me conte uma novidade

Rendendo-se ao Prazer

Capítulo 96  :

 Quando finalmente o jantar acabou, e todos já estávamos saindo, eu avisei meu pai que iria para casa de Arthur, ainda tinha que contar a novidade para ele. Nos despedimos de Melanie e sua família e fomos embora.

Já no carro, Arthur dirigia tranquilamente e sorri olhando para ele, ele me olhou com diversão.

– Do que está rindo minha menininha safadinha.

– Nada.

– Acho que você está rindo de mim?

– Não, é que tenho uma novidade.

– Então me conte.

– Melhor quando chegarmos ao apartamento.

– Não me conte agora. – eu neguei e ele estreitou os olhos. – Neném….

– Deixe de ser curioso.

– Posso obrigá-la a falar.

– Não vou dizer nada. – ele sorriu maliciosamente e colocou a mão na minha coxa.

– Hmmm, o que será que minha menininha está me escondendo? – sua mão subia e descia, ele parou no sinal, e aproveitou para colocar a mão dentro do meu vestido. - Abra as pernas Lua. – ele falou serio e obedeci na hora, ele sorriu e subiu o mão para o interior das minhas coxas. – O que será que minha menininha safadinha está aprontando?

– Ar… – eu engasguei quando sua mão espalmou contra minha entrada e ele riu.

– Será que ela vai me contar. – ele cantarolou e me penetrou com dois dedos, eu arfei de surpresa e derreti em sua mão. – Hmmm, molhadinha neném. – ele riu e pressionou o dedão no meu clitóris.

– Oh… – me contorci, ele girou seus dedos dentro de mim e meus olhos giraram. – Arthur… – engasguei sentindo minha entrada pulsar e começar a morder os dedos de Arthur.

– Vai me dizer?

– N… não… – grunhi sentindo ele parar de mover os dedos.

– Que pena.

– Arthur… – ele voltou a mover os dedos.

– Vai dizer agora?

– Isso não é justo. – ele parou novamente e ficou provocando minha entrada com a ponta do dedo.

– Bem, eu que decido o que é justo. Vai dizer? – ele moveu os dedos para dentro de mim e estocou fundo.

– Arthur…

– Diga neném, ou eu vou parar.

– Eu fui aceita em Oxford… – eu gritei sentindo meu corpo todo pulsar e gozei em sua mão.

ARTHUR

Eu movia meus dedos dentro dela, sua bocetinha pulsando, ela rebolou em minha mão e seus olhos giravam, ela estava tão perto.

– Arthur… – ela guinchou e empurrei os dedos mais fundo, seu centro pulsou mastigando meus dedos.

– Diga neném, ou eu vou parar. – ameacei com um sorriso.

– Eu fui aceita em Oxford… – ela gritou e seu gozo fluiu para meus dedos, olhei para ela com um pequeno sorriso, ela estava ofegante e tremula.

– Oxford? – ela movia a cabeça ainda mole sobre o banco, tirei a mão de baixo de seu vestido e lambi meus dedos, minha menininha tinha um gosto incrível. – Hmmm, então mais um motivo para a nossa viagem.

Pisquei para ela, e aumentei a velocidade, queria chegar logo em casa e me enterrar na minha menininha. Chegamos ao apartamento e desci do carro, abrindo a porta para Lua em seguida, ela ainda estava com as pernas bambas, sorri a ajudando a sair do carro.

– Hmmm, minha menininha está cansadinha? Vem que o titio Arthur vai te colocar pra dormir. – pisquei para ela, e sorri ao ver seu lindo rubor.

Subimos para o apartamento de mãos dadas, queria agarrá-la ali mesmo, minha menininha iria se mudar só por minha causa, eu era um cara de sorte, devíamos admitir, Lua era tudo que eu podia querer em uma mulher. Eu realmente estava apaixonado por ela, e já não podia me imaginar sem ela.