mkovacs

- Você merece um beijo. - Ele diz.
- Então me dê. - Ela retruca.
- Então vem cá. - Ele a desafia.
- Estou indo.
- Vem rápido.
- Eu já chego, me espera.
- O tempo que for necessário.
—  Nos queríamos mesmo era estar juntos, agíamos como se morássemos a uma casa de distancia, só esquecíamos que, não era uma casa que nos separava, e sim, uma avenida, uma rodovia, viagens de carro, e passagens de avião. Marcella Kovacs (MK)
- Eu te amo.
- Foda-se
- Grossa!
- Foda-se
- Não acredita em mim?
- Não
- Devia acreditar
- O que eu ganho com isso?
- O que eu ganho com seus foda-ses?
- Outros foda-ses.
- Para com isso.
- Ah, mais uma coisa
- O que?
- Vai se fuder.
—  Minha vida se resume em foda-ses, e você foi só uma foda errada - Marcella Kovacs  (MK)
srtdeniel-s.tumblr.com
Bom pessoal, é assim, acho que vocês sabem que eu Marcella (srtdeniel-s) faço faculdade de Biologia, e esse semestre que vai entrar, 3 professores pediram livros, e cada livro custa 280 reais. E bom, eu não tenho condições de comprar, nem meus pais, eu sou bolsista na faculdade, e esses livros eu não encontro em cebos, nem nada, pois são edições atuais. Então resolvi colocar um anuncio aqui, eu já estava com ele, mais por estar, só que agora eu preciso mesmo da ajuda de vocês. Se pudessem clicar no meu anuncio, para poder me ajudar eu ficaria muito mais que grata, muito obrigada.
Tequila, vodka, whisky, e um amor por uma noite.
Eu estava parada, sentada no bar conversando com minhas amigas, os barmans ficavam nos olhando, as vezes traziam umas bebidas de graça, tudo para chamar nossa atenção. Estava tocando “ stronger ”, era minha musica, levantei e fui dançar, a pista estava cheia, todos dançando, mas só um, somente um estava parado, não liguei, observei minhas amigas rirem com os barmans e fui até elas, chegando no bar elas estavam bebendo.
- Por favor, Julio, uma dose de tequila.
- É pra já. - Então foi ele preparar minha dose, o rapaz que estava sem dançar então começou me olhar, cochichou algo com os amigos, mas nada com que eu fosse me importar.- Aqui está. - Como eu gostava, peguei o sal junto com o Limão, o rapaz continuava a me observar, coloquei o sal na mão, eu não gostava do gosto do sal, mas o melhor ainda estava por vir, virei a tequila de uma vez, o limão dentro de segundos já estava em meus lábios, o azedo era bom, a tequila estava ótima, voltei para pista de dança. Ele estava lá, moreno dos cabelos arrepiados, camiseta xadrez, olhos castanhos um sorriso lindo, estava me observando novamente, sorri para ele, sem jeito, e continuei dançando o DJ aumentou o som, e então a musica entrou em minha mente. Ouvi com uma certa dificuldade uma voz, era bonita por sinal, era calma, grossa e me fazia ter arrepios, é como se eu já tivesse ouvido essa voz antes.
- Posso me juntar a você ? - Então era ele, o mesmo rapaz que estava no canto me olhando, senti minhas bochechas esquentarem, sorte que estava tudo muito escuro, e então ele não poderia ver isso.
- Claro que pode - Respondi e continuei dançando, a musica estava muito boa, ele então começou dançar junto a mim.
- Posso saber seu nome? - Ele disse com um sorriso que dançava em seus lábios.
- Luiza e o seu? - Sorri de volta, agora com um pouco menos de timidez .
- Mateus - Bonito nome, bonito ele, bonito …
Mateus, agora poderia o chamar pelo seu nome,mas observar o bonitão de longe não estava sendo ruim, imaginar ele dançando para mim, menos ainda. Agora estava ele com as mãos em minha cintura, dançando no mesmo ritmo que eu, seus dedos nas minhas costas nuas queimavam como fogo, depois o caminho qual havia taçado ficava gelado feito gelo, era quente mais frio, tinha desejo, mas também cautela.
- Então Luiza, aceita beber algo? - Disse segurando minha mão e me levando para o bar, ver a reação das minhas amigas foi o melhor, estalaram os olhos e sussurraram algo do tipo “ que gato ”, Julio, me olhou com um sorriso, perguntando se seria o de sempre, eu só concordei com a cabeça, Mateus sentou, me colocando de frente para ele.
- Então você é tequileira ? - Não pude deixar de sorrir, bom afinal, eu era mesmo, bebia de tudo, mas tequila era minha preferida.
- Sim, adoro tequila - Julio apareceu atrás do balcão com sal, tequila e limão. - Posso testar uma coisa? - Disse para Mateus sorrindo.
- Claro que pode - Ele assentiu, mordendo seus lábios. Deitei seu rosto, deixando seu pescoço a mostra, coloquei um pouco de sal, em sua lateral, segurei o limão em uma mão, e a tequila em outra, devagar passei minha língua pelo sal, retirando de seu pescoço, tomando a tequila, e colocando o limão na boca. Sorri para ele,que agora estava se olhos fechados, com a mão em minha cintura.
- Como você pode ser assim? - Agora com as mãos em meu rosto
- Assim como?
- Encantadora - Beijou minha testa, confesso que me senti estranha, todos que se aproximavam de mim, logo tentavam me beijar, ou algo do tipo, mas ele não, com ele estava sendo diferente. - Quero te levar a um lugar - Primeira coisa que se passou em minha mente Motel, tudo bem me enganei com respeito a ele, ele queria mesmo era sexo.
- Tudo bem - Me coloquei na sua frente segurando sua mão - Vamos. - Ele passou seu braço a meu redor, me levado para o andar de cima do bar, que diabos ele estava fazendo? Eu sinceramente não entendi, o terraço do bar tinha algumas mesas, um som mais calmo, dava para observar o céu, era lindo.
- Chegamos - Ele se sentou, me colocando em seu colo, acariciou meu rosto, me fazendo fechar os olhos, e pensar sobre aquilo.
- Por que me trouxe aqui? - Disse cerrando o senho, sua expressão ficou vazia, mas logo sorrio.
- Por que você é diferente.
- Como?
- Eu te observei passar pela porta, e de inicio coloquei em minha mente, “ tenho que ficar com essa garota” por isso me aproximei de você. - Bom no fundo eu sabia, mas foi algo que me machucou ouvir ele dizer aquilo. - Mas depois percebi que você é diferente, e que não poderia ser só uma ficada. - Seus lábios agora estavam juntos dos meus, se moviam num ritmo devagar, parecia que nós fomos feito um para o outro. Suas mãos acariciavam meu rosto, me ajeitei em seu colo, e depois de uns longos minutos, paramos de nos beijar, meu rosto agora estava posto eu seu ombro, ele falava coisas do tipo “ quero te ver mais vezes, queria poder não te deixar ir ” , mas logo meu celular tocou, era uma das meninas me dizendo que estava tarde e que tinha que ir. Procurei em cima da mesa, um papel e uma caneta, escrevi meu número.
- Aonde você vai? - Perguntou ele com aqueles olhos castanhos, e lindos me encarando.
- Tenho que ir para casa.
- Mas já? - Sorri.
- Já são, quatro da manhã. - Segurei seu rosto dando-o um beijo rápido. Segurei suas mãos, deixando o papel em seus dedos.
- Vamos nos ver mais vezes? - Disse ele segurando meu rosto.
- Talvez sim, talvez não … mas me liguei. - Dei nele um beijo e então desci as escadas, e mesmo que não me ligasse, estaria bom, por que Mateus era diferente, e mesmo que eu não o visse mais, teria comigo seu sorriso, coisa que não vai ser fácil esquecer.
—  E olha que engraçado, o gosto da tequila é melhor em você. - Marcella Kovacs  (MK)
Cara, já faz 24 horas, e nada de noticias.
- Como aconteceu isso Lucas?
- Nós brigamos, outra vez, daquele jeito, sabe, mas a culpa é minha eu que não ha ouvi, eu … menti pra ela, não queria mentir, mas menti, ela se apaixonou, e eu simplesmente fingi que nada acontecia comigo, ela me ligava toda hora, e eu recusava suas ligações, eu falava pra ela que ela era única, e ela acreditava, mas na mesma noite lá estava eu, com três quatro, no mesmo quarto, eu sei eu sou um cachorro, eu falava pra ela que a amava, e depois ia pra casa dos moleques beber, e pegar as menininhas. Ela não desconfiava, e isso só me fazia errar, e mentir mais e mais, cada vez mais, fui me atolando nas mentiras, parecia uma bola de neve, que a cada vez ficava maior, eu não ligava pro que ela falava, ela gritava e eu saia andando, mal dava atenção. Dizia que ia a buscar a noite, mentira! Eu ia pra gandaia com as meninas, ficava com uma, duas, três, bebia todas, enchia a cara, e depois chegava bêbado na casa dela, e ela me acolhia, me dava banho, me fazia dormir, ela me amava, ela não era igual as outras, de uma noite, ela era pra vida inteira, mas eu não percebi. Mas ai, ela veio me falar que cansou, senti um baque muito forte, nunca senti isso, sempre estava me fodendo, pra tudo e todos, mas ouvi ela dizer que precisava mais de mim por perto, e que não aguentava mais ficar desse jeito, me machucou, sabe cara, machucou mesmo, ela começou chorar, mas eu sou muito burro, e gritei com ela, mandei ela parar de charme, e ela só chorou mais, e mais, ela chorava e eu não sabia como fazer ela parar, queria abraçar ela, mas não dava, meu medo de a machucar mais falava mais alto, ela disse que ela ia embora, e ao invés de mandar ela ficar, mandei ela ir, e não voltar mais, mas era mentira, não queria que ela fosse, mas ela sempre foi atenciosa, e obediente, e olha só, ela me obedeceu.
—  Eu sou apenas um moleque, a mulher que poderia me mudar, eu fiz partir. - Marcella Kovacs  (MK)