mostrava

beoubye  asked:

Verdade, eu sei que você tem vários OCs mas nunca te vi falando deles... hmm que tal uma apresentação breve?

{…☆♡~ Ok, vamos lá! (Demorei pra responder pq queria ter feito desenhos novos de todos eles primeiro, mas ainda vai demorar pra eu poder fazer, então vou responder assim mesmo asdfghgfd)
Esses são os personagens de Alice’s Decision: Deceive -CorpsE, ou apenas ADDC pra facilitar xD 

Ikito Aoki (Representante de Alice)
É o protagonista da história. Geralmente vive mal humorado e odeia que encham sua paciência. Gosta de ouvir música e está sempre com seus fones de ouvido. 

Annye Suzuki (Antiga Representante de Alice)
Annye na verdade já morreu, a história inicialmente gira em torno disso.
Ela era uma garota tímida e desastrada na maior parte do tempo, mas quando necessário se mostrava determinada e corajosa, pronta para ajudar aqueles que ama. Tinha uma paixonite por Ikito e vivia em sua cola xD 

Mizuki Szayel (Representante de Chapeleiro Maluco/ Mad Hatter)
É um dos irmãos de consideração de Annye. Tenta se mostrar uma pessoa sábia e com classe, porém rapidamente é possível perceber seu jeito bobo e desastrado, sempre entrando em panico com facilidade, falando e fazendo coisas sem pensar. Tem uma enorme consideração por Annye e Usami e deseja vingar a morte dela de qualquer jeito.

Usami Szayel (Representante de Coelho Branco/ White Rabbit)
É o outro irmão de consideração de Annye e Mizuki. Está sempre com uma máscara quebrada no rosto e um coelho de pelúcia preto todo remendado chamado Mi-chan do qual parece estar sempre conversando. Ama video-games e está sempre com olheiras profundas por dormir pouco. Se mostra calmo na maior parte do tempo, mas tende a mudar bruscamente de humor repentinamente colocando a culpa no coelho.

Gryphon (Representante de Grifo/ Gryphon)
Apesar de ser muito alto, no fundo é uma verdadeira criancinha inocente. Sempre animado e empolgado com tudo à sua volta. É um verdadeiro otaku, apaixonado por animes e mangás. Vive fazendo referencias à eles que ninguém mais entende.

Mikki (Representante de Lebre de Março/ March Hare)
MDS NÃO TENHO NENHUM DESENHO FINALIZADO DELE ALGUÉM ME MATA  É o mais novo entre eles. Considerado um verdadeiro pestinha pelos demais e capaz de tirar todos do sério. Ama fazer travessuras e irritar os mais velhos.

Mei  (Representante de Gato Risonho/ Cheshire Cat)
Devido ao seu poder, somente os representantes são capazes de enxergá-la, porém ninguém é capaz de tocá-la, mesmo que ela mesma queira. Não ciente da fonte de seus poderes, ela considerava que “provavelmente morreu e se tornou um fantasma”. Ama importunar e torrar a paciência das pessoas, especialmente de Ikito, tirando sarro dele o tempo todo.

Queen  (Representante de Rainha de Copas/ Queen of Hearts)
Apesar dos seus menos de um metro e meio de altura, é digna de uma verdadeira rainha, é muito respeitada e até mesmo temida pelos demais representantes. Se mostra muito autoritária e exige que tudo seja feito conforme sua vontade. Mas pode acabar sendo bem tsundere asdfgh

Jack (Representante de Valete de Copas/ Jack of Hearts)
Com pavio muito curto, se mostra quase sempre uma pessoa violenta e que ama duelar. Admira a Rainha profundamente e se propôs à protegê-la com sua vida. NattexJack is love, NattexJack is life

Prince (Representante de Príncipe de Ouros/ Prince of Diamounds)
Outro coitado sem desenho descente finalizado…
É o irmão gêmeo de Jack, inicialmente parece bem mais calmo e tranquilo que Jack, mas dependendo pode ser tão invocado quanto xD Tem uma saúde muito frágil, porém faz de tudo por Jack~

Natte N. Wickham (Representante de Conde de Espadas/ Earl of Spades)
Apesar de passar uma impressão de “delinquente” devido ao seu visual, na verdade é muito compreensivo, amigável e gentil. Está sempre disposto a ajudar aqueles que ama. NattexJack is love, NattexJack is life²

Duchess (Representante de Duquesa de Paus/ Duchess of Clubs)
Mais uma pra turma dos sem desenho descente asdfgh
Pouco se sabe sobre ela, nenhum dos representantes a conhece pessoalmente com exceção de Natte. Também é bem invocada e de pavio curto kk’

Cater (Representante de Lagarta Azul/ Blue Caterpillar)
É uma pessoa muito calma, sendo uma tarefa quase impossível deixá-lo verdadeiramente irritado. Por estar sempre com a mesma expressão tranquila, é difícil saber o que se passa em sua cabeça. Está sempre acompanhado com uma borboleta chamada Yin.

Yume (Representante de Arganaz/ Dormouse)
Ele não tem muita importância em ADDC e não faz exatamente parte dessa história, porém vai ser um dos protagonistas de um outro projeto meu :3
Antes de receber os poderes era um garoto muito tímido e meio “sem vida”, porém acaba se tornando um garoto muito sarcástico e que gosta de importunar os demais xD

Enfim~ Esses são os personagens mais importantes dessa história :3 Estou ansiosa para desenhar todos eles novamente e colocar esse projeto em prática >< <3 

Eu ainda lembro de você
Ainda lembro das nossas noites sendo poesia pelo mundo
Ainda lembro do teu sorriso de lado e teu olhar pequeno
Ainda lembro de todas tuas pintas pelo corpo
Lembro da cueca que usou na primeira vez que fizemos amor
Lembro dos presentes lindos que me deu
Lembro de quando ficava louco de desejo
Lembro do verso infinito que fomos
Lembro da lua cheia no primeiro dia que nos beijamos
Lembro de cada peça de roupa
Lembro de cada encontro
Nos bares, botecos, no mundo..
Lembro das tuas caricias de homem apaixonado
Lembro dos cigarros tragados
E das bitucas sujas com o meu batom
Lembro dos momentos alucinados
Lembro das danças pelos cantos da cidade
Lembro dos álbuns que tu me mostrava
Lembro dos poemas recitados,
Das declarações depois da meia-noite
Lembro da comida deliciosa que sua mãe fazia
Lembro de como minha mãe te amava
Lembro das roupas que eu deixava jogada pela tua casa
Lembro dos livros que me deu
Dos abraços apertados que a gente sempre dava num reencontro
A noite era nossa dádiva
Lembro das nossas teorias
Dos sonhos que me causou
Sonhos de menina, de flor
Lembro de nós
E sim, eu sinto falta.

E não, o tempo não existe.

—  Reciteis.

ponto um: espero que você leia isso ouvindo martes
e sorria emanando amor.

eu preciso te contar do meu amor por arte, lugares calmos e de como eu me sinto confortável no silêncio enquanto penso anomalias, poemas e em você

você
você
você

você que me ensina a cada dia que tudo bem correr o risco de ser estremecida por algo
enquanto abraça o meu sentir atemporal
e faz com que meus ossos descansem em paz
e te dizer que teus olhos são como feixes de luz que sintetizam o que é paz ainda seria muito pouco.

ontem numa praça aqui perto ouvi um poema sobre chegadas e partidas
e pensei no quanto é quente aqui dentro todas às vezes que você chega
e de como as tuas mãos de coragem conseguem me tocar além da pele
e é real
e bonito
e único
e você.

eu não quero que você me salve,
mas obrigada por ter colocado os meus medos para secarem sob o sol
enquanto me mostrava um lugar todo azul em que todas as minhas cicatrizes e suturas podem ficar à mostra.

ponto dois: a música deve tá acabando,
mas eu ainda te quiero decir que sí
e que você me transformou em menos carne e mais alma.

nós somos imensos e eu te amo por você existir e me levar além da existência.

  • - "Ho rotto con lei.."
  • ~ "Cos'è successo?"
  • - "È troppo complicata per me."
  • ~ "Perchè dici così? Cosa ha fatto?"
  • - "Beh, doveva sempre essere bella, si stava preparando per ore. Mi chiamava sempre per sapere dov'ero, con chi ero. Mi diceva sempre di non fumare o bere o qualcosa del genere. Ne ho abbastanza, voglio fare quello che voglio. Piangeva quando ero cattivo con lei e poi era troppo gelosa. Non potevo stare tra le braccia di altre ragazze che lei aveva una crisi!"
  • ~ "Oh, quindi hai rotto con lei perchè si stava facendo bella per te, perchè voleva prendersi cura di te, che era preoccupata per te? Perchè mostrava i suoi sentimenti e perchèaveva paura di perderti?"
  • - "..."
  • ~ "Le hai spezzato il cuore perchè è buona per te? Perchè voleva il meglio per te?"
  • - "L'ho lasciata, perchè non mi sono accorto prima di tutto questo. Che cazzo mi sta succedendo?"
  • ~ "Hai perso la ragazza che ti amava come nessuno. Vedi, non l'hai voluta quando voleva solo te. Ecco cos'è successo."
E ela nos mostrava que estranho pode ser só o que a gente ainda não conhece; que um dia cinzento pode ser bonito, por fora e por dentro; que uma vida sem perturbações é que nem um mar sem onda; que alguém só sabe ensinar quando não consegue parar de aprender; que errar também pode ser uma forma de caminhar; que ninguém escolhe o momento em que uma raiva começa, mas que todo mundo pode escolher quando é que ela acaba; que nada é mais importante do que entender os próprios sentimentos, para não deixar que eles mandem nas nossas razões; que nada é mais importante do que entender as próprias razões, para não deixar que elas mandem nos nossos sentimentos.
—  Márcio Vassallo.
L'unico problema suo era la paura.
Aveva la costante paura di perdere le persone alle quali teneva,che finiva per perderele lo stesso.
Aveva questa costante paura di amare,di donare il suo cuore a qualcuno.
Aveva questa continua paura di dimostrare le sue debolezze.
Aveva la costante paura che qualcuno potesse leggerle gli occhi e vedere tutto il casino che c'era dentro.
Aveva la costante paura di non riuscire ad essere abbastanza.
Aveva la costante paura di non riuscire mai più a guardare qualcuno negli occhi.
Aveva la paura di mostrarsi debole, di poter farsi riconoscere per quella che era, perché quella che era non voleva mostrarlo;credeva quella parte lì, quella innocente e dolce non piacesse a nessuno. Quindi fu costretta ad essere la stronza menefreghista che conoscono tutti. Quella che si incazza e ci resta male per poco.
Però,da quando ha incontrato lui tutto le era sembrato diverso.
Con lui la paura svaniva.
Con lui lei credeva ci fosse davvero qualcosa di bello in lei.
Con lui non esisteva la paura di perdere qualcuno, sopratutto credeva lui sarebbe rimasto.
Con lui la paura di amare era andata tutta a puttane.
Con lui lei era libera.
Con lui lei non aveva più il timore di innamorarsi, con lui ne valeva la pena.
Con lui non le importava se si mostrava debole.
Con lui era se stessa, ed era bellissimo.
Con lui aveva il coraggio di farsi leggere gli occhi.
Con lui amava gli occhi verdi mischiati al marrone, quando lei aveva sempre odiato quel tipo d'occhi.
Con lui non le importava di non sentirsi abbastanza, perché lui diversamente dagli altri la faceva sentire speciale e bella. Perché se era lui a dirlo, lei ci credeva.
Con lui imparò che proprio le cose che lei odiava di sé stessa erano le più belle.
Con lui si sentiva amata.
Con lui non riusciva a fare la stronza. C'era qualcosa in lui che la rendeva impotente.
Ma lei lo sapeva, lo sapeva che tutto questo non era giusto.
Lo sapeva che lei avrebbe sofferto. Perché lei non poteva permettere di parlare di quello che provava.
E non capiva il perché, il come, lui pur sapendo leggere i suoi occhi non avesse ancora capito che se ne era pazzamente fottutamente innamorata di lui.
Ma con lei lui era diverso.
Ma con lui lei era diversa.
—  mi-hai-cambiata
Era noite, beirando a madrugada, quando começamos pela milésima vez a mesma discussão. O motivo? Aleatório, infantil e tolo demais para ser dado em questão. Pela terceira vez naquele ano, terminamos e ainda estávamos em maio. Era uma noite chuvosa, que mostrava de forma metafórica basicamente como eu me encontrava por dentro, porque algo sussurrava que não seria como as demais vezes: não haverá uma volta. E não houve. Seguimos caminhos opostos, nos esbarrando em algumas esquinas em situações confusas, como quando você me viu na fila da padaria, indo comemorar o aniversário da Alice ou simplesmente passeando com o cachorrinho que você me deu de presente no meu segundo aniversário com você. E em todas as vezes em que eu te vi, era como se eu estivesse revivendo aquela última vez a todo instante. Eu sabia o que queria fazer, mas não sabia como fazer. Eu queria estar com você, mas você parecia sempre bem e controlado demais para decidir permanecer mais uma vez ou tentar… Ou só nos machucarmos um pouco mais. Quantos meses fazem? Não sei exatamente, mas em uma semana, fazem 4 anos. E o que mudou desde então? Talvez a estante que você colocava aqueles livros chatos que banalizavam as coisas, mudei ela para o lado direito, mesmo sabendo que você não gostaria se estivesse aqui, deixei meu cabelo crescer, e não por você, sabe disso (é importante que saiba disso), também mudei a cama de lugar, coloquei ela próxima o suficiente da parede para impedir mais uma queda minha durante o sono, porque sem você aqui, fica complicado me escorar em algo e não me esparramar no chão. Fora isso? Tudo continua do mesmo jeito que você deixou, desde aquela noite chuvosa. E sabe seu moletom preferido que andou me perguntando sobre uma semana após você bater as asas e ir? Encontrei ele no chão da varanda, bem no canto, e como foi parar lá? Não me pergunte. E eu fui egoísta, resolvi ficar com ele e ele também já não é mais o mesmo, tá um pouco surrado, mas continua sendo a minha roupa de dormir favorita… E ele ainda tem o seu cheiro, tudo aqui ainda cheira à você. Todas as coisas mudaram, mas apenas de lugar, porque tudo ainda sussurra o seu nome o tempo inteiro, e eu não sei se isso se transformou em loucura, ou se tudo ao meu redor andeis pela sua presença e se destrói com a sua falta. Eu sinto sua falta, mas também sinto minha falta e hoje eu entendo o que aconteceu. Você apenas quis se vingar pelo moletom. Em que parte da varanda do seu novo apartamento, você encontrou um pedaço de mim e não quis devolver? Quer saber? Não precisa responder… Só me diz que também veste essa parte minha e leva para a cama ao dormir.
—  Tickets of Cassie.
O problema é que você cansa rápido demais, desiste fácil demais e eu sempre fui tão fácil para você. Eu sempre estive aqui, vendo você se queixar da mesmice entre as pessoas, estive ao seu lado quando você se mostrava decepcionado com a monotonia. Mas você nunca reparou que entre tantas reclamações você continua na inércia. Você continua aí achando todos tão insuficientes que nem se dá conta de que é você quem precisa mudar.
—  Jamilla Gauy.

Reconstruindo o mundo

O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbá-lo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha - que mostrava o mapa do mundo - cortou-a em vários pedaços, e entregou-a ao filho.

“Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e quero ver se você consegue montá-lo exatamente como é”.

Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo resto do dia.

Quinze minutos depois, porém, o garoto voltou com o mapa.

“Sua mãe andou lhe ensinando geografia?”, perguntou o pai, aturdido.

“Nem sei o que é isso”, respondeu o menino. “Acontece que, do outro lado da folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o homem, eu também reconstruí o mundo”.

—  Paulo Coelho. 
Camila e Lauren em 2016 - Apenas outra teoria

Obs: Antes de começar, essa teoria é do tumblr camrenandlife. Eu apenas traduzi e coloquei imagens diferentes! 

No começo de 2016, tudo parecia bem entre Camila e Lauren. As fotos do M&G delas no Brasil mostrava que tudo parecia estar bem. Eu acredito que elas estavam próximas e felizes naquele tempo, mas algum conflito começou a acontecer.

Camila já mostrava sinais de cansaço, mas não de tristeza. Lauren parecia muito feliz e confortável perto da Camila.

Não apenas no Brasil, mas durante o começo da turnê 7/27 elas olhavam uma pra outra, enfim, pareciam felizes.

Como falei anteriormente, no Meet And Greet parecia tudo bem também.

Em algum ponto, as coisas começaram a mudar. O soundcheck começou a ficar estranho e as meninas se separaram da Camila. Camila estava ficando cada vez mais depressiva, triste e cansada. Isso era evidente!

Então o que aconteceu? Lauren traiu Camila? Camila traiu Lauren? Elas brigaram? Bem… Várias vezes nós vimos que Lauren estava tentando permanecer feliz enquanto Camila estava miseravelmente triste. Elas estavam se afastando na soundcheck, no m&g e não interagiam como antes. Elas nem sentavam perto.

Camila teve um problema com ansiedade e esses problemas começaram a ser expostos. Eu acho que ela começou a sentir a pressão de ter que escolher e decidir sobre seu futuro e o relacionamento.

“Camila Cabello deixa show de Fifth Harmony por conta de ansiedade”

Aqui está o que eu acho que aconteceu. Camila expressou sua vontade de deixar o grupo, argumentando talvez que ela precisava de mais liberdade pra escrever, mostrar sua arte como ela sempre sonhou. Eu acredito que, de alguma forma, eles já queriam que ela fosse uma artista solo porque eles (a gravadora/gestão das meninas) agiram para isso acontecer naturalmente (eles poderiam ter dinheiro duplo com isso). Eu também acredito que parte da equipe de Fifth Harmony não queria isso. Isso inclui os pais das outras garotas. Claro, eles sabiam que a banda poderia continuar sem a Camila, mas isso certamente iria sacudir a estrutura que já tinham.

Eu acho que Camila queria e tinha a coragem de assumir Camren, mas a ideia de sair como uma artista solo veio, e acredito que isso recuou da sua mente. Acho que, talvez, foi “oferecido” para Camila e Lauren, que: “Ok, vocês podem ter mais liberdade, vocês podem sair do armário. Mas tem que permanecer na banda.”
Acho que Lauren aceitou esse acordo porque nós vimos que ao longo da turnê, ela estava literalmente saindo do armário e vimos Camila fugindo mais e mais.

Acho que houve uma conversa onde Lauren deixou claro que ela iria se assumir, mas Camila fugiu porque de alguma forma ela foi avisada pela sua equipe solo de que se ela fosse sair da banda, ela não poderia assumir sua sexualidade, seja ela qual for.

Lauren continuou fazendo isso sozinha e obviamente ganhou o apoio das outras meninas. Eu acho que o que afastou as meninas da Camila foi isso. Por ter namorado Lauren, ter dado dicas por toda a internet e quando chega a hora de assumir… Ela sai da banda e deixa Lauren sozinha.

Eu lembro que a mãe de Normani tweetou algo sobre egoísmo. E, bem, Clara parece sempre estar postando coisas defendendo Lauren e deixando dúvidas no ar.

“Eu não confio em palavras, eu confio em ações.”

“O amor é muitas coisas, mas o amor nunca é traiçoeiro. Nada tóxico vem de um amor verdadeiro. Se lembre disso.”

“No fundo você já sabia da verdade.” e na legenda da foto: “Uma coisa que eu aprendi: Se seu sorriso não se encontra com seus olhos, você é como uma alma perdida. Não tente ser quem você não é. KARMA irá prevalecer e a verdade será conhecida.”

“Perdoe a si mesmo pela cegueira que colocou você no caminho daqueles que te traíram. Às vezes um bom coração não vê o mal.”

Os pais de Camila não ajudavam mais nas coisas de Fifth Harmony. A equipe solo de Camila estava mais ativa do que nunca e ela estava deixando claro durante a turnê que seria a última com as meninas. Ela deixava claro em fotos, redes sociais, reações.

Eu acho que Camila queria deixar o relacionamento das duas escondido. Pra mim ela não queria que o relacionamento terminasse, mas Lauren queria assumir a sua sexualidade. De alguma forma, eles chegaram a um acordo, depois de muita conversa, incluindo a equipe de 5H e a equipe solo de Camila. Algo como “ela vai sair, Lauren pode assumir mas ela não pode envolver a Camila nisso”, e talvez foi aí que surgiu a ideia de Lauren e Lucy. Lucy talvez sabia de tudo e tentou ajudar a melhor amiga. Lauren se recusou a continuar com isso e foi o que fez Camila ficar triste. 

Elas sabiam que Camila iria sair.

Acho que depois Lauren percebeu que Camila realmente não iria voltar atrás, ela não iria ficar. Foi aí que ela teve aquela queda emocional no palco.

Mas Lauren pareceu mais forte depois disso. Ela começou a sair, ir a festas, viajar. Lauren estava com raiva.

É por isso que eu acho que todo mundo começou a jogar indiretas nas redes sociais, especialmente a família Jauregui. Eles ficaram com raiva e com um sentimento de “então ela diz que ama minha filha, elas vivem nessa loucura e então minha filha fica sozinha? E ela sai da banda para sua carreira solo e feliz?”

Em resumo dessa teoria, Lauren queria assumir e Camila estava dividida. Camila decide seguir carreira solo, a família Jauregui fica com raiva. Camila com apenas um pouco de apoio, sempre andando com sua mãe e Ashlee Juno, que foi praticamente sua única amiga na final da 7/27 Tour.

Não, eu não acho que Camila seja a vilã e a Lauren o anjo. No calor do momento elas devem ter se machucado muito.

“Eu morri por você uma vez, mas nunca novamente.”

“Então você volta, como eu sabia que faria.“

“Não acho que eu possa explicar”

“Olhe o que você fez.”

Mas, como todos sabemos, Camila está muito feliz ultimamente. E Lauren está radiante. Talvez tudo aconteceu por alguma razão. 

composição bagunçada

eu era a música fora do tom, de ritmo,
com as notas bagunçadas.
tu era a rima
que arrumava minha melodia.
junto fazíamos uma sinfonia na mesma sintonia.
os corredores ecoavam por fim: “ainda há esperanças”
meu peito estremecia só de pensar que eu poderia dizer que você era a melodia que me mostrava o caminho para fora dos corredores apertados da minha vida.
eu te amei, assim do meu jeito.
desafinando nesse beco estreito a caminho do teu peito (coração).
você foi a minha mais bela composição.

e.c

Clara & Pedro

Clara arrumou a mesa do jantar e a comida já estava bem adiantada. Programou para tocar às 21:30 a música que tocou em seu casamento com Pedro. Dez anos de casados já! Sempre foram um casal romântico, daqueles de causar inveja, até há um mês atrás. Pedro começou a se afastar de Clara. Era uma desculpa aqui e outra acolá. Clara não entendia o porquê, mas, mesmo assim, fazia de tudo para continuar lhe agradando. Estava fazendo lasanha; prato preferido dele. Quase nove horas. Clara ajeitou os últimos detalhes e abriu um vinho. Os minutos foram passando, até dar 21:30 e a música começar a tocar. Dois minutos e 23 segundos… Duas horas depois e nada de Pedro aparecer. Clara já tinha bebido toda a garrafa de vinho e se pôs a chorar. Ela só queria entender o que estava acontecendo, mas Pedro não se abria e se fechava cada vez mais.
Clara acabou adormecendo no sofá e acordou no outro dia de ressaca. Silêncio. Limpou os olhos, olhou em volta e nem sinal de Pedro. Conferiu o quarto, banheiro e o celular. Nada. Ela então começou a ficar preocupada com o seu sumiço, já que ele nunca tinha sumido por tanto tempo, ainda mais sem dar notícias. Clara pegou a chave do carro e foi direto para o serviço de Pedro. Chegando lá, ninguém sabia dele. A recepcionista falou que ele havia saído no horário de sempre, às 21:00. Clara passou por todos os lugares possíveis e impossíveis que Pedro poderia estar, mas não o encontrou… Não pensou duas vezes e foi até a delegacia para registrar o desaparecimento dele. Clara estava desesperada.
Os dias foram se passando e nenhuma notícia. A polícia continuou investigando o caso, mas sem sucesso. Uma semana mais tarde, Clara estava em casa – pediu afastamento do trabalho para poder receber qualquer notícia de Pedro – quando a campainha tocou. Abriu a porta toda esperançosa, porém, infelizmente, era apenas o carteiro que veio lhe entregar uma carta sem remetente. Não deu muita importância e a largou na mesinha da sala. Andou de um lado para o outro no apartamento, foi até a cozinha e preparou um café. Fazia dias que ela não dormira direito, e o café ajudaria a manter-se acordada.
Com o café em mãos, sentou-se no sofá e pegou a carta para ver o que continha. Começou a ler e, subitamente, a sua expressão facial mudou.
“Clarinha, meu amor, você deve estar sem entender o porquê do meu sumiço e o fato de eu ter mudado tanto em um mês, mas eu não estava sabendo lidar com tudo que vem acontecendo comigo. Há um mês, descobri que tenho câncer e que tenho menos de um ano de vida. Fui pego de surpresa, e as coisas começaram a ficar confusas em minha cabeça. Não queria lhe contar e ver seu desespero, tentando me ajudar sem poder. Não é justo! Você é nova e tem toda uma vida pela frente. Então, eu decidi partir e deixar você viver. Mas antes de encerrar essa carta, quero dizer que lhe agradeço por todos os momentos que passou ao meu lado nesses dez anos, por todo o seu amor… Você foi a minha melhor companheira e, acima de tudo, minha melhor e maior amiga. Obrigado! Espero que entenda a minha decisão e não sinta raiva de mim. Com o tempo, você vai se acostumar à minha ausência. Se cuida, Clarinha.”
Clara estava em estado de choque, não esboçava nenhuma reação, quando terminou de ler. Levou alguns segundos até voltar a si e começar a chorar copiosamente. Como ele pode fazer isso comigo? Por que não me falou o que estava acontecendo? Não é justo! Ela se perguntava, tentando impedir que as lágrimas caíssem, com as pontas dos dedos. O relógio mostrava o tempo que não parava, e Clara foi se acalmando e organizando toda a confusão que sentia. Não podia dar-se por vencida, sucumbir naquele momento, e, sim, resolver o que fazer depois de tudo o que Pedro lhe disse. Sua primeira decisão foi ir até a delegacia e desfazer a ocorrência sobre seu desaparecimento. Voltou para casa, depois de ter dirigido por horas a esmo. Estava exausta. Foi direto para o banho, tentou relaxar, mas não conseguiu. Já na cama, tentou dormir um pouco, porém tampouco conseguiu. Tudo estava tão confuso. Seus pensamentos estavam a todo vapor, e teve uma ideia: contratar um detetive. Não ia sossegar até encontrá-lo e poder perguntar-lhe, olhando dentro de seus olhos, à procura do porquê daquilo tudo. Clara sabe que a doença é muito séria, que precisa ser tratada, mas isso não será problema algum. Pois nunca desistirá de Pedro, como ele desistiu dela.

Primeiro capitulo, por Nessa Cross.

Me perguntava o porquê de todas as portas que o mundo me mostrava estarem trancadas, foi então que, comecei a correr em busca das chaves.
—  Uma tarde em Berlim
Eu sei que você espera que ele volte e te faça sentir novamente aquele friozinho na barriga. Sei que ouve aquela música e lembra da voz dele sussurrando ao seu ouvido, numa tentativa falha de cantar a música de vocês dois, e essa mesma música vai tocar na rádio sempre que você estiver quase o esquecendo, você vai lembrar e vai doer. Sei que ainda assiste aquele seriado que nunca gostou, mas aprendeu a gostar só porque era o preferido dele. Sei que olha pro jardim de sua casa e lembra das vezes que ele chegou falando que tinha uma surpresa e te mostrava flores, junto com aquele sorriso apaixonante. Só espero que você saiba que ele não vai voltar, não importa o quanto você queira. Ele já se foi há um tempo e agora tudo que lhe resta são saudades que você sabe que nunca vai matar. Então, tranque isso no lugar mais fundo possível dentro de ti e vá viver. Vai doer, mas algum dia vai passar.
—  Yalen Raquel acompanhada por Laís Portela.
Aula especial

Eu era péssima em matemática. Desde os primórdios do meu ensino, era minha pior nota. Aprendi a conviver com isso e principalmente aprendi que quase sempre iria precisar de uma professora particular para me ajudar nos piores anos. Na faculdade não seria diferente. Me chamem de louca, mas mesmo não sendo muito boa em matemática, resolvi fazer engenharia. 

Já no primeiro período consegui o telefone de uma professora que diziam ser genial. Ela dava aula no departamento, mas para os períodos mais avançados, por isso nos dois primeiros eu ainda poderia usufruir de seu conhecimento. Inclusive, ela mantinha uma pequena sala alugada perto da faculdade só para dar aulas particulares. Diziam que ela era tão carrasca quanto boa.

Marquei para começar na terça. Duas vezes por semana, duas horas de aula por dia e quem sabe nunca mais reprovar em matérias de matemática. Dez minutos antes eu já estava tocando a campainha da sala. Eu nunca tinha encontrado com ela e minha boca quase abriu quando a vi. Morena, de cabelo preso, usava uma calça social justa marcando suas coxas grossas e uma blusa branca transparente que mostrava o sutiã, também branco, rendado. Precisei lembrar de respirar para sentir o ar nos pulmões novamente.

- Adiantada. Já gostei de você - Martina Loureiro fazia a qualquer um se arrepiar com aquele tom de voz altivo
- Desculpe - respondi mesmo sem saber o motivo pelo qual estava me descupando
- Não se preocupe, prefiro adiantados aos atrasados - a segui até a mesa que ficava no meio da sala

Ela me passou exercícios, me ensinou pensamentos lógicos e me fez sorrir dizendo que eu não era tão ruim quanto ela imaginava. As duas horas voavam e eu só queria continuar ali. Respirando o mesmo ar que ela, sentindo seu braço encostar no meu eventualmente. Sentir o cheiro que vinha dela enquanto seus olhos se movimentavam junto com sua boca. Aquela boca de lábios finos, mas batom muito bem desenhado. Uau. Que mulher.

Finalmente quinta novamente. Cheguei cinco minutos adiantada e ela abriu a porta sorrindo.

- Adiantada de novo. Parabéns, dona Clarisse, está subindo no meu conceito 

Sorri sem graça e ao mesmo tempo orgulhosa do comentário. A segui de perto até a mesa. Consegui sentir seu cheiro novamente e senti meu coração disparar no peito. E entre as pernas. Seria difícil controlar aquela sensação que Martina me fazia sentir. Ela era sensacional demais para o que eu estava acostumada.

- Seus exercícios estão perfeitos. Parabéns - sorri orgulhosa mais uma vez
- Você fica linda sorrindo assim - Corei e abaixei a cabeça quase morrendo de vergonha. Não esperava tal elogio.

Senti seu dedo liso no meu queixo, puxando minha cabeça para cima. Encontrei os olhos dela bem próximos a mim.

- Nunca abaixe a cabeça para um elogio - ela ainda fez um carinho no meu queixo antes de se afastar

Tive vontade de puxar seu braço de volta e manter o contato entre nossas peles. Ela sorriu mais uma vez, pegou um copo de água e sentou a minha frente para começar a aula. Hoje ela estava de saia social até o joelho e com uma meia fina cor da pele. O sapato, preto, completava o look junto com a famosa blusa branca e o sutiã rendado. 

Entre fórmulas e cálculos, cruzei minha perna ao mesmo instante que ela se mexeu e nossas peles voltaram a se tocar. Eu estava com uma bermuda minha canela raspou na meia fina que ela vestia. Não pude deixar de me arrepiar inteira. Para minha surpresa, ela sorriu com o toque e bebeu um longo gole de água. Para minha surpresa maior ainda, me mexi novamente, agora com o propósito claro de nos encostarmos novamente e consegui que meu pé, que já estava fora da sapatilha, acariciasse sua perna. Ela bebeu o resto do copo de água. Sorri orgulhosa como quando ela elogiou meus exercícios. 

- Dona Clarisse, levante por favor - sua voz era altiva, como sempre e eu achei que ela me expulsaria para sempre

Levantei e parei na frente de sua cadeira, que ela havia girado e ficado de lado para a mesa. Como já tinha tirado meus pés da sapatilha, permaneci descalça. Ela me olhava da cabeça aos pés e eu não aguentei a pressão do olhar dela. Abaixei a cabeça.

Vi seus pés se movendo e percebi que ela levantara da cadeira. Vi que ela tirou o sapato e meu coração começou a bater acelerado no peito. E entre as pernas. Ela caminhou até onde eu estava e não consegui levantar a cabeça para olha-la. Senti seu dedo no meu queixo novamente e a pressão que ela fez para que eu levantasse o roso. Antes que eu pudesse encontrar seus olhos como na primeira vez, senti seus lábios nos meus. 

Ela me beijou com força e me segurou pela cintura com uma mão e pela nuca com a outra. Senti meu cabelo sendo puxado na parte detrás da cabeça e gemi quando nossos lábios descolaram rapidamente. Ela então, me empurrou até a parede que estava a alguns passos atrás de mim. Eu sentia sua língua passear pela minha boca e sentia minha vagina encharcar enquanto ela pressionava suas pernas entre as minhas.

A mão que estava na minha cintura, subiu por baixo da blusa nas costas e em um movimento habilidoso, senti a pressão do sutiã sumir e em seguida, suas mãos apertando meus peitos com força. A dor pareceu aumentar o tesão que vinha crescendo em mim. Gemi um pouco mais alto. Ela parou de me beijar, afastou a cabeça e me olhou com fome.

- Eu vou te comer agora e você vai adorar! 

Não havia mais o que fazer. Com um único movimento abri sua blusa social estourando os botões. Pude, finalmente, ver o sutiã rendado que marcava a blusa branca. Puxei o bojo para baixo deixando o peito eriçado dela a mostra. O coloquei todo na boca e com a língua brincava com o bico vermelho enquanto com as mãos apertava com força o outro seio. Senti ela jogando a cabeça para trás e ouvi um gemido sair de sua boca.

Ela então me virou de costas para ela e de frente para a parede. Senti o gelado do cimento na lateral do rosto, mas o calor que me percorria parecia muito maior. Ela puxou minha blusa pelos meus braços, jogou meu sutiã, que já estava aberto, no chão e abriu minha bermuda enquanto beijava minha nuca e mordia minhas costas. Enquanto uma mãe desfazia o zíper a outra vinha por entre as minhas pernas e apertava a costura do jeans contra uma calcinha molhada que eu vestia. Joguei a cabeça para trás e encontrei o ombro dela. Os corpos estavam muito grudados. Ao deixar meu pescoço a mostra, ela aproveitou e chupou bem perto da minha orelha enquanto a mão que estava no zíper entrava dentro da minha calcinha. 

Senti seu dedo se molhar em mim e ouvi um sorriso triunfante nela enquanto percebia que eu estava daquele jeito. Quando pensei que ela me comeria, ela me virou de frente, segurou minhas mãos para cima me beijou do pescoço até meu peito, agora descoberto. Ela já estava sem sutiã, apenas de saia. 

- Tira a bermuda

Ela falou enquanto tirava a própria saia. Não tirei meus olhos de seus movimentos e abaixei a bermuda junto com a calcinha. Ela sorriu ao me ver completamente nua ainda encostada na parede. Eu não sabia o que fazer, apenas respirava ofegante e sentia ficar cada vez mais molhada. Ela então tirou a calcinha e a meia fina que vestia. Completamente nua, ela jogou os livros e cadernos que estavam na mesa para o chão, sentou na beirada e abriu as pernas as apoiando nos braços da cadeira que usava. 

- Vem aqui. 

Andei até onde ela estava. Ela tirou uma das pernas do braço e me mandou sentar na cadeira. Nua, sentei e senti molhar o estofado preto. Ela recolocou o pé no braço da cadeira me prendendo ali.

- Agora, você vai me chupar bem devagar

Eu nunca tinha chupado uma mulher, mas também nunca tinha encontrado uma mulher como Martina. Apoiei as mãos em sua coxa e me inclinei até meus lábios se encharcarem nela. O gosto era diferente, novo. Amargo, mas doce. Ela então segurou meus cabelos e me pressionou contra sua buceta molhada. Precisei mexer minha cabeça para respirar, mas em pouco tempo já estava bebendo daquele líquido enquanto ouvia os gemidos sussurrados de Martina. Os pelos que sentia em minha boca pareciam fazer parte daquele cenário. Enfiei a ponta da minha língua nela e senti meus cabelos serem puxados de leve. Minha língua já subia e descia em um movimento ritmado quando ela passou a me controlar pelo cabelo. Acelerando e reduzindo a velocidade, me fez lamber e chupar ela até que suas pernas tremerem e seu líquido viesse em maior quantidade. Bebi tudo que consegui, mas ela me puxou pelo cabelo e não deixou que eu continuasse.

- Você é especial. Nunca ninguém me chupou tão bem no primeiro encontro 

Eu não resisti e sorri orgulhosa novamente. Ela parecia gostar daquele sorriso que eu dava. 

- Deita na mesa que agora eu vou te comer