merdas

Ry andava pelos corredores do supermercado, empurrando o carrinho com uma mão enquanto segurava a filha no outro braço. Parou para pegar algumas frutas quando sentiu Heather mexer-se um pouco em seu colo ouviu a risadinha dela, que observava a pessoa logo ao lado. – Parece que ela graça de você. – Riu um pouco também, olhando a pessoa logo depois.

E eu fico aqui lendo, relendo os sms que você me mandava. Vendo o quão a gente poderia ter dado certo. Ter dado certo mesmo. E de repente, puf. A gente pisca os olhos e acabou. Agora é um pra lá e o outro pra cá. Você segue a sua vida, e eu a minha. E lembrar que acabou dói, cara. Dói muito.
—  Laura Mello.