moradia'

Do que vale os teus bens e a sua moradia? Do que vale seus tesouros e as suas companhias? Do que vale ajuntar tanto ouro e tanta prata? E pela noite sentir um vazio dentro de casa. Do que vale mil amores? Do que vale mil palavras? Do que vale tantas festas? Do que vale as baladas? Do que vale todas essas coisas? Não vale nada ter um sorriso no rosto e a alma dilacerada. Do que vale ter um mundo inteiro e a alma perdida? Do que vale o carro do ano e perder a vida? Do que vale os status? Essas coisas são poucas! Eu sou nascido do pó e o pó suja as boas roupas. Do que vale a voz mais bela sem dignidade? Do que vale te fazer chorar sem a verdade? Do que vale ter o mundo inteiro e o mundo ser meu? Do que vale amar a tudo e todos e não amar a Deus? Eu não quero mais ser igual, eu não quero mais ser assim, eu não quero mais me encher do mundo e não ter o Teu espirito em mim, Senhor.
—  Daniel Berg
Veja só, amor. Quando você quiser voltar, as coisas estão no mesmo lugar, suas roupas, suas maquiagens, a cama eu deixei como você deixou, o guarda roupa, e até mesmo eu estou no mesmo lugar, do jeitinho que você deixou.
Então quando bater vontade, vem me fazer uma visita, veja se está tudo do seu agrado, e se não estiver me avise que eu dou um jeito. Se algum quadro estiver torto, a roupa mal dobrada, a cama mal arrumada, eu desleixada, qualquer coisa é só avisar, porque eu faço qualquer coisa pra você fazer uma visita aqui, e decida morar em mim de novo. Venha ver como eu estou organizada, veja bem, olhe bem pra dentro de mim e veja que isso aqui tudo, é teu. Tua moradia, teu lar, tua paz.
Volta pra mim.
—  40 dias sem ela.
Bárbara Duarte
Eu me importo demais, sobre tudo, por tudo. Sempre há um motivo de chegar em casa e chorar, sempre há um motivo de me transbordar em poesias, e torná-las minha moradia.
—  Histórias passadas.
[QG, sala de estar {Noite}]

Ambas chegaram à moradia quando já estava escuro, já que a morena quis ficar na conveniência mais um pouco e ajudar a rosada. Não foi ruim, ao todo, sentia-se bem com isso apesar do trabalho, e até receberam uma recompensa.

Deixando a lança perto da porta da sala de reuniões, decidiu se sentar um pouco no sofá para descansar um pouco. Tinha o nariz corado pelo frio, e sentia o cheiro vindo da cozinha, mas uma coisa de cada vez.

- Elesis-nin, não sabia que era tão popular aqui - Riu.

Muito pensei em escrever e, permita-me reviver, a lembrança de teus olhos escuros e sinceros, o som da tua risada que adentra minh'alma em todo pingo de falta.
Perdoa-me se roubei mais que lágrimas e menos que sorrisos, se por muito errei. Deixa-me lembrá-la de como tua voz inveja me causava?, de como tua beleza de longe me atingia e como teu corpo – estrutural e único – de todos os ângulos me fazia admirar; No entanto, todo teu amor me acolhia. Nos momentos que mais precisava, e justamente quando menos merecia.
Sinto tua falta em cada dia.
Ao som da tua banda favorita, daquela imagem que via, daquele amigo que dizia, o quanto contigo me parecia.
Quero ser presente em cada dia, em memória, corpo e alma. Em cada via, em cada hora; quero prender-me em ti como tatuagem, no teu coração plantar moradia vitalícia (ou almalícia).
Sinta-se livre para voltar e, de preferência, nunca pensa-te em ir.
—  Mais que minh’alma e cheiro de sul.
Valsa de Aquarela

Vive uma valsa
Vive a felicidade  de cada dia como uma criança com malícia
E é incrível ! eu posso viver 100 vidas, mas se eu não te encontrar essa noite

                                Vão existir lágrimas entre meus lábios

Dê-me suas mãos! Eu não quero as perde..vou pintar de aquarela nossos corpos e vamos ficar conectados até que a tinta saía, e eu fique a sua procura na sacada de minha moradia
-Ana

Estou aqui, depois de tanto tempo, porém, ainda estou aqui. Nunca sai desse lugar por muito tempo. Quando saio, dou uma volta, conheço alguns lugares novos, tento fazer ou até faço moradia, mas sempre acabo retornando, porque de alguma forma aqui sempre foi e sempre será o meu lugar. Aqui tenho o meu conforto, aqui me sinto segura, aqui é aquele típico lugar que quando você sai, acaba ficando com saudades, aqui é minha casa. Espero que essa porta nunca se feche, espero que esses braços nunca deixem de me abraçar, espero que esses olhos nunca deixem de procurar pelos meus, espero que essa porta nunca se feche… Espero que nunca me tire do seu coração, o meu lugar, o melhor lugar.

A Prognose do Ensejo

Preferível ser um não distante
À um sim tão fora do eixo
Não veja encaixe pelo cômodo
Que a longo prazo se aloja
O que uns chamam de desleixo

Dito cujo já fadado
Não se despede de bom grado
Em certas causa até despejo
De moradias e de lágrimas
Que ontem eram de desejo

Talvez meu não, ainda não seja
Mas é aquilo de espiar o céu
Só pelo olhar já se sabe
Se vem mesmo chuva
Ou é só lampejo

Só pelo olhar já se sabe
Se persistirão beijos
Ou é só bocejo

- Lucas Y Paz

UMA GARRAFA PET PELA VIDA

 

External image

Um médico que trabalha em  uma UTI para recém nascidos atende uma criança que está com insuficiência respiratória.

Precisa de uma máscara de Venturi, que o hospital de Jutaí, no Amazonas, não tem.

Ele improvisa com uma garrafa pet de refrigerante que faz as vezes de uma máscara de respiração.

Infelizmente a criança morre.

O irmão gêmeo do bebê sobrevive e é mandado para casa.

O acontecimento ganha notoriedade em todo o Brasil.

A criança sobrevivente  adoece e o hospital arruma uma UTI aérea para transportá-la até Manaus.

Perguntei no Google: quanto custa uma máscara de Venturi?

Ele respondeu R$69,75.

O hospital não tinha a máscara, mas quando a mídia contou a história arrumou até avião.

Com o auxílio moradia de uma única excelência daria para comprar 64 máscaras de Venturi.

Por que falta dinheiro para salvar a vida de uma criança e sobra para pagar auxílio moradia até mesmo para parlamentar que está na cadeia?

Se souber, mande aqui no meu twitter, zapzap942 128 782 ou no Blog do Barbeiro, que não recebe auxílio moradia.



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Post 7000

É com muita alegria que se chega em um post 7000.

O blog umnovodiaparaviver - Vivendo o Tempo se mantém firme como uma moradia da arte. Não uma arte restrita, mas uma arte no seu melhor, mais bonito e livre sentido.

Aos artistas, sempre que estiverem com necessidade de arte, sintam-se convidados a dar uma passada por aqui para senti-la ou para mandar alguma sugestão.

A qualquer um que quiser entrar em contato por outro motivo, sinta-se também igualmente bem-vindo. O botão ASK aqui do lado pode lhe ser útil.

E claro, não poderia esquecer de um muito obrigado a vocês que costumam passar por aqui. Afinal, esse blog também é feito por vocês.

[F-ADD]: 환영합니다! @JI92BH

Nome:  Byun Baekhyun
Origem:  Byun Baekhyun, cantor – EXO.
Nacionalidade:  Coreia do Sul
Naturalidade:  Seul.

Data de nascimento: 06 de Maio 1992
Altura: 1,75cm
Orientação sexual: Bissexual.
Moradia: Sexta Área.

Ocupação: Estudante de Ciências Biológicas na JNU e vendedor na livraria Kyobo.

Tumblr: ji-byunbh.tumblr.com
Twitter: @JI92BH.
Doc’s:  -

Personalidade: Baekhyun não é muito diferente dos homens na sua idade. Gosta de sair, conversar e fazer bagunça. É bem sincero e dificilmente leva as coisas a sério, mas ainda sim sempre transparece a impressão de que é alguém sério, antissocial devido a sua mania de ler em qualquer lugar. É do tipo de pessoa que só fala se falarem com ele primeiro, mas que depois das primeiras palavras trocadas passa de um mudo para uma matraca sem freios! É gentil, compreensivo e uma pessoa serena; dificilmente sai do sério.

Seus Segredos:  Não tem segredinhos.

Seus Hobbies:  Gosta de tirar fotos do seu gato, ler, catalogar flores e dormir.

Informações extras: Tem metafobia (fobia de borboletas e mariposas), loucamente apaixonado por morangos e pelo seu gato, Nietzsche.

Biografia:  Nascido em Seul, Byun Baekhyun viveu por lá até os sete anos quando seus pais se separaram e sua mãe o trouxe para morar com a avó em Jeju. No começo odiou a ideia de morar em uma ilha, achava que seria empestadas de pescadores e cheiro de frutos do mar. E Baekhyun odiava frutos do mar! Quando chegou à ilha se surpreendeu quando descobriu que tinham até metrô e universidades, assim como um monte de gente civilizada. Passou de um garotinho mimado da capital para um adorador da natureza em questão de semanas. Sua vó era grande conhecedora das criaturas marinhas e extinguiu a curiosidade no pequeno Byun que cada vez mais foi se aprofundando nas maravilhas da ilha.

Quando completou quatorze, sua mãe resolveu voltar para a capital, mas Baekhyun insistiu que ficasse e sua vó adorou ter a ideia do único neto morando com ela. No começo foi difícil lidar sozinho com uma senhora de oitenta anos, tinha que cancelar encontros com os amigos para ajudar a avó na pequena lojinha de conchinhas quando a senhora não estava se sentindo bem… Baekhyun rapidamente se familiarizou com a natureza, com o ar limpo e todas as belezas da ilha. De final de semana ia até Ahra-dong no Hallansan National Park para poder catalogar todas as plantinhas diferentes que via para quando chegasse em casa, pudesse estudar e grudar as fotos no mural do quarto.  Seu sonho era ser o maior botânico da ilha e abrir uma floricultura.

Aos dezessete, sua avó faleceu e Baekhyun se viu sozinho na ilha. Mesmo com a insistência de sua mãe que voltasse para a capital, ficou firme em sua escolha. Sua mãe lhe mandava uma mesada por mês, mas ainda sim arrumou um emprego na livraria Kyobo como vendedor para poder pagar seus gastos com materiais de estudos e de vez em quando passava os intervalos do almoço lendo os livros da biblioteca. Quase foi demitido uma vez quando deixou que um gatinho de rua entrasse pelas portas dos funcionários e lhe deu comida bem quietinho, em baixo das caixas de encomendas de livros. Seu chefe deu duas opções: Era ele ou o gato. Baekhyun colocou o filhotinho em uma caixa e o deixou do lado da porta até que seu expediente acabasse e pudesse levar o animal pra casa. Deu o nome de Nietzsche, achou que o bichano parecia muito com o cara com aqueles bigodes enormes.

Com muito custo, Baekhyun conseguiu mudar-se para perto da universidade, alugando um apartamento pequeno, mas o suficiente para ele e Nietzsche morarem confortáveis. O primeiro ano na faculdade foi complicado, não conseguia manejar os horários de aula com seu emprego e teve que pedir demissão, ficando com contas até o pescoço, já que mesmo com a ajuda da mãe Baekhyun não sabia usar o dinheiro e gastava com o que não podia. Até hoje se arrepende de ter comprado um brinquedinho caríssimo para seu gato que sequer dá atenção a torre de subir no meio da sala. Aprendeu na marra o senso de responsabilidade e voltou a trabalhar depois do segundo ano na faculdade; nem precisou de muito, Baekhyun era conhecido na livraria inteira e todos adoraram a ideia de tê-lo de volta como ratinho de biblioteca. Agora já no terceiro ano da faculdade, Baekhyun atualizou o sonho e o foco não é ser o melhor botânico da ilha e sim de toda a Coreia.

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Chácara Lane. Museu da Cidade. São Paulo, SP - Brasil. Fotos Nelson Kon - http://www.museudacidade.sp.gov.br/chacaralane.php

A Chácara Lane - imóvel tombado em 2004 pelo CONPRESP / Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo - é remanescente de uma antiga chácara paulistana construída no final do século XIX e uma importante referência histórica para a memória dos assentamentos urbanos na cidade. Naquele final de século os moradores mais abastados possuíam, além da sua moradia no núcleo urbano central, chácaras localizadas em áreas próximas do centro da cidade ou nos seus arrabaldes para o lazer familiar. Foi residência do Reverendo George W. Chamberlain e funcionou como sede da Escola Americana, que deu origem à Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em 1906, o Dr. Lauriston Job Lane adquiriu da viúva do reverendo, Mary Amnesty Chamberlain, a chácara situada à rua da Consolação 176, compreendendo casa de morada e benfeitorias. O Dr. Job Lane construiu nesse terreno um consultório projetado pelo arquiteto Jorge Krug. No Brasil a passagem do século XIX para o XX foi marcada por mudanças na economia, política e sociedade. A República, o fim da escravidão e a expansão da economia cafeeira causaram profundas transformações na cidade de São Paulo, justamente na época em que as chácaras foram loteadas. A Chácara Lane, cujo endereço atual é a Rua da Consolação, entre as ruas Itambé e Piauí, contudo, permaneceu como chácara até os anos 1940, quando foi comprada pela prefeitura para abrir loteamento no local, que não foi executado, pois, os técnicos da época concluíram que as ruas seriam muito estreitas e somente casas pequenas poderiam ser construídas.

Rua da Consolação, 1024 - São Paulo, SP
São Paulo/SP - CEP 01302-000
Telefone: +55 11 3129-3361
e-mail: museudacidade@prefeitura.sp.gov.br

Transporte
Linhas de ônibus consultar: www.sptrans.com.br
Linha de Metrô próxima: Vermelha / Amarela – Estação República

Sem amor, um casa é só moradia
De afeto vazia, tijolo e teto, fria
Sobre chances, é bom vê-las
Às vez se perde o telhado pra ganhar as estrelas
Tendeu?
—  Emicida