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anonymous asked:

Wait why is Sarah j mass receiving so much hate right now??

Basically everyone is upset about their ships and they don’t want Sarah to mess up their perfect little head cannons. So you probably have noticed in the majority of ya books the main character has a love interest and once said love interest and the main character start dating, they become endgame and nothing can ever break them apart. Though love triangles try to make the romance interesting, it’s almost always obvious who the main character will end up with. However throughout the Throne of Glass series Aelin has been will more than just one or two guys.

Here’s the breakdown:

Assassin’s Blade - Sam Cortland

Throne of Glass - Dorian Havilliard

Crown of Midnight - Chaol Westfall

Heir of Fire - No one

Queen of Shadows - Rowan Whitethorn

Empire of Storms - Rowan(?)

Anyway the majority of people invested a lot of //feelings// and time into Dorian and Aelin, but in Crown of Midnight when Aelin and Chaol became a couple people were outraged because this doesn’t follow the typical ya formula. Like “How on earth can she date Chaol and not have any lingering feelings for Dorian?” or “Doraelin for life!!! She HAS to end up with Dorian because they are meant for each other!”. The same thing happened when Aelin starting dating Rowan and broke up with Chaol. The outrage in the fandom was unbelievable and you wouldn’t believe the shit I still see on my dash of people trying to tear down other people over their personal opinions. Everyone is entitled to their own opinion but that does not mean they have the right to shit on other people because their opinion differs. 

These fans completely disrespect Sarah’s choices as the AUTHOR of the series. She has invested countless hours and didn’t choose off the top of her head to suddenly have Aelin date someone else. She knows her characters the best and knows that they are dynamic and what they wanted before is not necessary what the want now. ANYWAY this is Aelin’s story about reclaiming her throne, WE ARE NOT READING THE BACHELORETTE! This series has a lot more going for it besides the romance and most people are abandoning this series simply because Aelin isn’t with who they want her to be with. They don’t recognize that  Sarah will do whatever she wants with her characters and her story because THEY ARE HERS TO BEGIN WITH! We are allowed to disagree with the choices she makes as the author, but we have to right to jump in and try and tell her how her story should go.

Plus if people keep straight up dissing Sarah unabashedly, do they really think she will continue writing? Do you think she will enjoy writing when she already knows the backlash she will receive from her “fans”? The answer is no. Finally, if you are the type to send hate and try to ruin something as amazing as this series for other people, please don’t consider yourself a fan because you aren’t.

tldr: Sarah has written a series that completely destroyed the classic “one boy for life” equation that most books in her genre follow and people are upset because they forget that this is Aelin’s story of reclaiming her throne and not The Bachelorette.

I Respect Sarah J. Maas and Her Books

I’m just going to put this out there in case anyone makes the mistake to confuse my posts.

Regardless of what others believe and say; I respect Sarah J. Maas and how she chooses to right her books. 

These are HER books. Not yours. If you do NOT like it, cool. But to sit in the fandom and make others feel bad or threatened about enjoying an author who may or may not have written something you want to read is YOUR problem. (PLUS THE BOOK ISN’T EVEN OUT YET JFC).

I, for one, can say that I will respect others’ decision not to like or read the book. But above all, I respect Sarah Maas for all she has done for myself and this fandom for her books. 

This has been a general PSA

- Eu sei quem sou!

E Deus disse:

- Que bom! Quem és tu?

E a Pequena Alma gritou:

- Eu Sou Luz!

E Deus sorriu.

- É isso mesmo! - exclamou Deus. - Tu és Luz!

A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.

- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.

Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava.
A Pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era.

Então foi ter com Deus (o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É) e disse:

- Olá, Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?

E Deus disse:

- Quer dizer que queres ser Quem já És?

- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a Pequena Alma.

- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.

- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.

- Bem, acho que já era de se esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada.

Depois a sua expressão mudou.

- Há só uma coisa…

- O quê? - perguntou a Pequena Alma.

- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és. Por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.

- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.

- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, zilhões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. Não seria um sol sem uma das suas velas… e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E, no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz? - eis a questão.

- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma mais animada.

Deus sorriu novamente.

- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.

- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.

- É aquilo que tu não és - replicou Deus.

- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.

- Só se o escolheres. Na verdade, não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos inventando tudo. Estamos fingindo.

- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.

Depois, Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exatamente o oposto.

- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é - disse Deus - Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então, saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!

- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.

- Claro! - Deus riu-se. - Claro que podes! Mas lembra-te de que “especial” não quer dizer “melhor”! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos se esqueceram disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!

- Uau - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. - Posso ser tão especial quanto quiser!

- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?

- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. - Não estou entendendo.

- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?

A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.

- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma - É especial ser prestativo. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.

- Sim! - concordou Deus - E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.

- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. - Quero ser a parte de especial chamada “perdão”. Não é ser especial alguém que perdoa?

- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.

- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.

- Bom, mas há uma coisa que devias saber - disse Deus.

A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente.
Parecia haver sempre alguma complicação.

- O que é? - suspirou a Pequena Alma.

- Não há ninguém a quem perdoar.

- Ninguém?

A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.

- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta.

Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que tinha se aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados - de todo o Reino - porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava tendo uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles diziam.

Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.

- Então, perdoar quem? - perguntou Deus.

- Bem, isto não vai ter graça nenhuma! - resmungou a Pequena Alma - Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.

E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste.

Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:

- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.

- Vais? - a Pequena Alma animou-se. - Mas o que é que tu podes fazer?

- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!

- Podes?

- Claro! - disse a Alma Amiga alegremente. - Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.

- Mas por quê? Por que é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. - Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?

- É simples - disse a Alma Amiga. - Faço-o porque te amo.

A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.

- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga - tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançamos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançamos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos lugares. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau - fomos ambas a vítima e o vilão. Encontramo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.- E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a “má” desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.

- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.

- Oh, havemos de pensar em alguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.

Então, a Alma Amiga pareceu ficar séria, e disse numa voz mais calma:

- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?

- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.

- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não-muito-boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E, por isso, só te peço um favor em troca.

- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: - Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!

Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.

- O que é? - perguntou a Pequena Alma. - O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!

- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.

E, então, a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.

- O que é que posso fazer por ti? - perguntou novamente a Pequena Alma.

- No momento em que eu te atacar e ferir, - respondeu a Alma Amiga - no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento…

- Sim? - interrompeu a Pequena Alma - Sim?

A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.

- Lembra-te de Quem Realmente Sou.

- Oh, não me hei de esquecer! - gritou a Pequena Alma - Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.

- Que bom, - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar fingindo tanto, que eu própria vou me esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar as duas de Quem Somos.

- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. - Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva - a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.

E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.

E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito.

“Lembra-te sempre,” - Deus aqui tinha sorrido - “não te enviarei senão anjos”.

Eu não esqueci….

-…..—==II==—-…..-

Direitos Autorais:
Autor do livro “Conversando com Deus”

First off I am a huge Chaol fan. The only reason I continue this terrible series is because he is one of my favorite characters of all time. This is not meant to be hate.

I realized something after reading Chaol’s short story in EOS. As mentioned in the story, Chaol would never choose Aelin over Dorian. He would’ve gone with her in COM only because, at the time, he thought Dorian was safe and that the King would never hurt his own son. I think SJM realized this, and decided after HOF that it would be best for Aelin and Chaol to go their separate ways but still be friends. Because of this, Maas needed someone else for Aelin… enter Rowan. (I never would’ve chosen Rowan as love interest because of how their friendship began in HOF i think it sends a bad message to young people but thats a different rant)

During HOF it’s pretty clear Rowan doesn’t really have a lot going on with him expect being Maeve’s bitch. Therefore it would be easy to make Rowan Aelin’s new love interest; the readers are familiar with Rowan and at the end of HOF people liked him. I liked him as her friend and mentor but nothing romantic. But let’s be honest, Rowan’s sole purpose after HOF is to be Aelin’s love interest. 

The problem with this switch in love interest, for me, was that it was very poorly executed, not that it happened. I could’ve accepted this easier if Maas had written it properly. I think SJM was trying to walk a fine line, which was how to make readers accept Rowan and realize this was the best choice without utterly destroying Chaol’s character (as was done with Tamlin). Since this point, Maas has spent a lot of time backtracking from things written in COM (I’ll always choose you) and in HOF (Rowan’s having a mate). I think the situation was delicate and called for more of Maas’ attention in QOS which she just didn’t give. And honestly SJM just isn’t a strong enough writer to pull this switch off.  (This is evidenced by her using the same plots in ACOMAF as in TOG and repetitive phrases in both of her series.)

Because of my realization I going to try and give this series another chance with that in mind. Sarah is trying to fix something by doing what she thinks best for the story. Because she isn’t a strong writer its coming off poorly. If I remember these things I can finish this series and hopefully like the outcome. I do have other grievances like why is every character obsessed with Aelin or painfully beautiful, the lack of diversity, and why must every character be paired up with someone but these I’ll rant about later.