minha camiseta

tava fumando um cigarro e ouvindo aquela do The Smiths e eu lembrei de você, s, das tuas sujeiras e esse seu ar poluído entrando nos meus pulmões

lembra daquele dia em que você foi me procurar sem cabeça e com o baseado na mão dizendo que largaria tudo por mim? você queria minha camiseta do the smiths e eu disse que só te emprestaria se eu fosse sua também, mas você não entendeu a metáfora

eu não posso te dar paz, s , eu sou puro caos, agora eu sei

Preciso de você por uma noite.
Só nós dois. Juntinhos. Deitados numa cama qualquer. Falando besteira por horas.
Você me fazendo um cafuné. Deixando teu cheiro na minha camiseta.
Nós dois. Olhando pro teto e falando da vida. Sonhando um pouco.
Umas risadas surgindo de vez em quando. Alguns “eu te amo” cochichandos pelos travesseiros. Quase como se fosse segredo.
A gente. Fazendo o q a gente faz de melhor.
Era uma noite fria e chuvosa. Eu e ela estávamos acomodados na cama assistindo um filme qualquer de terror na netflix. Sua cabeça estava encostada em meio peito, suas pernas estavam cruzadas e eu estava lhe fazendo um cafuné. Ela olhara diversas vezes para cima, na intenção de encontrar seu olhar com o meu, abria um sorriso lindo e voltava os olhos para a televisão.
A olhei por inteira. Aquela mulher estava trajando, apenas, uma calcinha e minha camiseta — ela adorava vesti-la —; e eu estava apenas de cueca boxer. Comecei a acariciar seu rosto, puxando-o para mim, e a beijando levemente. Ela, após o beijo, voltou o olhar à televisão. Com insistência eu comecei, de novo, a acariciar seu rosto e desci minha mão até seus seios, passei os dedos de leve e apertei em seguida. Ela se pôs um pouco pra trás, ofegou e olhou pra mim, abrindo um sorriso safado. Devolvi o sorriso, tirei sua cabeça de meu peito e a deixei com a almofada de encosto. Fui por cima dela, sorri e a beijei intensamente. Ela segurou minha nuca, chupou minha língua e eu terminei o beijo mordiscando seu lábio inferior.
Ela me olhou e disse que era toda minha.
Beijei seu pescoço, mordi de leve sua orelha e ela começou a ficar ofegante. Tirei a camiseta que ela vestia, deitei de leve por cima, beijei-a intensamente novamente e fui descendo com minha boca por seu pescoço até os seios. Passei a língua em volta do biquinho de um e o chupei muito, enquanto apertava o outro. Ela ofegava e gemia bem baixinho, dando-me cada vez mais tesão. Decidi apelar! Desci minha mão direita pra sua bocetinha e a senti bem molhada. Comecei a masturbá-la, enfiando um pouco o dedo, pressionando a ‘testa’ e fazendo movimentos circulares sem muita penetração.
Ocorreu um trovão lá fora e ela aproveitou pra gemer mais alto, fazendo-me me empenhar mais naquilo. Deixei os seios dela de lado e desci beijando sua barriga e arranhando seu corpo todo levemente. Coloquei suas coxas em cima dos meus ombros e passei a língua naquela boceta bem molhada, desci minha cabeça e enfiei o que dava da minha língua naquela mulher. Comecei a chupar ela com vontade, fazendo movimentos suaves com minha boca, enquanto eu a masturbava com um dedo. Ela começou a gemer cada vez mais alto e senti uma de suas mãos agarrando meus cabelos e os puxando. Olhei para cima e a vi se contorcendo com a boca aberta e o rosto virado para o teto. Melhor visão de todas!
Ela começou a tremer e a apertar meu rosto com suas coxas, a senti mais olhada e ela soltou um gemido gostoso, seguido de mordidas nos lábios e puxão de cabelo mais forte. Ouvi sua voz gostosa pedindo pra eu levar minha boca até ela e atendi seu pedido. Ela me beijou. Não foi só um beijo intenso; foi um beijo perfeito, safado… Ela cochichou em meu ouvido 'Quero você dentro de mim. Me fode, amor’. Sorri pra ela, beijei seu pescoço, me ajeitei em meio às pernas e senti, com meu pau, ela encharcada e quente, engolindo-me e gemendo baixinho em meu ouvido, arranhando minhas costas e pedindo pra eu foder com mais força. Nossos corpos começaram a suar em meio àquele clima frio.
A puxei pra mim e pedi pra ela cavalgar um pouco. Ela me olhou com cara de safada e me deitou, arranhando meu peitoral e sentando bem gostoso. Ela se inclinou, senti seus cabelos em meu rosto, e começou a me beijar, depois pôs sua boca perto do meu ouvido e ofegou pra mim. Aquela mulher começou a quicar de maneira tão impressionante que a segurei firme pedindo pra não parar. Comecei a ofegar mais alto e gemer um pouco. Até que a mandei ficar de quatro pra mim.
Ela ficou, empinou aquela linda bunda e eu enfiei devagar, mas forte. Puxei seus cabelos e comecei a meter, enquanto dava tapas com a outra mão. Ouvi-a gemendo e se inclinando mais, enquanto ia se deitando de bruços na cama. Meti mais forte e ela tentava abafar seus gemidos com a almofada no rosto. Fui arranhando suas costas e disse que iria gozar. Ela me disse pra continuar, porque também iria. De repente veio o ápice para nós dois. A senti dar um gemido mais orgástico, seu corpo tremer e sua boceta molhar mais, enquanto meu pau jorrava porra dentro dela.
Ela ficou deitada e eu fui pra cima dela. Nossos corpos estavam suados e cansados, o filme de terror havia acabado, a chuva parado e eu comecei a beijá-la. Deitei ao seu lado e ela deitou novamente sua cabeça em meu peito. Trocamos olhares, sorrisos, palavras amorosas e conversamos sobre como o filme tinha sido ótimo.
—  Bruno Estevam (Sexualmente falando)

Eu estava pensando em quanto sou diferente das minha amigas, tanto na estética quanto na personalidade. Hoje, pela primeira vez, eu vi as coisas que sempre me fizeram me sentir diferente. Elas tem o rosto perfeitinho, enquanto eu tenho centenas de sardas. O cabelo delas sempre foi muito liso e longo, enquanto o meu é um bagunçado feito pra mim. Elas são todas fãs loucas pelo Shawn Mendes, enquanto eu faria de tudo para ir no show do AC/DC. Eu sei que o único musical que elas já viram na vida foi High School Musical, e elas nunca me perguntaram e por isso nunca descobriram que meu musical favorito é “Grease- Nos tempos da brilhantina”. Elas estão sempre com as roupas do momento, enquanto minhas camisetas de bandas de Rock Clássico nunca caem no meu conceito de moda. Por mais que eu goste dessas minhas amigas e com todos esses anos que eu dividi com elas, finalmente pude concluir que infelizmente elas são pessoas que sabem quem são, mas não sabem quem podem se tornar, sempre em busca de uma utópica perfeição e fazendo o possível para serem iguais as garotas que já existem, e por isso dizem palavras bonitas sobre os paraísos que querem encontrar, mas não sabem ainda que não se pode achar o paraíso na porta de casa.

- Maluh 🌙

Taeil, Hansol, Johnny, Taeyong and Yuta Reaction when they see their girlfriend on all fours on the floor wearing only their t-shirt(  Quando sua namorada está vestindo apenas sua camisa de quatro no chão)

-Adm Myuta-

Taeil: IT’S TODAY! // É HOJE!

Originally posted by nctlife

Hansol: * Starts preparing his mouth * // *Chega preparando a boca*

Johnny: Nice t-shirt baby *Malicious smirk* // Bela camiseta gata *Sorriso malicioso*

Taeyong: *Start to take off his clothes* // *Começa tirar a roupa*

Originally posted by t-yong

Yuta:Huh… Wait, is that my new t-shirt? Who let you use it? // Hã… Espera, essa é a minha camiseta nova? Quem deixou você usar isso?

Iemanjá benzer

Agora você quer um poema bonito. Um conto que trace a linha do nosso desespero. Um verso que recomponha a distância. Uma faca que corte a carne da saudade exposta na pia toda vez que cruzo a sala e sinto teu cheiro adormecido na cozinha. Agora você quer cancelar os sábados e extinguir os domingos que matávamos abraçados numa rede puída da varanda de gozos com a tevê ligada baixa no faustão. Quer me ver naufragando nas calçadas. Em bancos de praças. Em balcões de bares tomando cerveja de 4 reais. Quer que mendigue meus livros que sempre começam no preço de 40 reais e morrem nos 15 pra comprar mais uma dose de algo que esquente por dentro. Você quer me ver fodido voltando derrotado com uma muda de roupas para casa dos meus pais. Quer me ver na lama sujando a camiseta da minha banda predileta. És tão ambígua como o tempo. És tão cínica e meiga como o principio da tempestade. És tão devassadora como um tornado com nome de Maira. Agora fiquei forte. Não tropeço mais para virar samba. Virei alambrado que não cai no grito de gol da torcida adversária. Virei cão vacinado contra a raiva. Não lato mais. Só escrevo coisas que não tem nada a ver com você. Agora quem equaliza o som das ondas quebrando nas minhas costas sou eu. O mar me respeita. Você foi um soneto que escrevi na beira da praia e as águas levaram para Iemanjá benzer.

Diego Moraes

Enquanto durmo..

Hoje eu acordei diferente, querendo abrir a janela do meu quarto para entrar luz, sair para fora para tomar um sol, sentar na mesa para tomar café, passar uma maquiagem diferente talvez e colocar aquela blusa rosa claro quase um branco que esta bem em baixo da minha pilha de camisetas pretas, ir a praça passear e conhecer gente nova, aproveitar o dia… Mas sabe o que é? É que já é quase meio dia e eu tenho que interromper este sonho, levantar da cama, colocar uma roupa, pegar minha xícara de café preto, e terminar de colocar minhas pulseiras, porque tenho que ir a escola mesmo que eu não tenha vontade nem de sair da cama, do meu quarto, da minha solidão, apesar que mesmo eu saindo na rua e que ela esteja repleta de pessoas isso não faria diferença alguma pra mim porque a menina que acordou diferente com vontade de aproveitar o dia ficou lá… É lá nos meus sonhos!

A lua litorânea:

A lua litorânea é diferente, tive a certeza hoje enquanto sentada em cima da minha camiseta, chorava. O motivo do choro é longo e a lua estava levantando-se no céu de breu. Ela poderia estar alinhada com o mar, mas estava alinhada com o Canto do Forte, subindo vermelha através do monte. Observei o espetáculo, devagar. Devagar também meus soluços pararam, minhas lágrimas secaram com o vento. A boca ainda estava contraída e a alma ainda agora está destroçada, mas a lua meus amigos, estava linda demais. Ela me veio na cabeça, nossa ligação anterior. O jeito que desejei estar com ela na outra noite, desejei tão fortemente que ela estivesse comigo nesta noite. Apenas o toque, a voz e ela. Pedi a Deus para que ele tirasse os pensamentos negativos de mim, pedi a Lua que me trouxesse o que é de meu destino. Chorei de novo, fiquei com receio do meu biquíni encharcar de lágrimas. Mas não encharcou, quando choro não choro muito, mas me dói e corrói. Sinto que estou morta por dentro, apesar da lua linda.

PREFERENCE #631: CARÊNCIA (?)

Harry:
Entrei em casa e um ar quente logo se chocou contra minha face, não era exatamente muuuuito quente, mas reconfortante. S/N estava na cozinha e alguns agrados estavam sobre o balcão. Tirei meus casacos e me sentei próximo ao balcão sem que ela notasse minha presença, comi um ou dois biscoitinhos que ali estavam. Vê-la com apenas minha camiseta sobre o corpo era simplesmente a coisa mais apaixonante do mundo, suas pernas desnudas e seus cabelos bagunçados sobre as costas me fazia lembrar a quanto tempo eu sentia falta de ficar deitada com ela durante horas. O dia era frio e cinzento, lá fora chovia um pouquinho e o vento era assustador. O céu estava a meu favor.
Ela me olhou e deu um sorriso sapeca vindo em minha direção e se encostando em meu peito, suas mãos pequenas faziam cafuné em meus cabelos, por Deus. Apertei meus braços em sua cintura e sussurrei baixinho em seu ouvido “Vamos pro quarto”, ela assentiu e deu um beijinho em meus lábios. Tirei o sapato que usava e me deitei junto a ela na cama, colocando o cobertor ao nosso redor, meus beijos passeavam por seu corpo e ela, mesmo com os olhos fechados eu sabia, ela sorria.
— Hazz – ela murmurou e segurou meu rosto com as mãos – Amor, você está bem?
– Que? – perguntei um pouco confuso, confesso.
– Você tá carente.
– Não, eu não estou carente – resmunguei e me sentei na cama – Eu não posso nem ser romântico com você mais, ninguém merece.
– Não estou reclamando, amor – ela disse baixinho e me puxou pra me deitar ao seu lado – Vou ficar o dia inteiro te dando beijinhos.
– Sabe – murmurei com meus lábios próximos ao seu – Eu estou um pouquinho carente – ao me ouvir dizer tais palavras ela sou um “ará” e sorriu, me dando beijinhos – Carente dos seus beijos.

Liam:
– S/N – gritei enquanto a abertura da série começava – VEM LOGO, PELO AMOR!
– Calma – resmungou e colocou o pratinho com umas torradinhas na mesa de centro – Que horror.
– Deita aqui comigo – apontei pra baixo da coberta e ela fez o que eu pedi. Assistimos á diversas séries e alguns filmes a tarde inteira, ela adormeceu em meus braços e ao despertar me deu vários beijinhos no rosto.
– Amor  – me chamou com a voz um pouquinho embargada pelo sono  – Li.
– Oi  – respondi baixinho e dei um beijo em sua testa
– Tudo bem com você? – me perguntou e arqueei a sobrancelha, logo um sorriso surgiu em seus lábios  – Você está meio, hm, digamos que grudento hoje. Me fez deitar aqui e ficou me fazendo cafuné o dia inteiro. Sabe eu não estou reclamando, mas é que, você não é disso, e pra deixar claro eu adoro isso, mas é incomum sabe?
– Nunca entendo as mulheres  – disse baixinho e ela sorriu, deitando a cabeça sobre meu peito, gargalhou enquanto minha mão fazia carinho em seus cabelos  – Eu acho que é só saudade.
Saudade de você, pensei comigo mesmo.

Louis:
Levantei logo após sentir a ausência de S/N ao meu lado na cama, vi que era mais ou menos duas da manhã e caminhei até o quarto ao lado e logo minha desconfiança estava confirmada. S/N levantara para amamentar Lucy. Suas costas estavam inclinada para frente, na altura de que seu seio estive na boquinha da pequena menina em seu braço, seu cabelo jogado pelas costas e suas curvas através da minha camisa em seu corpo estavam, devido a gravidez, irresistíveis. Foi preciso que ela mexesse comigo para que eu me desse conta de que eu a estava observando a alguns minutos.
– Louis? – sussurrou baixinho arrumando a camiseta sobre suas pernas  – Vamos deitar?
– Amor  – disse seguindo-a para nosso quarto, ela se deitou calminha e puxou o cobertor sobre seu corpo, murmurou um “hm” e então eu apaguei a luz e fui me deitar ao seu lado. Beijei seus ombros e me abracei a ela  – Eu estou com saudades.
– Hã? – resmungou baixinho e logo sorriu, eu não via mas sentia  – Como assim, Lou?
– Saudades  – repeti baixinho  – Eu quero que você fique me fazendo cafuné.
– Você sabe que sou eu quem deveria estar pedindo isso  – ela disse baixinho, sussurrando como se fosse um segredo, quem sabe era. – Mas ouvir que você está com saudades do meu ‘cheiro’ é bem apaixonante.
– “Saudades do meu cheiro”, S/N? – perguntei baixinho, rindo de sua expressão
– É amor, assim, olha  – ela disse sorrindo e se aproximou de meu pescoço, deu um beijinho ali e depois sugou meu perfume, me causando arrepios, gargalhei com aquela ‘coisa’, e ela fez novamente mas logo selou meus lábios, para que eu não fizesse barulho.
– Se tem uma coisa que eu gostei  – disse baixinho, dando um beijo em sua bochecha  – É desse tal de ‘cheiro’.

Niall:
Estávamos num encontro com a família de Niall e embora estivesse pouquinhas pessoas, estava me enfadando um pouco. Niall havia acabado de voltar de turnê e logo fomos chamados para o pequeno evento, ele ficou um tempinho com os convidados mas logo foi tirar uma soneca no quarto. Quando ele voltou disse que não conseguiria dormir se eu não me deitasse com ele, coisa que eu neguei óbvio, iriam todos achar que estávamos transando.
– Amor  – sussurrou baixinho e me abraçou pelas costas  – Eu não consigo dormir. – seus olhos estavam murchinhos e sua cara toda amassada. Dei um beijinho em seus lábios e ele encostou sua cabeça em meu dorso.

Zayn:
S/N estava sentada na cama encostada na cabeceira da cama e lia um livro (que eu diria que mais se parecia uma enciclopédia de tão grande, pelos céus), seu óculos estava na ponta do nariz e era simplesmente a mulher mais linda do mundo com uma carinha de sono e ainda sim me esperando.

– Zayn – ela sorriu ao me ver, tirei toda minha roupa ficando apenas de boxer e me deitando ao seu lado  –  Tudo bem?

– Eu acho que não  –  respondi e tirei o livro de sua mão recebendo um gemido de reprovação, por ter feito ela perder a página. Isso iria render uma boa discussão mais tarde. Apaguei a luz e deixamos apenas o abajur ligado. – Eu estou sentindo uma coisa.

– O que? Você está doente amor?

–  Calma!

– Aonde está doendo, Zayn?  – perguntou desesperada e eu sorri.

– Não é uma dor, é só que eu estou sentindo algo diferente.

– Dor de dente?

– Para de tentar adivinhar, que saco! – resmunguei.

– Então fala, filho de Adão.

– Pare de falar assim comigo  –  resmunguei e ela sorriu, fazia carinho em meus cabelos.  –  Eu estou sentindo saudades de seus carinhos, e isso é super esquisito. Eu nunca senti algo assim, e meio que dói sabe? Eu fico imaginando você me acordando com beijinhos enquanto estou na turne.

– Idiota  –  resmngou e me deu um peteleco seguido de um beijinho doce.  – Pensei que fosse sério!

– Mas é!  – respondi e ela gargalhou baixinho  –  Eu poderia morrer sem seus beijos.

– Bobo  – retrucou e agora beijou meus lábios.  – Bobo e carente.

Ew.

//manuuu

eu estou fumando, sentado no sofá, quando você vem engatinhando até onde estão os meus pés, e começa a chupar dedo por dedo. estico minha mão, te oferecendo o cigarro, você traga sem tirar o cigarro dos meus dedos, solta leves tossidas e começa a lamber minhas pernas, sempre subindo com sua boca. da forma que você fica, posso tocar sua boceta com o meu pé, sobre sua calcinha, você me olha, mordendo os lábios, se aconchegando sobre as minhas pernas. então, lentamente sobe no sofá, esfregando o corpo ao meu, lambendo o meu rosto por inteiro, mordendo minha camiseta, tenta me olhar, esperando a permissão que lhe dou com o olhar. babe, você faz tudo para me agradar, você gosta dessas coisas nojentas que aprendeu comigo, nunca esqueça que não precisa esconder algo que você gosta, eu amo quando você toma a atitude e arranha o meu pescoço como se fosse arrancar um pedaço de mim, eu sempre peço pra você fazer novamente e você sempre faz.

pedro (00008b)

Por que não tira essa roupa toda? Pegue uma de minhas camisetas largas, e a use somente com meias. Deite-se em mim, aqui perto da lareira está tão mais aconchegante. A neve que cai lá fora é só um detalhe para fazer com que fiquemos juntos aqui dentro. Conte-me mais sobre os livros que gosta de ler, tome um bom gole de vinho, aprecie esse jantar que fiz para nós dois. Vamos rir de qualquer coisa, vamos jogar água um no outro ao em vez de lavar a louça como pessoas adultas. Escolhemos um filme para passar a noite em claro… Qualquer coisa que me faça ficar perto de ti, de seu corpo. Qualquer coisa que me faça sentir o gosto do seu beijo, ou o toque suave de sua pele. E se acordarmos juntos na manhã seguinte, terei plena certeza que te quero, e quero muito bem.
—  Liberum Animae.

acertei uma mosca com a minha camiseta, ela caiu na cama. fui no banheiro pegar papel higiênico pra jogar ela no lixo e quando voltei ela não estava mais lá. medo.

Os seus pés descalços andando no chão gelado da minha casa. Você usando a minha camiseta mais velha, e agora a mais bonita, a mais cheirosa. Dá até pra arriscar gostar de você se eu tiver que assistir isso toda manhã. Sem maquiagem, cabelo bagunçado, tentando esconder o rosto, “Para, eu tô feia”. E eu fico em silêncio, te entregando no olhar apaixonado como é gostoso acordar com você. Vem cá, que hoje tem carinho, e amanhã também.
—  Bruno Fontes.

One Shot com Niall Horan.-Momento inoportuno.

Pedido:faz um imagine c.m o niall, que eles estão no maior clima (amassos e chupões) PS (pode ser mais do que isso se vc quiser) aí o primo do niall, de preferência o deo ligue pra ele, e a s/N paga um boquete pra ele, enquanto ele fala no telefone

Espero que goste <3


Sorri ao ver s\n entrar na sala vestindo uma camiseta minha, larguei o violão ao meu lado e a chamei com um dedo, com um sorriso malicioso nos lábios ela se aproximou lentamente, sentou em meu colo, colocando uma perna de cada lado do meu corpo e me beijou.

Penetrei minhas mãos por baixo da camiseta, acariciei suas costas com a ponta dos dedos e desci meus beijos para o seu pescoço, s\n suspirava enquanto rebolava em meu colo.

Arranhei as costas de s\n de leve e deixei um chupão na pele do seu pescoço, s\n agarrou a barra da minha camiseta e a levantou, logo a jogando-a em um canto. Tirei a camiseta de s\n e sorri ao vê-la sem sutiã, tomei um dos seus seios com meus lábios e o chupei, mordi o mamilo rosado e a ouvi gemer, s\n levou as mãos até os meus cabelos e os puxou de leve, podia sentir minha ereção já presente. Parei meus beijos quando ouvi meu celular tocando.

-Ignora.-s\n disse tentando me beijar, tirei meu celular do bolso e bufei ao ver o nome de Deo na tela.

-Pode ser importante.-Sussurrei ao sentir mais alguns beijos no pescoço.

-Duvido que seja.-Disse voltando a rebolar.

-s\n, eu realmente preciso atender.-Minha namorada bufou e se levantou do meu colo, sentando ao meu lado.-Deo?

-Niall, como você está?

-Bem, mas por que me ligou?-Perguntei suspirando.

-Ei, calma amigo.-Riu.-Quero saber se vai vir assistir o jogo do Real aqui em casa.

-Jogo?-s\n bufou ao ouvir a palavra, então um sorriso sacana apareceu em seus lábios.

-Sim, vai ter um amanhã, você vem?-s\n se levantou e parou em minha frente, de joelhos.

-Eu não…eu não sei.-Suspirei ao vê-la abrir o zíper da minha calça.-O que você está fazendo?-Perguntei sem som a ela que apenas sorriu.

-Qual é cara, você sempre vem.-cerrei meus olhos ao sentir sua mão em cima do meu membro.

-Deo, eu vou ver, okay?-s\n puxou minha cueca para baixo e sorriu ao ver minha ereção.

-Tá, ei, vamos almoçar juntos amanhã?-Joguei minha cabeça para trás ao sentir s\n por meu membro em sua boca e suga-lo levemente.

-Cla…claro.-Mordi meu lábio inferior, ergui minha cabeça e a observei, s\n passava língua pela cabeça do meu pau, com um sorriso descarado.

-Niall, você está se sentindo bem?-Deo perguntou quando deixei um gemido baixo escapar.

-Estou, ótimo.-Disse passando a língua entre os lábios, s\n passou a mão pela minha extensão.

-Okay então, nos vemos amanhã, depois te mando uma mensagem para combinarmos o lugar para o almoço.

-Ótima ideia.-Disse cerrando os olhos quando s\n sugou a cabeça do meu pau.-Tchau, Deo.-Não esperei que ele respondesse, deliguei e me ajoelhei no chão, agarrando s\n e a beijando.-Você não tem medo do perigo?

-Não.-Sorriu sacana.

-Vamos para a cama?-Perguntei mordendo o lábio inferior, s\n sorriu e se levantou, me levantei e corri com ela para o nosso quarto, joguei-a na cama e subi em cima dela.

Arranquei a calcinha de s\n e tirei minha calça junto da cueca. s\n abriu as pernas e sorriu descaradamente, engatinhei pela cama e subi em cima dela, s\n colocou as pernas na volta da minha cintura, me arrumei e a penetrei.

Nosso ritmo era rápido, podia ouvir nossos corpos se chocando, s\n gemia em meu ouvido e arranhava minhas costas.

-Oh, isso.-Suspirou.-Vai Niall.-Sussurrou em meu ouvido, ela movia sua cintura, fazendo com que eu entrasse mais profundamente.-Eu estou tão perto.-Disse mordendo o lábios.

-Goza pra mim, amor.-Disse aumentando a minha velocidade, os gemidos de s\n aumentaram e os meus também. Espasmos de prazer me atingiram,  agarrei a bunda de s\n e entrei o máximo que pude, s\n gritou  e eu me esvaziei dentro dela.-Oh.-Gemeu sem fôlego. Me joguei para o lado e a puxei.

-Pense no que vai fazer na próxima vez que alguém me ligar.-Pisquei-lhe um olho.

Sei que você deve achar que nunca mais conseguirá transar na vida, que ninguém nunca pedirá pra ser seu marido e aquela coisa de felicidade está cada vez mais longe, ou que todas as estrelas da sorte daqui a pouco cairão na sua testa. Mas pelo amor dos céus, é só um relacionamento falido, mais um, grande áfrica. Olha o lado bom, chora hoje, deixa seus olhos líquidos escorrerem toda essa maquiagem fúnebre, desenha com rímel preto um novo dia na minha camiseta. Amanhã, de rosto novo, a gente pinta uma carinha feliz e circense, e eu te levo de carro pra ver o mar. Ninguém vai perceber seu riso postiço, o mundo inteiro vai estar ocupado sorrindo com você. Confia em mim, às vezes quem está de fora enxerga melhor. E daqui vejo seu sorriso, sei bem do que ele é capaz de fazer.
—  Gabito Nunes.
Seu cheiro ficou. No sofá que você acabou adormecendo aquela noite. Na minha camiseta favorita, suja de maionese que você derramou sem querer. Na toalha que você usou para se enxugar no domingo. No meu ursinho que ficava no quintal jogado no chão, mas você cismou em pega-ló e coloca-ló sobre minha cama. Até nas cortinas da sala, onde você se escondia de mim quando aprontava. Seu cheiro ficou, em mim.
—  Diário de Veneza.

One Shot com Niall Horan.- Mom!

Caminhei até s\n e a abracei por trás, pela primeira vez na semana estávamos só eu e ela em casa, eu adorava passar um tempo com minha mãe, amava a ideia de te-la em casa, mas s\n me negara sexo desde que ela entrou pela porta da frente.

-Niall, o que está fazendo?-Perguntou se soltando e me olando.

-Minha mãe saiu.-Disse com a voz rouca, s\n não disse nada, me puxou para um beijo, urgente e molhado.-Estava sentindo fala de você assim.

-Assim como?-Perguntou com um sorriso malicioso nos lábios.

-Quente.-Falei empurrando-a até a cama. Desci meus beijos do pescoço de s\n até seu peito, beijando o decote da camiseta. Levei minhas mãos a barra da mesma e me livrei dela, o sutiã discreto conseguiu me exitar.

-Niall.-s\n sussurrou meu nome quando sentiu minha língua penetrar entre o espaço dos seios. Passei minhas mãos pela barriga de s\n até chegar no cós de sua calça, abri-a e coloquei minha mão dentro da calcinha, já molhada da minha mulher, um gemido fraco foi dado quando meus dedos entraram em contato com a intimidade dela. s\n ergueu o quadril, tomando mais contato com meus dedos, penetrei um na intimidade da garota e a senti vibrar, os gemidos ainda baixos que saíam de sua garganta serviam para me deixar mais duro que que já estava.-Está gostando, amor?-s\n não respondeu, apenas movimentou a cabeça positivamente.

-Querido, você não tem uma toalha para me…-A voz conhecida me fez sair de cima de s\n. Minha mão estava parada, estática a nossa frente.-Meu deus, me desculpem!-Ela disse se virando, s\n se deitou de bruços e escondeu o rosto em um travesseiro.

-Tem toalha naquela gaveta.-Disse apontando para a mesma, minha mãe corre até o lugar, pegou uma toalha e saiu do quarto.-Amor…-Disse me virando.

-Nem pense em continuar a falar, Horan.-Disse se levantando e fechando as calças.-Acho melhor você ir ao banheiro.-Disse deixando um pequeno selinho em minha boca.