modernista

My new obsession: kilim.

Kilims (Persian: گلیم‎ gelīm) are flat tapestry-woven carpets or rugs produced from the Balkans to Pakistan. Kilims can be purely decorative or can function as prayer rugs

Kilim patterns can also be found on pillows, throws and other interior accessories. They come in bold and intricate designs and add color to any clean and contemporary room.

In this living room, I love how the kilim rugs work as an accent to the beautiful tiles on an otherwise minimal fireplace. 

Another nice touch are the global tchotchkes on the floor and mantle that contribute to the traveler’s-pad nature of this space.

te criei.

pinto teu corpo com todas as cores que o universo me oferece,
te moldo como uma escultura modernista, 
ponho flores ao teu redor e constelações em tons azuis, roxos e vermelhos, 
te faço minha obra de arte,
crio uma melodia com o seu nome e ela se torna a minha música favorita,
beijo cada átomo do teu corpo na minha imaginação
e torno de cada partícula tua, uma estrela.
te sonho nos meus sonhos mais bonitos
e te programo usando a inteligência artificial mais moderna.

eu amei tudo o que eu inventei de você.

Não sou católico.
Não sou evangélico.
Não sou umbanda.
Não sou direita.
Não sou esquerda.
Não sou roqueiro.
Não sou sambista.
Não sou funkeiro.
Não sou machista.
Não sou feminista.
Não sou conservador.
Não sou modernista.
Não sou a Universal.
Não sou Star Wars.
Não sou Star Trek.
Não quero rótulos.
Quero respeito.
Vc não é obrigado a concordar comigo, só não me rotule, pois, posso mudar meu jeito, minha opinião, quantas vezes for preciso. Não precisamos nascer de um jeito e morrer com o mesmo jeito.
Seja a mudança que vc quer para o outro ou para o mundo.
Amor=Respeito.
- Milton Wagner.

youtube

Sono piccola come Lolita (una giapponese a Roma)
sono una ragazza sola (una giapponese a Roma)
con la mia vespa (una giapponese a Roma)
voglio fare la ginnastica artistica (una giapponese a Roma).

Modernista, futurista, il duce è fascista, una giapponese, bella ragazza solo con la mia vespa
Via del Corso, Villa Borghese, due cappuccini per piacere
modernista, futurista, una giapponese a Roma.

Ai giardini di Villa Borghese (una giapponese a Roma)
voglio mangiare i gelati (una giapponese a Roma).

Modernista, futurista, manifestazione qualunquista
al Gianicolo sotto gli alberi di lomoni nel grotto
voglio giocare, fare l'amore con i ragazzi di Trastevere
modernista, futurista, una giapponese a Roma.

Marinetti mangia gli spaghetti, Giorgio de Chirico beve il cappuccino
i ragazzi di Trastevere con le Lambrette e i Lamborghini
io sono la vostra prima ballerina
io sono prima donna discoteca.

Andiamo allegri al mare in cinquecento
guardare il panorama sulla Cristoforo Colombo
mamma mia l'amare è come la bella pittura
voglio trovare la dolce vita
voglio trovare la dolce vita
voglio trovare la dolce vita
voglio trovare la dolce vita…

sei que tens a cabeça cheia
sei que és jovem e que tens ainda muitas memórias pra criar
mas imploro que não me esqueças
imploro que toda vez que fitar os céus limpos lembres de minhas fissuras astrológicas
imploro para que todo fogão quente
possa recordar-te de nossas discussões sem fim sobre o ponto do ovo
que suas leituras modernistas lembrem de como compartilhávamos tamanho apreço por pessoa. que o sabor do mel lembre-te desejos de bocas entrelaçadas. que seus passeios culturais prendam teus olhos à minha sombra deslumbrando a poesia concreta paulistana. que quando estiver ansioso pra sair com novos amores, lembre de como eu caçoava do tempo que demoravas para aprontar-se. que quando a sincronia dos novos amores impressionar-te, a nossa sincronia volte a ti de supetão. que quando o mi e o lá menor soarem das cordas do violão, venha nossa música. venham todas as lembranças minhas. boas, más, quaisquer que sejam. que tu me repudie, delate, que tu me negligencie se ousar de tal feito… que também notes o quanto cito a negligência. ora, faça de mim o que queres.
mas imploro que não me esqueças.
—  sophia faustino
EU ETIQUETA

Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome… estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comparo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.

Carlos Drummond de Andrade

Modernista y Mas

Today was my first day of Spanish classes in Spain. We are still transitioning from orientation, but from what I can see, this class should be pretty helpful and improve my communication. After class, I went on a group tour with a professor to see lots of Modernista buildings by architects/artists, like Gaudi. Everything is so beautiful! I wish people still constructed buildings like these. Afterwards, I came back to my house and had cena (quiche con queso y artichoke, sopa, y una manzana) and talked with my senora y companero, Samantha.

Later, I went out for the first time at night with some friends to a restaurant/bar to talk and relax. Samantha and I both tried different types of wine, but we couldn’t find any we liked… So we passed on the wine. We went with the guys to an Irish pub around La Plaza Catalonya later. Everything seems so relaxed and calm in Barcelona. I love the atmosphere and environment. Tomorrow should be amazing. Plans to go see La Sagrada de Familia. Can’t wait! Pictures to come soon.

Espero que tenga un buen dia. Sorry this wasn’t the most exciting post.