melhor sala do mundo

Preference #12: Especial Dia dos Pais

Harry:


Entro no set de Dunkirk e saio procurando por Harry enquanto Darcy brinca animada nos meus braços, ansiosa para ver o pai. Os caras do elenco ficam encarando a minha menininha e eu sorrio orgulhosa. Paro em uma certa área quando vejo de longe Harry gravando uma cena. Sorrio encantada enquanto observo o meu menino interpretando perfeitamente bem o personagem.

- Olá, s/n. Quer se sentar enquanto o Styles não vem?- Christopher se levanta vindo na minha direção.

- Oi, Chris. Muito obrigada.- agradeço me sentando na cadeira que ele trás. Sento Darcy em uma toalha estendida na areia e jogo alguns dos brinquedinhos favoritos dela. Acabo me distraindo com ela e não vejo quando Harry chega perto de mim.

- A minha rainha e minha princesa vieram me ver. Ao que devo a honra?- ele se abaixa para pegar Darcy mo colo e me puxa pela cintura.

- Sentimos saudades.-sussurro contra seus lábios e me arrepio ao sentir seu sorriso. Ainda não me acostumei com isso. - E temos uma surpresa. Na verdade duas.- digo animada e ao mesmo tempo nervosa. Harry me encara com uma sobrancelha erguida e eu olho para Darcy.- Amor, quem é esse?- aponto para Harry vendo a menininha sorrir.

- Papa.- ela diz e eu dou risada da expressão de espanto do meu marido.- Papa.- ela repete e Harry a abraça rindo bobo.

- Eu não acredito. A primeira palavra da minha pequena.- ele gargalha e a ergue no alto.

- Pode se preparar para passar por isso outra vez.- digo com a mão na barriga.

- É sério? S/n, você está grávida outra vez?- assinto com os olhoa cheios de água. Harry põe Darcy no chão com os brinquedinhos e me pega no colo, me erguendo no alto.- Ah meu Deus. Eu te amo tanto!- envolvo meus braços em torno de seu pescoço e o beijo.

Louis:


O participante deixa o palco e eu pego a ficha do próximo. Me viro para o lado para comentar com Simon sobre o quanto a audição foi incrível. O apresentador avisa que já está na hora da próxima audição e eu me posiciono, bebendo um pouco de água e pegando uma bala para chupar. Me assusto quando as luzes se apagam e um vídeo começa no telão. Um vídeo da minha garota.

- Oi, Lou.- sua voz soa por todos os auto-falantes e eu sorrio ao perceber que ela está sem maquiagem. Ela odeia aparecer em público assim. .

- Oi, minha princesa.- sussurro mesmo sabendo que ela não iria responder.

- Eu sei que você está ocupado nesse momento mas não se preocupe, eu tive a ajuda do Tio Simon.- ela diz e eu ouço as pessoas atrás de mim rindo.- Eu tenho uma surpresa para você.- s/n dá uma pausa e suspira.- Nós já estamos juntos há seis anos e eu já perdi a conta de quantas vezes já conversamos sobre ter filhos e do quanto ficamos tristes quando descobrimos que eu tenho uma doença que diminui as chances de engravidar.- noto sua voz embargada e meus olhos marejados.- Mas parece que o mundo está girando ao nosso favor agora.- ela sorri e enxuga as lágrimas.- Eu venho passando mal desde o dia em que você viajou mas não me importei muito, tinha quase certeza que era do pote gigantesco de sorvete que tomei sozinha.- s/n revira os olhos e eu dou risada me lembrando disso.- Acontece que não passou. Então ontem eu decidi ir ao médico e fazer alguns exames. Peguei os resultados hoje.- ela abre o envelope e mostra o resultado para a câmera. Um “positivo” circulado em vermelho.- Nós conseguimos, Lou. Eu estou grávida. Vamos ter um filho juntos.- ela diz chorando e eu me levanto da cadeira pulando enquanto ouço os gritos da platéia.

- Eu sabia de tudo.- Simon diz com um sorriso brincalhão e eu o abraço forte.- Parabéns, meu garoto. Você será um bom pai.

Niall:

- S/n? Amor? onde voces estão?- entrou em casa procurando pela minha namorada e meu filho. Deixo a bolsa com os tacos em um canto e subo ouvindo vozes e risadas vindo do quarto de James. Passo pelo corredor e não evito um sorriso quando vejo s/n brincando com nosso menino. Ela etá absolutamente linda com aquele sorriso que faz eu me apaixonar mais a cada dia.

- Olha quem chegou, amor.- ela diz para James quando me ve parado ali. Vou até os dois e os abraço, aproveitando para depositar um beijo longo nos lábios dela.- Como foi lá?- ela pergunta se referindo a competição.

- Ganhei.- sorrio orgulhoso de mim mesmo.

- Parabéns, meu amor.- s/n pula empolgada e me abraça outra vez. só então noto seus olhos vermelhos e inchados.

- Que carinha é essa, pequena?- pergunto acariciando seu rosto.

- Aconteceu uma coisa.- ela funga e dá uma risadinha.

- O que aconteceu?- encaro-a confuso.

- Se afasta um pouco.- apenas faço o que ela pede e me afasto lentamente. S/n se abaixa e segura James em pé no chão.- Pega o papai, meu amor.- ela diz e eu arregalo os olhos quando o pequeno se solta dela e vem correndo em passinhos desengonçados na minha direção. Começo á chorar emocionado quando sou envolvido pelos bracinhos pequenos e gordinhos do meu filho.

Zayn:

Suspirei ao ouvir Oliver chorar mais uma vez. O bebê de apenas seis meses estava com cólicas e isso o fazia chorar o tempo todo.

— Minha vez. — Resmunguei me levantando. s/n continuou na cama. Caminhei até o quarto de Oliver e peguei o pequeno no colo e acariciei sua barriga. Oliver continuava chorando.

Comecei a balança-lo em meus braços, mas não deu certo.

Comecei a cantarolar uma música de ninar que minha mãe cantava para mim. Oliver ficou quietinho, e ergueu uma mãozinha até meu rosto.

— Você gosta dessa música? — O bebê ficou me olhando com um pequeno sorriso no rostinho.

Voltei a cantar, Oliver brincou com a minha barba até seus olhos pesarem e ele pegar no sono. Sorri e o larguei no berço, beijei sua testa e voltei pra cama.

Liam:

— Bom dia, amor.— Falei assim que vi Liam entrar na cozinha, ele murmurou um bom dia e pegou uma caneca de café. — Vai trabalhar hoje? — Ele negou com a cabeça. — Vou ao mercado, ok?— Ele não disse nada, me aproximei e deixei um beijinho em sua bochecha.

Peguei minha bolsa e saí, fui até a farmácia e comprei o teste, depois fui ao mercado e comprei algumas coisas para fazer o bolo que levaria para a família de Liam.

— Amor. — Chamei ao chegar, mas não tive resposta. Larguei as compras na mesa e fui a sua procura. Ele estava no quarto que havíamos arrumado para o nosso filho, há alguns meses descobrimos que eu estava grávida, mas sofri um aborto espontâneo, isso destruiu Liam.

— Eu teria sido um bom pai. — Ele sussurrou, sua voz estava embargada. Abri um pouco a porta, ele não me viu.

Liam estava sentado no chão com algumas roupinhas no colo e o urso de pelúcia que comprou no dia que lhe disse que estava grávida.

— Eu poderia ter cuidado dele. — Senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto, fui até o banheiro e tirei o teste da bolsa, conhecia o procedimento.

Rezei enquanto esperava a resposta, e então… Positivo.

Fechei meus olhos e agradeci.
Escondi a caixinha do teste e fui fazer o bolo, logo Liam apareceu, seu rosto estava vermelho e inchado.

— Então. — Ruth falou mais alto na sala. — Quero dar esse presente para o melhor pai do mundo. — Estendeu a caixa azul ao pai, que sorriu, todos sorriram, menos o meu Liam. Estava na hora.

— Também quero dar um presente. — Me levantei, chamando a atenção de todos.
Entreguei a caixinha preta a Liam, ele sorriu de lado e sussurrou “não sou pai, s/n"— Apenas abra.

Liam abriu a caixa e uma lágrima escorreu ao ver os sapatinhos brancos ali, ao lado do teste que eu havia feito.

— Amor.— Ele levantou e me abraçou forte, todos sabiam o quanto aquilo significava.— Eu te amo tanto.

— Eu também te amo.— Encostei nossas testas. — Feliz dia dos pais, Amor.

I WON’T GIVE UP.

  • Anony, eu amei fazer ele, então espero que você goste. Qualquer coisa me fala que eu refaço. Desculpa a demora
  • Esse pedido, não é o mesmo que a Nandas vai fazer, esse é antigo, pediram para mim, quando a Mia e a Nandas não tinham entrado aqui.

———————

-Ele ainda está daquele jeito?-perguntei ao ver Anne descer as rampas com o prato de comida na mão, visivelmente esgotada.

-Está pior do que antes.

-Como assim?

-Ele esta grosso. Quase me expulsou de lá- se sentou ao lado de Gemma, que abraçou a mãe de lado.

-Ele tem que comer alguma coisa-Liam declarou fazendo todos concordarem e suspirarem impotentes.

-Mas todos nós já tentamos fazer ele comer. Ele não deixa ninguém entrar, e quando deixa, só falta bater na pessoa, tamanha a grosseria- comentei me afundando no sofá, completamente frustrada.

-Eu ainda não tentei- Louis levantou da poltrona e pegou o prato de comida das mãos de Anne.

-Espera um pouco- me levantei também e tomei o prato- a comida deve estar fria, Harry ODEIA comida fria. Ah, vou fazer um suco também, ele adora suco de goiaba- esquentei a comida, fiz o suco e entreguei para Louis que, cauteloso, entrou no quarto.

Para a nossa total surpresa, não foi ouvido gritos e nem objetos sendo tacados nas paredes e portas. Quase chorei de emoçao.

-Tomara que Louis consiga fazer com que Harry coma- Gemma comentou tombando a cabeça no ombro da mãe.

-Acho melhor voces irem descansar. Todos vocês- apontei para Anne, Gemma, Lou, Lux, Tom e os meninos que estavam desde cedo em casa, na difícil missão de fazer com que Harry se alimentasse.

-Mas..- Gemma tentou argumentar algo, mas Anne a interrompeu.

-É verdade filha, estamos todos cansados, não iremos poder ajudar a (S/N) em nada desse jeito- sorri exausta e acompanhei a todos até a porta, agradecendo a ajuda e prometendo que os manteria informados sobre o estado de Harry.

Escorreguei pela porta, caindo sentada no chão, abraçando meus joelhos enquanto tentava não chorar.

-Adivinha quem é o melhor amigo do mundo?- ouvi a voz de Louis ecoar pela sala, mas nao tive coragem de levanta-la para encara-lo

-O que aconteceu?- resmunguei.

-Ele comeu- levantei a cabeça rapidamente, sentindo uma alegria crescente em meu peito. Louis segurava o prato vazio e estava com um sorriso enorme no rosto, mas não maior que o meu.

-AH MEU DEUS!- me pus de pé e abracei Louis fortemente enquanto lágrimas de felicidade escorriam por toda a minha face- muito obrigado Lou, muito obrigado mesmo.

-Não precisa agradecer princesa, ele é meu irmão, faria de tudo por ele- correspondeu meu abraço, mas logo se afastou, me puxando para sentar no sofá-  você sabe que ele esta completamente revoltado, né?

-Sei sim -suspirei derrotada- eu não sei mais o que fazer, desde que ele acordou do coma e descobriu que havia ficado paraplégico, esta assim, amargo, grosso, revoltado. Pra você ter noção, eu não entro ou durmo no nosso quarto desde que ele saiu do hospital - não pude aguentar as lembranças e desabei em lágrimas- eu sinto tanto a falta dele, Lou. Eu preciso do meu marido de volta.

- Calma (S/N), vai ficar tudo bem- me abraçou- você vai ver, logo logo ele vai superar essa fase, fica tranquila.

-Quando Louis? Quando? Ele sofreu esse acidente faz dois meses e até agora as únicas palavras que ele falou para mim, foi para que eu saísse do nosso quarto, porque ele não queria me ver- solucei- eu tento me manter forte para aguentar toda essa situação, mas a cada dia eu tenho mais certeza que. .-fechei os olhos sem forças para continuar.

-Que?

-Que ele não me ama mais.E se isso for verdade, eu acho que eu morro. Eu preciso tanto dele.

-É óbvio que ele te ama, (S/N) você é o amor da vida dele.

-Não Louis, eu ERA o amor da vida dele. Ele já havia parado de me amar antes mesmo do acidente.

-Por que você acha isso?

-Na noite do acidente, a gente havia brigado feio, eu não me lembro o motivo, mas naquela noite eu senti que ele não me amava mais. Ai aconteceu o acidente, e nos afastamos mais ainda.

-(S/N), isso é coisa da sua cabeça e - Louis foi interrompido pelo toque do celular- desculpa, mas eu preciso atender- assenti e ele se levantou para atender o celular. Cinco minutos depois voltou, fazendo uma careta engraçada, mas não consegui rir- eu tenho que ir, desculpa.

-Tudo bem, você já me ajudou demais.

-Prometo que volto mais tarde para tentar dar a janta para ele/

-Não precisa, você tem que descansar, se divertir. Eu me viro aqui.

-Pior que eu preciso mesmo -riu- vou aproveitar e sair com a Els, estou sentindo muito a falta dela. Mas não se preocupe, que amanhã eu volto para obriga-lo a ir na fisioterapia.

-Muito obrigado, manda um beijo para ela.

-Pode deixar- o acompanhei até a porta e me despedi dele.

Olhei em volta, suspirando cansada e fui arrumar a bagunça. Assim que terminei de arrumar tudo, me deitei no sofá, onde dormi profundamente.

—————

Acordei com o meu celular tocando, me avisando que era a hora do lanche de Harry. Respirei fundo e fui arrumar um sanduíche do jeito que ele gostava.

Ao caminhar em direção ao quarto, me lembrei de todas as vezes que íamos nos agarrando para a cama com o corpo fervendo de desejo um pelo outro, ou até mesmo quando ele me carregou no colo quando nos casamos. E agora eu estava indo até o meu antigo quarto, rezando para que meu marido estivesse dormindo, para que eu não tenha que escutar seus xingamentos.

Abri a porta temerosa e adentrei ao breu que se encontrava o meu antigo quarto. A janela estava fechada, fazendo com que apenas alguns raios de luz entrasse no quarto e, junto com o ar condicionado, dava um aspecto frio e sombrio ao quarto.

Olhei em volta procurando por Harry e o encontrei deitado no que imaginei ser a nossa cama. Sua mão tampava seus olhos e previ que ele estava com dor de cabeça, então decidi não o incomodar. Caminhei ate o criado mudo e coloquei a bandeja lá.

Já estava pronta para sair do quarto, quando Harry se mexeu, tirando a mão de seu belo rosto. Não resisti e me sentei ao seu lado na cama, acariciando seus cachos bagunçados, me rendendo ao choro, tamanha a saudade que eu sentia.

-(S/N)? o que você esta fazendo aqui?- ouvi sua voz rouca e pude sentir meu coração bater mais forte.

-Harry? desculpa te acordar, desculpa- falei me levantando.

-Esta tudo..você esta chorando?- perguntou tentando se sentar.

-Não, claro que não- limpei as lágrimas.

-(S/N)?- me chamou

-Sim?- me virei para olha-lo mas o mesmo desviou o olhar.

-Sai daqui- mandou de maneira grosseira e senti meu coração ser partido.

-Mas..Harry..por que?-perguntei tentando segurar o maldito choro.

-DA PRA VOCÊ SAIR DESSA MERDA DE QUARTO? MAS QUE PORRA, NEM DORMIR EU POSSO MAIS NESSE INFERNO- gritou e eu não pude aguentar e desabei em choro.

-EU ODEIO VOCÊ- gritei mais alto ainda e sai do quarto, batendo a porta com força. Assim que cheguei na sala, gritei bem alto, liberando toda a raiva, tristeza e angustia que me dominavam nesses dois meses, para logo depois chorar mais ainda, até que eu fosse obrigada a parar, já que não conseguia respirar.

Divórcio, essa era a solução!