me arrepiei

Eu gostaria de ir embora para uma cidade qualquer, bem longe daqui, onde ninguém me conhecesse, onde não me tratassem com consideração apenas por eu ser “o filho de fulano” ou “o neto de beltrano”. Onde eu pudesse experimentar por mim mesmo as minhas asas para descobrir, enfim, se elas são realmente fortes como imagino. E se não forem, mesmo que quebrassem ao primeiro vôo, mesmo que após um certo tempo eu voltasse derrotado, ferido, humilhado - mesmo assim restaria o consolo de ter descoberto que valho o que sou.
—  Caio Fernando Abreu. 
Quando você chega à emergência de um hospital, uma das primeiras coisas que eles pedem é que você dê uma nota para a sua dor numa escala de um a dez. Me lembro de uma vez, logo no início, em que eu não estava conseguindo respirar e parecia que meu peito estava pegando fogo, as chamas lambendo meu tórax por dentro, tentando encontrar um jeito de sair e queimar o lado de fora, e meus pais me levaram para a emergência. Uma enfermeira perguntou sobre a dor e eu não conseguia nem falar, então mostrei nove dedos. Depois, quando já tinham me dado alguma coisa, a enfermeira voltou e ficou meio que acariciando minha mão enquanto media minha pressão arterial, então disse: Sabe como sei que você é guerreira? Você chamou um dez de nove.
—  A culpa é das estrelas. 
Eu sou um solitário que sente falta de dividir, sabe como é? Mostrar uma música nova que acabei de ouvir, ler um trecho de um livro que me arrebatou. Falar “eu vi um filme ontem muito foda. Vamos lá ver hoje de novo?”. Porque eu quero ver se ela se arrepia no mesmo momento que eu me arrepiei na primeira vez, tá ligado? O sexo é importante (aliás, é fundamental), as brigas são inevitáveis e inclusive deixam o castelo de pé, não sei se vocês já perceberam isso, mas o mais importante mesmo é você acordar no meio da noite com vontade de falar “caralho, tive uma ideia genial pra um texto. Quer dizer, nem é tão genial assim, mas será que você tinha a manha de ouvir?” e andar abraçados na chuva, sem falar porra nenhuma e sentar num banco no final de tarde e imaginar pubs de Paris, cervejas chilenas e motoristas de táxi que demoram pra chegar no nosso destino. É isso que nos fode. Ah, se não fosse isso, seríamos todos muito felizes, sozinhos.
—  Mario Bortolotto.
youtube

O Golo do Éder ao som de “Amar Pelos Dois”. Arrepiante para quem sente este país nas veias e na alma. 

Éder’s Euro winning goal played to the sound of Salvador Sobral’s Eurovision winning song “Amar Pelos Dois”. 

Imagine Harry Styles

  • Pedido:  oi , vc poderia fazer um imagine hot do harry em que a sn é mais nova tipo com 16 anos ,nada de romantismo ok , pegada forte, porem carinhosa , algo como daddy issues , obrigada

————–

Não sei se ficou como esperava… Mas espero do fundo do coração que goste!!

———-


Toco a campainha e em segundos Harry abre a porta. Me encara sorrindo e me dá um beijo de tirar o fôlego. Isso já é o bastante para minhas pernas ficarem bambas. 

- Que bom que você chegou! Estava com saudade! - ele diz abraçando minha cintura. 

- Eu também estava! - deixei um beijo estalado no seu pescoço. 

Eu namoro o Harry há um ano, desde que completei 16 anos. E agora estou prestes a completar meus 17 anos. No inicio, nosso namoro não foi muito bem aceito, porque ele é mais velho que eu. Não é uma diferença exorbitante, mas é uma diferença considerável quando se tem 16 anos e começa a namorar um cara de 22 anos. Mas depois de um tempo, eles aceitaram. 

Harry sempre foi muito carinhoso comigo, gentil, educado, romântico. Um verdadeiro gentleman. Fico me perguntando se ele será assim também na cama. Não, nós nunca transamos. Ele sempre respeitou meu tempo, mesmo eu sempre dormindo aqui na sua casa. Como é o caso de hoje. Passarei o fim de semana aqui com ele. 

- O que você quer comer?! - pergunta me olhando.

- Ah, amor, qualquer coisa. - dei de ombro, encaixando minha cabeça na curvatura do seu pescoço e espirando seu cheiro. 

- Pizza?! - sugere e eu sorrio. 

- Quatro queijos! - ele ri e liga para a pizzaria e faz o pedido. 

Enquanto nossa janta não chega, ficamos no sofá vendo TV e curtindo a presença um do outro, jogando conversa fora e dando muita risada. Passado uma meia hora, a campainha toca anunciando que nossa pizza chegou. Ele vai pegá-la e eu vou pegar os pratos, talheres e copos na cozinha. Colocamos tudo na mesinha da sala e comemos juntos. 

O filme já estava quase no fim quando eu começo a sentir beijos serem depositados no meu pescoço exposto. Meu corpo inteiro se arrepia e eu prendo a respiração. 

- Amor… Acho que tem coisas melhores pra gente fazer. - sua voz sai sugestiva e abafada. 

Eu respiro fundo. Eu confio nele e creio que já esteja na hora de me entregar de fato para ele. Eu sei que ele tem as necessidades dele e eu tenho que supri-las ou ele irá procurar outra. E Deus me livre dessa possibilidade. 

O encaro e sem o responder, grudo nossos lábios num beijo profundo e com desejo. Ele me puxa para o seu colo e me sento com uma perna de cada lado de seu corpo. Rebolo lentamente e sinto seu membro duro, o que me faz jogar a cabeça para trás e soltar um gemido baixo. 

Ele começa a beijar meu pescoço e, quanto sinto um chupão ser plantado ali, agarro seus cabelos com força. Algo na minha intimidade pinicava, e minha roupa já me incomodava. 

As grandes mãos do meu namorado invadiu minha blusa e ele apertou minha cintura com força. Puxo seus cabelos, fazendo ele me encarar e beijo seus lábios com brutalidade. Ele arrancou minha blusa e eu fiz o mesmo com a sua. Encarei seu peitoral definido e mordi o lábios, vendo ele sorrir sacana. 

Ele arrancou seu sutiã de renda e jogou em algum canto da casa. Encarou meus seios como alguém faminto encara um prato de comida e os abocanhou em seguida. Ele massageava um com sua mão e o outro era trabalhado por sua boca. Eu gemia baixinho e chamava pelo seu nome. Ele inverteu os lados e continuou trabalhando nos meus seios. Um calor absurdo tomou meu corpo, meus gemidos se intensificaram e, quando ele mordeu o bico do meu seio, eu cheguei ao meu primeiro orgasmo devastador. 

Respirei fundo, me recuperando e normalizando minha respiração. Ele me pegou no colo e nos levou até seu quarto. Me colocou na cama e tirou minha calça. Beijos foram depositados por todo meu corpo. Ele tirou minha calcinha e me encarou. Eu estava totalmente nua, entregue a ele. Ele se ajoelhou na cama e abriu minha pernas e senti sua respiração bater na minha intimidade. No segundo seguinte, soltei um gemido alto quando sua língua quente entrou em contato com minha intimidade. Ele me chupava como se eu fosse a fruta mais deliciosa desse mundo. 

Foi o bastante pra mim quando ele começou a estimular meu clitóris com seu dedo. Puxei seus cabelos e atingi meu segundo orgasmo. Ele me encarou lambendo os lábios e me beijou. Era possível sentir o meu gosto ali. Inverti as posições e desci os beijos para seu pescoço. Descobri, quando recebi um aperto na bunda, que ali é seu ponto sensível. Eu iria me aproveitar disso! 

Raspei minhas unhas por todo seu peitoral, e ele respirou fundo. Desci minha mão até chegar em seu membro. Tirei sua calça e apertei seu membro ainda por cima da cueca. Ele prendeu a respiração em resposta. Sorri com o feito e me livrei dela, o deixando nu. Seu membro estava completamente duro. O segurei com minhas duas mãos e comecei movimento de sobe e desce, sem perder o contato visual com ele. Acelerei os movimentos e ele rosnou. 

- Isso! - sua voz saiu fraca. - Isso, continua. - gemeu alto.

Ele fechou os olhos com força e agarrou o lençol. Era completamente exitante vê-lo dessa forma, e eu já podia sentir minha intimidade molhada de novo e pinicando. 

Os movimento eram ainda mais rápidos e ele respirava descompassadamente. Passei minha língua pela sua glande ele foi o que bastou para que ele gozasse, soltando um grunhido sexy. 

Ele me encarou com seus olhos pegando fogo. Me deitou na cama e colocou uma camisinha. Meu corpo todo pinicava e era como se eu estivesse pegando fogo. Ele segurou minhas mãos acima da minha cabeça e senti seu membro fazer pressão na minha entrada. Prendi a respiração já sabendo que iria doer. 

- Se doer muito eu paro. Mas quero que você me diga. - assenti ainda com os olhos fechados. Ele deu um beijo carinhoso na minha testa e senti ele me invadir aos poucos. 

Ele gemeu baixo no meu ouvido e eu me arrepiei. Ele não se moveu, apenas esperou que eu me acostumasse. Ele começou a se mover depois de alguns minutos, mas não antes de ter a certeza de que eu estava bem e me sentia confortável. 

- Tão quente. Tão apertada. - disse com os dentes cerrados indo cada vez mais rápido. 

Eu cravo minhas unhas nas suas costas e ele urra de prazer. Ele continua com o movimento de vai e vem, ganhando mais ritmo gradativamente. Ele envolve minhas pernas em torno da sua cintura, apertando minha coxa e indo mais fundo. 

- Oh Harry. - gemo alto. - Eu, eu… - tento dizer, mas não consigo.

- Goze para mim, goze meu amor. - ele diz e imediatamente meu corpo atende. 

Sinto minhas intimidade contrair e apertar a dele. Uma onda de prazer toma conta do meu corpo e eu fico envolta numa nuvem onde não escuto e nem vejo nada. Ele dá mais uma estocada forte e atingimos nosso ápice juntos, chamando um o nome do outro.

Ele cai ao meu lado, completamente suado e com a respiração descompassada, assim como eu. Nos encaramos sorrindo e realizados.

- Você é incrível! - ele diz e eu sorrio. - Eu não podia querer uma namorada melhor!

- Digo o mesmo! - ele sorri. Ele beija minha testa e me deixo vencer pelo cansaço e pego no sono. 


[…]

Pedido: Faz um com o Harry que os dois são famosos e começam a sair só que os encontros eram de madrugada e ai ele pede ela em namoro na Torre Eiffel e as fãs dos meninos odeiam ela e as fãs dela defendem e sai matérias falando mal dela mas td fica bem ❤❤ - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤

***

Imagine Harry Styles:

São exatamente 00:00. Hora de encontrar com Harry.
Eu sou cantora, comecei minha carreira profissional quando tinha dezenove anos, descobri que queria cantar com treze anos, eu ainda morava no Brasil, quando fiz dezoito viajei para o reino unido, mais especificamente em Londres e encontrei um dos empresários da Syco que conversou muito comigo até que consegui um contrato e sem pensar muito assinei. Depois de conseguir assinar um contrato com a Syco a partir daí iniciei minha carreira. Quando tinha lançado meu primeiro álbum, algumas semanas depois foi aniversário da Syco e todos os cantores que tem contrato com a gravadora foram convidados para ir para a festa. Eu sabia que tinham muitos famosos -que inclusive eu sou fã- que tinham contrato com a Syco, mas eu nem imaginava que iria encontrar o meu futuro namorado naquela noite.

Flashback

-Vamos S/n! O carro já está esperando.
Ashley, minha assessora me avisou e eu me apressei em descer as escadas até onde o carro se encontrava.

Nem acredito que vai ser minha primeira vez com vários artistas por perto.

Ao chegar na festa, muitas pessoas bem arrumadas se encontravam na porta do local, algumas conversando, outras bebendo e algumas poucas fumando.

-Meu Deus! Esse lugar está cheio de gente que eu amo as músicas e sempre fui fã.
Falei impressionada. Logo quando entrei encontrei as meninas da Little Mix e as da Fifth Harmony. Perrie e Dinah que conversavam em um canto me viram e acenaram, me impressionou com tal ato até porque, quando que você vai imaginar que duas ídolas suas iriam acenar para você.
Fui me enturmando um pouco mais com o local, até que avistei os garotos da One Direction, e meu Deus! Liam, Louis, Niall, Zayn e Harry estavam a poucos passos de distância de mim!

-Ash, eu…eu-eu posso?
Perguntei nervosa e Ashley me olhou sorrindo. Ela sabe o quanto eles são importantes para mim (e o quanto eu tenho uma quedinha pelo Harry).

-Claro que pode, só não de um ataque de fã, eles estão calmos e despreocupados e podem acabar se assustando um pouco.
Ashley falou brincando e eu ri sarcástica.

Respirei fundo e ajeitei meu vestido antes de me aproximar. Niall está de costas para mim, Louis e Zayn estão de frente para Niall conversando entre sí, Liam está sentado em uma espécie de banquinho junto a um outro cara conversando e Harry está encostado no balcão conversando com Niall. Encostei no ombro de Niall delicadamente e o mesmo se virou para mim sorrindo o que me deixou mais feliz.

-Oi! Você é a S/n não é?
Assim que o mesmo perguntou os outros quatro concentraram sua atenção em mim.

-Ahm…sim. Eu…eu só queria dizer que eu admiro muito o trabalho de vocês e amo muito a banda.
Falei ainda um pouco tímida e Louis e Zayn se aproximaram sorrindo.

-Você é a garota brasileira que assinou um contrato com a Syco a pouco tempo né?
Zayn perguntou e eu assenti.

-Acho que já fazem quase dois anos.
Comentei e eles assentiram.

-Está gostando da festa? Não vimos você com ninguém, quer ficar aqui com a gente?
Louis perguntou educado e eu sorri mais que a minha cara. Eu não sei se foco na parte em que eles me notaram por aqui ou na parte em que eles estão me convidando para ficar perto deles. Se concentra S/n!

-Se não for incomodar vocês.
Dei em ombros.

-Claro que não, eu que provavelmente vou incomodar você fazendo milhares de perguntas sobre o Brasil.
Niall falou brincalhão e eu ri.

O homem que estava conversando com Liam aparentemente havia ido embora, então Niall pediu para que me sentasse no lugar dele para que todos pudessem ficar em um “grupinho” para conversar.

-S/n não é?
Liam me olhou sorrindo e esticou a mão para me cumprimentar.

-Sim.
Sorri.

-Eu ouvi o seu álbum e amei, poderíamos fazer uma parceria um dia.
Liam comentou. Se esse não é o melhor dia da minha vida, só vai ser quando eu me casar com o Harry, mas isso nunca vai acontecer então esse é o melhor dia da minha vida.

-Vocês fazem amigos novos e nem me apresentam né?
Ouvi a voz rouca que tanto me assombra os pensamentos -ás vezes um pouco impuros- e me arrepiei.

-Harry! Essa é a S/n, lembra dela? Quando estávamos no ônibus e eu te mostrei aquelas músicas.
Liam falou e então a sombra do garoto alto apareceu na minha frente, me fazendo levantar a cabeça e ver os olhos verde esmeralda e os caracóis castanhos.

-É um grande prazer vê-la, já que conhecer eu já sei um tanto por Niall que parece um pequeno fã seu.
Harry comentou sorrindo mostrando sua covinhas e Niall chiou. Eu não estava conseguindo processar tudo ainda, é muito difícil quando se tem Harry Styles bem na sua frente. Mas acordei do meu pequeno surto interno quando senti algo molhado e macio contra minha bochecha esquerda, Harry havia acabado de deixar um beijo na mesma.

-Quer que eu pegue algo para você beber?
Perguntou assim que se afastou, ainda meio boba eu consegui negar com a cabeça e o mesmo riu, provavelmente pelo meu jeito idiota.

-Mas então…conte um pouco sobre você, Niall tagarela demais mas às vezes eu nem entendo.
Harry deu em ombros e eu sorri.

-Tenho dezenove anos, sou brasileira e sou uma Directioner…talvez.
Falei e vi Harry rir.

-Quem é seu preferido?
Perguntou e eu tenho certeza de que minhas bochechas ficaram roxas de tão coradas.

-Não tenho um preferido, amo todos igualmente.
Respondi simples. Mas eu mesma sabia que isso foi uma meia mentira e meia verdade. Eu amo todos igualmente, mas com Harry é diferente, tudo é diferente.

-Vai, me conta, eu prometo que isso não vai deixar nenhum dos meninos tristes, estamos acostumados com isso.
Falou.

-Eu disse, são todos.
Falei e ele me encarou como quem não acredita.

-Eu vou te fazer cosquinha.
Ameaçou e eu não respondi. Harry se aproximou mais e começou a me fazer cosquinha.

-Tudo bem…tudo bem…eu falo. Meu preferido é o Niall.
Respondi e Harry parou com as cosquinhas, e Niall por ter ouvido seu nome se virou para me olhar sorrindo.

-Eu sou o que?
Niall me olhou curioso e eu corei mais ainda.

-Você é o preferido dela.
Harry respondeu com um sorriso não tão animado quanto antes.

-Eu também te amo! Vem cá me dar um abraço.
Niall falou feliz e eu o abracei.

-Eu sabia que fazia boas escolhas.
Niall piscou o olho.

Me virei e Ashley me chamava para provavelmente ir conhecer alguém ou tirar fotos.

-Acho que vou ter que ir agora.
Sorri fraco e Harry segurou em meu braço.

-Eu não sei se terei a chance de te ver de novo então…pode me passar seu número? Quero dizer, somos amigos, não somos?
Perguntou com sua covinha em seu rosto. Assenti e anotei meu número em seu celular e me despedi dos meninos antes de ir atrás de Ashley.

Flashback off

Depois daquele dia eu e Harry começamos a conversar e virar melhores amigos, ainda que com minha secreta paixão platônica por ele, somos meio que melhores amigos. Mas as fãs dele me odeiam, pelo fato de que eu era fã dos meninos e eu ainda estava começando minha carreira, elas acham que eu estou tentando ganhar fama com ele ou elas simplesmente não gostam de mim porque shippam ele com outras pessoas, mas meus fãs sempre tentam me defender e defender até mesmo o Harry que fica completamente irritado quando vê algum comentário maldoso sobre mim e infelizmente ele não pode responder.

Por isso eu e Harry temos nossa amizade publicamente, mas preferimos nos encontrar bem a noite, quando ninguém iria poder ver ou saber onde estamos. E eu confesso que é até mais divertido.

-Gostou do lugar?
Harry perguntou enquanto um garçom ajeitava os talheres na mesa.

Estamos jantando na Torre Eiffel. Você acredita? Jantando.na.Torre.Eiffel! E ainda mais com Harry, não poderia ser mais perfeito.

-Harry, estamos na Torre Eiffel! Você quer saber se eu gostei?
Perguntei talvez animada demais e ele riu.

-Eu achei que seria um lugar legal, sei lá, queria alguma loucura diferente para o nosso último encontro em Paris.
Falou e eu logo vi o garçom trazendo ratatouille.

-Você disse certo, alguma loucura. Eu nem imagino o quão difícil e caro foi alugar isso tudo.
Comentei e Harry riu de leve.

-Mas se eu posso, por quê não dar do bom e do melhor para quem eu amo?
Perguntou e eu ao me toquei do que ele havia dito quando olhei em seu rosto e um sorriso sacana brilhava no mesmo.

-Me ama?
Perguntei completamente boba com a situação.

-Sim, na verdade, desde que te conheci, você parecia uma garota muito legal e talentosa. Só fiquei com um pouco de receio porque você era nossa fã e gostava mais do Niall. Pensei que só me via como um ídolo e amigo.
Falou tímido e eu sorri, Harry está tão fofo desse jeito.

-Qual é Harry, eu disse aquilo brincando. Pensei que estivesse escrito na minha testa “Harry girl”.
Falei e ele sorriu.

-Então…talvez eu tenha uma chance?
Perguntou como quem não quer nada brincando com o garfo.

-Sempre teve, todas as chances.
Respondi e vi o mesmo pegar algo em seu bolso. Franzi o cenho e logo Harry pegou em minha mão.

-S/n, aceita ser minha namorada?
Perguntou e me mostrou um pequeno e simples anel de compromisso, mas que parecia ter sido o mais caro de todos.

-Isso é tipo um sonho de adolescência se realizando. É claro que eu aceito!
Respondi e Harry riu colocando o anel em meu dedo. Nos levantamos e eu me aproximei dele.

-Sabia que eu te amo muito?
Perguntei e ele assentiu sorrindo.

-Mas eu gostaria mais ainda que demonstrasse isso com a sua boca.
Falou colocando sua mão delicadamente em minha bochecha.

Juntamos nossos lábios em um beijo apaixonado, a boca de Harry é exatamente como eu imaginei, os lábios levemente carnudinhos e rosados, são macios e quentes enquanto se chocam com os meus, Harry teria todo o direito de se gabar por seu beijo. Depois de uns longos minutos, afastamos nossos lábios com um pequeno estalo.

-Acha que podemos assumir nosso namoro? Se você estiver bem com isso…
Harry perguntou e eu sorri por notar seus lábios um pouco sujos de batom.

-Eu não vejo problema, mas por hoje, eu só quero ficar aqui com você no nosso jantar secreto.
Falei abraçando-o. Nunca mais saio de seus braços.

-Ok.
Harry sorriu e me envolveu com seus grandes braços. E ficamos os dois observando Paris que parecia minúscula da Torre, a noite fria estava perfeita para fica colada em Harry, e a comida estava ótima.

| Dia Seguinte |

Harry e eu dormimos no mesmo quarto de hotel, estava tarde e eu provavelmente não iria conseguir dormir sozinha então o chamei e ele mais que feliz aceitou.
Ao acordar, notei que o meu celular e o de Harry não paravam de fazer barulho, chegando notificação.

Estiquei meu braço e peguei nos dois celulares colocando os mesmos no silencioso para não atrapalhar mais. Virei para o lado e só haviam cachos espalhados pelo travesseiro, me inclinei para o lado e Harry estava dormindo serenamente com a boca aberta.
Mas logo toda serenidade e paz foi cortada por um ser loiro entrando em nosso quarto.

-S/n! Você está bem?
Niall perguntou preocupado e eu e Harry -que tinha acordado assustado com o amigo- o olhamos confusos.

-Por que eu não estaria?
Perguntei e Niall virou seu celular na minha direção me mostrando uma matéria que dizia algo sobre uma briga entre meus fãs e as fãs dos meninos, e sobre vários comentários ruins que estava recebendo na internet tudo pelo namoro que eu e Harry assumimos.

Harry terminou de ler também e me abraçou, como se ele e eu dependêssemos disso para viver.

-Não se preocupe Harry, eu não ligo muito para isso. Eu já imaginava que ia acontecer todas essas coisas então meio que me preparei.
Falei passando as mãos por seus cachos e ele me beijou.

-Eu só queria que eles entendessem.

-Eu também Harry. Mas um dia eles vão.
Sorri e ele me selou novamente.

***

Espero que tenha gostado. 😘

Imagine - Niall Horan

Pedido: Oi, amo seus imagine ! Poderia fazer um do Niall que ela é insegura em relação à primeira vez? Beijos ♡

Ai está! Imagine fresquinho com o Niall. Espero que gostem!


- Estou tão feliz de estar aqui com você. – Niall confessou baixinho.

- E onde mais você estaria? – Perguntei me virando para ele, encontrando apenas seus olhos de fora do edredom.

- Você sabe o que eu quis dizer. – Ele revirou os olhos. – Eu amo os shows, mas você faz muita falta.

- Você também sabe que se eu pudesse estaria lá com você! – Ele riu fraquinho.

- Eu sei.

Niall inclinou seu corpo em direção ao meu e começamos um beijo bem lento. Eu estava na casa dele desde de ontem à tarde que foi quando ele chegou de viagem; Brasil foi a última parada dele.

Anda por de baixo do edredom, sua mão abraçou minha cintura de forma desajeitada. Estávamos cada vez mais próximos e minha respiração estava desregulada; eu acariciava seus cabelos de forma carinhosa, assim como seus dedos na minha pele. Quando os beijos de Niall desceram para o meu pescoço, eu, simplesmente, travei.

Isso mesmo. Travei.

Acontece que, a pesar da idade, eu nunca havia transado. Com nenhum dos meus antigos namorados. Eu nunca me senti cem por cento confortável com meu corpo; não saberia o que fazer e ainda tinha medo de chorar por conta da dor, o que seria muito estranho para o momento. Convenhamos.

Mesmo que eu me sentisse muito segura com Niall, ainda não me sentia confortável para tal ato. Assim, eu sabia que ele não me deixaria depois, mesmo que eu fosse um desastre, mas e se ele comentasse com os amigos dele o quão ruim de cama a namorada era? Como eu sairia na rua sabendo o que os outros sabem?

- (S/A)? – Niall me encarava. – O que aconteceu?

- Eu não sei se quero fazer isso… – Desviei meu olhar do seu, envergonhada.

- Eu entendo. – Niall caiu ao meu lado. – O que você sente quando, bom, quando começamos a nos empolgar?

- Medo. – Eu disse olhando para o teto. – Medo de eu não gostar, de você não gostar, das pessoas saberem que você não gostou. Eu não confio no meu corpo e tenho receio do que possa acontecer depois.

- Olha para mim. – Niall pediu com a voz rouca. Virei meu corpo bem devagar na direção dele o encontrando com a expressão séria. – Nunca, em hipótese alguma, as pessoas vão saber o que acontece na nossa casa, ainda mais no nosso quarto. Eu amo e respeito você mais do que tudo. Você não se sente segura com seu corpo? Ok, isso é normal e podemos trabalhar para isso mudar. Vem cá.

Niall levantou as pressas e me puxou com força. Ao sairmos da cama, andamos até o imenso espelho que Niall em um dos lados do seu closet. Niall me deixou de frente para o espelho e de costas para ele; eu sabia o que vinha pela frente e encolhi em seco para não gritar um não e sair correndo.

Devagar, Niall abraçou minha cintura Niall me encarou firme no reflexo do espelho.

- O que você vê? – Ele falou pertinho do meu ouvido. – Por que eu vejo uma garota linda, com um brilho intenso nos olhos e que mesmo de pijama consegue me deixar excitado. - De forma bem sutil, ele esfregou sua ereção no meu bumbum.

- Niall. – Seu nome saiu em um sussurro quando ele beijou meu pescoço.

- Eu não quero forçar você a nada, mas eu estou enlouquecendo. – Ele suspirou pesado próximo ao meu ouvido. – Se eu pudesse, arrancava todas suas inseguranças e guardava em um potinho, mas eu não posso. Eu apenas posso te amar de todas as formas e mostrar a você como está enganada com esses medos; juntos podemos transforma-los m pó. Você só precisa confiar em mim.

De volta aos beijos em meu pescoço, eu me permiti tentar.

- Se eu quiser, podemos parar. – Eu perguntei me virando para ele.

- No momento em que você quiser. – Ele disse olhando em meus olhos.

Eu sorri fraquinho, de nervoso e por ver Niall tão disposto a tentar. Me aproximei dele e tomei seus lábios para mim. Caminhamos às cegas de volta para a cama.

Depois de sentar, Niall me colocou em seu colo ainda sem separar seus lábios dos meus. Suas mãos acariciavam minha cintura com tanto carinho que fazia meu corpo ficar cada vez mais molinho.

Nossos corpos passaram a se movimentar fazendo com que a minha intimidade pressionasse a dele. Minha respiração estava alta e em um ritmo descontrolado. Meus beijos se destinaram para o seu pescoço até que os beijos dele desceram para meu busto e eu apenas acariciei seus cabelos.

Meu pijama deixou meu corpo tempo depois e foi Niall quem tirou seu próprio moletom.

Quando Niall me deitou na cama, minha cabeça pousou entre vários travesseiros e eu me sentia leve. Seus beijos me deixavam perdida. Niall tomou todo cuidado do mundo com meu corpo e eu me arrepiei por completo ao senti-lo tocar minha intimidade ainda com os dedos.

E quando Niall foi me fazer sua, ele perguntou mais de dez vezes se eu tinha certeza, e era impossível não ter. Ele havia sido o primeiro a ter tanto carinho ainda nas preliminares, eu tinha certeza que ele seria paciente com todo o resto.

E realmente foi.

Ele parecia realizado e, apensar de estar achando um pouco desconfortável, eu passei a me sentir feliz também.

Quando Niall deu uma estocada forte e sua última, eu gemi longamente e me abracei ao seu corpo suado como o meu. Ficamos apenas abraçados por um tempo e assim que me soltei dele, senti meu corpo mole e uma sensação gostosa ainda abaixo da minha barriga.

Me deitei de lado com um sorrisinho grudado em meus lábios e minutos depois senti Niall me abraçar e ficamos de conchinha até eu cochilar.

- Seria impossível não amar qualquer coisa que eu faça com você. – Ouvi Niall sussurrar em meu ouvido e eu me encolhi mais ao abraço dele, me sentindo muito mais do que desejada; eu consegui me sentir amada.

*∘✧ Nona reação ✧∘*

Kim Namjoon (Rap Monster): 

“Quando você vai perceber que eu quero ter algo com você?” 

(S/n) sussurrou em meu ouvido e eu me arrepiei. Ela só poderia estar brincando comigo, somos melhores amigos. Será que ela está brincando ou não? 

“Que isso, Jagiya…Nós somos amigos.” 

Originally posted by itsrapmonster

Kim Seokjin (Jin): 

“Jin…Você sabe que eu gosto quando cozinha para mim não é? Porque não cozinha como namorado?” 

Arregalei os olhos só de ouvir ela falar. Namorados? Namorados? Ela está bêbada mas geralmente as pessoas quando estão bêbadas falam somente verdades. 

“(S/n), fica quietinha! Você está bêbada…Nem sabe oque está falando.” 

Originally posted by jookyunhoe

Min Yoongi (Suga):

“Você poderia me fotografar Yoongi…Namorados gostam de fotografar um ao outro.” 

(S/n) disse e eu a encarei com uma cara de sarcástica. Porque ela estava se insinuando para mim? Somos melhores amigos…mas até que ter ela como namorada não seria péssimo. 

“Prefiro não comentar sobre isso, Jagiya.” 

Originally posted by eun-ae

Jung Hoseok (J-Hope): 

“Eu quero cuidar de você, Hoseok…Como uma namorada cuida de seu namorado. Você deixa?” 

Mas oque era aquilo que ela estava fazendo? Sinceramente, eu não estou entendendo. Os meninos sempre disseram que ela tinha uma quedinha por mim mas está se confessando? 

“Eu-eu deixar? Eu deixo. Claro.” 

Originally posted by bangtannoonas

Park Jimin (Jimin): 

“Comprei um moletom igual o seu, Jimin…Podemos sair nas ruas agora, casais combinam roupas não é mesmo?” 

Sorri ao ouvir a (S/n) falando sobre o moletom mas sobre a parte dos casais combinam roupa ficou estranho. Ela está mesmo mostrando interesse em mim? Somos melhores amigos mas…

“Sim…Combinam roupas, você quer ser a minha namorada é isso?” 

Originally posted by k-pop-crazy

Kim Taehyung (V): 

“Minhas amigas disseram que nós combinamos e eu concordo.” 

(S/n) resmungou aleatoriamente no meio da nossa conversa me fazendo ficar confuso. Nós combinamos? Porque todos dizem isso? 

“Porque não estamos juntos ainda se combinamos?” 

Originally posted by bwipsul

Jeon Jungkook (Jungkook): 

“Oppa…Porque nós não somos um casal ainda?” 

Fiquei muito surpreso ao ouvir essas palavras saírem da boca da (S/n). Ela foi tão direta comigo que não deu nem tempo de joguinhos ou pensar. 

“Podemos resolver isso depois não é mesmo, Jagiya?” 

Originally posted by theseoks

Querida ex melhor amiga, que pena que você não é mais a mesma, eu sinto tanta falta… De tudo que você era, do jeito que você me tratava. Éramos tão parecidas e ao mesmo tempo tão diferentes. Hoje lembrei de tudo que passamos juntas, de todas as risadas, lágrimas, segredos, surpresas, brigas, festas, as tardes juntas falando besteiras e mais besteiras, o brigadeiro que você fazia, as madrugadas em que eu dormi na sua casa mesmo depois de passar a noite sem falar com você. Poxa, lembrei de tudo isso porque escutei sua voz em um vídeo no seu instagram, você nem aparecia mas sua voz tava lá, lembrei da sua risada, me arrepiei. A voz que eu escutava todos os dias, hoje me parece tão estranho. Dois anos se passaram, e parece que tudo aconteceu em outra vida.
Imagine Zayn Malik

É aquele ditado: “já que é pra tombar, tombei!” hahahaha

Essa é a última parte desse imagine, ok?! Juro! E ela está ‘caliente’! Está mais hot, mais do que eu tenho escrito ultimamente. E no final ele está mais melosinho… Espero que gostem. Beijos e boa leitura!

Continuação do imagine que ele é professor dele e eles namoram, ele transa com a amiga dela e ela descobre e termina com ele. Eles se reencontram depois de um tempo e acabam voltando.

(1° parte) (2° parte)

*****


(S/N) Point Of View.

**


Eu não sei onde estava com a cabeça. Nesse momento eu estava aos beijos com Zayn, na casa dele. Nós entramos as cegas, sem desgrudar nossos lábios por um segundo. O beijo era feroz, desesperado, urgente e com saudade. 

Ele prensou meu corpo na parede mais próxima, apertando meu corpo contra o dele. Eu arranhava sua nuca e puxava seus cabelos.

Nós dois aproveitávamos cada minuto, cada carícia, cada beijo, cada provocação. A saudade era grande a palpável.

Ele beijava meu pescoço com vontade, enquanto eu puxava seu cabelo e arfava de leve.

Ele deu impulso para que eu enrolasse minhas pernas em torno da sua cintura, e assim o fiz. Ele me encostou na parede e o puxei para mais perto de mim.

- Porra, eu senti tanto a sua falta, (S/N). – disse ainda beijando meu pescoço e eu me arrepiei por completo.

- Zayn… - gemi fraquinho quando ele plantou um chupão no meu pescoço. 

Ele me colocou no chão  e minhas mãos foram para a barra da sua camiseta e a tirei do seu corpo, analisando todo seu peitoral tatuado. Mordi meus lábios e o encarei. Avancei sobre seus lábios e iniciei um beijo calmo. Mas quando ele sugou meu lábio, o beijo se intensificou e se tornou feroz. Sorri quando ele direcionou os beijos para os meus seios.

- O que você quer, Zayn? – pergunto.

- Ah, (S/N), eu quero você inteira, só pra mim. – ele me respondeu.

- E o que você vai fazer comigo, Zayn? – pergunto e passo a língua pelo meu lábio inferior. Ele assiste a cena e aperta minha bunda.

- Eu quero relembrar cada centímetro do seu corpo; eu quero acariciar, beijar, chupar seu corpo inteiro, e deixar minha marca nele; eu quero me afundar em você como nunca; quero matar toda a saudade que eu estou de você por todo esse tempo que você ficou longe; eu quero ver se eu ainda sei exatamente como te levar ao céu e te fazer gozar como nunca antes. Eu quero te fazer gritar o meu nome, (S/N). – ele diz e eu solto um gemido sôfrego apenas ao ouvir essas palavras.

- Ah Zayn, você pode fazer isso… – joguei minha cabeça para trás e ele lambeu meu pescoço.

- E você, (S/N), o que você quer? – sua voz rouca no meu ouvido me fez ficar ainda mais molhada.

- Eu quero você! – digo com dificuldade e avanço contra seus lábios.

Suas mãos foram para a barra do meu vestido, que em segundos já estava fora do meu corpo. Ele encarou meus seios e passou a trabalhar com sua boca ali. Ele chupava com fervor um deles, e o outro era massageado por sua grande mão. Gemidos altos já escapavam pelos meus lábios.

Ele voltou com os beijos nos meus lábios e nos leva até seu quarto. Ele me deitou sobre sua cama encarou todo meu corpo com desejo. No segundo seguinte, ele estava me chupando como se eu fosse a fruta mais suculenta desse mundo.

Eu já sentia meu corpo dar sinais, e quando ele sugou meu clitóris com força eu tive meu primeiro orgasmo avassalador da noite.

Ele me encarou mordendo os lábios enquanto eu relaxava. Seus olhos pegavam fogo de tanta luxúria. 

- Você consegue me excitar apenas me olhando dessa forma!

Eu respirava pesado e o vi tirar sua calça e sua boxer ao mesmo tempo. Seu membro saltou completamente duro para fora e eu sorri ao ver o líquido pré-gozo saindo pela cabecinha do seu membro ereto. Ele começou a se acariciar e se deitou sobre mim.

Meu corpo inteiro foi beijado, acariciado, mordiscado por ele. Ele de fato deixou sua marca em mim.

Ele se posicionou no meio das minhas pernas e eu gemi quando ele circulou a parte mais sensível do meu corpo com a cabecinha do seu membro completamente duro. Sinto ele fazer pressão na minha intimidade e ele me invadiu com pressa.

Nós dois gememos alto.

- Ah (S/N), como eu senti falta disso, falta de você. – ele diz com os dentes cerrados e começou a se movimentar.

Era como se tivesse ido ao céu e voltado. Eu me sentia completa com ele. Eu me sentia bem, feliz e realizada. Se eu pudesse, eu ficaria naquele momento com ele para sempre.

Ele inverteu as posições e me encarou sorrindo.

- Rebola pra mim?! – ele segurou meu quadril me provocando a começar com os movimentos e assim eu fiz.

Eu me deliciava com as expressões de prazer que ele fazia, e me sentia feliz por dar prazer a ele.

Quando ele percebeu que estava atingindo meu máximo, voltou para a posição inicial e suas investidas passaram a ser mais rápidas e fundas. Zayn gemeu longamente e chamou meu nome. Meu corpo ondulou e senti minha intimidade apertar a de Zayn e eu gozei com vigor em volta dele. Ele trancou a respiração e soltou o ar com força, enquanto eu mordi meu lábio com força.

Ele afundou sua cabeça na curvatura do meu pescoço e ficamos ali por um tempo, até nos recuperarmos. Ele suspirou e se retirou de dentro de mim e eu me arrepiei por completo.

- Eu sei que eu fui um idiota com você. – ele suspirou. – Mas foi uma coisa completamente sem importância, ainda mais perto de tudo que eu já vivi com você. – o encarei e vi a sinceridade nos seus olhos. – Me perdoa, S/N, me deixa poder fazer certo dessa vez. – acariciou minha bochecha. – Eu quero ter você de novo pra mim, mas dessa vez pra todo mundo ver. Quero mostrar para o mundo que você é minha e que eu sou seu. Afinal, eu não sou o seu professor. – sorri. – Eu te amo, minha menina! Mais que a mim mesmo. – sorri ao escutar como ele sempre me chamou.

- Eu senti falta de escutar você me chamando assim! – ele sorriu.

- Me perdoa? – se aproximou do meu rosto. – Hum? – começou a distribuir selinhos por todo meu rosto. Eu sorri boba.

- Eu te amo demais. – ele me encarou com os olhos brilhando. – Eu te perdoo, Zayn. Mas, por favor, não desperdiça essa chance. – ele sorriu.

- Eu não vou. Eu não quero passar pela mesma experiência horrível de ficar sem você. Eu não vou sobreviver se isso acontecer! – ri fraco.

- Bobo!

- Você me deixa assim! – ele tomou meus lábios num beijo calmo, suave. Sem maldade e sem pressa de acabar. Ele abraçou minha cintura, me apertando contra ele e eu acariciei a lateral do seu rosto.

- Eu te amo! – ele sorriu, ainda de olhos fechados., quando eu disse isso.

- Eu te amo. – deixou um selinho demorado nos meu lábios. – Minha menina!


*

-Gostaria de conversar com você, a sós. -Ouvi a voz grave dele e me arrepiei na hora.
-Tudo bem. -Disse com um no na garganta e acompanhei ele me despedindo das pessoas que estavam comigo na rodinha de amigos.
Caminhamos lentamente pelo enorme jardim daquele castelo no qual estávamos visitando e ele segurou fortemente em minha mão, senti as lagrimas formarem em meus olhos e soltei uma forte lufada de ar, sei muito bem o que está por vim.
-Acho que aqui está bom. -Ele deu um meio sorriso e sentou no banco debaixo de uma grande árvore.
-Está ótimo. -Disse baixo e sentei do seu lado.
Ele segurou novamente minha mão e ficou massageando ela, talvez criando coragem para falar o que realmente quer. Sorri olhando para a nossa frente e senti que ele começou a me encarar, é agora.
-Queria saber o que está acontecendo com a gente, saber o que está por vir pois nós estando juntos é como se tivesse uma caixa de surpresa pronta para se abrir a qualquer momento. -Ele suspirou forte, aonde ele está querendo chegar? -Gosto dessa adrenalina que é ficar com você, mas é cansativo e tenho medo do que sempre está por vir.
-Você disse que estava pronto para a minha caixa de surpresa, perguntei duas vezes para você e insistiu em dizer que estava preparado. -Disse engolindo seco. -Eu te avisei das consequências, avisei de tudo que poderia acontecer, mas você se jogou de cabeça.
-Eu estava cego de paixão por você, não escutava o que me dizia. -Ele disse rápido e parou de me encarar.
-O que aconteceu com toda essa paixão? -Disse tentando ficar calma. -Eu disse que não estávamos prontos para um relacionamento. -Respirei fundo e deixei que minhas lágrimas saíssem de meus olhos.
-Eu te amo muito, você não tem noção. Mas isso não está mais sendo sadio para nós dois, e você sabe disso. -Ele enxugou minhas lagrimas e uniu nossas testas.
-Então é assim? Acabou tudo? -Suspirei chorando ainda mais.
-Me desculpe, só não estava pronto para isso. -Ele fechou os olhos e deu um beijo em minha testa.
-Você garoa e eu furacão. -Disse baixo a frase que todos nos dizíamos.
-Desculpa. -Ele disse baixo e se levantou me deixando sozinha naquele banco que agora estava frio e sem vida.

“ O celular despertou, eram 6:30 da manhã. Levantei e fui para o chuveiro. Me vesti, já estava na hora, a escola. Estava com medo, uma escola nova não estava nos meus planos, não assim, no meio do ano. Minha mãe estava dormindo para a minha sorte, na noite passada a nossa briga tinha sido feia. Sai e segui em direção aquela escola. Entrei e parecia estar tudo normal, ninguém reparou em mim, e isso já era de alguma maneira previsível. Segui em direção a supervisão.
- Onde fica a turma 212?
- Aluna nova?
- Sim primeiro dia
- É subindo a escada a última sala a esquerda
- Obrigada
Eu já estava saindo.
- Espera!
- O que?
- Você deve levar esse papel. Todos os professores deverão assinar para colocar seu nome na chamada
- Ta bom
Peguei o papel e coloquei no bolso, em seguida a diretora da escola passou por mim. Eu sabia que era ela pois estava com um crachá escrito “Diretora”
- Oi
Disse ela.
- Oi
Respondi.
- Você é nova aqui não é?
- Sou sim, primeiro dia
- Preciso dar uma conversada com você, espera aqui um pouquinho
Eu sentei e o sinal tocou, depois de uns dez minutos ela voltou.
- Eu estava atendendo um pai de uma aluna, desculpa a demora
- Não não, sem problema
- Então assim, você receberá os livros amanhã pois a moça que fica na biblioteca não veio hoje, amanhã antes de subir você passa lá buscar
- Onde fica?
- A última sala no fim do corredor
- Ta bom
- Agora vamos que eu te levo até a sua nova sala
Ela me mostrou a escada e eu a segui. Estava começando a ficar nervosa. Pensei que ela apenas me mostraria qual era a porta, mas ela entrou na sala. Eu ainda estava do lado de fora. Ela fez um sinal para que eu entrasse. Então entrei.
- Pessoal essa é a nova colega de vocês, a Julia. Por favor deem boas-vindas pra ela
Todos estavam em silêncio e me encaravam. A diretora se despediu e saiu da sala. Eu avistei uma classe no fundo da sala que estava vazia. O caminho até lá parecia não ter fim. Ouvi cochichos e risadas enquanto olhavam pra mim, mas não consegui ouvir o que era. Enfim sentei na classe, ninguém falou comigo. Peguei meu caderno e comecei a copiar. Copiei tudo que estava no quadro até o sinal tocar. Fiquei olhando para a última folha do meu caderno enquanto rabiscava alguma coisa. Percebi que duas meninas estavam na frente da minha classe e tinham um olhar nada amigável.
- E ai novata?
- Oi
- Você é daqui?
- Sim
- Não, você não entendeu a pergunta. Eu quis dizer se você é desse planeta
Elas riram, eu não respondi.
- O que foi, não tem boca pra falar?
- Tenho só não quero usar
- Nossa que lápis feio, eu prefiro cor-de-rosa
Ela disse enquanto pegava um dos meus lápis que estavam na minha mão, e o quebrou em duas partes.
- Ops, como sou desastrada
Ela pegou outro.
- Não queria quebrar, eu apenas fiz assim…
Ela quebrou o outro também do mesmo jeito, e eu não sabia o que fazer. Finalmente a professora chegou e pediu que todos sentassem. Peguei o papel e entreguei a professora que anotou meu nome na chamada. Quando estava voltando para a classe, a garota que quebrou meus dois lápis disse:
- Gente hoje não vai ter lanche pra nós
- Como assim?
Alguém perguntou.
- Nós temos uma aluna nova e pelo jeito ela come bastante
Ela respondeu, eu engoli o choro e sentei. Alguém havia dito algo para me defender, só não ouvi quem foi, mas ouvi a resposta.
- O que? Ela é muito gorda!
Em seguida a professora pediu silêncio. Aquele periodo foi muito longo. O sinal bateu paro o intervalo. Peguei uma maçã que havia colocado na mochila e caminhei em direção a porta. Mas elas me fizeram parar, ficaram na minha frente.
- Espera ai!
- O que foi agora?
- Nada só ia dizer que você comendo essa maçã não vai ficar magra
- Eu não te perguntei nada
- Mas eu quis falar, gorda, então cala a boca
Eu abaixei a cabeça.
- Me dá isso!
Ela pegou a maçã das minhas maõs e colocou no lixo.
- Ela vai pro lixo assim como a sua beleza e magreza foram quando você nasceu
As duas garotas que estavam junto com ela riram. Eu sai correndo da sala e entrei no banheiro, para ninguém me ver chorando. Chorei por cerca de cinco minutos e o sinal tocou. Lavei o rosto e subi fingindo que estava tudo perfeitamente bem. Mas aquilo estava me machucando. Eu nunca havia ligado tanto para o meu peso, eu sabia que estava alguns quilos a cima do normal, mas nunca cheguei a exagerar com esses pensamentos, nunca cheguei a me sentir gorda. Depois daquelas palavras dessas garotas eu estava me sentindo a garota mais obesa do mundo. Elas eram magras, mas não tinham nenhuma beleza especial ou diferente. Não eram aquele tipo de garota que os garotos olham e dizem “nossa que gostosa” estavam longe disso. Depois de todos aqueles pensamentos rodarem em minha cabeça eu comecei a me concentrar na aula, ou tentar pelo menos. Não houve nenhuma piadinha durante a aula de geografia. O que me aliviou por algum tempo, pois não sabia quanto tempo isso ia durar. Fiquei quieta, e engoli o choro várias vezes. Quando já estava achando que não ia mais aguentar segurar o sinal tocou para a saída. Tinha sido a manhã mais longa da minha vida. Coloquei os cadernos na mochila depressa, não via a hora de sair daquela sala. Fui em direção a porta sem nem reparar em quem ainda estava na sala. E elas estavam na porta bloqueando a minha saída, “de novo não” foi a única coisa que eu conseguia pensar.
- Espera!
- Eu realmente preciso ir, com licença?
- Nossa ela é gorda mas é bem educada
Elas riram enquanto eu tentava achar alguma maneira de sair daquela situação. Mas olhei em volta e todos já haviam saído, me senti presa.
- O que, vai pedir ajuda?
Ela perguntou pois viu que eu estava observando a sala. Eu não respondi, me virei quando outra garota puxou a mochila do meu ombro. Não deu tempo de eu segurar. Elas começaram a jogar de uma para outra enquanto eu estava no meio tentando pegar. Tentei duas vezes, depois desisti. Elas continuaram e riam de mim.
- Ela não vai conseguir pegar, está muito gorda pra isso!
Diziam enquanto eu observava sem saber o que fazer. Sem me dar conta não consegui segurar uma lágrima, mas era de raiva. Elas interpretaram errado e acharam que eu estava chorando porque estava triste.
- Não chora, a gente devolve
Ela jogou a mochila com força e eu peguei no ar. Um dos cadernos que estavam dentro da mochila, bateu na minha costela, eu não consegui segurar um “ai” nesse momento.
- O que foi? Doeu?
Elas continuavam rindo, e a cada gargalhada minha tristeza aumentava. Eu sai com a mochila nas mãos mesmo, eu só queria sair dali. Sai correndo pelo portão. Eu sabia que elas não viriam atrás de mim, mas mesmo assim fiquei olhando para trás enquanto fazia o caminho de volta para casa. As lágrimas estavam cada vez mais presentes. Sequei-as antes de entrar em casa. Sabia que minha mãe poderia perceber que eu havia chorado, mas sabia que ela não daria a miníma importância. Abri a porta e subi pro meu quarto. Depois desci para almoçar. Minha mãe estava muda, e eu também não fazia questão de puxar papo. Eu olhei para o almoço, era carne, arroz e feijão. Imediatamente a voz daquelas meninas dizendo “gorda” vieram na minha cabeça. Eu larguei o prato vazio em cima da mesa, fui até a geladeira e peguei uma garrafa de água. Fui para a sala e liguei a tv. Obviamente que minha mãe ia se meter no que eu estava fazendo.
- Não vai almoçar?
- Não estou com fome
Ela deu os ombros e voltou para a cozinha comer. Eu precisava de alguma coisa para me distrair e não pensar que estava com fome então fui assistir um filme que estava passando na tv. Depois que acabou eu liguei o computador. Entrei no facebook como de costume, e havia uma solicitação de amizade. Era um garoto da mesma sala que eu estava estudando, se eu não estava enganada. Aceitei ele sem nenhum problema. Depois de uns cinco minutos ele veio falar comigo no bate-papo.
- Oii
- Oiii
- Tudo bem?
- Sim, você é meu colega certo?
- Sou sim, e é mais ou menos por isso que vim conversar com você
- Pode falar
- Eu sei que o seu primeiro dia não foi fácil, eu vi o que a Anna e a Steffany fizeram com você
- Hm
- Mas eu preciso te mostrar uma coisa
- Ok, pode mostrar
Eu estava começando a ficar nervosa. Ele me mandou um link e consegui ver “ju-gorda” no final da url. Me arrepiei e senti medo de clicar, mas abri a página em uma outra guia. Comecei a chorar na mesma hora. Haviam criado uma página pra mim. Para me xingar mais especificamente. Em cima estava escrito com letras grandes “Julia Baleia”, depois havia um tipo de mural que as pessoas podiam comentar em anônimo ou não; mas o pior de tudo era que havia uma foto minha lá. Ao lado dos comentários havia um tipo de contador de visitas, onde dizia que 141 pessoas já haviam visitado a página e já haviam 245 comentários postados. Deduzi que seriam de poucas pessoas. Comecei a ler e chorar mais. Haviam comentários do tipo “ela devia ir pro circo pois seria confundida com um elefante”. Li mais dois comentários e fechei a página, não iria aguentar mais. Depois reabri a janela do bate-papo e ele havia mandado mais mensagens.
- Eu não deveria te mostrar isso porque você vai ficar magoada, mas acho que você tinha o direito de saber. Pode até denunciar quem fez essa página
- Obrigado por me avisar, deixa assim, eu não me importo
- Então você vai deixa assim?
- Sim, vou sair, bj
- Ok, bj
Desliguei o computador e corri pro meu quarto, enterrei o rosto no travesseiro. Eu não podia acreditar que aquele pesadelo estava acontecendo comigo. Porque justo comigo? Eu já não suportava ter que conviver todos os dias com a minha mãe. E tinha que esconder meus cortes, as brigas com ela só aumentavam a minha vontade de pegar a lâmina. E com todo esse peso em cima de mim, ainda acontece aquilo? Eu sei que as vezes eu estrapolo, mas parece que faço tudo errado sempre, sem nenhuma expressão. Depois de chorar por muito tempo, tranquei a porta. Mesmo sabendo que a minha mãe não viria até o meu quarto nem se ele estivesse pegando fogo, me sentia mais segura assim, para poder fazer aquilo que me aliviava: me cortar. Fui até a minha gaveta e puxei uma lâmina do fundo dela; ela era nova, havia comprado a uns três dias ou menos. Analisei ela contra a luz para ver se não estava enferrujada, e não estava. Então peguei uma toalha que escondia no fundo do guarda-roupa que sempre usava para estancar o sangue. No início ela era completamente branca, agora já estava vermelha por conta do sangue que eu colocava contra ela. Depois peguei uma faixa que também guardava no fundo da gaveta e coloquei tudo sobre a minha cama e sentei. Fechei a janela pois tinha medo que alguém pudesse me enxergar lá de fora. Peguei meus fones e coloquei no volume máximo na minha música preferida. Tentei assim afastar a vontade de me cortar, mas piorou. Então comecei a chorar de novo, e diante de mim estava a lâmina, uma toalha e uma faixa. Tirei meu casaco e percebi que os cortes nele não doíam mais, estavam cicatrizados. Mas eu não havia ficado dias sem me cortar, apenas havia feito em outros lugares. Olhei para o meu pulso e imaginei como ele ficaria depois que a lâmina passasse por ele. Mesmo imaginando os dias que teria que ficar de casaco, não consegui evitar. Peguei a lâmina e comecei com cortes pequenos, depois vieram os mais fundos, subiram até a metade do meu braço. Eu estava realmente desesperada, mas como sempre, quando vi o sangue saindo do meu braço era como se a dor estivesse saindo também. Mas eu já sabia que aquilo era passageiro. Sabia que quando os psiquiatras diziam “quem se auto-mutila tem apenas um prazer momentâneo e ao se cortarem sentem o mesmo efeito que um viciado sente ao fumar cocaína ou qualquer outro tipo de droga”, estavam certos. Os cortes sempre foram o meu ponto fraco, era a minha cocaína diária. E quando ficava sem me cortar, era como se ficasse em abstinência dos cortes. Depois de ter feito tudo outra vez, estanquei o sangue e enfaixei o braço. Depois deitei, e a fome começou a pesar; “eu não posso comer, sou gorda”, repetia isso em minha cabeça enquanto encharcava a capa do meu travesseiro com minhas lágrimas. O que eu já fiz de tão errado para merecer tudo aquilo como castigo? Eu não tinha a resposta, e parecia que eu estava longe dela. Eu me senti completamente sozinha. Depois de chorar mais, peguei no sono, acordei no outro dia com o celular despertando outra vez. Aquele mesmo toque do dia anterior que me despertou para um pesadelo. Dei um pulo da cama, e a primeira coisa que pensei foi “ah não, não era um pesadelo”. Mas eu tinha que ir para a escola. Tomei banho e me vesti, coloquei meu casaco como sempre. Peguei a mochila e sai, eram sete horas da manhã, mas o clica já anunciava um calor insuportável depois das dez horas da manhã, e eu continuaria de casaco mesmo se marcasse 40 graus. Mas enquanto caminhava até lá ainda havia um ventinho um pouco que refrescante. Olhava as pessoas caminhando na rua pare ver se alguma estava usando casaco, mas ninguém estava. Baixei a cabeça e segui, naquele horário ninguém me olharia estranho por conta de eu estar de mangas longas. Cheguei no portão e senti um nó na garganta e meu estômago começou a doer. Eu nem havia tomado café da manhã, e fiquei me perguntando como poderia estar com dor de estômago sem ter comido nada. Mas deduzi que poderia ser a falta de comida, mesmo assim continuei em jejum. Eu só conseguia pensar na voz delas me chamando de gorda. E eu já tinha certeza que aquela tal página era coisa delas. Não tinha como ter sido outra pessoa, pois elas me odiaram desde o primeiro olhar. O que eu havia feito pra elas? Nada. Eu nunca faço nada, deve ser esse o problema, eu sempre fico quieta pra tudo. Mas também eu não teria uma resposta suficientemente boa para os xingamentos. Continuei andando e percebi que elas estavam me olhando. Apontavam pra mim e davam risadas, e haviam mais garotas com elas, mas não eram do nosso anos, eram mais velhas. Quando passei por elas de cabeça baixa consegui ouvir “viu que gorda?”. Elas tinham falado alto para fazer questão que eu ouvisse. Eu fui em direção ao banheiro, olhei para o meu celular e ainda faltavam cinco minutos para o sinal tocar. Me olhei no espelho e fiquei assustada, pela minha aparência. Tudo bem que eu não tinha vontade de me maquiar para ir para a escola, mas eu não tinha muita coisa para cobrir no meu rosto que fizesse alguém me notar. Eu não tinha espinhas nem manchas, minha pele era visivelmente limpa e lisa. Mas quando olhei o meu reflexo naquele espelho vi que havia algo de errado. Além dos olhos super inchados por conta de chorar eu estava com olheiras profundas, pálida. Meus lábios estavam totalmente sem cor, estava com uma aparência de doente, ou morta. Depois que me analisei entrei em um dos banheiros e fechei a porta, mas eu queria apenas ficar ali para esperar o tempo passar. Finalmente o sinal tocou, subi pra sala e não olhei para ninguém. Sentei na classe no fundo como havia feito no dia anterior, ninguém iria me notar mesmo. Fiquei olhando para o chão e esperando a professora chegar. Até então nenhuma piadinha ou provocações. Mas por dentro eu estava morta. A professora chegou e pediu que todos se sentassem. Mas eu levantei pois tinha que entregar aquele papel para que anotasse o meu nome na chamada. Entreguei o papel nas mãos dela.
- Aluna nova?
Ela perguntou com um ar simpático. Eu apenas fiz um sinal positivo com a cabeça e ela me olhou de uma forma estranha. A sala estava em silêncio.
- Você está bem?
Ela perguntou, e eu sabia que minha aparência não mentia: eu não estava bem. Eu estava a um dia sem comer e na noite passada havia chorado e me cortado.
- Sim
Respondi, mas sabia que ela não iria acreditar.
- Se não se sentir bem pode me avisar
- Ta bom
Peguei o papel e segui em direção a minha classe. Nenhuma palavra, eu estava até achando estranho. Mas resolvi não pensar naquilo pois estava bom sem ouvir os xingamentos. Ela começou a dar a aula e eu copiei o que ela passou no quadro. Depois o sinal tocou para o próximo período, e o outro. Pela manhã toda não houve uma palavra dirigida a mim a não ser a dos professores. Antes de sair para ir pra casa elas me derem uma tranquinha e eu cai no chão. Sai correndo e chorando outra vez, cheguei em casa e tudo aquilo se repetiu. De novo, e de novo… Todos os dias as coisas pioravam. Casa, brigas, escola, xingamentos, não comer, vomitar, me cortar, tudo isso se repetia. Fui me pesar e tinha emagrecido 15 quilos em um mês, eu estava completamente fraca. Mas mesmo estando magra ao ver dos outros eu me sentia gorda, e continuava vomitando e me cortando. E as garotas que me xingavam continuaram com as ofensas. A página feita pra mim ainda estava lá e continuavam postando coisas sobre mim e o meu peso. Fui em um site da internet fazer o cálculo se estava acima do peso, mas eu estava 5 quilos abaixo. Mesmo assim não parei de vomitar, vomitava de 5 a 6 vezes por dia. Ou passava o dia todo sem comer. Até que chegou um dia que elas me pegaram fora da escola e me bateram, cheguei com o olho roxo em casa e minha mãe ainda brigou comigo dizendo que eu era culpada. E tudo isso que escrevi acima foi para todos entenderam do porque de eu ter cometido um suicídio. Eu era culpada de tudo sempre, e não aguentava mais aquela situação na escola, No dia em que cheguei machucada em casa apanhei da minha mãe, e isso eu não aguentei, Ela não acreditou em mim, achou que eu me meti em uma briga porque quis. Ela não fez nada, nada. Depois que me tranquei no quarto como sempre, comecei a escrever essa carta. Quem já leu até aqui sabe porque eu não aguentei por mais tempo não é? Agora que você está quase no final do texto eu já estarei morta. Não se culpe pela minha morte, não é culpa de ninguém. Foi melhor assim, e não chorem pois sei que não se importavam comigo. Tudo começou quando eu entrei naquela escola. Me perdoem, adeus.”

- Carta encontrada ao lado de Julia, quando seu corpo foi encontrado sem vida e coberto de sangue (via meta-60kg)

PEDIDO: “Faz um do harry, que a s/n tá grávida dai ela quer transar com ele, só que ele não quer, então eles ficam sem se falar por uns dias, dai eles vão ter um almoço de família, ai a Anne pergunta o que tá acontecendo, então a s/n conta?? obggg linda 😘


PS: AAAA de nada amore!!!! Espero que todas vocês gostem meus amores. Beijãoooo. Boa leitura!


AVISO: ESSE TEM UM HOT NO FINAL

————————————————————————————————–

Sai do banheiro com o pequeno frasco de loção e caminhei até o quarto. Parei ao lado da cama e coloquei uma perna sobre a mesma, passando loção em minhas pernas. Meu marido estava deitado sobre a cama apenas com uma cueca na cor azul. Uma de suas mãos estava sobre seu abdômen exposto e a outra sobre seus olhos. Terminei de passar o produto em meu corpo e deitei-me ao lado de Harry.

- Amor. Está dormindo? – Chamei-o. Coloquei uma de minhas mãos sobre seu abdômen e o encarei.

- Não! – Falou ainda de olhos fechados.

- Está cansado? – Perguntei passando meus lábios sobre seu pescoço fazendo-o tirar o braço de cima dos olhos e me encarar. Ele sussurrou “Um pouco” quase inaudível. – O que acha de fazermos amor hoje? Com o tempo não iremos mais poder fazer por causa da gravidez, então temos que aproveitar! – Falei encostando meus lábios nos seus.

- Hoje não, estou cansado! – Passou a mão sobre meus cabelos.

- Qual é, Harry. Não fazemos há um bom tempo! – Reclamei batendo em seu peito. Harry riu nasalado e permaneceu em silencio ignorando-me por completo. – Tudo bem então! – Falei nervosa. Estiquei-me e desliguei a luz do abajur deixando o quarto completamente escuro. Puxei o grande edredom me cobri logo após virando meu corpo para o outro lado. O barulho da respiração de Harry começou a ficar pesada indicando-me que ele havia pego no sono.

- Babaca! – Resmunguei irritada.

**

- Você não vai falar comigo? – Harry disse olhando-me enquanto terminava de tirar as coisas do café. Passei a ignora-lo desde a hora que acordamos. Caminhei até a geladeira e peguei um peito de frango para que descongelasse até a hora do almoço.

- Tudo bem, então! – Falou pegando o blazer que estava e cima da mesa junto com a chave do carro. – Tenha um bom dia, Sra. Styles! – Falou saindo da cozinha. Revirei os olhos e bufei de raiva.

4 DIAS DEPOIS

 

Harry e eu estamos há quatro dias sem conversar. Ele passou a me ignorar também. A única vez que ele abriu a boca foi para dizer que Anne nos convidou para almoçar com eles hoje. Não queria ir para o almoço. Não gosto de bancar a falsa quando as coisas não vão bem.

- Vamos! – Harry apareceu na porta e segundos depois desapareceu. Terminei de passar o batom em meus lábios e desci até a sala. Peguei minha bolsa que estava sobre a mesa e tranquei a porta de casa. Harry encontrava-se dentro do carro. Abri a porta do mesmo e sentei-me no banco do passageiro. Passei o cinto sobre meu corpo e meu marido deu partida.

O caminho até a casa de Anne foi tortuosamente silencioso. Pensei em me desculpar por não estar falando com ele, mas mudei de ideia quando seu celular tocou. Harry foi conversando o caminho inteiro no telefone e eu permaneci em silencio. Harry estacionou o carro e eu desci. Andei até a porta principal sem o esperar e apertei a campainha. Segundos depois Anne aparece na porta.

- (S/n) – Anne falou sorrindo. Minha sogra envolveu seus braços envolta de meu pescoço e eu a abracei. – Como está você e o bebê? – Indagou passando a mão em minha barriga.

- Estamos bem! – Falei sorrindo.

- Filho! – Anne saiu da porta e caminhou até o Harry. Meu marido abriu os braços e um imenso sorriso. Seus olhos se fecharam aos braços de sua mãe envolverem seu pescoço.

Adentramos a aconchegante casa. Sentei-me no sofá e Harry sentou no outro. Desmond chegou e começou a conversar com Harry. Fui até a cozinha onde Anne estava.

- Já fez o ultrassom, (S/n)? – Anne perguntou cortando alguns temperos. Sentei-me no banquinho e apoiei meus braços sobre o balcão.

- Ainda não. Irei fazer semana que vem! – Peguei uma maçã e analisei a mesma. Anne parou de cortar os temperos e caminhou até mim.

- O que houve entre você e Harry? – Anne indagou cruzando os braços. – Estão distante um do outro!

- Harry me negou uma noite de sexo! – Falei com um tom de indignação fazendo Anne rir de minha cara. – Pedi com o maior carinho e ele me negou, ai não estamos nos falando! – Mordi a maçã. Anne continuava gargalhando. Meus olhos a encaravam fazendo-me rir baixo.

- Não acredito. Vocês são tão bobos! – Ela falou voltando a cortar os temperos. Concordei com ela e mudamos de assunto. Na hora do almoço Anne fez de tudo para que Harry e eu conversássemos, mas ambos eram orgulhosos demais. O almoço foi agradável. Ajudei Anne a lavar os pratos e depois fomos para a sala onde Desmond e Harry estavam. Uma grande tempestade começou a cair. Harry e eu passamos a esperar a chuva passar para ir embora.

- Acho que terão que dormir aqui – Desmond falou enquanto o ancora do jornal avisava que as ruas estavam alagadas por causa da chuva.

- Concordo, Desmond! – Anne concordou sorrindo para mim. – Tem o antigo quarto de Harry, vocês podem dormir lá. (S/n) você deixou roupa aqui da última vez que veio.

- Não precisa, mãe! Iremos hoje. – Harry falou.

- Não irão não! Está caindo o mundo lá fora e você quer ir embora. Nem nos seus sonhos, Styles! – Anne falou encarando Harry seriamente. Acabamos por ceder. Caminhei em silencio até o quarto de Harry e adentrei o mesmo. Logo depois Harry entra e fecha a porta. Tirei minha roupa e coloquei a mesma sobre uma cadeira de madeira. Deitei-me na cama e fechei meus olhos na tentativa de pegar no sono. Senti o colchão afundar ao meu lado. Harry arrumou-se e cobriu nossos corpos com o edredom. Sua mão tocou minha cintura e eu tirei a mesma rapidamente.

- Ah qual é, (S/n)! – Harry resmungou. Seus lábios pararam em meu pescoço e ele depositou beijos no local. – Vai me dizer que você não quer? – Indagou e eu me arrepiei

- Até onde eu sei nós não estamos nos falando! – Tentei ignorar sua mão acariciando minha cintura.

- Acho que já passamos muito tempo nos ignorando. – Harry falou ficando por cima de meu corpo. Sua boca entrou em contato com meu pescoço fazendo com que um leve gemido escapasse de minha boca. Harry roçou seu membro em minha intimidade e eu levantei meu quadril para poder senti-lo mais.

- Ow! – Gemi em seu ouvido assim que senti seu membro duro encostar em minha intimidade que estava coberta pelo tecido encharcado.

Harry desceu os beijos até meus seios que estava cobertos pelo sutiã. Meu marido abriu o fecho do sutiã deixando meus seios completamente expostos e os abocanhou. Sua língua fazia movimentos circulares em volta de meu mamilo fazendo meu corpo ficar em chamas. Seus dentes raspavam levemente em volta dos botões dos meus seios. Levei uma de minhas mãos até os cabelos de Harry puxando os mesmos e a outra coloquei dentro de sua cueca pegando em seu membro duro. Meu marido arfou e chupou meu mamilo com força. Harry desceu até minha calcinha e arrancou a mesma. Senti sua respiração em minha intimidade e logo um fogo se alastrou por todo meu corpo. Sua língua tocou em meu clitóris e eu levantei meu quadril.

- Harry… – Gemi baixo.

Coloquei minha mão em seus cabelos e fiz pressão sem sua cabeça que estava no meio de minhas pernas. Sua língua fazia movimentos rápidos e meu corpo só faltava explodir de tanto tesão que estava sentindo.

HARRY ON*

 

Os gemidos baixos de (S/n) faziam com que meu membro ficasse mais duro do que já estava. Suas mãos estavam em cima de minha cabeça fazendo mais pressão sobre a mesma. Intensifiquei os movimentos com a língua e minha mulher se desmanchou em minha boca. Subi até sua boca e comecei um beijo intenso. Em um movimento rápido (S/n) ficou por cima de mim tomando o controle das coisas. Sua intimidade nua encostou no meu membro coberto pela cueca fazendo-me fechar os olhos e morder os lábios.

- Isso é para você aprender a não me negar uma transa! – Sussurrou e desceu minha cueca. Senti meu membro ser abocanhado fazendo-me ir no céu e voltar. (S/n) começou a lamber toda a extensão de meu pênis. Sua língua parou em minha glande e ela começou a fazer movimentos circulares em volta do mesmo.

- Aw – Gemi baixo. Peguei um dos travesseiros e coloquei sobre meu rosto.

(S/n) desceu a boca por toda a extensão de meu membro e começou a fazer movimentos vai e vem bem devagar. Joguei o travesseiro longe e agarrei em seus cabelos fazendo com que ela intensificasse os movimentos. (S/n) raspava os dentes de leve em meu membro e eu me contorcia na cama de tanto prazer.

- Céus! – Gemi ao sentir que estava chegando ao meu limite. (S/n) começou a colocar mais pressão em meu membro e fazer movimentos mais rápidos. Senti uma onda de calor passar pelo meu corpo e logo o mesmo relaxou completamente indicando que eu havia chegado ao meu clímax. As mãos de (S/n) massageavam meu membro vagarosamente fazendo-me tombar a cabeça para trás e soltar baixos gemidos. Senti a cama afundar dos dois lados e logo vi minha mulher em pé sobre mim. A mesma agachou-se e posicionou sua entrada na ponta de meu membro. (S/n) olhava em meus olhos e mordia os lábios. Ela passou a glande de meu pênis em sua vagina e eu me contorci. Inclinei meu quadril e ela desceu vagarosamente até meu membro cobrir toda a sua intimidade.

- Harry… – Ela gemeu baixo. Coloquei minhas mãos em sua cintura e comecei a me movimentar dentro dela. Sua cabeça tombou para trás e ela cravou as unhas no meu ante braço. (S/n) tirou minhas mãos de sua cintura e entrelaçou nossos dedos. A linda mulher a minha frente deitou o corpo sobre mim e começou a mordiscar minha orelha fazendo-me ficar mais duro. Fiquei por cima dela tomando o controle das coisas. Imobilizei suas mãos para cima da cabeça e comecei a estocar mais rápido. (S/n) contraia o músculo de sua vagina fazendo-me ir a loucura.

- Aw. Não faz isso! – Falei enquanto ela contraia mais os músculos da vagina.

- Vai mais rápido… – Sussurrou em meu ouvido.

Aumentei a velocidade das estocadas e mordi meus lábios para não gritar de prazer. O corpo de (S/n) ficou mole embaixo de mim. Continuei estocando fazendo-a gemer baixo meu nome. Senti meu corpo relaxar fazendo-me soltar um longo gemido. Joguei meu corpo no colchão e fechei os olhos.

- Nossa… – Falei ainda recuperando o folego. – Senti saudade disso! – Virei-me para ela e a encarei. (S/n) olhou-me e sorriu.

- Pois é. Não sentiria saudade se tivesse me negado uma transa naquele dia! – Levantou e tirou o edredom da cama. Ela jogou o mesmo e deitou-se na cama novamente. Cheguei mais perto de seu corpo e passei a mão por cima de sua cintura.

- Não usamos camisinha. Será que faz mal para o bebê? – Indaguei encarando-a

- Não sei. Vemos isso semana que vem! – Aconchegou-se em meu peito. – Estou meia dolorida. – Riu baixo.

- Me empolguei, estava com tanta vontade de te foder! – Gargalhei e ela deu um tapa no meu abdômen.

- Seu ridículo! – Ela falou rindo.

- Não era isso que você estava falando minutos atrás! – Ri e ela me encarou séria. Fechei o sorriso. – Brincadeira. – Sorri amarelo.

(S/n) permaneceu em silencio e logo ouvi sua respiração ficando pesada. Acariciei seus cabelos e esperei o sono chegar.


CAT

[lésbico] oi, meu nome é Caroline e tenho 22 anos, sou branquinha tenho cabelos bem longos e lisinhos de cor castanho, os olhos são cor mel, tenho 1.68 de alt. e 57 kg, modéstia parte sou uma mulher muito bonita.
A história que vou revelar aconteceu no início deste ano, quando eu iniciei minha facul, jamais imaginei que minha vida iria mudar tão radicalmente em um simples trote para os calouros. Foi quando conheci minha veterana Eduarda, eu já tinha ouvido falar dela, era uma das meninas que mais fazia sucesso na facul devido a sua beleza e simpatia, mas diziam para tomar cuidado porque ela era Lésbica. Eu não dei muita importância, nunca que uma mulher me chamaria atenção.
Foi quando os veteranos invadiram minha sala de aula que meus olhos bateram na Eduarda, eu tinha certeza que ela era quem todos comentavam; de fato sua beleza era inigualável. Eduarda tem 23 anos aprox. 1,72 e pesa uns 62 kg, cabelos longos lisos de cor castanho claro, puxando para um dourado, franjinha toda irreverente jogadinha na frente daqueles olhos verdes que pareciam cor de uva, lábios deliciosamente tentadores e carnudinhos, e aquelas covinhas irresistíveis nas bochechas e no cantinho dos lábios. (lembra a atriz do filme Elektra). Nem preciso dizer que vidrei nela né? rss…, logo eu que era tão hetero!!
Então ela começou a falar em nome da turma dela, a falar o que aconteceria e tal, e notei que ela não parava de me olhar, e isso foi me deixando completamente inquieta! foi quando ela anunciou: - Agora, eu como líder da turma dos veteranos tenho o privilégio de escolher minha caloura. foi quando ela veio caminhando em minha direção, senti minhas pernas tremerem e meu rosto ficar vermelho. Ela chegou a minha frente e sussurrou no meu ouvido - Não poderia ter melhor caloura que você, e não precisa ficar vermelhinha, não vou tirar pedaço. Então ela afastou a boca de meu ouvido e começou a me fitar com os olhos enquanto todos escolhiam seus calouros.
Aí a brincadeira começou a rolar, foram potes de tintas p/ pintarem nossos corpos e rostos, e a Eduarda sempre me tocando de forma diferente, esbarrava todo tempo no meu corpo. Foi na hora de tirar os sapatos que pude ter certeza das intenções que ela tinha comigo (todo mundo que foi calouro sabe que os veteranos tiram nossos sapatos e trocam por dinheiro p/ a festa de boas vindas na facul), então ela se abaixou no chão e colocou meu pé sobre a coxa dela e deu uma leve empurradinha nas minhas pernas, que acabaram ficando abertas, e ela com a cabeça cada vez mais perto do meu corpo, então antes de soltar minhas pernas ela olhou em direção à minha xaninha, e me olhou nos olhos falando - Adoraria ter p/ mim. Mordeu o cantinho da boca, fazendo logo depois um biquinho lindo com a boca, o que me deixou tremendo, eu já estava desejando cada vez mais que ela me pegasse, e eu arranjava qualquer desculpa para esbarrar no corpo dela.
Depois que todo mundo estava sem calçado e totalmente pintados, os veteranos foram nos guiando em direção ao semáforo para pedir dinheiro. Foi quando Eduarda pegou na minha mão e começou a me guiar pelos corredores, no caminho ela começou a fazer carinho em minhas mãos, e eu surpreendentemente correspondia a cada toque que ela dava.
No caminho meus pés começaram a doer e eu comecei a reclamar com ela, disse que estava doendo muito e que deveria ter cortado, ela disse que eu estava de sacanagem e estava tentando fugir dela. Foi quando eu tive a melhor reação do mundoo rss, parei de caminhar e puxei ela p/ perto de mim e disse - Se você devolver minha sandália te dou um beijo. Ela sorriu maliciosamente e disse - Troco sua sandália por você ir ao meu ape mais tarde, não preciso prometer beijo porque sei que isso eu arranco de você facinhu. Quando ela falou isso meu corpo todo se arrepiou, eu já conseguia sentir minha calcinha molhadinha e meu corpo todo já denunciava a vontade de ter ela peladinha comigo! Então eu topei a proposta que ela me fez, ela me devolveu as sandálias e foi me acompanhando até o carro. Abri a porta e na hora que eu fui entrar p/ ir embora ela deu uma apertadinha no meu bumbum, levei um sustinho e virei p/ ela, então ela segurou meu rosto com as duas mãos, me fez sentar no banco do carro e se curvou até minha boca, vi entre o decote dela aqueles seios enormes e que pareciam ser deliciosos, ela percebeu que eu estava olhando e disse - Mais tarde se você se não se comportar eu deixo você ver eles bem de pertinho. Ela apertou minhas bochechas, fazendo minha boca fazer beicinho e chegou pertinho dando uma leve mordidinha nos meus lábios e logo soltou. Eu fiquei toda iludida de olhos fechados esperando que ela me beijasse rss, mas ela se afastou, passou o endereço do ape e disse a hora que eu devia ir, então virou as costas e saiu.
Eu passei o dia inquieta, imaginando o que iria acontecer ou como seria o beijo dela, pensando que se ela tinha fama era porque era gostosa e tinha pegada, e também porque devia pegar muitas garotas, o que me deixou levemente enciumada, e morrendo de vontade de mudar esse jeito dela e fazê-la ficar só comigo.
Então as horas foram passando e eu resolvi tomar um banho bem demorado e delicioso, com tudo que eu tinha direito. Coloquei uma lingerie preta para matar qualquer um, um vestidinho preto curtinho e larguinho e uma sandália de salto alto, passei meu delicioso perfume J´adore, me olhei no espelho e me senti poderosa, saí com o desejo de seduzi-la e deixar ela louquinha p/ me agarrar com a pegada deliciosa que ela deveria ter.
Cheguei ao ape dela na hora marcada, estacionei e subi, toquei a campainha e logo escutei as chaves da porta girando e já comecei a me tremer todinha de nervosismo. Então a porta abriu e eu pude matar minha curiosidade, foi inevitável olhá-la dos pés a cabeça, ela estava com um short curtinho de seda preta, aquelas pernas malhadas expostas, um salto alto e uma blusinha tomara que caia branca bem coladinha.
Ela me convidou para entrar, assim o fiz, quando passei ao lado dela ela me puxou pela cintura e me virou de costas p/ ela, chegou ao meu ouvido e disse - Você está maravilhosa, veio vestida assim só p/ me matar do coração, pelo menos tenho a certeza que suas intenções são as melhores possíveis. Então ela passou a língua bem molhadinha e quente por trás da minha orelha, foi passando bem devagarzinho, deu uma mordidinha e assoprou onde estava molhadinho, nessa hora eu me arrepiei inteira e meus seios me denunciaram!Ela desceu a boca, afastando meus cabelos e foi beijando, com aquela boca macia e quente, pegou minha cintura com suas duas mãos e me puxou contra ela, deixando meu bumbum encaixadinho no corpo dela. Soltei um leve gemidinho, então ela me virou de frente e colou meu corpo no dela, aproximou o rosto do meu, começou a fazer carinho no meu rosto com seu nariz, passando pela minha bochecha, queixo, até q senti a respiração dela em meus lábios, eu não via a hora dela me beijar. Ela me olhou nos olhos e foi aproximando nossos lábios, ela passou a língua na boca dela, deixando bem molhadinha e aproximou mais, tocando levemente nossas bocas, mas não me beijou, passou os lábios dela nos meus de leve, de um cantinho ao outro, então sugou meu lábio inferior p/ dentro da boca dela e chupou de uma forma muitoooo deliciosa, senti minha calcinha encharcar, aquela boca fofinha estava me deixando doidinha. Cada vez que eu ia beijar ela se afastava um pouquinho e não deixava, eu comecei a arranhar de leve as costas dela, puxando ela cada vez mais p/ perto, ia subindo minha coxa pelas pernas dela, até que ela não se aguentou mais e me beijou, um beijo delicioso que começou devagar, mas logo ganhou ritmo e fui logo ficando ofegante. A boca dela era totalmente diferente de uma boca de Homem era mais macia, mais fofinha, mais envolvente, não tinha explicação para o que eu estava sentindo quando a beijava. A vontade era de não parar mais.
Ela então parou de me beijar e sorriu, beijou minhas mãos e me abraçou de uma forma muito carinhosa, ela disse p/ eu ficar a vontade que ela iria pegar um vinho para nos duas tomarmos. Aguardei no sofá, ela voltou rapidinho com a garrafa e duas taças nas mãos, ficamos bebendo e trocando carinhos por muito tempo, era delicioso estar nos braços dela. Nós estávamos deitadas no sofá quando o tempo tipicamente curitibano mudou e começou a esfriar, ela logo deu a desculpa que estava sentindo frio e puxou minha coxa p/ cima dela, me fazendo ficar quase deitada por cima dela, voltamos a nos beijar, mas dessa vez eu sabia que iríamos mais longe. Ela me pegou com mais vontade ainda, parecia que estava ansiosa para me ter, me puxou p/ cima dela e começou a passar as mãos nas minhas coxas erguendo junto meu vestido, ia subindo pelo meu bumbum, até que ela notou que eu estava de fio dental, ela me olhou e disse - Você me deixa completamente loucaa menina, me tira da realidade, da vontade de te pegar pra mim e devorar toda!. Eu levantei o corpo e sentei na cintura dela, tirei meu vestido ficando só de lingerie montada em cima dela. Ela sentou no sofá e colou meu corpo no dela , deixando minha xaninha tocar na barriguinha dela. Voltou a me beijar e tirou meu sutiã com uma mão, enquanto a outra tocava meu bumbum, ela colocou uma de suas mãos em meus seios e a boca no outro, foi me torturando com aquela língua deliciosa, batendo bem rapidinho no biquinho dos meus seios, me fazendo rebolar no colinho dela e gemer ainda mais alto.
Então ela virou o corpo e me deixou por baixo dela, com as pernas enroladinhas em sua cintura. Ela arrancou a própria roupa, deixando aqueles seios deliciosos bem na minha frente, ficou de joelhos e tirou o shortinho, revelando uma calcinha extremamente sexy, ela ficou de quatro em cima de mim e colocou os seios em cima da minha boca, eu nunca tinha nem ao menos pegado em outros seios, mas quando vi eles perto de minha boca não resisti a vontade e comecei a chupar aquela delicia, ela ia gemendo e me chamando de amor, pedindo para eu mamar gostoso nela. Até que ela se afastou e voltou a prestar atenção nos meus seios enquanto a outra mão ia em direção a xaninha, ela passava os dedos bem de leve por cima do meu grelinho, me fazendo mexer todinha na mão dela, as vezes ela apertava com mais força meu grelinhu, fazendo eu arquear o corpo todo, parecia que eu ia gozar a qualquer momento. Ela foi descendo a boca entre meus seios, beijando e mordendo bem gostoso, chegou na minha barriga e deu umas mordidas na cintura que me arrepiaram toda, deixando meus biquinhos bem durinhos. A Duda continuou a descer, até que chegou à borda da minha calcinha e passou a língua, deixando escapar rapidinho p/ dentro da minha calcinha. Ela me puxou p/ a beirada do sofá e desceu beijando minhas coxas, eu já estava empurrando a cabeça dela para minha xaninha, queria aquela língua atoladinha dentro da minha xaninha, não aguentava mais aquela tortura! Então ela chegou por cima da minha calcinha e deu uma mordidinha no meu grelinho, colocou minhas pernas em seus ombros e continuou a beijar por cima da calcinha, eu não me agüentei e pedi – me chupa amorzinho, deixa eu te sentir dentro de mim vai amor. Ela então foi tirando minha calcinha e voltou a erguer minhas pernas.
Senti a respiração dela batendo na minha xaninha, eu estava encharcada, cada vez que ela respirava eu me arrepiava de tesão e quase gozava. Até que ela começou a me chupar, nunca tinha sentido nada igual na vida, ela parecia beijar minha xaninha, enfiava a ponta da linguinha e ia mexendo em círculos depois empurrava a língua todinha lá dentro, ia estocando aquela delícia dentro de mim até eu não aguentar mais e lambuzar aquele rostinho lindo, quando ela sentiu que eu estava gozando ela estocou logo dois dedos dentro de mim, o que aumentou ainda mais a força do meu gozo e fez durar muitoo, gozei tão forte que cheguei a ficar tonta e com as pernas bambas. Parecia que eu tinha ido ao céu e voltado.
Ela subiu o rosto e me beijou novamente, o gosto dos lábios dela estava delicioso demais, ela falava - beija teu amorzinho, sinta teu melzinho gostoso na minha língua.
Sem dúvida alguma ela mexia comigo de uma forma diferente. Voltamos a nos beijar, até que ela deitou na cama e pediu para eu deitar nos ombros dela, ficamos um tempo conversando, onde eu admiti que ela havia sido minha primeira garota, e disse que se eu soubesse que era bom assim, já teria provado muito tempo antes. Não achei que isso a ofenderia, mas ofendeu. Ela ficou toda bicudinha comigo, dizendo que achava que ela era no mínimo um pouco especial, foi quando eu soltei um balão e disse – mas você é especial, é diferente, com você eu namoraria sem dúvida alguma.
Ela me olhou séria, achei que a tinha assustado, mas ela teve a melhor reação de todas!!
— 

Começou no Trote de faculdade - Porn-18-contos

Imagine Zayn Malik

E chegamos ao último dia, o último imagine, do nosso “A semana Toda”! Espero, do fundo do coração, que vocês tenham gostado. Me contem o que vocês acharam dessa ideia, que foi a primeira vez que eu fiz; e o que vocês acharam dos imagines dessa semana. Vou amar saber! Quem sabe, num futuro próximo, pode se repetir, não é mesmo?! hahah. 

Fiquem com a continuação desse imagine do Zayn, pra fechar com chave de ouro! hahah Beijos, e boa leitura!

**

Continuação do imagine que ele termina o noivado com ela, se reencontram no noivado de uns amigos e ele vê que errou. Espero que gostem!

(essa parte se passa do ponto de vista da S/N!)


(anterior)

**********


Encontrar o Zayn foi completamente constrangedor. E pior ainda foi quando ele veio falar comigo. Eu não consigo explicar o que eu senti ao certo; mas foi estranho. 

Eu agradeci mentalmente quando Anna me chamou para buscar alguma coisa no seu carro e eu pude sair de perto dele. Aproveitando que já estava ali fora, e sem aguentar mais ficar no mesmo ambiente que ele, entrei no primeiro táxi que estava ali e passei meu endereço; que em poucos segundos já estava lá. 

Coloquei um pijama qualquer e, junto com meu cobertor, passei pela cozinha e peguei algumas guloseimas e fui para o sofá, escolhendo um filme na Netflix. Por mais que eu tentasse prestar atenção na TV, minha mente vagava para longe, e Zayn tomava conta dos meus pensamentos. Eu bufava de tempos em tempos. 

A campainha tocou e eu pensei que fosse Amanda, querendo me arrastar para a festa de novo. Engano meu.

Assim que abri a porta, meu corpo foi prensado na parede e, ao sentir sua respiração do meu pescoço e seu perfume forte a amadeirado, um arrepio correu por todo meu corpo. Eu fiquei tonta, e não tive forças o suficiente para o empurrar para longe de mim. 

Antes que eu conseguisse fazer qualquer coisa, seus lábios tomaram o meu num beijo feroz e urgente. Suas mãos apertavam minha cintura com força e ele me prensava contra a parede cada vez mais. Eu retribuía o beijo com a mesma intensidade, e embrenhei meus dedos nos seus cabelos. Nossas respirações estavam descompassadas e, somente quando ele mordeu meu lábio inferior eu me dei conta do que estava acontecendo. 

- Você ficou louco? - perguntei ainda ofegante, após o ter afastado de mim.

- Eu precisava. – falou de olhos fechado e colando nossas testas. – Eu preciso disso, todos os dias. Eu preciso de você. – ele olhou nos meus olhos e me vi perdida ali.

- Por quê? – deixei escapar num sussurro. Ele respirou fundo e se afastou milímetros do meu rosto.

- Porque eu fui um covarde, um infantil. Eu tive medo de assumir essa responsabilidade, de me casar, de ficar “preso” pro resto da vida. Eu me apavorei e acabei fazendo o que fiz. Me perdoa, por favor. – falou baixinho, aproximando seus lábios do meu.

- Não é tão simples assim, Zayn.

- Eu sei. Eu sei… Me dá uma chance, por favor… Me desculpa, por tudo que eu fiz com você. – tentou se aproximar de mim, mas eu rapidamente recuei, fazendo ele suspirar. – Eu percebi o quão tolo eu fui. Eu vi hoje o quão mal eu te fiz. Ver você lá hoje, sem alegria, sem aquele brilho no seu olhar e meio triste partiu meu coração. Ver a alegria deles por estarem noivando e marcando o casamento, e imaginar que esse era o nosso caso, que era isso que estávamos fazendo, me fez cair na real. Eu só quero esquecer o passado, passar uma borracha em tudo e poder recomeçar. Com você.

- Zayn, não brinca comigo. Não de novo. – pedi.

- Eu não tô brincando! – ele segurou meu rosto com suas mãos.

- Zayn, nós éramos noivos; íamos nos casar. E, de repente, da noite para o dia, você chega e termina tudo comigo, sem me dar, se quer, uma explicação decente para isso. Você tem noção de como eu fiquei? Eu te amava, Zayn. Mais que a mim mesma. Eu fiquei destruída. Você quebrou meu coração em mil pedacinhos. Eu demorei para conseguir superar isso. E te ver hoje lá no noivado dos nossos amigos me fez relembrar todos esses momentos que eu sempre fiz questão de esquecer. – respirei fundo e ele me olhava com pesar. – E agora, do nada, você me aparece aqui falando tudo isso. Eu sinto muito, mas não é apenas um discurso bonitinho que vai me fazer me jogar nos seus braços de novo e correr o risco de passar pelas mesmas coisas que eu já passei.

- Não é apenas um discurso, é o que eu sinto. Eu me odeio por ter te feito sofrer, e lamento muito por isso. Mas eu também sofri. E muito. Eu não sabia o que eu queria, mas eu descobri que ficar sem você não é, nem de longe, o que eu quero. Eu descobri da pior forma possível o quanto eu te amo e que eu não vivo mais sem você. Eu não quero ficar longe de você; eu quero ter você todos os dias da minha vida, ao meu lado. Só comigo. – neguei com a cabeça e me afastei dele, meio atordoada com tudo que ouvi e ele bufou. – O que mais você quer que eu diga? Que não fui homem suficiente, que fui covarde, que agi errado?

-Eu tenho medo, Zayn. – confessei baixinho. – Medo de me entregar de novo, e me machucar de novo. Eu não quero passar pelas mesmas coisas que eu já passei. – admiti para mim mesma. Essa é a única razão para eu não me jogar nos braços dele nesse momento. Medo. Muito medo.

Pude ver ele sorrir e se aproximar de mim. Com um de deus mãos ele abraçou minha cintura e a outra ficou no meu pescoço, fazendo um carinho suave.

- Então me deixa te mostrar que não vai ser igual. Me deixa fazer diferente, fazer o certo dessa vez. Eu mudei, e agora eu sei exatamente o que eu quero. E eu quero você. Pra sempre!

Não se foi pelo que eu ouvi, ou se foi pela proximidade entre nós ou pelo jeito que ele me olhava e me mantinha próximo ao seu corpo; mas eu avancei em seus lábios, iniciando um beijo apressado e com amor.

Sua mão adentrou a blusinha de pijama que eu usava e ele começou a fazer um carinho gostoso ali. Ao sentir sua mão em contato com a minha pele, me arrepiei por completo. Ele tem um enorme efeito sobre mim. Seus beijos rumaram para o meu pescoço e ele me virou de costas para ele, ainda segurando firme minha cintura.

Em meio a alguns beijos e sussurros no ouvido, fomos até o quarto e fui deitada na minha cana com delicadeza.

Em questão de segundos, as poucas peças de roupas que estavam no meu corpo se encontravam no chão. Tirei a blusa que ele usava e raspei minhas unhas por toda a extensão do seu peitoral. Ele respirou pesado e mordeu meu ombro. Nos livramos de todas as nossas peças de roupa, lentamente; sem pressa alguma.

Meu corpo inteiro foi beijado e acariciado como nunca antes. Eu me sentia em outra dimensão. Eu me sentia, acima de tudo, amada novamente.

Quando ele finalmente me tomou para si, eu fui ao céu e voltei. Ele sussurrava algumas coisas no meu ouvido e eu arranhava seus braços e costas. Quando uma onda forte de prazer atingiu meu corpo, um gemido alto e longo escapou pelos meus lábios; e me desmanchei em volta dele.

No segundo seguinte, ele chamou alto por meu nome, chegando ao seu máximo; e afundou sua cabeça no meu pescoço. Ficamos ali, por alguns minutos, aproveitando o momento e a presença um do outro.

Ele se deitou ao meu lado e, abraçado ao meu corpo, pegamos no sono em poucos segundos.

A claridade já ultrapassava o fino pano da cortina do meu quarto e eu fui abrindo os olhos aos poucos. Ao abrir por completo, vi que ainda estava nua e me lembrei de cada minuto da noite anterior.

A cama se mexeu ao meu lado e ao me virar, vi Zayn sorrindo grandemente.

- Bom dia, meu anjo! – me derreti toda ao escutá-lo falar isso e sorri apaixonada. – Trouxe seu café!


[…]


Espero que tenham gostado! 

Pedido: Faz um do zayn que ele não defende a namorada em uma briga com a ex e ela termina//final feliz..”

espero que gostem desse pedido, foi um pouco trabalhoso, mas no fim eu gostei haha, espero que gostem e perdão pelos erros!


Particularmente eu não gostava muito da amizade do Zayn com a ex dele, ela vivia chamando ele para sair e eu não podia retrucar porque sempre acabava discutindo com Zayn e ele sempre quer estar certo. Não tem problema sair com uma amiga, não me importo, mas com a ex já é diferente e o pior era quase todo fim de semana. Ele ultimamente estava distante de mim e eu já não aguentava mais essa situação.
Hoje isso ia se repetir novamente, ele se arrumava e eu podia sentir o seu forte perfume vindo do quarto, a campainha tocou e não deixei de revirar os olhos, argh eu odiava essa garota.
Abri a porta e ela entrou toda perfumada, observei seu vestido e senti meu sangue ferver, ele era lindo e chamativo também. Sem dizer uma palavra ela sentou no sofá e eu permaneci em pé a observando. Isso precisava acabar rápido. Zayn saiu do quarto e quando a viu sorriu largo, foi até ela e o abraçou. Enquanto o abraçava ela olhou para mim como se dissesse que ela iria roubar ele de mim.
- Chega Zayn, você não vai a lugar nenhum - Eu disse calma mas por dentro já me imaginava voando no pescoço dela.
- O que? É claro que eu vou- Ele disse me olhando irônico e eu apenas respirei fundo.
- Zayn será que você não vê as intenções dela? Ela quer te roubar de mim - eu disse sentindo meu sangue ferver mais ainda.
- Ela é louca Zaz eu não quero fazer nada disso - Ela disse com a voz de choro e eu quase vomitei com a sua encenação.
- Louca é a sua vó - Eu disse avançando para cima dela mas ele me impediu.
- Cala a boca sua vadia - Ela disse firme e eu ri.
- Zayn olha o que a sua amiguinha disse, a máscara caiu - Eu disse ainda rindo mas parei quando ouvi a fala dele baixinha.
- Como se não fosse verdade. - E então ele me soltou e eu o olhei com nojo, os dois eram farinha do mesmo saco, não valia a pena ficar discutindo.
Fui para o quarto pegar as minha roupas que tinha ali, eu e Zayn já não existíamos mais e ele mesmo buscou isso, ouvi a porta ser fechada e sabia que eles tinham saído novamente.
Como Zayn não merecia se quer uma explicação, eu arrumei todas as minhas coisas e fui para meu carro. Enquanto colocava tudo no veículo, Zayn chegou e eu entrei em meu carro, e antes que ele pudesse vir até mim, sai cantando pneu.

•••

Estacionei meu carro em frente à aquele bar badalado, desci vendo caras nojentos me encarar, entrei no estabelecimento indo até o balcão, logo pedi um drink e me sentei um dos bancos que havia por ali. Desde aquele dia eu não vi mais Zayn e desde então meu objetivo era evitar ele, seja quando e onde for. Alguém se sentou ao meu lado e eu me arrepiei quando ouvi a sua voz.
- Quero um copo de Whisky - Ele pediu e eu me levantei deixando o dinheiro sobre o balcão.
- (S/N)? - Ele me chamou mas eu apenas acelerei meu passo até a porta.
Apertei o alarme do meu carro andando rápido até ele, quando iria abri a porta uma mão me puxou.
- Não ouviu eu te chamar? - Ele disse e eu apenas o ignorei, tentando novamente abrir a porta. - Estou falando com você, me responde.
Sem dizer nada, abri a porta, mas para a minha puta sorte ele fechou e eu o olhei brava.
- Você não vai a lugar algum. - Ele me prensou e eu pude sentir sua respiração. - Que merda, fala alguma coisa.
Olhei para o chão ainda o ignorando, ouvi seu suspiro e sua mão tocar em meu queixo antes de me beijar. Não movi meus lábios mas não o afastei, seus lábios se moviam nos meus e eu permaneci parada do jeito que estava.
- Me perdoa? - Ele disse depois do beijo o olhei suspirando ainda sem dizer uma palavra se quer - Me responde meu amor.
- “Meu amor” o caramba - O empurrei tentando escapar mas sem sucesso, escutei ele rir.
- O gato não comeu a língua dela - Ele riu colando nossas testas.
- Só quero ir embora Zayn - Eu disse me fazendo de difícil, mas com ele tão perto, eu já não estava mais me segurando.
Ele respirou fundo fechando os olhos me beijando de novo, dessa vez eu retribui já não aguentando mais. O beijo dessa vez foi com urgência e ele me prensava mais no carro.
- Acho que isso foi um “sim eu te perdoo”- Ele riu beijando meu pescoço e eu sorri sem graça.
- Essa é a sua segunda chance Zayn, não estraga isso. - Falo extasiada por seus beijos em meu pescoço.
- Prometo que não irei baby - Eu suspirei e o beijei novamente.

Preference - Carencia

**Ainda não terminei de escrever as continuações que eu ia postar hoje então resolvi postar esse que já estava pronto, se der tempo eu posto ;)

Harry:

Espirrei mais uma vez e minha cabeça rodou junto com o esforço, soltei o ar pela boca e limpei o nariz com um dos milhares de lenços pela cama, ele entrou abrindo a porta de repente e eu puxei o cobertor de volta e me cobri tremendo de arrepio.

-Oh meu deusi - falou forçando a voz ao me ver.
-Fecha a porta Harry - falei fanha.
-Como vai minha coisinha linda de meu deus?

Ele subiu na cama e se sentou do meu lado passando a mão no meu rosto bem devagar.

-Eu estou ‘bal’ - falei
-Awn - disse me dando um beijo na testa -seu amorzinho ta aqui para cuidar de voce.
-Voce vai ficar gripado - falei tirando suas mãos de mim - e suas mãos estão geladas.

Ele se deitou do meu lado e puxou o cobertor entrando dele também, me arrepiei de novo e ele me abraçou bem forte.

-Eu vou ficar com voce até melhorar.
-Harry sério - falei -voce esta gelado.
-Mas vou esquentar rapidinho com essa sua temperatura, jesus.
-Eu não quero voce gripado também.
-Não vou te deixar - e então me beijou no rosto - meu bebe.

Me mexi e ele se ajeitou melhor.

-Vamos morrer gripados.
-Não vou sair daqui - disse firme.
-Grudento - murmurei e ele me beijou de novo várias vezes.
-Continua reclamando que eu faço voz de bebe pra minha bebezinha.
-Não - disse manhosa e ele riu.

Louis:

Levantei o joelho machucado e o coloquei sobre um montinho de almofadas que eu mesma construi e então relaxei e até consegui fechar os olhos.

-AMOR - ele gritou da porta - ONDE VOCE TA?
-Na sala - falei baixo.
-AI MEU DEUS - ele exclamou quando me viu -me desculpe, perdoa eu não ter chegado antes, como é que ta o joelhinho?
-Eu vou sobreviver - ri - esta tudo bem.
-Voce quer uma sopa? eu posso fazer.
-Louis não cozinhe - falei séria.
-Quer uma massagem então? me da seu pézinho aqui.

Me ajeitei no sofá e ele se levantou colocando uma almofada em minhas costas.

-Por favor para de falar no diminutivo - ri.
-Dói muito? - ele perguntou numa careta - quer um remedio?
-Eu estou legal - exclamei - só cai da escada e bati o joelho.
-E eu não estava aqui -ele murmurou - que imbecil deixa a mulher sozinha?
-Calma- peguei na sua mão - eu estou bem.

Ele segurava minha mão e me fazia carinhos com a outra.

-Eu vou pedir para minha mãe vir aqui - ele afirmou -é, isso mesmo.
-Não tem necessidade disso -falei - isso não é sério.
-Mas amorzinho - ele falou - voce ta com dor.
-Louis voce quer fazer algo por mim?
-Quero, o que voce quer?
-Preciso que voce deite aqui e fiquei bem quetinho do meu lado, pode fazer isso?

Louis assentiu e se deitou imediatamente sem soltar minhas mãos e colocou minha cabeça em seu peito.

-Voce ta com fome?
-Não - falei.
-Quer dormir pode dormir, eu não me mexo.
-Não quero.
-Ainda dói, quer um remedio?
-Louis - chamei.
-Tá.


Liam:

Cortei mais uma cenoura e comecei a cortar os pepinos agora numa velocidade media, o vi entrando pela cozinha devagar e assobiando, ele contornou a mesa e me deu um beijo na bochecha, depois pegou uma maçã na cesta e se sentou bem na minha frente me olhando.

-Tudo bem? - falei.
-Tudo ótimo e como vai a mulher mais linda do mundo?
-Nossa - falei rindo - oque voce esta querendo?
-Só estou querendo ver esse seu sorriso encantador.
-Ai Liam - neguei com a cabeça voltando aos pepinos.

Recomecei a cortar e ele comia a maçã encarando meu rosto de perto com a cabeça equilibrada numa mão, dei algumas olhadas em sua direção e ele me mandava beijos.

-Oque voce tem hoje?
-Eu?
-É, fica ai me olhando - ele riu.
-É que voce é linda demais e eu não consigo deviar o olhar.
-Ai senhor

Liam terminou sua maçã mas não se moveu do lugar e eu continuei picando mais alguns legumes para a sopa, seu olhar sobre mim estava me desconcentrando.

-Voce não tem mais nada para fazer?
-Nada que seja mais importante do que voce.
-Voce devia escrever alguma musica porque ta muito inspirado hoje - ri
-Eu só escreveria sobre meu amor e isso eu já fiz.
-Eu posso saber o porque disso tudo?

Cruzei meus braços mas ele não riu e continuou me olhando.

-Como voce pode? - me perguntou.
-Posso o que?
-Ser tão maravilhosa.
-Sabe o que eu vou fazer?
-Me conta - ele se ajeitou interessado.
-Vou engordar cinquenta quilos, raspar o cabelo e parar de me depilar e tomar banho, voce ainda vai me ver assim?
-Voce ainda vai ser a mulher mais linda do mundo para mim.
-Ah Liam pelo amor de deus - falei e ele riu.
-Só que eu te daria um banho, desculpa.

Zayn:

-Não se mexe - ele disse e eu assenti- voce se mexeu!
-Não mexi não - reclamei - ah eu to cansada.

Me levantei do baquinho e cruzei a sala mas ele tapou o desenho que fazia de mim e eu o encarei indignada.

-Me deixa ver!
-Não, não ficou bom.

Então ele se levantou e correu para ganhar distancia de mim, então rasgou o desenho em quatro partes e eu abri a boca.

-Porque fez isso?
-Porque não ficou bom.
-Zayn - exclamei - eu queria ver.
-Voce não merece isso.
-Não mereço oque?

Ele voltou a se aproximar de mim e me olhou nos olhos.

-Eu nunca vou conseguir desenhar a arte mais bela já criada.
-Uau - disse sem ação - e seria eu?
-Eu nunca vou conseguir recriar o brilho que existe nos seus olhos e nem seus traços angelicais que eu fico paralisado de ver.
-Caramba - eu sorri - voce deve estar muito interessado em algo que eu tenha.

Ele passou a mão no meu rosto e me beijou de leve nos labios.

-Seus lábios são como o mel que tocam os meus.
-Zayn - chamei - é aqueles dias que voce fica carente e tal né?
-Sim - ele assentiu e eu ri depois.
-Imaginei.

Niall:

Ele assistia futebol na sala e eu estava no computador em cima da mesa de jantar estudando um pouco da minha matéria enquanto fazia anotações importantes.

-Amoooooor - ele disse gemendo.
-O que?
-Vem cá vem.
-Não posso eu to estudando - disse - mais tarde.
-Nãaaaaaaoo - ele disse manhoso - eu to sozinho e quero voce.

O encarei sob o computador e ele estava jogado no sofá me olhando com cara de triste fazendo biquinho.

-Por favorzinho?
-Pode ser daqui a dez minutos?
-ISSO É UMA ETERNIDADE - ele gritou tapando o rosto
-Niall só um pouco.

Continuei escrevendo a ultima tese e ele jogou uma almofada que caiu nos meus pés.

-Voce esta desprezando o meu amor que esta jogado aos seus pés.
-Nossa - ri pegando a almofada - toma seu amor.
-Ahhhhhhhhhhhhhh amorrrr -ele disse manhoso de novo - não aguentou mais.
-Que carencia toda é essa?
-Eu to com saudadi - ele disse sorrindo.

Me levantei dois minutos depois e ele abriu os braços.

-Vem mozão.
-Não me chama assim - fiz careta - carente.
-Eu sou mesmo - ele fez bico e me abraçou - voce ta cheirosa.
-Voce tem cinco minutos e eu preciso estudar.
-Mas isso não é nem um beijinho.
-Quatro minutos Niall.
-Chatona.

Eu penso até que fui uma criança normal. Tirando o fato de que eu adorava prender mosquitos dentro de um vidro e colecionar os cadáveres, eu acho que era absolutamente normal. Um dia, eu tava vendo a novela com a mamãe e vi um casal se beijando. Achei aquilo um negócio nojento… Mamãe ignorou, não esboçou nenhuma reação, então deduzi que adultos estavam acostumados a serem nojentos, fosse o sentido que fosse. É difícil dizer a exata fase em que você começa a sentir atração física por alguém, quando você passa temer o “parabéns pra você” porque sabe que depois vem o “com quem será”, quando você começa a matar aula pra brincar de verdade ou desafio, quando você começa a dizer que “gosta” de alguém… Simplesmente acontece e quando você menos imagina também saí por aí achando as nojeiras da vida a coisa mais normal do mundo. Foi assim comigo também. Ao contrário do que muita gente pensa, eu não nasci já programado pra amar as pessoas ao meu redor. Já perto do ensino médio, quando eu achava que nunca ia gostar de ninguém, recebi minha primeira declaração. Foi um choque. Aí achei que as coisas funcionavam meio que assim. Você era escolhido e, num passe de mágica, passava a escolher também. Todo mundo dizia que éramos perfeitos juntos. Eu me perguntava o motivo. Mas o que é que eu poderia esperar? Mamãe me disse que quando os adultos se amam, os adultos se beijam, constroem família, esse tipo de coisa. Não me pareceu muito interessante, mas todo mundo da minha sala já estava na fase de comprar balas de menta e gastar dinheiro com brilhos labiais de sabores diferentes. Eu não tinha nada a perder. Um dia, num passeio da escola, dei meu primeiro beijo. O encontro dos lábios foi mais um esbarrão, e minha língua se recusava a sair do canto dela. Mais do que normal, eu presumo. Gostar de alguém é se esbarrar na estampas das blusas que achamos infantis demais, nos brinquedos jogados no chão, na programação da TV que não é mais a mesma. No ano seguinte, saí do colégio. Conheci o Thiago. Acho que eu podia dizer que ele era meu melhor amigo. Thiago tinha uns olhos verdes tão bonitos que eu não conseguia parar de olhar pra ele. Mas eu não gostava de Thiago, não, eu nunca gostei. Ele era meu melhor amigo de verdade. Mas quando ele falava de garotas, eu me incomodava. “Gostar” parecia ser tão simples pro Thiago, tão bom. E eu me incomodava com aqueles olhos verdes que me puxavam bem pro fundo do poço. Eu vi que meu corpo estava mudando. Eu comecei a perceber que minha voz tinha mudado. E o coração eu nunca entendi porque continuava tão pequeno, tão miúdo, dentro de um corpo tão grande. Quase era possível que ele se perdesse lá dentro. Eu era uma criatura esquisita. Thiago dizia que eu era uma criatura esquisita. Falava sempre que eu precisava encontrar alguém pra mim… Em todas as festas que íamos juntos, ele tentava me arrumar alguém. Até que, no nosso primeiro porre, ele me perguntou de que tipo de pessoa eu gostava. Eu falei que seria fácil se apaixonar por alguém cujos olhos fossem tão lindos quanto os dele. Thiago foi embora e nunca mais falou comigo. Alguns amigos em comum disseram que o Thiago tava com medo de eu estar gostando dele e não queria me magoar, só não tava afim. Foi uma perda difícil de superar. Cheguei em casa e vi no espelho que meus olhos eram lindos, minha boca era linda, meus cabelos, meu tom de pele. E eu não sabia o que merda estava acontecendo comigo. Num acampamento da escola, conheci o Pablo. Ele era uma série mais velho do que eu, e eu só conseguia pensar que ele tinha os olhos mais lindos até do que o otário do Thiago. Eu percebia cada movimento dele tocando a bola no campo de futebol, decorei cada gota de suor que ficava em sua camisa, cada queda que eu me preocupava. Pablo e eu ficamos mais próximos do que nunca. E eu não sabia o que merda estava acontecendo comigo. Então, era isso? Gostar de alguém, era isso? E porque “isso” estava acontecendo justamente comigo? Por que com Pablo? Por que tinha que ser com ele? A gente não escolhe quem é que vai gostar. É normal. Foi o que minha mãe me disse quando eu contei pra ela que estava gostando de algo que eu não poderia gostar. Mamãe me abraçou e disse que eu estava finalmente crescendo. Quando nossos horários eram compatíveis, Pablo arrumava um jeito de me ver. Me arrepiei pela primeira vez quando ele se aproximou de mim e pude sentir de perto o frescor do chiclete de hortelã que ele sempre levava na bolsa. Por que aquilo estava acontecendo comigo? Agora eu entendia cada palavra que o Thiago falava sobre a namoradinha dele. Eu entendia as tremedeiras, a falta de ar, a sensação de que o chão pode desabar a qualquer momento, os choques térmicos… Pablo me contava dos livros que lia, dos filmes que via, das viagens que fazia. Eu sabia que o seu prato preferido era peixe com fritas, eu sabia que ele preferia pizza fria e que por ele a vida só começava após às 11h da manhã. Tomávamos sorvete juntos e ele nunca me deixava pagar. Eu achava bonito quando ele ficava envergonhado por eu dizer que o nome dele era de galã mexicano e que combinava com ele. Eu deixava as jujubas vermelhas pra ele. Sempre. Eram as minhas preferidas, mas eu queria ver Pablo feliz comendo jujubas vermelhas. Eu queria vê-lo sempre bem. E quando alguma coisa ia mal, era no meu colo que ele chorava, e eu passava a mão no cabelo preto dele, assim como mamãe passava no meu quando eu ainda estava me perguntando o motivo… Até que Pablo me beijou pela primeira vez. Eu sempre rio lendo isso, porque nossas testas trombaram e eu lembro o quanto ele ficou nervoso. E lindo. E todos os beijos treinados em travesseiros e cubos de gelo foram por água abaixo. Eu podia sentir as minhas artérias se fechando. Naquele minuto, eu coloquei a minha mão no peito de Pablo e percebi que era igual ao meu. Exatamente igual. Foi o encontro mais fantástico que tive com a minha própria alma. Não dissemos mais nada. Apenas ficamos ali, abraçados, um corpo pedindo perdão ao outro e o amor pedindo perdão ao mundo. Pablo nunca fez um pedido oficial, mas estávamos namorando. O primeiro namoro de alguém… Mamãe me peguntava quando é que eu ia levar Pablo pra casa. Ela ia fazer a lasanha de frango famosa dela. Teve uma conversa séria sobre sexo comigo. Minhas bochechas ficavam vermelhas só de pensar. Mamãe, eu disse, vamos com calma. Eu lembro que guardei o bilhete do cinema na primeira vez em que fui com Pablo ao cinema. Uma idiotice… Mas era idiotice adolescente. Então era normal. Todos da escola comentavam. Perdi alguns amigos por causa de Pablo. Mas tudo bem… Aprendi a não ligar muito pra essas coisas. Eu não sabia o motivo de ter acontecido comigo, mas se aconteceu, e eu conheci o Pablo, acho que valia a pena. Doeu quando tive vergonha de beijar ele de novo. Não que já não tivéssemos nos beijado outras vezes, é claro, éramos namorados. Mas eu evitava beijar ele em público e, às vezes, ele notava. O transporte público é público e eu pago. O amor não é público, pensei. Eu entendia, sério, mas era dolorido. Eu só fechava os olhos e lembrava da sensação que tive quando vi aquele beijo de novela e quando percebi que mamãe não se importava com ele. Quando beijei a primeira pessoa que disse que gostava de mim. Eu lembro que senti nojo, vergonha e revolta, tudo ao mesmo tempo. Eu pensei que nunca deixamos de ser pequenos, todos, assustados com a vida, com as crianças rosas e azuis, com a cruz, a seta e o círculo, com esse tipo de coisa. Eu também já senti nojo de mim. Por ser um ser humano e participar de todos esses medos. Talvez não os mesmos, claro, mas mesmo assim, eu também tinha meus medos. Medo, principalmente, de não ser capaz de impedir Pablo de ir embora. De não ser suficiente. Eu e ele terminamos quando passou um grupo de conhecidos do curso de inglês e eu disse que ele era só um amigo. Pablo me acusou de imaturidade… Concordei com ele. Fui pra casa chorando e me sentindo a pior pessoa do mundo. Lembrei de tudo o que ele fez por mim e me senti um lixo. Mamãe disse que era normal… Já que o seu amor é tão especial, mamãe disse, prove-o. E eu pensei: Como vou provar que amo Pablo? Aí eu comprei um livro do Leminski (Pablo adorava poesia, eu achava uma bobagem), e escrevi na contracapa:
“ISTO DE QUERER SER EXATAMENTE O QUE A GENTE É AINDA VAI NOS LEVAR ALÉM”. Pablo, eu te amo além do que sou.
Não tive coragem de levar o maldito livro pra escola. Deixei em cima da minha escrivaninha… Quando eu voltei, mamãe estava sentada no sofá, com os seus olhos de abismo, seu cabelo desgrenhado, e com o vestido que ganhou de mim todo manchado de lágrimas.
Eu disse: Mãe, o que houve?
Aí vi. O livro na mão dela. Era isso o que tinha havido.
Olhei pro outro lado e vi que minha mala estava arrumada. Mamãe se virou pra mim e disse: “Eu quero que você suma da minha frente em menos de 24h. Eu quero que você saia e esqueça que um dia teve mãe. Quero que você engula essa sua safadeza, sua promiscuidade de merda, quero que você se dane! Ouviu? Quero que você vá pro inferno, você e seu prostituto de merda, seu veado!”
Não me sustentei em pé. Não senti quando caí e abracei meus joelhos. Lembrei do riso do Pablo. Lembrei das cantigas que mamãe cantava pra mim, das minhas fotos de crisma. Lembrei de como o Pablo ficava bonito naquela camiseta azul que eu dei pra ele. Lembrei das vezes em que mamãe deixou o maior pedaço de bolo pra mim. Pablo também fazia isso. Lembrei do carinho que ela fazia no meu cabelo. Lembrei de como eu adorava ver Pablo desenhar. Lembrei do acampamento em que o vi pela primeira vez. E me vi. Me vi em seu corpo. Me amei porque o amei. Lembrei do porta-joias que dei pra minha mãe no Dia das Mães e ela dizia que eu era o melhor presente dela. Lembrei de quando choveu no meu aniversário de seis ano, estragando a decoração, e lembro de como a mamãe pintou as paredes da casa pra ficar mais ou menos parecido com o mini picadeiro encharcado lá fora. Lembrei do maldito ingresso do cinema guardado no fundo do meu armário.
Por que comigo?
Lembrei também das vezes em que o Pablo chorou por minha causa. E agora mamãe chorava também. Pablo sabia que eu não era só dele. Ele sabia que eu também pertencia ao universo que eu fingia que não me ignorava. Eu pertencia também ao pecado que eu não acreditava ser verdade. Eu também pertencia ao inferno, à doença, a vida nos guetos, nos boeiros. E Pablo chorava porque sabia que eu nunca sairia de lá completamente curado pra poder amá-lo da forma certa. Se é que existe uma forma certa.
Levantei do chão duas horas depois. Minha mãe continuava imóvel. Chorando em silêncio. Silêncio era tudo o que ela poderia me oferecer agora.
Recebi uma mensagem no celular… Era da irmã de Pablo. Ele estava num hospital. Foi atacado na praça por um grupo enquanto jogava bola. Pablo, eu sinto muito. Eu sinto muito mesmo. Por nós dois. Eu também não sei o que merda foi que aconteceu.
E agora, na cobertura do prédio, as sirenes da polícia ficam cada vez mais distantes. Minha mãe está lá embaixo. Rezando por mim. Ela me odeia.
Agora, na cobertura do prédio, quando toda essa porcaria está prestes a acabar… No meu último suspiro, eu percebo que tentei amar pela primeira vez e não consegui.
E, também pela primeira vez, eu era igual a todo mundo.
Ninguém sabia amar.
Era normal. Infelizmente, era normal.
—  Cinzentos, “Mamãe disse que era normal”.
Imagine Liam Payne
  • Pedido: Faz um do Liam em que ele só fica com ela para esquecer a ex namorada só que ele só trata a s/n mal e termina com ela humilhando na frente de todo mundo, e ela tá grávida e ela acaba terminando com um do amigos dele o Harry ou o Louis
  • No caso, o escolhido por vocês naquela votação foi o Louis…
  • Boa leitura!

—————————————————————-


O que você faria se descobrisse que está grávida?

O que você faria se descobrisse que está grávida de um cara que mal olha na sua cara, te trata mal, e que você sabe que não irá gostar muito dessa novidade?

Pois é… é difícil, né? E é exatamente isso que está acontecendo comigo.

Eu namoro o Liam faz 1 ano e 10 meses. No começo do namoro era tudo perfeito, às mil maravilhas. Mas tudo que é bom dura pouco. Ele começou a ser rude, grosso, me trata mal na maioria das vezes. E sinceramente não sei o que aconteceu com ele. Eu queria entender. Queria que voltasse a ser como antigamente. Mas a cada dia parece que piora.

E agora eu estou desesperada. Descobri que estou grávida e não sei como contar isso pra ele. Tenho medo que ele me chame de interesseira, que estou fazendo isso apenas para o amarrar. 

Me desliguei dos meus pensamentos quando escutei a campainha tocar. Fui até a porta e a abri.

- Louis! - disse sorrindo e o abracei 

- Oii, pequena! - ele sorriu - Como você está?

- Estou bem, e você? - disse o puxando pra dentro de casa e nos sentamos no sofá

- Estou bem também! Faz tempo que não nos vemos… estava com saudades! - sorri

Eu e Louis sempre fomos bem amigos. Ele é meu anjo da guarda! Sempre me trata bem, é carinhoso, atencioso… Eu amo estar com ele e conversar com ele. 

- Pois é! Faz tempo mesmo… e como foi a viajem?! - perguntei animada. Ele tinha acabado de voltar de Safari na África.

- Foi incrível! Aquele lugar é maravilhoso, sabe?! Ver aqueles animais bem ali, na sua frente.. é extasiante! - disse animado e eu sorri 

- Eu imagino… mas você não ficou com medo? Sei lá.. eles são animais selvagens! - ri fraco

- Não… o nosso guia conhecia bem a região e sabia como lidar com eles… Foi até que tranquilo! - riu 

- Quer comer ou tomar alguma coisa? Acabei de fazer um bolo! - ele sorriu

Fomos até a cozinha e nos servi de bolo e suco. Ficamos conversando ainda mais, rindo, ele me mostrava as fotos da viajem. 

- Você vai na festa hoje?! - ele me perguntou e só então eu lembrei que teria uma festa na casa do Harry, a qual eu havia prometido que iria.

- Ah.. tinha me esquecido! - ele riu, negando com a cabeça - Vou sim! Já vou me arrumar… 

- Então nos vemos lá! - sorri  e concordei com a cabeça - Eu vou indo então! - ele se levantou e o acompanhei até a porta

- Tchau, Lou! - disse abrindo a porta 

- Tchau, S/A! - ele iria beijar minha bochecha, mas acabei virando e ele beijou o canto da minha boca - Tcahu…. - disse e foi embora

.°.°.°.°.°.°.°.°.°.°.°.°.°.


Coloquei uma roupa bem simples pra ir na festa, e, assim que Liam chegou e se arrumou, nós fomos. O caminho foi completamente silencioso. Aquilo me deixava agoniada e me irritava muito. Até quando ele iria agir assim comigo?

Chegamos na casa do Harry e já tinha bastante gente lá. Conversei com os meninos e uma meninas que eu conhecia. 

A festa até estava bacana. Mas eu não estava no clima pra isso. Só queria ir pra minha casa e ficar lá.

Como já fazia algumas horas que estávamos ali, resolvi procurar Liam e ver se podíamos ir embora. Mas, ao chegar onde ele estava, vi a cena que menos esperava ver: ele se agarrando com um outra mulher. A ex dele. 

- Liam… - disse baixinho; já sentindo lágrima tomarem conta do meu rosto. Eles se separaram e ele me encarou assustado - O que é isso? - perguntei numa tentativa se ter sido apenas uma ilusão, uma miragem minha. Aquilo não podia ser verdade. 

- S/N… o que faz aqui? - o encarei incrédula

- O que eu faço aqui? - ri sem humor - Na minha frente, Liam? No mesmo ambiente que eu estou? Como você teve coragem? 

- Espera ai… você está com ela? - Karen, a ex, falou chocada - Você me disse que estava sozinho, Liam… - ela me encarou - Acho melhor eu sair daqui. - disse e saiu dali

- Como você teve coragem de fazer isso comigo? Por que você fez isso? - ele bufou

- Para com essa ceninha de ofendida. - falou bravo e o encarei assustada - Para com isso, S/N! Meu… será que só você não percebe que eu nunca gostei de você de verdade? Será que você não percebe que estava com você quando foi útil pra mim? - a essa altura os poucos que restavam ali estavam nos olhando

- O quê? - disse num sussurro 

- Eu só estava com você pra esquecer a Karen. Nunca te amei de verdade… Pra falar a verdade, na maioria das vezes te achava um pé no saco. - ele respirou fundo - Mas, agora, não tem mais porque continuar com isso tudo. A Karen voltou e nada nos impede de ficar juntos… - neguei com a cabeça ainda sem acreditar no que ele, o homem que eu mais amei e me entreguei, estava me falando - Acabou, S/N. 

Ele cuspiu aquelas palavras em cima de mim da maneira mais rude e indelicada possível. Todos ali me olhavam com pena e dó. A única reação, além de chorar, que consegui esboçar foi sair dali correndo. 

Eu nunca mais queria olhar na cara dele e nem na daquela pessoas que estavam ali hoje. Eu só queria me trancar no meu mundo e ficar lá pra sempre.


**

Meses depois

**


Depois de tudo que aconteceu naquele dia, eu me mudei. Comprei um apartamento mais no centro da cidade, um pouco maior do meu antigo. Afinal, agora eu tinha que pensar em dua pessoas. 

Estou grávida de 8 meses! E é um menino! Theo é o nome dele!

Depois daquele dia eu nunca mais vi ninguém do mesmo grupo de amigos do Liam. E nunca mais vi o Liam. Os meninos, principalmente o Louis, falaram comigo, me ligavam… mas não os recebe na minha casa. Não contei pra ninguém que estava grávida. 

A campainha tocou e eu fui atender. 

- Louis?! - disse surpresa, mas feliz por vê-lo ali. 

- Até que enfim te achei! - disse e entrou na minha casa - Você sumiu, não falou mais com nenhum de nós, se mudou… Nós ficamos preocup…. - parou de falar assim que me olhou novamente. Seus olhos estavam fixos na minha barriga enorme. Sua boca se abriu e fechou várias vezes, mas nenhum som saiu de dentro dela - É… - ele negou com a cabeça - Nossa… Você… está… grávida! - disse por fim e eu assenti - Espera ai… - me encarou 

- É do Liam… - dei de ombros e me sentei no sofá e ele fez o mesmo 

- Do Liam? - assenti mais uma vez e ele suspirou - Por que nunca nos contou?

- Ai, Louis… Eu estava me sentindo tão humilhada, tão mal depois de tudo aquilo… eu só queria me esconder de tudo e de todos, e não queria que soubesse que estava esperando um filho de um cara de só me usou e me humilhou. - ele assentiu 

- Entendi.. mas você devia, ao menos, ter contado pra mim. - respirei fundo - Eu me preocupo com você de verdade; e jamais iria te julgar ou te deixar de lado. 

- Eu sei.. mas eu fiquei com medo e queria ficar sozinha. Precisava desse momento, sabe? - ele assentiu 

- Tá com quantos meses de gestação??

- Oito! - acariciei minha barriga e ele sorriu

- E qual é o sexo?

- É um menino! - ele sorriu ainda mais - É o Theo! 

- Lindo nome! - sorri - E como está a gestação? Tudo tranquilo?

- Tudo sim! - sorri novamente 

- Bom… agora que eu te achei de novo, não vou mais te deixar em paz! - ri fraco 

- Consigo conviver com isso! - ele riu


.°.°.°.°.°.°.°.°.°.


O tempo voou! Theo já nasceu e está com 3 meses. Ele é a coisinha mais fofa desse mundo! E o Louis vive aqui em casa. Está todo bobo em cima do Theo. Nós temos ficado bem próximos. Ele vive aqui em casa, saímos juntos, vamos passear com o Theo sempre juntos. Eu amo ficar com ele. Me faz muito bem! 

- Dormiu! - disse se sentando ao meu lado no sofá 

- Já era hora! - ele riu - Ele ama você, sabia? - ele sorriu

- Só ele?! - perguntou com a sobrancelha arqueada e eu ri 

- Não, bobão! Também amo você! Amo a sua companhia!! - ele sorriu 

- E eu amo você! - colocou uma macha do meu cabelo pra trás e foi se aproximando aos poucos, sem perder o contato com os meus olhos. 

Ele grudou nossos lábios num selinho demorado. Mas não demorou muito pra que ele aprofundasse o beijo. Um beijo calmo, carinhoso, sem pressa e sem maldade. Ele mordeu meu lábio inferior e o puxou, me fazendo sorrir. 

- Lou… - comecei a falar mas ele me selou, me impedindo de continuar a frase 

- Shh! - ele sorriu ainda de olhos fechados - Eu tenho vontade de fazer isso à tempos! - o encarei - Eu tô apaixonado por você, S/A! Muito apaixonado! - sorriu bobo - Penso em você o tempo todo, sonho com você quase todas as noites. Você me deixa maluco, garota! - ri fraco 

- Eu também penso em você o tempo todo, Louis… Você sempre esteve ao meu lado, me ajudando e me apoiando, se preocupando comigo, me divertindo! Sempre foi carinhoso, atencioso, gentil… e eu acabei… - respirei fundo - Me apaixonando por você! - ele sorriu e eu fiz o mesmo. 

Ele se aproximou novamente e me beijou. Dessa vez com mas precisão e desejo. Sua mão apertava minha cintura e eu embrenhei minhas mão nos seus cabelos, os puxando de leve. Cada vez mais ele me apertava mais contra seu corpo, aprofundando o beijo. 

- Eu posso e eu quero te fazer a mulher mais feliz desse mundo! - sorri - Fica comigo? - ri fraco e o selei

- Você já me fez feliz! - ele sorriu - É claro que eu aceito! - ele sorriu e me beijou. Suas mãos adentraram minha blusa, apertando minha cintura. Me arrepiei quando senti suas mãos em contado com a pele sensível da minha barrida. Minhas mãos foram para a barra da sua blusa e a tirei rapidamente. Admirei todo seu peitoral e o arranhei, vendo dele arfar e conter um gemido. 

Ele atacou meu pescoço; dando beijos, mordidas e chupões leves; enquanto eu puxava seus cabelos e arranhava seus ombros. Ele voltou a atenção para minha boca; mas fomos interrompidos um um choro alto, vindo da babá eletrônica que estava na mesinha de centro. Rimos e eu nos separei, apertando o botão para desligar aquele aparelhinho.

- O dever me chama! -disse rindo e ele riu também. Coloquei meu chinelo e me aproximei dele. Ele colocou suas mãos próximas da minha bunda e eu lhe dei um beijo rápido - Eu já volto! 

- Ficarei aqui, te esperando! - ri e corri até o quarto do meu filho. 

Assim que ele dormiu novamente, voltei para a sala.

- Voltei! - ele me encarou 

- Demorou demais! - me agarrou me cintura e me jogou no sofá, ficando por cima de mim e me beijando desesperadamente. 

[…]



/Helo^^

Espero que tenham gostado! Me contem o que acharam!