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La Revolucion
Monoclub

(Monoclub)

Olha só quem se vai sem medo e sem culpa
Dizem que é um bom rapaz
Sacola, fogo, faca e andava com seu velho chapéu
E a bandeira da nação

O amanhã o levará, mas dando a cura
Sua voz cruzou o céu
Regresso à terra, sebo nas canelas, a caneta e um papel
Pra que insistir na solidão? Pra quê?

Sinto então, aí se vai
Por dentro a lua
Dizem que a lua o atrai
Na carta assinada sua lágrima manchou o papel
Pra que insistir na solidão? Pra quê?

Monoclub: o folk brasileiro que fez o Demo Sul dançar

Por Jéssica Doarte

A banda Monoclub, de Sorocaba foi a segunda banda a se apresentar nesta primeira noite de Festival. Trouxeram um ritmo cativante, que levou casais a dançarem e os solteiros a baterem as botas no chão sem o menor receio. Com uma sonoridade que passeia pelo sertanejo de raiz, influenciado por nomes como Almir Sater e Renato Teixeira, e pelo bom e velho country americano, a banda paulista busca um “folk brasileiro”, “a gente tenta trazer um pouco da cultura brasileira, a gente toca viola caipira, sanfona e tal”, contou Fábio Baddini, vocalista da Monoclub.

O show propôs um repertório envolvente e escolhido a dedo pelos músicos, um diferencial que eles apontaram em tocar em festival. “Em festival, você toca exatamente o que você tá a fim, não tem muita obrigação. Em um barzinho, você enche linguiça”, confessou Bruno Orefice, vocal - e tocador da sanfona característica. Incorporaram alguns covers e um, em especial, com nova roupagem totalmente com a cara da banda, fez o público cantar (e dançar ainda mais): “Are You Gonna Be My Girl”, da banda australiana Jet.

A banda é experiente em tocar fora. Em agosto deste ano viajaram para os Estados Unidos e se apresentaram em um evento com a cara do Brasil, em Seattle, organizado por um brasileiro. A viagem rendeu oito apresentações e experiências ímpares.

Pela primeira vez no interior do Paraná, os moços de Sorocaba sofreram com o calor londrinense, mas nada que atrapalhasse a energia do show. Assistiram empolgados e curtiram o show da Antiqua, banda que abriu a noite desta sexta-feira (13), que os impulsionou ainda mais para esse show em que ninguém conseguiu ficar parado.

Aqui você pode conferir mais fotos do show da Monoclub e um pouco mais do que rolou essa noite.

Foto: Pedro Quina

Cultura caipira, roupagem atual. Monoclub vem de São Paulo para primeira noite de shows do Demo Sul

Uma das grandes revelações da cena independente nacional, a banda paulista Monoclub é mais uma das atrações selecionadas para o Demo Sul 2015. Pela primeira vez em Londrina, a banda traz seu folk atual para embalar a noite de estreia da 5ª edição do Festival.

Influenciados por nomes como Almir Sater e Renato Teixeira, O Monoclub também bebe do country americano de Wilco e Willie Nelson a fim de provocar as batidas de bota no chão, mas em clima harmônico, de suspenses evolutivos e muitas vezes ansiosos por respostas existenciais e reflexões cotidianas.

É nesse caminho que Fabio Baddini (vocal/viola caipira), Bruno Orefice (vocal/sanfona), Bruno Peretti (guitarra), Dilson Sartori (baixo) e Lucas Marx (bateria) revelam sua sonoridade peculiar e envolvente e vem ganhando espaço internacional, com shows em Chicago, Portland, Seattle e no festival Brasil Fest.

Na estrada desde 2011, a banda está em estúdio gravando seu primeiro álbum e já tem na bagagem os dois singles “Sua Parte é o Risco” (2012), “Devolução” (2013) e o EP “Mofo Sessions” (2014).

Ficou curioso? Conheça mais no site da banda. E, lembre-se, muitas novidades ainda estão por vir!

The Remix Project

Me and producer Martin Karlsson have been involved in an exciting project which was released today through the Brasilian musicsite Musicapavé.

The project evolves around the idea of two bands remixing eachothers songs. There are no rules, only the music. As the first European act to be a part of this project me and Martin remixed a song called La Revolucion by the excellent Brasilian band Monoclub. Monoclub remixed One More Song, and they did a truly awesome job. You can check out both songs right here;

Musicapavé Remix3

All Folks apresenta: entrevista com Monoclub

Vem de Sorocaba uma das mais talentosas bandas brasileiras que se debruçam sobre a caipiragem e sobre o country. Bruno Peretti, guitarrista da Monoclub, nos conta um pouco sobre a história da banda, preparadíssima para atingir públicos de todas as idades com o seu folk.

Aproveita e dá uma olhada nas nossas entrevistas anteriores: Phillip Long, Phillip Nutt, Clã do Barril Voador, R. Elfe & Os Fantasmas do Porão, Caio Corsalette e Eric Taylor.

All Folks apresenta: Monoclub

1. Origem da banda

A origem da banda fez-se num reencontro, num período de transição para cada um de nós.

O Fábio Baddini e o Bruno Orefice já tinham algumas músicas prontas, algo que veio da antiga banda deles, e eles se juntaram com outros malucos barbados que adoram folk, rock e música caipira para amadurecer toda a ideia musical. Foi uma reunião de 4 bandas diferentes.

2. Principais influências

Wilco é a influência mais direta, a referência mais buscada, mas Willie Nelson também entra nessa lista junto com Blitzen Trapper, Garth Brooks e Sá, Rodrix & Guarabyra, com o famoso Rock Rural. As influências individuais são bem diferentes, e isso cada um expressa de alguma maneira em seu instrumento. Isso sempre nos agrada, pois as músicas fogem do “normal”.

  

3. Cinco álbuns definitivos

Wilco – Yankee Hotel Foxtrot // The Beatles - Let it Be // Willie Nelson and Wynton Marsalis  - Two Men With The Blues // John Butler Trio - Live at St. Gallen // Ryan Bingham & the Dead Horses – Junky Star

 

4. Três músicas que os inspiraram

Wilco – California Stars
Willie Nelson – Blue Eyes Cryin’ In The Rain
Blitzen Trapper – Furr

5. Quais as dificuldades enfrentadas por ser um artista independente e de que maneira contornar isso?

Geralmente a dificuldade é o espaço para apresentar material novo, autoral e o investimento é um tanto alto para ter um material de qualidade. A internet acaba ajudando muito nessa parte de você poder divulgar uma banda de forma independente principalmente nas mídias sociais, blogs e sites de música, mas tem o lado “ruim”, que é a dificuldade de se destacar no meio de tanta coisa nova surgindo a cada dia.

6. Quando perceberam que gostavam da sonoridade folk e quiseram fazer algo no estilo?

Quando começamos a largar o som pesado para fazer músicas com outros instrumentos, normalmente acústicos, e percebemos que gostávamos muito da sonoridade. Ouvimos bastante a cultura caipira nacional (o nosso country, o nosso folk), mas a maior influência veio de fora. É tão agradável que queríamos tentar fazer também, queríamos soar agradável às pessoas. É um estilo que abrange, facilmente, todas as idades.

Quer ouvir a Monoclub?

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Contato: bandamonoclub@gmail.com

Crédito da foto: Divulgação