. Seguimos caminhos opostos, nos esbarrando em algumas esquinas em situações confusas, como quando você me viu na fila da padaria, indo comemorar o aniversário da Alice ou simplesmente passeando com o cachorrinho que você me deu de presente no meu segundo aniversário com você. E em todas as vezes em que eu te vi, era como se eu estivesse revivendo aquela última vez a todo instante. Eu sabia o que queria fazer, mas não sabia como fazer. Eu queria estar com você, mas você parecia sempre bem e controlado demais para decidir permanecer mais uma vez ou tentar… Ou só nos machucarmos um pouco mais. Quantos meses fazem? Não sei exatamente, mas em uma semana, fazem 4 anos. E o que mudou desde então? Talvez a estante que você colocava aqueles livros chatos que banalizavam as coisas, mudei ela para o lado direito, mesmo sabendo que você não gostaria se estivesse aqui, deixei meu cabelo crescer, e não por você, sabe disso (é importante que saiba disso), também mudei a cama de lugar, coloquei ela próxima o suficiente da parede para impedir mais uma queda minha durante o sono, porque sem você aqui, fica complicado me escorar em algo e não me esparramar no chão. Fora isso? Tudo continua do mesmo jeito que você deixou, desde aquela noite chuvosa. E sabe seu moletom preferido que andou me perguntando sobre uma semana após você bater as asas e ir? Encontrei ele no chão da varanda, bem no canto, e como foi parar lá? Não me pergunte. E eu fui egoísta, resolvi ficar com ele e ele também já não é mais o mesmo, tá um pouco surrado, mas continua sendo a minha roupa de dormir favorita… E ele ainda tem o seu cheiro, tudo aqui ainda cheira à você. Todas as coisas mudaram, mas apenas de lugar, porque tudo ainda sussurra o seu nome o tempo inteiro, e eu não sei se isso se transformou em loucura, ou se tudo ao meu redor andeis pela sua presença e se destrói com a sua falta. Eu sinto sua falta, mas também sinto minha falta e hoje eu entendo o que aconteceu. Você apenas quis se vingar pelo moletom. Em que parte da varanda do seu novo apartamento, você encontrou um pedaço de mim e não quis devolver? Quer saber? Não precisa responder… Só me diz que também veste essa parte minha e leva para a cama ao dormir.
—  Tickets of Cassie.
composição bagunçada

eu era a música fora do tom, de ritmo,
com as notas bagunçadas.
tu era a rima
que arrumava minha melodia.
junto fazíamos uma sinfonia na mesma sintonia.
os corredores ecoavam por fim: “ainda há esperanças”
meu peito estremecia só de pensar que eu poderia dizer que você era a melodia que me mostrava o caminho para fora dos corredores apertados da minha vida.
eu te amei, assim do meu jeito.
desafinando nesse beco estreito a caminho do teu peito (coração).
você foi a minha mais bela composição.

e.c

Rapaz, ela é cheia de surpresas. Quem olhasse ela naquele salto agulha, dançando na pista de dança cheia de luzes, com o teor alcoólico já nas nuvens, nem imaginaria que ela é fã de Van Gogh, ela pinta, canta, sabe tocar violão. Aquele olho borrado de tinta preta não mostrava nada dela. Nada da verdadeira ela. Ela come de pernas cruzadas e não se arrisca à sair para um lugar sem saber, tin-tin por tin-tin, o caminho e todos os pontos próximos. Apesar dela ser uma caixinha de surpresas, ela detesta até mesmo que façam a brincadeira de fechar os olhos dela por trás, ela quer ter o controle de tudo. Ah, rapaz, o que ela quer é alguém para ser o curto circuito nesse controle todo dela. Ela é incrível, sabe? Ela sabe como resolver as coisas, ela sabe como fazer tudo parecer fácil, ela é… ELA! E talvez você esteja com medo, sem coragem, eu entendo, não é fácil se aproximar de uma garota assim, destemida, corajosa, eu sei o quanto é difícil terminar uma frase sem desviar o olhar, porque o olhar dela é de amedrontar qualquer um, não é? Mas o problema é que ela vale a pena, ela faz valer o frio na barriga que dá quando se aproxima. Esse olhar penetrante que se perde nas baladas, mas que não perde um detalhe nas ruas, é o olhar que ninguém quer deixar pra trás, esquecer, largar mão. Se é pra se arriscar na paixão, rapaz, pode arriscar nela. Vai sem medo de errar, arriscar e cair no chão ou aos pés dela se acaso você se apaixone, aí, meu amigo, não tem pra onde ir, se ela corresponder corre pros braços dela, porque é neles que você vai querer morar.
—  Escrito por Paula, Letícia B., Isadora M. e Amanda T.  em Julietário.
L'unico problema suo era la paura.
Aveva la costante paura di perdere le persone alle quali teneva,che finiva per perderele lo stesso.
Aveva questa costante paura di amare,di donare il suo cuore a qualcuno.
Aveva questa continua paura di dimostrare le sue debolezze.
Aveva la costante paura che qualcuno potesse leggerle gli occhi e vedere tutto il casino che c'era dentro.
Aveva la costante paura di non riuscire ad essere abbastanza.
Aveva la costante paura di non riuscire mai più a guardare qualcuno negli occhi.
Aveva la paura di mostrarsi debole, di poter farsi riconoscere per quella che era, perché quella che era non voleva mostrarlo;credeva quella parte lì, quella innocente e dolce non piacesse a nessuno. Quindi fu costretta ad essere la stronza menefreghista che conoscono tutti. Quella che si incazza e ci resta male per poco.
Però,da quando ha incontrato lui tutto le era sembrato diverso.
Con lui la paura svaniva.
Con lui lei credeva ci fosse davvero qualcosa di bello in lei.
Con lui non esisteva la paura di perdere qualcuno, sopratutto credeva lui sarebbe rimasto.
Con lui la paura di amare era andata tutta a puttane.
Con lui lei era libera.
Con lui lei non aveva più il timore di innamorarsi, con lui ne valeva la pena.
Con lui non le importava se si mostrava debole.
Con lui era se stessa, ed era bellissimo.
Con lui aveva il coraggio di farsi leggere gli occhi.
Con lui amava gli occhi verdi mischiati al marrone, quando lei aveva sempre odiato quel tipo d'occhi.
Con lui non le importava di non sentirsi abbastanza, perché lui diversamente dagli altri la faceva sentire speciale e bella. Perché se era lui a dirlo, lei ci credeva.
Con lui imparò che proprio le cose che lei odiava di sé stessa erano le più belle.
Con lui si sentiva amata.
Con lui non riusciva a fare la stronza. C'era qualcosa in lui che la rendeva impotente.
Ma lei lo sapeva, lo sapeva che tutto questo non era giusto.
Lo sapeva che lei avrebbe sofferto. Perché lei non poteva permettere di parlare di quello che provava.
E non capiva il perché, il come, lui pur sapendo leggere i suoi occhi non avesse ancora capito che se ne era pazzamente fottutamente innamorata di lui.
Ma con lei lui era diverso.
Ma con lui lei era diversa.
—  mi-hai-cambiata
O problema é que você cansa rápido demais, desiste fácil demais e eu sempre fui tão fácil para você. Eu sempre estive aqui, vendo você se queixar da mesmice entre as pessoas, estive ao seu lado quando você se mostrava decepcionado com a monotonia. Mas você nunca reparou que entre tantas reclamações você continua na inércia. Você continua aí achando todos tão insuficientes que nem se dá conta de que é você quem precisa mudar.
—  Jamilla Gauy.
Era estremamente forte, ma di tanto in tanto crollava anche lei. Non chiedeva abbracci, non mostrava dolore, se ne stava semplicemente in silenzio. Voleva piangere ma era così orgogliosa che le sue lacrime non uscivano, rimaneva impassibile. Dentro aveva soltanto rabbia, che ardeva contro se stessa. Si odiava perché riusciva a provare dei sentimenti, e per quanto volesse strapparsi il cuore dal petto per non sentire più emozioni, da una parte voleva essere più limpida, cercare di dimostrare cosa provasse. Ma non lo faceva, rimaneva in silenzio, a cercare una via d'uscita da quella gabbia che si era creata con le sue mani.
—  Erica D.
Eu sei que você espera que ele volte e te faça sentir novamente aquele friozinho na barriga. Sei que ouve aquela música e lembra da voz dele sussurrando ao seu ouvido, numa tentativa falha de cantar a música de vocês dois, e essa mesma música vai tocar na rádio sempre que você estiver quase o esquecendo, você vai lembrar e vai doer. Sei que ainda assiste aquele seriado que nunca gostou, mas aprendeu a gostar só porque era o preferido dele. Sei que olha pro jardim de sua casa e lembra das vezes que ele chegou falando que tinha uma surpresa e te mostrava flores, junto com aquele sorriso apaixonante. Só espero que você saiba que ele não vai voltar, não importa o quanto você queira. Ele já se foi há um tempo e agora tudo que lhe resta são saudades que você sabe que nunca vai matar. Então, tranque isso no lugar mais fundo possível dentro de ti e vá viver. Vai doer, mas algum dia vai passar.
—  Yalen Raquel acompanhada por Laís Portela.
Eu conheci ele todo esticado, com um taco de sinuca mirado pra bola de numero 5. Ele era intenso, do fio de cabelo loiro desgrenhado, até aquele sapato preto envernizado que mostrava que ele era nariz empinado. Quando ele comemorou por ter marcado ponto, no jogo que eu não compreendia o objetivo, e deu aquele sorrisinho, vi que ele era problema. Já não era mais tudo ou nada, não era on e off. Ele era todo-todo. Ele tinha fodão no sobrenome. Exagero na arcada dentária. E já era tatuagem na minha alma. Ele era do tipo que te faz esquecer o próprio nome. Faz qualquer outro perder a graça, te faz perder o ritmo, a fala, tu prende a respiração quando ele sorri. Eu nunca fui fã de quebra-cabeça, sempre gostei mais de palavras-cruzadas, mas eu queria montar e desmontar ele inteiro. Pegar um cadeado e me chavear junto dele. Sermos um só.
—  Paula Zawatski

One Shot Liam Payne

  • Pedido - Faz um cm o Liam q ela trabalha cm ele na banda e ela ta sempre opinando e isso acaba estressando ele e por isso eles discutem. Dai um dia vaza o projeto de 10 anos do 1d q eles estavam preparando no maior segredo e tudo aponta pra ela e nem o Liam fica do lado dela e ela é processada, sai de casa e fica muito triste por nem o marido dela q a conhece desde sempre acreditar na sua inocência dai ela consegue provar q não foi ela e ele vai atrás se desculpar e descobre q ela ta gravida, final feliz


A campainha tocou justamente quando (seu nome) levou a colher do seu sorvete de chocolate com manteiga de amendoim à boca a fazendo parar no meio do caminho. Há algumas horas ela teve que se deslocar de casa para comprar a manteiga de amendoim, quando ela na verdade odeia amendoim. Sempre que lhe diziam que grávidas tinham desejos estranhos, ela não acreditava, agora ela estava passando justamente pelo período de desejos.

Olhando em direção à porta da cozinha e a colher sendo segurada por sua mão parada no ar a caminho de sua boca, ela tentava se decidir se ia atender quem estava a sua procura ou se satisfazia o seu desejo. Depois de ouvir mais uma vez o som da campainha, ela enfiou a colher na boca se levantando para sair da cozinha e ir até a porta principal da casa saber quem que a incomoda em um momento tão importante.

Assim que abriu a porta a palavra incomoda deveria ganhar ênfase, a sensação de ter a figura daquela pessoa em sua frente era incômoda, ela não sabia o que o havia levado a procurá-la no novo endereço. Mas ao mesmo tempo que havia a sensação de incômodo estava presente, havia também a saudade, ela não poderia dizer que deixou de amá-lo nem da boca para fora.

— Acho que você errou o endereço. — pronta para fechar a porta, o marido ou ex marido - não se sabe ao certo - segurou firme a impedindo de fazer o que pretendia.

— Eu vim no lugar certo, me ouça, por favor. — Liam estava implorando, dava para notar em seus olhos.

— Você não deu credibilidade nenhuma as minhas palavras quando eu precisei que você ficasse ao meu lado. Por que eu iria querer ouvir as suas agora? — (seu nome) se manteve firme segurando a porta mostrando toda a sua mágoa.

— Não cometa o mesmo erro, não faça essa estupidez como eu. — ele estava arrependido, claro, todos estavam, todos que a julgaram mal.

Por mais que (seu nome) quisesse repetir o mesmo que ele lhe fez, ela apenas deixou que ele passasse pela porta e tivesse a chance de se explicar, afinal, aquele ainda era o seu Liam.


UMA SEMANA E DOIS DIAS ANTES


— Liam, troque de posição.

(Seu nome) observava a sessão de fotos do marido para o novo photoshoot e opinava no que achava necessário, ela sabia quais eram os melhores ângulos do marido, ela adorava tirar fotos dele em todos os quase seis anos de casados.

— Você precisa ser mais criativo, querido… Tem quase umas vinte fotos suas nessa posição e ela é usada por você há quase todos os dez anos que você tem feito isso. — alfinetou tentando fazer com que Liam a escutasse já que ele estava prontamente a ignorando.

— E o que você entende de poses e fotografias? — ele se virou para olhar a mulher irritado pelo comentário desnecessário ao seu ver.

— Eu entendo que se toda vez tiver fotos de você na mesma posição vai ficar repetitivo e previsível. — (seu nome) não tinha problema nenhum em expor as críticas que achava que eram construtivas.

— No que você é formada e qual sua função aqui? — (seu nome) não entendeu muito bem o porquê da pergunta franzindo a testa levemente, mas respondeu mesmo assim.

— Produção cinematográfica e estou aqui para exercer a minha profissão. — ela deu de ombros.

— Então se contenta em fazer o seu trabalho e deixe que os profissionais no assunto cuide das fotos.

Constrangida, (seu nome) ficou de pé olhando o marido por alguns segundos sentindo os olhares de todas as pessoas presentes no local sobre si e não demorou muito para que ela estivesse caminhando para fora daquele lugar sem dizer mais uma palavra.

Liam havia pegado um pouco pesado, não precisava ser tão rude quando a intenção da mulher era apenas ajudá-lo, não tinha clima para que (seu nome) ficasse ali esperando até a hora do almoço para sair, ela resolveu que iria ir naquele mesmo minuto e então saiu pela porta de trás sem comunicar ninguém.  

[…]

Uma hora e meia depois, (seu nome) estava de volta no estúdio fotográfico onde o One Direction passaria o dia tirando fotos e ela só estava ali porque havia prometido observar de perto a gravação do making off.

— Você ficou com raiva porque eu te dei uma chamada na frente de todo mundo e vazou o vídeo antes do tempo, não foi?!

(Seu nome) olhou para Liam com sua melhor cara de “Hã?! Do que você está falando?“ parando na entrada da sala segurando em uma mão seu celular e na outra seu copo de café expresso. Só então que ela percebeu que todos estavam unidos com os olhos fixos nela.

— Você estava com raiva do Liam, mas precisava descontar em todos nós?! Você não prejudicou só a ele, você acabou com um projeto que todos nós trabalhamos duro, inclusive você. — Louis disse não deixando seu desapontamento e indignação escondidos.

— Eu ainda não estou entendendo o que eu fiz… — (seu nome) disse devagar revisando as palavras ditas em sua mente, “vazou” “vídeo” e “porra! O video vazou?“ — Vazaram o vídeo? — ela perguntou com os olhos arregalados.

— Vazaram não, você vazou! — Liam a acusou no segundo seguinte.

— Claro que eu não fiz isso! Não ganharia nada com isso. — indignação era tudo o que (seu nome) sentia. Eles todos achavam que havia sido ela?

— Uma vingança infantil e sem nação. — Liam disse verdadeiramente irritado.

— Eu não fiz nada disso!

— Como você não fez?! Só você tinha o acesso a esse vídeo e isso foi pouco tempo depois de eu ter constrangido você na frente de todos. — o tom de voz de Liam estava alto.

— Eu não faria uma vingança tão baixa como vocês estão pensando, na verdade eu não faria vingança nenhuma e você, Liam, você deveria saber disso. — (seu nome) também estava se exaltando por conta daquela acusação injusta.

— Saiba que as medidas cabíveis serão tomadas, isso não vai acabar aqui. — Liam falou o que para (seu nome) foi uma ameaça.

— Eu faço questão que levem o meu computador para a perícia ainda hoje… Vamos ver se o vídeo foi enviado dele.

(Seu nome) virou as costas pela segunda vez em menos de três horas deixando todos para trás com os olhares olhares grudados em suas costas. Ela estava com a consciência tranquila, não importava o que acontecesse.

[…]

Com a desconfiança de Liam, seu próprio marido, (seu nome) decidiu que ficaria em um apartamento alugado porque não tinha clima nenhum para que eles ficassem na mesma casa, ela não queria ter os olhos de seu marido a encarando cheios de julgamento. Então na manhã seguinte, mesmo com um pouco de enjôo, ela arrumou suas malas para ir para o apartamento que ela alugou pela internet.

— Aonde você pensa que vai? — Liam perguntou como se exigisse uma resposta antes que ela pudesse abrir a porta principal.

— O que você espera que eu faça? Você espera que eu fique aqui depois do que aconteceu? — ela deixou a mala e se virou para olhá-lo nos olhos — Você já pode se sentir aliviado, não terá que viver debaixo do mesmo teto que uma pessoa que não é digna da sua confiança.

— Você consegue perceber o quanto está sendo infantil?

— E você? Consegue perceber o quanto dói a pessoa que você ama não confiar em sua palavra? A pessoa que dormiu ao seu lado durante cinco fodidos anos. — (seu nome) já podia sentir seus olhos ficando mais úmidos que o normal.

— Pare de falar como o Louis. — ele se referiu ao “fodidos”.

— Vá a merda!

Sem esperar mais nada, (seu nome) saiu de casa decidida que faria de tudo para agilizar a perícia em seu computador, ela tem certeza que o vídeo não saiu dele e se vazou, algum hacker invadiu seu computador, alguém que sabia o que tinha nele.

[…]

Um dia depois de se instalar no apartamento alugado, (seu nome) procurou um advogado e entregou seu computador para o pessoal responsável pela perícia, ela estava tranquila, mesmo antes de Liam ter mandado a mensagem dizendo que ele conseguiu evitar um processo por parte da gestão da banda. Ela não queria que ele evitasse nada, sendo que ele nem mesmo acredita nela.

Uma semana se passou até que saísse o resultado, seu computador havia mesmo sido invadido e ao rastrear o computador responsável pela invasão, o endereço era uma biblioteca pública, ou seja, sem pistas do culpado.


PRESENTE


— Eu sei, eu tenho plena consciência que dentre todos eu deveria ter dito “não! Minha mulher não é capaz de algo assim, eu a conheço muito bem.“, mas ao invés dessas palavras que mostrava que você poderia contar comigo para o que viesse, eu só soube apontar o dedo e reforçar dizendo que você foi a responsável.

— Você veio aqui para dizer o que eu já sei? — (seu nome) perguntou ao que Liam fez uma pausa.

— Claro que não, eu vim aqui assumir o meu erro de te acusar sem ter provas. Eu vim assumir o imenso erro de não ter levado nossos anos de casados em consideração quando eu fiz aquela acusação contra você. — Liam respirou fundo se aproximando e tomou a mão da mulher entre as suas — Me perdoe por ter agido como um idiota antes mesmo de eu ter sido um completo imbecil. Me perdoe por ter desconfiado de você quando eu sei que você não é capaz de qualquer coisa para me prejudicar ou prejudicar os rapazes.

— Tudo bem… Eu não vou dizer que não estou magoada, chateada e triste, mas eu perdôo você. — ela disse olhando nos olhos castanhos do marido — Vamos ter um bebê e eu não quero ter que criá-lo sozinho.

— Vamos ter um bebê?! — os olhos de Liam se arregalaram e ele perguntou apressadamente tomado pela surpresa.

— Sim, mas não pense que eu estou te perdoando apenas por isso… Eu amo você, de qualquer forma. — (seu nome) sorriu sem mostrar os dentes beijando o queixo do marido.

— Oh meu Deus! Obrigado! — Liam a agradeceu segurando seu rosto com uma mão e a dando uma série de selinhos nos lábios — Eu te amo! Eu amo vocês!

Liam falou completamente entusiasmado fazendo (seu nome) sorrir grande com sua alegria ao descobrir que será pai. A falta de confiança dele foi ligeiramente esquecida por (seu nome) ao assisti-lo se ajoelhar aos seus pés para beijar sua barriga. Isso não quer dizer que a ferida simplesmente sumiu, ela só deixou de sangrar.



Espero que tenham gostado… ❤

- Tay

Reaction: Se você não estivesse em um relacionamento ficaria com eles

 Namjoon  

- Seu namorado é um saco! - Ele resmungaria quando você pegasse o celular pela 10ª vez naquela tarde só para responder mais uma de suas mensagens -Ele não pode passar 4 minutos sem mandar mensagens, não?

- Pare com isso, joonie! - Você riria colocando o celular novamente em cima da mesa do restaurante - Ele só quer saber aonde estou.

- Você está almoçando comigo… Então me de atenção! - ele cruzaria os braços se recostando na cadeira. 

- Okay, emburradinho!

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Si accorse che in ogni cosa c'era della nostalgia, una malinconia che le mostrava le persone del suo presente come se già fossero destinate a far parte del passato, come se già fossero destinate a scomparire, a non appartenerle più, a non essere più sue.
Aveva paura, paura del temporaneo, delle cose non stabili, dell'abbandono e della vita. Aveva paura che le cose cambiassero, e alla più minima scossa, gettava le armi perché già troppe volte era stata delusa, tradita, dalle persone a cui teneva di più al mondo e a cui aveva affidato tutto, pensando che l'avrebbero tenuta al sicuro. Quanto era difficile fidarsi di nuovo? Quanto poteva essere dura aprirsi ancora, donare il suo cuore ad una persona che avrebbe potuto ferirla, o peggio rendersi indispensabile e poi sparire? Non se la sentiva di farlo, questa era la verità. La malinconia c'era sempre, i ricordi sulla pelle graffiavano come una volta e nulla era cambiato. La felicità che aveva provato in passato era ancora lì, tutta quanta, intatta almeno nella sua piccola bolla di infinito. Si rendeva conto che nessuno, nessuno avrebbe potuto scalfirla, non la sua piccola dose di gioia pura, fatta di risate incontenibili e di lacrime felici, di momenti di estasi reale, di sogni realizzati, fatta di persone che aveva profondamente amato e che le avevano salvato la vita, in tanti e troppi sensi, troppe volte perché le potesse dimenticare. Si rendeva conto che la sua piccola bolla di universo sarebbe rimasta intatta, qualunque cosa fosse accaduta. Però ora che le si presentava l'occasione di ricominciare, la verità era che non era sicura di esserne capace. Era così abituata alla sua vita, alla malinconia, al pensiero che nulla sarebbe cambiato intorno a lei, che tutto ad un tratto trovandosi impigliata in questa nuova rete, non capiva cosa fare, non sapeva gestirlo l'amore, non sapeva gestire un'altra persona che non fosse se stessa. Aveva una paura folle, di fallire. Aveva paura di tirarsi indietro, e paura di dimenticare, di andare avanti e perdere i ricordi di quelli a cui era così intimamente legata, ricordi e persone che non poteva lasciare andare per nulla al mondo. Era confusa, e triste, felice, piangeva e rideva senza capire cosa volesse davvero dire tutto questo. Era un gomitolo aggrovigliato, senza speranza.
REAÇÃO DO BTS quando entrasse no quarto e te pegasse em um momento íntimo.

Rap Monster (Kim Namjoon): Você apenas notaria a presença de Namjoon quando ele esbarrasse na porta e a abrisse por completo em um baque seco. Ele apertaria a ereção sem vergonha alguma e morderia o lábio enquanto olhava fixamente para sua imagem envergonhada.

“Isso ~apontaria para a calça~ é culpa sua, espero que esteja disposta a resolver seus problemas.”

Suga (Min Yoongi): Yoongi tinha acabado de acordar e estranhou o fato de não te encontrar ainda no sétimo sono, levantou ainda sonolento no intuito de te procurar pela casa, mas seus passos congelariam quando ele ouvisse suspiros baixos vindo do banheiro. Sem cerimônia ele abriria a porta dando de cara com você dentro da banheira e de olhos fechados.

“Eu também quero brincar babygirl..”

Jungkook (Jeon Jungkook): Jungkook não conseguiria dar um passo sequer e continuaria a observar tudo pela fresta da porta enquanto maltratava os próprios lábios ao ouvir seus gemidos. Jeon desejava estar no lugar de seus dedos, mas não ousaria interromper o “show” que você proporcionava.

Jin (Kim Seokjin): Jin tinha acabado de chegar em casa, largou suas coisas na sala e saiu a sua procura pela casa como de costume, só não contava que te encontraria na cozinha, inclinada sobre o mármore da ilha e com a mão dentro da calcinha clara. Ele não imaginava esse seu lado, já que nunca mostrava, mas assim que o choque passasse e você notasse sua presença ele te impediria de descer do balcão, iniciando a própria brincadeira.

Jimin (Park Jimin): A imagem de seu corpo rebolando contra os próprios dedos excitava o garoto que sem pensar duas vezes colocaria a mão dentro da calça, afim de te acompanhar. Seus gemidos o excitava e quando ele ouvisse o próprio nome ser chamado não ficaria apenas naquela brincadeira e invadiria o quarto.

“Chega! De quatro, agora.”

V (Kim Taehyung): Tae tinha conseguido sair mais cedo do estúdio e planejava te fazer uma surpresa, passou em uma floricultura e comprou o maior buque que poderia carregar. Abriu a porta com dificuldade e te chamou pelo apelido que apenas ele usava, mas assim que olhou ao redor e te viu no sofá as flores foram ao chão, ao ve-lo de boca aberta e te encarando intensamente você abaixaria a saia que usava e fecharia as pernas constrangida.

S/N: Tae… eu…

V: Não fale nada jagi, o daddy quer brincar também.

J-Hope (Jung Hoseok): Hoseok olhava tudo, estava escondido desde o começo e observava você se dando prazer enquanto a água do chuveiro escorria por seu corpo, ele se torturava mentalmente por ter um compromisso dali a algumas horas, mas sairia de casa prometendo a si mesmo que castigaria sua babygirl quando chegasse.

Twitter de reações: https://twitter.com/BTBOYSREACTION

anonymous asked:

Raccontaci la tua storia con Alessandro

So già che le mie parole non basteranno per far capire ciò che c'è realmente tra di noi, ma ci provo.
Io stavo attraversando un periodo nuovo, strano per me. Mi ero fissata degli obiettivi e sogni, esclusivamente per me stessa. Non avevo voglia e testa per nessun tipo di ragazzo, nessuno riusciva a prendermi e sinceramente non riuscivo ad affrontare un altro tipo di relazione, perché quella più importante durata 3 anni, mi aveva completamente rovinata e soffocata. Il giorno di capodanno ricordo che mi ero promessa che non sarei stata più male per nessun ragazzo, che avrei pensato a me stessa, a studiare, lavorare e iscrivermi all'università.
3 giorni dopo mi scrisse Ale su Tumblr. Non avevo idea di chi fosse, non conoscevo neanche il suo blog e a dirla tutta all'inizio se la tirava un pò, ricordava molto me come personalità tanto da incuriosirmi. Non avevo visto neanche una sua foto finché non iniziammo a scriverci su whatsapp ( appena vista la foto ho pensato “ oh cazzo”). Una delle prime cose che mi colpì fu una domanda “ma ti senti con qualcuno?” e io li non capii, perché per me era uno dei tanti che avevo conosciuto qua, e figuriamoci essendo di Roma e contraria alle relazioni a distanza non pensavo a qualcosa di più con lui. Mentre Ale dimostrava un grande interesse. Diciamolo, è molto bravo con le parole e io non mi fidavo molto. Oltretutto c'era ancora il mio ex di mezzo e altri tipi con cui mi sentivo e lui mostrava già una forte gelosia. Piano piano mi accorgevo di quanto fossi felice di sentirlo ogni giorno e ogni ora (dal 3 Gennaio non c'è stato un giorno in cui non ci siamo sentiti) ma appunto per me le sue erano solo parole. Un giorno mi inviò una foto con una scritta al muro fatta da lui “ sfigata sei mia” e mi disse che stava iniziando a provare qualcosa per me. Tra di noi c'è sempre stato un rapporto bellissimo, ci siamo raccontati molte cose anche personali ed io stavo perdendo la testa per lui. Ridevamo un sacco, ci prendevamo in giro, ci dicevamo cose dolcissime.. e giuro mai ho legato e ho trovato un'intesa così con un ragazzo. Ci consideravamo già impegnati. Poi mi disse che sarebbe venuto qua e io non ci credevo. 5 ore di viaggio solo per me, per una che aveva conosciuto da appena un mese. Arrivò il grandissimo giorno, lui aveva il treno alle 6 del mattino e io mi svegliai a quell'ora per fargli compagnia. Un'ansia mai provata prima. E giuro nessuno dei due si aspettava una giornata del genere, tutte quelle risate, sguardi, abbracci e prese in giro. Per non parlare del bacio. Anche solo a toccarmi tremava.. ricordo che mi mise la mano nel suo petto e mi disse “senti quanto batte il mio cuore?”
Ale è una persona speciale, mi tratta benissimo, pensa sempre prima a me.. non c'è un giorno in cui non si preoccupi anche per una minima cavolata. È nato qualcosa di inspiegabile davvero. In hotel c'è stato anche un momento molto intimo tra di noi che ci ha unito ancora di più.. E svegliarmi con lui a fianco è stato incredibile, perché per una volta non dovevamo svegliarci con un messaggio del buongiorno.
Io sono proprio felice con lui. Ma felice eh. Non c'è un giorno in cui lui non faccia qualcosa per farmi sorridere, è una persona buona e anche se lui non ci crede e si butta merda addosso, posso assicurarvi che una persona così bella io non l'ho mai incontrata! Sono fortunata, è un regalo che la vita mi ha fatto. Parliamo sempre di un futuro insieme, di andare a vivere nella stessa città.
Che dire, dal giorno di capodanno le mie priorità sono cambiate, i miei obiettivi sono cambiati. Voglio passare la mia vita con lui, voglio renderlo felice e amarlo.
Mi ha dato la voglia di amare di nuovo qualcuno, di vivere come si deve.
Non so che altro dire, lo amo. Sono innamorata di lui. Nessuno mi ama come fa lui e auguro a tutte di incontrare un ragazzo così, che non vi trascuri e che vi metta sempre al primo posto.
Scusa il poema, ma non bastano due parole per descrivere questa storia e i sentimenti che provo..

One Shot Harry Styles

  • Pedido por nath77 - Oii eu queria um ONE shot onde a sn é uma advogada super respeitada e está participando do processo de venda da empresa do Jeff amigo do Harry (ajudando o novo comprador e com isso irritando o Jeff e família), e quando o Jeff descobre que sn e Harry estão tendo um caso ele super se irrita é proibe o Harry de ver a sn, inclusive fazendo com que o Harry a traisse, aí a sn fica triste, ganha o caso é o Harry tenta reconquistar ela com o Jeff impedindo sempre. Final feliz - nath77


(Parte I)


(Seu nome) estava saindo de uma reunião de conciliação com o marido de sua cliente que se mostrava irredutível, ele se negava a dar parte da empresa para a esposa, se negava também a vender a propriedade para dividirem o dinheiro e não estava disposto a comprar as ações que a mulher tem direito.

Esse caso estava difícil, mas (seu nome) não deixaria sua cliente sair desse casamento sem tudo o que tem direito.

— Eu vou estudar um jeito de resolvermos isso de forma civilizada sem ter que expor a senhora a um tribunal, mas nada que é seu ficará para ele. — (seu nome) disse a cliente que já se encontrava dentro do carro.

— Eu sei que fará o possível, você é uma ótima advogada. — a mulher sorriu colocando o cinto.

— Obrigada, nos falamos depois.

Com uma breve despedida, (seu nome) se encaminhou até seu próprio carro e entrou a tempo de ouvir seu celular tocar no banco de trás, ela havia o esquecido ali quando saiu. Ela se inclinou agarrado o celular e atendeu depois de olhar o identificador.

— Oi, Harry. — ela colocou seu cinto e apoiou uma mão no volante.

— Eu liguei para garantir que você estará aqui em casa esta noite. — (seu nome) apertou os olhos por ter se esquecido.

— Eu não me lembrava mais, desculpe.

— Eu sei que não se lembrava, por isso liguei. — ele riu baixo — Como foi a reunião?

— O idiota ainda está disposto a deixar a mulher sem nada… — ela havia comentado pequenas coisas do caso ao namorado, coisas irrelevantes, elas não gostava de falar detalhes ou nomes.

— Eu não sei o que falar… Só que você tem razão em chamá-lo de idiota. — só ao ouvir Harry repetir, que ela pode de fato perceber do que o chamou.

— Eu não deveria ter dito isso, mas ele me deixou bastante irritada hoje. Eu estava esperando conseguir firmar um acordo para não precisar expor minha cliente a um tribunal.

— Você sempre pensando no melhor para as pessoas. — ele falou em admiração — Vou deixar você descansar, mas não se esqueça do jantar.

— Não esquecerei. Beijos.

Com a ligação encerrada, (seu nome) pôde finalmente ligar seu carro e rumar em direção a sua casa, ela queria descansar as horas que a restava antes de ter que se arrumar para um jantar na casa do namorado.

[…]

(Seu nome) passava agora pela porta da frente da casa do namorado, ela já havia estado ali algumas vezes, mas agora era para um jantar com algumas pessoas importantes para Harry, para sua carreira, e ele decidiu convidá-la para estar presente.

Ela havia se vestido elegantemente, Harry disse que as pessoas ali faziam parte de seu dia a dia, mas que sempre faziam questão de serem formais até demais nesses jantares.

— Você está tão linda. — Harry falou admirado, a mulher vestia um vestido longo vermelho, quase não dava para ver o salto que usava e seus cabelos estavam preso em um coque perfeitamente arrumado.

— Obrigada! — ela sorriu e lhe beijou os lábios limpando a marca que ficou de seu batom.

— Venha, vou te apresentar a algumas pessoas. — Harry segurou a mão da namorada e assim que a mulher se virou para acompanhar Harry, parou novamente ao ver quem estava caminhando em sua direção.

— O que essa mulher está fazendo aqui? É algum tipo de piada? — Jeffrey, mais conhecido como o ex marido idiota da cliente de (seu nome), perguntou em sussurro - para não chamar a atenção das outras pessoas - exibindo irritação em sua voz.

— Ela é a minha namorada, não vejo problema dela estar aqui. — Harry disse alheio aos acontecimentos.

— Se eu soubesse que você estaria aqui, tenha certeza que eu evitaria me encontrar com uma pessoa tão desagradável como você. — (seu nome) revidou a altura.

— O que está pretendendo? Você quer me sondar para conseguir alguma coisa para aquela aproveitadora? — Jeff a acusou.

— Eu não preciso perseguir você para conseguir ganhar naquela audiência, se sente tão ameaçado quer me atacar sempre que me encontra.

— Ok. Eu acho que entendi o que está acontecendo. — Harry interveio antes que os dois continuassem aquela troca de farpas — Só por essa noite vocês não podem esquecer que serão rivais em um tribunal e fingir estarem confortáveis na presença um do outro durante esse jantar?

— Como eu posso esquecer que essa mulher está ajudando a me extorquir?

— Harry, eu vou para casa, não quero continuar na presença desse homem. — (seu nome) deixou outro beijo rápido nos lábios do namorado ignorando o homem desagradável — Eu espero que tenha um ótimo jantar e depois no falamos. — ela sorriu se retirando da casa.

— Você não poderia ter ao menos ignorado a presença dela sem vir aqui fazer ela ir embora? — Harry se voltou a Jeff deixando claro o seu desgosto pelo acontecido.

— Acredite, foi muito melhor assim. — Jeff disse e voltou para onde estava antes se perceber a mulher ali.

[…]

— Eu fiquei porque precisamos conversar. — Jeff se serviu com um copo de uísque como se estivesse em sua própria casa.

— Se vai falar mal da (seu nome), poupe suas palavras. — Harry se jogou sobre o sofá desejando que o amigo e empresário fosse embora logo.

— Não vou falar mal. Só quero saber umas coisas… — o homem tomou um gole de sua bebida — Há quanto tempo se conhecem?

— Há alguns meses… Quase três.

— Você está com essa mulher há quase três meses e eu não sei? Como conseguiu que isso acontecesse?

— Sabemos ser discretos. — Harry respondeu enquanto se livrava de seus sapatos — Aonde quer chegar com essa conversa?

— Você poderia convencê-la a fazer Glenne esquecer a parte dela na empresa… Você deve ter alguma influência, ela é sua namorada, então acho que você consegue favorecer alguma coisa para mim. — Jeffrey disse enquanto andava em passos pequenos pela sala.

— Eu não vou fazer isso. — Harry disse de imediato — Não vou me meter no trabalho dela, ela vai fazer o que achar melhor.

— Você não entende…

— Você não tem vergonha, Jeff? — Harry o interrompeu — Você não vai ficar menos rico se dê uma parte a Glenne, ela sempre foi tão boa para você.

— Eu não quero dar nada a ela!

— E é por essa teimosia, ou orgulho idiota, que você está correndo o risco de perder a sua empresa. (Seu nome) é muito boa no que faz, então logo você estará sem a sua empresa e Glenne com metade do dinheiro pela compra dela.

— Essa é sua resposta final? Não vai me ajudar? — o homem deixou o copo sobre a mesinha.

— Não vou! Você é meu amigo, a Glenne também é a minha amiga e mesmo que a (seu nome) seja a minha namorada, não posso interferir em coisas de profissão dela.

— Você fez a sua escolha.

Jeffrey saiu da casa irritado com a falha em conseguir aliviar algo para o seu lado. Ele sabe que o circo está se fechando, mas se recusa a voltar a trás com sua palavra de que Glenne não terá nada dele.



Espero que tenham gostado… ❤

Postarei a parte II assim que eu a tiver pronta 😊

Nath, eu mudei um pouco o seu pedido, espero que não se importe.

- Tay

E ela nos mostrava que estranho pode ser só o que a gente ainda não conhece; que um dia cinzento pode ser bonito, por fora e por dentro; que uma vida sem perturbações é que nem um mar sem onda; que alguém só sabe ensinar quando não consegue parar de aprender; que errar também pode ser uma forma de caminhar; que ninguém escolhe o momento em que uma raiva começa, mas que todo mundo pode escolher quando é que ela acaba; que nada é mais importante do que entender os próprios sentimentos, para não deixar que eles mandem nas nossas razões; que nada é mais importante do que entender as próprias razões, para não deixar que elas mandem nos nossos sentimentos.
—  Márcio Vassallo.

Il signor Cesare era molto abitudinario. Ogni domenica si alzava tardi, girellava per la casa in pigiama e alle undici si radeva la barba, lasciando aperta la porta del bagno.

Quello era il momento atteso da Francesco, che aveva solo sei anni, ma mostrava già molta inclinazione per la medicina.

Francesco, infatti, prendeva il pacchetto del cotone idrofilo, la bottiglietta del disinfettante, la busta dei cerotti, entrava in bagno e si sedeva sullo sgabello ad aspettare.
Che c'è? - domandava il signor Cesare, insaponandosi la faccia con la schiuma da barba.
Francesco si torceva sul seggiolino, senza rispondere.
Dunque?
Be’ - diceva Francesco - può darsi che tu ti tagli. Allora io farò la medicazione.

Già! - diceva il signor Cesare. Ma non tagliarti apposta come domenica scorsa diceva Francesco, severamente altrimenti non vale.

Sicuro! - diceva il signor Cesare.
Ma a tagliarsi senza farlo apposta non ci riusciva.. Tentava di sbagliare senza volerlo, ma era difficile e quasi impossibile.
Faceva di tutto per essere disattento, ma non poteva.
Finalmente, qui o là, il taglietto arrivava e Francesco poteva entrare in azione. Asciugava la goccia di sangue, disinfettava, attaccava il cerotto.

Così ogni domenica il signor Cesare regalava una goccia di sangue a suo figlio e Francesco era sempre più convinto di avere un padre distratto.

… Stasera ho letto a mio figlio questa storia e gli ho chiesto cosa significasse secondo lui. Mi ha detto che a volte, per rendere felice qualcuno, bisogna sacrificarsi.
Ha quasi 8 anni, ed è molto più maturo di tanti più anziani di lui. Spero lo rimanga. Mi ha reso felice!

—  Gianni Rodari