mostrava

anonymous asked:

22.42 sembrava ci tenesse, per quello che diceva, quello che mostrava. Ma nessun messaggio, nessuna chiamata ne niente. Ho provato a tirare avanti una conversazione ma lascia il visualizzato. Sono stufa di essere sempre io a cercarlo. Mi manca troppo

ti fai in 5 per una persona che non si farebbe mai in 2 per te.

* Meninas esse é o primeiro imagine da Bia, digam o que vcs acharam, é muito importante para ela.


-Então é isso rapazes! - terminei a apresentação em que eu mostrava minhas ideais para melhorar a empresa de meu pai, deixada pra mim quando ele faleceu a 3 anos. Todos aplaudiram e disseram que era uma boa ideia.
- Parabéns Sra. Blackmay. Você é muito parecida com seu pai no aspecto “criatividade e inteligência ”,assim você irá longe com essa empresa, e cada vez mais ela estará no topo das mais bem sucedidas. - apertamos as mãos e ele junto com mais outros homens sairam da minha sala e eu pude relaxar na cadeira, até que minha secretaria entra.
-Sra, você tem novas mensagens no seu celular, e dois novo emails da revista online TMZ e The News. Com sua licença.
-Obrigada Ruth, fique a vontade.
Ela saiu e eu peguei meu smartphone e meu notebook, enquanto carregava o email, fui ver as mensagens. Então uma me surpreendeu tanto que parecia que meu estômago iria sair pra fora.
~número desconhecido ~
“VOCÊ, RAINHA DO GELO, NAMORADA DURONA E GRANDE EMPRESÁRIA SER TRATADA COMO UMA NADA PELO SEU “NAMORADINHO” FAMOSO. PARABÉNS, AGORA VOCÊ É UMA INÚTIL, QUE NEM ELE TE QUER MAIS. SEU IMPÉRIO CADA VEZ VAI DECAINDO. “
E então, junto com as mensagens, vários arquivos de Harry, a pessoa que dizia me amar, beijando uma modelo em plena praça pública, sem se importar com as outras pessoas. Como ele pode ser tão baixo assim, eu sinto NOJO dele, apenas.
Assim q meu e-mail abriu,as mensagens eram sobre a traição, eu não pensei em outra coisa a não ser ir para casa. Peguei minha bolsa e sai sem nem me preocupar com outras coisas. Meu coração batia muito forte, minha mãos eram trêmulas e uma dor de cabeça invadia minha cabeça. Peguei o elevador e desci direto para a garagem para pegar eu carro. Eu não chorava, não conseguia, eu apenas sentia um ódio, se ele não me amava, poderia dizer, iria doer menos do que a "facada” que ele me deu nas costas.
Quando peguei o carro, fui direto para casa, e tão rápido que eu devo ter passado por muitos sinais vermelhos. Antes de chegar em casa, que não era tão longe assim da empresa, percebi um leve movimento de pessoas perto da minha casa. Estacionei um pouco antes e fui andando, vários flashes me atingiam e paparazzis me faziam perguntas sobre Harry, o que iria acontecer e etc. Eu apenas entrei em casa e bati a porta. Então recebi uma ligação em meu celular
~ligação on~
-eu posso explicar? -dizia Harry do outro lado em desespero, e dava para perceber que aviam paparazzis perto dele.
-SÉRIO? QUE ENGRAÇADO, POR QUE NAS FOTOS ESTÁ BEM EXPLÍCITO O QUE ACONTECEU HARRY!
-eu sinto muito! Eu não queria, eu só percebi a burrada que fiz tarde demais. ME PERDOA? Eu estou a caminho.
-EU NÃO TE QUERO AQUI E NÃO VOU TE PERDOAR NUNCA! - desliguei o celular e deixei na mesa da sala. Subi as pressas para o quarto, e fui em direção ao closet, peguei uma mala e comecei a jogar as roupas de Harry nela. Junto com as roupas, um album de fotos que tínhamos, eramos amigos antes de namorar, e eu tinha essa mania de tirar foto de tudo. Enchi umas duas malas e desci com elas até a o hall da sala. Minutos depois Harry entra na casa.
-Eu posso explicar. Eu juro que eu não queria, de verdade, eu sempre te amei. Foi ela quem me beijou, eu te amo! - ele foi se aproximar e colocar as mãos nas maçãs do meu rosto, mas eu esquivei .
-VOCÊ ACHA MESMO QUE EU VOU VOLTAR PRA VOCÊ? ACHA MESMO QUE VOU TE PERDOAR? VOCÊ MENTIU PRA MIM. DIZIA QUE ME AMAVA, QUE QUERIA CASAR COMIGO E AGORA FAZ ISSO? VOCÊ SÓ PODE ESTAR DE BRINCADEIRA COM A MINHA CARA! TA VENDO ESSAS MALAS? SÃO SUAS, VOCÊ PODE SIMPLISMENTE PEGAR ELAS E SUMIR DAQUI. A-G-O-R-A!
-Espera! Eu não quero ir, eu quero ficar com você. Por favor?
- NÃO!Saia,por favor. -apontei para a porta Harry então abaixou a cabeça e pegou suas malas, mas antes de sair, sussurrou pra mim.
-Eu vou te reconquistar, vou mostra pra você que eu não menti quando disse que não era culpa minha e que eu ainda te amo. Você pode escrever isso, e não vai demorar a acontecer. -então ele me deu um beijo leve na bochecha e saiu. Quando ele deu as costas pra mim, senti meu coração apertar e uma parte de mim ir embora. Eu o amava e ainda amo, mas não sei se consigo aguentar isso por muito tempo.


#Beea

Imagine Niall Horan - parte 1

Onze horas da noite – era o que mostrava o relógio. Lágrimas caíam de meus olhos, e o céu chorava comigo numa das fortes chuvas daquele inverno. Mas eu não me importava. Não conseguia ver mais do que vinte passos à minha frente devido à luminosidade engolida pela escuridão noturna. E eu ainda não me importava.

Caminhava em passos apurados, mas não corria: tinha medo de que Ele me visse ofegante e suada – o que, sinceramente, não faria diferença quando se via o estado deplorável em que me encontrava: corpo encharcado, maquiagem borrada, cabelo arrepiado e uma profunda olheira, declarando as noites mal dormidas naquela semana.  Em uma das mãos, carregava meus tênis, que estavam assando meu pé com sua umidade; Na outra, sua carta.

Acelerei o passo assim que vi a praça. Não apenas por querer vê-lo o mais depressa possível, mas para evitar as lembranças que me fariam ainda mais mal caso eu não chegasse a tempo.

-Com licença, moça. – Uma voz masculina falou, interrompendo minha leitura. Mantive o livro aberto, para que a pessoa percebesse que não estava interessada em largar a história, e ergui os olhos em sua direção. Não posso negar que senti um frio na barriga ao encará-lo, pois Ele era maravilhoso. – Sabe me dizer que horas sai o próximo ônibus para o centro?

-Ham… Em meia hora, creio eu.

-Ah… Obrigado. Posso? – Apontou para o banco, pedindo permissão para sentar.

-Claro. – Voltei os olhos para o livro, mas eles não estavam captando nem uma palavra, já que só conseguia me concentrar no deus grego ao meu lado. – Você tem o mesmo cheiro que o meu pai. – Declarei, virando minha cabeça lentamente em sua direção.

-E ele tem um cheiro bom? – Sorriu de lado, brincalhão.

-O melhor do mundo.

-Muito obrigado, então…

-(S/n).

-(S/n). Sou Niall, muito prazer – estendeu a mão. – Então você também gosta de Stephen King? – Referiu-se ao ator de meu livro.

(…)

-Bom, eu preciso ir andando. Pode me passar o seu número?

-Claro. – Anotei em um papel.

-Mandarei mensagens. – Disse, levantando-se.

-Estarei esperando. – Ele acenou, se andando.

-É… Niall!? – Ele me olhou. – O ponto de ônibus é para o outro lado.

-Acho que mudei de ideia. – Sorriu maliciosamente, entregando que ele nunca teve a intenção de ir ao centro.

Olhei para trás, avistando a praça, e olhei para a carta em minha mão esquerda. Ela estava praticamente ilegível em razão da água que a molhara, mas a sensação era como se cada palavra ainda estivesse ali, em perfeito estado, o que me fez lembrar de que tinha apenas poucos minutos até chegar à casa de Niall, não me importando mais com meu visual e começando a correr desesperadamente, chorando como nunca, com cada lembrança sendo retomada em minha mente.

-Como pode alguém não gostar de cobertura de caramelo? – Niall perguntou, indignado. – É a melhor parte do sorvete!

-É açúcar puro! E você ainda come com sorvete de chocolate, Niall… Vai acabar morrendo desse jeito. – Ri, mas vi que ele apenas forçou um sorriso. Ia perguntar o que havia de errado, mas ele mudou de assunto imediatamente.

-Vou pegar uma água para mim, quer alguma coisa? – Fingi que estava pensando, fiz um biquinho e apontei para meus lábios, fazendo-o rir. – Ok, vou pegar um guardanapo pra você. – E ele realmente foi, me deixando ali, incrédula e emburrada.

Alguns minutos depois, percebi que Niall estava demorando demais para voltar, então olhei ao meu redor para localizá-lo; Ele havia sumido. Era só o que faltava: havia sido abandonada no nosso aniversário de um ano de namoro.

Bufei profundamente, passando a mão na testa, mas esperei ali por algum tempo, acreditando que ele podia ter ido ao banheiro ou algo do tipo, até que recebi uma mensagem.

“Amor, não estava me sentindo bem e tive que ir para casa. Desculpa. Te amo. xx, Nialler.”

Só podia ser brincadeira.

E aíiii, o que estão achando da história? O que será que vai acontecer? TCHARAM TCHAM THAMMMMM…

xx, Giu.

- “ AMIGAS ” ? NOSSA eu tinha milhares ! Tinha aquelas que só aparecia quando precisava de ajuda , tinha aquelas que só era de baile , também tinha aquelas que falavam que estaria comigo sempre e depois sumia , tinha aquelas que na minha frente era um amor e por trás metia o paú em mim , falando coisas absurdas , tinha aquelas que ficava de olho em tudo que era meu , tinha aquelas que me fazia confiar nelas e depois mostrava quem era e não poderia esquecer de uma que tinha a pior de todas a “ MELHOR AMIGA ” aquela que era tudo isso em uma só pessoa .. Sim a “ MELHOR AMIGA ” a que eu confiava de olhos fechados e era a pior de tooooooooooodas ! O tempo passou e uma por uma foi sumindo e se revelando e eu ? aah eu fiquei de boa , afinal o que não me acrescenta em nada, nenhuma falta me faz .. Quer saber quem são suas amigas ? Comece a namorar , mude sua rotina , mude suas manias que suas “ AMIGAS” tudo desaparece sabe por quê ? Por quê nenhuma é amiga. Falar ? Qualquer uma pode falar , mas , hoje em dia o que vale pra mim é as atitudes , me afastei de todas e não sinto falta de nenhuma graças a Deus , hoje eu sei quem é quem e não pago simpatia para porra de MULHER nenhuma , prefiro anda sozinha do que no meio do BONDINHO de cobras ! Amiga são poucas , somente as que eu vejo que é verdadeira mesmo ! ✌

- A Tempestade e a Gaivota -

Acabei por descobrir que nem todo mundo é tempestade como eu sou. (Por tempestade digo a junção violenta entre mar e céu). Como a tempestade sabe do que a mesma se trata se ela nunca conheceu algo que não seja ela mesma? De outra maneira, para ela todas as águas marinhas eram iguais. Pois bem. Isso realmente não teria como permanecer por muito tempo, não acha? Eu também não. E eu também não sei por quanto tempo essa tempestade acharia que o mundo todo é feito de chuva e vento se não fosse certa gaivota branca que ousasse pousar em suas águas turbulentas. Essa gaivota lhe contara que existia mais, muito mais. Que nem todo vento era forte e que nem toda onda devastava, que nem toda espuma afogava e que nem todas as águas tinham a mesma cor.  E voava perto das suas águas e lhe ensinava a leveza dos ares. Lhe mostrava as nuances da cor azul e lhe mostrara como apaziguar-se. Acabou que por fim a gaivota voou – pois tal é a natureza das gaivotas; mas a tempestade (que já não era tempestade) não chorara a sua partida: suas lembranças traziam a ela felicidade. E hoje, sabe quando e com quem ser tempestade,  e quando ser mar sereno.

—  Hardman
( it's all about a dream i have to make ☆ ) @chanmi ;;

Os olhos estavam fechados; o corpo, repousando sobre a cama de algodão. Bae estava ali - como qualquer outra pessoa -, e tentava simplesmente dormir. Entretanto, nesse aspecto, sentia enorme dificuldade… Ultimamente suas insônias cresceram mais do que deveriam, os pesadelos se intensificaram. A pequena não conseguia pregar as vistas em paz - isso parecia quase que irreal, coisa que jamais aconteceria. Porém, naquela data, felizmente tivera capacidade de alcançar uma boa noite, todavia não de um modo comum. Adormecera profundamente, sim. No entanto, em contraste, a consciência da garota - um tanto inativa - mostrava-se (estranhamente) vazia de sonhos. Fora num pequeno movimentar de Tom sobre o seu corpo, contudo, que despertara. Mas não da forma convencional. Seu tronco elevou-se quase que mecanicamente, no tempo que buscava se sentar sobre a cama. Parecia loucura, só que… não era ela quem fazia os movimentos. Ao menos, não totalmente. Dali para frente, quem agiria pela menor seria a sua parte motora. Com isso, as mãos tatearam o lençol, agarrando seu ursinho de pelúcia; e junto a ele, o celular, pois sempre dormia com o dispositivo. Ouvir música, ou mandar mensagens no kakaotalk até apagar… Bem, foram uma entre várias de suas falhas tentativas. Seu distúrbio certamente não iria melhorar tão cedo. Levantou-se; as vistas mantinham-se entreabertas, preenchidas pelo nada. Não estava lúcida. Foi então que calmamente saiu do quarto, os passos com suas pantufas dos Monstros S&A comumente leves não alarmando os pais do que estava ocorrendo. Ainda que inconsciente, sabia o trajeto. O brinquedo feito de tecido escorregara sobre seus dedos, porém o celular se mantivera firme. Sem um propósito, levou-o até a bochecha, realizando o caminho até sua orelha. Mal sabia ela que acabara destravando a tela. E com os roçares em sua pele, possivelmente estaria ligando para alguém. Alguém… Não importava. Por um motivo sem razão, ela só precisava sair do apartamento. E para já.

@cutefloweryboy

anonymous asked:

Fino a poco fa rimanevo nel mio "personaggio" di ragazza fredda, sempre allegra ma che non mostrava troppo le sue emozioni. Ora sto con un ragazzo davvero fantastico, come lui pochi e ho paura ad aprirmi troppo, paura di essere ferita in qualche modo

quando si è innamorati ci si crea spesso questo problema, ma non preoccuparti, col tempo ti aprirai con lui senza neanche accorgertene e senza pensarci, perché con lui starai talmente bene che ti sembrerà del tutto naturale 💕

Conto 1: A garota do carro

Em um certo dia, eu estava retornando à minha casa, o tempo estava nublado, quase chuvoso e frio, não iria demorar muito até a chuva cair forte pela cidade inteira. chegando perto de casa, avistei um carro preto parado na frente de minha casa, havia uma mulher e o técnico da porto seguro tentando arrumar o carro dela. Quanto mais me aproximava da porta, melhor enchergava a mulher, uma morena bem nova, parecia ter entre seus 18-20 anos de idade, tinha uma bunda grande e bem gostosa, que só de olhar, já dava vontade de meter as mãos e apertar bem forte. Ela estava apoiada na porta do carro com a bunda empinada, ela usava um vestido escuro que mostrava até as marcas de sua calcinha. Eu desfarcei para não ficar muito na cara e abri a porta de casa, logo no momento que fechei, ela me perguntou se algum carro iria sair de casa, eu disse que ela poderia ficar tranquila, ela deu um belo sorriso pra mim é agradeceu.

Eu achei aquela mulher tão gostosa que fiquei escondido olhando ela e torcendo para que o técnico não conseguisse arrumar o carro dela. Aquela bunda grande, minha nossa… Era difícil de tirar os olhos, só pensava em poder dar um jeito de levantar aquele vestido e dar uma boa olhada na calcinha que ela estava usando. Queria pegar naquele bundão e fazer muitas coisas sujas e gostosas com ela. Depois de um tempo olhando aquela bunda empinada de frente pra mim, meu pau começou a endurecer, coloquei a mão por dentro da calça e me masturbei bem de vagar olhando aquela bunda maravilhosa que estava diante de mim. O céu ficava cada vez mais fechado, os trovões apareciam e os ventos ficavam mais fortes, ao ponto de levantar o vestido dela, o suficiente pra mim conseguir ver uma parte daquela bunda e sua calcinha vermelha. Calcinha vermelha e preta são calcinhas que me deixam com tesão em uma mulher, aquela bunda estava perfeita de mais naquela calcinha, meu tesão subiu mais e me masturbava mais rápido aos poucos e não tirava mais olhos daquela bunda gostosa por nada. Minha excitação naquela garota era tanto que meu pau pulsava nas minhas mãos, batia com força e rápido que dei uma baita gozada na parede ao lado da porta. Limpei todo aquele gozo e continuei a olhar aquela mulher mais um pouco.. Enfim, decidi ir ao quarto e trocar de roupa, enquanto me trocava, uma chuva bem forte começou a cair lá fora, minha campainha tocou e lá foi eu ver, era aquela gostosa e eu rapidamente abri a porta e ela estava pedindo ajuda, ela queria saber de eu poderia deixar seu carro em minha garagem, pois a chuva estava muito forte e o técnico não conseguiu arrumar o carro. Eu então abri o portão e empurrei o carro enquanto ela manobrava. Missão cumprida, o carro dela estava seguro da chuva na garagem, porém estavamos todos molhados, ela agradeceu me agradeceu gentilmente, eu fui pegar roupas e toalhas secas para ela. Ela foi até o banheiro mas não fechou a porta do banheiro, a porta estava meio aberta, o suficiente pra poder ver dentro do banheiro. Ela tirou o vestido de um jeito sexy e olha lá novamente sua calcinha vermelha e pude finalmente ver aquela bunda, logo meu tesão voltou, mas eu não iria fazer nada com ela alí, ela poderia ver. Mas eu fiquei olhando disfarçadamente ela se secando, ela passava a toalha pelo seu corpo bem lenta e sensualmente, como se ela soubesse que eu estava me divertindo olhando. Meu pau ficou tão duro quando ela abaixou seu corpo inteiro pra secar seus pés, que dava pra ver como aquela bunda era redondinha e grande, até o vão entre suas pernas… Bunda maravilhosa aquela garota. Más ela tinha colocado as roupas e saiu do banheiro e veio direto para onde eu estava e meu pau alí duro entao eu deixei minhas pernas pra dar uma disfarçada.. Consegui escapar dessa. Ela se sentou ao meu lado no sofá e começamos a conversar, tomamos um chocolate quente juntos, até que ela era bem divertida.. A chuva não passava e continuamos alí, depois de um tempo de conversar, uma cena no filme que estava passando na TV, deu uma apimentada.. A cena o cara estava pegando a garota de 4 com tanta vontade puxando ela pelos cabelos, ela então me disse que gostava de ser fodida nesta posição. Claro que eu dei umas provocadas também, então começamos a flertar muito. Não demorou muito até a gente se beijar pra valer..

Nos beijamos bem de vagar por uns minutos, até os beijos começarem a ficar mais quentes, passava minha mão nas coxas dela. Eu sussurrei em seus ouvidos que eu havia ficado excitado vendo ela no lado de fora de casa e conversei ter olhado ela se secando em meu banheiro. Ela deu um sorriso bem safado pra mim e disse que sabia que eu estava olhando ela, que por este motivo, estava se secando de um jeito provocador, pra me deixar bem excitado. Eu então respondi “você conseguiu então, não me aguento olhando sua bunda” ela começou a passar a mão no meu pau por cima da calça e disse que queria que meu pau ficasse duro novamente pra ela. Tirei a camisa dela e peguei aqueles peitos deliciosos dela e os chupei bem gostoso deixando eles cheio de saliva, chupava e mordia os bicos dos seios dela até deixar eles roxos, enquanto ela estava de olhos fechados aproveitando, passando a mão por cima da minha calça com força. Meu pau ficava cada vez mais duro por dentro da calça, ela então desabotoou o botão e abriu o zeeper da calça, colocando meu pau pra fora. Logo em seguida sentindo meu pau pulsando de tanto tesão na mão dela, começou a bater uma bem gostosa pra mim, enquanto eu chupava seus seios mais e mais..

Depois de um tempo, ela sentiu a cabeça do meu pau toda melada, começou a passar a mão na cabeça, sua mão toda melada, aquela safadinha chupou os dedos melados um por um. Eu disse a ela, que queria brincar também, então me ajoelhei na frente te dela e abri suas pernas, com um dedo puxei a calcinha dela de lado e comei a chupar aquela bucetinha apertadinha todinha, passando a língua por cima dela de ponta a ponta, ir e depois voltar, ir e depois voltar de novo, depois ía fazer o mesmo, mas introduzindo metade da língua dentro da buceta e depois de vagar iria chupando por dentro, começou então a rolar cada gemido gostoso dela pela sala, ela gemia igual uma putinha, e ía ficar um tempo assim pra ela sentir, depois fui meter a língua inteira, movimentar de cima pra baixo, fazendo movimentos circulares pra poder chupar tudo, passar a ponta da língua no seu clitóris, tudo de vagar, ela cruzou suas pernas entre minha cabeça com força, apertava seus seios e gemia bem gostoso pra mim.. Eu disse a ela, está gostando de sentir minha língua na sua bucetinha sua safada? Sua bucetinha tá toda meladinha, você deve estar louca pra dar bem gostoso pra mim, né sua putinha safada. Vou te disse inteira! Ela respondia para mim “chupa, lambe sua putinha bem gostoso, quero que você me faça de sua vadia neste sofá. As palavras sujas saindo na boca dela me deixou bem excitação mais que ja estava, e então meti 3 dedos de uma só vez e bem rápido na buceta apertadinha daquela cadelinha safada.

E fui fudendo ela com os dedos enquanto tava tapas na carinha daquela putinha. Eu dizia a ela “geme alto pra mim, geme e pede meu pau na sua buceta sua piranha, eu sei que você gosta” metendo meus dedos bem forte naquela xota, coloquei os dedos da outra mão na boquinha dela pra ela chupar. Ela gemia sem parar para mim, cada gemido dela de putinha querendo dar gostoso. E meus dedos ficando cada vez melados. Meu pau louco pra fuder ela, ela gemia dizendo que iria gozar. Meti mais rápido ainda até ela gozar pra mim, então bem rápido, tirei meus dedos e meti rapidamente minha língua só pra chupar todo aquele mel gostoso que ela soltou na minha língua, minha boca ficou toda suja de gozo dela. E ela então me disse, gostou de receber meu gozo na boca seu safado? O jeitinho dessa sua putinha aqui é gostoso? Eu me levantei e me deitei em cima dela, beijando a boca dela com a minha cheia de leitinho, ao mesmo tempo meti novamente meus dedos bem de vagar na buceta dela, dei uma, duas, três, quatro, cinco socadas a mais na xota dela, o tirei de lá e chupei meus dedos todo melados na frente dela, e eu disse a ela, quer provar? E então meti os dedos na boca dela pra ela proxar de seu próprio gozo. E eu disse, gostou? Gostoso, né? Sua cachorra vem cá que agora quem vai gozar sou eu. Peguei aquela safada e deixei suas pernas bem abertas e juntinhas. Ela com suas mãos abria aquela bunda gostosa, eu nem pensei dias vezes, comecei a esfregar com força a cabeça do meu pau naquela buceta, estava tão duro que bati meu pau na buceta dela e falava “pede pra mim fuder você sua vadia, pede pra mim meter na sua bucetinha suja, fala que quer ser fudida por mim” aquela safada obedecia a todos os meus comandos com tanta safadezas, que eu não pensava em mais nada a não ser encher ela de porra. Então meti meu pau inteiro naquela bucetinha suja dela, cravando minhas unhas na bunda dela, sucava com força meu pau todo, ele ficava mais melado a cada vez que entrava na buceta dela, aquela bucetinha apertadinha e toda melada, bem quentinha por dentro. Fiquei ali fudendo dela, pegando firme na perna e no rosto dela dando mais tapas enquanto ela gritava pra mim palavras sujas, dizendo que queria ganhar leitinho dentro daquela buceta, dizendo que estava gostando de ser minha putinha safada.

A cada metida a vontade de gozar era mais e mais forte e eu não queria gozar ainda, tinha muito o que fuder aquela piranha. Segurava firma seu pescoço enquanto fudia bem forte naquela xota deliciosa. Parei e novamente bati meu pau naquela buceta várias vezes. Dizendo a ela que ela meteria ser fudida igual uma vadiazinha suja e ela ficava cheia de tesão com minhas palavras. A levantei e deixei ela de 4 no sofá. Mandei ela abrir bem as pernas e empinar aquela bunda. Aquela safada tinha bunda perfeita, deu um puta de um tesão ver aquele rabo grande bem redondinho e sua buceta todinha bem pequena e gostosa, nem me importei em tirar sua calcinha, puxei de lado novamente e meti meu pau. Mandei aquela rebolar bem gostoso no meu pau dando tapas na bunda dela e com a outra mão agarrando ela pela calcinha “rebola safada, rebola bem gostoso no pau do seu homem vai, sua vadiazinha vagabunda” e ela rebolava tão bem que tava difícil não conseguir gozar. Mas mesmo assim, continuei me segurando, olhando aquela bundona rebolando na minha frente, não me contive. Dei um tapa bem forte seguido de apertão na bunda dela que até deixou marca. Peguei a calcinha dela e de tanto tesão arrebentei a calcinha ainda no corpo dela. Dei mais e mais tapas naquele bundão, dizendo que ela é minha vadia, minha putinha e de mais ninguém. E vi aquela bucetinha babando de mais de tanto tesão.. Então eu disse, sua buceta tá louquinha pra ser fudida de novo, né sua safada? Segurei a bunda dela com força abrindo ela todinha e meti meu pau nela, socando bem rápido e bem forte do jeitinho que aquela putinha gostava, puxando ela pelos cabelos e distribuindo tapas nos dois lados na bunda dela, ela geme alto, pede mais, aquela buceta toda vermelha e melada, ela ja nao aguentava mais gemer, não aguentava mais ficar naquela posição e se deitou comigo montado nela, metendo meu pau bem fundo. Minha cintura batendo com força naquele bundão gostoso que ela tem. Ela então começou a rebolar enquanto deixei meu pau socado dentro dela, sem fazer nada parado. As reboladas dela difícil de aguentar. Enrolei os cabelos dela em minha mão e puxei, virando seu rosto de lado pra ela olhar pra mim, com meu pau socado nela, eu disse “pede gozo na buceta safada, pede pra mim gozar dentro” forcei mais ainda meu pau dentro daquela buceta e dei uma esporada tão gostosa cheia de gozo. Que melou até por fora da buceta dela, melou até sua bundona. Aquela minha safada ainda empinou um pouco a bunda e pegou meu pau cheio de gozo e esfregou ele bem rápido por cima da bucetinha dela deixando ainda mais melada. Meu sofá tava cheio de gozo, sua safada, quero que você seja minha putinha todos os dias, quero só pra mim, sussurrando nos ouvidos dela, e beijando seus ombros ainda por cima dela, e ficamos ali o dia inteiro juntos.

Um lugar qualquer

Rapidamente, o Lorde e a princesa das trevas não podiam mais ser vistos pelo ou pela ruiva, quando se afastaram o bastante, o ruivo decidiu que a distancia já estava boa.

-Do que está falando?- Soltou as mãos da maga, e virou-se para a mesma. -Por acaso queria continuar aquela dança ou algo assim?- Perguntou com curiosidade na face.

-Pensei que estava dançando pois foi obrigada.- Esclareceu, ele então olhou na direção de onde vieram, -Elesis te disse alguma coisa?- Mostrava-se suspeito sobre alguma coisa….

De toda forma, no lugar onde estavam tinham algumas bebidas, doces, entre outras coisas em geral, o cavaleiro pegou uma taça de vinho, achando ser suco ou algo assim, quando bebeu, achou o sabor meio…. Estranho, mas decidiu continuar mesmo assim.

As eventualidades daquela manhã levaram Gabriel a um bairro vizinho, por onde passeava a esmo para matar o tempo da aula dispensada. Com ele, não havia tempo ruim: estava sempre disposto a aproveitar-se de ocasionais mudanças nos planos não traçados e, como àquela hora não havia grande movimento além dos idosos e poucos gatos pingados engajados em tarefas rotineiras, entendiou-se depressa.
Tudo parecia plácido e laranja sob o sol das três mas o cenário urbano não favorecia sua inspiração; assim, seus passos desinteressados guiaram-no até as proximidades de uma farmácia, onde uma estreita tenda fora erguida. Custou-lhe alguns segundos para descobrir que tinha diante de si uma daquelas populares câmaras de fotografia instantânea e, por ser a primeira vez que examinava tal coisa de perto, mostrava curiosidade cautelosa e entrou duas vezes no pequeno espaço antes de notar a pequena fenda destinada às moedas que pagariam pelas fotos e, uma vez que depositou 500 won na máquina, sentou-se em seu interior e deixou-se impressionar por sua imagem refletida na tela - origem de algum embaraço.
Tentou um sorriso e, sendo pego de surpresa, foi momentaneamente cegado pelo flash. Ao recuperar o foco da visão, notou a variedade de objetos dispostos sob a tela e examinou alguns, cada qual mais embaraçoso que o próximo. Mas estava sozinho… por que não? Vestindo um arco com orelhas felinas, encarou-se com severidade antes de permitir-se rir de si. “Alright… let’s do this…” Murmurou ao aprumar-se no banco e abrir um sorriso tentativo para o detector apenas para ser cegado pelo flash novamente. Esfregou os olhos e preparou-se desta vez, experimentando uma variedade de imitações precárias de gato sem saber que as fotos reveladas eram impressas do lado de fora.

Qui immaginate una foto.

Hai presente quando ti rendi conto di voler fare un post con una foto allegata per poter raccontare una cosa che ti sta a cuore ma ormai ciò che dovevi fotografare è in viaggio e quindi scrivi un post come questo spiegando che non c'è la foto ma che proverai a spiegarlo a parole? Ecco.
Qui doveva esserci la foto di una cartolina che mostrava l'acqua di Alghero con dietro alcune frasi e dei disegnetti (io che tengo un gelato e dico: “ciao Alice!” e stelle marine, le conchiglie, il sole, le nuvole e le onde del mare) ma l'ho imbucata ieri, ergo: niente foto. Brava Vale. BRAVA.
Volevo mostrarla perché è indirizzata a una personcina tutta speciale di 7 anni che mi ha abbracciato fortissimo prima che partissi, perché le sarei mancata tanto. Mandarle quella cartolina è come dirle che comunque a lei ci penso e poi oh, a lei piacciono un sacco la cartoline, (a mia madre, che è in montagna, ha detto che gliene deve mandare 3!).
E vorrei essere presente quando arriverà a casa sua, per vedere il suo meraviglioso sorriso, ma mi accontenterò di strapazzarla di baci quando la rivedo!

🌹

Eu sempre tive uma vida quase sem sofrimentos. Eu sempre tive em mente que se eu não amasse, se eu não ligasse para as coisas, não iria sofrer, mas agora eu sei tudo que no qual a vida tinha proporcionado e eu não tinha dado o devido valor. Nós aprendemos com cada pessoa que está a nossa volta. Eu conheci você quando foi diagnosticada com Leucemia, minha mãe queria que eu ajudasse a vizinha que tinha uma filha com câncer. No início eu não queria fazer isso porque achava que talvez eu iria perder meu tempo, mas uma parte de mim disse que iria me fazer bem. Quando te vi pela primeira vez, pensei que talvez estivesse errado por estar ali, mas aí te conheci. Com o tempo nos entendemos, tive conversas que nunca pensei que iria ter com uma garota. Você me mostrava todos os seus desenhos e como eles eram bonitos, admito, você tinha capacidade de ser como Da Vinci ou Rafael. No decorrer do seu tratamento, você foi ficando mais pálida, ficando triste por ter que parar de frequentar a escola, é, Câncer é uma droga.
Mas você não se deixava abalar, você vivia cada dia como se fosse o último. Todo dia eu passava na sua casa para ver como estava, tinha vezes que estava feliz, tinha vezes que estava muito triste, mas mesmo triste se levantava da cama para dar um abraço, eu gostava dos seus abraços, porque eles eram demorados. Tinha vezes que você chorava em meu ombro, eu podia sentir sua dor. Acompanhei seus últimos dias nessa bola azul que chamamos de terra, queria poder ter tido mais tempo ao seu lado, você tinha tanto á oferecer para esse mundo. Eu percebi que eu reclamava demais da minha vida e pouco vivia. Você me ensinou que devo viver como um herói, que nunca devo reclamar pelas coisas que estão acontecendo pois elas acontecem por algum motivo.
Eu prometi que sempre estaria ao seu lado e eu estive. Você foi embora, mas onde quer que esteja, sei que está melhor. Um texto para você nunca vai expressar de fato o que eu sentia por você, mas posso dizer sem dúvida, eu sinto sua falta. No dia em que você foi para a UTI, eu estava lendo para você o Pequeno Príncipe, seu último livro. Sempre achei que eu era como o Pequeno Príncipe, que tinha muito mais á oferecer, que era aquele sempre tinha histórias fantásticas e com elas o mundo se encantar, só que aí eu conheci você e percebi que na verdade eu era o piloto o tempo todo. Eu sou grato todo dia por ter te conhecido, você para mim é a confirmação de que existem pessoas realmente boas nesse mundo, obrigado por ter me dado o que mais ninguém deu, uma verdadeira amizade.

Lei era lì con il suo sguardo perso e la sigaretta fra le labbra, avvolta in una felpa il doppio di lei.
Lo guardava come se fosse l'ultima volta che lo faceva, fuori da una scuola che non piaceva a nessuno dei due. Aspettavano come tutti il suono di una campanella che li avrebbe portati a 5 ore di noia.
La ragazza fece in tempo a finire la sigaretta prima di entrare.
Lei cercava di evitarlo quando erano in classe, cercava di non parlarci e di non guardalo.
Le cose andarono lisce, lei nascosta in un angolo a destra in fondo la classe e lui la stessa cosa a sinistra.
Si avvicinavano, a lui intrigava la ragazza con il cuore di ghiaccio, e a lei piaceva il ragazzo tremendamente solare il cui sorriso la faceva scogliere.
Iniziò lui, un giorno dall'altra parte della classe cominciò a guardarla, era così bella mente tutta concentrata nella lezione di matematica si legava i capelli neri.
Lei mostrava poco o per nulla i sentimenti, rideva di rado ma quando lo faceva… Dio che suono meraviglio era la sua risata, musicale e dolce.
Il ragazzo non fece altro che guardarla per tutta la mattina, aveva l'istinto di abbracciarla.
Durante l'ultima ora il ragazzo non ne poteva più, voleva quella ragazza fra le sue braccia e dirle che ora era al sicuro.
Si girò a guardarla e si accorse che anche lei lo stava fissando, rimasero con gli occhi incastonati gli uni negli altri per così tanto tempo che la giornata fini.
Loro li potevi definire tutto tranne che fidanzati, buoni amici, conoscenti, amanti; tutto ma non fidanzati.
Litigavano spesso, facevano quelle litigate che ti fanno perdere la voce e la notte bagnare il cuscino.
Succedeva sempre che lui sbagliava e lei soffriva.
Ma quando era lei a sbagliare? Si lui soffriva.
Ma non piangeva, non urlava, non prendeva a pugni il muro.
Solo non le parlava per un po’ e giocava alla play.
Quel ‘per un po’ ’ di lui però poteva durare da due ore a due settimane. Due settimane in cui evitava i messaggi, le chiamate, lo sguardo colpevole di lei che provava a farsi perdonare, evitava anche la sua voce se riusciva.
Solo per non cadere nella tentazione di attraversare l'aula e baciarla davanti a tutti.
Fu una volta usciti da scuola che il loro rapporto cambiò.
Lui era fermo appoggiato al muro a parlare con degli amici, anche se controllava dove fosse lei di tanto in tanto.
Si ritrovò a fissare quella ragazza con la felpa il doppio di lei e la sigaretta fra le labbra.
Le mani tremanti come le labbra.
Lui credeva fosse il freddo.
Ma no, lei stava crollando.
Provava ad accendersi la sigaretta, in un modo impacciato ci riuscì, ma si spense subito perché una delle sue lacrime ci fini su spegnendo il fuochetto appena fatto.
Piangeva silenziosamente, ma le lacrime cadevano veloci sul suo viso, per lui vederla così era straziante.
Cosa fare allora? La cosa meno logica per lui.
Correre.
Correre verso di lei, abbracciarla e sussurrare un ‘tranquilla ora sei al sicuro’, e stringerla.
E lo fece.
Lei era sconvolta, non se lo sarebbe mai aspettato di averlo finalmente di nuovo fra le sue braccia, che diceva di essere al sicuro.
Lei si lasciò andare in un pianto libero e consolatorio fra le braccia di lui, con la testa nel incavo del suo collo solo pochi la sentivano.
Lui le accarezzava i capelli e la schiena.
La sentiva di nuovo sua.
La ragazza con cuore di ghiaccio sussurrò qualcosa che lui non capì.
Allora tirò su la testa, si asciugò leggermente il viso con la felpa e guardandolo dritto negli occhi disse
'ti amo’.
Lui la guardò per un secondo e poi la baciò, come non aveva fatto mai.
Perché aveva un altra cosa da dirgli con il movimento delle labbra premute su quelle di lei, ed era un 'anche io’