meu george

Já amei New York

Se alguém aqui chegou a acompanhar no outro tumblr me avisa, por favor… eu vou adorar saber  ❤ E para quem não conhece, espero que goste… beijocas ❤


Minha pequena mala de viagens já estava pronta no canto do quarto que eu dividia com meu noivo. Eu era escritora e faltavam poucos dias para o lançamento do livro que eu vinha a meses me dedicando; a única coisa que faltava era assinatura de alguns documentos para a minha turnê fosse confirmada e enfim eu sairia viajando pelos Estados Unidos com a sua divulgação.

Eu retirava o carro da garagem para ir até a editora, acho que hoje seria o dia mais especial da minha vida, definitivamente estaria realizando meu maior sonho, seria oficialmente uma escritora com um livro publicado; imagino estar caminhando por um shopping quando esbarro em uma livraria com meu livro na vitrine.  

Eu tinha uma reunião agora na primeira hora da manhã e já estava na metade do caminho quando senti falta do meu celular. Fiz o retorno mais rápido possível e voltei para casa. Entrando na garagem notei o carro de George estacionado de qualquer maneira em sua vaga. Estranhei encontrar a porta da frente de nossa casa aberta assim como estranhei as roupas de meu noivo jogadas pelo chão da sala junto com roupas femininas que não eram minhas.

Subi os degraus que me levariam ao segundo andar sem respirar direito, minha cabeça girava e foi ao chegar na porta do quarto que eu dividia com George que meu coração se quebrou e meu mundo parou, definitivamente.

Nos conhecemos em uma festa na faculdade onde tínhamos amigos em comum, quando completamos cinco anos de namoro e o pedido de casamento veio, decidimos que compraríamos uma casa juntos.

Recordo quando George me pediu em casamento, meu primeiro impulso foi negar e dizer a ele que estávamos indo rápido demais. Mas, George me abraçou, disse que me amava e que seriamos felizes. Marcaríamos o casamento para o dia em que comemoraríamos nosso aniversário de namoro, no ano seguinte. Mas via como tudo, valia nada para ele

Ver George suado em cima de uma loira peituda gemendo o nome dele me causou um nojo. Quando tínhamos um mês de a namoro, o vi com outra garota, mas minha inocência não permitiu ver maldade em uma simples conversa e olha só onde eu vim parar, vendo meu futuro marido com uma qualquer na nossa cama, na minha cama.

Eu já conseguia sentir meu rosto quente, a raiva me consumindo e a única vontade que eu sentia era de arrastar os dois pelos cabelos e atira – lós no meio da rua. Mas uma maldita corrente de ar passou pelo corredor empurrando a porta que me apresentou com um rangido. No instante que eles olharam para porta, George arregalou os olhos e saiu de cima da garota procurando sua cueca enquanto ela se cobria com o lençol.

- Amor, está em casa? Olha, não é isso que você está pensando! Eu juro! – George vinha em minha direção com a culpa visível em seus olhos.

- Óh, é claro que não é o que eu estou pensando. George, meu querido, pode voltar a fazer o que você estava fazendo. Só preciso da minha mala. – Entrei no quarto bufando tirando George do caminho.

- Mala? Amor, não! Ei, (S/N), você não pode ir embora, não assim! – George segurou meu braço e eu olhei para o mesmo com nojo, desvencilhando do toque.

- Não toque mais em mim, e muito menos me chame de amor. Não quero mais ver você na minha frente. – O empurrei.

Assim que peguei a mala e encontrei meu passaporte, desci as escadas o mais rápido que pude. Quando cheguei novamente na garagem e entendi o motivo do carro de George mal estacionado, retirei a chave de casa do meu bolso arranhando toda lateral do audi preto que George tratava como uma criança. Como uma pequena lembrança deixei meu chaveiro em cima do carro.

Depois de entrar no meu carro e sair da garagem, me senti sem rumo entrando na via expressa; foi nessa hora que as lagrimas começaram a rolar pelos meus olhos sem controle. Por não conseguir enxergar a estrada direito, estacionei o carro no primeiro acostamento que encontrei no caminho. Os soluços soaram altos para o carro silencioso e as lágrimas teimosas insistiam em continuar a cair.

Depois que consegui me acalmar uma ideia passou pela minha cabeça e era ela que eu colocaria em prática. Após apertar alguns botões no painel do carro estava confirmada a ligação para minha mãe.

- (S/A)? Minha filha? Onde você está? George me disse que você saiu de casa!

- Mamãe, eu preciso que alguém vá buscar meu carro no aeroporto.

Depois da passagem comprada, ainda teria duas horas e meia dentro do aeroporto, tive sorte por encontrar um voo no mesmo dia, e como o valor acabou sendo alto, paguei com as milhagens de George e pedi total sigilo em relação a compra. Como tínhamos uma conta conjunta para o casamento nem questionaram muito.

Caminhando pelo aeroporto encontrei uma Starbucks praticamente vazia e foi em uma das mesas mais distantes em que eu me refugiei com um cappuccino quentinho.

Hoje pela manhã, quando me arrumei para ir a editora, escolhi colocar um vestidinho florido com alguns tons de rosa; parecia ser o certo, tons felizes para um momento feliz, agora parecia tudo tão triste; eu me sentia suja, mesmo que a culpa não tenha sido minha.

Uma vez fui contratada como freelance por um jornal conhecido em NY para falar sobre traição, eu tinha um espaço para 500 palavras, mas em 269 palavras escrevi todo conhecimento que eu tinha sobre o assunto e agora vejo o quão fui idiota de não ter usado o limite. Parece que enquanto não sofremos na pele não podemos opinar, não podemos esperar que as pessoas entendam aquilo o que não aconteceu com elas. Hoje, se fosse contratada para o mesmo serviço, teria extrapolado o limite.

Como já estava mais calma e não aguentava mais meu celular vibrar decidi ver quem tanto me ligava. Assim que liguei o celular a tela de bloqueio denunciava mais de 20 ligações de George assim como mensagens de voz na minha caixa de mensagem.

Quando estava decidida a ouvir pelo menos uma das mensagens de George, meu celular começou a tocar novamente, mas dessa vez era minha mãe quem me ligava.

- Oi, mamãe!

- Onde você está?

- Já falei, mãe, no aeroporto. A chave do carro ficou no porta luvas. Não se preocupe, estou bem.

- Para onde você vai? E o seu livro? Todos na sua editora estão te aguardando para o almoço e as assinaturas!

- Não posso mais, mãe. Nada nesse país me prende mais. Minha vida não está mais aqui.

- Deixe de ser infantil, (S/N)! Você não pode abandonar tudo por causa de um rompimento. Você também pagou por aquela casa, você gastou muito tempo com seu livro, não pode dar as costas para tudo, não agora.

A voz da minha mãe não passava de um sussurro na última frase e quando desistiria de tudo, meu voo foi chamado.

- Mamãe, tenho que desligar agora. Assim que puder, mando notícias. – E encerei a ligação. Sai do café com meu copo ainda na mão assim como o celular. Quando me aproximei da lixeira para pôr o copo fora o “Mamãe” começou a piscar na tela. Quer saber, país novo, celular novo, número novo, adeus New York!

Imagine com Liam Payne

•Pedido

•Faz um imagine cm o Liam que eles são casados, ela trabalha na empresa dele e ele demiti ela que fica puta cm ele mas ele se redimi, eles podem ter uma filha ou mais se quiser.

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Trabalhar na mesma empresa que sua esposa não é nada fácil, ainda mais quando ela é ciumenta e acha que sua secretária dá em cima de você.

Sou casado com (S/N) a seis anos e temos dois filhos, George de cinco e Lexi de quatro meses, (S/N) passou dois meses longe da empresa, mas agora que ela voltou, posso dizer que ele voltou com tudo, não é que eu não goste de companhia dela aqui na empresa, é que as vezes ela me sufoca um pouco.

-Liam, chegaram esses papéis para você assinar.- Alysson minha secretária entrou na minha sala.

-Pode deixar na minha mesa.- respondi sem olhar para ela.

-Está tudo bem Lee?- ela me olhou sorrindo.

-É que estou meio estressado, minha mulher está me sufocando.- respondi sorrindo também.

-Entendo Liam, ela parece ser bem “grudenta”.- se sentou na minha frente cruzando as pernas, Alysson é uma mulher muito atraente, mas nunca trairia minha esposa.

-Sim ela é.- suspirei pensativo.

-Sabe Lee, você é sócio da empresa, tem tudo o que precisa, por que ela tem que trabalhar aqui?- Alysson perguntou me encarando confusa.

-Desde que trabalho aqui, ela já estava aqui, foi assim que nos conhecemos.- lembrei do dia que conheci minha princesa.

Assim que cheguei em Londres, virei sócio de Niall na empresa, logo ele me apresentou todos os funcionários, dentre todos uma me chamou atenção (S/N), uma moça linda que trabalhava no departamento de contabilidade, assim que nos conhecemos começamos a sair, e assim começamos a namorar, hoje somos casados e temos dois filhos lindos.

-Mas vocês não precisam disso, Liam ela só está te atrapalhando, você tem total estabilidade de sustentar sua família, você não precisa dela aqui.- pensando bem, Alysson está certa.

-Nunca tinha pensado nisso.

-Pensa bem Liam, vai ser melhor pra vocês, seus filhos precisam dela em casa.- ela disse e saiu do meu escritório.

-Ficou bastante tempo conversando com sua secretária gostosa.- (S/N) entrou em minha sala nervosa.

-Nós estávamos conversando sobre o trabalho.- já estava me exaltando.

-Sei… Bom, vou ter que ir pra casa George está passando mal, volto mais tarde.

-O que ele tem? Você não vai voltar mais tarde.- me levantei ficando em sua frente.

-Ele está com dor de cabeça, nada grave, e sim, eu volto pra terminar meu trabalho.- ela virou as costas e saiu.

Vou ter que tomar uma decisão, (S/N) não pode mais ficar aqui, seu ciúme me irrita, e seu papel de mãe está ficando de lado, já estava decidido, irei demiti-la.

☆♡Pov (S/N)♡☆

Cheguei em casa e fui direto para o quarto do meu filho, George estava deitadoa cama e a babá ao seu lado.

-Mamãe chegou meu amorzinho.- abracei ele.-Está melhor?

-Depois que eu tomei aquele remédio horrível, sim.- ele sorria pra mim.

-Que bom meu amor, descansa um pouco, mamãe vai ficar aqui até a tarde com você.- fiquei acariciando seus cabelos até ele dormir.

Passei no quarto de Lexi e ela estava dormindo como um anjinho, esperei mais um tempo até ter certeza que George estava bem e voltei para a empresa.

Assim que cheguei na porta da minha sala, algumas pessoas estavam tirando minhas coisas de lá, Alysson secretária de Liam, estava comandando eles.

-O que está acontecendo aqui?- perguntei para ela.

-Me desculpe Sra. Payne, mas você não trabalha mais aqui.- ela me disse com a maior naturalidade.

-COM ASSIM?- me exaltei no momento.

-Liam te demitiu.- ela sorriu vitoriosa.

-Ele não tem esse direito, vou falar com ele.- sai rumo sua sala mas Alysson me puxou de volta.-O QUE VOCÊ QUER?

-Liam está em reunião, ele não pode te atender agora, vá pra casa (S/N), você não trabalha mais aqui.- minha vontade era de quebrar a cara daquela vadia.

Não respondi nada, me virei e voltei para casa, como ele foi capaz de fazer isso comigo, sempre fui apaixonada por meu trabalho, trabalho lá antes mesmo de conhecer ele, estava muito magoada, nunca pensei que ele fosse capaz de fazer isso comigo.

Assim que cheguei, fui tomar um banho pra ver se relachava um pouco, passei a tarde brincando com meus filhos, mas nada tirava a tristeza que eu estava sentindo.

-George vamos dormir, já está na hora.- troquei sua roupa e o coloquei para dormir.

Voltei para meu quarto e encontrei uma coisinha brincando com os próprios pés, Lexi havia acordado enquanto eu fazia George dormir.

-Oi meu amor, mamãe está aqui.- fiz uma voz de bebê fazendo com que ele sorrisse.

Coloquei ela para mamar, já que fazia três horas que eu havia à amamentado, me encostei na cama e fiquei observando minha bebê, escutei a porta sendo aberta e Liam entrando. Ele se aproximou, e minha raiva foi subindo cada vez mais.

-Oi amorzinho.- depositou um beijo na testa de nossa filha.- Oi amor!- tentou me beijar mas desviei o rosto.

-Vamos dormir filha.- ignorei totalmente ele e fui para o quarto de Lexi.

Fiquei um tempo por lá, afim de chegar no quarto e Liam já estar dormindo, mas não foi como eu pensei.

-Por que você está estranha.- ele se sentou na cama me encarando.

-Eu não quero falar com você.- reapondi seca e me deitei virada de costas para ele.

-O que está acontecendo com você (S/N)?- me virei para ele.

-E você não sabe?! Você me tirou da empresa Liam, me demitiu, quem te deu esse direito?- O olhava com ódio.

-Eu sou o dono, faço o que eu quero lá dentro.- não aguentei e dei um tapa em seu rosto.

-VOCÊ ACHA QUE PODE MANDAR EM TODO MUNDO?! QUE VOCÊ É O TODO PODEROSO?! NÃO LIAM, VOCÊ NÃO É! VOCÊ ME HUMILHOU NA FRENTE DAQUELA PUTA DA SUA SECRETÁRIA, ELA PRATICAMENTE ME EXPULSOU DE LÁ, COMO SE ELA FOSSE SUA ESPOSA! ISSO ME MACHUCA LIAM, AINDA MAIS PELO FATO DE EU AMAR MINHA PROFISSÃO, SER APAIXONADA PELO QUE FAÇO, e você me tirou isso.- as lágrimas escorriam livremente em meu rosto.

-Eu não queria te magoar (S/N), mas já estava passando dos limites, seu ciúmes estava me irritando, e você passa tanto tempo longe de casa, longe de nosso filhos.- ele parecia estar arrependido.

-Eu só tenho ciúmes porque te amo, não aguento aquela sua secretária dando em cima e você, ficar te chamando por apelidos, entenda Liam, eu te amo e não suportaria te perder, e minha ausência nunca foi problema, sempre que tenho um tempo livre venho aqui em casa ver as crianças.- continuei chorando.

-Me desculpe minha princesa, eu não sabia que iria te magoar tanto, acho que passei dos limites, eu também te amo muito amor.- ele veio me abraçar.

☆☆Pov Liam☆☆

-Só te peço uma coisa, já que não trabalho mais com você, demita sua secretária também, não suportaria saber que vocês estão trabalhando juntos e eu não vou estar por perto.- meu coração se apertou na hora.

-Eu vou fazer isso amanhã mesmo meu amor, e você vai voltar a trabalhar lá, eu nunca deveria ter te demitido, amanhã você mesmo vai tirá-la de lá.- nos beijamos e fomos dormir.

-Fim de jogo piranha, você está na rua.- sorri ouvindo a conversa da minha esposa com minha ex secretária.

Essa mulher não tem jeito mesmo!

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Se tiver algum erro, me perdoem!

Espero que gostem, espero a resposta de vcs!

Yasmim:)